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Jornal Online 'efepe' / sindical

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António Mexia critica propostas de limitação de salários privados

por efepe, em 08.04.17

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Copiado do Expresso

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O gestor de empresas cotadas mais bem pago nos últimos anos em Portugal diz que propostas do BE para limitar salários privados teriam como destino a pobreza.

Presidente da EDP defende que o seu ordenado "diz respeito exclusivamente aos acionistas".

O que é necessário, diz, é "aumentar o bolo" da economia portuguesa e não "ratar migalhas" nos vencimentos dos gestores

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                                          Antonio Pedro Ferreira

POLÍTICA

António Mexia critica propostas

de limitação de salários privados

08.04.2017 às 9h18

 

Presidente da EDP defende que o seu ordenado "diz respeito exclusivamente aos acionistas". O que é necessário, diz, é "aumentar o bolo" da economia portuguesa e não "ratar migalhas" nos vencimentos dos gestores

 

O presidente da EDP, António Mexia, defende que as iniciativas políticas que pretendam controlar os salários no sector privado terão como consequência "a pobreza". O argumento foi apresentado numa entrevista à TSF e ao "Dinheiro Vivo", onde, confrontado com o objetivo do Bloco de Esquerda de limitar os salários milionários de alguns gestores de empresas privadas, contrapôs que a questão do seu vencimento na EDP "diz respeito exclusivamente aos acionistas" da empresa.

 

"Arbitrariamente, querer interferir nisso só tem um destino: é a pobreza", defendeu Mexia, argumentando que, a avançar, essas iniciativas trariam também "subinvestimento" ao país. "A sociedade para ser mais justa - e ela tem de ser obrigatoriamente mais justa - também tem de ser eficiente. A grande discussão é como é que eu aumento o tamanho do bolo. Não é 'espera aí que eu agora vou ali ratar umas migalhas no bolo'", contrapôs Mexia depois de desvalorizar os mais de dois milhões de euros que ganhou no ano passado.

 

"As críticas acontecem sobretudo quando conjugo o salário com prémio anual, quando se atingem os objetivos, que poderiam estar ou não estar lá. Têm estado lá, porque a companhia tem ultrapassado os objetivos", defendeu, insistindo na ideia de que o seu vencimento "diz respeito exclusivamente aos acionistas". "A EDP é uma companhia privada, não tem que ver com mais nada a não ser com os acionistas".

 

Recorde-se que em março a coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, defendeu que o país não pode continuar a ter "setores de privilégio ilimitado" e que são necessárias "regras na economia para que o país possa funcionar e ser mais justo". Nomeadamente no que respeita aos salários de gestores e patrões de empresas que "empregam milhares de trabalhadores com salários modestos".

 

Nessa intervenção pública, Catarina Martins deu mesmo o exemplo concreto de António Mexia e dos mais de dois milhões de euros que ganhou em 2016. "A cada dia que passou António Mexia ganhou dez salários mínimos nacionais. Por dia são mais de 5.500 euros", criticou, reiterando a necessidade de aumentar os salários de quem trabalha e de limitar o "abuso" dos patrões sobre os trabalhadores.



Em 2016, António Mexia acumulou uma remuneração de 2,03 milhões de euros, valor que inclui salário fixo e prémios de desempenho.

 

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Copiado do Observador

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ANTÓNIO MEXIA

Salário demasiado alto? Controlar a iniciativa privada traz pobreza, diz António Mexia

 
Presidente da EDP diz que o seu salário e os prémios de gestão só dizem respeito aos acionistas.
António Mexia avisa que interferir com iniciativa privada, limitando os salários, trará pobreza.
 

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O presidente executivo da EDP recusa a ideia de que os políticos avancem com iniciativas para travar os salários pagos aos gestores no setor privado. António Mexia, um dos administradores mais bem pagos em Portugal, considera que o tema da remuneração dos gestores diz respeito exclusivamente aos acionistas. “A EDP é uma empresa privada, não tem que ver com mais nada a não ser com os acionistas”, disse em entrevista à TSF/Dinheiro Vivo.

