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Jornal Online 'efepe' / sindical

Jornal Online 'efepe' / sindical

Grupo EDP - Onda de "maus estares" entre Electricistas em inicio de carreira

por efepe, em 13.06.18

 

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Aquando do processo negocial de Revisão do ACT/EDP 2000, os "lobby's sindicais" da Frente Energia da CGTP e da Frente Sindical da UGT "cometeram" o GRAVE ERRO de "largarem mão" da regulação / regulamentação da Admissão de Trabalhadores no Grupo EDP.

 

Razão pela qual, a partir de 2014, a regulação / regulamentação de Admissão de Trabalhadores no Grupo EDP passou para o âmbito restrito dos Actos de Gestão do Conselho de Administração Executivo.

 

Foi já na perspectiva dos Actos de Gestão do CAE, que uma "boa quantidade" de novos Electricistas foram admitidos nas várias empresas do Grupo EDP.

 

Tendo acontecido que, em conformidade com o novo "livre arbítrio" do CAE / EDP, houve um conjunto de Electricistas que foram admitidos pela Base de Remuneração Dois (BR 2), quando anteriormente houveram admitidos pela Base de Remuneração Três (BR 3).

 

Na prática, isto significa que, o INICIO DE CARREIRA dos novos Electricistas foi "atrasado" em três, quatro ou cinco anos, conforme a "pontuação" anual da Avaliação de Desempenho obtida por cada Electricista.

 

Ora acontece que,

 

Alguns Electricistas, por efeito da "pontuação" obtida na Avaliação de Desempenho dos anos de 2014, 2015, 2016 e 2017 atingiram a pontuação de seis (6) pontos, o que lhes confere o "direito" de progredirem (salarialmente) para a Base de Remuneração seguinte.

 

Entretanto,

 

Por proposta das Chefias Hierárquicas, muitos dos Electricistas admitidos pela Base de Remuneração 2 (BR 2) vão progredir salarialmente para a Base de Remuneração 3 (BR 3).

 

São estas situações

 

de "mérito" e de "favorecimento"

 

que estão a gerar ondas de "mau estar" entre a classe de Electricistas em início de carreira, nas várias empresas do Grupo EDP.

 

 

Por fim,

 

Para se perceber o "alcance" , em euros, veja-se o extracto da Tabela Salarial, das Bases de Remuneração um (1) a quatro (4), em vigor no presente ano de 2018.

 

 

edp.BR1-BR4.png

Reacçoes.png

 

 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

 

Onda Maus Estares.png

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 16:08)

 

Veja lá melhor qual era o acesso à carreira de acordo com o nível 5 no ACT 2000.

Se calhar por pessoas desconhecedoras do ACT 2000 é que alguns trabalhadores

se viram obrigados a recorrer a tribunal para um correcto enquadramento

quando da admissão para os quadros com o ACT2000 em vigor!

(Luis Nogueira - 13-06-2018 17:47)

 

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Luis Nogueira, não vale a pena atirares "areia" para os olhos.

A ADMISSÃO DE TRABALHADORES NO GRUPO EDP

passou do ambito da Contratação Colectiva,

para o ambito do Acto Gestão do CAE.

Este é que é o ERRO !!

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 17:51)

 

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 Atirar areia para os olhos!?

Veja lá onde é que errou!

Ou tudo o que escreveu está correcto?

 

 

E tanto quanto sei,

qualquer trabalhador é admitido para os quadros

no âmbito da contratação colectiva.

 

 

A não ser que seja com um contrato a prazo,

como sempre aconteceu.

 

 

Eu fui um deles e foi com o ACT2000 em vigor.

Quanto ao resto...Não é conversa para aqui.

 

 

Mas reconheça lá o seu erro

e corrija se achar que o deve fazer.

(Luis Nogueira - 13-06-2018 17:56)

 

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Quem está errado não sou eu.

Eu estou a falar de Actos de Admissão.

Não estou a falar de Inicio de Carreiras

do Nivel X ou do Nivel Y.

Ponto final.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 17:57)

 

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Disse que no âmbito do act 2000

os electricistas eram admitidos na BR3.

Que não é verdade.

 

Parece querer dizer que as admissões não são feitas

no âmbito da contratação colectiva, e são.

 

Que não sejam feitas nas mesmas condições

que o eram no ACT2000, é verdade.

 

 

Mas continuam a ser feitas no âmbito de contratação colectiva.

Algo que não era feito na última fase do ACT2000.

 

Em que trabalhadores eram admitidos de qualquer maneira

com contratos individuais de trabalho.

 

 

Para empresas como a O&M (para técnicos)

e a Estudos e Consultoria(para quadros).

 

E isso foi algo que deixou de acontecer após o ACT2014!

(Luis Nogueira - 13-06-2018 18:06)

 

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Luis Nogueira, eu não disse nada disso que está para aí a dizer.

Está utilizando a mesma estrategia de sempre,

falar, falar e não dizer nada.

 

 

Não queira que eu diga,

o que o Luis Nogueira queira que eu diga.

Lançar a confusão é facil.

 

Parece que,

quer aplicar um Instrumento de Regulamentação de Trabalho

a um conjunto de trabalhadores que não era aplicável,

no momento da sua admissão,

por os seus vinculos contratuais

terem sido feitos ao abrigo de contratos individuais.

 

 

Não tente passar "atestados de incompetência".

Para rematar a conversa,

volto a dizer o "incompetente" não sou eu.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 20:49)

 

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Pode dizer o que quiser Fernando Pegas.

Mas nem vossa excelência é dona da verdade,

nem tão pouco costuma ser dona da razão.

 

 

E neste caso está mais uma vez a misturar alhos com bugalhos

e a lançar a confusão para quem é menos informado, 

em vez de informar correctamente.

E desta forma serve os propósitos sabe-se lá de quem...

 

Mais, não sabe a forma como fui admitido

e não irá certamente sabê-lo por mim.


Mas posso dizer-lhe que fui admitido à EDP Distribuição

e fui admitido mediante as regras do ACT 2000,

pois a EDP Distribuição era uma empresa subscritora do ACT.

 

Trabalhadores houve que antes e depois disso

foram admitidos para empresas que não eram subscritoras do ACT 2000

e eram admitidos consoante os seus lindos olhos

e a capacidade que tinham para negociar os seus vencimentos.

 

Portanto existia uma selvajaria quando da contratação,

não sendo esses trabalhadores admitidos segundo o instrumento

de regulamentação colectiva de trabalho que vigorava na empresa,

precisamente pela artimanha arranjada pela empresa

de criar empresas fora do ACT para admitir esses trabalhadores. 


Foi isso que deixou de existir com a entrada em vigor do ACT 2014.

Todos os trabalhadores passaram a ser admitidos

pelas regras em vigor no ACT 2014.

Já agora informo-o que os electricistas

(e qualquer outro trabalhador contratado como nível 5)

entravam até 2014 na BR4,

que era a primeira BR da carreira de nível 5,

ao contrário do que disse lá em cima

que eram contratados e integrados na BR3.

 

E isto acontecia com trabalhadores contratados

para empresas subscritoras do ACT2000.

 

 

Os outros não eram integrados em BR nenhuma.

Era-lhes atribuído um vencimento base

que em nada tinha a ver com a tabela constante

do ACT em vigor no momento da entrada!

 (Luis Nogueira - 13-06-2018 21:57)

 

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Quem está a falar dos trabalhadores

admitidos ao abrigo do ACT/EDP 2000

é o Luis Nogueira, não sou eu.

 

 

Todo o meu escrito é em torno dos Electricistas que foram admitidos

através de contratos individuais, e que devido à "selvajaria"

(utilizando o seu termo usado) que reinava então,

uns electricistas foram admitidos pela BR 3

e outros foram admitidos pela BR 2.

 

Não sei porquê que está a lançar a confusão.

Misturando o Luis Nogueira alhos com bugalhos.

Esta conversa acaba aqui.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 22:31)

 

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Como sua alteza disse... esta conversa fica por aqui.

Falar com portas não é fácil!

Talvez um dia se faça luz nessa cabecinha!

(Luis Nogueira - 13-06-2018 22:34)

 

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É uma vergonha, estar-se a discutir na praça pública matéria tão delicada

e que deve ser a salvaguarda dos trabalhadores da EDP.

 

Tenham vergonha e calem-se,

deixem de escrever barbaridades, de uma vez para sempre.

É por isso é que os trabalhadores da EDP

chegaram aos pontos em que estão

em matéria que diz respeito aos ACTs e EUP,

foram sempre defendidos, mal,

por pessoas que têm interesses ambíguos.

(Manuel Marçal - 14-06-2018 00:14)

 

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Com toda a certeza que o Manuel Marcal 

não tem acompanhado a evolução dos tempos.

 

 

Se o caminho traçado pelos "donos do Planeta"

foram os caminhos da "digitalização" e da "robotorização",

quem somos nós para "contrariar".

 

Se o Manuel Manuel Marcal não sabe,

será bom que fique sabendo que, hoje em dia,

o Grupo EDP já está na rede, com uma plataforma própria,

conhecida pelo "Facebook da EDP".

 

Portanto, essa sua "mentalidade"

de discussão na praça publica,

é um "tabu".

 

Por fim, quanto à sua "democracia",

quem é o Senhor Manuel Marcal para vir aqui

- à minha pagina do Facebook -

e MANDAR-ME CALAR ?!

(Fernando Pêgas - 14-06-2018 10:37)

 

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Estes Electricistas em inicio de carreira,

fazam parte do universo de trabalhadores

que foram admitidos no Grupo EDP,

através de Contrato Individual,

e posteriormente (em 2014) "integrados"

no Contrato Colectivo do Grupo EDP.


E, tendo em consideração,

As últimas propostas dos referidos "lobby's sindicais"

da Frente Energia da CGTP e da Frente Sindical da UGT,

no âmbito das várias matérias do ACT/EDP 2014 em discussão,

são um universo de trabalhadores que estão "deixados para trás".


Os trabalhadores "oriundos" de Contratos Individuais

ao serem "integrados" no Contrato Colectivo do Grupo EDP,

em 2014,

adquiriram o DIREITO de serem "tratados" com a mesma "dignidade"

de que são tratados os trabalhadores "oriundos" do ACT/EDP 2000.

(Fernando Pêgas - 14-06-2018 10:53)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Onda Maus Estares1.png

Mais tarde ou mais cedo ...

ter-se-ia que conhecer, os efeitos

da não regulação e/ou da não regulamentação

das Admissões de trabalhadores,

através da Contratação Colectiva.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 17:46)

 

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OPA EDP - O primeiro mês, que balanço ?

por efepe, em 12.06.18

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Ontem, dia 11 de Junho de 2018, concluíram-se os primeiros trinta dias, sobre os anúncios preliminares de Oferta Publica de Aquisição (OPA) da China Three Gorges (CTG) sobre o Grupo EDP (EDP) e a EDP Renováveis (EDPR).

 

Tendo em consideração as “movimentações” dos vários interesses envolvidos nas referidas “OPA’s”, poder-se-á constatar que, os Accionistas do Grupo EDP estão “atentos” e “organizados”, tendo como porta voz dos seus legítimos interesses, o Dr. António Mexia (ou seja, o actual Presidente do Conselho de Administração Executivo do Grupo EDP).

 

E que, ainda ontem “desafiou” os chineses a assumir compromisso sobre dividendos na EDP, conforme é referido pelo jornal “Expresso”.

 

Expresso1.png

 

 

E os “interesses” dos trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP como estão “organizados” ?

- Sabe-se muito pouco ou nada.

 

Pois, constata-se um “ENORME SILÊNCIO” por parte das Estruturas Representativas de Trabalhadores.

 

Como foi referido por Luis Moreira à comunicação social (Jornal de Negócios), sabe-se “apenas” que a Coordenadora das Comissão de Trabalhadores do Grupo EDP se iria “pronunciar” após a reunião com a EDP.

 

JornalNegocios.png

 

Na verdade, a reunião da Comissão de Trabalhadores com a EDP já se realizou no passado dia 06 de Junho de 2018. Imediatamente “antes” da Reunião Plenária (havida entre os parceiros patronais e os parceiros sindicais) na mesma data sobre a temática da “OPA chinesa à EDP”.

 

Mas, até à presente data, ainda não foi emitida qualquer comunicação ou informação sobre a “posição” da Comissão de Trabalhadores EDP.

 

 

Por outro lado,

 

Importa realçar que, a Comissão de Trabalhadores EDP “apenas” representa o total do universo dos trabalhadores (ou sejam, todas aquelas e todos aqueles que estão na chamada “vida laboral activa”), na geografia de Portugal. E que à data de 01 de Janeiro de 2018, cujo Número de Trabalhadores era de 5.887 (sendo 2.403 Quadros Superiores e 3.484 Não Quadros).

 

Vem esta “constatação” a propósito de uma outra “contatação” …

 

É que o universo de reformados e pensionistas do Grupo EDP, com uma ordem de grandeza, superior cinco ou seis vezes mais que o universo de trabalhadores,

 

 

NÃO ESTÁ “ORGANIZADO”.

 

Por conseguinte,

 

e à excepção de uma pequena minoria que continua “sindicalizada”, UMA GRANDE MAIORIA DE REFORMADOS E PENSIONISTAS DO GRUPO EDP está simplesmente “à margem” da presente “OPA chinesa à EDP”. 

 

E sem acesso directo, às comunicações e ou informações que vão sendo produzidas na plataforma informática, designada por INTRANET EDP.

 

Em suma, o conhecimento sobre a designada "OPA chinesa à EDP", não está a chegar a todos os interessados.

 

 

Reacçoes.png

  (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Mexia1.png

(Fernando Pêgas - 12-06-2018 11:47)

 

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Tristeza só interessa os lucros e os trabalhadores.

