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Hoje fui "surpreendido" com o conhecimento, de que o Grupo EDP está a TERMINAR "UNILATERALMENTE" com a "Regalia Social" do Subsidio Mensal Vitalício para DESCENDENTES DEFICIENTES.

 

Senão vejamos, um caso concreto:

Deficiencia.png

 Este é um bom (mau) exemplo, de como o Grupo EDP se tornou "altamente" INSENSÍVEL (socialmente falando) para com os seus colaboradores, reformados e pensionistas, e nomeadamente para os DESCENDENTES DEFICIENTES (neste caso concreto),

 

quando para o exterior da empresa, o Grupo EDP vem se "vangloriando" nos meios de comunicação social, de ser uma EMPRESA "ALTAMENTE SENSÍVEL" (outra vez, socialmente falando) para com determinadas populações da geografia de Portugal.

 

Em suma, nem a 

"DEFICIÊNCIA"

 

faz parar o Grupo EDP, na sua irredutível vontade de MALTRATAR TODOS AQUELES que contribuiram para a construção da EDP MULTINACIONAL que é hoje.

 

 

Portaria160.png

Portaria160a.png

 

 

 

Reacçoes.png

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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(Fernando Pêgas - 08-10-2018 13:49)

 

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Boa tarde, trata-se de mais um Complemento definido no ex-EUP e que tem transitado para os ACT.

Como referido, todos os Complementos atribuidos pela Empresa, estão dependentes dos valores atribuídos pela Segurança Social, para depois ser calculado o valor a pagar ao colaborador, pré reformado, reformado ou pensionista.

Desta forma, questiono porque razão os sindicatos nunca quiseram mexer na fórmula de cálculo deste e doutros complementos em que mantém o valor da BR 06 para apuramento dos mesmos?

Mais uma prova que não é a empresa que "corta" regalias, mas sim a falta de visão e interesse dos Sindicatos....

Cumprimentos

(Antonio Carlos Dias . 08-10-2018 18:17)

 

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Verdade Antonio Carlos Dias.

A falta de visão da Comissão de Trabalhadores da EDP (até 2014) e dos Sindicatos (a partir de 2014), designadamente para as matérias de natureza social, que estavam reguladas no Estatuto Unificado de Pessoal (antes de 2014) e que por efeito da "revogação" daquele EUP/EDP seriam "integradas" no ACT/EDP 2014,

AO "NÃO REVEREM" OS VALORES DO SUBSÍDIO EM QUESTÃO, permitiram que os aumentos da Segurança Social "ABSORVESSEM" o Complemento atribuído pela empresa, ANULANDO-SE ESTE ANO o referido Subsidio Mensal Vitalicio para os Descendentes Deficientes.

Simplesmente, LAMENTÁVEL. Mas, também MUITO "REVOLTANTE" tratando-se de quem se trata (ou seja, de Descendentes Deficientes).

(Fernando Pêgas - 08-10-2018 18:32)

 

Inadmissível.

(Graça Freitas - 09-10-2018 20:54)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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Mas, ainda não há uma "comunicação oficial" sobre a matéria.

(Fernando Pêgas - 09-10-2018 13:42)

 

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Pois, era algo esperado, que tal sucede-se.

Porque?

Esse complemento do Subsidio de Descendentes, era algo que já vinha da extinta CRGE e que alguém, aquando da integração de todos os ex-CRGE's, na Segurança Social, garantiram que esse e outros direitos se manteriam, não só por parte da Empresa, como dos Sindicatos.

Eis o resultado.

Faz lembrar um tal de um Hospital da Cruz Vermelha, algures ali para Alcântara, Um Hospital que era da CRGE e que foi por inerência anexado a Empresa e depois, sim e depois é o que se tem visto e o que se vai ver ainda mais, lamentavelmente.

 (PC Azevedo - 09-10-2018 15:39)

 

 

Assim falo, por também sou pai de uma criança com TRI XXI, para quem não sabe e em gíria antiga, mongoloide.

 (PC Azevedo - 09-10-2018 15:40)

 

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Quem leva o assunto lá?

(Cristina Afonso - 09-10-2018 16:12)

 

Eu sei, que a Comissão Negociadora do Grupo EDP e as Comissões Negociadoras Sindicais, já têem conhecimento da situação.

(Fernando Pêgas - 09-10-2018 17:47)

 

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Ninguém leva nada lá, e tal é visível pelos resultados.

Basta verificar os emails dos sindicatos com as suas missivas, pouco esclarecedoras das posições que os seus negociadores tiveram. Negociam vantagens próprias e não comuns a todos os trabalhadores. Como remate aludem a um " Sindicaliza-te"

 (PC Azevedo - 09-10-2018 16:54)

 

Verdade PC Azevedo. Subscrevo por baixo.

(Fernando Pêgas - 09-10-2018 17:56)

 

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E achas que isso é de agora???

(Fernando Castro - 09-10-2018 17:40)

 

Nunca foi de agora, mas sim de a muito tempo, desde o inicio da privatização

(PC Azevedo - 09-10-2018 17:49)

 

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Cada vez percebo menos!

Fazia parte do ACT/EDP, certo?!

E é assim que se retiram direitos consagrados?!

Onde vamos parar?!?!

(Graça Freitas - 09-10-2018 20:41)

 

Graca Freitas, será importante saber o que está estipulado no Act sobre esta matéria.

Culpar a empresa é fácil, mas é importante que venha ao conhecimento de todos a inércia dos sindicatos e das comissões de trabalhadores ao longo dos anos sobre esta matéria e outras que abordam o pagamento de complementos.

Não sou defensor da empresa, mas alguém que viveu e sentiu estes temas por dentro.

(Antonio Carlos Dias - 09-10-2018 23:31)

 

 

O bom senso a imperar como sempre Antonio Carlos Dias

(Fernando Pegas - 10-10-2018 00:48)

 

 

E coloco em relevo a referência que fazes à INERCIA de quem nos devia representar e defender, e que não nos defende, nem representa.

Razão pela qual, e cada vez mais me convenço da importancia deste espaço, e outros similares, onde a informação pelo menos vai circulando.

(Fernando Pegas - 10-10-2018 00:54)

 

 

António Carlos Dias O acto é da Empresa e a inércia é dos Sindicatos e Comissão de Trabalhadores. Pergunto de novo, onde vamos parar?!

(Graça Freitas - 10-10-2018 21:02)

 

 

Graca Freitas, neste momento só os Sindicatos que representam os trabalhadores podem responder. Mas, pelo andar da carruagem, vejo um presente e futuro muito nublado....

(Antonio Carlos Dias - 10-10-2018 21:08)

 

 

António Carlos Dias , na verdade é preocupante. Acredito na plataforma criada pelo colega Fernando Pegas.

(Graça Freitas - 10-10-2018 21:10)

 

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A E. D.P já bem a muito tempo a tentar retirar muitos direitos que tínhamos e nós trabalhadores fomos adormecendo até que eles bom vencendo para nosso espanto enfim e isto que eles querem.

(Ferraz Manuel - 09-10-2018 21:34)

 

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Mais uma que vai para a gaveta.

(Jose Pinheiro - 09-10-2018 22:54)

 

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Em 2020 veremos o que vai ficar de subsídios já aqui escrevi que algures ouvi dizer que pessoal do quadro acaba ver para crer e onde isto acontecerá por exemplo na SÃVIDA outros locais quais

(Emidio Fevereiro - 10-10-2018 01:06)

 

Meu caro Emídio Fevereiro, penso que não é preciso esperar pelo ano de 2020, para constatar que as relações humanas e solidárias nos Universos de Beneficiários do ACT/EDP, JÁ MUDARAM.

E tendem a "piorar" a cada dia que passa, porque os principios e/ou os valores que norteiam a SOLIDARIEDADE, e que deveriam fazer parte integrante do "perfil" dos nossos Representantes de Trabalhadores, já vão permitindo o "branqueamento" de Direitos e Regalias.

(Fernando Pegas - 10-10-2018 01:27)

 

Tudo o que é ACT2000, é para colocar fora da empresa, claro estás, excepto Quadros.

Faça-se as contas da seguinte forma, com o vosso ordenado líquido ou ilíquido, quantos FLEX a empresa coloca?

Afinal, o objetivo claro, é o Valor para o Accionista, sendo que tudo vale para tal.

(PC Azevedo - 10-10-2018 09:07)

 

Caro PC Azevedo, tudo p que acabas de dizer é verdade. E essa tua "verdade" insere-se na estratégia empresarial do Grupo EDP.

Mas, quanto a Direitos e Regalias "compete" aos trabalhadores, reformados e pensionistas (de preferência "organizados") defende-los por todos os meios ao seu alcance, incluindo a resistência.

Porque as lutas entre o Capital e o Trabalho sempre existiram, existem e existirão.

(Fernando Pegas - 11-10-2018 01:19)

 

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Ai que coisa!

A malta não se mexe porquê? está tudo à espera que outros façam?

se cada um de nós não der um empurraozinho não aparecerá nenhum líder de jeito.

(Cristina Afonso - 10-10-2018 12:23)

 

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Os sindicatos há muito que perderam o valor que tinha, de ética, responsabilidade e de representatividade dos seus associados.

Cada vez mais se subdividem, mas mais, cada vez mais para interesse próprio de quem vai as negociações, sem argumentos, sem ideias claras e sem qualquer sentido de responsabilidade.

Há uma comissão de trabalhadores que nem aí se verifica a união para representar ou invocar direitos e ou regalias outrora aceites pela Empresa.

Já fui sindicalizado, não sou, nem voltarei a ser, porque?

A experiência familiar ensinou-me e explicou-me que na verdade os sindicatos atuais, só servem para ir ao nosso rendimento buscar x % de cotização, oferecendo uns calendários e umas canetas e pouco mais, sim pouco mais, porque de resto não servem para mais nada.

verifique-se os plenários que são promovidos, falam, falam, falam e nada e se alguém propõe uma negociação consertada, a resposta é não pode ser.

(PC Azevedo - 10-10-2018 13:29)

 

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Não posso estar de acordo consigo em tudo mas numa coisa posso concordar: se alguem propõe concertação de posições a resposta é não por uma razão. medo de perder influência.

Acho que os sindicatos continuarão a faze falta sempre mas como classe e não dominados por interesses pessoais.

Os direitos e mais valias só podem ser reforçados e/ou mantidos com sindicatos fortes.

não podemos é estar sempre a exigir o céu e a terra e depois não estarmos disponíveis para pagar uma quota, disse

(Cristina Afonso - 10-10-2018 14:04)

 

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Não Cristina Afonso,

o que as duas Frentes de Sindicatos filiados na CGTP e UGT fizeram em "concertação" CONTRA A PARTE MAIS FRAGIL E INDEFESA (ou seja o conjunto de trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP e seus agregados familiares), NÃO TEM PERDÃO.

Porque registou-se uma enorme Perda de Direitos e Regalias a TROCO DE NADA.

 

E, a "divisão profunda" gerada entre os Beneficiários do ex-Contrato Colectivo 2000 e os Beneficiários de ex-Contratos Individuais, é outro dos "pecados" (que só pode ser classificado como "mortal").

 

Tudo isto para dizer que, SÓ NOVOS "SINDICALISTAS" E NOVOS "SINDICATOS" poderão dar inicio a um "NOVO CICLO" no Movimento Sindical do Grupo EDP.

 

Em suma, quanto mais tempo durar o FIM DOS PROJECTOS SINDICAIS "CULPADOS" PELO DESASTRE NEGOCIAL, mais tempo demorará a "RETOMA" DO MOVIMENTO SINDICAL NO GRUPO EDP.

 

E, apenas os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP poderão resolver esta "questão".

(Fernando Pegas - 10-10-2018 23:18)

 

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Penso que compreendi o que a colega Cristina Afonso escreveu. A sua preocupação na existência de Estruturas Sindicais que defendam os trabalhadores e não os seus interesses particulares. Por mim, venha já o "NOVO CICLO".

(Graça Freitas - 10-10-2018 23:36)

 

 

Sim Graca Freitas, a FRUTA PÔDRE tem de cair de "madura". Se não cair por ela, tem de levar um "empurrãozito".

(Fernando Pegas - 10-10-2018 23:43)

 

Por mim, "empurro".

(Graça Freitas - 10-10-2018 23:45)

 

Ora aí está. comecemos de novo, porque não?

Há gente de espírito novo mesmo com muita experiência, mesmo negativa, que está disposta a avançar com firmeza. falta saber se o pessoal quer acreditar.

(Cristina Afonso - 11-10-2018 11:51)

 

Ó Cristina Afonso, a questão está mesmo no ACREDITAR.

Porque ninguém mais consegue acreditar nos "sindicatos mais representativos" (consubstanciados na Frente Energia da CGTP liderada pela Fiequimetal e na Frente Sindical UGT liderada pelo Sindel) que NOS ATIRARAM A TODOS para um "buraco sem fundo".

Daí eu dizer, que são necessários "NOVOS SINDICATOS" e "NOVOS SINDICALISTAS" com estratégias que "unam" o Universo de Beneficiários do ex-Contrato Colectivo 2000 e o Universo dos Beneficiários de ex-Contratos Individuais.

Reconheço que a tarefa é "hérculea", mas é o caminho que tem de ser seguido, custe o que custar.

(Fernando Pegas - 11-10-2018 13:11)

 

Se há novos representantes, então estamos à espera de quê? vamos em frente.

Se o pessoal se começar a mudar, os tais "grandes" também mudarão as suas atitudes.

(Cristina Afonso - 11-10-2018 14:29)

 

Calma Cristina Afonso. A UTREPE já existe, mas está a legalizar-se.

(Fernando Pegas - 11-10-2018 15:52)

 

 e é preciso criar algo de novo? o que existe nada se aproveita?

nem tudo me parece mau, acho eu.

(Cristina Afonso - 12-10-2018 10:37)

 

 

Sim, o que existe no ambito do Grupo EDP, nem tudo é mau, genericamente falando.

Mas, o enorme "pecado" é não haver uma estrutura forte e reinvidicativa, genericamente, dos trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP "apenas preocupada" com o seu sector de energia, de modo a ser uma voz de todos os anseios, interesses e/ou necessidades nos locais próprios. Que actualmente são: à Mesa das Negociações no ambito do ACT/EDP 2014, na Comissão de Acompanhamento do Fundo de Pensões, na Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde, e outras comissões (como as de Segurança, por exemplo).

 

Mas, a maior necessidade da criação de uma estrutura nova, prende-se de DAR VOZ, a quem não tem voz (neste momento) naqueles locais proprios referidos anteriormente. Que são os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP.

 

Se é certo, que até 2014, os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP não tinham a necessidade de estarem sindicalizados, porque eram representados pela Comissão de Trabalhadores do Grupo EDP, na defesa dos seus interesses, nos locais proprios,

mas com a "integração" do Estatuto Unificado do Pessoal EDP

no Contrato Colectivo de Trabalho do Grupo EDP, no ano de 2014,

os Reformados e Pensionistas passaram a ter a necessidade de se associarem numa estrutura que possa SER A SUA VOZ COLECTIVA, nos locais proprios atrás referidos.

E é face a esta "lacuna" que surge a criação da UTREPE - União dos Trabalhadores, Reformados e Pensionistas do Sector de Energia.

 (Fernando Pegas - 12-10-2018 11:53)

 

 

Mas, não são apenas os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP QUE NÃO TÊEM VOZ à Mesa das Negociações no àmbito do ACT/EDP 2014.

Porque o Universo dos ex-Contratos Individuais também estão muito MAL REPRESENTADOS à Mesa das Negociações, a partir do momento que o Sindicato-Líder de umas das Frentes com assento à Mesa das Negociações, DEFENDE EM COMUNICADO que as matérias de caracter social específicas daquele Universo de Trabalhadores, devem continuar a serem tratadas através de Acto de Gestão (e no ambito individual), e não através da contratação colectiva (e no ambito colectivo).

Em suma, continua a haver trabalhadores "abandonados" e "sem voz" no Grupo EDP.

Surpreenda-se mais uma vez, Cristina Afonso.

 (Fernando Pegas - 12-10-2018 21:45)

 

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Há "perda" de complementos e ... de complementos.

Quero com isto dizer que, em minha opinião, o "complemento" dos Descendentes Deficientes, NÃO É UM "COMPLEMENTO" QUALQUER.

Caso a "inacção" sindical se mantenha sobre esta matéria, uma das alternativas, poderá passar por "Abaixos Assinados" da iniciativa de trabalhadores, reformados e Pensionistas do Grupo EDP.

Concluindo, este assunto dos Descendentes Deficientes TEM DE TER "PERNAS" PARA ANDAR.

(Fernando Pegas - 10-10-2018 23:41)

 

Acho muito bem. Colaboro.

(Graça Freitas - 10-10-2018 23:43)

 

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Só não passa em claro e ao lado, se algum dos intervenientes nas negociações tiver alguma situação própria, caso contrário passa ao lado.

 

Como já disse anteriormente, sou pai de uma menina com TRI XXI (Sindrome de Down(Mongoloide)) e a cerca de dois anos, questionem o RH sobre o facto do complemento a descendentes com deficiência, a resposta foi, "isso é com a Segurança Social", por aqui ficou tudo dito, nem os serviços sociais servem para nada a não ser para flores e campos de férias, e mesmo este ultimo é uma farsa.

 

 

Teria muito a dizer e a escrever.