 

O gestor foi confrontado com a intenção do Bloco de Esquerda de limitar os salários dos administradores, reduzindo a assimetria face aos vencimentos dos trabalhadores da mesma empresa. Mexia avisa que no momento “em que se quiser controlar aquilo que é a capacidade de iniciativa privada em Portugal, e interferir nisso, só tem um destino: é a pobreza”.

 

A polémica sobre o salário dos gestores das empresas da bolsa, e, em particular do presidente da EDP, é recorrente e surge de cada vez que as empresas divulgam os relatórios anais com a remuneração dos administradores, que acompanham as contas anuais conhecidas no mês de março. Os presidentes da EDP, da Sonae, da Jerónimo Martins, da Galp e da Navigator (antiga Portucel) costumam estar no topo dos mais bem pagos, um lugar onde já não entram os administradores da banca.

 

No caso de António Mexia, como o próprio reconhece, o tema sobe de tom quando lhe é atribuído o prémio de gestão por cumprimento das metas. Em 2016, o presidente executivo da EDP teve uma remuneração equivalente a pouco mais de dois milhões de euros brutos, dos quais mais de metade correspondem a prémios de gestão, cujo pagamento é parcialmente diferido.

 

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Copiado da TSF

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ANTÓNIO MEXIA

"Controlar salários no privado é levar-nos à pobreza"

Rosália Amorim e Anselmo Crespo

 

O alerta é do presidente da EDP em resposta à proposta do BE que quer limitar o leque salarial no setor privado.

 

Excerto da entrevista ao presidente da EDP no programa A Vida do Dinheiro:

 

Mira Amaral acusou a EDP de ter "rentabilidades escandalosas" com os custos para a manutenção do equilíbrio contratual [CMEC], com taxas de retorno de 15% ao ano. Os CMEC fazem sentido?

Em primeiro lugar, os CMEC acabam neste ano. Herdei os CMEC e estes são apenas a transformação dos antigos CAE [contratos de aquisição de energia] que foram criados pelo engenheiro Mira Amaral. Portanto, é o criador a falar da sua criação. Não tenho falado do assunto pois não quero esta polémica. Mas o Estado, quando começou a privatizar a companhia, privatizou-a com uma estrutura contratual e valorizou-a com esses contratos. Esses contratos funcionaram nos últimos anos de uma forma, mas podiam ter funcionado de uma forma oposta e ninguém iria questionar fosse o que fosse.

Para já, os 15% são ridículos, e os números são errados, isso já foi dito. O Estado - e não tem nada que ver com os últimos dez anos em que estou na EDP, mas muito antes da privatização, uma década antes - vendeu estes contratos e foi buscar o dinheiro por causa destes contratos. As várias fases de privatização deram ao Estado vários mil milhões de euros de receitas. O que foi feito a esse dinheiro e como depois foi utilizado?

 

O PS pediu ao regulador que compare as tarifas de energia do mercado regulado com o liberalizado. Se, em função das conclusões, voltássemos a um mercado regulado, seria um grande retrocesso?

A liberalização foi positiva para todos os clientes e muito particularmente para os industriais, mas também para os residenciais. Sabe que às vezes é preciso contar a história outra vez quando ela é boa, e portanto não tenho dúvidas de que a liberalização correu bem em Portugal e foi mais rápida do que noutros países da Europa. Todos os países europeus que liberalizaram reconheceram os méritos dessa liberalização, porque traz concorrência. Neste momento há dezenas de operadores em Portugal a oferecer energia e os seus serviços quer aos industriais quer às pessoas em casa. A EDP gosta de concorrência.

 

Pode chegar-se à conclusão de que as tarifas eram mais baixas no mercado regulado?

Quando temos concorrência, obriga a quem está no mercado, e que já não está sozinho, a descer as suas margens. Não se pode é confundir com tempos em que o preço da energia era controlado, quando foi criado o défice tarifário.