A desumanização da empresa está cada vez mais latente

na maneira como está a ser gerida.

(Isabel Cruz - 12-06-2018 11:53)

 

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faço minhas as suas palavras.

O Dr Mexia só se preocupa com o dinheiro

e há tantas outras coisas,

com tanto ou mais relevo que o money.

(Jose Alves Silva - 12-06-2018 12:08)

 

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Nunca pensei que chegasse a este nível

uma empresa destas!!!

(Luisa Moniz - 12-06-2018 12:09)

 

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Se me dissessem a uns anos atrás

que isto ia acontecer eu não acreditava.

Só posso dizer tristeza.

(Isabel Cruz - 12-06-2018 12:23)

 

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Realmente é só pena ninguém estar preocupado

com os direitos dos trabalhadores,reformados e pensionistas.

Principalmente ele que diz á boca cheia

que a EDP é uma empresa no âmbito social.

Não estará antes preocupado com os dividendos

que recebe todos os anos?

(José Domingos Martins Marques - 12-06-2018 12:43)

 

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 para muitos estão mais do que bom

(Isabel Moura Araujo - 12-06-2018 12:43)

 

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 isto para muita gente na edp é mina de ouro,

(Isabel Moura Araujo - 12-06-2018 12:48)

 

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É a destruição de uma grande empresa,

que foi construída com muitas lágrimas,suor, sofrimento e pobreza,

esta gente que vive á custa de todos aqueles que trabalharam

em condições desumanas, não tem humanidade nenhuma,

e mais não digo, pois para dizer tudo,

teria que estar aqui algumas horas a falar de gente

que não merece o meu respeito

(José Asdrubal Rosa - 12-06-2018 13:01)

 

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É verdade.

O meu pai trabalhou na UEP

umas das empresas da agora EDP

era guarda fios e morreu electrocutado a trabalhar

passavam semanas em tendas sem vir a casa

trabalho árduo e sem condições

mas o meu pai adorava o que fazia.

Devíamos por os agora gestores a trabalhar nessas condições

para saber dar o valor as pessoas e não aos números.

(Isabel Cruz - 12-06-2018 14:46)

 

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Isabel Cruz 

Estes gestores, trabalham para destruírem

o que os outros construíram com muito sacrifício,

são pessoas de gabinetes que de humanos não tem nada

(José Asdrubal Rosa - 12-06-2018 16:22)

 

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 É verdade têm tudo de bandeja

(Isabel Cruz - 12-06-2018 16:24)

 

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  (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

Mexia1.png

(Fernando Pêgas - 12-06-2018 11:48)

 

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Pois!.

O que importa são os dividendos dos acionistas.

É que quanto menores forem, menos recebe de prémio!.

Os trabalhadores, os pensionistas e os reformados?.

Quem são esses tipos?.

Ele quer lá saber deles!.

(Manuel Ferreira - 12-06-2018 12:29)

 

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JoseAbrantes.png

(José Abrantes - 12-06-2018 14:20)

 

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Lamento ...muito mas esta ...idiosincrasia

aponta para uma coisa similar a ex pt...

(José A Cristovao - 12-06-2018 17:52)

 

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E os sindicatos que fazem? Braços cruzados?

Ou será que interessa nada fazer?!

Verdadeiramente lamentável......................

(Francisco Capão - 12-06-2018 18:09)

 

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Pois...

(Vladimiro Vilão Ramos - 12-06-2018 19:38)

 

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Sim Francisco Capão ,

é verdadeiramente lamentável

que os sindicatos estejam "divididos" em lobbys.

É o "lobby" dos sindicatos filiados na CGTP.

É o "lobby" dos sindicatos fiiiados na UGT

e alguns "satélides" independentes.

E ainda, os sindicatos independentes "sem lobby".

Este cenário de "divisão" politico-sindical é muito profunda.

E é acompanhada aqui e além com cenas de "hostilidades"

que geram maus estares e algumas "tensões" odiosas.

(Fernando Pêgas - 12-06-2018 20:26)

 

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Fernando Pegas 

Dividindo, reinando e talvez tirando proveitos pessoais...,

cada povo tem o que merece.

(Francisco Capão - 12-06-2018 20:36)

 

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 Estou totalmente de acordo, Francisco Capão.

É bom que se diga que, os proveitos pessoais são reais.

Eu dou um pequeno exemplo:

Os sindicalistas "profissionais"

(ou sejam os que estão a tempo inteiro

nas varias Direcções Sindicais)

são avaliados pela "média" da pontuação

alcançada pelo Departamento a que pertencem na empresa.

Enquanto os sindicalistas "não profissionais"

e/ou os sindicalistas "por paixão"

que desempenham a carreira profissional

no seu local de trabalho,

e de quando em vez se ausentam do trabalho,

para desempenharem actividade sindical,

são avaliados em concorrência directa

com os restantes profissionais do Departamento,

e "regra geral" devido às quotas,

são negativados.

Levando que os mesmos,

não aufiram o Premio de Desempenho

(aquela verba negociada conjuntamente com a Tabela Salarial)

e não aufiram também a distribuiçao de lucros.

Trago esta realidade aqui,

porque a maioria dos trabalhadores,

reformados e pensionistas do Grupo EDP,

desconhece por completo esta "penalização"

que está associada aos sindicalistas "por paixão".

Já basta a injustiça da comparação genérica.

(Fernando Pêgas - 12-06-2018 20:59)

 

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Bem verdade.....

(Francisco Capão - 12-06-2018 21:50)

 

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Grande verdade que também senti

no meu tempo de atividade.

(Manuel Luis Sousa - 12-06-2018 23:04)

 

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Fernando Pegas 

Pois!. E mais.

Para mim não há quem me convença

que há por uns almoços.

E como se sabe, não há almoços de graça....

(Manuel Ferreira - 13-06-2018 00:30)

 

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Meu amigo Manuel Ferreira 

haja o que houver, continuo a pensar que,

a PAZ SOCIAL no Grupo EDP

está a ser muito mal "vendida".

E que, o actual modelo de sindicalismo

(ou seja, as decisões serem tomadas pelas "cúpulas"

no silêncio dos gabinetes das Direcções Sindicais

e posteriormente "impostas às bases")

terá que ser "repensado" com a urgência

que a actual realidade carece e merece.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 11:01)

 

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Fernando Pegas 

Claro que há que fazer alguma coisa.

O que é certo é que vejo movimentações nesse sentido

a não ser o que aqui vamos comentando e denunciando.

Há uma apatia quase geral que me deixa muito preocupado!

(Manuel Ferreira - 13-06-2018 11:07)

 

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Meu caro Manuel Ferreira,

eu também estou muito preocupado.

Porque entre o pessoal que está na vida activa,

sente-se um "MEDO" instalado,

designadamente entre a malta mais jovem

e um "DEIXA ANDAR"

entre a malta que está em fim de carreira e quase de saída.

Enquanto que entre o pessoal que já está na "vida bella" (da reforma)

sente-se uma enorme dose de "DESCONFIANÇA".

É tudo isto junto,

que está "impedindo" a consolidação de qualquer iniciativa.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 11:32)

 

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OPA EDP - Conheça a resposta oficial da EDP à Oferta da CTG

por efepe, em 12.06.18

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(copiado da intranet edp)

 
09 jun 2018

Conheça a resposta oficial da EDP à Oferta da CTG

 
EDP reconhece algum mérito à proposta de compra da CTG mas reafirma que preço oferecido por ação é baixo, pelo que recomenda para já aos acionistas que não vendam as suas ações
 
Em relatório entregue à CMVM na madrugada deste sábado, o Conselho de Administração Executivo considera que “o preço oferecido não reflecte adequadamente o valor da EDP e que o prémio implícito na Oferta é baixo considerando a prática seguida no mercado europeu das utilities nas situações onde existiu aquisição de controlo”. 
 
Em particular, afirma que:
  • ​a Oferta subavalia a EDP, tendo em conta os prémios pagos em ofertas públicas precedentes em dinheiro para aquisição de controlo. 
  • Tem implícito um múltiplo inferior à média paga em transacções precedentes relevantes; 
  • Está relativamente alinhada com os múltiplos de mercado de empresas comparáveis, metodologia que não incorpora prémio de controlo; 
  • Tem implícito um prémio inferior ao prémio oferecido pela CTG em 2011 para a aquisição de uma participação minoritária na EDP.

Consulte o Relatório entregue na CMVM, aqui

 

 

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Mensagem do Presidente

do Conselho de Administração Executivo

publicada na intranet.edp

 

 

Bom dia a todos,

No seguimento dos anúncios preliminares das ofertas públicas de aquisição (OPAs) sobre as ações representativas do capital social da EDP, e sobre as ações representativas do capital social EDPR, no passado dia 1 de Junho, a China Three Gorges (CTG) remeteu, respectivamente, à EDP e à EDPR, os projetos de prospetos e de anúncios de lançamento das referidas OPAs.

Com base nessa informação o Conselho de Administração Executivo da EDP e o Conselho de Administração da EDPR elaboraram os seus relatórios contendo os pareceres sobre a oportunidade e condições das OPAs, os quais foram hoje enviados à CTG e à CMVM e divulgados ao público em geral através da página da CMVM.

Com base no projeto de prospeto e no projeto de anúncio de lançamento da OPA à EDP, o Conselho de Administração Executivo da EDP recomendou:

  • O Conselho de Administração Executivo considera que o preço oferecido não reflecte adequadamente o valor da EDP e que o prémio implícito na Oferta é baixo considerando a prática seguida no mercado Europeu das utilities nas situações onde existiu aquisição de controlo. Assim, o Conselho de Administração Executivo não pode recomendar que os accionistas vendam as suas acções ao preço actualmente oferecido.
  • O Conselho de Administração Executivo constata que há mérito nas intenções estratégicas do Oferente. Dadas as incertezas em relação à implementação das intenções do Oferente e do potencial impacto na EDP, o Conselho de Administração Executivo procurará obter mais informação junto do Oferente para estar em condições de formar uma opinião mais fundamentada sobre a qualidade do projecto.
  • Sem prejuízo dos méritos do plano que venha a ser estruturado pelo Oferente com base nas intenções apresentadas, o Conselho de Administração Executivo é da opinião de que os accionistas que tencionem vender as suas acções devem ser adequadamente compensados por permitirem a tomada do controlo da EDP e a implementação do referido plano.

Com base no projeto de prospeto e no projeto de anúncio de lançamento da OPA à EDPR, o Conselho de Administração da EDPR recomendou:

  • Face ao exposto, o Conselho de Administração da EDP Renováveis recomenda não aceitar o preço da Oferta. Ao mesmo tempo, as potenciais implicações e desfechos regulatórios, em particular aqueles que poderão afetar a atividade nos Estados Unidos, não são claros e poderão ter impacto na estratégia e perspetivas de crescimento da EDP Renováveis. Acresce que o Conselho de Administração considera que o calendário proposto subjacente à oferta poderá não corresponder aos melhores interesses dos acionistas da EDP Renováveis e deveria ser clarificado.

 

Estas recomendações estão fundamentadas por uma análise detalhada pelo que aconselho a todos que consultem ambos os relatórios preparados pelas equipas de gestão, através do site da EDP em www.edp.com/pt-pt/investidores/informacao-investidor/apresentacoes ou da CMVM em www.cmvm.pt.

Ambas as OPAs encontram-se sujeitas à verificação de um conjunto significativo de condições, pelo que este será um processo de vários meses. Realço uma vez mais a importância de nos mantermos focados no nosso trabalho e na execução daquilo que são os objectivos com os quais nos comprometemos.

Continuaremos, naturalmente, a manter as equipas informadas dos desenvolvimentos deste processo e estamos naturalmente disponíveis para prestar todos os esclarecimentos.

 

Obrigado.

António Mexia

 

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Comunicação dirigida aos representantes dos trabalhadores da EDP

relativa à entrega do relatório do Conselho de Administração Executivo

sobre a oportunidade e condições da oferta sobre a EDP

 

Exmos. Senhores,

 

Vimos por este meio comunicar-vos que a China Three Gorges (Europe), S.A., uma sociedade indirecta e integralmente detida pela China Three Gorges Corporation, enviou, no passado dia 1 de Junho de 2018, à EDP – Energias de Portugal, S.A. (EDP), o projecto de prospecto e de anúncio de lançamento relativos à oferta pública de aquisição geral e voluntária sobre as acções emitidas pela EDP – Energias de Portugal, S.A. que se encontram admitidas à negociação no mercado regulamentado do NYSE Euronext Lisbon by Euronext Lisbon.

 

Tendo realizado a sua análise dos projectos de documentos da oferta, o Conselho de Administração Executivo recomendou no seu relatório o seguinte:

 

  • O Conselho de Administração Executivo considera que o preço oferecido não reflecte adequadamente o valor da EDP e que o prémio implícito na Oferta é baixo considerando a prática seguida no mercado Europeu das utilities nas situações onde existiu aquisição de controlo. Assim, o Conselho de Administração Executivo não pode recomendar que os accionistas vendam as suas acções ao preço actualmente oferecido.
  • O Conselho de Administração Executivo constata que há mérito nas intenções estratégicas do Oferente. Dadas as incertezas em relação à implementação das intenções do Oferente e do potencial impacto na EDP, o Conselho de Administração Executivo procurará obter mais informação junto do Oferente para estar em condições de formar uma opinião mais fundamentada sobre a qualidade do projecto.
  • Sem prejuízo dos méritos do plano que venha a ser estruturado pelo Oferente com base nas intenções apresentadas, o Conselho de Administração Executivo é da opinião de que os accionistas que tencionem vender as suas acções devem ser adequadamente compensados por permitirem a tomada do controlo da EDP e a implementação do referido plano.

