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Jornal Online 'efepe' / sindical

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TABELA SALARIAL 2017 - A "setima" sessão no Grupo EDP

por efepe, em 19.04.17

Hoje ...

Realizou-se a sétima e última sessão do processo negocial de Revisão da Tabela Salarial e das Cláusulas de Expressão Pecuniária, para vigorar entre 01 de Janeiro de 2017 e 31 de Dezembro de 2017, nas empresas do Grupo EDP.

SetimaSessao.png

- Parceiros sociais sindicais convocados para reunião plenária, com inicio às 10:30;


- Iniciada a reunião plenária, cerca das 11:00, seria a mesma interrompida, por iniciativa da empresa, para se dar inicio às reuniões bilaterais habituais;


Após a "primeira" ronda,

com todos os parceiros sindicais (à excepção de um),

 

 

haveria uma "segunda" ronda,

apenas com os parceiros sindicais ditos mais representativos,

 

 

e, por fim, uma "terceira" ronda

com "apenas" com o parceiro sindical "habitual" na estratégia da empresa.

 


- Reunião Plenária "interrompida" para almoço, com recomeço marcado para as 14:30.

 

- São 15:15 e a Reunião Plenária ainda não recomeçou.


- Reunião Plenária recomeçaria às 15:35.


- A empresa propôs para fecho:

- 1,3% de aumento, com o arredondamento ao euro superior, e

- um premio pago de uma só vez de 200,00 euros, nos moldes dos anos anteriores.


- À excepção do Sinovae, todos os parceiros sociais sindicais "deram" o seu Acordo à proposta final da EDP.


- Face ao facto de os processamentos de salários do mês de Abril "fecharem" amanhã,

os efeitos do presente acordo, somente poder ao ser processados no mês de Maio.

 

- No Acordo Final da empresa, não foi feita qualquer referencia de aumento salarial, à Retribuição por Antiguidade (anuidade), ao Subsídio de Almoço e ao Subsidio de Turnos, como habitualmente.

 

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Informação da Comissão Negociadora EDP

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EDP.TabelaSalarial.png

 

Tabela2017.1 - Cópia.png

Tabela2017.1 - Cópia (2).png

Tabela2017.2 - Cópia (2).png

Tabela2017.2 - Cópia.png

 

Tabela2017.3 - Cópia.png

Tabela2017.3 - Cópia (2).png

 

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Comunicados dos parceiros sociais sindicais

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sinovae.assembleia - Cópia - Cópia.png

sinovae.assembleia - Cópia - Cópia (2).png

Sindel.19042017 - Cópia.png

Sindel.19042017 - Cópia (2).png

Sindel.19042017a - Cópia.png

Sindel.19042017a - Cópia (2).png

Fiequimetal.19042017 - Cópia.png

Fiequimetal.19042017 - Cópia (2).png

Fiequimetal.19042017a - Cópia.png

Fiequimetal.19042017a - Cópia (2).png

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Em resposta ao Sinovae

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António Mexia, rejeita as críticas dos sindicatos de que a administração beneficia

a remuneração dos accionistas face à dos trabalhadores,

AntonioMexia.png

 

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Copiado da Renascença

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Mexia.png

 

O presidente executivo da EDP, António Mexia, rejeita as críticas dos sindicatos de que a administração beneficia a remuneração dos accionistas face à dos trabalhadores, destacando a importância de ter sido alcançado um acordo sobre o aumento salarial.

 

"É sintomático chegarmos mais uma vez a acordo. Não se pode comparar aumentos salariais com dividendos. Aliás, nos últimos quatro anos o dividendo distribuído manteve-se inalterado e os salários subiram sempre", afirmou aos jornalistas António Mexia após a reunião magna anual da EDP, em Lisboa.

 

Isto, no dia em que a EDP e a Fiequimetal chegaram a acordo para uma actualização salarial de 1,3% para este ano, conforme avançou à Lusa Joaquim Gervásio, porta-voz da federação intersindical, que criticou um acordo "arrancado a ferros", uma vez que a EDP oferecia um aumento de 0,7% e os sindicatos apontavam para os 4%.

 

Joaquim Gervásio vincou que a EDP vai aumentar em 3% os dividendos a distribuir aos accionistas e em apenas 1,3% os salários dos trabalhadores, considerando que a empresa, que lucrou 961 milhões de euros em 2016, podia dar "maior qualidade de vida" aos seis mil trabalhadores com que conta em Portugal.

 

"Se se comparar os aumentos salariais com a inflação, vê-se que as pessoas estão a ganhar mais. Também há programas de incentivos para as pessoas, pelo que há aumentos reais para os colaboradores da EDP", salientou António Mexia.

 

Já Eduardo Catroga, 'chairman' (presidente não executivo) da EDP, destacou que o objectivo da empresa é "reter e atrair talento" através da sua política salarial, e "reter e atrair os melhores accionistas" através da sua política de dividendos.

 

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Copiado do Jornal Economico

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JornalEconomico.png

 

A EDP e a Fiequimetal chegaram a acordo “‘arrancado a ferros’, porque a empresa não queria dar um aumento significativo aos trabalhadores” para uma atualização salarial de 1,3% para este ano, segundo Joaquim Gervásio, porta-voz da federação intersindical.

 

“Num ano em que a empresa [EDP] subiu os seus lucros em 5,0% [para 961 milhões de euros] e vai aumentar em 3,0% os dividendos distribuídos aos acionistas, andou três meses a oferecer aos trabalhadores um aumento de apenas 0,7%”, disse o responsável da Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas (Fiequimetal), Joaquim Gervásio à Lusa.

 

Joaquim Gervásio classificou como “o acordo possível”, acrescentando que “é um aumento na mesma linha do ano anterior e só foi possível com muito esforço”.

 

Anteriormente, os sindicatos pediam uma atualização salarial de 4%, sendo que a EDP ofereceu os já mencionados 0,7%. A Fiequimetal baixou a exigência para os 3,1% e as posições mantiveram-se inalteradas até à reunião de hoje.

 

A atualização salarial é extensível à totalidade dos cerca de seis mil trabalhadores do grupo em Portugal.

 

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Copiado da RTP

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rtp.lusa.png

"É sintomático chegarmos mais uma vez a acordo. Não se pode comparar aumentos salariais com dividendos. Aliás, nos últimos quatro anos o dividendo distribuído manteve-se inalterado e os salários subiram sempre", afirmou aos jornalistas António Mexia após a reunião magna anual da EDP, em Lisboa.

 

Isto, no dia em que a EDP e a Fiequimetal chegaram a acordo para uma atualização salarial de 1,3% para este ano, conforme avançou à Lusa Joaquim Gervásio, porta-voz da federação intersindical, que criticou um acordo "arrancado a ferros", uma vez que a EDP oferecia um aumento de 0,7% e os sindicatos apontavam para os 4%.

 

Joaquim Gervásio vincou que a EDP vai aumentar em 3% os dividendos a distribuir aos acionistas e em apenas 1,3% os salários dos trabalhadores, considerando que a empresa, que lucrou 961 milhões de euros em 2016, podia dar "maior qualidade de vida" aos seis mil trabalhadores com que conta em Portugal.

 

"Se se comparar os aumentos salariais com a inflação, vê-se que as pessoas estão a ganhar mais. Também há programas de incentivos para as pessoas, pelo que há aumentos reais para os colaboradores da EDP", salientou António Mexia.

 

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REACÇÕES NAS REDES SOCIAIS

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 (copiado da pagina do facebook de Mirandite Aguda)

Tabela Salarial1.png

Deveria seguir o "alerta" do seu antecessor ...

Sindel.Angelo Pereira.png

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