Hoje, as pessoas gastam mais ou menos metade em energia do que gastam em telecomunicações e muito menos do que gastam em transportes. E eu gostaria que se discutisse também a habitação. Atualmente, o que Portugal gasta em habitação é dez vezes menos do que gasta a média da Europa.

O problema do aquecimento não tem que ver com o preço da eletricidade, que, aliás, em Portugal está alinhado com a Europa. O problema é que as pessoas vivem em casas que algumas delas são inaceitáveis. Que não se use este setor como bode expiatório.

 

A Deco acusou a EDP Comercial e outros três operadores de cobrarem indevidamente a taxa de ocupação do subsolo, dez milhões de euros a mais desde janeiro. Concorda?

Isso não é verdade. Quando se dá uma concessão, seja à EDP seja a quem for, dá em determinadas condições. Não chega a meio do jogo e se diz "agora furo a bola ou a tua baliza agora passa a ter mais um metro do que a outra". O Estado deu concessões e fê-lo do ponto de vista concorrencial. Há outros países onde elas são eternas, mas em Portugal não são.

 

O que diz a Deco é que o custo passaria para as empresas em janeiro, não para os particulares...

A questão essencial é a seguinte: quando altera a regra do jogo, as companhias teriam de ter um custo que altera completamente o equilíbrio financeiro do concessionário, que foi estabelecido pelo próprio Estado. Isto é a mesma coisa que alguém que começa um jogo, faz as regras e depois diz que "afinal a bola entrou aí mas era para passar por cima da trave".

Isto tem que ver com regras que foram fixadas no momento em que o jogo foi definido. Não me quero alongar sobre isso, mas as companhias cumprirão sempre a lei, veremos depois o que isso implica do ponto de vista do equilíbrio das concessionárias. As companhias todas, não só da EDP, cumprem a lei.

 

Esta lei não entrava em vigor a 1 de janeiro?

Tem que ver com interpretações. As leis são claras, mas aparentemente podem ser interpretadas. A única coisa que estou a dizer é que a lei é suficientemente clara sobre aquilo que são as regras sobre as quais as concessões foram feitas. Iremos sempre cumprir a lei. Tenho o maior respeito pela Deco, mas a Deco não é o sítio certo para avaliar leis.

 

O governo deu dois meses à EDP e à REN para entregarem ao Estado dados sobre os consumidores de energia. Porque é que a EDP tem resistido a isto?

Não, isso não é verdade, a EDP não resistiu. A liberalização em Portugal não poderia ter sido tão rápida se essa disponibilização dos dados não fosse feita. A estatística joga claramente a favor daquilo que é a total transparência. Gostava que todas as liberalizações corressem tão bem como correu a eletricidade. Acho que a eletricidade é um exemplo do ponto de vista da disponibilização de dados para a liberalização. A criação do operador logístico: tranquilo; os consumidores têm mais escolhas: fantástico.

 

Já está imune às críticas que fazem ao seu salário?

Acontecem sobretudo quando conjugo o salário com prémio anual, quando se atingem os objetivos, que poderiam estar ou não estar lá. Têm estado lá, porque a companhia tem ultrapassado os objetivos. Isso diz respeito exclusivamente aos acionistas. A EDP é uma empresa privada, não tem que ver com mais nada a não ser com os acionistas.

 

O Bloco de Esquerda quer interferir nos salários do privado...

No momento em que se quiser controlar aquilo que é a capacidade da iniciativa privada em Portugal, e interferir nisso, só tem um destino: é a pobreza.

 

Está há 11 anos na EDP. Tem algum prazo na cabeça para sair?

Sou escolhido pelos acionistas e estas questões dizem só respeito aos acionistas. Dificilmente estaria aqui a aceitar este cargo no SE For All se não tivesse uma previsibilidade mínima de ficar pelo menos mais três anos.

Sou também presidente das elétricas europeias onde Portugal está pela primeira vez, e pela primeira vez está uma empresa mais pequena do que as outras europeias. A EDP foi o projeto de que mais gostei na minha vida, até hoje. Também disse isso de todos os que ia fazendo na vida, mas esta é a verdade.