 

Manter-vos-emos informados sobre os desenvolvimentos que ocorram no âmbito da oferta e para mais informações, queiram por favor consultar o texto completo do relatório do Conselho de Administração Executivo da EDP que se encontra disponível em www.cmvm.pt e em www.edp.com.

 

Esta comunicação é efectuada em cumprimento do disposto na alínea c) do número 1 do artigo 181º do Código dos Valores Mobiliários que impõe ao órgão de administração da EDP o dever de informar os representantes dos seus trabalhadores sobre o conteúdo dos documentos da oferta e do relatório elaborado por este órgão.

 

Com os meus melhores cumprimentos,

 

António Mexia

Presidente do Conselho de Administração Executivo

 

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Publico1.png

China Three Gorges diz que vai continuar a discutir detalhes da OPA com a EDP

A China Three Gorges (CTG) afirmou hoje que vai continuar a debater os detalhes da OPA sobre a EDP com a empresa, depois de a gestão da eléctrica ter considerado que a oferta tem "mérito", mas o modelo de implementação "não é claro".

Expresso1.png

 

DIÁRIO

Mexia desafia chineses a assumir compromisso sobre dividendos na EDP

 Miguel Prado MIGUEL PRADO

11.06.2018 às 18h00

 

Administração da EDP considera que se a China Three Gorges quer fazer um acordo-quadro com a elétrica no âmbito da oferta de aquisição deverá explicitar como irá remunerar os investidores que não queiram vender as suas ações da EDP

 

O conselho de administração da EDP quer que a China Three Gorges (CTG) diga claramente o que podem esperar os acionistas da elétrica em matéria de dividendos, caso a oferta pública de aquisição (OPA) seja bem sucedida e a a CTG passe a controlar a empresa.

 

Na proposta apresentada à EDP a CTG é cautelosa no que respeita à futura remuneração de quem decida não vender as suas ações, permanecendo no capital da EDP. A CTG diz ser sua intenção “adotar uma gestão financeira prudente”, notando que “procurará manter uma política de dividendos estável e não inferior ao que foi divulgado pela sociedade visada”.

 

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Grupo EDP - Falar da "nossa" saúde ...

por efepe, em 09.06.18

FernandoPegas1.png

 

Estando agendada para o proximo dia 20 de Junho de 2018, uma Reunião Plenária entre os parceiros patronais do Grupo EDP e os parceiros sindicais, no âmbito do ACT/EDP 2014, em que um dos temas é o Esquema de Saúde regulado pelo Anexo VIII, achei por bem lançar um debate e/ou uma discussão entre os actuais 1573 membros do grupo fechado denominado "Comunidade EDP" (no Facebook), dando assim "voz" a quem não tem voz, que são genericamente os reformados e pensionistas do Grupo EDP, sobre a temática

 

"Grupo EDP - Falar da "nossa" saúde ... "

 

Somente a titulo de curiosidade, entre o universo de reformados e pensionistas, existe cerca de uma "vintena" de beneficiários do Esquema de Saúde do Grupo EDP, que igualaram ou já ultrapassaram a idade dos cem anos (ou sejam, os "nossos" centenários).

 

FalarSaude.png

 

Pretende-se iniciar uma discussão ou um debate

sobre o "nosso" Esquema de Saúde,

regulado no Anexo VIII do ACT/EDP 2014.

(Fernando Pêgas - 09-06-2018 14:22)

 

FalarSaude2.png

 

Actualmente,

a representatividade dos trabalhadores, reformados e pensionistas

está entregue a um representante da Frente Energia (da CGTP)

e a um representante da Frente Sindical (UGT),

por "NOMEAÇÃO" dos parceiros patronais (do Grupo EDP).

 

Seria "éticamente" recomendável que,

os representantes dos trabalhadores, reformados e pensionistas

na referida Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde

passasse a ser efectuado através de um processo de "ELEIÇÃO".

 

E que a própria Comissão de Acompanhento do Esquema de Saúde

passasse a ser um órgão de cariz "DELIBERATIVO",

e não "apenas" de cariz "CONSULTIVO".

 (Fernando Pêgas - 09-06-2018 15:35)

 

FalarSaude3.png

 

Há beneficiários que,

para além da contribuição mensal para a Mútua,

estão a suportar do seu proprio bolso

as "contribuições" que cabem à Sãvida suportar.

 

Nomeadamente,

devido ao facto de a Gestão EDP Valor / Sãvida

não proceder administrativamente ao "encontro de contas",

resultante das situações em que haja "Adiantamentos"

e, designadamente,

em atos médicos que envolvam a ADSE (por exemplo) e a Sãvida.

 

Devido ao não procedimento administrativo de "encontro de contas",

a Gestão EDP Valor / Sãvida tem por hábito:

- "adiantar" no inicio do processo do ato médico

(por exemplo, uma intervenção cirurgica) e

- posteriormente "retirar" arbitrariamente através do Salário.

(Fernando Pêgas - 09-06-2018 19:50)

 

FalarSaude4.png

 

A “NÃO ACTUALIZAÇÃO” dos valores (avenças)

está directamente associada à “PERDA DE QUALIDADE”

dos médicos externos e especialistas associados

ao Esquema de Saúde do Grupo EDP !!

(Fernando Pêgas - 09-06-2018 20:25)

 

FalarSaude5.png

 

Actualmente,

os Beneficiários oriundos dos Contratos Individuais

estão abrangidos por um Seguro de Saúde

(no ambito do Plano Flex EDP)

que "apenas" é assegurado

enquanto os referidos Beneficiários

estiverem na denominada "Vida Activa".

 

Isto significa que,

quando os mesmos Beneficiários

passarem à situação de pré-reforma ou reforma,

não são mais abrangidos pelo Seguro de Saúde referido.

 

Neste particular,

a SOLIDARIEDADE INTER-GERACIONAL vai ser "determinante"

para a integração dos Beneficiários oriundos de ex-Contratos Individuais.

(Fernando Pêgas - 09-06-2018 20:48)

 

FalarSaude6.png

 

Havendo razões mais que "suficientes",

a DENÚNCIA DO ANEXO VIII (do ACT/EDP 2014)

necessita de uma "FORÇA SOCIAL"

que integre TODOS OS BENEFICIÁRIOS

(trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP).

 

BORA, MÃOS À OBRA !!!

(Fernando Pêgas - 09-06-2018 21:22)

 

 

 

 

 

OPA DA EDP AO ACT

por efepe, em 07.06.18

Fcp.png

 

Na reunião plenaria do dia 06 de Junho de 2016,

o SINOVAE manifestou à EDP apenas uma grande preocupação,

a OPA da EDP ao ACT, que está a acontecer.

 

Foi uma bomba que caiu na sala, sendo o SINOVAE o primeiro a falar, e quando a reunião ia acabar depois da informações, que o Miguel Setas transmitiu sobre a OPA, e que a comunicação social melhor tem dado conta, todos se preparavam para sair quando o SINOVAE manifestou a sua preocupação por esta OPA interna, depois quase todos falaram para não estarem calados, mas o que ficou consensuado foi a OPA ao ACT e ponto.

 

OPA DA EDP AO ACT

 

A EDP convocou para hoje uma Reunião, onde fez o ponto da situação da OPA.

Mas, o SINOVAE entende que a maior preocupação é a actual OPA, que a Empresa fez sobre o ACT.

 

Esta OPA tem implicações na outra OPA, que os accionistas chineses pretendem fazer.

Em boa verdade, e numa primeira fase, vejamos a situação actual da contratação colectiva na EDP:

 

- SUBSÍDIO DE ESTUDO PARA DESCENDENTES

 

A EDP deu o seu acordo a uma proposta final de consenso com os Sindicatos, em 9.5.18, na reunião seguinte em 16.5.18 retirou esse acordo.

Isto é mais do que uma OPA preventiva, é um descrédito total na concertação social, logo na paz social, logo na garantia de estabilidade de uma Empresa e numa altura em que decorre o processo de alteração de accionistas.

 

- CAMPOS DE FÉRIAS

 

Unilateralmente a EDP impõem a sua posição de levar ao pagamento dos campos de férias, depois disse que queria chegar a um acordo com valores adequados, e no final, mais uma OPA sobre o ACT, aplica o pagamento e ponto.

 

- TABELA DE AJUDAS DE CUSTO

 

A EDP depois de uma permanente insistência por parte do SINOVAE, em querer negociar a tabela de ajudas de custo, conforme consta no ACT, e após 9 anos sem qualquer alteração da mesma, eis senão quando aplica mais uma OPA à sua maneira, fez publicar uma tabela de ajudas de custo com alterações, que ficam aquém do razoável após 9 anos sem alterações.

 

 

- BENEFÍCIO DE ENERGIA ELÉCTRICA

 

Em conluio com as Finanças, e num jogo do empurra, a EDP permite e aplica a dupla tributação do benefício da energia eléctrica, aqui verifica-se uma OPA mista entre governo e EDP.

 

Só há uma solução, que o SINOVAE já propôs há muitos meses, é o desconto comercial sobre o montante do benefício a que os trabalhadores tiverem direito e acaba-se com duplas tributações.

 

- SAÚDE

 

A EDP solicitou que apresentássemos propostas para melhorar o sistema de saúde/Sãvida, os trabalhadores do Flex, que na reforma não terão qualquer apoio dos seus Seguros de saúde, a Empresa pretende que continuem à parte, nós entendemos que devem ser já chamados a este processo.

 

Mas também nos apercebemos, que a EDP apenas quer fazer uns pensos muito rápidos na Saúde, nós vamos apresentar um conjunto muito vasto de propostas ao Anexo VIII do ACT, para evitar mais uma OPA, que a EDP também prepara.

 

São mais do que justificáveis todas estas nossas preocupações, com uma autêntica OPA da EDP ao ACT, pois ela pode favorecer condições, que devem ser blindadas numa outra OPA, ou seja, devem ser blindados direitos e garantias dos trabalhadores da EDP, e esta actuação da Empresa, em nada favorece essa importante parte do Capital da EDP, que é o seu Capital HUMANO.

 

A EDP ainda está a tempo de alterar a situação, e com os Sindicatos estabelecer um verdadeiro diálogo social e uma Concertação Social, que garanta aos seus trabalhadores e ao povo Português uma salvaguarda dos interesses nacionais.

 

OPA DE ACCIONISTAS CHINESES À EDP

 

A EDP através do seu Administrador, Eng. Miguel Setas, informou-nos dos dados já conhecidos, e que são do domínio público, nada mais havendo a acrescentar ao já conhecido.

 

Próxima Reunião dia 20.6.18, para abordar o tema da Saúde na EDP e certamente outras matérias do ACT.

 

6.6.18                                                                                                                          A Direcção.

 

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Sobre a mesma reunião plenária do dia 06.06.2018,

vejamos agora a "reacção" de outros parceiros sindicais:

 

Sindel.OPA.png

 

SIEAP.OPA.png

Sinergia.OPA.png

 

Fiequimetal.Opa.png

 

 

Reacçoes.png

 

  (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

Opa.edp.png

 Como não aconteceu o "milagre da CMVM",

aguarda-se que aconteça o "milagre ERSE".

(Fernando Pêgas - 05-06-2018 11:34)

 

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FINALMEMTE UM POUCO DE RESPEITO

(Calçadasntos Santos - 05-06-2018 14:29)

 

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esperamos que os sindicatos defendam os direitos

dos trabalhadores, reformados e pré-reformados

(Fernando Rito - 05-06-2018 15:52)

 

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 Espero que não façam á nossa empresa o que fizeram á PT

(Anibal Pinto - 05-06-2018 21:39)

 

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Não é legal, terá que participar também a

Estrutura Representativa dos Trabalhadores.

(Fernando Manuel Rodrigues - 06-06-2018 22:12)

 

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Há na natureza as plantas parasitas

que sobem enroscadas no tronco das árvores

e se alimentam do esforço delas,

também no seio dos trabalhadores,

há aqueles que nada fazem para defender os seus direitos,

mas gostam de auferir os resultados dos que por eles lutam,

são igualmente parasitas no seio dos trabalhadores.

(Americo Castro - 07-06-2018 12:16)

 

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(copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

OPA EDP ACT.png

Está na hora do "resgate" do Anexo VIII

(o da Saúde) do ACT/EDP 2014.

(Fernando Pêgas - 07-06-2018 13:21)

 

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Vá actualizando a informação p.f.

(Fernando Caldas Vieira - 07-06-2018 13:25)

 

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Colega tirar as mão do bolso e não a dormecer

estou com Tigo sempre c poder informar comprimentos

(Nelson Andrade - 07-06-2018 14:05)

 

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Está a chegar a hora da discussão do Anexo VIII

(o anexo relativo à saude).

Pois, no proximo dia 20, está prevista a Reunião Plenária,

para o arranque das negociações.

A EDP e as Frentes da CGTP e da UGT "apenas" querem apresentar

propostas de melhoria de um Sistema de Saúde e de uma Gestão da Sãvida

que por "erros de estratégia" está a maltratar cerca de cinquenta mil beneficiários

(entre trabalhadores, reformados, pensionistas e respectivos agregados familiares).

do referido Anexo VII do ACT/EDP.

A actual "representatividade" sindical, com assento na Mesa das Negociações,

não está unida, nem dialoga entre si.

E, que tem vindo a "facilitar" os propósitos dos parceiros patronais.

Com todo este cenario, importa haver a "CORAGEM" da criação

de um movimento cívico em torno de uma "causa" (ou seja, a nossa saúde)

que é transversal a trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP.

E que não se "contente" apenas com propostas de melhoria.

