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fcp.png

 

Hoje fui "surpreendido" com o conhecimento, de que o Grupo EDP está a TERMINAR "UNILATERALMENTE" com a "Regalia Social" do Subsidio Mensal Vitalício para DESCENDENTES DEFICIENTES.

 

Senão vejamos, um caso concreto:

Deficiencia.png

 Este é um bom (mau) exemplo, de como o Grupo EDP se tornou "altamente" INSENSÍVEL (socialmente falando) para com os seus colaboradores, reformados e pensionistas, e nomeadamente para os DESCENDENTES DEFICIENTES (neste caso concreto),

 

quando para o exterior da empresa, o Grupo EDP vem se "vangloriando" nos meios de comunicação social, de ser uma EMPRESA "ALTAMENTE SENSÍVEL" (outra vez, socialmente falando) para com determinadas populações da geografia de Portugal.

 

Em suma, nem a 

"DEFICIÊNCIA"

 

faz parar o Grupo EDP, na sua irredutível vontade de MALTRATAR TODOS AQUELES que contribuiram para a construção da EDP MULTINACIONAL que é hoje.

 

 

Portaria160.png

Portaria160a.png

 

 

 

Reacçoes.png

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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MaisUmaPerda.png

(Fernando Pêgas - 08-10-2018 13:49)

 

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Boa tarde, trata-se de mais um Complemento definido no ex-EUP e que tem transitado para os ACT.

Como referido, todos os Complementos atribuidos pela Empresa, estão dependentes dos valores atribuídos pela Segurança Social, para depois ser calculado o valor a pagar ao colaborador, pré reformado, reformado ou pensionista.

Desta forma, questiono porque razão os sindicatos nunca quiseram mexer na fórmula de cálculo deste e doutros complementos em que mantém o valor da BR 06 para apuramento dos mesmos?

Mais uma prova que não é a empresa que "corta" regalias, mas sim a falta de visão e interesse dos Sindicatos....

Cumprimentos

(Antonio Carlos Dias . 08-10-2018 18:17)

 

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Verdade Antonio Carlos Dias.

A falta de visão da Comissão de Trabalhadores da EDP (até 2014) e dos Sindicatos (a partir de 2014), designadamente para as matérias de natureza social, que estavam reguladas no Estatuto Unificado de Pessoal (antes de 2014) e que por efeito da "revogação" daquele EUP/EDP seriam "integradas" no ACT/EDP 2014,

AO "NÃO REVEREM" OS VALORES DO SUBSÍDIO EM QUESTÃO, permitiram que os aumentos da Segurança Social "ABSORVESSEM" o Complemento atribuído pela empresa, ANULANDO-SE ESTE ANO o referido Subsidio Mensal Vitalicio para os Descendentes Deficientes.

Simplesmente, LAMENTÁVEL. Mas, também MUITO "REVOLTANTE" tratando-se de quem se trata (ou seja, de Descendentes Deficientes).

(Fernando Pêgas - 08-10-2018 18:32)

 

Inadmissível.

(Graça Freitas - 09-10-2018 20:54)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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Direito.png

Mas, ainda não há uma "comunicação oficial" sobre a matéria.

(Fernando Pêgas - 09-10-2018 13:42)

 

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Pois, era algo esperado, que tal sucede-se.

Porque?

Esse complemento do Subsidio de Descendentes, era algo que já vinha da extinta CRGE e que alguém, aquando da integração de todos os ex-CRGE's, na Segurança Social, garantiram que esse e outros direitos se manteriam, não só por parte da Empresa, como dos Sindicatos.

Eis o resultado.

Faz lembrar um tal de um Hospital da Cruz Vermelha, algures ali para Alcântara, Um Hospital que era da CRGE e que foi por inerência anexado a Empresa e depois, sim e depois é o que se tem visto e o que se vai ver ainda mais, lamentavelmente.

 (PC Azevedo - 09-10-2018 15:39)

 

 

Assim falo, por também sou pai de uma criança com TRI XXI, para quem não sabe e em gíria antiga, mongoloide.