Não é queixas mas sim factos, o que dizem os representantes dos sindicatos, "é pá, sabes, é uma matéria muito difícil de discutir, pois não temos dados", a um deles respondi-lhe, que apesar da area de negócio da EDP ainda não envolver casinos, em qualquer loja de chineses, conseguem comprar os dados, para poderem jogar as representações fractarias que fazem, no meio laboral dentro da empresa.

 

Sindicatos, Greves, representação de trabalhadores, sim antes de 2000, porque já no ACT2000, aí também se perderam direitos e regalias, tudo o que foi conseguido até ai, até esse ACT, se vem esfumando.

 

Coloco a questão, da seguinte forma, conhecem alguém dos representantes sindicais com nível 5?

e a meio da evolução de carreira?

Não conheço nenhum, sorry

(PC Azevedo - 11-10-2018 13:38)

 

Meu caro PC Azevedo, permita-me a mesma "recomendação" que se está a passar a todos os Beneficiários com Dependentes Deficientes, FAÇAM A VOSSA "PARTE".

 

E a "vossa parte" é exporem o vosso "desconforto" com a situação, directamente ao Doutor Antonio Mexia.

(Fernando Pêgas - 11-10-2018 17:13)

 

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A tematica do Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes foi dada conhecimento a todos os parceiros patronais e sindicais, na passada segunda feira.

Hoje, realiza-se uma reunião bilateral entre a CN da EDP e uma das CN Sinidcais, aonde vai ser abordada esta temática.

(Fernando Pêgas - 12-10-2018 10:43)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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O QUE DIZ O ACT/EDP 2014 ...

 

Entre os Beneficios Complementados está o

SUBSÍDIO PARA DESCENDENTES DEFICIENTES

(cfr. nº 2, do Artigo 2º - Beneficios complementados,

do Capitulo I - Disposições Gerais,

do Anexo VII - Complementos dos Beneficios da Segurança Social)

 

AnexoVII.png

(Fernando Pêgas - 11-10-2018 16:26)

 

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Meu caro, acho que seria importante agora adicionar as fórmulas que dão origem ao valores do complementos a pagar pela Empresa.

Todos ficamos a saber e exercitamos os neurónios 😇😇😇😇😇

(Antonio Carlos Dias - 11-10-2018 16:31)

 

Embora estas temas devam ser de âmbito restrito a este grupo e não externos...

(Antonio Carlos Dias - 11-10-2018 16:32)

 

Obviamente.

Razão pela qual aqui neste grupo, somente são admitidos trabalhadores, reformados e pensionistas EDP. E noutra perspectiva, este grupo é um GRUPO FECHADO.

(Fernando Pêgas - 11-10-2018 16:38)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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E, O QUE DIZ O ACT/EDP 2014 ...

NA SECÇÃO III - COMPLEMENTO DO SUBSIDIO

POR DESCENDENTES DEFICIENTES

AnexoVII.1.png

 (Fernando Pêgas - 11-10-2018 16:33)

 

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Ora, se não se registar qualquer iniciativa de nenhum dos parceiros, quer seja patronal, quer seja sindical, a "chave" do provável FIM DO COMPLEMENTO ao Subsidio para Descendentes Deficientes, está no valor de Rm (cujo valor em 2014 era de 504,00 e actualmente, em 2018 é de 625,00).

 

Historiando um pouco a evolução deste Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes, em que a Remuneração de Referência foi estabelecida no ano de 1980 (ou seja, o ano do inicio da vigência do Estatuto Unificado de Pessoal EDP) tendo a mesma Remuneração de Referência sido INDEXADA à Base de Remuneração 6 (BR 6).

 

Mais tarde, ou seja no ano de 2014, e decorrente da REVOGAÇÃO do Estatuto Unificado de Pessoal EDP (EUP/EDP),  o Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes foi INTEGRADO NO ACT/EDP 2014, através do Anexo VII – Complementos dos Beneficios da Segurança Social.

 

Nesta integração, quer os parceiros patronais, quer os parceiros sindicais "outorgantes" do novo Instrumento de Regulamentação de Trabalho, LIMITARAM-SE a transpor  - não a Indexação à Base de Remuneração 6 -  mas sim o VALOR CORRESPONDENTE À BASE DE REMUNERAÇÃO SEIS verificado no ano de 2014.

 

Simplesmente LAMENTÁVEL, em minha opinião. Pela simples razão de nenhum dos parceiros ter o cuidado, de tratar esta matéria do Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes, com a dignidade e o devido respeito que o Descendente Deficiente merece.

 

E agora, o que há a fazer, para “resgatar” o Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes ?

Se houver vontade das partes, e essencialmente boa fé, o DIÁLOGO SOCIAL poderá eventualmente resolver a questão.

 (Fernando Pêgas - 12-10-2018 18:03)

 

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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PrestaçaoSocial.png

E o que dizem as "Actualizações" da Segurança Social

(clickar em cima do link seguinte)

http://www.seg-social.pt/prestacao-social-para-a-inclusao

(Fernando Pêgas - 11-10-2018 17:38)

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:18

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No âmbito do ACT/EDP 2014, e na Reunião Plenária realizada no dia 03 de Outubro de 2018, em Lisboa, a Comissão Negociadora do Grupo EDP entregou às várias Comissões Ngociadoras Sindicais, a seguinte proposta:

 

 Guia do Utente do Plano de Saúde ACT/EDP

 

Índice


I – Objetivos do Plano

II – Introdução

III – Identificação do Prestador

IV – Caracterização dos Utentes

        a) Utentes tipo T (uso total)
        b) Utentes tipo C (abrangidos por Subsistema de Saúde)
        c) Utentes tipo D (assistência exclusivamente médica)

V – Características do Plano

VI – Procedimentos e Acessibilidades


1. Inscrição do utente nos Postos Médicos

2. Marcação de consultas de Clínica Geral
3. Consulta de Clínica Geral por Médico privado
4. Consultas de Especialidade (exceto Estomatologia - ver título próprio)
    a) Consultas de Especialidade prescritas pelo Médico Assistente da SÃVIDA
    b) Consulta de Especialidade prescrita por Médico do SNS ou privado
    c) Recurso a Médico Especialista privado fora da rede própria
5. Urgências de Clínica Geral
6. Estomatologia
    a) Consulta de Estomatologia na rede própria
    b) Consulta de Estomatologia fora da rede
    c) Ortodontia (aparelhos de correção removíveis ou fixos)
    d) Próteses estomatológicas
7. Meios Auxiliares de Diagnóstico
8. Enfermagem
9. Internamentos e intervenções cirúrgicas
      a) Na rede própria ou via SNS
      b) Fora da rede própria ou do SNS
10. Reembolso de despesas com a saúde
11. Constituição do Processo de Pedido de Reembolso Médico
12. Exclusões e limites de comparticipação – Principio Geral (artigo 18º, do Anexo VIII do ACT/EDP)
13. Deveres dos Beneficiários (artigo 25º, do Anexo VIII do ACT/EDP)
14. Violação dos princípios ou disposições do Plano de Saúde (artigo 27º do Anexo VIII do ACT/EDP)

 

 

I – Objetivos do Plano


O objetivo do Plano de Saúde estabelecido no Acordo Coletivo de Trabalho do Grupo EDP (ACT/EDP) inserese no âmbito da responsabilidade social da empresa, visando a “promoção da saúde e proteção na doença, através do recurso à prestação de cuidados preventivos, curativos e de reabilitação” em complementaridade ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).

 

II – Introdução


O presente Guia pretende proporcionar as informações necessárias aos beneficiários do Plano de Saúde ACT/EDP.


A sua dinâmica relaciona-se com a evolução da Ciência Médica e é decorrente das alterações inerentes à prestação dos cuidados de saúde do SNS.


O Esquema de Saúde ACT/EDP, a seguir apenas designado por Plano de Saúde, corresponde ao estabelecido pela cláusula 103ª/106ª e respetivo Anexo VIII do ACT.


A complementaridade do Plano de Saúde, relativamente ao SNS, corresponde a:


- Benefício de comparticipação até ao valor das tabelas em vigor, para além do atribuído pelo SNS (por exemplo: medicamentos, próteses e ortóteses, etc.)


- Benefício de comparticipação diferencial, caso exista, relativo a utentes abrangidos por outros Subsistemas;

 

- Substituição parcial do SNS em determinadas situações definidas pelo Plano, nos termos definidos no Anexo VIII do ACT e particularizados neste guia.

 

III – Identificação do Prestador

 

SÃVIDA- Medicina Apoiada, S.A. Empresa criada no âmbito do Grupo EDP para a prestação dos cuidados de saúde definidos no Anexo VIII do ACT/EDP.


Os serviços de saúde prestados gozam de todas as prerrogativas definidas na Lei de Bases da Saúde (Lei 48/90, de 24 de Agosto). Para o efeito a SÃVIDA dispõe de uma rede própria, constituída por:
     a) Postos Médicos Privativos;
     b) Médicos especialistas, avençados ou convencionados, em vários pontos do País e convenções com Clínicas.

 

IV – Caracterização dos Utentes

Podem identificar-se no âmbito do Plano três tipos de utentes:


a) Utentes tipo T (uso total)


Beneficiam, de forma direta, de acesso total ao Plano de Saúde, de acordo com as normas em vigor.

Os Utentes que optarem por Médico de Família em Posto do SNS ou do seu Subsistema serão considerados Utentes Administrativos. Não dispõem de Médico Assistente na SÃVIDA, mas beneficiam, de forma direta, de acesso total às restantes condições do Plano de Saúde, de acordo com as normas em vigor.

 

 b) Utentes tipo C (abrangidos por Subsistema de Saúde)


Apesar do Subsistema de Saúde a que pertencem dever ser o sistema de base destes Utentes, podem utilizar a rede própria da SÃVIDA, contudo, sujeita aos pagamentos respetivos.


Compete-lhes, nestes casos, apresentar o pedido de reembolso ao Subsistema correspondente, podendo  seguidamente beneficiar de comparticipação diferencial pela SÃVIDA, caso exista (ver título Reembolso de despesas com a saúde).


c) Utentes tipo D (assistência exclusivamente médica)


Beneficiam de assistência médica prestada nos consultórios dos Postos Médicos da SÃVIDA, sem qualquer comparticipação da empresa, aplicando-se estritamente os procedimentos equivalentes aos dos Centros
de Saúde do SNS (receituário, requisição de meios auxiliares de diagnóstico, internamentos, etc.).


Podem recorrer à SÃVIDA para consultas de especialidade, pagando os custos respetivos.

 

V – Características do Plano


Esquema de assistência médica e medicamentosa complementar aos cuidados prestados ou assegurados pelo SNS ou subsistemas de saúde.

 

VI – Procedimentos e Acessibilidades


As Empresas signatárias do Plano de Saúde efetuam a inscrição dos Utentes, quer do utente titular, quer dos elementos do seu agregado familiar, com esse direito, a pedido do utente titular, como ainda procedem à sua revalidação periódica, com indicação comprovada da situação respetiva.


Na inscrição ou revalidação como Utente do Plano de Saúde, a SÃVIDA emite periodicamente o respetivo Cartão de Utente, em conformidade com o tipo de Assistência Médica atribuível.


15. Inscrição do utente nos Postos Médicos


Todos os Utentes têm que estar inscritos num Médico Assistente na SÃVIDA, podendo optar pela manutenção do Médico de Família em Posto do SNS ou no seu Subsistema (Utentes Administrativos).


Os Utentes tipo C, cobertos por Subsistemas de Saúde, deverão dispor de Médico Assistente no seu sistema de base, admitindo-se a atribuição de Médico Assistente na SÃVIDA, sendo que as consultas ficam sujeitas à Tabela de pagamentos aplicáveis.


Os Utentes que optem ou sejam autorizados a utilizar Médico Assistente da SÃVIDA, devem inscrever-se no Posto Médico da SÃVIDA mais próximo da área da sua residência ou do local de trabalho e aí escolherem o Médico Assistente, abrindo a respetiva ficha clínica.


Nos casos em que não for possível dar satisfação à escolha, será o Utente informado desse facto e das eventuais alternativas.


A identificação do Utente é feita por meio de:


-  Cartão de Utente da SÃVIDA ou Credencial emitida pelos serviços da SÃVIDA; 

-  Cartão de Utente do SNS;

-  Bilhete de identidade, Cartão de Cidadão ou documento equivalente;

 

16. Marcação de consultas de Clínica Geral


A assistência médica inicia-se em regra com a consulta ao Médico Assistente atribuído.

A marcação da consulta deve ser feita através do Contact Centre, podendo, com carácter excecional ser feita presencialmente pelo utente e sujeita à triagem da Enfermagem. Caso não esteja o médico assistente e a situação o justifique, poderá ser consultado pelo médico que estiver presente.

 

Para a realização da consulta é necessário a apresentação de identificação, nomeadamente o Cartão de Utente da SÃVIDA ou documento que o substitua.

 

17. Consulta de Clínica Geral por Médico privado


Em casos de exceção, é admitido o recurso a consulta de Clínica Geral domiciliária, ficando, contudo, sujeito às condições, limites e comparticipação definida na Tabela de Atos Médicos.

Nos locais em que haja convenção de Clínica Geral em consultório privado, é permitido o recurso a essa consulta de Clínica Geral, mediante o cumprimento das regras estabelecidas nesse protocolo de trabalho e o pagamento dos valores acordados, sujeito a pedido de reembolso.

 

18. Consultas de Especialidade (exceto Estomatologia - ver título próprio)


Ao Médico Assistente compete referenciar quais as especialidades e os especialistas mais adequados à resolução do problema de saúde do Utente, bem como a metodologia a seguir no acompanhamento dos tratamentos que venham a ser prescritos. Assim, as consultas a Médicos Especialistas só podem ser efetuadas por sua indicação, sendo  igualmente da sua competência a emissão da respetiva Guia de Consulta.


Contudo, o Utente é livre de escolher outro Médico Especialista dentro da lista da rede própria, ao dispor no atendimento do Posto Médico ou na Intranet. Com a anuência do Médico Assistente poderá, excecionalmente, optar por recorrer a Médico não convencionado, suportando o diferencial de custos.

 

a) Consultas de Especialidade prescritas pelo Médico Assistente da SÃVIDA


A marcação da consulta na rede própria é feita:


          - Diretamente pelo Utente, tratando-se de Médico convencionado (em que o serviço

            de atendimento prestará a informação necessária);


          - Através do Contact Centre no caso de se tratar de Médico avençado,

            após a obtenção da guia emitida pelo médico assistente;


O serviço de atendimento procederá, então, à conclusão do preenchimento da Guia de Consulta.

 

Aquando da consulta, o Utente deve identificar-se perante o serviço de atendimento do Médico Especialista  convencionado, por exibição da Guia de Consulta e do Cartão de Utente da SÃVIDA e pagar, contra recibo, o valor convencionado expresso na Guia de Consulta.

 

b) Consulta de Especialidade prescrita por Médico do SNS ou privado


No caso de a consulta ter sido indicada por Médico do Centro de Saúde do SNS ou por Médico privado, o Utente pode optar por consultar um Médico Especialista da rede própria, seguindo as regras indicadas anteriormente.


Nesta situação, o Utente terá de exibir o pedido de consulta de especialista com a informação clínica justificativa e solicitar a sua transcrição para a Guia de Consulta da SÃVIDA.

 

c) Recurso a Médico Especialista privado fora da rede própria


O Utente poderá consultar um Médico Especialista fora da rede própria da SÃVIDA, com a anuência prévia do seu Médico Assistente, ficando, contudo, sujeito às condições, limites e comparticipações definidas na Tabela de Atos Médicos.

 

19. Urgências de Clínica Geral


A SÃVIDA funciona em horário normal de trabalho e não dispõe de serviços de urgência imediata, pelo que estas situações têm que ser encaminhadas para o Serviço de Atendimento Permanente da área onde a situação ocorrer ou para os serviços de urgência hospitalar do SNS.


O acesso a consultas não programadas de Clínica Geral, desde que clinicamente justificado, após avaliação prévia, poderá ser realizado, dentro da rapidez possível, no horário normal de funcionamento do Posto Médico onde o Utente se encontra inscrito.

 

20. Estomatologia


Para as consultas da Estomatologia não é necessário consultar o Médico Assistente, podendo o Utente recorrer a esta especialidade diretamente.

 

Contudo, existem tratamentos que necessitam de autorização prévia da Direção Médica, conforme se exemplifica a seguir.

 

A mudança de estomatologista, ao ser autorizada, implica que o utente fica responsável pelo pagamento dos tratamentos e pela realização de novas ortopantomografias, eventualmente necessárias e efetuadas pelo novo especialista, fora dos prazos estabelecidos pela Convenção SÃVIDA de Estomatologia.

 

São da responsabilidade do utente os atos médicos praticados não previstos na Tabela de Atos Médicos ou não autorizados pela SÃVIDA, bem como os valores que excederem os constantes da Tabela de Atos Médicos.


a) Consulta de Estomatologia na rede própria


A marcação de Consulta de Estomatologia em Médico avençado é feita telefonicamente, via informática ou  presencialmente (em Lisboa e Porto); se ainda não tiver médico estomatologista, pode escolher e fazer a consulta no dia que lhe for marcado.

 

Para Médico convencionado, terá que obter credencial no Posto Médico da SÃVIDA onde se encontra inscrito (se ainda não tem médico ou clínica de estomatologia, consulte a lista dos que têm convenção com a SÃVIDA e opte por um deles) sendo da sua responsabilidade a marcação da consulta.

