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USO POUCO CLARO DE VIATURAS DO SINDEL

por efepe, em 13.05.15

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 Senhores Secretários Gerais do Sindel,

Qual será o "uso pouco claro" dado às viaturas distribuídas aos secretários executivos ?

(extracto de uma Carta de Demissão)

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 Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

 Através do meu correio electrónico de 12-03-2015 17:06, endereçado a lisboa@sindel.pt, ao cuidado do Secretário Geral, e tendo em consideração a denúncia do “uso pouco claro” de viaturas do Sindel, contida na Carta de Demissão de um Secretário Nacional, questionei o Secretário Geral no sentido de saber quais os secretários executivos que têem viatura do Sindel distribuída.

 

Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Como até à presente data, ainda não obtive qualquer resposta, e sabendo que, no próximo dia 28 de Março de 2015 está programada uma reunião ordinária do Conselho Geral, solicito as diligências consideradas necessárias no sentido de uma resposta à questão apresentada.

 

Grato pela atenção dispensada, subscrevo-me com os melhores cumprimentos e

 

Saudações Sindelistas,

Fernando Pêgas

(na qualidade de associado)

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publicado às 16:09

A presente Carta Aberta, ao Secretário Geral do Sindel, surge na sequência do envio do comunicado relativo ao Acordo celebrado com o Grupo EDP, na Tabela Salarial de 2015, para os associados do Sindel (agrupados alfabeticamente de A a J) e, cujas identificações dos respectivos "correios electronicos" eram visíveis para todos.

 

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Pelo que, se registou

"negligência total" 

 

quanto à salvaguarda de informação de caracter "CONFIDENCIAL" e/ou de caracter "PRIVILEGIADA" relativamente à identificação e quantificação de associados do Sindel.

 

Por outro lado, ao compararmos este "exemplo" ...

com um outro registado com os "preparativos" da Candidatura Renovar é Preciso ao XI Congresso, aquando da "criminalização" por parte do candidato Ângelo Pereira, ao impedir o acesso à Listagem de Associados que iria servir de "Cadernos Eleitorais" na Eleição dos Delegados ao XI Congresso, com ameaça de recurso à via judicial,

fica provado um certo ...

"AUTORITARISMO" DE ÂNGELO PEREIRA !!

 

 

 

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publicado às 14:56


TABELA SALARIAL 2015 - GRUPO EDP

por efepe, em 13.05.15

MENTIR POR "OMISSÃO" ...

No passado dia 05-01-2015, realizou-se uma reunião de trabalho (não nos consta que a mesma não se tivesse realizado ou que tivesse sido adiada), cujo principal tema da Ordem de Trabalhos era a "Discussão e aprovação da politica reinvidicativa para 2015".

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 No Grupo EDP, o Processo Negocial da Tabela Salarial e outras clausulas de expressão pecuniária para o ano de 2015, já teve o seu início. Segundo informação de um outro Sindicato.


LAMENTAVELMENTE, o Sindel ainda não comunicou / informou os seus associados e o público em geral, qual a sua Proposta.


OU SERÁ, QUE AINDA NÃO HÁ PROPOSTA PARA O ANO 2015 ?

 

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 Iniciaram-se hoje as negociações das atualizações da Tabela Salarial e Cláusulas de Expressão Pecuniária para 2015, no Grupo EDP.

O SINDEL apresentou uma proposta de 2,5% com arredondamento ao Euro superior.

A EDP apresentou inicialmente uma proposta de 0% e perante a indignação de todas as estruturas reformulou para 0,1%.

Foi assinado o protocolo negocial estabelecendo que as reuniões sejam realizadas semanalmente, às 4ªs feiras.

Sobre a proposta da EDP, o SINDEL afirmou que obviamente não tinha condições de alterar a sua posição e manifestou o seu desagrado em, depois de assinado o ACT com todo o folclore adjacente, a EDP ter tido a ousadia de vir apresentar uma “não proposta”.

0,1% ou 0,0% é a mesma coisa!
Face aos argumentos da EDP de que poderemos ter uma deflação, o SINDEL respondeu que, para além de não se saber se essa realidade vai ser um facto, a atualização salarial para 2015 deveria permitir repor o poder de compra perdido face à carga fiscal e permitir algum consumo que contribuísse na recuperação económica do País.

Esperamos que, na próxima reunião, a EDP apresente valores que nos permitam alterar a nossa posição.

No início da reunião foram levantados os seguintes pontos prévios:

1. SUBSÍDIO DE FÉRIAS 2015

A EDP informou que, cumprindo o acordo estabelecido com os Sindicatos, em 17/12/2014, iria antecipar o pagamento do subsídio de férias para o 1º trimestre de 2015 (Fevereiro ou Março).

2. CONCESSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

O SINDEL questionou a EDP acerca do não cumprimento do protocolo (e já clausulado) referente à concessão da energia elétrica nos moldes negociados, a saber:
- Cumprimento dos valores mensais (80% desconto) e anuais (1.375,00);
- Obrigatoriedade de pagamento por débito direto em conta bancária para a concessão do desconto de trabalhador;
- Reposição dos casos de perda da concessão;

A EDP respondeu-nos que o acordado era para se cumprir e que, até Março esperava ter pronta a aplicação informática que permite verificar automaticamente todas as anomalias.