 (PC Azevedo - 09-10-2018 15:40)

 

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Quem leva o assunto lá?

(Cristina Afonso - 09-10-2018 16:12)

 

Eu sei, que a Comissão Negociadora do Grupo EDP e as Comissões Negociadoras Sindicais, já têem conhecimento da situação.

(Fernando Pêgas - 09-10-2018 17:47)

 

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Ninguém leva nada lá, e tal é visível pelos resultados.

Basta verificar os emails dos sindicatos com as suas missivas, pouco esclarecedoras das posições que os seus negociadores tiveram. Negociam vantagens próprias e não comuns a todos os trabalhadores. Como remate aludem a um " Sindicaliza-te"

 (PC Azevedo - 09-10-2018 16:54)

 

Verdade PC Azevedo. Subscrevo por baixo.

(Fernando Pêgas - 09-10-2018 17:56)

 

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E achas que isso é de agora???

(Fernando Castro - 09-10-2018 17:40)

 

Nunca foi de agora, mas sim de a muito tempo, desde o inicio da privatização

(PC Azevedo - 09-10-2018 17:49)

 

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Cada vez percebo menos!

Fazia parte do ACT/EDP, certo?!

E é assim que se retiram direitos consagrados?!

Onde vamos parar?!?!

(Graça Freitas - 09-10-2018 20:41)

 

Graca Freitas, será importante saber o que está estipulado no Act sobre esta matéria.

Culpar a empresa é fácil, mas é importante que venha ao conhecimento de todos a inércia dos sindicatos e das comissões de trabalhadores ao longo dos anos sobre esta matéria e outras que abordam o pagamento de complementos.

Não sou defensor da empresa, mas alguém que viveu e sentiu estes temas por dentro.

(Antonio Carlos Dias - 09-10-2018 23:31)

 

 

O bom senso a imperar como sempre Antonio Carlos Dias

(Fernando Pegas - 10-10-2018 00:48)

 

 

E coloco em relevo a referência que fazes à INERCIA de quem nos devia representar e defender, e que não nos defende, nem representa.

Razão pela qual, e cada vez mais me convenço da importancia deste espaço, e outros similares, onde a informação pelo menos vai circulando.

(Fernando Pegas - 10-10-2018 00:54)

 

 

António Carlos Dias O acto é da Empresa e a inércia é dos Sindicatos e Comissão de Trabalhadores. Pergunto de novo, onde vamos parar?!

(Graça Freitas - 10-10-2018 21:02)

 

 

Graca Freitas, neste momento só os Sindicatos que representam os trabalhadores podem responder. Mas, pelo andar da carruagem, vejo um presente e futuro muito nublado....

(Antonio Carlos Dias - 10-10-2018 21:08)

 

 

António Carlos Dias , na verdade é preocupante. Acredito na plataforma criada pelo colega Fernando Pegas.

(Graça Freitas - 10-10-2018 21:10)

 

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A E. D.P já bem a muito tempo a tentar retirar muitos direitos que tínhamos e nós trabalhadores fomos adormecendo até que eles bom vencendo para nosso espanto enfim e isto que eles querem.

(Ferraz Manuel - 09-10-2018 21:34)

 

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Mais uma que vai para a gaveta.

(Jose Pinheiro - 09-10-2018 22:54)

 

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Em 2020 veremos o que vai ficar de subsídios já aqui escrevi que algures ouvi dizer que pessoal do quadro acaba ver para crer e onde isto acontecerá por exemplo na SÃVIDA outros locais quais

(Emidio Fevereiro - 10-10-2018 01:06)

 

Meu caro Emídio Fevereiro, penso que não é preciso esperar pelo ano de 2020, para constatar que as relações humanas e solidárias nos Universos de Beneficiários do ACT/EDP, JÁ MUDARAM.

E tendem a "piorar" a cada dia que passa, porque os principios e/ou os valores que norteiam a SOLIDARIEDADE, e que deveriam fazer parte integrante do "perfil" dos nossos Representantes de Trabalhadores, já vão permitindo o "branqueamento" de Direitos e Regalias.