 

A credencial é acompanhada de uma Ficha de Tratamentos para registo pormenorizado de todos os atos médicos praticados e que o Estomatologista e o Utente devem assinar.

 

Existem tratamentos que carecem de autorização prévia da Direção Médica.

 

b) Consulta de Estomatologia fora da rede


Neste caso, o Utente paga direta e integralmente o serviço prestado, contra recibo onde constem todos os elementos de identificação, incluindo número de Beneficiário da Segurança Social ou do seu Subsistema de Saúde (ADSE, SAMS, etc.), acompanhado da informação detalhada dos atos médicos praticados e peças dentárias eventualmente envolvidas nesses tratamentos.

Existem tratamentos que carecem de autorização prévia da Direção Médica.

 

c) Ortodontia (aparelhos de correção removíveis ou fixos)


Os Utentes têm que:


- Submeter previamente à aprovação da SÃVIDA o orçamento respetivo, modelos de estudo, relatório prévio legível onde conste identificação completa do Utente, número, idade, diagnóstico, plano de tratamento, indicação das técnicas a utilizar com ou sem extração de peças dentárias.

Deve ainda constar o tempo previsto de tratamento, indicação da previsão (ou não) da resolução da totalidade do problema.

- Em caso de aprovação, total ou parcial, devem submeter declaração expressa do beneficiário do
seu acordo com o plano terapêutico e orçamento e responsabilização pelo seu uso.


Esta comparticipação não se aplica a correções de natureza estética, encontrando-se limitada à existência de um grau significativo de disfuncionalidade orgânica.

 

Contudo, e de acordo com o grau de alteração funcional versus alteração estética, este tipo de tratamentos poderá ser suportado em parte pelo Plano. Em regra, este critério de partilha não se aplica a Utentes com idade superior a 25 anos.

 

Sempre que estes tratamentos forem suportados, quer na totalidade, quer em parte, a SÃVIDA aceita, no máximo, que os mesmos constem da colocação de 1 a 2 arcos fixos, 24 consultas de controlo e 1 a 2 aparelhos de contenção, a serem comparticipados pelos valores da Tabela de Atos Médicos em vigor.

 

Os utentes tipo D não ficam sujeitos a este procedimento (pagamento integral) e os utentes C, apenas ficam sujeitos caso considerem haver um diferencial a seu favor relativamente à comparticipação a obter previamente no seu Subsistema.

 

A SÃVIDA apenas comparticipa um aparelho por Utente, ficando à responsabilidade do Utente a necessidade da sua substituição por perda, dano ou interrupção de tratamento por mudança de estomatologista.

 

d) Próteses estomatológicas


Às próteses estomatológicas é atribuída uma duração mínima não havendo lugar a nova comparticipação em prótese idêntica sem que tal prazo tenha expirado, ficando à responsabilidade do Utente qualquer necessidade da sua substituição, dentro do período, por perda, dano ou por uma nova com características técnico-funcionais diferentes da anterior. As durações definidas são:


- Prótese removível em acrílico: 3 anos

- Prótese removível em cromo-cobalto: 5 anos

- Próteses fixas (duração mínima - 5 anos):


        -   As próteses fixas só serão comparticipadas desde que não seja possível aplicação

            de prótese removível, o que terá de ser demonstrado em relatório médico inequívoco

            a submeter previamente à apreciação da Direção Médica da SÃVIDA, acompanhado

            de Orçamento e Modelos de Estudo;


        -  No valor orçamentado deve estar incluída a preparação de cada dente, a prova

            de inserção do mesmo, preparação de prótese provisória em resina, moldeiras,

            impressões, modelos e registos da relação intermaxilar; bem como os preços

            do laboratório.


O utente deve liquidar o valor das próteses estomatológicas e posteriormente solicitar o reembolso, de acordo com o valor da Tabela de Atos Médicos em vigor.

 

21. Meios Auxiliares de Diagnóstico

 

Os meios auxiliares de diagnóstico são requisitados pelo Médico Assistente, em impressos adequados do SNS.

 

Estes exames (análises, radiografias, ecografias endoscopias, TAC, etc.), são realizados por entidades  convencionadas pelo SNS, podendo o Utente escolher livremente, de entre as convencionadas com o SNS, a entidade onde pretende realizar os exames.

 

Em situações excecionais, nomeadamente no caso de ser necessário realizar meios auxiliares de Diagnóstico não comparticipados pelo SNS em regime ambulatório, a Direção Médica poderá autorizar o acesso a prestadores privados, ficando a comparticipação respetiva sujeita aos valores da Tabela de Atos Médicos.

 


22. Enfermagem


A SÃVIDA dispõe, em alguns Postos, de meios próprios de enfermagem, mas, nos casos em que não exista Posto Médico ou quando o Posto Médico da SÃVIDA não possuir serviços de enfermagem, este tipo de assistência deve ser obtida nos Centros de Saúde do SNS ou noutras entidades oficiais que prestem este serviço.

 

A enfermagem ao domicílio só poderá ser considerada para efeito de comparticipação se tiver sido prescrita pelo Médico Assistente. O reembolso dessas despesas fica sujeito às condições, limites e comparticipações definidas na Tabela de Atos Médicos.

 

Se, em caso de urgência, o Utente recorrer a serviços de enfermagem privados, o reembolso das respetivas despesas fica sujeito às condições, limites e comparticipações definidas na Tabela de Atos Médicos, dependendo da análise e autorização da Direção Médica.

 

23. Internamentos e intervenções cirúrgicas


      a) Na rede própria ou via SNS

Os processos de internamento, intervenções cirúrgicas e outras formas de assistência hospitalar, são desencadeados nos Postos Médicos da SÃVIDA ou nos Centros de Saúde do SNS, sendo efetuados via SNS ou seus convencionados.

 

O nível de meios técnicos e a qualidade da prestação do SNS, em situações graves e de tratamentos especiais e complexos, estabelece o critério de encaminhamento prioritário para esse Serviço das situações de doença ímpar e grave correspondentes, como ainda daquelas em que a sua resposta esteja dentro do considerado razoável.

 

Quando não seja possível o recurso ao SNS, em termos de intervenções cirúrgicas correntes, estas serão efetuadas via SÃVIDA, competindo ao Médico Assistente desencadear o processo, emitindo as Credenciais adequadas.

 

Os internamentos médicos só são permitidos em determinadas situações e caso não seja possível o recurso ao SNS, mediante a autorização prévia da Direção Médica e sujeitos a um limite máximo de comparticipação anual de trinta dias.

 

Cabe ao Utente na data de alta de instituição privada proceder à regularização de extras da sua responsabilidade (alimentos, bebidas, telecomunicações e outras não previstas no padrão normal de internamento), despesas de acompanhante e diferencial do valor da diária (excesso do valor da diária acima do valor previsto na Tabela de Atos Médicos).

 

A comparticipação nas despesas de acompanhante que, por razões de idade ou do estado clínico, justifiquem a necessidade de um acompanhante, ficam sujeitas a pedido de reembolso posterior.

 

A SÃVIDA não se responsabiliza pelos custos incorridos pelo Utente, nem pelo seu reembolso, em situações de utilização de meios de internamento, intervenções cirúrgicas e outras formas de assistência hospitalar, sem a sua autorização prévia.

 

      b) Fora da rede própria ou do SNS

Para que o Utente possa obter reembolso deverá, no recurso a entidades fora da rede própria ou do SNS, obter acordo prévio da SÃVIDA para o internamento, intervenções cirúrgicas e outras formas de assistência hospitalar pretendida.

 

Nesse caso, os custos serão integral e diretamente suportados pelo Utente, podendo posteriormente apresentar um pedido de reembolso cuja comparticipação terá por limite valores fixados na Tabela de Atos Médicos.

 

24. Reembolso de despesas com a saúde


Os pedidos de reembolso de despesas com saúde, genericamente caracterizadas nos capítulos anteriores, são efetuados em impresso próprio disponível nos Postos Médicos da SÃVIDA e na intranet (acessível às áreas de RH das Empresas signatárias do Plano de Saúde), devendo ser respeitada a constituição do processo como abaixo referido.

 

Alternativamente, o impresso poderá ser preenchido informaticamente, via intranet/internet, e enviado conforme indicado abaixo.

 

25. Constituição do Processo de Pedido de Reembolso Médico


Cada pedido de reembolso médico deve respeitar as seguintes indicações:


        1. Preenchimento de um impresso de “Pedido de Reembolso de Despesas Médicas”

            por cada Fatura/Recibo a reembolsar, indicando o nº do beneficiário, nome e o

            valor despendido com o Ato Médico.

 

        2. Caso tenha um subsistema de saúde (beneficiários do tipo “C”), deverá obter

            previamente a comparticipação do seu subsistema de saúde, inscrevendo o

            valor comparticipado no impresso e juntando o original que comprove

            discriminadamente o valor comparticipado.


        3. Quando se trate de uma consulta, deve juntar o Recibo do valor pago pela consulta,

            bem como a Guia de Consulta emitida pelo Médico Assistente da SÃVIDA, tendo

            em atenção que:

 

                  a. A realização da consulta tem de ocorrer no período de validade da guia

                      (até 90 dias após a sua emissão);

                  b. Pedidos de reembolso cuja guia tenha data posterior à data da consulta

                      não são aceites.

 

        4. Os dados do prestador do Ato Médico que emitiu o Recibo (ou Fatura/Recibo,

            consoante o emitente) terão de ser concordantes com os registados na Guia

            de Consulta (nome do prestador e morada), exceto se a Guia se destinar a

            médico não convencionado.


        5. Qualquer reembolso só é efetuado sobre documentos originais (Recibo

            ou Fatura/Recibo), exceto nos casos de beneficiários do tipo "C", dado

            que os originais terão de ser enviados ao subsistema de saúde

            (por exemplo, ADSE).


        6. O pedido de Reembolso Médico só é válido e aceite se efetuado até 180 dias

            a partir da data da realização do Ato Médico que lhe deu origem.


        7. Não há lugar a reembolso de despesas com os Atos Médicos efetuados através

            do SNS (ex: o pagamento de taxas moderadoras).


        8. O pedido de reembolso de Fraldas deve ser acompanhado de declaração ou receita

            médica válida.


            A validade da declaração ou receita médica será sempre igual ou inferior a um ano

            após a data de prescrição.


        9. O pedido de reembolso de Óculos e de Lentes deve ser acompanhado da receita

            emitida por médico oftalmologista. Não são aceites prescrições por optometrista.


      10. Qualquer pedido de Reembolso Médico deve ser acompanhado do respetivo

            Recibo de Atos Médicos (ou Fatura/Recibo), com o NIF do beneficiário.


      11. Qualquer pedido de Reembolso Médico deve ser acompanhado da prescrição

            com justificação médica, exceto quando se trate de reembolsos de Consultas

            de Especialidades.

            Na Especialidade de Estomatologia e para alguns procedimentos estomatológicos,

            o pedido de reembolso médico terá de ser acompanhado de informação clínica.

            Nos Atos de Enfermagem, terá de ser sempre acompanhado pela prescrição ou

            por relatório médico que suporte a necessidade de tratamentos de enfermagem.


      12. O pagamento das deslocações só é possível quando solicitado, em simultâneo,

            com a comparticipação do respetivo Ato Médico, não sendo reembolsáveis

            deslocações para Atos Médicos efetuados pelos serviços do SNS.

 

O pedido de reembolso médico, acompanhado dos respetivos documentos comprovativos deverá ser remetido para o seguinte endereço:
                               Apartado 012100
                               EC PICOAS – Lisboa
                               1061-001 Lisboa

 

Em alternativa, poderá entregar o pedido de reembolso médico nas Portarias, onde exista recolha de correio interno, ou num Posto Médico da SÃVIDA. Neste caso, todo o processo deve ser colocado num envelope (que pode conter mais do que um pedido de reembolso) com a documentação perfeitamente associada a cada um dos pedidos, sem agrafos, nem clips. O envelope deve ser fechado (por conter informação clínica e como tal, sigilosa) e identificar, de forma clara, o número e nome do utente que solicita o reembolso médico, colocando em destinatário “REEMBOLSOS MÉDICOS".

 

O processamento dos reembolsos médicos só será efetuado se tiver sido recebida toda a documentação de suporte necessária, nos termos acima indicados.

 

O respetivo pagamento será efetuado através de transferência bancária para a conta do beneficiário titular, numa periodicidade mensal, que ocorrerá no penúltimo dia útil de cada mês.

 

Encontra-se disponível um email (edpsavida.reembolsos@edp.pt) e uma linha telefónica (210 308 342), onde o beneficiário titular pode solicitar informações e esclarecimentos sobre o processamento dos reembolsos médicos.

 

26. Exclusões e limites de comparticipação – Principio Geral (artigo 18, do Anexo VIII do ACT/EDP)

 

1. Em regra, o esquema complementar proporcionado pelas Empresas não comparticipa nas despesas
resultantes de actos clínicos, medicamentosos ou de apoio não comparticipados pelo SNS.


2. Excluem-se expressamente da comparticipação do esquema complementar:


    a) Os acidentes de trabalho;
    b) As doenças ou ferimentos que resultem de actos ilícitos, actos dolosos ou gravemente
        culposos, por intervenção voluntária do utente em duelos ou rixas ou actos de alteração da
        ordem pública;
    c) A interrupção de gravidez fora das circunstâncias que a tornam não punível;
    d) As correcções estéticas, excepto se visarem a reconstituição funcional;
    e) Tratamento cirúrgico da roncopatia;
    f) Assistência e tratamento hospitalar por razões de carácter social;
    g) Doenças e ferimentos contraídos na prática de desportos fora das actividades desportivas
proporcionadas directa ou indirectamente pelas Empresas;
    h) Acidentes e doenças profissionais, no exercício de actividades remuneradas ao serviço de
outra entidade;
    i) Despesas com actos médicos ou outros que não sejam clinicamente necessários;
    j) Acidentes e doenças cobertas por seguros obrigatórios.


3. Não há comparticipação no custo de produtos alimentares e dietéticos, dentífricos, cosméticos, tónicos capilares e produtos afins, assim como não são comparticipadas as despesas relativas a material de pensos e antissépticos locais, excepto quando prescritos e a sua aplicação seja acompanhada por médicos dos postos médicos específicos para os Beneficiários abrangidos pelo presente esquema complementar, médicos contratados ou pelo SNS.

 

27. Deveres dos Beneficiários (artigo 25, do Anexo VIII do ACT/EDP)


1. É dever do Beneficiário titular liquidar, por meio de desconto, no caso de trabalhador, no respectivo vencimento, no caso de trabalhador em situação de antecipação à pré-reforma ou pré-reforma na prestação que a esse titulo receber, ou no caso de pensionista ou pensionista de sobrevivência na respectiva pensão, e caso não seja possível, através de transferência bancária, cheque, ou outro meio idóneo:

     a) As taxas moderadoras fixadas pelo SNS, próprias e do agregado familiar;

     b) A comparticipação mensal do Beneficiário titular – Mútua;
     c) Os montantes que excedam a comparticipação das Empresas, estabelecidos neste Anexo 
         ou na tabela de Actos Médicos.


2. É dever do Beneficiário proceder ao pagamento directo e no acto de todas as despesas de índole pessoal ou sem comparticipação, em que tenha incorrido.


3. Nas consultas de especialidades, elementos auxiliares de diagnóstico, terapêuticas especiais e nas restantes situações em que haja comparticipação do SNS, o beneficiário obriga-se a requerer a referida comparticipação, como requisito prévio à comparticipação do presente esquema complementar.


4. Poderá ser feita a compensação entre os débitos e os créditos dos Beneficiários resultantes da
utilização do presente esquema complementar.


5. O Beneficiário titular deve comunicar, no prazo de 15 dias, as alterações que sejam susceptíveis de
determinar a alteração da qualidade de Beneficiário não titular ou alterar as condições de utilização
do presente esquema.

 

28. Violação dos princípios ou disposições do Plano de Saúde (artigo 27 do Anexo VIII do ACT/EDP)

 

1. Os Beneficiários que, por actos ou omissões, a título de dolo ou negligência grave, violem os princípios ou disposições do Plano, são obrigados ao reembolso das importâncias indevidamente dispendidas, sem prejuízo, quanto aos Beneficiários titulares que sejam trabalhadores, de competente procedimento disciplinar,


2. Os Beneficiários titulares e os pensionistas de sobrevivência são responsáveis pelo reembolso das importâncias indevidamente dispendidas com os respectivos Beneficiários não titulares.


3. Aos Beneficiários poderão ainda ser aplicadas, após prévia audição, as seguintes penalidades:


    a) Suspensão parcial ou total das comparticipações, por período até 24 meses;
    b) Perda definitiva das comparticipações ao Beneficiário não titular.


4. Qualquer penalidade aplicada ao Beneficiário titular acarreta as mesmas consequências para os restantes Beneficiários que façam parte do seu agregado familiar, excepto os menores com idade inferior a 16 anos.


5. No caso previsto na alínea a) do número 3, o Beneficiário titular mantém, durante o período de suspensão das comparticipações, a obrigação do pagamento das contribuições mensais consignadas no artigo 22º do Anexo VIIi do ACT/EDP.

 

 Reacçoes.png

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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POSIÇÃO FIEQUIMETAL.png

Conhecida que é a "posição" da Fiequimetal, SERÁ QUE ...

o "estudo" da Fiequimetal contemplará a audição dos Utentes ?

