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No Relatório de Actividade e Contas do Exercicio do ano de 2014, na sua página 4, poder-se-á visualizar as Admissões e Readmissões (em % de sócios - Janeiro 2014), nos sectores de Energia, Indústria, Ambiente, Serviços, Função Pública e Outros.

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 O SINDEL iniciaria a sua actividade no Sector de Electricidade, aquando da sua fundação, no já longíquo ano de 1979.

 

Mais tarde, e por efeito do seu crescimento, o SINDEL passaria a desenvolver a sua actividade no Sector da Energia (nomeadamente, electricidade e gás).

 

Graças à "qualidade" dos seus serviços prestados, e também dos seus quadros dirigentes, o SINDEL tornar-se-ia por mérito próprio, num SINDICATO DE REFERÊNCIA no Sector Energético. Sob a "batuta" e o "comando" do seu líder histórico João Pato Ribeiro.

 

A "ambição" conjugada com a necessidade de uma "fusão de sindicatos" (uma ideia proposta por João Proença, no seio da UGT), levaria o SINDEL a alargar o âmbito da sua actuação, para outros sectores de actividade.

 

O "alargamento" a outros sectores de actividade, não teria correspondência, num recomendável aumento de quadros dirigentes.

 

Bem pelo contrário, em vez de se verificar o "aumento", verificar-se-ia uma diminuição de Dirigentes Sindicais, por iniciativa do Secretário Geral João Pato Ribeiro.

 

Este "paradoxo" nunca seria corrigido pelos sucessivos Secretários Gerais do Sindel.

 

E, por consequência, o SINDEL deixaria de ser visto como um "Sindicato de Referência" da Energia e transformar-se-ia numa "espécie de Central Sindical" de vários sectores de actividade, para os quais (sectores) não está vocacionado.

 

Por exemplo, o SINDEL não está "nada vocacionado" para a Função Pública.

 

Concluindo, as opções escolhidas, revelar-se-iam ao longo dos tempos, como OPÇÕES ERRÓNEAS !!!

 

 

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publicado às 17:37

“Se alguém se reformar mais cedo deve ser mais penalizado”, entende o economista.

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Christopher Pissarides acredita que a idade da reforma em Portugal deve ser aumentada, dado que também a saúde dos portugueses tem sofrido melhorias.

 

Em entrevista ao Observador, o Nobel da Economia em 2010 explicou que “as pessoas com 70 anos são saudáveis”, pelo que “não há razão para não continuarem a trabalhar”.

 

“A população está mais envelhecida, mas também cada vez mais saudável”, frisou, na certeza de que “se alguém se reformar mais cedo deve ser mais penalizado”. A indexação da idade da reforma à esperança média de vida é, portanto, a solução.

 

“A OCDE calcula que o tempo de vida saudável se estenda por sete ou a oito anos depois dos 65. Por isso, se continuarmos com as atuais idades de reforma, temos algo perto de 10 anos de vida saudável e muito capaz que não estamos a usar no mercado laboral”, explicou.

 

22:09 - 26 de Maio de 2015 | Por Notícias Ao Minuto

 

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Comentário de Carlos Garcia (no Facebook):

- Este parasita lá sabe o que diz, a ver pelas mãos e unhas dele, até poderia dizer até aos 90 anos. Este mundo realmente é composto por gente doida, egoísta, egocêntrica, ordinária e não é que são esses os condecorados!?...

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Idade média de reforma subiu no ano passado para 61,5 anos

No regime geral de Segurança Social, os novos pensionistas contavam, em média, 63,4 anos.

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Os  funcionários públicos que se reformaram em 2014 tinham, em média, 61,5 anos, revelam dados publicados pela Pordata, com base em informação da Caixa Geral de Aposentações (CGA). No ano anterior, os pensionistas do Estado aposentaram-se, em média, antes dos 61 anos. 

 

Segundo o Diário Económico, a subida pode ser explicada pelo aumento da idade de reforma para os 66 anos e o agravamento dos cortes nas pensões antecipadas em 2014.