(Fernando Pegas - 10-10-2018 01:27)

 

Tudo o que é ACT2000, é para colocar fora da empresa, claro estás, excepto Quadros.

Faça-se as contas da seguinte forma, com o vosso ordenado líquido ou ilíquido, quantos FLEX a empresa coloca?

Afinal, o objetivo claro, é o Valor para o Accionista, sendo que tudo vale para tal.

(PC Azevedo - 10-10-2018 09:07)

 

Caro PC Azevedo, tudo p que acabas de dizer é verdade. E essa tua "verdade" insere-se na estratégia empresarial do Grupo EDP.

Mas, quanto a Direitos e Regalias "compete" aos trabalhadores, reformados e pensionistas (de preferência "organizados") defende-los por todos os meios ao seu alcance, incluindo a resistência.

Porque as lutas entre o Capital e o Trabalho sempre existiram, existem e existirão.

(Fernando Pegas - 11-10-2018 01:19)

 

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Ai que coisa!

A malta não se mexe porquê? está tudo à espera que outros façam?

se cada um de nós não der um empurraozinho não aparecerá nenhum líder de jeito.

(Cristina Afonso - 10-10-2018 12:23)

 

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Os sindicatos há muito que perderam o valor que tinha, de ética, responsabilidade e de representatividade dos seus associados.

Cada vez mais se subdividem, mas mais, cada vez mais para interesse próprio de quem vai as negociações, sem argumentos, sem ideias claras e sem qualquer sentido de responsabilidade.

Há uma comissão de trabalhadores que nem aí se verifica a união para representar ou invocar direitos e ou regalias outrora aceites pela Empresa.

Já fui sindicalizado, não sou, nem voltarei a ser, porque?

A experiência familiar ensinou-me e explicou-me que na verdade os sindicatos atuais, só servem para ir ao nosso rendimento buscar x % de cotização, oferecendo uns calendários e umas canetas e pouco mais, sim pouco mais, porque de resto não servem para mais nada.

verifique-se os plenários que são promovidos, falam, falam, falam e nada e se alguém propõe uma negociação consertada, a resposta é não pode ser.

(PC Azevedo - 10-10-2018 13:29)

 

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Não posso estar de acordo consigo em tudo mas numa coisa posso concordar: se alguem propõe concertação de posições a resposta é não por uma razão. medo de perder influência.

Acho que os sindicatos continuarão a faze falta sempre mas como classe e não dominados por interesses pessoais.

Os direitos e mais valias só podem ser reforçados e/ou mantidos com sindicatos fortes.

não podemos é estar sempre a exigir o céu e a terra e depois não estarmos disponíveis para pagar uma quota, disse

(Cristina Afonso - 10-10-2018 14:04)

 

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Não Cristina Afonso,

o que as duas Frentes de Sindicatos filiados na CGTP e UGT fizeram em "concertação" CONTRA A PARTE MAIS FRAGIL E INDEFESA (ou seja o conjunto de trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP e seus agregados familiares), NÃO TEM PERDÃO.

Porque registou-se uma enorme Perda de Direitos e Regalias a TROCO DE NADA.

 

E, a "divisão profunda" gerada entre os Beneficiários do ex-Contrato Colectivo 2000 e os Beneficiários de ex-Contratos Individuais, é outro dos "pecados" (que só pode ser classificado como "mortal").

 

Tudo isto para dizer que, SÓ NOVOS "SINDICALISTAS" E NOVOS "SINDICATOS" poderão dar inicio a um "NOVO CICLO" no Movimento Sindical do Grupo EDP.

 

Em suma, quanto mais tempo durar o FIM DOS PROJECTOS SINDICAIS "CULPADOS" PELO DESASTRE NEGOCIAL, mais tempo demorará a "RETOMA" DO MOVIMENTO SINDICAL NO GRUPO EDP.

 

E, apenas os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP poderão resolver esta "questão".