(Fernando Pêgas - 06-10-2018 19:01)

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 02:06

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Ontem, dia 03 de Outubro de 2018, começou a análise e o desenvolvimento conjuntos para melhorar a aplicação do Anexo VIII do ACT/EDP 2014, nomeadamente nas matérias seguintes:

 

- Guia de Utente do Plano de Saúde ACT/EDP 2014;

- Uniformização da aplicação geografica do Anexo VIII do ACT/EDP 2014;

- Inclusão de novos médicos especialistas na rede de médicos especialistas do Prestador do Plano de Saúde;

- Melhoria do funcionamento da Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde;

- Auscultação das CNS sobre a Tabela de Atos Médicos.

 

A data prevista ou sugerida para a conclusão destes trabalhos é o dia 30 de Junho de 2019 (e não o dia 30 de Junho de 2018, indicado por lapso, no protocolo apresentado pela Comissão Negociadora da EDP às várias Comissões Negociadoras Sindicais)

 

Quanto à "Inclusão de novos médicos especialistas", na Sãvida (na qualidade de Prestador do Plano de Saúde e, consequentemente, gestora da Rede de Médicos Especialistas) já tem em funcionamento um Grupo de Trabalho "específico" para a execução desta tarefa.

 

 

Quanto à proposta de "Auscultação" (das CNS sobre a Tabela de Atos Médicos), em vez de uma "Revisão" (sobre a mesma Tabela de Atos Médicos), o Grupo EDP está a estabelecer uma comparação com a "Audição prévia das ERT's" do passado (ou seja, do "antes" do ano 2014).

 

Esquecendo ou ignorando o Grupo EDP que, no passado, as matérias de natureza social, eram realizadas coma as Estruturas Representativas de Trabalhadores/Comissões de Trabalhadores, e não com os Sindicatos.

 

E, era devido ao facto de as mesmas ERT's não terem "personalidade jurídica", nem "capacidade judiciária", que o Grupo EDP, no passado, promovia anualmente algumas "Audições prévias das ERT's", em matérias de natureza social.

 

Ora comparando a "personalidade jurídica" de uns (dos Sindicatos) e de outros (Comissões de Trabalhadores), em minha opinião, é um EXERCÍCIO DE MUITO "MAU GOSTO" !!

 

Em suma, sobre a Tabela de Atos Médicos, a haver conversações entre o Grupo EDP e os Sindicatos, terão de ser em forma de "Contratação/Negociação Colectiva", e não em forma de "Auscultação Prévia". 

 

 Vejamos agora, o modelo de "PROTOCOLO" apresentado pela Comissão Negociadora do Grupo EDP às várias Comissões Negociadoras Sindicais,

Protocolo.1.png

Protocolo.2.png

Protocolo.3.png

 

Concluindo, a Reunião Plenária do dia 03 de Outubro de 2018 durou cerca de 15 minutos.

Uma vez que, apenas serviu para a entrega de documentação e "agendamento" de Reuniões Intercalares ou Bilaterais, entre as Reuniões Plenárias, com agendamento fixo à Quarta Quarta-feira de cada mês.

 

 

 Reacçoes.png

 

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 (Comunicado da CNS/Sindel) 

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Sindel2.png

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 (Comunicado da CNS/Fiequimetal) 

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fIEUQIMETAL.png

 

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 (Análise ao "Objecto" do Protocolo) 

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Protocolo.0.png

O GRUPO EDP PRETENDE CONTINUAR A "IGNORAR" ...

 

QUE MENSALMENTE,

HÁ O PAGAMENTO DE UMA DETERMINADA VERBA,

DO "BOLSO" DOS TRABALHADORES,

PRÉ-REFORMADOS E REFORMADOS EDP,

PARA UM "BOLO" DENOMINADO MÚTUA.

 (Fernando Pêgas - 06-10-2014 16:40)

 

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 (Copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP) 

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POSIÇÃO FIEQUIMETAL.png

Conhecida que é a "posição" da Fiequimetal,

SERÁ QUE ...

 

o "estudo" da Fiequimetal contemplará

a audição dos Utentes ?

 (Fernando Pêgas - 06-10-2014 19:02)

 

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Mas quem é a Fiequimetal?

Expliquem aos reformados e pensionistas nunca ouvi falar.

 (Maria do Céu Serafim - 06-10-2014 19:29)

 

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A Fiequimetal é a estrutura que congrega os sindicatos regionais filiados na Central da CGTP. O antigo STIEN, o antigo SIEC, o SIESI, como exemplos.

 (Fernando Pêgas - 06-10-2014 20:54)

 

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Fernando Pegas obrigada.

  (Maria do Céu Serafim - 07-10-2014 19:31)

 

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 (Copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP) 

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Sindel.png

Estarão os Trabalhadores, Reformados e Pensionistas do Grupo EDP

perante um PROTOCOLO do "FAZ DE CONTA" ?

 

E PARECE QUE,

O "FAZ DE CONTA" SÓ VAI ACABAR EM JUNHO-2019 !!

 (Fernando Pêgas - 07-10-2014 16:23)

 

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Estarão a fazer o que deve ser feito?!

Os trabalhadores não têm que estar a par dessas "tentativas de melhorar as condições da aplicação do plano"?!

A minha pergunta é especialmente colocada aos sindicalizados do Sindel, como é óbvio.

(Graça Freitas - 07-10-2014 16:29)

 

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De há uns anos a esta parte, a Direcção do Sindel "habituou-se" a decidir por todos. E, como diz o ditado, quem cala ... "consente".

 (Fernando Pêgas - 07-10-2014 19:56)

 

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Triste, MESMO. E os outros, por exemplo, o Sinergia?!

(Graça Freitas - 07-10-2014 21:14)

 

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O Sinergia "acomodou-se", com a fuga de associados. Actualmente, anda "atrelado" à Frente Sindical da UGT (liderado pelo Sindel).

 (Fernando Pêgas - 08-10-2014 00:53)

 

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 "Eles atrelados" e o pessoal "arrebanhado". Há que reverter a situação.

(Graça Freitas - 08-10-2014 21:06)

 

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 (Copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP) 

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TitulosEducação.png

ALTERAR AS "REGRAS INICIAIS" DO ACTO DE GESTÃO

(DO GRUPO EDP),

APÓS ALGUMA "PRESSÃO"

(DE UM PARCEIRO SINDICAL) ...

É PROMOVER A DISCRIMINAÇÃO !!!

 

NOUTRA PERSPECTIVA,

SE O SINDEL DEFENDE A "CONCERTAÇÃO"

DE FORMA INDIVIDUAL,

ESTRANHA-SE A INTERVENÇÃO DO SINDEL

NO AMBITO DA CONTRATAÇÃO COLECTIVA.

É O "DESNORTE" COMPLETO !!!

(Fernando Pêgas - 07-10-2014 16:39)

 

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Snto-me analfabeta ao ler este tipo de comunicados. Como foi possível "arredar" os trabalhadores/pensionistas de tanta coisa de interesse para todos?!

(Graça Freitas - 07-10-2014 16:44)

 

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Não, não se sinta "Analfabeta" amiga Graça Freitas.

Deve é sentir-se "apreensiva" e "desprotegida" face à enorme "degradação" da qualidade dos nossos representantes que actualmente estão à Mesa das Negociações no ambito do ACT/EDP 2014, que em vez de defenderem os nossos interesses ... "FACILITAM" a imposição dos interesses do patronato.

(Fernando Pêgas - 07-10-2014 19:53)

 

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Tenho muita a agradecer-lhe, caro colega, todo o esforço dispendido na defesa dos trabalhadores do activo e dos pensionistas/reformados. Bem-haja.

(Graça Freitas - 07-10-2014 21:13)

 

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 mas o tal sindel não é agora maioritário na edp?

(Cristina Afonso - 08-10-2018 16:27)

 

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O SINDEL sofre é de uma "fobia" qualquer, no caso particular da representatividade na EDP.

(Fernando Pêgas - 08-10-2014 16:52)

 

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pois caro amigo, parece que são mais papistas que o outro. sindicato a substituir-se ao patrão só descredibiliza todos os trabalhadores e reforça as atitudes patronais. mas os trabalhadores comem e calam? não há outros também representativos na EDP?

(Cristina Afonso - 08-10-2018 17:08)

 

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Ha outros sindicatos na EDP. O que não há é "lideres sindicais" capazes de mobilizar as pessoas para a "REVOLTA" necessária.

(Fernando Pêgas - 08-10-2014 17:15)

 

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Fernando Pegas ESTARÃO VELHOS? CADUCOS?

(Cristina Afonso - 09-10-2018 11:50)

 

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Não, não diria isso.

Há é um "desnorte" completo, que se reflecte na "inércia" (dos instalados no bem-bom) e na "incapacidade" (dos aspirantes ao bem bom).

(Fernando Pêgas - 09-10-2014 12:15)

 

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Mas os JOVENS de quem tanto se fala não aparecem porquê?

Estão à espera que os outros resolvam por eles?

Cultura, cobardia, comodismo ou o que sera?

(Cristina Afonso - 09-10-2014 13:39)

 

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Nada disso Cristina Afonso.

Tanto quanto eu sei, esses "JOVENS" de quem tanto se fala, são maioritariamente da área ou do sector da Industria.

Razão pela qual, não se sentem muito à vontade para intervirem na área ou no sector da energia.

E, quanto aos jovens do sector de energia, já andam "ocupados" com os seus "vícios".

(Fernando Pêgas - 09-10-2014 13:48)

 

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 (Copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP) 

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DRH.png

HÁ "RIDÍCULOS" , QUE CAUSAM "APREENSÃO" !!!

 

SE QUALQUER "DISCUSSÃO"

COM A DIRECÇÂO DE RECURSOS HUMANOS,

NÃO FAZ ALTERAR "NADA" NO ÂMBITO DO ACT/EDP 2014 ...

 

A INSISTÊNCIA DO SINDEL,

SÓ PODE SER CLASSIFICADA DE "RIDÍCULA",

DE "DEMAGÓGICA" E/OU ATÉ DE "INCOMPETENTE" !!!

(Fernando Pêgas - 07-10-2014 16:56)

 

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 A direcção de recursos humanos querem é tacho para eles. e para os afilhados das chefias

(Isabel Moura Araújo - 07-10-2018 17:02)

 

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 (Copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP) 

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DarDitoPeloNaoDito.png

 

 DAR O DITO PELO NÃO DITO ...

e o "desnorte" na actual versão do Sindel, é cada vez maior.

E com "graves" consequências para os trabalhadores, reformados

e pensionistas, cada vez mais "NÃO DEFENDIDOS" nos locais próprios.

(Fernando Pêgas - 08-10-2014 18:21)

 

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Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:21

JoaoLuis.png

 - Por João Luis Gomes Braga

 

Há pouco mais de um ano fui à EDP V.Castelo

como sempre fiz pedir uma requisição de uma consulta,

 

quando ia a entrar uma segurança barrou-me a entrada

e não me deixou dirigir ao colega do posto médico,

 

tive de meter o rabo nas pernas e dar meia volta, 

 

passei todo o meu processo para Braga

onde sou muito bem tratado.

 

 

Mais de 30 anos de serviço

e que serviço

e fazerem-me isto

custou-me muito,

 

soube depois

que foi um engenheirinho desses patos bravos

que populam na EDP que deu ordem

 

para não entrarem reformados

nas instalações,

 

 

só espero que a EDP abra falência

e fulanos como este vão para o olho da rua,

 

 

não sabem o trabalho que deu fazer a EDP-EP.

 

 

Reacçoes.png

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

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JoaoLuifGomesVraga.png

EM VIANA DO CASTELO ...

"BARRAM" A ENTRADA A REFORMADOS EDP,

PARA TRATAMENTO DE ASSUNTOS RELACIONADOS

COM SERVIÇOS MÉDICOS (SÃVIDA) !!!

(Fernando Pêgas - 03-10-2018 23:59)

 

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Não seria mais aconselhável saber o nome do "engenheirito" e comunicar ao Provedor de Ética?

(Antonio Carlos Dias - 04-10-2018 00:13)

 

António Carlos Dias eu desconhecia essa figura do provedor de ética .

(Maria Manuela Lima - 04-10-2018 07:37)

 

Boa amiga Maria Manuela Lima, sim há meia duzia de anos (coisa menos coisa) foi criado a figura do Provedor de Ética, como que para regular as questões de ética no Universo EDP.

(Fernando Pêgas - 04-10-2018 11:05)

 

Fernando Pegas Muito obrigada pelo esclarecimento.

(Maria Manuela Lima - 04-10-2018 13:277)

 

As coisas que vou sabendo através deste Fórum. Cada vez mais constato o ostracismo a que nós, trabalhodes reformados/pensionistas, fomos votados.

Bem-haja, caro colega Fernando Pegas pela criação deste fórum e pela nova plataforma em "construção". Só faltou comunicar o endereço.

(Graça Freitas - 04-10-2018 21:05)

 

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Problema muito antigo a todos os niveis, o bem bom de um momento para outro se pode tornar num mal bom

(Emidio Fevereiro - 04-10-2018 01:01)

 

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Barrou?

Mas com que justificação se era utente desse posto? Confesso que não entendo...Penso que deve faltar algo no relato dessa ocorrência porque não é normal...Se é utente, é utente, ponto.

(Maria Manuela Lima - 04-10-2018 07:15)

 

Maria Manuela Lima, penso que em Viana do Castelo não há posto médico da Sãvida. Pode ter existido algum apoio de colegas nesse sentido. O que não impede, claramente, que o utente tenha acesso às instalações da empresa.

(Antonio Carlos Dias - 04-10-2018 10:54)

 

António Carlos Dias Desconhecia que não havia posto médico. Mas, claro que o acesso às instalações, não pode ser barrado. Não me parece que o comportamento do colega tenha sido inconveniente, pelo que diz.

(Maria Manuela Lima - 04-10-2018 13:26)

 

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Apelidar o dito cujo de pato bravo é para este fulano muiito pouco. Mas também não haverá decerto na língua portuguesa um adjectivo para o qualificar. É, decerto, daqueles que querem "trepar" sem olhar a meios.

(Manuel Monteiro - 04-10-2018 09:39)

 

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Sempre foi um problema das hierarquias quando estamos ao serviço é damos o nosso melhor estando sempre disponíveis tudo bem. Depois...depois já não se lembram.

(José Domingos Martins Marques - 04-10-2018 10:45)

 

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É verdade.

(Rosa De Almeida Fernando - 04-10-2018 12:29)

 

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Disseram-me que o "tal engenheiro" era este ...

VianaCastelo.png

 (Fernando Pêgas - 04-10-2018 12:40)

 

 

Onde descobriste isto?

 (João Luis Gomes Braga - 04-10-2018 12:58)

  

 

Foi um "passarinho" que me disse (rsrsrs).

(Fernando Pêgas - 04-10-2018 13:00)

  

 

pode ser que lhe façam o mesmo...

depois reclama

 (Carlos Marques Pinto - 04-10-2018 13:00)

 

 

Vergonha

 (Rosa de Almeida Fernando - 04-10-2018 21:30)

 

 

Tem cara do que é e por aqui me fico.

 (Manuel Monteiro - 05-10-2018 15:09)

 

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Meus caros colegas, nós tambem sentimos o mesmo nas instalações da edp distribuição em Braga.

 

São meia duzia de palhaços que se julgam donos daquilo que foi levantado por nós com muito suor, porque nesses tempos nos trabalhadores, sim trabalhadores tínhamos muito prazer em representar e dizer eu sou EDP com muito orgulho, hoje nem sei que dizer.

(Augusto Costinha Nevoa - 04-10-2018 15:29)

 

Pois ... Augusto Costinha Nevoa.

Parece que, é quase generalizado, haverem por aí (entenda-se, Universo da EDP) muitos DDT's (Donos Disto Tudo).

(Fernando Pêgas - 04-10-2018 16:37)

 

 Também em Braga?!? ...

ainda bem que NUNCA mais lá pus os pés. Também não tive necessidade. Ficaria espantada e confesso que não sei se conseguiria acatar esse impedimento sem uma explicação cabal. Essa não é efectivamente a EDP onde muito e bem trabelhei.

(Graça Freitas - 04-10-2018 21:12)

 

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Mas o que é Isto?

Um elemento da EDP Imobiliária a gerir a entrada de Utentes da Sãvida no referido Posto? E os procedimentos legais?

Será que os utentes desse posto foram prévia e devidamente informados por carta? tendo em conta que há pessoas que não possuem acesso à internet?

Considero este caso digno de apuramento jurídico.

(Joaquim Guimarães - 04-10-2018 15:33)

 

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Calma amigo Joaquim Guimarães.

Para evitar qualquer tipo de "especulação" é bom esclarecer que a quem compete a "gestão de acessos" às várias instalações EDP, sejam elas em Viana do Castelo, no Porto, em Lisboa, ou onde quer que seja, na geografia de Portugal, é à EDP Imobiliária.

Com este esclarecimento de competências, é à EDP Imobiliária que compete "instruir" e/ou "orientar" o pessoal (da empresa EDP e/ou do prestador de serviço externo) ligado às "recepções" dos vários edificios da empresa.

Pelo que, no caso concreto de Viana do Castelo, cujo Gestor de Área da EDP Distribuição (ou seja o elo de ligação entre operacionais e hierarquias) está "sedeado" (digamos assim) em Braga.

Espero ter "desfeito" algumas dúvidas, que aparentas ter.

(Fernando Pêgas - 04-10-2018 15:57)

 

Importa diferenciar o "impedir" do "esclarecer".