Há que gerar "disponibilidades" para atacar a problemática da "Saúde"

de frente e sem medos ou fobias.

Em suma, está na hora, de o ANEXO VIII DO ACT/EDP

ser simplesmente "RESGATADO" !!

(Fernando Pêgas - 07-06-2018 15:22)

 

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Acho oportuno esclarecer que,

a sugestão de criação de um Movimento Cívico,

designadamente com a sua "Força Social"

assente nos Reformados e Pensionistas EDP,

tem a haver com a preocupação resultante do facto

de a Comissão Negociadora EDP (CN/EDP),

muito recentemente

(no ambito da negociação do Subsidio de Estudo para Descendentes),

ter emitido "atestados de menoridade ou de pequenez",

aos parceiros sindicais não outorgantes do ACT/EDP 2014.

Inicialmente, não tinha acreditado,

mas ontem tive a "confirmação"

da enorme falta de respeito pelas "minorias".

(Fernando Pêgas - 07-06-2018 16:05)

 

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(copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

ParaQueSeConste.png

CONTINUA A "MARGINALIZAÇÃO" ... 
dos parceiros sindicais "não outorgantes" (do ACT/EDP 2014)

Depois dos parceiros sindicais, agora foi a vez dos parceiros patronais.

 

Parece que, as únicas propostas válidas,

são as da Frente Energia (CGTP) e da Frente Sindical (UGT).

 

As outras propostas,

as de iniciativa dos Sindicatos Independentes

e/ou dos parceiros sindicais "não outorgantes" (do ACT/EDP 2014)

não são para serem tidas em conta.

Como aconteceu, no ambito da Tabela de Ajudas de Custo.

 

QUE "PAZ SOCIAL" É ESTA ? 
QUE "DIÁLOGO SOCIAL" É ESTE ?

(Fernando Pêgas - 07-06-2018 18:36)

 

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OPA: O que está em causa?

por efepe, em 07.06.18

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 No dia 05 de Junho de 2018, o tema da "OPA"

foi abordado através da intranet.edp.

  

OPA: O que está em causa?

A China Three Gorges, maior acionista da EDP, lançou uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a totalidade do capital da elétrica portuguesa. O que está em causa? Nós explicamos.
 
 
 
O que é uma OPA?
 
Uma OPA (Oferta pública de aquisição) é uma oferta de compra lançada sobre uma empresa com o objetivo de comprar uma sociedade cotada em bolsa. Para que seja realizada uma OPA, a mesma tem de preencher determinadas condições impostas por lei e ser autorizada pelas entidades reguladoras. A OPA designa-se de oferta pública, uma vez que é dirigida a todos os acionistas da empresa e anunciada publicamente.
 
 
O que oferece a China Three Gorges?
 

A China Three Gorges oferece uma contrapartida de 3,26 euros por ação, representando um prémio de 4,8%, sobre o preço de fecho anterior à OPA.  A CTG refere ainda o prémio de 10,8% em relação ao preço médio ponderado das ações nos seis meses anteriores à oferta.  

 

É também lançada uma OPA sobre a EDP Renováveis, e, neste caso, a contrapartida oferecida é de 7,33 euros por ação. A OPA à EDP Renováveis fica assim condicionada ao sucesso da OPA à EDP, isto é, condicionada à obtenção de 50% + 1 ação no capital da EDP. 

 

No total, para comprar a totalidade da EDP, a China Three Gorges terá de desembolsar cerca de nove mil milhões de euros.

 
 
A OPA pode falhar? De que depende?
 ​
A internacionalização da EDP, sobretudo da EDP Renováveis, obriga a China Three Gorges a passar por variados processos, para que consiga alcançar com êxito o seu objetivo. 
 
Uma lista extensa de autorizações que é necessário para avançar com a oferta sobre a EDP, o que inclui ultrapassar eventuais restrições regulatórias relacionadas com o quadro comunitário para o setor de energia e, em particular, para as redes elétricas;
 
O preço oferecido pela CTG ser aceite pelos acionistas, sendo que a  EDP considerou, por agora, o preço como baixo.
 
 
 
E se a OPA for bem-sucedida?
 
Se a OPA for bem-sucedida, a CTG promete contribuir para o “desenvolvimento sustentável de longo prazo” da EDP, a qual ficaria a liderar as operações de expansão da CTG na Europa, nas Américas e na Lusofonia. Predispõe-se ainda a entregar alguns ativos seus à EDP, de maneira a reduzir a alavancagem da energética portuguesa e cortar custos.
 
A CTG promete ainda manter a EDP cotada no mercado nacional, como “um ativo estratégico importante, com identidade portuguesa, cotada no Mercado Regulamentado Euronext Lisbon e sedeada em Portugal, preservando um elevado nível de autonomia e os mais altos padrões de corporate governance. Por fim, a CTG afirma que procurará manter uma “política de dividendos estável, não abaixo do que foi divulgado no último plano de negócios” da EDP
 
Na EDP Renováveis poderá não haver grandes mudanças. Se, no caso da EDP, o objetivo é usá-la como plataforma para a expansão internacional do grupo chinês, quanto à Renováveis “não são esperadas quaisquer alterações substanciais relativamente ao negócio e às atividades da sociedade visada”
 
 
A CTG pretende alterar os estatutos da EDP?
 
De acordo com o número três do artigo 14º dos Estatutos da EDP: “Não serão considerados os votos emitidos por um acionista, em nome próprio ou como representante de outro, que excedam 25% da totalidade dos votos correspondentes ao capital social”, o que significa que os votos dos acionistas estão limitados a 25% da totalidade, independentemente do capital que detenham - uma regra que a China Three Gorges quer mudar.
 
No anúncio preliminar da oferta, a CTG faz depender o lançamento da OPA da “alteração dos estatutos da sociedade visada [a EDP], ainda que condicionada ao sucesso da oferta, de forma a remover qualquer limite à contagem de votos emitidos por um só acionista, quer em nome próprio, quer atuando em nome de outro acionista”, ou seja, quer passar a votar com a totalidade do capital que passar a deter com a OPA.
 
 
O que vem a seguir?
 
Para já, o que foi entregue à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) é um anúncio preliminar de lançamento de OPA. A China Three Gorges tem agora até ao final de maio para fazer o pedido de registo desta OPA junto da CMVM, através de um projeto de prospeto. Depois desse momento, a CMVM terá oito dias para conceder ou recusar o pedido, podendo o prazo ser prorrogado caso haja pedidos de informação complementares, o que é habitual acontecer nestes casos.
 
Já a EDP tem um prazo de oito dias após receber o projeto de prospeto para divulgar um documento sobre “a oportunidade e as condições da oferta”. A lei determina que o prazo da oferta pode variar entre duas a dez semanas, devendo este período acontecer mais à frente, tendo em conta a obtenção de todas as autorizações necessárias, de acordo com o que a CTG declara no anúncio preliminar.
 

Sem Título.png

 

Conheça os comunicados feitos pela EDP até ao momento
 
No comunicado enviado no dia 15 de maio à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDP considerou baixo o preço oferecido pela China Three Gorges para adquirir a empresa. 
 
“O Conselho de Administração Executivo considera que o preço oferecido não reflete adequadamente o valor da EDP e que o prémio implícito na oferta é baixo considerando a prática seguida no mercado Europeu das ‘utilities’ nas situações onde existiu aquisição de controlo pelo oferente”, é referido na nota.
 
 
A declaração surge na sequência da Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada na passada sexta feira pela China Three Gorges, na qual propôs uma contrapartida de 3,26 euros por cada ação, o que representa um prémio de 4,82% face ao valor de mercado.
 

Anuncio.png

 

Nota aos Colaboradores

 

Na sequência das notícias dos últimos dias, que falam sobre a eventual aquisição da EDP e EDP Renováveis pela China Three Gorges, António Mexia deixou a seguinte nota a todos os colaboradores.

 

"Caros colaboradores,

 
Como muitos já saberão a China Three Gorges, sociedade que detém 23,3% da EDP – Energias de Portugal, S.A. (EDP), informou a EDP e a CMVM de que irá proceder ao lançamento de uma oferta pública de aquisição (OPA) geral e voluntária sobre as acções representativas do capital social da EDP e de uma OPA geral e obrigatória sobre as acções representativas do capital social da EDP Renováveis, S.A. (EDPR), que se encontram admitidas à negociação no mercado regulamentado do NYSE Euronext Lisbon by Euronext Lisbon.
 
O Conselho de Administração Executivo da EDP e o Conselho de Administração da EDPR irão pronunciar-se sobre a oportunidade e condições destas Ofertas nos respectivos relatórios que deverão ser elaborados no contexto destas OPAs.
 
Neste momento, reitero a importância de nos mantermos focados no nosso trabalho e na execução daquilo que são os objectivos com os quais nos comprometemos, guiados pela excelência que sempre nos caracterizou.
 
Para mais informação poderão consultar os anúncios preliminares publicados que juntamos em anexo. 
 
Iremos naturalmente manter toda a equipa da EDP e da EDPR informada dos desenvolvimentos deste processo
 
Obrigado.
 
António Mexia"

 

 

Reacçoes.png

 

  (copiado da pagina do facebook de Fernando Pegas)

 

 À consideração da CMVM ...

Silencio.png

 (Fernando Pêgas - 02-06-2018 23:49)

 

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Fernando Pegas o que podemos fazer?

(Rosa Maria Santos - 03-06-2018 08:30)

 

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Nunca tivemos ajuda!

(Amélia Jordão Viegas - 03-06-2018 09:01)

 

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E qual a opinião do trabalhador Fernando Pegas?

(Luis Nogueira - 03-06-2018 11:11)

 

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e do sindicalista?

(João Frazão - 03-06-2018 11:46)

 

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não basta ser provocador

apresente formas de atuação e de luta

(João Frazão - 03-06-2018 11:47)

 

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EU AINDA SOU DO TEMPO DOS BELGAS

 (Ventura Carlos - 04-06-2018 18:32)

 

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À especial atenção de Luis Nogueira e de João Frazão

Sobre a OPA EDP, e a pedido dos mais "distraídos",

reponho as minhas opiniões produzidas nos dias 26 e 27 de Maio de 2018,

no diálogo abaixo, que pode ser encontrado nesta minha pagina.

OPA.FernandoPegas.png

(Fernando Pêgas - 03-06-2018 19:02)

 

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Não acrescenta nada de novo é só uma opinião,

falar por falar e acusar os outros de estarem quietos

é pura demagogia na minha opinião.

Não vejo os sindicalistas, sindicatos, comissão de trabalhadores fazerem o seu papel

que é o de incentivar, alertar e estimular à tomada de posição e luta para defender

os interesses que são os de todos que trabalham e trabalharam na empresa.

(João Frazão - 03-06-2018 19:12)

 

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Meu caro João Frazão, no dia 26 de Maio de 2018,

em diálogo com Joaquim Gervasio, emiti a opinião seguinte ...

OPA.FernandoPegas1.png

(Fernando Pêgas - 03-06-2018 19:19)

 

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Então não acuse os trabalhadores e reformados de nada fazerem,

isoladamente nada podem.

 (João Frazão - 03-06-2018 19:21)

 

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Poderem podem, só que não é tão eficaz

como as posições colectivas, obviamente

(Fernando Pêgas - 03-06-2018 19:23)

 

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"UNILATERALIDADES" ... no Grupo EDP !!

por efepe, em 30.05.18

Fcp.png

 

 

No recibo de remunerações do mês de Maio de 2018,

os trabalhadores do Grupo EDP,

foram "surpreendidos" com uma Mensagem Institucional.

 

Mensagem Institucional.png

 

 Acedendo ao endereço electronico referenciado,

deparamos com a Tabela de Ajudas de Custo 

para o periodo de 01.01.2018 a 31.12.2018.

 

AjudasCusto2018.png

Porventura, 

 

Importa recordar que, entre os anos de 2009 e 2018, os trabalhadores das empresas do Grupo EDP foram reembolsados pela Tabela de Ajudas seguinte:

AjudasCusto2009.png

 

Em nove anos (2009 - 2018) ...

 

Os aumentos dos valores dos escalões foram os seguintes:

 

A - Para viagens em territorio nacional: 

Aumento de € 1,50

 

B - Para viagens ao estrangeiro: 

Aumento de € 3,50

(para os trabalhadores com a BR superior à BR 7)

 

Aumento de € 3,00

(para os trabalhadores na BR 7)

 

 

Tendo no mês de Maio de 2018, sido "recalculados" os valores pagos entre os meses de Janeiro a Maio de 2018, pela nova Tabela de Ajudas de Custo para o ano de 2018.

 

No novo ACT/EDP 2014, a matéria da Tabela de Ajudas de Custo passou a estar regulada e/ou regulamentada na Cláusula 45ª:

 

Clausula 45.png

 

Razão pela qual, a partir de 2014, a revisão anual da Tabela de Ajudas de Custo deveria ter passado para a Mesa das Negociações no âmbito do ACT/EDP 2014, em conformidade com os "compromissos" estabelecidos entre as partes "outorgantes" (ou sejam, os parceiros patronais e os parteiros sindicais). 

Mas tal não aconteceu !!

 

Porventura, porque os parceiros patronais e os parceiros sindicais, não apresentariam qualquer proposta de Revisão da Tabela de Ajudas de Custo para os anos de 2014, 2015, 2016 e 2017.

 

E, em 2018,

 

a "única" proposta de Revisão da Tabela de Ajudas de Custo, foi apresentada pela Comissão Negociadora do Sinovae. Conforme se pode verificar no extracto do comunicado de 31 de Janeiro de 2018:

 

PropostaSinovae1.png

 

Mas, a Comissão Negociadora da EDP 

NÃO RESPONDEU !!