(Fernando Pegas - 10-10-2018 23:18)

 

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Penso que compreendi o que a colega Cristina Afonso escreveu. A sua preocupação na existência de Estruturas Sindicais que defendam os trabalhadores e não os seus interesses particulares. Por mim, venha já o "NOVO CICLO".

(Graça Freitas - 10-10-2018 23:36)

 

 

Sim Graca Freitas, a FRUTA PÔDRE tem de cair de "madura". Se não cair por ela, tem de levar um "empurrãozito".

(Fernando Pegas - 10-10-2018 23:43)

 

Por mim, "empurro".

(Graça Freitas - 10-10-2018 23:45)

 

Ora aí está. comecemos de novo, porque não?

Há gente de espírito novo mesmo com muita experiência, mesmo negativa, que está disposta a avançar com firmeza. falta saber se o pessoal quer acreditar.

(Cristina Afonso - 11-10-2018 11:51)

 

Ó Cristina Afonso, a questão está mesmo no ACREDITAR.

Porque ninguém mais consegue acreditar nos "sindicatos mais representativos" (consubstanciados na Frente Energia da CGTP liderada pela Fiequimetal e na Frente Sindical UGT liderada pelo Sindel) que NOS ATIRARAM A TODOS para um "buraco sem fundo".

Daí eu dizer, que são necessários "NOVOS SINDICATOS" e "NOVOS SINDICALISTAS" com estratégias que "unam" o Universo de Beneficiários do ex-Contrato Colectivo 2000 e o Universo dos Beneficiários de ex-Contratos Individuais.

Reconheço que a tarefa é "hérculea", mas é o caminho que tem de ser seguido, custe o que custar.

(Fernando Pegas - 11-10-2018 13:11)

 

Se há novos representantes, então estamos à espera de quê? vamos em frente.

Se o pessoal se começar a mudar, os tais "grandes" também mudarão as suas atitudes.

(Cristina Afonso - 11-10-2018 14:29)

 

Calma Cristina Afonso. A UTREPE já existe, mas está a legalizar-se.

(Fernando Pegas - 11-10-2018 15:52)

 

 e é preciso criar algo de novo? o que existe nada se aproveita?

nem tudo me parece mau, acho eu.

(Cristina Afonso - 12-10-2018 10:37)

 

 

Sim, o que existe no ambito do Grupo EDP, nem tudo é mau, genericamente falando.

Mas, o enorme "pecado" é não haver uma estrutura forte e reinvidicativa, genericamente, dos trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP "apenas preocupada" com o seu sector de energia, de modo a ser uma voz de todos os anseios, interesses e/ou necessidades nos locais próprios. Que actualmente são: à Mesa das Negociações no ambito do ACT/EDP 2014, na Comissão de Acompanhamento do Fundo de Pensões, na Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde, e outras comissões (como as de Segurança, por exemplo).

 

Mas, a maior necessidade da criação de uma estrutura nova, prende-se de DAR VOZ, a quem não tem voz (neste momento) naqueles locais proprios referidos anteriormente. Que são os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP.

 

Se é certo, que até 2014, os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP não tinham a necessidade de estarem sindicalizados, porque eram representados pela Comissão de Trabalhadores do Grupo EDP, na defesa dos seus interesses, nos locais proprios,

mas com a "integração" do Estatuto Unificado do Pessoal EDP

no Contrato Colectivo de Trabalho do Grupo EDP, no ano de 2014,

os Reformados e Pensionistas passaram a ter a necessidade de se associarem numa estrutura que possa SER A SUA VOZ COLECTIVA, nos locais proprios atrás referidos.

E é face a esta "lacuna" que surge a criação da UTREPE - União dos Trabalhadores, Reformados e Pensionistas do Sector de Energia.

 (Fernando Pegas - 12-10-2018 11:53)

 

 

Mas, não são apenas os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP QUE NÃO TÊEM VOZ à Mesa das Negociações no àmbito do ACT/EDP 2014.