(Graça Freitas - 04-10-2018 21:18)

 

O acesso não foi impedido ao PM da Savida, mas sim às instalações da edp distribuição!!!!

(Abilio Assunção Rocha Nunes - 04-10-2018 21:21)

 

Está muita gente a comentar sem saber a verdade, já que quem avançou com esta polémica não disse que foi impedido foi de entrar na Edp distribuição no local de trabalho da funcionária do PM quando este está fechado!!!

(Abilio Assunção Rocha Nunes - 04-10-2018 21:24)

 

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Ok, mas no caso apresentado qual o fundamento legal do gestor da instalação?

Basta ele decidir como se fosse o dono das instalações EDP?

(Joaquim Guimarães - 04-10-2018 16:01)

  

Em primeiro lugar, importa não confundir as competências do Gestor da instalação (responsavel pela manutenção da instalação), que está adstrito hierarquicamente a um Gestor de Área (da EDP Imobiliária), mas que interage funcionalmente com um Gestor de Área (das várias empresas: EDP Distribuição, EDP Produção, etc... etc ...). Entendido ?

(Fernando Pêgas - 04-10-2018 16:11)

 

No caso apresentado, de Viana do Castelo, o que se verifica é um genero de "abuso de poder" por iniciativa de um Subdirector de um determinado Departamento da EDP Distribuição, que não tem qualquer "poder hierarquico" em relação ao pessoal funcional da recepção do Edificio da EDP de Viana do Castelo (na Praça da Galiza).

(Fernando Pêgas - 04-10-2018 16:16)

  

é a velha história "não tem poder" mas manda...mais

ninguém entra essa é que é essa!!!!

(Carlos Marques Pinto - 04-10-2018 16:53)

 

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Resumindo, parece que o cenário apresentado significa abuso de poder! porque não tem fundamento legal

(Joaquim Guimarães - 04-10-2018 16:19)

  

Exactamente.

Porque a "segurança do edificio" e/ou o "controlo de acessos" são tarefas da competência e/ou atribuídas à EDP Imobiliária, e não à EDP Distribuição (no caso concreto).

(Fernando Pêgas - 04-10-2018 16:23)

  

E agora? o caso morre à nascença! porque ninguém vai reagir contra um graduado.

(Joaquim Guimarães - 04-10-2018 16:19)

  

Não, este caso "não morre aqui".

Há a necessidade de fazer alguma "pedagogia" para o futuro, de modo a "travar" os Donos Disto Tudo ou os Donos da Quinta de impedirem o acesso aos Reformados e Pensionados EDP de TRATAREM DOS SEUS ASSUNTOS (designadamente, os ligados à Saúde).

Estratégias empresariais de "MAUS TRATOS" em relação a Trabalhadores, Reformados e Pensionistas EDP TERÃO QUE SER "COMBATIDAS" POR TODOS NÓS, através de "denuncias" como esta e sem qualquer "medo" de represálias.

(Fernando Pêgas - 04-10-2018 17:12)

 

Até já as "Imobiliárias " segregam os reformados e pensionistas da EDP. Já ninguém conhece ou reconhece ninguém...

O que vai ser de nós..🤔😭

(Maria Manuela Lima - 04-10-2018 17:12)

  

ATENÇÃO AMIGA Maria Manuela Limaa situação presente não está a ser "segregada" pela EDP Imobiliária, mas sim pela EDP Distribuição.

Pois, é bom esclarecer que, é uma Hierarquia da EDP Distribuição (no caso concreto, um Subdirector) que ao "IMISCUIR-SE" em tarefas e competências da EDP Imobiliária, ESTÁ A "MAL-TRATAR" REFORMADOS E PENSIONISTAS DO GRUPO EDP.

(Fernando Pêgas - 04-10-2018 17:12)

 

Fernando Pegas Já não reconheço a EDP.....Agora é uma grande confusão 😢

(Maria Manuela Lima - 04-10-2018 17:12)

 

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penso que e verdade
(Alvaro Martins Castanho Correia - 04-10-2018 20:00)

 

 

Álvaro sabes que não é verdade, não foi negado o acesso ao P M mas sim à edp distribuição, não se confunda as coisas!!!

(Abilio Assunção Rocha Nunes - 04-10-2018 21:26)

 

Abilio Assunção Rocha Nunes estava na edp uma tola as queixas foram.tantas que foi apanhar ar

(Alvaro Martins Castanho Correia - 07-10-2018 18:03)

 

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O colega em causa é via dirigir-se durante a hora de funcionamento do PM e nada disto se passava, nem falava com a porteira !!!!

(Abilio Assunção Rocha Nunes - 04-10-2018 21:27)

 

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Mas, então?

Parece que este assunto não passa de uma palhaçada mal contada! Por mim termino aqui todo e qualquer comentário sobre este assunto e que me desculpem os que eventualmente tenha ofendido.

(Joaquim Guimarães - 04-10-2018 23:01)

 

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Lamento que temas como este

sejam publicados e tratados desta forma.

 

Só lança confusão e coloca a nossa Empresa numa situação que, na minha opinião, não corresponde à realidade.

O facto de "alguém" impedir a entrada de um "utente" numa instalação da Empresa é reprovável e existem canais próprios para participar esta prepotência, se assim aconteceu.

A maior de nós não conhece, nem ouviu falar da Edp Imobiliária e quais as suas competências no Grupo Edp.

O edíficio em questão pertence à Edp Distribuição, e como referi, já não existe posto médico da Sãvida há já algum tempo.

Penso que existiu , em tempos, apoio administrativo de colegas que faziam a ponte com a Sãvida.

Esta página do facebook, como outras que abordam temas da nossa Empresa, devem ser, na minha opinião, mais esclarecedoras de temas actuais e não lançar a confusão, que reina na maior parte de nós.

Cumprimentos

(Antonio Carlos Dias - 04-10-2018 23:13)

 

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Sou funcionaria da edp distribuiçao, dou apoio administrativo á savida em Viana do castelo e é absolutamente incrivel como se comentam tais situacoes sem saberem a verdade dos factos!
Ha horarios estabelecidos para atendimento aos utentes!

(Isabel Campos - 05-10-2018 00:14)

 

O que está em causa é o facto de proibirem a entrada a um,pelo que sei a todos,os reformados da. EDP.

(João Luis Gomes Braga - 05-10-2018 12:39)

 

Joao Luis Gomes Braga no PM todos tem direito a entrar, nunca houve proibicao de tal!

(Isabel Campos - 05-10-2018 13:36)

 

Não foi no posto médico, foi na portaria, porque o posto estava fechado e eu pedi para falar consigo, foi aí que a menina da segurança não me deixou entrar porque segundo ela tinha ordens para não deixar entrar reformados da casa, aliás passou-se o mesmo com Bacelar, Zé Pedro e mais,

(João Luis Gomes Braga - 05-10-2018 16:03)

 

Quanto a estes comentários não se está a falar ( penso eu de horários) mas sim da situação da Sávida em relação à EDP que os mais antigos e a EDP a formar a Sávida hesistia até á poucos anos e hoje todos que usufuiem dela continuam a pagarem. Não sem para quem?

(Jose Rocha Pinto - 07-10-2018 22:14)

 

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Desculpem mas esta publicacao parece feita por jornalismo da CMTV!

Lamentavel....

(Isabel Campos - 05-10-2018 00:51)

 

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Sera que ja temos a ditadura na EDP, temos que fazer algo

(Jose Augusto Pereira - 05-10-2018 10:45)

 

Quer apontar os canhões e marchar? Tenha calma! 🤔🤐

(Maria Manuela Lima - 05-10-2018 11:43)

 

Apontar canhões não sei mas dizer que tenha respeito,

(Jose Augusto Pereira - 06-10-2018 00:13)

 

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Se a ocorrência não está bem contada, não sabendo eu qual a intenção da atitude, devia ter sido esclarecida a situação antes de a postar.

 

Sabendo nós, que na empresa e nomeadamente no que respeita à Savida, vive-se um clima de "paz podre", não adianta, com postes que fogem à verdade, fomentar a GUERRA. Será que alguém sai beneficiado?

(Maria Manuela Lima - 05-10-2018 11:40)

 

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Nem tenha dúvidas aquilo que relatei é verdade, nem estou a ver porque razão ia postar mentiras.

(João Luis Gomes Braga - 05-10-2018 11:49)

 

João e porque tinha que subir ao 1°A para tratar de um assunto do PM que fixa no rés do chão?!!!!

(Abilio Assunção Rocha Nunes - 05-10-2018 17:08)

 

Porque sempre fiz isso,espero que lhe façam o mesmo a si.

(João Luis Gomes Braga - 05-10-2018 17:52)

 

Se eu sempre que necessitar, de algo do PM da savida, procurarei ir quando o mesmo estiver aberto, ou seja: quarta feira de manha e de tarde, com atendimento de enfermagem e atendimento medico, o mesmo na quinta feira a tarde e sexta feira de manha, para alem disso na segunda feira de manha ha atendimento de enfermagem, e este horario nao e de agora mas de ha muitos anos, fora disso, e aproveitando a boa vontade da D. Isabel Campos, que faz o favor, a pedido dos utentes, de deixar a mais variada documentacao na portaria, onde posso levantar, ou se for casso disso peço pf a D. Isabel se me pode atender junto da portaria!!!

Porque haveria de pedir e achar que tinha o direito de subir ao primeiro andar, entrar no gabinete onde trabalha a D. Isabel, sentar-me, pedir o que queria do PM fora do horario de funcionamento, e se calhar ainda exigia que me servissem um cafezinho!!!!

Nao brinquem, isso nao se passa em empresa nenhuma!!!!!

(Abilio Assunção Rocha Nunes - 08-10-2018 22:59)

 

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Caro Joao Luis Gomes Braga a historia não está contada como deveria!

O posto medico em Viana não está sempre aberto e todos os utentes sabem disso!

Ha uma porta direta para o PM , não é pela porta principal!

Se lhe foi dito pela seguranca que não poderia ir por ali ha , logicamente , uma razao!

(Isabel Campos - 05-10-2018 12:03)

 

Atenção, muita atenção,

eu nada disse do posto médico,

referi-me ao facto de me barrarem o acesso às instalações da Edp, como já fizeram a outros reformados.

(João Luis Gomes Braga - 06-10-2018 14:09)

 

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Não acredito!

(Rosa De Almeida Fernando - 05-10-2018 20:58)

 

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Por vezes pode ter azar, ou ele tem maioria das ações, ou anda treinar para ser corrido

(Jose Augusto Pereira - 06-10-2018 00:15)

 

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Em suma, constata-se a existência de uma nova realidade de "Maus Tratos" a Trabalhadores e Reformados EDP, não apenas em Viana do Castelo, mas um pouco por todo o lado ("grosso modo" falando) da geografia de Portugal

 

Ou seja, o principio e o valor da "SOLIDARIEDADE" entre o pessoal do Universo EDP, está "pôdre" ou em "vias de extinção".

(Fernando Pêgas - 06-10-2018 19:12)

 

 

Fernando Pegas estou de acordo

(Fernando Lima - 06-10-2018 21:03)

 

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Apoiado

(Rosa De Almeida Fernando - 06-10-2018 20:58)

 

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Aceito 100% as informações referente á EDP, é uma empresa que responde aos direitos dos tralhadores, e se tem que corresponder são assuntos que devem ser informadas a quem pertence a essa area são assuntos internos, não devem ser divulgado para fora, são assuntos entre a empresa e trabalhadores são interna temos que zelar por ela como a empresa zela pelos trabalhadores, são assuntos internos.

(Edmumdo Neves - 07-10-2018 10:25)

 

Era,era,

(João Luis Gomes Braga - 07-10-2018 11:51)

 

Joao Luis Gomes Braga Se corresponde ao que divulga, eu acredito não desminto mas só falei sobre o assunto, simplesmente só para que o assunto deve ser interno, sobre essa pessoa que teve essa reação de proceder á proíbição dos direitos dos empregados, quando chegar a idade de ele seguir o mesmo caminho, nem pré-reforma devia existir para ele refletir os procedimentos como procedeu.

(Edmumdo Neves - 07-10-2018 13:46)

 

Ó Edmundo Neves, como é que um assunto que envolva Reformados e/ou Pensionistas EDP pode ser um assunto do fôro interno da empresa, se os Reformados e Pensionistas EDP já não estão sujeitos a qualquer "subordinação hierarquica" ??

(Fernando Pêgas - 07-10-2018 19:43)

 

Fernando Pegas Há tipos que nem merecem resposta, são os lambe-botas que existem e continuarão, enfim são uns pobres de espirito e de inteligência,

(João Luis Gomes Braga - 07-10-2018 23:08)

 

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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JoaoLuifGomesVraga.png

EM VIANA DO CASTELO ...

"BARRAM" A ENTRADA A REFORMADOS EDP,

PARA TRATAMENTO DE ASSUNTOS RELACIONADOS

COM SERVIÇOS MÉDICOS (SÃVIDA) !!!

(Fernando Pêgas - 04-10-2018 00:00)

 

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Não se consegue partilhar

É pena não se dar a conhecer estas vergonhas praticadas por engenheiros de meia tigela que deviam agradecer aos reformados a papa que encontraram feita

(Nanucha Roldão - 04-10-2018 01:25)

 

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Eses senhor k fez isso , é um cobarde, um canalha. A empresa não é dele, sim é de todos.

Todos contribuiram, para a empresa ser o k é hoje.

Por isso e canalha k vá mandar lá para casa dele, devia de ser comigo ,k lhe dava dois murros nas trombas, k ele ia saber com quem se metia. Veio esta canalha para a empresa, k são uns copinhos de leite

 (José Manuel Leite Teixeira - 04-10-2018 12:52)

 

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Para a EDP qualquer merda serve para segurança. Não se faz qualquer tipo de seleção

 (Ramiro Nogueira - 04-10-2018 13:43)

 

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O (a) segurança cumpre ordens.O responsável é quem lhas dá!

 (Fernanda Alegria - 04-10-2018 13:54)

 

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Esse tipo devia ser saneado. São estes patos-bravos que dão cabo da empresa. Quando chegar a tua vez levas um pontapé no cu como eu vi alguns levar que tinham a mania que a empresa era deles.

 (Albino Santos Martins - 04-10-2018 15:05)

 

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Amigo Martins, pelos vistos esses calhordas de Viana têm a mania.

Te voucontar um caso k, se passou comigo, quando estava na central em Lindoso.

A uma certa altura, fui mudar uns Pneus a uma carrinha, ao Ramóa a Braga. Meu espanto, fui avisado k, não podia por os Pneus k eu queria, mas sim o k um burro de Viana queria.

Falei com ele e só lhe disse, ou ponho os Pneu k eu quero, ou não ponho nenhuns.

Mais se não me autorizar, vou mandar vir um Táxi, para me levar a mim, e os meus colegas.

Ele me autorizou a por os Pneus, mas ao outro dia as 09:00 estava na central.

Foi ter com o responsável da central, e o mesmo o avidou, cuidado k o senhor não sabe com quem se vai meter.

Me mandou chamar, e quando cheguei ele me falou nos Pneus.

Eu só lhe disse meu amigo, o senhor não se vai safar, de à minha pala andar a meter Pneus novos no seu carro.

Ou receber um cheque ao fim do ano, fivou forioso comigo, e descotimos.

Até k o mandei à merda, e lhe disse , não é o senhor k, me vai obrigar a por no carro k , eu ando aquilo k eu não quero.

Nem a empresa me obriga a eu andar, com Pneus fracos na carrinha.

Nunca mais pegou com ninguém por causa dos Pneus. E eu sempre meti os Pneus k eu queria, vem esta canalha para a empresa mandar , o k não sabem mandar.

Agora esse burro, k proibio os reformados a não entrar , merecia levar com um lodo pelas costas a baixo.

São uns canalhas

 (José Manuel Leite Teixeira - 04-10-2018 15:26)

 

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O mesmo aconteceu com o meu marido no Castelo de Bode, ele teve uma crise de gota e o médico mandou-o ir para Tomar para o hospital, porque não levamos credencial , mas tinha cartões que podiam justificar que eu era da EDP,

mas como há gente boa neste mundo, porque o inferno está cheio de gente como esse da Viana e o de Castelo de Bode e outros virão a seguir, e bem podem começar a fazer a mala de viagem porque ela chegará vazia , tudo fica cá, mas não vale a pena sacrificar os outros,

P.S. Como o meu marido não podia conduzir foi um colega que também estava de férias no campismo que fez esse favor Eu a essa gente só lhes desejo que a terra seja tão leve como mal fizeram às pessoas, 1 abraço para todos..

 (Maria Gonçalves de Sousa - 04-10-2018 17:13)

 

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Pode ser que esse Eng passe pelo mesmo....

 (Carlos Mendes - 04-10-2018 17:48)

 

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Que atitude devemos tomar?

Para já este colega deveria comunicar isto à AREP, ou procurar outros colegas de Viana do Castelo a denunciar isto a Administração da EDP, ou então indicar os nomes dos responsáveis, Está no momento (quer em grupo ou individual) de nos organizar e porque não uma reunião protesto no local?