 

No regime geral da Segurança Social, segundo dados de 2013, os novos pensionistas contavam, em média, 63,4 anos. As reformas antecipadas foram, regra geral, congeladas em abril de 2012 e apenas desempregados e regimes especiais puderam aceder a esta via.

 

 Só em 2015, é que o regime foi parcialmente desbloqueado e, mesmo assim, com regras mais restritas face à Função Pública.

 

Este ano, as reformas antecipadas na Segurança Social já estão disponíveis para trabalhadores com 60 anos de idade e 40 de descontos. Na Função Pública, podem sair para a reforma os trabalhadores que aos 55 anos de idade contem 30 de serviço.

 

15:31 - 09 de Abril de 2015 | Por Notícias Ao Minuto

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Idade da reforma sobe para 66 anos e 2 meses em 2016

A idade da reforma vai subir para os 66 anos e dois meses em 2016, segundo uma portaria hoje publicada que aplica o novo fator de sustentabilidade, que reflete a evolução demográfica e a esperança média de vida.

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No início deste ano, o Governo mudou as regras de cálculo desse fator de sustentabilidade, que passou a ser calculado com base na relação entre a esperança média de vida aos 65 anos em 2000 (até então a referência era o ano de 2006) e a esperança média de vida no ano anterior ao pedido da reforma.

 

Esta alteração fez disparar o fator de sustentabilidade e a penalização aplicada às pensões antecipadas, e fez subir a idade da reforma para os 66 anos este ano e em 2015.

 

Para os beneficiários que acedam à pensão antes dos 66 anos de idade, o diploma hoje publicado em Diário da República estabelece que o fator de sustentabilidade das pensões de velhice do regime geral de segurança social atribuídas em 2015 é de 0,8698.

 

O diploma fixa ainda em 0,9383 o fator de sustentabilidade das pensões de invalidez relativa e de invalidez absoluta atribuídas por um período igual ou inferior a 20 anos, transformadas em pensão de velhice em 2015.

 

11:52 - 26 de Dezembro de 2014 | Por Lusa

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A sua reforma estará assegurada daqui a 20 anos?

A incógnita em relação à existência de reformas no futuro preocupa muitos portugueses.

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A ideia de que no fim da idade ativa haverá uma reforma assegurada está cada vez mais posta em causa. Apesar de não haver certezas em relação ao futuro, esta é uma questão que preocupa as pessoas que estão a descontar mas que não sabem se irão receber.

 

“Estou a descontar todos os meses para a Segurança Social, mas não sei se vou ter direito a uma pensão quando chegar a minha altura”, afirma Ana Ferreira em declarações ao jornal i.

 

O sociólogo e professor do ISCTE, Renato Miguel do Carmo frisa que os riscos de isto acontecer são “muito elevados”, já que há problemas centrais na Segurança Social que tornam o “sistema muito instável”.

 

“Por um lado, os jovens não descontam devido à precariedade laboral que existe e, por outro, temos uma taxa de desemprego muito elevada”, explica o especialista. Esta situação agrava-se ainda mais com o envelhecimento da população e com a emigração, já que as pessoas trabalham fora do país e não descontam para o sistema nacional.

 

Renato Miguel do Carmo acredita que para “salvar” o sistema de Segurança Social do país e assegurar as reformas do futuro, é necessário aumentar o emprego e regularizar as relações contratuais para que haja mais pessoas a descontar com regularidade.

 

O especialista relembra que “para este modelo ser sustentável é necessário que todos estejam a contribuir”, desta forma “todos têm de descontar para todos poderem usufruir”.

07:13 - 23 de Maio de 2015 | Por Notícias Ao Minuto

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publicado às 15:33

Um trabalhador da EDP "NÃO PAGARIA" uma Factura da EDP ...

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por ter apresentado uma "reclamação" pelo facto de "não usufruir" na íntegra do BENEFICIO DE ENERGIA ELECTRICA, estipulado no ACT/EDP.

 

Em virtude de a aplicação informática da empresa (EDP), para o efeito de "Beneficio de Energia Electrica" não estar preparada para os seus trabalhadores que "não aderiram" à tarifagem da Conta Certa.