 

Reacçoes.png

 

 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Unilateralidades.png

 No âmbito das Relações Laborais no Grupo EDP,

o conjunto de "incidentes" ocorridos no mês de Maio de 2018,

entre parceiros patronais e parceiros sindicais,

"prenunciam" grandes e graves alterações

à denominada Paz Social na EDP.

Porventura,

por o Diálogo Social andar demasiadamente "azêdo" !

(Fernando Pêgas - 30-05-2018 16:09)

 

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(copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

AjudasdeCusto.png

À "boleia" do silêncio institucional motivado pela OPA chinesa à EDP,

os parceiros sindicais "ainda" não reagiram à "UNILATERALIDADE" DA EDP.

Ou será que se vão "calar" ?!

(Fernando Pêgas - 31-05-2018 21:50)

 

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Pois é amigo Pegas:

O regabofe continua e tudo fica muito caladinho.

Estavam a "almoçar"........

(Manuel Ferreira - 31-05-2018 21:53)

 

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Miséria!

(Manuel Ferreira - 31-05-2018 22:16)

 

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(copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

 

Mas para as suas excelências,, ,

vai o cartão para gastar à grande e à Francesa!!

(Abilio Guedes - 31-05-2018 21:55)

 

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EDP cria plano de saúde para os clientes do mercado livre

por efepe, em 29.05.18

Fcp.png

 

 No passado dia 22 de Maio de 2018, o jornal de Negócios noticiou que a 

 

EDP cria plano de saúde

para os clientes do mercado livre

 

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/edp-cria-plano-de-saude-para-os-clientes-do-mercado-livre

 

 

Dado o interesse que a noticia me despertou, partilhei a noticia, na minha pagina do facebook, tendo produzido o comentário seguinte:

 

ISTO É DE UMA "HIPOCRISIA" SEM LIMITES ... 


Internamente, está em curso, a "descapitalização" do Subsistema de Saúde da Savida,

que é tão somente, um dos melhores Subsistemas do Sistema Nacional de Saúde (SNS),

que por sua vez é um dos melhores, senão o melhor mesmo,

Sistema de Saúde melhor estruturado a nível mundial.

 

Existe uma "despreocupação" imensa para com o bem-estar

dos trabalhadores, reformados e pensionistas EDP,

e em contrapartida,

há uma "preocupação" com a saúde dos clientes.

 

ORA, "MERDA" PARA O NEGÓCIO DAS "PREOCUPAÇÔES" !!!

 

 

Nota importante:

O meu comentário, foi fortemente influenciado,

pelo efeito "anestesiante",

que a OPA chinesa à EDP me está causando. 

 

Reacçoes.png

 

 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

EDP cria plano saude.png

(Fernando Pêgas - 23-05-2018 12:32)

 

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Só falta o cartão para os descontos, tipo SONAE

(Maria Cecilia Cardinal - 23-05-2018 13:51)

 

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 vale apena.

(Alvaro Castanho Correia - 23-05-2018  21:02)

 

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INCRÍVEL, mesmo. E o que dizem os nossos

representantes supostamente nossos defensores?!

(Graça Freitas - 23-05-2018  21:04)

 

está neste momento em curso

uma recolha de propostas e reclamações

junto dos trabalhadores

para preparar as negociações sobre saude

que se iniciam dia 20 de Junho.

(Joaquim Gervasio - 23-05-2018  22:56)

 

Obrigada.

De que forma está a circular essas

"propostas e reclamações" de que fala?!

(Graça Freitas - 29-05-2018  12:07)

 

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Como diz o grande jornalista Hernani Carvalho,

a bota não bate com a perdigota.

Aos colaboradores, reformados e pensionistas

que ao longo de muitos anos consolidaram e estruturaram,

fazendo da EDP a empresa que é hoje,

vão fazendo cortes na saude,

Preocupam-se com sistemas de saude dos clientes ?????

e as pessoas que contribuiram para o engrandecimento da Empresa ????

(Horacio Figueiredo - 23-05-2018  22:04)

 

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A Sãvida é sistema complementar, não é subsistema.

(Fernanda Alegria  - 23-05-2018  22:20)

 

 

Que diferença faz ????

não foi criada para os colaboradores e familiares ?

não sou muito inteligente,

mas explique para ver se entendo qual a diferença !

 (Horacio Figueiredo - 24-05-2018  11:45)

 

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Só temos aquilo que mercemos .

Deixamos que tudo isto acontece-se.😠

 (Carlos Jesus  - 23-05-2018  23:03)

 

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EDP cria plano de saúde para os clientes do mercado livre.

Não será mais "tretas"

Querem acabar com a Sãvida, e agora vêm com esta treta.

 (Fernando Branco  - 24-05-2018  01:55)

 

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Não entendo!

Será que o que descontamos há cerca de 40 anos para a Savida,

vai passar a dar direito a estas mordomias?

Nós também somos clientes EDP

e fazemos um desconto mensal muito superior..

É que não estou a entender mesmo,

o alcance desta "inovação " para os clientes...

 (Maria Manuela Lima  - 26-05-2018  15:53)

 

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Quando saiu esta notícia fiquei espantado

por a EDP entrar num negócio que nada tem a ver

com o produto com que trabalha - a eletricidade.

Mas fui sabendo mais e tudo isto vai levar a que a EDP,

deixe de ter um plano de saúde para os seus trabalhadores 

e passe o sistema que agora criou a outros

para que sejam esses a prestar os serviços de saúde

aos trabalhadores, reformados e pensionistas.

E assim, a EDP ve-se livre dos encargos com estruturas

que estão ao serviço dos trabalhadores.

Aliás daquelas cabeças pensantes

não poderia sair coisa boa nesta matéria.

 (Manuel Ferreira  - 26-05-2018  18:52)

 

 

Tens toda a razão Manuel Ferreira.

A pretensão dos accionistas do Grupo EDP

é a "descapitalização" da Mútua, e a consequente criação

de vários "Seguros de Saúde" em sua substituição.

É a esta "pretensão" do Grupo EDP que está a ficar na "hora certa"

de se desencadear uma verdadeira "BATALHA" na Defesa da Mútua.

Destruir (pela variante da "descapitalização")

toda uma estrutura que se tem revelado como umas das melhores

que temos em Portugal e no Sistema Nacional de Saúde,

somente ... "PORQUE SIM",

é de um CRIME "LESA PÁTRIA" sem precedentes.

(Fernando Pêgas  - 26-05-2018  19:02)

 

 

É isso caro Pegas.

É um trabalho feito à moda dos capitalistas.

Eles querem lá saber das questões sociais.

Querem é ter lucros a qualquer preço

para os meterem no bolso deles e dos amigos.

Os acionistas estão todos felizes. Pudera!.

Há muito que este projeto andava

naquelas cabeças (mal) pensantes.

Já não sei, caro Pegas, se teremos forças suficientes

para travar mais um ataque deste capitalismo selvagem.

(Manuel Ferreira  - 26-05-2018  19:09)

 

 

Temos sim, Manuel Ferreira. QUERER É PODER.

Teremos é que nos mobilizarmos e nos organizarmos,

necessariamente.

Para que, tenhamos a FORÇA NECESSÁRIA

para "pressionarmos" o Grupo EDP

a prestar contas do DINHEIRO DE TODOS NÒS,

que mensalmente descontamos para a Mútua.

Quer se queira, quer não se queira,

o DINHEIRO DE TODOS NÓS não tem tido

a representatividade no respectivo

ÓRGÃO DELIBERATIVO.

Apenas temos tido "assento" em ÓRGÃO CONSULTIVOS

que, simplesmente, não funcionam.

Para quê inscrever no ACT/EDP 2014,

como órgãos meramente consultivos,

uma Comissão de Acompanhamento do Fundo de Pensões

e/ou uma Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde,

para depois NÃO FUNCIONAREM,

e mais grave ainda, para NÃO PRESTAREM CONTAS em tempo útil.

Estas "fantochadas" terão que ter um inicio e um fim, como em tudo na vida.

(Fernando Pêgas  - 26-05-2018  19:24)

 

 

Fernando Pegas 

Temos de pensar numa forma de travar estes jagunços.

Temos de alertar,

sobretudo os nossos companheiros reformados e pensionistas.

Eu já em tempos quando conheci a decisão da EDP

de criar uma espécie de Seguro de Saúde,

publiquei no Grupo dos Barragistas

o que pensava sobre o assunto,

que me cheirou a esturro.

Há que alargar esse alerta.

Estes jagunços não vão parar enquanto não acabarem

com as duas figuras mais emblemáticos.

O subs.de pensão e a Saúde.

Esta última está a precisar que suba s tribunal.

Essa figura, como bem dizes é nossa.

Digo-te que na altura da negociação

(e com ad vantagens que teríamos)-

não exitamos em dar o nosso acordo.

Mas infelizmente os Sindicatos nem a isso se referem

 

para impedir a delapidaçao dessas duas figuras.

Ninguém presta contas sobre a Saúde,

de modo que nem sequer sabemos

quanto pesa a MÚTUA nos encargos.

Será que os Sindicatos alguma vez fizeram essa pergunta?.

Se perguntaram e sabem, têm escondido dos interessados,

essa informação.

(Manuel Ferreira  - 26-05-2018  21:48)

 

 

Apesar das vozes que aqui tem dito

que a EDP vai acabar com o sistema de saude

não há, por enquanto, nada em comcreto.

As negociações pedidas pelos sindicatos sobre a saude

vão iniciar no proximo dia 20 de junho

e a EDP não apresentou nenhuma proposta de alteração.

Os sindicatos é que se propõem

fazer propostas de melhoria no sistema.

è possivel que tenhamos que ir à luta

para fazer valer os nossos interesses

mas ainda se está na fase de construção das propostas

pelo que não devemos cair em alarmismos

que podem ser contraproducentes.

estes alarmismos só interessam

a quem quer protagonismo.

(Joaquim Gervasio  - 28-05-2018  23:03)

 

 

Se as "vozes" é comigo,

direi que não disse em lado nenhum

que o Esquema de Saúde vai acabar.

O que disse foi

que a intenção da Empresa era "descapitalizar" a Mútua,

para a substituir por esquema de seguros de saúde

(do tipo Plano Flex).

Quanto às negociações,

que vão iniciar no dia 20 de Junho,

direi que o que está em cima da Mesa das Negociações

são propostas de melhoria do Esquema de Saúde,

e não uma alteração profunda

do que de mau foi construído,

aquando das negociações

que deram origem ao ACT/EDP 2014 em vigor.

Não está nos meus propositos "ALARMAR".

Mas sim, informar com a maior transparência,

para consciencializar todos os beneficiários do ACT/EDP 2014.

(Fernando Pêgas  - 29-05-2018  11:00)

 

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Isto é que está a ficar aqui uma açorda nesta empresa,

só se preocupam em livrarem-se,

de encargos com trabalhadores e reformados

e não se preocupam em melhorar a vida das pessoas,

só se lembram de encher os bolsos deles,

pobre empresa que te desvirtuaram daquilo que eras,

foi com muito custo que os seus trabalhadores criaram riqueza

para mais tarde outros a derrotarem

trabalhei 49 anos,

assisti a todas as metamorfoses porque passou,

mas nunca a empresa tão má como a estão a por!!!

Nunca.

(Abilio Guedes  - 26-05-2018  23:11)

 

 

Caro amigo e companheiro.

Também eu trabalhei no Setor Elétrico duranta 46 anos.

Começando pela Hidro Elétrica do Douro,

em Miranda e Picote, onde estive 4 anos.

Depois vim para a Sede da Hidouro no Porto,

depois EDP até 2003 quando me reformei

como Assistente de Gestão.

Trabalhei sempre na Setor de Topografia.

Fui um dos negociadores do nosso Estatuto (EUP)

e membro da Comissão Central de Trabalhadores

durante o tempo da sua existência,

na EDP, até me reformar.

A atual Empresa não me diz nada,

a não ser na Reforma e na Saúde.

Esta última totalmente desvirtuada daquilo que eu assinei.

Abraço do Manel Ferreira.

(Manuel Ferreira  - 26-05-2018  23:16)

 

 

Caro Manuel Ferreira, eu sei,

cruzamo-nos algumas vezes Porto, e Canicada, acho eu.

Depois de ter percorrido, desde a HICA,

e tudo por aí, Di, e DN,

e ainda subestações, o restante tempo ,

foi como Técnico de Exploração em Canicada, 

um abraço

(Abilio Guedes  - 26-05-2018  23:21)

 

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É impressionante o que leio aqui,

há tantos anos que a empresa corta, corta, corta,

e agora aparecem algumas almas a lamentarem-se,

dizendo que a EDP está com ideias de cortar ainda mais, ou tudo.

Aos anos que digo a mim mesmo

que só temos o que merecemos,

quando é para lutar, são sempre os mesmos, e que ganham!

Uns cortes no salário no fim do mês por serem parvos

(palavras de alguns colegas)

lutar pelos seus direitos, alguns colegas ainda dizem…

não faças greve, não adiantas nada.

Pois não, numa empresa desta natureza,

sozinho realmente não,

mas ainda me lembro dos anos 70; 80 e 90.

Que quando resolvíamos lutar pelos nossos direitos,

as coisas não correiam como agora.

É uma vergonha o que se passa na EDP.

(Fernando Branco  - 27-05-2018  23:46)

 

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(copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

FernandoBranco.png

(Fernando Pegas - 28-05-2018  15:41)

 

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 Amigo Fernando todas as greves não foram em vão.

Um grande problema é que houve muitos oportunistas

e muitos Sindicatos criados para subirem na vida

e tu conheces (caciques lambe botas)etc.