 (Jose Queiroz - 04-10-2018 18:09)

 

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Essa atitude deve de ser denunciado a instâncias superiores da empresa, nessa aí não me acredito que a administração mande fazer tal coisa, agora um engenheireco qualquer pode acontecer, e pena e que não lhes tivessem assente duas putas nas vendas a merda dessa,,

em Caniçada Cavado Lima , recebem os reformados da casa como trabalhadores no activo, ou ainda melhor, isto por enquanto estiver por lá a velha guarda, vamos ver a seguir ,mas não me acredito que façam isso no local onde trabalhei 39 anos,

bem haja a quem recebe bem os colegas ,se já estão reformados e porque já deram o seu contributo a empresa que hoje aguenta aí palermas como esse

 (Abilio Guedes - 04-10-2018 18:19)

 

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 (copiado da pagina do facebook de EDP iando)

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JoaoLuifGomesVraga.png

EM VIANA DO CASTELO ...

"BARRAM" A ENTRADA A REFORMADOS EDP,

PARA TRATAMENTO DE ASSUNTOS RELACIONADOS

COM SERVIÇOS MÉDICOS (SÃVIDA) !!!

(EDP iando - 04-10-2018 00:16)

 

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VianaCastelo.png

(EDP iando - 04-10-2018 15:16)

 

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Cada vez estamos mais abandonados à nossa pouca sorte!

(Ema Bandeira - 04-10-2018 21:41)

 

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"só espero que a EDP abra falência.." que qualidade.... 👏👏

(Gonçalo Filipe Santos - 04-10-2018 21:58)

 

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publicado às 00:59

fcp.png

 

O MANUAL DO UTENTE (do Esquema de Saúde da Sãvida)

está a ser "concebido" no SILÊNCIO das Direcções Sindicais

da Frente Energia (CGTP) e da Frente Sindical (UGT),

no âmbito da Comissão de Acompanhamento do Esquema de

Saúde (que não funciona), para ser levado à Mesa das Negociações

(no âmbito do ACT/EDP 2014), COMO FACTO "CONSUMADO" !!!

 

ManualUtente.png

 

PARECE QUE .... 


O CICLO DO "VALE TUDO",

AINDA NÃO TERMINOU !!

 

 

 Reacçoes.png

 

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 (copiado da pagina do facebook de EDP iando)

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EDPiando.png

(EDP iando - 03-10-2018 23:18)

 

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Pior ainda é falar-se daquilo que não se sabe, achando que se sabe tudo, e dessa forma gerar uma confusão de onde depois se sai de fininho como se não fosse nada com ele.

(Luis Nogueira - 03-10-2018 23:23)

 

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Ó Luis Nogueira, confesso que nada sei, mas neste altura já deveria saber "algo" por informações prestadas de quem anda a negociar.

(EDP iando - 03-10-2018 23:27)

 

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EDP iando mas não saber e atirar "qualquer coisinha" para o ar é sem dúvida uma atitude fantástica. Parabéns. Ajuda muito à clarificação e esclarecimento. Tenha juízo!

(Luis Nogueira - 03-10-2018 23:48)

 

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ANDO "INCOMODADO" COM TANTA "IMPOSIÇÃO" REGULAMENTAR,

e sobretudo com tanta "mentira" por omissão. CALAR-ME ... é o mesmo que "pactuar" com todos estes "abusos" que estão acontecendo nas costas de trabalhadores, reformados e pensionistas edp. Fico-me por aqui.

(EDP iando - 04-10-2018 00:15)

 

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Ó EDP iando, desde que a EDP entregou aos sindicatos o dito documento só passaram pou o mais de 48 horas. Mal houve tempo de o ler. Dê tempo. É já agora mostre a cara como fazem as pessoas sérias.

(Joaquim Gervasio - 04-10-2018 23:47)

 

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 Joaquim Gervásio já obtive as vossas respostas, através do comunicado da Fiequimetal de 04-10-2018. Ou melhor, "A Fiequimetal irá estudar o documento por forma poder emitir as propostas que entender como necessárias ..."

(EDP iando - 05-10-2018 00:32)

 

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EDP iando como vê nós não escondemos nada. Muito menos a cara.

(Joaquim Gervasio - 04-10-2018 01:01)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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ManualUtente.2.png

(Fernando Pêgas - 03-10-2018 23:22)

 

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 Talvez terão vergonha do que têm andado a fazer às escondidas de todos.

(José Rocha Pinto - 03-10-2018 23:31)

 

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Verdade Jose Rocha Pinto.

Anda por aí muito "JOGO ESCONDIDO" !!! Envolvendo pessoas "SEM VERGONHA", que "MENTEM" por Omissão.

(Fernando Pêgas - 03-10-2018 23:35)

 

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Neste caso o Pegas está a dar-me razão. Será que talvez não haverá interesses nisto.

(José Rocha Pinto - 03-10-2018 23:41)

 

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Sim, sim, tem toda a razão José Rocha Pinto.

E acrescento ainda que, esta sua verdade, me incomoda bastante. Pela simples razão, de lesar fortemente os meus interesses profissionais (direitos) e sociais (regalias), na qualidade de trabalhador edp.

(Fernando Pêgas - 03-10-2018 23:45)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

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ManualUtente.1.png

(Fernando Pêgas - 03-10-2018 23:23)

 

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Está na moda o princípio da imposição. Quero, Posso e Mando e estou-me borrifando para os utentes, ou melhor, para os usufruidores deste esquema de saúde pouco evidente.

(Joaquim Guimarães - 04-10-2018 00:04)

 

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VERDADE Joaquim Guimarães.

Já foi assim com o ACT/EDP 2014, e anda a ser preparado que assim continue a ser com o MANUAL DO UTENTE !!!

Simplesmente, uma ENORME FALTA DE RESPEITO para com os principais interessados (ou seja, para com os trabalhadores, reformados e pensionistas EDP em geral, na qualidade de Utentes Sãvida).

VERGONHA !!!

(Fernando Pêgas - 04-10-2018 00:09)

 

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Porque não convém ...

(José Domingos Martins Marques - 04-10-2018 11:04)

 

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Porque esta a ser tratado por profisionais dos sindicatos e que estão desfasados da realidade.

Logo o acordo nunca poderá ser bom.

(Antonio Calçada - 04-10-2018 13:01)

 

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"Desfasados da realidade actual" dos locais de trabalho (no que diz respeito aos trabalhadores) e "distanciados" (no que diz respeito aos reformados e pensioniostas EDP), MAS COM A "MANIA" DE TUDO SABEREM, mais do que ninguém, razão pela qual "NÃO OUVEM" ninguém.

(Fernando Pêgas - 04-10-2018 13:17)

 

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Não posso estar mais de acordo contigo

(Antonio Calçada - 04-10-2018 17:05)

 

 

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publicado às 00:33


Os Estatutos da UTREPE

por efepe, em 29.09.18

  fcp.png

 

 

CAPÍTULO I

Da identidade associativa

 

Artigo 1.º 

(Da Denominação, natureza, âmbito e sede)

  

1. A UNIÃO DOS TRABALHADORES, REFORMADOS E PENSIONISTAS DO SECTOR DE ENERGIA, doravante designada somente como UTREPE, é uma pessoa colectiva de direito privado, sem fins lucrativos, inscrita no Registo Nacional de Pessoas Colectivas, sob o nº 515088870, e constituída para durar por tempo indeterminado.

 

2. A UTREPE abrange todo o território nacional e tem inicialmente a sua sede em Oliveira de Azeméis.

 

Artigo 2.º

(Da Bandeira)

 

A BANDEIRA DA UTREPE terá o fundo na cor vermelha, e é formada centralmente com a expressão «UTREPE» na cor branca.

 

CAPÍTULO II

Da Declaração de Princípios

 

 Artigo 3.º

(Dos Princípios Fundamentais)

 

1. A UTREPE DECLARA a sua autonomia e independência em relação ao Estado, a entidades ou associações patronais, religiosas e aos partidos políticos ou a quaisquer outras associações de natureza política.

 

2. A UTREPE DEFENDE E PROMOVE o respeito pelos direitos e interesses de natureza economica, social, cultural e recreativa dos seus associados em particular, mas também de todos os trabalhadores, reformados e pensionistas em geral, com base nos ideias da liberdade, da igualdade e da justiça e solidadiedade social.

 

3. A UTREPE  PROCLAMA a defesa de principios e valores essenciais do sindicalismo democrático e no respeito pelos direitos, liberdades e garantias definidos pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

 

4. A UTREPE QUER CONTRIBUIR para uma sociedade mais justa, livre e igualitária, em solidariedade e cooperação com outras organizações democráticas nacionais e internacionais, em conformidade com os princípios da liberdade sindical definidas pela OIT-Organização Internacional do Trabalho.

Bem como na construção de uma sociedade democratica, com base num Estado de Direito, e no respeito pela dignidade da pessoa humana, nos direitos humanos e na liberdade de expressão, de opinião e de associação, não podendo ninguém ser beneficiado, prejudicado ou privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, lingua, territorio de origem, religião, convicções politicas ou ideológicas, instrução, situação economica, condição social ou orientação sexual.

 

 

CAPÍTULO III

Da Capacidade, Finalidades, Objectivos e Missão

 

Artigo 4.º

(Da Capacidade)

 

A UTREPE TEM personalidade jurídica e é dotado de capacidade judiciária.

 

Artigo 5.º

(Das Finalidades)

 

A UTREPE TEM por finalidade:

1. Assumir-se como parceiro social na defesa e promoção da economia social;

2. Estabelecer relações de cooperação com outras associações ou entidades nacionais e internacionais, com fins e objectivos similares;

3. Representar os seus associados trabalhadores, reformados e pensionistas do sector de energia, na defesa dos seus direitos e interesses;

4. Promover a participação cívica na definição de politicas publicas visando uma sociedade mais justa e solidária;

5. Promover acções de formação e de sensibilização que possam melhorar e dignificar o bem estar e a vida dos seus associados;

6. Prestar assistência social, sindical, jurídica e judiciária aos seus associados;

 

 

Artigo 5.º

(Dos Objectivos)

 

A UTREPE TEM por objectivos:

 

1. Propor, negociar e outorgar livremente convenções colectivas de trabalho e de concertação social;

2. Participar na elaboração da legislação de ambito laboral;

3. Emitir pareceres sobre todos os assuntos que respeitem aos seus associados, no ambito da Legislação Laboral.

4. Representar os seus associados, em juízo e fora dele,

5. Intervir na defesa dos seus associados em todos os conflitos decorrentes das relações de trabalho, nomeadamente processos disciplinares e despedimentos resultantes quer da actividade profissional quer da actividade sindical;

6. Exercer o direito de participar nos processos de reestruturação das empresas, no respeitante a acções de formação ou quando ocorram alterações das condições de trabalho;

7. Lutar, por todos os meios ao seu alcance, pela concretização dos seus objectivos, no respeito pelos principios fundamentais;

8. Velar, por todos os meios ao seu alcance, pelo cumprimento das convenções colectivas de trabalho e pelo respeito de toda a legislação do ambito laboral;

9. Proceder ao tratamento de documentos necessarios aos seus associados, nomeadamente, cartões, carteiras profissionais, certidões, credenciais e declarações.

10. Decretar a greve e por-lhe termo.

 

 

Artigo 5.º

(Da Missão)

 

A UTREPE TEM por missão:

 

Apoiar social e culturalmente os seus associados e respectivos cônjuges ou equiparados, nos dominios da solidariedade social, saúde e cultura, e promover iniciativas que, numa perspectiva de envelhecimento ativo, mobilizem os associados para as actividades de voluntariado, formativas, culturais e recreativas.

 

Todavia, a UTREPE ESTARÁ:

Especialmente atenta aos associados Reformados e Pensionistas que se encontrem em situação de maior fragilidade social, física, psicológica, afetiva ou financeira, elegendo como missão nobre e prioritária, o apoio e esse universo especifico que coincide, em geral, com os associados de menores recursos e/ou rendimentos.

 

CAPÍTULO IV

Dos Associados

 

Artigo 6.º

(Da Composição)

 

A UTREPE SERÁ COMPOSTA por todos os trabalhadores, reformados e pensionistas de todas as empresas integradas no Sector de Energia na geografia de Portugal. que, aceitando os presentes estatutos, a declaração de princípios, e os seus regulamentos, se inscrevam como associado voluntariamente.

 

Artigo 7.º

(Da Inscrição)

 

O pedido de inscrição é feito voluntariamente à UTREPE, mediante o preenchimento da respectiva proposta, assinada pelo proprio, que será aprovada pela Direcção.

 

Artigo 8.º

(Da Admissão)

 

 

 

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publicado às 00:37

 fcp.png

 

No corrente mês de Setembro de 2018, os trabalhadores beneficiários do Plano Flex Despesas de Educação, primeiramente foram contactados atrávés do Contact Center, para serem informados sobre as alterações introduzidas pelo Orçamento de Estado de 2018, relativamente aos denominados "Vales de Educação" para os próprios trabalhadores.

 

Na sequência dos primeiros contactos, alguns trabalhadores propuseram a possibilidade de pagarem a regularização da retenção do imposto (a Janeiro de 2018) de uma forma faseada. Tendo esta possibilidade sido negada por Acto de Gestão da empresa.

 

Posteriormente, e como facto consumado, receberam por e-mail a comunicação seguinte:

 

PlanoEDPFlex-DespesasEducacao.png

 

Este exemplo, É BEM ELUCIDATIVO, de como o Grupo EDP está a DIALOGAR SOCIALMENTE sobre matérias previstas no Acordo Colectivo de Trabalho de 2014.

 

Ou seja,

 

Em matérias previstas no Acordo Colectivo de Trabalho de 2014, e respeitantes a um dos seus Universos (no caso concreto, ao Universo de Beneficiários oriundos de ex-Contratos Individuais "integrados" no Contrato Colectivo do Grupo EDP), o Conselho de Administração Executiva continua a deliberar por Acto de Gestão, as matérias que foram "integradas" no ano de 2014, por acordo com os parceiros sindicais outorgantes do ACT/EDP 2014.

 

Ou melhor,

 

Decorridos que estão quatro anos (2014-2018) de vigência do ACT/EDP 2014, qualquer alteração de matéria que abranja os beneficiários do Plano FLEX, deveria ser levada à denominada Mesa de Negociações, do ambito do Instrumento de Regulamentação do Trabalho em vigor.

 

 

E não estar sujeita ao simples

Acto de Gestão do CAE EDP.

 

 

Entretanto,

 

Tomo conhecimento do conteúdo do comunicado do Sindel, datado de 28-09-2018 e divulgado no site - www.sindel.pt - a partir de 01-10-2018, que diz o seguinte:

 

Sindel1.png 

 

A minha atenção fica "presa" no conteúdo dos dois ultimos paragrafos:

 

"O SINDEL não pode aceitar esta atitude,

sobretudo numa organização como o Grupo EDP."

 

O SINDEL relembra as condicionantes legais

para se mexer nas remunerações

 

e lamenta que mais uma vez a EDP

não tenha auscultado a opinião dos seus parceiros institucionais

e representantes legítimos dos seus trabalhadores.

 

 

Quanto à posição " O Sindel não pode aceitar esta atitude sobretudo numa organização como o Grupo EDP ", em minha opinião, está carregadíssima de uma "pura demagogia", pela simples razão que o comportamento dos elementos da sua Comissão Negociadora Sindical, nomeadamente à Mesa das Negociações, não se coaduna com esta "posição" escrita. E, porque, há uma enorme diferença entre o "que se diz" e o "que se faz".

 

Quanto à posição "O SINDEL relembra as condicionantes legais para se mexer nas remunerações", subscrevo na íntegra esta posição.

 

Finalmente,

 

Quanto à posição " não tenha auscultado a opinião dos seus parceiros institucionais e representantes legítimos dos seus trabalhadores ", em minha opinião, o Sindel acaba de "assumir publicamente" o seu novo ADN, ao considerar-se um PARCEIRO INSTITUCONAL e não mais um "parceiro sindical". 

 

Na minha perspectiva, o parceiro institucional é caracterizado normalmente como um FACILITADOR DE ACORDOS, bastando para isso a auscultação da sua opinião.

 

Enquanto que, o parceiro sindical é caracterizado normalmente como um NEGOCIADOR DE CONVENÇÕES COLECTIVAS, em representação dos trabalhadores.

 

Em suma, 

 

A partir de agora, e com a revelação do seu novo ADN (de parceiro institucional), o Sindel  - na sua versão de liderança de Rui Miranda - somente pode ser visto como um 

 

FACILITADOR DE ACORDOS

 

 

Reacçoes.png

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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FernandoPegas.png

 (Fernando Pêgas - 02-10-2018 13:30)

 

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 O SINDEL lamenta que mais uma vez o Concelho de Administração da EDP não tenha auscultado a opinião dos seus parceiros institucionais e representantes legítimos dos seus trabalhadores.


Mas então onde moram as bases legais que

Obrigam a EDP a dialogar com os parceiros sindicais????.

 

Será que a EDP está cega e senil?

ou será que os representantes do Sindicato estão-se a marimbar para o assunto?

 (Joaquim Guimarães - 02-10-2018 17:03)

 

 

os sindicalistas comem a mão dos patroes exemplo disso ACT 2014

 (José Rodrigues - 03-10-2018 08:02)

 

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Meu caro Joaquim Guimarães, é assim:

 

Antes de 2014, ou seja antes da "integração" do Universo de ex-contratos individuais no nosso Contrato Colectivo do Grupo EDP, qualquer matéria que envolvesse aquele Universo de Trabalhadores com vinculo individual, bastava à EDP legislar ou regulamentar por um qualquer Acto de Gestão do CAE.

No entanto, a partir de 2014, ESTE "FIGURINO" DE GESTÃO FOI ALTERADO por efeito da "integração" dos ex-Contratos Individuais no Contrato Colectivo, conforme o "ACORDADO" entre todos os parceiros (patronais e sindicais) que outorgaram o novo ACT/EDP 2014.