 

A EDP não responderia à reclamação do seu trabalhador ...

e, hoje, para enorme "perplexidade" do seu trabalhador, mandaria interromper o fornecimento de energia eléctrica.

 

(copiado de edpiando)

 

Nota:

A interrupção de fornecimento de energia eléctrica, da EDP a um trabalhador seu, duraria cerca de vinte e quatro horas (ou seja, desde o "momento do corte" ocorrido cerca das doze horas do dia 26 de Maio de 2015 e o momento da "reposição" ocorrido cerca das doze horas do dia 27 de Maio de 2015).

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publicado às 10:47

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De um ponto de vista global, ficámos com a impressão de que até à definição de orientações pela nova equipa de Recursos Humanos da Holding, o que deverá acontecer até ao final do corrente mês, pouco se poderá avançar, salvo em casos pontuais e muito concretos e que não pressuponham decisões superiores.

 

Mesmo assim foram discutidos os seguintes assuntos:

 

 

1. CONCESSÃO DE ENERGIA

O GRL-EDP avançou com uma nova data para a normalização da situação segundo as informações que recolheu quer junto dos Comercializadores da EDP (EDP SU e EDP Comercial), quer junto da EDP Soluções Comerciais, que é o final de Maio. Com a nova aplicação informática a funcionar, pensam que todas as situações ficarão resolvidas. Informaram-nos que será emitida uma carta a todos os trabalhadores, reformados e pensionistas com consumos superiores ao limite definido (erradamente) pelas comercializadoras (cerca de 1800 contratos) para que estes também se possam identificar como prejudicados no sentido de que ninguém fique fora das retificações que pretende efetuar. As comercializadoras foram uma vez mais informadas dos termos do protocolo e do ACT, no sentido do seu cabal cumprimento. Informaram-nos igualmente que, nos termos do ACT, os valores máximos anuais a partir dos quais deixa de haver desconto, foram atualizados para €1.412,00 e €668,00 (EDPFlex).

 

O SINDEL considera e exige que o ACT seja cumprido e respeitado.

Como a EDP diz que no final do corrente mês tudo estará resolvido, cá estamos para ver, sendo certo que, no seguimento do último comunicado sobre o assunto, já estamos a tratar dos passos necessários para que a situação seja resolvida nos termos em que anunciámos.

 

2. SAÚDE

O GRL-EDP informou-nos que, por força das mudanças na estrutura de Recursos Humanos, terá que ser esta a alterar ou a confirmar os representantes da EDP na Comissão de Acompanhamento do Sistema Complementar de Saúde, o que também esperam que seja feito até ao final do corrente mês.

 

Tendo em consideração o estado atual do sistema complementar de saúde consagrado no ACT e do prestador (Sãvida), o SINDEL entende como urgente o início do funcionamento da Comissão de Acompanhamento. Os trabalhadores começaram a pagar mais, logo, exigem de pleno direito serem melhor servidos.

 

3. PROTOCOLOS ACT - Bolsa de Horas e Áreas de Serviço

O GRL-EDP repetiu-nos o que disse para os assuntos anteriores, ou seja, de que até à definição de orientações pela nova equipa de Recursos Humanos da Holding, pouco se poderá avançar, não se sabendo se as posições do CAE anterior se manterão ou não no que diz respeito a estas matérias.

 

O SINDEL entende que, no caso das Áreas de Serviço e o Regime de Pequena Deslocação agregado, a leitura unilateral das empresas sobre o que está consignado no ACT, impõe que as partes que o negociaram se reúnam para tentarem esclarecer de uma vez o assunto.

 

Sobre o caso da Bolsa de Horas existente em algumas Empresas que agora integram o ACT, também se impunha uma concertação. Já reunimos com os trabalhadores envolvidos e sabemos qual a sua posição.

 

Consideramos também que a mudança de responsáveis não pode colocar em causa o cumprimento dos compromissos assumidos. Como tal, para o SINDEL é ponto de honra que os protocolos do ACT já assinados, têm que ser publicados em BTE, e isso mesmo foi afirmado na reunião.