Porque o Universo dos ex-Contratos Individuais também estão muito MAL REPRESENTADOS à Mesa das Negociações, a partir do momento que o Sindicato-Líder de umas das Frentes com assento à Mesa das Negociações, DEFENDE EM COMUNICADO que as matérias de caracter social específicas daquele Universo de Trabalhadores, devem continuar a serem tratadas através de Acto de Gestão (e no ambito individual), e não através da contratação colectiva (e no ambito colectivo).

Em suma, continua a haver trabalhadores "abandonados" e "sem voz" no Grupo EDP.

Surpreenda-se mais uma vez, Cristina Afonso.

 (Fernando Pegas - 12-10-2018 21:45)

 

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Há "perda" de complementos e ... de complementos.

Quero com isto dizer que, em minha opinião, o "complemento" dos Descendentes Deficientes, NÃO É UM "COMPLEMENTO" QUALQUER.

Caso a "inacção" sindical se mantenha sobre esta matéria, uma das alternativas, poderá passar por "Abaixos Assinados" da iniciativa de trabalhadores, reformados e Pensionistas do Grupo EDP.

Concluindo, este assunto dos Descendentes Deficientes TEM DE TER "PERNAS" PARA ANDAR.

(Fernando Pegas - 10-10-2018 23:41)

 

Acho muito bem. Colaboro.

(Graça Freitas - 10-10-2018 23:43)

 

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Só não passa em claro e ao lado, se algum dos intervenientes nas negociações tiver alguma situação própria, caso contrário passa ao lado.

 

Como já disse anteriormente, sou pai de uma menina com TRI XXI (Sindrome de Down(Mongoloide)) e a cerca de dois anos, questionem o RH sobre o facto do complemento a descendentes com deficiência, a resposta foi, "isso é com a Segurança Social", por aqui ficou tudo dito, nem os serviços sociais servem para nada a não ser para flores e campos de férias, e mesmo este ultimo é uma farsa.

 

 

Teria muito a dizer e a escrever.

Não é queixas mas sim factos, o que dizem os representantes dos sindicatos, "é pá, sabes, é uma matéria muito difícil de discutir, pois não temos dados", a um deles respondi-lhe, que apesar da area de negócio da EDP ainda não envolver casinos, em qualquer loja de chineses, conseguem comprar os dados, para poderem jogar as representações fractarias que fazem, no meio laboral dentro da empresa.

 

Sindicatos, Greves, representação de trabalhadores, sim antes de 2000, porque já no ACT2000, aí também se perderam direitos e regalias, tudo o que foi conseguido até ai, até esse ACT, se vem esfumando.

 

Coloco a questão, da seguinte forma, conhecem alguém dos representantes sindicais com nível 5?

e a meio da evolução de carreira?

Não conheço nenhum, sorry

(PC Azevedo - 11-10-2018 13:38)

 

Meu caro PC Azevedo, permita-me a mesma "recomendação" que se está a passar a todos os Beneficiários com Dependentes Deficientes, FAÇAM A VOSSA "PARTE".

 

E a "vossa parte" é exporem o vosso "desconforto" com a situação, directamente ao Doutor Antonio Mexia.

(Fernando Pêgas - 11-10-2018 17:13)

 

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A tematica do Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes foi dada conhecimento a todos os parceiros patronais e sindicais, na passada segunda feira.

Hoje, realiza-se uma reunião bilateral entre a CN da EDP e uma das CN Sinidcais, aonde vai ser abordada esta temática.

(Fernando Pêgas - 12-10-2018 10:43)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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O QUE DIZ O ACT/EDP 2014 ...

 

Entre os Beneficios Complementados está o

SUBSÍDIO PARA DESCENDENTES DEFICIENTES

(cfr. nº 2, do Artigo 2º - Beneficios complementados,

do Capitulo I - Disposições Gerais,

do Anexo VII - Complementos dos Beneficios da Segurança Social)

 

AnexoVII.png

(Fernando Pêgas - 11-10-2018 16:26)

 

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Meu caro, acho que seria importante agora adicionar as fórmulas que dão origem ao valores do complementos a pagar pela Empresa.