Entretanto, e decorridos que estão cerca de 4 anos (2014 - 2018), PARECE-ME A MIM que esta "alteração estrutural" (por efeito da "integração" atrás referenciada) ESTÁ A PASSAR UM POUCO AO "LADO" AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DO GRUPO EDP, com a "complacência" de todos os parceiros sindicais, totalmente em estado de "inércia", ao não REINVIDICAREM DO CAE/EDP a legitima "Negociação Colectiva" das ALTERAÇÕES aos legítimos "Actos de Gestão" efectuados até à entrada em vigor do novo Instrumento de Regulamentação do Trabalho.

Portanto, há um conjunto de parceiros sindicais que andam "CEGOS e SENIS" (aproveitando a utilização dos teus termos). Disse.

 (Fernando Pêgas - 02-10-2018 18:40)

 

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Concordo com o Pegas.

Ainda vejo alguém a perguntar por meios legais. Estes meios têm que serem pressionados mesmo a sério pelas organizações dos trabalhadores. Porque está em causa o dinheiro de todos. Que será feito do dinheiro que nos é descontado todos os meses para a saúde?

(Jose Rocha Pinto - 02-10-2018 22:57)

 

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Meu caro Jose Rocha Pinto, sem duvida, o dinheiro que mensalmente descontamos para a MUTUA, faz com que esta também seja "nossa", com todos os direitos e deveres subjacentes. Mas, NINGUÉM PRESTA CONTAS A NINGUÉM !!

E o mais grave de tudo isto, é a empresa ter tomado a iniciativa de "reestruturar" a Sávida ("descapitalizando-a"), sem qualquer informação às "tropas".

E, TODOS NÓS, "embriagados" pelo estado de INÉRCIA que tomou conta das Estruturas Representativas dos Trabalhadores, parece que, vamos "ingénuamente" e/ou "displicentemente" NÃO REAGINDO ao caminho que nos vão "impondo" em direcção a um enorme buraco sem fundo.

É isto, que me vai na alma, em resposta à sua questão.

 (Fernando Pêgas - 02-10-2018 23:21)

 

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Sim TODOS NÓS embriagados pelo estado da situação, ninguém pede contas a ninguém, nem ao ESTADO ( Governo) que foi este à dias disse, noutros Governos ( nos anos 80) que incentivaram outras Empresas a fazerem o sub-sistema de Saúde para alíviar a Segurança Social.

(Jose Rocha Pinto - 02-10-2018 23:33)

 

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Mas neste assunto, também o Governo tem bastante culpa.

Aonde está uma Companhia de Seguros que faça um seguro de Saúde como noutros Países da EU?

(Jose Rocha Pinto - 02-10-2018 23:37)

 

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Aí não sei, mas talvez desse para deixar de pagar à SÁVIDA e pagar o seguro.

(Jose Rocha Pinto - 02-10-2018 23:40)

 

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O "problema" está precisamente aí. Sabendo todos nós que, em Portugal, NÃO HÁ UMA COMPANHIA DE SEGUROS QUE SE "ATRAVESSE" COM UMA APÓLICE "PARA A VIDA INTEIRA" (ou seja "até à cova", como sói dizer-se), como é possivel a EDP "persistir" numa estratégia empresarial de transformar a nossa "mútua" em "seguro".

As "pessoas" que se lixem, né ?!

 (Fernando Pêgas - 02-10-2018 23:44)

 

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Não, não concordo nessa sua perspectiva José Rocha Pinto. Pela simples razão "apontada" anteriormente, de não haver nenhuma Companhia de Seguros que se "atravesse" para a Vida Inteira.

 (Fernando Pêgas - 02-10-2018 23:47)

 

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 Isto é uma reação a tudo q se assiste. Vejo pessoas da ADSE a fazerem sevuros de para complementarem as perdas q têm na Adse.

(Jose Rocha Pinto - 02-10-2018 23:53)

 

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Das pessoas que lixem, já é antigo. Para as Empresas as pessoas são números.

(Jose Rocha Pinto - 02-10-2018 23:56)

 

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Sendo o nosso SNS (Serviço Nacional de Saúde) reconhecido internacionalmente como o melhor dos melhores modelos em todo o mundo, como é possivel os "pensadores tacanhos" pretenderem DESTRUIR o que temos de MELHOR ?!

 (Fernando Pêgas - 02-10-2018 23:57)

 

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Sim o "CAPITALISMO SELVAGEM" trata as pessoas como números.

(Fernando Pêgas - 02-10-2018 23:58)

 

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Mas se falecer um capitalistas desse tipo não faltam pessoas simples e "politiquinhos a dar-lhes os sentimentos e a irem às cerimónias funebres. Esta é a vergonha que tenho do povo q temos no PAÍS. Como o caso de escravidão da funcionária da fábrica na FEIRA. Quem se impôs a nível de Justiça? Que penalização teve este patrão? Isto para mim é crime, é a contradizer a justiça. Os patrões já se querem sobrepôr à JUSTIÇA.

(Jose Rocha Pinto - 03-10-2018 00:13)

 

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É com tristeza, mas também com muito espanto que leio estas opiniões de Trabalhadores, ou ex-trabalhadores fazerem estas e outras declarações relativas às estruturas representativas dos Trabalhadores, ou seja aos Sindicatos.

Estes só tem a força que os Trabalhadores lhe dão, quantas vezes alertaram para o que seria a empresa privada, o que na altura os Trabalhadores fizeram? Assobiaram para o lado.

(Américo Castro - 03-10-2018 12:22)

  

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Nenhum isto é a versão n2 do P S D

(João Carlos Tome - 03-10-2018 14:03)

 

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Americo Castro, permita-me a questão seguinte: Depois da entrada em vigor, do novo ACT/EDP 2014, da inteira responsabilidade dos parceiros patronais e dos parceiros sindicais (que outorgaram aquele Instrumento de Regulamentação de Trabalho), e já se passaram cerca de quatro anos (2014 - 2018), que "contas" é que os sindicatos prestaram aos trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP, para tamanha "HECATOMBE" DE DIREITOS E REGALIAS ??

 (Fernando Pêgas - 03-10-2018 15:20)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

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FernandoPegas.png

(Fernando Pêgas - 02-10-2018 16:01)

 

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?

(Cristina Afonso - 02-10-2018 17:07)

 

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Ó Cristina Afonso o Sindel, anda sem norte, e neste comunicado só diz "asneiras", com a agravante de colocar a nu, o seu novo ADN de "FACILITADOR DE ACORDOS".

Pobres e "coitados" Beneficiários do Plano Flex, que não têem ninguém que os defenda.

(Fernando Pêgas - 02-10-2018 22:18)

 

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São factos indesmentíveis caro FP

(Cristina Afonso - 04-10-2018 09:06)

 

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Facilitador de acordos, fica-lhes bem (?)

(Cristina Afonso - 04-10-2018 09:10)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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BeneficioEducação.png

PARECE QUE ...

Há a "necessidade urgente" de RECORDAR a Direcção de Recursos Humanos "corporativo" do Grupo EDP, de que em Portugal, o SALÁRIO faz parte integrante do PATRIMÓNIO IMATERIAL de cada um dos trabalhadores (em geral).

E, por via disso mesmo, nenhuma entidade patronal poderá "mexer" (a seu bel prazer) no Salário dos seus trabalhadores. Como o Grupo EDP o fez, na situação presente, dos Vales de Educação.

(Fernando Pêgas - 01-10-2018 18:36)

 

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publicado às 17:36

fcp.png

O meu "compromisso" com o SINOVAE

chegou hoje ao fim !!!

 

 

Bom dia meu bom amigo Antonio Cristóvão,

Relativamente à conversa que manifestei pretender manter contigo, de uma forma presencial, não pode ser adiada por mais tempo. Razão pela qual decidi escrever estas breves palavras, mas não substituindo a eventual conversa presencial.

 

Ora bem,

Desde o inicio, ou seja desde a conversa inicial mantida com o Aureliano Guedes, que abracei o teu projecto sindical (Sinovae) com enorme entusiasmo pessoal, por me teres dado a oportunidade de poder continuar a desenvolver a actividade sindical. Ou melhor, um “vírus bom” (movimento sindical) que me “infecionou” desde o já longínquo ano de 1982 (no Sindel) até aos dias de hoje.

 

Porém,

Aquele meu entusiasmo inicial, viria a sofrer algumas alterações, decorrentes das várias “vicissitudes” vivenciadas ao longo da existência do projecto sindical Sinovae. Até chegar-se à situação actual, de grosso modo, andar a pagar (do meu bolso) o Sindicalismo que exerço. Mas, mesmo assim, não são estes factos que me fazem “desistir” do Movimento Sindical em geral.

 

Na minha perspectiva,

E fazendo uma análise político-sindical, à actual situação do Movimento Sindical, designadamente no âmbito do Grupo EDP,  terei de chegar à conclusão que o mesmo Movimento Sindical do Grupo EDP chegou a uma INÉRCIA, nunca visto anteriormente, pelo menos desde o início dos anos oitenta do século passado. Porventura, muito por influência das “divisões” de Universos de Beneficiários (entre os Beneficiários oriundos do ex-Contrato Colectivo 2000 e os Beneficiários oriundos de ex-contratos individuais) introduzidas no actual ACT/EDP 2014.

 

Mas também há a registar, o enorme “abandono” do enorme universo de reformados e pensionistas do Grupo EDP, que actualmente, representam tão somente uma ordem de grandeza a roçar os oitenta por cento do total de beneficiários do ACT/EDP 2014.

 

Chegando-se, ridiculamente, ao ponto de o MAIOR UNIVERSO DE BENEFICIÁRIOS DO ACT/EDP 2014 (que são os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP) não terem qualquer VOZ REPRESENTATIVA dos seus interesses, à Mesa das Negociações, bem como nas duas Comissões de Acompanhamento (do Esquema de Saúdo e do Fundo de Pensões) previstas no âmbito do ACT/EDP 2014.

 

 

Por tudo isto,

E revelando alguma incapacidade, para dizer não a inúmeros “apelos” efectuados por reformados e pensionistas do Grupo EDP, no âmbito das inúmeras conversas “online” que vou mantendo com eles, designadamente na pagina do Facebook do grupo fechado denominado Comunidade EDP (criada e administrada por mim), tomei a iniciativa de formalizar uma “nova entidade”, junto do Registo Nacional de Pessoas Colectivas. Que é a seguinte:

 

UTREPE.png

 

Ora bem, meu bom amigo Antonio Cristóvão,

Compreenderás e entenderás agora, o caracter de urgência, de ter manifestado a vontade de ter uma conversa contigo, mas também com o amigo Aureliano Guesdes (pelo facto de ter sido a pessoa responsável da minha adesão ao projecto sindical Sinovae), com o objectivo único de me “descomprometer” convosco, e no imediato, a minha continuidade (designadamente) no dirigismo do teu projecto sindical SINOVAE.

 

No entanto,

É minha intenção, continuar como associado do SINOVAE, até ao momento de estar completa a regularização do novo projecto denominado UTREPE.

 

Por fim,

Manifesto desde já a minha intenção de pretender manter uma conversa de modo presencial e conjunta, contigo e com o Aureliano Guedes, em dia, hora e local a combinar oportunamente.

 

Ciente de toda a vossa compreensão e entendimento, sobre todos os assuntos abordados, subscrevo-me com os melhores cumprimentos,

Fernando Pêgas

 

 

Reacçoes.png

 

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 (copiado da pagina do facebook do grupo fechado edp)

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 😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂

 (Julio Fernandes Santos - 28-09-2018 09:04)

 

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Curiosas "gargalhadas" de um TRAIDOR reaparecido.

(Fernando Pêgas - 29-09-2018 23:15)

 

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Traidor é a PUTA QUE TE PARIU!!

Já te disse uma vez que as tuas provocações te podem fazer mal aos dentes e agora aviso-te:

A próxima vez que me vires trata de mudar de rua porque senão seja onde for vou partir-te essa focinheira de cretino que a natureza te deu.

 (Julio Fernandes Santos - 30-09-2018 11:49)

 

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(Fernando Pêgas - 30-09-2018 21:50)

 

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Zangam-se as comadres...........

(Tome Mario - 01-10-2018 22:50)

 

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 Conheces-me de onde!? Vai chamar comadre ao CQTF, pá!!!

 (Julio Fernandes Santos - 08-10-2018 21:25)

 

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Claro que te conheço. Senão como saberia que são comadres desavindas?

Mudaste só numa coisa. Estás um pouco menos polido - ( com o novo vocabulário mais pareces uma rameira ).

(Tome Mario - 08-10-2018 23:39)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade edp)

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??!! Já "fostes"?

(Cristina Afonso - 28-09-2018 15:40)

 

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Não percebo a duvida ou a interrogação.

(Fernando Pêgas - 29-09-2018 23:21)

 

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Não me leve a mal caro Fernando. Não é dúvida nem interrogação. É apenas uma "questiúncula" que me chegou e que posso ter percebido mal.

(Cristina Afonso - 02-10-2018 10:24)

 

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Cristina Afonso  obviamente que não a levo a mal.

Mas a minha reacção, surge precisamente por intuir isso mesmo (ou seja, as habituais "questiunculas" geradas por pessoas ligadas ao Sindel em torno da minha pessoa).

(Fernando Pêgas - 02-10-2018 13:29)

 

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Ó Cristina Afonso, ainda sobre "questiunculas" geradas por pessoas ligadas ao Sindel em torno da minha pessoa, e para uma melhor percepção do que se diz por aí ... (pelo Sindel), repare no dialogo seguinte que mantive com Julio Fernandes dos Santos, na pagina do facebook de um grupo fechado da EDP, em torno deste mesmo assunto:

JulioFernandesSantos.png

(Fernando Pêgas - 02-10-2018 14:53)

 

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caso para dizer: FOGO que esse tipo é MAU!

(Cristina Afonso - 02-10-2018 15:15)

 

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Quem é Julio Fernandes Santos ?

É um associado do Sindel, que "esteve" comigo aquando do movimento Renovar é Preciso, no sentido da apresentação de listas candidatas ao XI Congresso do Sindel, e que na semana véspera da data limite para a apresentação das referidas listas, simplesmente me "abandonou". Esta explicação, é para perceber a razão de utilizar o termo de "traidor" no referido diálogo.

(Fernando Pêgas - 02-10-2018 14:59)

 

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 (copiado da pagina do facebook Amigos edp setubal)

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 novo projeto?

(Rui George - 28-09-2018 15:43)

 

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Sim, um projecto que faz a "união" dos Trabalhadores, Reformados e Pensionistas do Sector de Energia.

(Fernando Pêgas - 28-09-2018 17:54)

 

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 Parece-me bem. Ou se toca um instrumento ou outro. Só duas observaçõezitas.

- Espero que a opção não seja "apenas" porque a mama sindical seja cada vez menor se, como afirmas, os Pensionistas do Grupo EDP, actualmente, representam os oitenta por cento  do total de beneficiários do ACT/EDP 2014.

- Os teus amigos Guedes e guedes e companhia, quando perceberem o que tu já percebeste - ou "inhantes" - virão ter contigo para entrarem neste novo comboio expresso de controlo de massas.

(Antonio Moreno - 29-09-2018 14:06)

 

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Boa reforma ao menos que de para a buxa um abraço amigo e muitos anos cá com a jente ok vai outro abraço

(Mario Pinto - 01-10-2018 19:27)

 

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publicado às 23:14


As Portas Giratórias ...

por efepe, em 20.09.18

LuisBernardo.png

- Por Luis Bernardo

 

 

A propósito do tema já recorrente das “portas giratórias” entre o Estado, o regulador e as empresas de energia, João Talone recorda que quando chegou à EDP encontrou 12 consultores externos com motorista que ocupavam um andar inteiro e que tinham sido ministros dos Governos PS e PSD/CDS.

 

JoaoTalone.png

 https://observador.pt/2018/09/18/joao-talone-a-edp-nasce-do-estado-a-edp-era-o-estado-hoje-e-o-mau-da-fita/

(Luis Bernardo - 19-09-2018 01:32)

 

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É o velho problema de quem parte e reparte fica com a melhor parte.

Mas relativamente à EDP quando era do Estado ou seja quando foi nacionalizada integrando todas as empresas produtoras de electricidade, tal como a Petrogal, actualmente Galp, serviu de garante aos empréstimos do estado, nos anos 70.

Aqui aplica-se também a máxima de que não há almoços gratis.

 

Sobre a quantidade de consultores, sem querer defender o que quer que fosse, a EDP era uma manta de retalhos, em que investiu fortemente no hídrico e no térmico sendo necessário conhecimento e contactos, pois nessa altura o consumo de energia subiu bastante.

Depois houve que unificar a rede eléctrica nacional e investir na ligação a Espanha.

 

Como passei pela SOREFAME e pelo ISQ estava a par deste assunto (o meu pai quadro da SOREFAME, desde meados dos anos 40, era responsável das montagens dos equipamentos hidro-mecânicos e o meu irmão esteve envolvido na construção das barragens como Eng. Civil nas grandes empresas de construção).

(Eduardo Lopes - 19-09-2018 11:27)

 

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Sim, na década de 80 a EDP suportou empréstimos internacionais feitos ao Estado português.

Não é uma empresa perfeita mas seria óptimo se todas as empresas portuguesas funcionassem assim.