 

Lisboa, 7 de maio de 2015

O Secretariado do SINDEL

 

 

Qual dos Secretariados (o Nacional ou o Executivo) assinaria o presente comunicado ?

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publicado às 17:08


Calendario Anual de 2015

por efepe, em 14.05.15

Hoje, dia 14 de Maio de 2015, ao chegar ao meu Posto de Trabalho, tinha uma "prendinha" do meu Sindicato. 

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Era o "calendário anual de 2015", com os valores válidos até 31 de Dezembro de 2015, relativamente às Bases e Letras de Remuneração e Cláusulas com expressão Pecuniária, bem como as Linhas de Carreira do Nível 5 ao Nível 1, consagradas no ACT/EDP 2014.

 

Estranho, é a "nova formula" de distribuição dos mesmos. Ou de outro tipo de documentação. Que consiste ...

 

Na distribuição com muita "frieza" (ou seja, "deixa-se" a documentação no posto de trabalho, mesmo sem a presença do associado), e "sem rosto" e/ou "sem proximidade" (do delegado sindical) ... como acontecia no passado, com o Sindel de Pato Ribeiro e/ou com o Sindel de Victor Duarte. 

 

Mas, a gravidade da situação - neste caso concreto - foi a geração de uma situação de "privilégio", em relação à minha pessoa.

Uma vez que, o referido "calendário anual de 2015" foi entregue apenas a mim, depois de ter consultado os associados do Sindel, residentes no quarto andar, do Edifício B, sito na Rua Ofélia Diogo da Costa, 115, na cidade do Porto, face a um certo "descontentamento" gerado com a situação.

 

Mudam-se os "tempos", mudam-se as "vontades" !!!

 

Mas ...

 Os "lapsos" de comunicação e informação ...

do Sindel de Ângelo Pereira / Rui Miranda

(ou será de Rui Miranda / Ângelo Pereira ???),

agravam-se dia após dia.

 

Senão, vejamos um exemplo ...

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No referido Calendário Anual de 2015, consta ainda a figura da "Remuneração por Antiguidade" ...

 

Que por efeito da última Negociação do ACT/EDP, foi uma das "figuras" retiradas do novo Acordo Colectivo de Trabalho do Grupo EDP (ACT/EDP 2014), e incluída no "Protocolo Adicional ou Complementar" àquele ACT/EDP 2014 (que ainda aguarda publicação no Boletim de Trabalho e Emprego), em virtude de ser uma das figuras aplicáveis "apenas" aos trabalhadores abrangidos pelo ACT/EDP 2000.

 

Por outro lado, regista-se a "introdução" no Calendário Anual de 2015 ...

De referências à EVOLUÇÃO PROFISSIONAL, ABSENTISMO e AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO.

 

EVOLUÇÃO PROFISSIONAL:

A evolução em cada nível, até aos Graus ou Letras estabelecidos processa-se tendo em conta a Avaliação de Desempenho, o Absentismo, a Aprovação em Acções de Formação e a Inexistência de sanções disciplinares no ano a que respeita a avaliação.

 

ABSENTISMO:

Relevam todas as ausências superiores a 12 por ano, com excepção das:

- Ausências  da Parentalidade ou outras, que a lei considere prestação efetiva de trabalho.

- Ausências até 45 dias por doença.

- Ausências dos membros das ERT(s), nos termos do ACT.

- Ausências ao abrigo do estatuto de trabalhador estudante.

- Ausências por acidente de trabalho ou doença profissional.

- Ausências dos candidatos no período de campanha eleitoral e as

- Ausências por falecimento de parentes ou afins nos termos do ACT;

 

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO:

Só são consideradas as Avaliações iguais ou superiores a Adequado e a progressão para a Br ou Letra superior, realiza-se depois de atingidos 6 pontos.

- Grupo A / Desempenho Adequado --- 1,2p (Contribuição acima do desejável / Contribuição desejável)

- Grupo B / Desempenho Bom ----------- 1,5p (Contribuição de excelência / Contribuição elevada e sólida)

- Grupo C / Desempenho Excepcional - 2,0p (Contribuição de referência)

 

Em resumo e  perplexamente ...