Tenho uma equipa fantástica e estar em 14 países, a trabalhar com 41 nacionalidades, permite-nos ter esta visibilidade, chegar a esta reputação mantém-nos o entusiasmo. Mas os acionistas é que decidem e estou sempre disponível.

 

Como é que tem sido a sua relação com os acionistas chineses?

Aprendemos todos mutuamente e é isso que quero na vida. Acho que é uma relação muito positiva.

 

O que gostaria de fazer a seguir?

Entre a área da saúde e a da cultura, seriam duas coisas que gostaria de fazer, mas quando já tiver muito mais anos.

 

Então e a política? Jamais?

Gostei imenso, mas chega.

 

Mas é daqueles que nunca diz nunca?

Chega.

   

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Copiado do Jornal Económico

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António Mexia critica Bloco de Esquerda

 

O presidente da EDP defende que a grande discussão é saber como "se aumenta o tamanho do bolo".

 

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O presidente da EDP, António Mexia, criticou a posição do Bloco de Esquerda de tentar limitar os salários dos gestores do setor privado.

 

“Arbitrariamente, querer interferir nisso, só tem um destino, é a pobreza. Além do mais, é subinvestimento e aquilo que obrigatoriamente seria a desertificação”, defendeu António Mexia numa entrevista à rádio TSF.

 

A líder do Bloco de Esquerda defende que deve ser instituído um teto máximo salarial para os gestores do setor privado

 

No entender do presidente da EDP, controlado pelo grupo chinês Three Gorges, “a sociedade, para ser mais justa, e ela tem que ser obrigatoriamente mais justa, tem de ser mais eficiente”.

 

“A grande questão é saber como eu aumento o tamanho do bolo, não como eu, agora, espera aí, como eu vou ratar algumas migalhas ao bolo”, conclui António Mexia.

 

 

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Copiado de Esquerda.Net

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Mexia insurge-se contra proposta bloquista para limitar salários milionários

 
O presidente da EDP, que, em 2016, recebeu 5.578 euros por dia, defende que o seu ordenado "diz respeito exclusivamente aos acionistas". António Mexia alega ainda que a solução não passa por "ratar migalhas" nos salários dos gestores.
 

 

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Confrontado com a proposta do Bloco de Esquerda no sentido de limitar os salários milionários de alguns gestores, António Mexia afirmou, em entrevista no programa A Vida do Dinheiro, que “isso diz respeito exclusivamente aos acionistas”.

 

“A EDP é uma empresa privada, não tem que ver com mais nada a não ser com os acionistas”, destacou.

 

O presidente da EDP que, no ano passado, arrecadou um montante global anual de 2,04 milhões de euros, referiu ainda que “no momento em que se quiser controlar aquilo que é a capacidade da iniciativa privada em Portugal, e interferir nisso, só tem um destino: é a pobreza”.

 

Segundo Mexia, “a grande discussão é como é que eu aumento o tamanho do bolo”, e não como "ratar migalhas" nos salários dos gestores.

 

“A eletricidade não é cara. As casas é que são mal construídas”

 

O presidente da EDP, que esta semana foi nomeado em Nova Iorque como ‘chairman’ do conselho administrativo do Se For Al, uma organização que envolve as grandes companhias de energia mundiais, recusou também as críticas de que os preços da eletricidade em Portugal são caros.

 

“A eletricidade não é cara. As casas é que são mal construídas”, afirmou António Mexia, referindo que “o problema é que as pessoas vivem em casas que, muitas vezes, são inaceitáveis”, pelo que não se deve usar “este setor como bode expiatório”.

 

Mexia afirmou que liberalização do mercado “foi positiva para muitos clientes, sobretudo para os industriais. Não tenho dúvidas nenhumas”.