 

No meu ponto de vista tem tido excelentes gestores (como foi o caso do Eng. João Talone que muito admirei pela sua competência de gestão e, sobretudo, pela honestidade e proximidade com que a praticava).

O elevado rendimento líquido que, sucessivamente, apresenta deve-se às opções estratégicas que tem sabido tomar (a internacionalização acertada e ser 3º produtor mundial em energias renováveis para uma utility de pequena/média dimensão em termos mundiais prova isso...) e à excelência do seu pessoal.

Isto é real, admiti alguns engenheiros para a minha Área e podia escolher os melhores...

Pena a EDP ser chinesa...

(Luis Bernardo - 19-09-2018 12:15)

 

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Luís Bernardo Eu sempre tive uma ligação muito forte à EDP pois a minha família esteve sempre ligada a esta grande empresa.

No ISQ eu fazia com o Eng. Anastácio Baptista, falecido precocemente, que estava na Av. Estados Unidos, parte de grupos de I&D que na UE tentávamos trazer conhecimento sobre a avaliação de vida restante nas centrais térmicas.

E o lobbying que conseguíamos fazer envolvendo a Mague conseguiamo-nos juntar a uma "certa nata" do conhecimento.

Isso nao implicava que na prestação de serviços houvesse qualquer favor pois a responsabilidade era de outros responsáveis que faziam as consultas...e a discussão dos relatórios era " brava" do ponto de vista técnico e científico em que o AB era duro no bom sentido pois procurava explorar conhecimento para si e para os seus pares na EDP.

A melhor coisa que podemos encontrar é quem solicite um nível elevado de conhecimento e que da nossa parte no ISQ tentávamos dar resposta..tínhamos um grupo grande ..que se tinha especializado nessa área ( e ainda há).

Para o ISQ foi positivo pois ainda hoje vende serviços na Ásia em centrais térmicas.

 

A EDP sempre teve muito cuidado na escolha dos seus quadros e tinha e penso que ainda tem uma massa crítica muito acima das outras empresas mesmo as de grande dimensão.

O ISQ na altura, recorria a consultores internacionais sempre que não tinha conhecimento em determinadas áreas específicas tendo ao fim de alguns anos deixado de precisar deles.

Um dos directores de uma central dizia-me ..tinha eu menos 30 anos..."Eduardo livra-te dos incompetentes"...

 

Mas o mais interessante da antiga EDP, e.g., na hídrica do norte de Portugal, após uma campanha que meu pai fez, inicio dos anos 50, cumprindo prazos ou mesmo antecipando, recebeu um prémio dessa empresa ( na altura uma das muitas que havia) que deu para comprar uma casa....

Hoje isso seria algo impensável, mas isso também era porque o meu pai não recebia horas extra da empresa (mas os dias eram compridos e os fins de semana aconteciam de vez em quando) que por sua vez não eram cobradas à empresa hídrica.

Por tudo isto pode ver a razão da minha ligação...pena é ser chinesa...mas isso é "fruta do tempo".

 (Eduardo Lopes - 19-09-2018 12:49)

 

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publicado às 12:18

EmidioFevereiro.png

 

José Camisão e Maria do Céu Serafim

lembram-se

 

quando nos fecharam o Posto Médico de Almada, a "cartinha" que recebemos dizia que para salvar o Posto Médico de Lisboa na 5 de Outubro Almada tinha que fechar.

 

Foi uma transferência onde ninguém se preocupou com 0 "martelar" da SÃVIDA, mais o atendimento por certas pessoas era inqualificável e um certo prazer de nos disciplinar.

 

Desde sempre que a Seg Social nos fez a vida negra, dependíamos de Setúbal para levantar as vinhetas e os impressos o que não era tarefa fácil.

 

Durante muito tempo não pagámos taxas moderadoras mas agora porque carga de água eu tenho que pagar uma taxa moderadora à Segurança Social para pedir, por exemplo, uma credencial para uma qualquer consulta abrangida pela minha, nossa mútua de seguro.

 

Porque será que continuamos a não dispor de lista dos convencionados onde livremente temos tempo de escolha e não frente a um médico com este a debitar nomes e termos que escolher na hora.

 

O acabar com a SÃVIDA começou quando esta iniciou a sua actividade, ao longo dos tempos sem darmos conta as alterações que se iam verificando contribuiram para estarmos agora aqui a tentar descobrir quem é o pai da criança.

 

Quantas coisa ao longo dos tempos vimos que isto iria acabar assim?

 

Agora Sindicatos, Comissões de Trabalhadores, manifestações que força têm para reverter aquilo que já está em marcha?

 

Uma coisa é certa, a minha USF da residência continuará a ser a principal e a SÃVIDA o apêndice, porque nas intalações do SNS a entrada só me é garantida pela minha USF-

 

Já lá vai o tempo em que a SÃVIDA estava em 1º e anos a fio sem ir à "Caixa".

 

José Camisão tu que sabes muito aparece e fala

 

 

Um abraço a todos e que melhores ventos venha para todos nós.

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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Emidui Fevereiro.png

DIVULGANDO, PELA SUA IMPORTANCIA ...

o comentario de Emilio Fevereiro de 27 de Agosto de 2018,

no Blog Jornal Online 'efepe' / sindical

 (Fernando Pêgas - 01-09-2018 16:37)

 

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Emidio Fevereiro relativamente à lista dos médicos convencionados ninguém consegue ter acesso.

Espero que agora talvez com a lista dos dentistas possam acrescentar as restantes especialidades e que os utentes da Savida tenham acesso.

 (Maria do Ceu Serafim - 01-09-2018 19:43)

 

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Maria Do Ceu Serafim e os serviços de dentes continua na PT ou já mudaram?

 (Margarida Parada Pinto - 02-09-2018 16:38)

 

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Fim de setembro acaba.

Depois acho que pudemos escolher um médico dos convencionados das listas que parece que vão estar disponíveis no balcão do posto médico da Savida. No recibo do vencimento deste mês vem uma informação.

(Maria do Ceu Serafim - 02-09-2018 17:15)

 

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Maria Do Ceu Serafim obrigada

 (Margarida Parada Pinto - 02-09-2018 18:30)

 

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 Info Boletim Vencimento: ACABOU

 (Emidio Fevereiro - 02-09-2018 21:08)

 

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Amanhã vou à minha médica esclarecer este assunto.

 

À cerca de um mês foi à PT por causa de um dente chumbado o qual se estava a soltar. Nada foi feito porque o solução era para uma coroa e como o acordo estava a acabar nada feito. Resolvi o problema continuei a comer e mastigar por cima do dito dente o chumbo foi à vida, fui à PT a outro médico e já tenho o meu problema resolvido com nova restauração.

O acordo esta em vigor como tal deve ser aplicado sem senãos.

Amanhã darei noticias pois vou pedir credencial para estomatologia.

 (Emidio Fevereiro - 02-09-2018 21:15)

 

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O acordo termina no final de setembro.

(Maria do Ceu Serafim - 02-09-2018 21:47)

 

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O prometido é devido:

Reformado não tem acesso à lista dos médicos com acordo, ao contrário dos trabalhadores no activo, ordens da Administração em não acedermos ao sistema interno.

 

Escolha do médico é feita na hora da consulta e posteriormente segundo processo já usado.

 

Quando estive na PT alguém me disse que a SÃVIDA queria baixar os valores a pagar, o que não foi aceite mas também me disseram que aquilo que a SÃVIDA paga cá fora poucos querem trabalhar ou mesmo desistir, colegas de profissão conversam sobre este assunto e sabem o que se passa.

 

Também parece que a PT não respira muitos bons ares de sobrevivência, aliás foi dito na PT que estavam a preparar um pacote de preços para os utentes da SÃVIDA que desejem continuar lá os cuidados de estomatologia, curioso.

 

È sabido que Sindicatos só defendem quem está associado e trabalha porque são a ferramenta para as lutas partidárias, aqueles que podem paralisar a empresa, nós reformados temos um contributo de ZERO, portanto não lhes interessamos para nada, somente a quota paga tem valor.

 

A AREP muito dependente da EDP tem pouca margem reivindicativa, o que nada pode fazer quanto a enfrentar a administração da empresa.

 

O grande problema é e sempre foi um grande divorcio entre os trabalhadores no activo e os que estão reformados, Solidariedade é a que se vê, quem tem conhecimentos lá dentro se vai safando e assim vamos caminhando e protestando, e cada vez a ficarmos sem nada. pagamos uma Mútua de Seguro e não temos o direito básico de INFORMAÇÃO,

 

Quanto mais informados mais reivindicativos, quanto menos informados mais fácil de nos controlar, enfim o que uma vez sonhámos ser muito bom, diziam os antigos colegas isto algum dia ACABA.e tinham razão está mesmo acabando.

 

Mas isto vai acabando aos poucos, por um lado, por outro se a Seg Social acabar com a UCSP SA VIDA (EDP) os nossos colegas vão ter o mesmo caminho que tivemos anos atrás

 (Emidio Fevereiro - 03-09-2018 14:22)

 

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 Fevereiro subscrevo tudo o que dizes.

Mas aumentarem a Mútua de Seguro isso aumentam.

Não entendo qual o problema dos reformados puderem terem acesso à lista dos médicos convencionados. Paguei para os sindicatos quase 50 anos até não me importava de continuar a pagar mas perante a passividade dos sindicatos não interessa. Ninguém tinha conhecimento do fim do acordo com a PT os reformados é que alertaram para a situação. Espero que em relação à lista dos médicos os sindicatos façam alguma coisa. Enfim é o temos.

(Maria do Ceu Serafim - 03-09-2018 14:21)

 

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Alterei um pouco o que escrevi para não ferir mentes trabalhadoras. Maria do Céu bastava copiarem a ADSE. Como podem os sindicatos fazerem alguma coisa se os seus associados estão salvaguardados nesta e outras matérias

(Emidio Fevereiro - 03-09-2018 14:26)

 

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Se a PT está com pouca saúde alias eles prestam serviços a mais entidades, com a saida da SÃVIDA devem levar um abanão, e nós como estamos?

 

Lembras-te que no ano de 2001, se minha memória não me falha, de um dia para o outro o que eram duas Unidades de Rede passaram a ser uma, e quem estava a mais desapareceu. Com a SÃVIDA vai acontecer o mesmo.

 

Tenho como amiga uma colega que foi Psicologa na 5 de Outubro, e de um dia para o outro acabarm com as consultas, reforma com os Psicologos e os doentes que se LIXASSEM sem o mínimo respeito dos intervenientes.

 

Com a SÃVIDA vai acontecer o mesmo por isso a minha médica do SNS me disse para eu nunca me esquecer de que este é o serviço que me garantirá a minha assistência na saúde o resto, subsistemas de saúde existem enquanto os detentores deles quiserem, e quanto a pagares e não opinares foi uma tua e nossa opção em termos usufruto do EUP.

(Emidio Fevereiro - 03-09-2018 14:37)

 

 

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 (copiado da pagina do facebook do grupo fechado Comunidade EDP)

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  (Fernando Pêgas - 01-09-2018 16:37)

 

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Boa tarde!!! 

Eu também me lembro muito bem dessas e de outras situações.

  (Ivone Perdigão - 01-09-2018 17:48)

 

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Eu tinha tanto que dizer....

sobre os médicos da Savida.....nas já não vale a pena....porque quando saímos para o Servo Nacional de Saúde....já era tarde demais.
Já não vêjo dos dois olhos...somente umas sombras.

É agora andamos a lutar porque a pressão ocular está sempre muito alta.... sempre a mudar as medicações.
Eu ....tenho medo de perguntar....o porquê dos olhos como estão.....
tudo para quê..? se não vê...


Eu como cuidadora...vou fazendo os tratamentos de duas em duas horas com intervalo de 15 minutos....e comprimidos..
Desculpem o desabafo ...é talvez a minha dor a falar.
Beijinhos.

(Ivone Perdigão - 01-09-2018 18:05)

 

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Se tiver algum erro.. desculpem....porque não estou com coragem para ir ler...

  (Ivone Perdigão - 01-09-2018 18:09)

 

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Independentemente das críticas que se façam à Sãvida, médicos convencionados, etc não nos devemos esquecer que esta empresa é uma extensão dos postos da Segurança social e não é um subsistema de saúde.....

 

 (António Carlos Dias - 01-09-2018 21:06)

 

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 (copiado da pagina do facebook do grupo fechado EDP)

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Divulgando2.png

  (Fernando Pêgas - 01-09-2018 16:31)

 

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Pois eu lembro-me na altura ninguém se preocupou com o termo nos que deslocar a Lisboa para uma consulta, para pedir-mos uma receita ou uma credencial. Subscrevo tudo o que o Colega Fevereiro tão bem expôs. Desde essa altura que a assistência médica tem andado ao sabor de alguém que põe e dispõe e muitas vezes nem se digna informar os trabalhadores, reformados e pensionistas que vão sabendo quando os colegas de Lisboa vão fazendo o favor de passar a informação.

  (José Domingos Martins Marques - 03-09-2018 16:26)

 

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 (copiado da pagina do facebook do grupo publico Amigos EDP Setubal)

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EstomatologiaEDP2.png

 (Fernando Pêgas - 03-09-2018 16:07)

 

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 Aquando do encerramento do Posto Médico de Almada, foi marcada uma manifestação de protesto para aquele local. Pois bem. Passei por lá e não contei dez (10!) utentes na dita manifestação. Não significa que a presença de cem ou até mil utentes evitasse o seu encerramento mas seria um sinal/aviso para a administração da Sãvida. Adiante, que se faz tarde...

(Mario Orlando Moura Pinto - 04-09-2018 12:40)

 

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Pois ... são de sinais/avisos não só para a Administração da Savida, mas também para a Administração do Grupo EDP, QUE URGE PROMOVER. Não de uma forma "desgarrada", mas em acções sindicais "concertadas" entre todos os parceiros sindicais. Quem ousa dar o primeiro passo ?

 (Fernando Pêgas - 04-09-2018 17:53)

 

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 (copiado da pagina do facebook do grupo publico EDP)

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EstomatologiaEDP1.png

(Fernando Pêgas - 03-09-2018 16:09)

 

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Tantos casos vividos e quse nenhumas soluções apontadas!!!

(Joaquim Guimarães - 03-09-2018 16:55)

 

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Meu caro Joaquim Guimarães, as SOLUÇÕES deveriam ser apontadas através da Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde que foi INSTITUÍDA PELO ANEXO VIII do ACT/EDP 2014 (como um órgão de natureza consultiva), e cujos dois representantes dos trabalhadores são indicados um pela Frente Energia/CGTP e outro pela Frente Sindical/UGT.

  

MAS CUJA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO,

simplesmente NÃO FUNCIONA !!

(Fernando Pêgas - 03-09-2018 17:18)

 

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O que não funciona deve ser encaminhado a uma oficina, numa tentativa de ver corrigido o problema e, acaso não haja solução deverá ser reciclado!

(Joaquim Guimarães - 03-09-2018 17:32)

 

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Verdade Joaquim Guimarães. Mas, na verdade, é que também não há uma "oficina" (entenda-se uma verdadeira UNIDADE REINVIDICATIVA) capaz de corrigir os problemas quer os relacionados com a Saúde, quer outros. Pelo que a "RECICLAGEM" (substituição das peças de reserva e/ou de desgaste rápido) é efectivamente a MELHOR SOLUÇÃO.

(Fernando Pêgas - 03-09-2018 17:46)

 

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(Joaquim Guimarães - 03-09-2018 17:49)

 

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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 ATÉ A "CIRCULAÇÃO DA INFORMAÇÃO" SOBRE A SÃVIDA ...

É DEGRADANTE !!!

(Fernando Pêgas - 03-09-2018 18:36)

 

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Temos que obrigar à mudança.

(Joaquim Guimaraes - 03-09-2018 20:09)

 

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Como ?

Se andamos todos dispersos.

(Fernando Pêgas - 03-09-2018 18:36)

 

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Porque será? as pessoas já quase não acreditam nos líderes. Depois de encabeçarem a organização sentem-se como "deuses", fazem vôos mais altos e atraiçoam as bases.

(Joaquim Guimaraes - 04-09-2018 00:52)

 

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Terei de concordar contigo. Pois, penso que são os interesses das "bases" que devem determinar as agendas dos "dirigentes" e não o contrário. E, porque o modelo da "pirâmide invertida" tem de ser recuperado, é que achei por bem e bastante oportuno "avançar" com o projecto que está a dar os primeiros "passitos" na construção sólida dos seus alicerces.

(Fernando Pêgas - 04-09-2018 13:22)

 

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 (copiado da pagina do facebook do grupo fechado Comunidade EDP)

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 FernandoPegas.png

(Fernando Pêgas - 03-09-2018 18:36)

 

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Ainda bem que há o facebook,

para mim tem sido muito bom, desde que me fiz amigo do grupo EDP, vou consultando o que os meus amigos me vão alertando e eu o pouco que vou sabendo também faço por chegar a todos, tem sido uma grande ajuda obrigado. colegas.

  

(Avelino Forno - 03-09-2018 19:27)

 

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Mas, temos de fazer alguma coisa

(Fernando Rito - 03-09-2018 20:27)

 

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Nem que seja concentração no Marquês manifestações e outras lutas para os reformados e pré-reformados.

(Fernando Rito - 03-09-2018 20:31)

 

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 (copiado do Blog Jornal Online 'efepe' / sindical)

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EmidioFevreiro1.png

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Anonimo3.png

 

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publicado às 14:43


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