 

Estou "surpreendido" com o conteúdo da Evolução Profissional.

Quantos mais associados do Sindel vão ficar "perplexos" ??

 

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publicado às 12:22

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Então vejamos ...

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EXMO. SENHOR

PRESIDENTE DA MESA DO CONSELHO GERAL

 

Na qualidade de associado, comuniquei e solicitei intervenção de Vossa Excelência, devido à ausência de qualquer resposta a varias questões apresentadas ao Secretario Geral, em separado, e por assunto ou tema. Tendo obtido como resposta global, o conteúdo do correio electronico abaixo.

 

Começo por lamentar que, não fosse Vossa Excelência a subscrever o correio electronico de resposta. Uma vez que a decisão foi do órgão estatutário a que preside. Este “pequeno facto” ou episódio, apenas vem consolidar ainda mais a ideia de “SUBORDINAÇÃO” do órgão estatutário Conselho Geral ao Secretariado Executivo.

 

Por outro lado, o conteúdo de “resposta global” às várias questões apresentadas, é por demais “evasiva” e nada “clarificadora”. Pelo que me reserva o direito, de recorrer em ultima instancia, para o PRESIDENTE DO SINDEL em exercício.

 

Por fim, registo com alguma surpresa e apreensão, o cariz de CENSURA do Secretariado Executivo, para com a minha pessoa. Com a “proibição expressa” de utilizar os endereços electronicos dos membros do Secretariado Executivo. Simplesmente LAMENTÁVEL, num estado democrático, como ainda é o caso de Portigal.

 

Com os melhores cumprimentos e saudações sindelistas,

Fernando Pêgas

 

 

 

Vejamos individualmente, as "temáticas" da

CORRESPONDÊNCIA SEM RESPOSTA

 

  

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Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Através do meu correio electrónico de 12-03-2015 16:42, coloquei duas perguntas a Rosa Maria Fernandes, na qualidade de Secretária Executiva responsável pelo Planeamento e Acção Sindical:

 

Pergunta I:

No início do actual mandato (2013-2017), foram promovidos os Processos Eleitorais para a Eleição de Delegados Sindicais, nos sectores da Industria e do Ambiente. Para quando a ELEIÇÃO DOS DELEGADOS SINDICAIS, no sector da Energia, e nomeadamente no Grupo EDP ?

 

Pergunta II:

Tendo em consideração a grandeza do Grupo EDP, acha normal o Sindel não ter uma Comissão Sindical em pleno funcionamento ?

Logo, neste quadriénio (2013-2017), onde se verificou a negociação do novo ACT/EDP 2014.

 

 

Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Como até à presente data, ainda não obtive qualquer resposta, e sabendo que, no próximo dia 28 de Março de 2015 está programada uma reunião ordinária do Conselho Geral, solicito as diligências consideradas necessárias no sentido de uma resposta às questões apresentadas.

 

Grato pela atenção dispensada, subscrevo-me com os melhores cumprimentos e

 Saudações Sindelistas,

Fernando Pêgas

(na qualidade de associado)

 

 

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Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Através do meu correio electrónico de 12-03-2015 17:06, endereçado a lisboa@sindel.pt, ao cuidado do Secretário Geral, e tendo em consideração a denúncia do “uso pouco claro” de viaturas do Sindel, contida na Carta de Demissão de um Secretário Nacional, questionei o Secretário Geral no sentido de saber quais os secretários executivos que têem viatura do Sindel distribuída.

 

Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Como até à presente data, ainda não obtive qualquer resposta, e sabendo que, no próximo dia 28 de Março de 2015 está programada uma reunião ordinária do Conselho Geral, solicito as diligências consideradas necessárias no sentido de uma resposta à questão apresentada.