Todos ficamos a saber e exercitamos os neurónios 😇😇😇😇😇

(Antonio Carlos Dias - 11-10-2018 16:31)

 

Embora estas temas devam ser de âmbito restrito a este grupo e não externos...

(Antonio Carlos Dias - 11-10-2018 16:32)

 

Obviamente.

Razão pela qual aqui neste grupo, somente são admitidos trabalhadores, reformados e pensionistas EDP. E noutra perspectiva, este grupo é um GRUPO FECHADO.

(Fernando Pêgas - 11-10-2018 16:38)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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E, O QUE DIZ O ACT/EDP 2014 ...

NA SECÇÃO III - COMPLEMENTO DO SUBSIDIO

POR DESCENDENTES DEFICIENTES

AnexoVII.1.png

 (Fernando Pêgas - 11-10-2018 16:33)

 

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Ora, se não se registar qualquer iniciativa de nenhum dos parceiros, quer seja patronal, quer seja sindical, a "chave" do provável FIM DO COMPLEMENTO ao Subsidio para Descendentes Deficientes, está no valor de Rm (cujo valor em 2014 era de 504,00 e actualmente, em 2018 é de 625,00).

 

Historiando um pouco a evolução deste Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes, em que a Remuneração de Referência foi estabelecida no ano de 1980 (ou seja, o ano do inicio da vigência do Estatuto Unificado de Pessoal EDP) tendo a mesma Remuneração de Referência sido INDEXADA à Base de Remuneração 6 (BR 6).

 

Mais tarde, ou seja no ano de 2014, e decorrente da REVOGAÇÃO do Estatuto Unificado de Pessoal EDP (EUP/EDP),  o Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes foi INTEGRADO NO ACT/EDP 2014, através do Anexo VII – Complementos dos Beneficios da Segurança Social.

 

Nesta integração, quer os parceiros patronais, quer os parceiros sindicais "outorgantes" do novo Instrumento de Regulamentação de Trabalho, LIMITARAM-SE a transpor  - não a Indexação à Base de Remuneração 6 -  mas sim o VALOR CORRESPONDENTE À BASE DE REMUNERAÇÃO SEIS verificado no ano de 2014.

 

Simplesmente LAMENTÁVEL, em minha opinião. Pela simples razão de nenhum dos parceiros ter o cuidado, de tratar esta matéria do Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes, com a dignidade e o devido respeito que o Descendente Deficiente merece.

 

E agora, o que há a fazer, para “resgatar” o Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes ?

Se houver vontade das partes, e essencialmente boa fé, o DIÁLOGO SOCIAL poderá eventualmente resolver a questão.

 (Fernando Pêgas - 12-10-2018 18:03)

 

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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PrestaçaoSocial.png

E o que dizem as "Actualizações" da Segurança Social

(clickar em cima do link seguinte)

http://www.seg-social.pt/prestacao-social-para-a-inclusao

(Fernando Pêgas - 11-10-2018 17:38)

 

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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Complementos.png

 PARECE QUE ... 


No âmbito do ACT/EDP 2014, as Comissões Negociadoras Sindicais, AINDA NÃO ESTÃO "TÉCNICAMENTE" PREPARADAS para a abordagem das várias matérias que constavam no "revogado" Estatuto Unificado Pessoal (EUP/EDP) 

e que, no ano de 2014, as mesmas matérias foram integradas no Contrato Colectivo EDP. 

Talvez, o melhor exemplo que existe, é o facto de a maioria das Comissões Negociadoras Sindicais ainda não terem apresentado, depois do ano 2014, qualquer proposta de Revisão da Tabela de Ajudas de Custo, que no ACT/EDP 2014, prevê reajustamentos anuais. 

Reajustamentos anuais que acontece, por exemplo, com a Tabela Salarial e outras Clausulas de Expressão Pecuniária.

(Fernando Pêgas - 16-10-2018 13:25)

 

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