Abraço zé 18

(José Santos Costa - 28-05-2018 16:10)

 

 

Só deu conta agora,

eu já à muitos anos k vanho a dizer,

o pessoal não quer lutar ,

um dia vão ficar sem nada.

E o caminho k se está a seguir é este,

os grandes com bons ordenados,

os escravos nada.

Mas isto ainda vai ser pior,

só se vê gatunos e corruptos.

(José Manuel Leite Teixeira - 28-05-2018 19:27)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

Alarmismos.png

HOJE, fui "surpreendido com a seguinte acusação" ...

"estes alarmismos só interessa a quem quer protagonismo".

 

ESCLAREÇO QUE ...

Não está nos meus propósitos "ALARMAR".

Mas sim, informar com a maior transparência possível,

no sentido de "despertar consciencias"

a todos os beneficiários do ACT/EDP 2014.

(Fernando Pegas - 29-05-2018  11:43)

 

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Meu amigo estás no caminho certo,

informar quem quer ser informado,

quem acha que a informação é "protagonismo"

está com saudades de outro tempo......

(Custodio Oliveira - 29-05-2018  13:33)

 

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 Lança tudo cá para fora

tens o meu apoio

eu também sou um pré reforma

continua

obrigado por esta comunicação

os meus cumprimentos

(Nelson Andrade - 31-05-2018  19:41)

 

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  (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

GraçaFreitas.png

PENA É ...

Que os reformados e pensionistas do Grupo EDP,

não façam parte das "preocupações" de alguns Negociadores Sindicais.

 (Fernando Pegas - 29-05-2018  13:29)

 

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Sindicatos vão analisar a oferta da China Three Gorges

por efepe, em 23.05.18

fcp1.png

 

Sindicatos vão analisar a oferta

da China Three Gorges

Os vários sindicatos da EDP prometem que vão estar atentos às condições da OPA da CTG

e os seus impactos nos postos de trabalho.

 

André Cabrita-Mendes
17 de maio de 2018 às 22:41
 
 

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A EDP conta com cerca de seis mil trabalhadores em Portugal, sendo cerca de metade sindicalizados, segundo contas dos sindicatos da empresa.  Perante a possibilidade da China Three Gorges (CTG) poder passar a controlar a EDP com a OPA, os sindicatos pedem respeito pelos direitos dos trabalhadores.


Questionado pelo Negócios, o Sindicato Nacional da Indústria e da Energia (Sindel) garante que vai pronunciar-se sobre os impactos no emprego, assim que conhecer todos os pormenores. "Queremos saber bem o que está em cima da mesa. Mas pretendemos pronunciar-nos [sobre a OPA]", disse Rui Miranda, do Sindel.
 

A CTG já contactou o órgão que agrega todas as comissões de trabalhadores das diversas empresas do grupo EDP. "Tivemos uma reunião com o administrador financeiro da CTG, Yang Ya, já depois do anúncio, que nos informou da OPA. A EDP também já nos informou", revelou Luís Moreira, coordenador da comissão coordenadora das comissões de trabalhadores da EDP. "Está agora prevista uma reunião com a EDP,  depois vamos pronunciar-nos. A CTG já está na EDP, desde que entraram não se notou nenhuma alteração", destacou.

Esperemos que os futuros donos da EDP
continuem a negociar com os sindicatos.
JOAQUIM GERVÁSIO
FIEQUIMETAL
  
Já a  federação intersindical Fiequimetal, afecta à CGTP, defende que os direitos laborais devem continuar a ser respeitados. "Não nos faz grande diferença ser um capitalista ou  outro, o capital é internacional. Esperemos que os futuros donos da EDP, sejam eles quem forem, continuem a negociar com os sindicatos, o que será bom para a empresa e trabalhadores", sublinhou Joaquim Gervásio, da Fiequimetal. O sindicalista defende a nacionalização da EDP. "Não percebemos como é que um Estado que tem tantos milhões de para socorrer a banca, não tem 10 mil milhões de euros para recuperar o controlo da EDP, que lhe daria mil milhões de lucros todos os anos", afirmou.

Também o Sindicato das Indústrias, Energias e Águas de Portugal (SIEAP) pede respeito pelos direitos laborais. "O erro foi privatizarem o sector da energia. A partir daí, não temos nada a opor a qualquer investidor, chinês ou de outro país. Desde que mantenha o poder de decisão da empresa em Portugal, assim como respeite os  direitos dos trabalhadores e as leis nacionais", afirmou João Damas, do SIEAP. O responsável considera que um novo dono  não vai alterar o rumo laboral da empresa. "A EDP tem tido um rumo com António Mexia de recorrer cada vez mais a outras empresas fora. Essa política deve continuar, com o número de trabalhadores da EDP a continuar a reduzir-se".
 
Não temos nada a opor a qualquer investidor.
Desde que respeite os direitos dos trabalhadores.
JOÃO DAMAS
SIEAP
 
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  TOME NOTA
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Os quatro deveres da EDP durante a OPA

Se a China Three Gorges tem várias obrigações como oferente, também a EDP tem quatro deveres a cumprir na qualidade de sociedade visada desde o anúncio da OPA até à sua conclusão.

EDP tem de informar sobre transacções
O primeiro dever do conselho de administração da EDP é manter a CMVM informada sobre as transacções de acções da EDP feitas pelos seus membros. A empresa tem de "informar diariamente a CMVM acerca das transacções realizadas pelos seus titulares sobre valores mobiliários emitidos pela sociedade visada", decreta o Código dos Valores Mobiliários.

CMVM informada
O regulador de bolsa também estabelece que o conselho de administração da EDP tem de "prestar todas as informações que lhe venham a ser solicitadas pela CMVM no âmbito das suas funções de supervisão".

Trabalhadores a par da operação
A CMVM estabelece que o conselho de administração da EDP deve manter os seus trabalhadores informadores sobre a oferta pública de aquisição. A empresa tem de "informar os representantes dos seus trabalhadores ou, na sua falta, os trabalhadores sobre o conteúdo dos documentos da oferta e do relatório por si elaborado, assim que estes sejam tornados públicos", segundo o Código dos Valores Mobiliários. Após o anúncio da OPA, o presidente da EDP, António Mexia, enviou um email aos trabalhadores a dar conta da oferta da CTG e onde pedia para continuarem "focados".

EDP deve agir de boa fé
A CMVM estabelece também que o conselho de administração da EDP deve "agir de boa fé, designadamente quanto à correcção da informação e quanto à lealdade do comportamento".

 

Sem Título1.png

 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Sindicatos vao analisar.png

A propósito da OPA “chinesa” sobre a EDP ...

Acho "curioso" (para não dizer "piada"),

que a Comissão de Trabalhadores da EDP, o Sindel, a Fiequimetal

e o SIEAP, já se tivessem "disponibilizado" para falar (mas sem dizerem "nada"),

para o exterior (entenda-se para a comunicação social) e

 

AINDA NÃO SE TIVESSEM "DISPONIBILIZADO" ...

para o interior (entenda-se para se dirigirem aos trabalhadores,

reformados e pensionistas da EDP, através de comunicado, informação,

ou outra forma de "comunicação").

(Fernando Pêgas - 23-05-2018 22:31)

 

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 Mas essas organizações existem!

É que em momento algum tenho dado por elas!

Devo andar destraido!

(Antonio Calçada - 27-05-2018 10:30)

 

 

Concordo

(Isabel Gomes Silva - 27-05-2018 16:13)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

Curioso.png

E MAIS "CURIOSIDADE" ACHO ... 
que passada que está uma semana, sobre a mensagem

do CEO Antonio Mexia aos colaboradores

(que na minha opinião politico-sindical, não é mais

do que um "alerta" ... "ORGANIZEM-SE" !!) ...

 

AINDA NENHUMA "ENTIDADE" REPRESENTATIVA DE TRABALHADORES

tivesse "tomado a iniciativa" de contactar outras entidades representativas de trabalhadores,

no sentido de se sentarem a uma mesa de trabalho e conversarem sobre a temática da

"OPA chinesa sobre a EDP".

(Fernando Pêgas - 23-05-2018 22:37)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

10dias.png

 O "meu desabafo de hoje" em forma de ALERTA ...

(Fernando Pêgas - 24-05-2018 16:32)

 

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Há trabalhadores que concordam

com a entrada de mais quota dos chineses,

eu não concordo

(Maria Antonieta Neves - 25-05-2018 10:40)

 

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A unica coisa correcta a fazer

seria o estado fazer ele proprio

uma opa para reaver o controlo da EDP.

(Joaquim Gervasio - 25-05-2018 11:34)

 

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tudo o resto é mais ou menos negativo para o País.

(Joaquim Gervasio - 25-05-2018 11:35)

 

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Que fazer?

Como reagir se quem tem capacidade de o fazer não o faz???

(Jose Domingos Martins Marques - 25-05-2018 11:47)

 

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 Na minha modesta opinião e/ou salvo melhor opinião,

há sempre a possibilidade de recurso à PETIÇÃO

(que poderá ser online)

para levar o assunto à Assembleia da República.

(Fernando Pêgas - 25-05-2018 11:59)

 

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não são as estruturas da que representam os trabalhadores

essas fazem o que podem,

mas infelizmente são os trabalhadores que não lutam,

são muitos anos de luta

sei muito bem o que passei

para que os camaradas fossem solidários

e lutassem pelos seus direitos

(Calçadasntos Santos - 25-05-2018 12:30)

 

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Amigo Calçada Força!

E aos amigos que formaram a E D P nós estamos a ser comidos

os sindicatos estão a levar os trabalhadores mas não fazem nada!

Só querem as nossas cotas, Em e o País que temos.Um abraço.

(To Carapuço - 25-05-2018 14:03)

 

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O país e empresas de referência,

são vendidos com tamanha ligeireza que impressiona!

Um dia quando acordarmos, já será tarde de mais.

A independência estará comprometida.

(Joaquim Vaz - 25-05-2018 14:12)

 

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NEM EU

(Angelo Farinha - 25-05-2018 19:26)

 

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São uns merdas

(Inocêncio Jose Mendes - 26-05-2018 11:36)

 

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(copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

 

Sem Título.png

 

Nem a OPA "chinesa" à EDP consegue "UNIR" as

Estruturas Representativas de Trabalhadores do Grupo EDP.

Porque será ?

Na verdade, o debate sobre a OPA "chinesa" à EDP está por fazer !!

(Fernando Pêgas - 25-05-2018 00:08)

 

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(copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

 

ParaQuando.png

 

Senhores membros das Comissões de Trabalhadores da EDP,

seria bom terem a noção do "ditado popular" ... QUEM CALA, CONSENTE !!

 

E, a "imagem" que estão a revelar, com a vossa "mudez" e "passividade",

É QUE ESTÃO DE ACORDO COM A "OPA CHINESA À EDP" !!

 

Quando há muitos milhares de trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP,

que NÃO CONCORDAM com a referida OPA "chinesa" à EDP.

 

MEXAM-SE !!! ... FAÇAM "QUALQUER COISA" POR TODOS NÓS !!!

(Fernando Pêgas - 25-05-2018 00:32)

 

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Tomei conhecimento, obrigada.

Mas tb n concordo.

Podemos tomar posição contra? Como?

(Filomena Costa Ferreira - 25-05-2018 11:26)

 

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Na minha modesta opinião e/ou salvo melhor opinião,

há sempre a possibilidade de recurso à PETIÇÃO

(que poderá ser online)

para levar o assunto à Assembleia da República.

(Fernando Pêgas - 25-05-2018 11:33)

 

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 quantas petições já tiveram resultado positivo na AR?

(Joaquim Gervasio - 26-05-2018 14:50)

 

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Meu caro Joaquim Gervásio, a questão fundamental,

está na necessidade urgente de "contestar", de fazer "oposição",

ou outra coisa qualquer ... à OPA Chinesa à EDP,

para que de uma forma implicita, não dar azo aos Chineses de pensarem,

que os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP

até estão de acordo com a OPA,

face à ausencia de contestação.

(Fernando Pêgas - 26-05-2018 17:34)

 

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Sr. Fernando Pegas, será que o sr.

é contra a OPA só por ela ser chinesa?

É que, nesta economia capitalista em que vivemos

os acionistas é que decidem se compram ou vendem,

não são as CTs nem os sindicatos.

A unica coisa que deveria ser feita era a recuperação

do controlo da EDP por parte de estado Portugês.

(Joaquim Gervasio - 26-05-2018 20:35)

 

 

É verdade que a decisão passa pelos accionistas.

Mas os Sindicatos e as CT's

podem e devem influenciar a decisão dos accionistas,

quando está em causa o interesse nacional,

como é a situação presente,

independentemente do Estado que tome a iniciativa.

Ouvir e calar é a pior situação que se pode ter.

(Fernando Pêgas - 26-05-2018 23:29)

 

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 Amigo e colega Fernando Pegas,

você é um lutador por estas causas e que eu aprecio bastante.

Acredito que estas suas manifestações,

sejam ouvidas por alguém que possa fazer alguma coisa.

Não devemos desistir. Um abraço.

(Manuel Silva - 27-05-2018 12:31)

 

 

Verdade Manuel Silva, quem me conhece,

sabe que sou um "Homem de Causas".

E que também não sou pessoa

de "desistir" daquilo que acredito.

Abraço.

(Fernando Pêgas - 27-05-2018 14:41)

  

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

 

Mexam-se.png

 (Fernando Pêgas - 25-05-2018 12:25)

 

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 Mas ainda há comissões de trabalhadores?

Se as há não se vêem.

 (Manuel Silva - 25-05-2018 13:32)

 

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É verdade parece que não há comissão de trabalhadores...

se não teriam feito alguma força para a EDP ficar em Portugal...

pois a empresa dá lucro...o que estão a fazer...?