 

Grato pela atenção dispensada, subscrevo-me com os melhores cumprimentos e

Saudações Sindelistas,

Fernando Pêgas

(na qualidade de associado)

 

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 Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

 Através do meu correio electrónico de 12-03-2015 17:53, endereçado a lisboa@sindel.pt, ao cuidado do Secretário Geral, e considerando a constatação de um grande número de associados, não terem recebido em suporte de papel, o Jornal do Sindel – Especial Acordo Colectivo EDP (de distribuição gratuita e com uma tiragem de 5.000 exemplares), questionei o Secretário Geral no sentido de saber a quem beneficiaria – o Sindel ou a Reviver Editora – a não distribuição daquele Jornal do Sindel.

 

E, face à OMISSÃO na Ficha Técnica, da entidade produtora e da entidade que imprimiu aquela publicação, também questionaria o Secretário Geral no sentido de saber se a referida omissão seria uma “omissão subtil” ou uma “omissão propositada” no sentido de esconder a empresa Reviver Editora.

  

Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Como até à presente data, ainda não obtive qualquer resposta, e sabendo que, no próximo dia 28 de Março de 2015 está programada uma reunião ordinária do Conselho Geral, solicito as diligências consideradas necessárias no sentido de uma resposta às questões apresentadas.

 

Grato pela atenção dispensada, subscrevo-me com os melhores cumprimentos e

Saudações Sindelistas,

Fernando Pêgas

(na qualidade de associado)

 

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Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Através do meu correio electrónico de 12-03-2015 17:32, endereçado a lisboa@sindel.pt, ao cuidado do Secretário Geral, e considerando o lançamento de um Inquérito Nacional no início do actual mandato, questionaria o Secretário Geral no sentido de saber o Resultado Final do mesmo.

 

Ainda relativamente ao Inquérito Nacional, e tendo como base o índice do Não ser superior ao índice do Sim, constante numa sondagem inserida no site oficial do Sindel, questionaria o Secretário Geral no sentido de saber se a rede de informação e de comunicação do Sindel estaria a funcionar nas melhores condições.

 

Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Como até à presente data, ainda não obtive qualquer resposta, e sabendo que, no próximo dia 28 de Março de 2015 está programada uma reunião ordinária do Conselho Geral, solicito as diligências consideradas necessárias no sentido de uma resposta às questões apresentadas.

 

Grato pela atenção dispensada, subscrevo-me com os melhores cumprimentos e

Saudações Sindelistas,

Fernando Pêgas

(na qualidade de associado)

 

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Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Através do meu correio electrónico de 05-03-2015 14:51, endereçado a lisboa@sindel.pt, ao cuidado do Secretário Geral, e em jeito de Carta Aberta, manifestei o sentimento de ABANDONO consubstanciado nos “queixumes” de muitos e muitos Representantes do Sindel (onde ainda me incluo) nas mais variadas Comissões e Subcomissões de Segurança do Grupo EDP. Porventura, por efeito de uma constatação, constante na Carta de Demissão de um Secretário Nacional, onde se lê o seguinte: “Considerando a desvalorização, que foi objecto a área da Higiene e Segurança no trabalho ao não ter sido nomeado nenhum secretário para esta área”.

 

Através do meu correio electrónico de 12-03-2015 18:32, endereçado a lisboa@sindel.pt, ao cuidado do Secretário Geral, e em complemento aquela Carta Aberta, manifestei também uma “gravidade”. O de haver representantes do Sindel a “abandonarem” as Comissões e/ou subcomissões de Segurança, e não serem substituídos. A maioria dos “abandonos” é devido ao facto de o respectivo “mandato” já ter terminado há muito tempo. E não se vislumbrar … um novo acto eleitoral.

  

Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Porque estamos perante uma “temática” que deveria ter um acompanhamento sério e honesto, permita-me a recomendação de se promover um debate sobre o assunto.