 

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Artigo relacionado

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“Ninguém pode ganhar 90 vezes mais que um trabalhador da mesma empresa”

 
Catarina Martins exigiu um limite aos leques salariais das empresas para uma maior distribuição da riqueza, evitando disparidades salariais como as da EDP ou do Pingo Doce.
 

 

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Catarina Martins interveio esta sexta feira no lançamento das candidaturas de Silvestre Pereira à Câmara Municipal da Maia e de Francisco José à Assembleia Municipal da mesma localidade. Na sua intervenção, a coordenadora do Bloco exigiu a criação de um limite aos leques salariais das empresas, para evitar situações como a do Pingo Doce, em que Soares dos Santos (filho) ganhou em 2016 o mesmo que 90 trabalhadores da sua empresa.

 

Para a dirigente bloquista, em Portugal há uma falta de “regras para a economia e exigência de justiça na redistribuição de riqueza e daquilo que é de todos e de todas e que construímos com o nosso trabalho”. "Só há três países na Europa com uma desigualdade salarial superior à de Portugal, e todos eles têm economias mais frágeis que a portuguesa. É preciso tomar posição e fazer alguma coisa", argumentou Catarina.

 

A coordenadora do Bloco apresentou três medidas para aumentar a redistribuição de riqueza. Em primeiro lugar, "recompor a legislação laboral para recuperar direitos que protegem os salários da maioria dos trabalhadores". Por outro lado, fazer uma "alteração fiscal que seja capaz de tributar de forma mais justa os dividendos e os lucros, porque neste momentos os salários pagam proporcionalmente muito mais imposto". Por último, a introdução de leques salariais nas empresas, tal como já está a ser feito noutros países. "Uma empresa privada pode determinar os seus salários, mas a diferença máxima entre quem ganha menos e quem ganha mais tem de ter um limite", explicou Catarina.

 

Soares dos Santos, por exemplo, quase duplicou o salário de 2015 para 2016 e ganhou no ano passado 1.27 milhões de euros. “Não podemos ter setores de privilégio ilimitado, precisamos de regras na economia para que o país possa ser mais justo. É preciso limitar os leques salariais das empresas porque ninguém pode ganhar 90 vezes o que ganha o trabalhador da empresa, tem de haver um limite a este assalto”, afirmou Catarina. “Precisamos de repor os direitos de quem trabalha e acabar com este abuso de tão poucos sobre tantos”.

 

Soares dos Santos “ganhou sozinho aquilo que paga, em média, a 90 trabalhadores e aumentou o seu próprio salário em 46%”, resumiu Catarina. “Será que algum dos trabalhadores do Pingo Doce teve um aumento salarial de 46%? Algum dos fornecedores da Jerónimo Martins viram a situação melhorar sequer, uma quarto do que melhorou a situação do patrão do Pingo Doce?”

 

Num outro exemplo, Catarina Martins lembrou que Portugal é o país onde o esforço no salário para pagar a energia é um dos maiores da Europa, mas António Mexia, na EDP, ganhou no ano passado mais de dois milhões de euros. “A cada dia que passou, Mexia ganhou dez salários mínimos nacionais. Por dia, são mais de 5 500 euros. O patrão da mesma empresa que tem os trabalhadores temporários em call centres, com as práticas mais abusivas de trabalho, com toda a insegurança e pressão e quase nada de salário”, afirmou Catarina. "Estamos a debater com o governo medidas de tributação para que o capital não pague menos do que o trabalho e medidas para recuperação da legislação laboral. Precisamos de começar a introduzir este novo tema no debate político em Portugal", concluiu Catarina.

 

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Copiado de Esquerda.Net

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Notícia atualizada às 09h20 de 09.04.2017.

“Acabar com rendas da EDP que permitem que Mexia ganhe dois milhões num ano”

 
Catarina Martins defendeu que é preciso baixar e tornar mais justo o preço da energia e, para isso, “é preciso acabar com as rendas de privilégio da EDP e das produtoras elétricas”. “Por muito que mace António Mexia, é isso que o Bloco vai continuar a propor”, garantiu.
 
8 de Abril, 2017 - 19:20h

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