(Maria de Fatima Dias - 25-05-2018 14:39)

 

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Concordo

(Dilar Fidalgo - 25-05-2018 15:54)

 

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OS SINDICATOS ANDAM A DORMIR,

A COMISSÃO DE TRABALHADORES ESTÁ A DORMIR

(Isabel Moura Araujo - 25-05-2018 16:04)

 

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Mas... ainda há comissão de trabalhadores?

(Isabel Moura Araujo - 25-05-2018 22:39)

 

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quando a EDP foi privatizada

ninguem quiz saber da opinião da CT.

O que pensão que agora esta pode fazer

a não ser dizer que a EDP devia ser renacionalizada?

(Joaquim Gervasio - 26-05-2018 14:48)

 

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Para alem disso as CTs, tal como os sindicatos,

só tem a força que os trabalhadores estejam na disposição de lhe dar.

(Joaquim Gervasio - 26-05-2018 14:50)

 

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 Meu caro Joaquim Gervásio,

antes de tudo o mais, importa dizer ou referir

que nem a Comissão de Trabalhadores, nem os Sindicatos,

TÊEM "MANDATO" PARA TRATAREM POR SI SÓ,

esta questão da OPA "chinesa" à EDP.

 

Portanto, HÁ QUE OUVIR, E SABER OUVIR, TODOS. 

Refiro-me aos trabalhadores, aos reformados e aos pensionistas do Grupo EDP,

não só na geografia de Portugal, mas em todas as geografias

onde o Grupo EDP esteja implementada.

É bom não esquecer, que os efeitos da presente OPA,

vai ter repercussões em todas as geografias onde haja Grupo EDP.

No caso concreto, da geografia de Portugal,

e tendo em consideração o ambiente "hostil"

que reina no Movimento Sindical do Grupo EDP,

há a necessidade urgente de TODOS OS PARCEIROS SINDICAIS,

BEM COMO AS ESTRUTURAS REPRESENTATIVAS DE TRABALHADORES,

descerem até aos terrenos da "humildade" e do "interesse nacional"

e FAZEREM O "ESFORÇO" DE DAREM AS MÃOS,

para o bem de cerca de cinquenta mil beneficiários do ACT/EDP 2014

e, nomeadamente, para o bem de MILHÕES DE CONSUMIDORES

nas várias formas de energia produzida e distribuida pelo Grupo EDP.

Mas, alguém tem que dar o "primeiro passo" rumo à UNIDADE NA ACÇÃO.

E, na minha perspectiva, esse "alguém"

(quer se queira, quer não se queira, quer se goste, quer não se goste)

é a Comissão de Trabalhadores da EDP.

Razão pela qual, e daqui,

APELO À COMISSÃO DE TRABALHADORES EDP

que, com caracter de urgência,

CONVOQUE TODOS OS PARCEIROS SINDICAIS

com assento à Mesa das Negociações, no ambito do ACT/EDP 2014,

para uma Reunião de Trabalho a realizar em Lisboa (na Visconde Valmor),

em data oportuna, mas sempre antes de 8 de Junho

(data prevista para varios "pronunciamentos" sobre a referida OPA chinesa à EDP).

(Fernando Pêgas - 26-05-2018 18:44)

 

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Resumundo, pergunto:

Quem proteje os trabalhadores, reformados e pensionistas da EDP e da REN?

Pelos vistos não há ningfuém.

(Manuel Silva - 26-05-2018 19:42)

 

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Meu caro Manuel Silva, infelizmente,

terei de estar totalmente de acordo com a sua questão.

De 2014, para cá,

mais precisamente após a Revogação do EUP/EDP

e a "separação" do ACT/EDP 2000 em dois

(ou sejam, o ACT/EDP 2014 e o ACT/REN 2014),

a "PROTECÇÃO SOCIAL" dos trabalhadores, reformados e pensionistas

da EDP e da REN ficou num "estado" muito fragilizado,

devido à dispersão de interesses,

consubstanciada na criação de vários universos de beneficiários.

Resumidamente, simplesmente aconteceu o "DIVIDIR PARA REINAR"

com o parecer favoravel de todos os parceiros patronais e sindicais

que "outorgaram" os respectivos Acordos Colectivos de Trabalho.

(Fernando Pêgas - 26-05-2018 19:59)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Mexam-se.png

 (Fernando Pêgas - 25-05-2018 12:25)

 

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oh amigo fernando nao percebo nada de opas.

mas uma coisa e certa pelos poucos conhecimentos que tenho

em relaçao a opas e assim o meu pensamento:

uma opa os chineses ficam donos e senhores da edp ok?

pronto quero dizer que a merda os javardos do governo psd cds

que deram aos chineses a MAIORIA NA EDP COM A VENDa

ao desbarato hoje chineses ja senhores daquiulo tudo.

por este andamento daqui a uns anos temos a edp

com so trabalhadores PORTUGUESES substituidos por chinese

haver vamos

 (Angelo Farinha - 25-05-2018 13:56)

 

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FICAM SENHORES NÃO

AINDA EXISTE MAIS OUTROS 50%

QUE PERTENCEM A OUTROS ACIONISTAS

 (Angelo Farinha - 25-05-2018 16:00)

 

 

OH ISABEL NAO CONCORDE CONSIGO

O FUTURO DIRA DEPOIS

NAO DIGAM QUE E TARDE DEMAIS

 (Angelo Farinha - 25-05-2018 16:54)

 

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Verdade amigo Angelo Farinha.

A pretensão dos chineses é ficar com o PODER DELIBERATIVO

sem estarem "dependentes"de quem quer que seja.

Assim, podem alterar a seu "belo prazer" as leis e regulamentos

do SECTOR ELECTRICO PORTUGUÊS,

respeitando ou não as recomendações do Governo português.

Sim, há "culpados" nesta história toda.

E as "culpas" são transversais a todos os partidos,

por terem sido mais "europeistas" que a propria Europa.

Recordo que, aquando a EDP detinha o "monopólio" sobre as áreas

da Produção, transporte e distribuição de energia electrica,

a recomendação da Europa foi no sentido da

"SEPARAÇÃO CONTABILÍSTICA"

entre as áreas da produção, transporte e distribuição.

Mas os governantes da altura,

sem grande contestação e oposição dos restantes partidos,

tomaram a iniciativa no sentido da "SEPARAÇÃO ESTRUTURAL"

de todas as áreas (produção, transporte e distribuição).

E, na minha perspectiva,

O "GRAVOSO" DO ERRO aconteceu aqui.

A partir de então, foi tentar "reparar" o erro,

com o "cometimento" de outros erros.

E chegamos à actual situação !!

E, o mais gravoso de tudo isto, é que os Chineses

não estão interessados no sector electrico português,

estão é interessados em "utilizar o Grupo EDP"

(nomeadamente e quase em "exclusivo" da área das Renováveis)

para entrarem em SOLO "AMERICANO".

E nós, "pacíficamente" e/ou em "passividade" cúmplice,

estamos a TOLERAR TODA A "AMBIÇÃO CHINESA",

cuja "grandeza" de custos não é possivel determinar com exactidão,

pelo menos por ora.

É esta espécie de "triângulo das Bermudas" que me incomoda e perturba,

quer como trabalhador, quer como cidadão consumidor de energia electrica.

 (Fernando Pêgas - 25-05-2018 16:01)

 

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Parece-me que há por aí muita confusão e falta de conhecimento.

Houve sempre vozes contra a privatização da EDP,

nomeadamente o PCP e os Sindicatos da CGTP.

Não podemos embarcar em racismos

em relação a quem quer que seja

que se proponha comprar a EDP. 

Então se forem os Americanos ou os Espanhois

já não nos preocupamos?

Os Chineses comprometeram-se a manter a sede em portugal

e a fazer crescer a EDP ao contrario dos Espanhois

que poderão ser tentados a fazer da EDP una sucursal da ENDESA.

A unica solução correcta seria a recuperação

do controlo da EDP pelo estado.

As Estruturas representativas dos trabalhadores

não podem fazer mais que pronunciar-se

pois não são elas que podem comprar as accões na bolsa.

Esqueçam a propaganda anti- chinesa que os americanos impingem

e afirmem que a EDP deve ser do Estado Português.

 (José da Luz - 26-05-2018 11:37)

 

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 Pergunto: No universo EDP onde estão os interesses dos Chineses,

não se esqueçam que entre outros países estão os EUA

que têm que dar o seu acordo à compra.

Compram a EDP com que objectivos?

Se os Chineses comprarem e atingirem os objectivos

que lhes interessa fora do território nacional,

o que deve preocupar, assim penso,

é a venda daquilo que não lhes interessa,

aí sim a coisa vai piar fino.

Quem tiver outra visão do assunto, contribua.

 (Emídio Fevereiro - 26-05-2018 16:23)

 

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Essa é a questão,

eles não têm interesse nenhum em empresas Portuguesas,

mas sim naquelas que estão implementadas

nos mercados como o Europeu e Americano.

Tal como o colega diz e muito bem só não vê quem não quer.

Eles só querem que a EDP sirva de trampolim para esses mercados.

 (José Domingos Martins Marques - 26-05-2018 16:53)

 

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Esta OPA chinesa à EDP, não poderá ser analisada

"apenas" na perspectiva económica e/ou financeira.

Terá que ser forçosamente analisada na perspectiva politica

e do "interesse nacional", nomeadamente, no que diz respeito à perda do

PODER DELIBERATIVO (sobre o Sector Energetico Nacional)

para o Estado Chinês.

Estamos a viver um momento "crucial"

para a tomada de decisões de elevadissimo interesse nacional,

razão pela qual não poderemos ser os "inocentes" e/ou os "inconscientes"

como que num passado recente.

Quer se goste, quer não se goste, o que tem de ser equacionado,

é a PERDA DE TODO O CONTROLO sobre o Sector Energético Nacional

e a consequente situação de "dependência" em que ficaremos,

em relação ao Estado Chinês.

Mais do que defender a EDP, a REN ou a GALP,

entre outras empresas do Sector Energético Nacional,

importa acima de tudo DEFENDER UM "INTERESSE NACIONAL"

que, implicará lutar no sentido de evitar a todo o custo que,

o Estado Chinês fique detentor de CINQUENTA E UM POR CENTO,

OU MAIS, das empresas "opadas"

(ou sejam, o Grupo EDP e a EDP Renováveis).

Nem que para tal, tenha de haver uma intervenção do Estado Português,

no sentido de recuperar o controlo do Sector Energetico Português.

Este é o "caminho a seguir", na minha modesta opinião.

 (Fernando Pêgas - 26-05-2018 18:03)

 

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O poder deliberativo já deixou de ser português há muito tempo

e esse é que foi o verdadeiro problema.

Agora se vai ser chines, americano, espanhol ou alemão tanto faz.

 (José da Luz - 27-05-2018 02:10)

 

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É verdade que Portugal, ao privatizar a 100 % empresas "emblematicas"

do sector energetico português, correria sérios riscos de dia menos dia,

perder o controlo do poder deliberativo sobre o mesmo Sector Energetico.

Face à "dispersão" do capital, ainda não existia

uma "superioridade" evidente de qualquer um dos accionistas.

Também é verdade que, uma larga maioria de portugueses,

considera que foi um "erro estratégico" largar mão de empresas fundamentais

para a economia nacional.

Por fim, também é verdade, que é um ENORME ERRO,

de se "hipotecar" esta enorme oportunidade,

gerada pela OPA chinesa à EDP,

de se tentar corrigir o erro do passado,

no sentido da recuperação do controlo nacional

sobre o sector electrico português.

(Fernando Pêgas - 27-05-2018 15:41)

 

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Desta vez concordo em absoluto consigo.

A EDP deve ser renacionalizada com urgencia.

 (José da Luz - 27-05-2018 22:16)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

 

Anonimo.png

 (copiado do Jornal Economico)

 (Fernando Pêgas - 25-05-2018 23:23)

 

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 SIM

 (João Rodrigues - 25-05-2018 23:27)

 

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Por ser anónimo a escrever naquele jornal. cheira-me a esturro.

Se querem um defensor não anónimo (que trabalhou 46 anos no Sector Elétrico)

aqui restou para dizer que a Eletricidade nunca deveria ter saído das mãos do Estado.

Reprivatização, JÁ!

(Manuel Ferreira - 25-05-2018 23:40)

 

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... não me façam rir! 

Então quem foi que queriam a privatização? 


É preciso fazer um desenho. 
... muitos dos colaboradores a defendiam.
O passado já foi.
... ... !

(Jorge Fontes Silva - 26-05-2018 00:04)

 

 

Não é uma questão de querer ou não querer.

É uma questão de politica económica e social.

Ou se aceita que deve ser o Estado a distribuir a riqueza

ou se dá o ouro ao bandido. Questão de Princípios!.

(Manuel Ferreira - 26-05-2018 11:44)

 

 

Caro amigo Manuel Ferreira,,

neste e noutros casos deste país,

o ouro foi entregue ao bandido, sem dúvida!!

(Abilio Guedes - 26-05-2018 15:15)

 

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Os meus netos todos os anos esperam pelo pai natal..

(Maria Manuela Lima - 26-05-2018 08:35)

 

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SER PUBLICA OU PRIVADA OS MARAJÁS VIVEM BEM

- O perfil e os hábitos dos marajá,

embora revelem alguma variação de marajá para marajá,

estão perfeitamente tipificados:

- O Marajá considera as instituições ou as empresas públicas

ou privadas como sua propriedade.

- O único a quem tem que prestar contas é a ele próprio.

O Marajá estabelece o seu próprio vencimento,

de acordo com a sua suposta dignidade do cargo

e presumidos méritos pessoais.