 

Grato pela atenção dispensada, subscrevo-me com os melhores cumprimentos e

Saudações Sindelistas,

Fernando Pêgas

(na qualidade de associado)

 

 

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publicado às 18:08

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Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Através do meu correio electrónico de 12-03-2015 16:42, coloquei duas perguntas a Rosa Maria Fernandes, na qualidade de Secretária Executiva responsável pelo Planeamento e Acção Sindical:

 

Pergunta I:

No início do actual mandato (2013-2017), foram promovidos os Processos Eleitorais para a Eleição de Delegados Sindicais, nos sectores da Industria e do Ambiente. Para quando a ELEIÇÃO DOS DELEGADOS SINDICAIS, no sector da Energia, e nomeadamente no Grupo EDP ?

 

Pergunta II:

Tendo em consideração a grandeza do Grupo EDP, acha normal o Sindel não ter uma Comissão Sindical em pleno funcionamento ?

Logo, neste quadriénio (2013-2017), onde se verificou a negociação do novo ACT/EDP 2014.

 

 

Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Como até à presente data, ainda não obtive qualquer resposta, e sabendo que, no próximo dia 28 de Março de 2015 está programada uma reunião ordinária do Conselho Geral, solicito as diligências consideradas necessárias no sentido de uma resposta às questões apresentadas.

 

Grato pela atenção dispensada, subscrevo-me com os melhores cumprimentos e

Saudações Sindelistas,

Fernando Pêgas

(na qualidade de associado)

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publicado às 17:58

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 (imagem copiada do site oficial do Sindel)

 

SERÁ QUE ...

- A rede de informação e comunicação do Sindel está a funcionar nas melhores condições ?!

- O Departamento de Informação e Comunicação do Sindel tem feito tudo para alterar para melhor a situação expressa na imagem ?!

 

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Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Através do meu correio electrónico de 12-03-2015 17:32, endereçado a lisboa@sindel.pt, ao cuidado do Secretário Geral, e considerando o lançamento de um Inquérito Nacional no início do actual mandato, questionaria o Secretário Geral no sentido de saber o Resultado Final do mesmo.

 Ainda relativamente ao Inquérito Nacional, e tendo como base o índice do Não ser superior ao índice do Sim, constante numa sondagem inserida no site oficial do Sindel, questionaria o Secretário Geral no sentido de saber se a rede de informação e de comunicação do Sindel estaria a funcionar nas melhores condições.

  

Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Como até à presente data, ainda não obtive qualquer resposta, e sabendo que, no próximo dia 28 de Março de 2015 está programada uma reunião ordinária do Conselho Geral, solicito as diligências consideradas necessárias no sentido de uma resposta às questões apresentadas.

 

Grato pela atenção dispensada, subscrevo-me com os melhores cumprimentos e

Saudações Sindelistas,

Fernando Pêgas

(na qualidade de associado)

 

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publicado às 17:41

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Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Através do meu correio electrónico de 05-03-2015 14:51, endereçado a lisboa@sindel.pt, ao cuidado do Secretário Geral, e em jeito de Carta Aberta, manifestei o sentimento de ABANDONO consubstanciado nos “queixumes” de muitos e muitos Representantes do Sindel (onde ainda me incluo) nas mais variadas Comissões e Subcomissões de Segurança do Grupo EDP.

Porventura, por efeito de uma constatação, constante na Carta de Demissão de um Secretário Nacional, onde se lê o seguinte: “Considerando a desvalorização, que foi objecto a área da Higiene e Segurança no trabalho ao não ter sido nomeado nenhum secretário para esta área”.

 

Através do meu correio electrónico de 12-03-2015 18:32, endereçado a lisboa@sindel.pt, ao cuidado do Secretário Geral, e em complemento aquela Carta Aberta, manifestei também uma “gravidade”.

O de haver representantes do Sindel a “abandonarem” as Comissões e/ou subcomissões de Segurança, e não serem substituídos. A maioria dos “abandonos” é devido ao facto de o respectivo “mandato” já ter terminado há muito tempo. E não se vislumbrar … um novo acto eleitoral.

 

Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Porque estamos perante uma “temática” que deveria ter um acompanhamento sério e honesto, permita-me a recomendação de se promover um debate sobre o assunto.

 

Grato pela atenção dispensada, subscrevo-me com os melhores cumprimentos e

 Saudações Sindelistas,

Fernando Pêgas

(na qualidade de associado)

 

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