Se legalmente não o poder fazer, e não poder mudar a lei,

o marajá dedica-se a acumular cargos e mordomias

(viaturas oficiais, almoços, viagens, despesas de representação,

cartões de crédito, residências oficiais, subsídios de deslocação,

integração, reintegração, horas extraordinárias, etc, etc)

até perfazer tudo aquilo a que tem direito.
.
- O Marajá necessita de uma corte para o servir,

e é por isso se faz rodear de assessores, consultores,

funcionários para isto e aquilo.

(Fernando Rosa - 26-05-2018 08:43)

 

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Reverter o que não devia ter sido feito.

(Manuel Luis Sousa - 26-05-2018 09:00)

 

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Assisti como trabalhador numa das Empresas

á nacionalização do sector elétrico,

colaborei na construção da Empresa única EDP,

depositei grandes esperanças no futuro

nomeadamente para o bem estar das populações,

o que viemos a assistir com agrado nos anos seguintes.

A certa altura começou o caminhar para a destruição da empresa única

com o principal objetivo de que com a criação de mais empresas

haveria mais "tachos"

e daí até à privatização foi um passo.

Agora é o que se vê da EDP.

Por tudo isto e muito mais,

subscrevo as palavras do Manel Ferreira.

Renacionalização já. Um abraço Manel.

(Jose Agostinho - 26-05-2018 14:00)

 

 

Sr. Jose Agostinho, penso que tanto o Sr.

como o Manuel Ferreira 

queriam dizer renacionalização.

isso eu tambem afirmo.

é a unica solução correcta para defender o País

e os Trabalhadores.

(Joaquim Gervasio - 26-05-2018 14:41)

 

 

Sr. joaquim Gervásio.

Sim claro, obrigado pelo reparo.

(Jose Agostinho - 27-05-2018 17:59)

 

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<p

CARTA ABERTA (do Sindel) AO DR. ANTONIO MEXIA

por efepe, em 18.05.18

FernandoPegas1.png

 

Na sexta feira, dia 18 de Maio de 2018, o Sindel tomou a

iniciativa de escrever uma Carta Aberta ao Dr. António Mexia

 

CartaAberta.png

 

SINDICATO - RAPAZOLA ???

 

Banalizar a "Carta Aberta",

apenas para confirmar o espírito de "competição",

bem como a "Falta de Respeito" que vai imperando no

Movimento Sindical do Grupo EDP, terei de concluir que

 

O SINDEL DE RUI MIRANDA, PERDEU MESMO 

O LIMITE DA "ARROGANCIA" E DO "RIDÍCULO" !!!

 

Reacçoes.png

(copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

CartaAbertaMexia.png

 EIS, O SINDEL DE RUI MIRANDA A "REVELAR-SE" ... 
QUE NÃO SABE "LIDAR" COM A DEMOCRACIA !!!

(Fernando Pêgas - 19-05-2018 01:30)

 

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 o sr Rui Miranda é o representante dos trabalhadores

no Fundo Pensoes gerido pela Ocidental ?

o que nada diz sobre a “fiscalização” que faz ?

o que nada diz sobre os investimentos de milhões de euros

do FP no Fundo Magnum I e II do sr Talone ?

nada diz sobre o retorno desses investimentos ?

que nada diz sobre os retornos do FP abaixo do benchmark

com uma carteira de ativos com maior risco ?

ah ok….


Já agora sabem-me dizer quem entregou os EDPFlex à MEDIS

do grupo BCP descapitalizando a SAVIDA ?

a quem pertence a Ocidental ?

quantos milhões recebe a Ocidental por ano para gerir o FP?

o Fundo de Pensoes do BCP também propõe

os nomes dos administradores da EDP ?

pois…

(Joaquim Prieto Veloso - 19-05-2018 15:45)

 

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Caro Joaquim Prieto Veloso,

aplaudo a pertinência das suas questões.

Confesso a minha ignorância, em não lhe saber dar

uma resposta concreta às suas perguntas.

Somente sei que que o Senhor Rui Miranda

é um dos representantes dos trabalhadores

no Fundo de Pensões EDP.

E que a Ocidental pertence ao BCP.

(Fernando Pêgas - 19-05-2018 17:15)

 

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(copiado da pagina do facebook de Miranda Rosa)

MirandaRosa1a.png

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(copiado da pagina do facebook de Miranda Rosa)

BdC.png

O Sindel de Rui Miranda de "CULPADO"

(de os beneficiários com valores remuneratorios a 6 IAS,

de não receberem qualquer Subsidio de Estudo para Descendentes,

desde a entrada em vigor do ACT/EDP 2014)

pretende agora através da Carta Aberta ao Dr. Antonio Mexia

tornar-se "VITIMA" (imputando responsabilidades à CN EDP

e a um Sindicato - Rapazola)

(Miranda Rosa - 19-05-2018 02:28)

 

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(copiado da pagina do facebook de Amigos EDP Setubal)

 

O título desta publicação é, em si mesmo,

digno do presidente do SCP.

Assim sendo, parece haver mais do que um

"Bruno de Carvalho da EDP".😮😮😮

(Mario Orlando Moura Pinto - 19-05-2018 09:59)

 

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(copiado da pagina do facebook de Miranda Rosa)

CentralSindicalEDP.png

O Sindel desinvestiu no sector da energia,

para dar prioridade ao sector da Industria e do Ambiente.

(Miranda Rosa - 20-05-2018 02:21)

 

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Tive a preocupação de tirar isto de minha página.

O Sindel nunca merecerá este tratamento.

(Carfivileal Clal - 20-05-2018 09:29)

 

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Não se compreende.

(Manuel Luis Sousa - 20-05-2018 09:39)

 

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Não há direito de dizer estas coisas do Sindel.

Se calhar foi quem mais precisou dos seus conselhos

e proteção que agora difamam.

Vou tirar isto da minha página.

(Isabel Machado - 20-05-2018 12:18)

 

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Isto quer dizer,

ressábiados de não terem lugar de poleiro no SINDEL,

e depois esconde-se num perfil artificial

(Albino Macedo - 20-05-2018 12:52)

 

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Para os defensores acérrimos do Sindel,

deixo-vos a questão seguinte:

Quantos sindicalistas profissionais (a tempo inteiro) o Sindel tem,

que são funcionários da EDP (que não vão trabalhar há anos)

e cujos salários continuam a ser pagos pela EDP ??

(Miranda Rosa - 20-05-2018 14:39)

 

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Muitos

(Isabel Machado - 20-05-2018 14:46)

 

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(copiado da pagina do facebook de Amigos EDP Setubal)

 

Tolo é quem acredita nestes "sindicatos".

(Mario Orlando Moura Pinto - 20-05-2018 21:29)

 

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Que a EDP, pagava, toda a gente sabe.

Central sindical??????

(Victor Rebouto - 20-05-2018 21:46)

 

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Um sindicato ou uma associação patronal ???

(Nelson Augusto Pontes - 21-05-2018 06:40)

 

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Penso que a maioria dos trabalhadores da EDP

reconhece - com maior ou menor dificuldade - que 

o Sindel cumpre o destino para que foi criado:

Ser mais um departamento da empresa.

(Mario Orlando Moura Pinto - 20-05-2018 08:43)

 

--------------------------------------------------------

 

 Dividir para reinar !

(Nelson Augusto Pontes - 21-05-2018 10:54)

 

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Mário Orlando Moura Pinto,

isso de ser mais um departamento da empresa,

tanto é verdade que, em processos de avaliação de desempenho,

há trabalhadores (e alguns associados do Sindel) a serem

"negativados" por indicação do Sindel.

Atenção: Isto não é nenhuma anedota.

(Miranda Rosa - 21-05-2018 10:54)

 

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(copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

 

Queixinhas.png

Depois de ter "abandonado" a Mesa das Negociações em 2016;

Depois de ter "retardado" a negociação do Subsidio de Estudo

para Descendentes até ao ano de 2018;

E por fim, "pretender" reparar um "erro" (ou seja, o "condicionamento"

da atribuição do subsidio até ao limite de 6IAS) com um outro "erro"

(ou seja, a não inclusão dos beneficiários oriundos de ex-Contrato Individual),

O SINDEL NÃO TEM "ÉTICA", NEM "MORAL"

para fazer o que fez (ou seja, enviar uma Carta Aberta ao Dr. Antonio Mexia).

(Administrador - 20-05-2018 21:23)

 

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Estamos muito mal com alguns (ditos) defensores dos direitos dos trabalhadores.

Não se entendem certas posições que, para além do mais divide forças

que têm o dever de se entenderem e "remar" no mesmo sentido.

Não conheci (e como sabem vivi por dentro estes problemas),

não conheci, repito, uma situação igual a esta.

Isto com os Sindicatos,

porque quanto à Comissão Central de Trabalhores nada se ouve!.

(Manuel Ferreira - 20-05-2018 22:58)

 

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Verdade Manuel Ferreira.

O que se está a passar com a "negociação" do Subsidio de Estudo

para Descendentes (e por "arrastamento" com os Campos e Colónias

de Férias EDP) É O MAIS "VERGONHOSO" DO QUE ASSISTI,

desde 1982 (ano em que comecei a minha carreira de sindicalista).

Quanto à "mudez" da Comissão de Trabalhadores EDP,

direi que há uma Paz Social a ser paga, precisamente

para se estar "quietinho" no seu sitio.

(Fernando Pegas - 20-05-2018 23:54)

 

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Claro, não há almoços grátis nem consciências impolutas.

Quanto mais vezes falarmos destas "habilidades",

mais tranquilas ficam as consciências de quem,

no passado, lutou e bateu o pé, ganhando muitas batalhas.

Eu diria até que a determinada altura ganhamos a guerra,

pacificamente, com galhardia era afinal a missão

que nos fora confiada pelos trabalhadores que tinham por nós,

diga-se de passagem, estima e consideração.

Como sabes, amigo Pegas, nunca deixei, nesses tempos, de dizer 

cara a cara, nas reuniões periódicas que a CT tinha com o C.Gerencia,

o que tinha a dizer.

Mas também é certo que o fazíamos com sensatez, educação e lealdade.

A negociação do EUP que eu vivi intensamente

só foi possível termos feito um trabalho muito dificil,

com posições bem assentes, com firmeza e perseverança.

Tempos em que os valores fundamentais estavam sempre presentes.

Houve uma única vez (isso foi conhecido por muita gente)

em que o Eng. Ivo Gonçalvas teve uma frase que feriu a C.T.

Quem coordenava a intervenção da CT era o Lopes ou eu.

Nesse dia da tal frase coordenava eu.

Imediatamente ao ouvir a frase desagradável,

pedi de imediato a suspensão da reunião

dizendo que a CT precisava de 5 minutos de intervalo.

Saímos da Sala, para acordar mais ou menos o que iria ser dito por mim.

Regressamos, pedi a palavra, disse das nossas razões

e pedi a retirada da frase que havia sido dita

e que a CT considerou ofensiva.

Pois bem, o Eng Ivo explicou o que quiz dizer,

mas retirou a frase mas fe-lo com fair play

e tudo continuou bem.

Era assim. E agora?'

(Manuel Ferreira - 21-05-2018 00:45)

 

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Agora, Manuel Ferreira ?

Impera a "arrogância" de um parceiro sindical,

que se julga o "DDT" do Movimento Sindical do Grupo EDP,

e que exibe uma "mania de grandeza"

(que teve no passado, mas que no presente não tem),

e tem por habito de "capitanear" a representatividade

dos trabalhadores, por "subjugação tácita" da maioria

dos parceiros sindicais com assento à Mesa das Negociações,

no ambito do ACT/EDP.

Em resumo, há uma PAZ SOCIAL "PÔDRE"

assente no "deixa andar", que cada vez mais está a prejudicar

trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP.

(Fernando Pegas - 21-05-2018 11:17)

 

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Pois!.

E o que mais me espanta é a passividade dos trabalhadores.

Não digo o.mesmo dos Reformados e Pensionistas

porque compreendo a sua falta de informação.

Ou esta genta acorda, ou o seu futuro começa a complicar-se!.

(Manuel Ferreira - 21-05-2018 11:34)

 

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Verdade Manuel Ferreira.
A "passividade" dos trabalhadores associada ao enorme
"défice de informação" dos Reformados e Pensionistas,
ESTÁ A FACILITAR o "Roubo"
que está a ser feito aos trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP,
para ser "entregue" em bandeja dourada aos Accionistas.

(Fernando Pegas - 21-05-2018 11:42)

 

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Fernando Pegas Porra!!

(desculpa a expressão), mas isto não pode continuar.

Este caminho leva ao precipício tudo o que com muito custo

foi ganho para os trabalhadores, reformados e pensionistas.

Eu pouco poderei fazer a não ser dar testemunho daquilo em que

pessoalmente estive envolvido em representação dos trabalhadores.

Posso continuar, com a minha voz e os meus escritos,

denunciando e lutando desta forma.

Tu, meu caro Pegas, e outros que sintam o mesmo podem fazê-lo.

Contem com o Manel Ferreira para o que eu puder ajudar.

(Manuel Ferreira - 22-05-2018 00:30)

 

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Subscrevo todas as tuas preocupações Manuel Ferreira.

O que mais me "incomoda" é pertencer a uma geração

que tudo "beneficiou" das conquistas das gerações anteriores,

e que tudo está "destruindo",

não tendo "NADA" para dar às gerações "vindouras".

NÃO IMAGINAS,

A "FRUSTRAÇÃO" QUE SE APODEROU DE MIM,

associada à "impotência" de nada poder fazer.

A minha "revolta" é enorme,

e decidi não me "calar" mais.

Porque já não tenho mesmo "nada" a perder.

(Fernando Pegas - 22-05-2018 12:52)

 

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