O processo está a ser feito manualmente e admite existir informação errada.

Solicitou que todos os casos sejam colocados, quer diretamente à Empresa, quer através do Sindicato.

O SINDEL também já solicitou uma reunião com representantes da EDP para a discussão dos casos concretos que lhe foram colocados, nomeadamente a produção de efeitos do protocolo em todas as suas vertentes.

No entanto e em relação aos trabalhadores que perderam a concessão, quer por força de alteração de titularidade do contrato, mudança de casa ou simplesmente porque mudaram para a EDP Comercial, informamos que se o seu caso ainda não foi resolvido total ou parcialmente devem enviar o contrato e/ou a fatura da EDP Comercial (sem desconto) e a última fatura com a EDP Serviço Universal para contacto.edpvalor@edp.pt a pedir o benefício, indicando o número de funcionário. Podem também ligar para a EDP Valor e saber sobre o andamento do processo, ou para encontrar uma alternativa ao envio eletrónico dos documentos – 808 500 355 – digitar a opção 1.

Serão as Soluções Comerciais que, ao rececionarem o contrato, validarão os dados e enviarão à EDP Comercial, que depois irá inserir o benefício no contrato, ou proceder ao crédito correspondente.

Lisboa, 14/01/2015
O Secretariado do SINDEL

 

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 Na reunião de hoje a EDP alterou a sua posição para 0,2%.

Com esta alteração, o SINDEL ainda não viu reunidas as condições para modificar a sua proposta inicial de 2,5%.

Começamos a ficar preocupados com a postura da EDP neste processo negocial!

Depois de terminar a negociação do ACT, tudo indicava que as negociações salariais em 2015 se pudessem desenrolar de forma célere e no caminho de um compromisso satisfatório para todas as partes.

A EDP parece não querer seguir esse caminho!

O SINDEL espera que, na próxima reunião, se reúnam as condições que permitam avançar positivamente no sentido da convergência.

O SINDEL não abdica porém, que o interesse dos trabalhadores seja a prioridade.

Esteja atento!
Adira ao SINDEL!
Visite www.sindel.pt

Lisboa, 21 de janeiro de 2015
O Secretariado do SINDEL

 

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 Na reunião de hoje, o SINDEL reiterou a sua convicção de que a EDP começou as negociações com pressupostos errados, ou seja, os de que 2015 poderia vir a ser também um ano de deflação.

Os últimos acontecimentos e intervenções das instâncias Europeias vieram dar-nos razão!

Mais razão tivemos ao não mexer na nossa proposta inicial de 2,5%, na última reunião!

Hoje, a EDP, em resposta a estes nossos argumentos, reformulou a sua proposta para 0,3%, o que em nosso entender continua a “saber a pouco”.

Mas perante um cenário de impasse no processo, o SINDEL reforçando a vontade em negociar que tem desde o início, alterou a sua proposta para 2,1%, na expetativa de que a EDP tome agora o rumo certo, ao refletir nas suas posições o real valor ao contributo dos seus trabalhadores nos resultados do Grupo.

Foi o desafio que fizemos à EDP para a próxima reunião.

Lisboa, 28 de janeiro de 2015
O Secretariado do SINDEL

 

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Hoje, a EDP, reformulou a sua proposta para 0,4%.

Em resposta o SINDEL alterou a sua proposta para 1,9%.

Os trabalhadores da EDP merecem que a Empresa apresente valores que lhes reconheçam o mérito em prol da consolidação dos resultados financeiros do Grupo.

O SINDEL espera que, na próxima reunião, a EDP caminhe de facto no sentido de um acordo, apresentando propostas mais condizentes com esse propósito.

O SINDEL já anunciou ter poder negocial, mas espera não o esgotar se a EDP continuar com estes passos tímidos!

Como ponto prévio, o SINDEL chamou a atenção da EDP para os significativos atrasos nos reembolsos do sistema de Saúde. A EDP explicou-nos que tal facto se deveu à uniformização entre sistemas informáticos, mas existe o compromisso de até à emissão das declarações do IRS os reembolsos estarem todos resolvidos, salvo os que estiverem dependentes de alguma documentação.

Lisboa, 4 de fevereiro de 2015
O Secretariado do SINDEL

 

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O SINDEL continua a defender uma atualização salarial para 2015 que reconheça aos trabalhadores da EDP o seu papel na consolidação dos resultados económicos e financeiros do Grupo.

O SINDEL reafirma mais uma vez ter poder negocial e pretende chegar a um acordo, mas a EDP tem que corresponder a este nosso propósito, apresentando propostas condizentes.

Estamos a chegar ao número de reuniões que, em processos negociais anteriores, permitiram um acordo, mas este ano os valores que a EDP tem vindo a apresentar, a não serem alterados, não nos permitem ser tão otimistas.

Como ponto prévio, o SINDEL colocou uma vez mais a questão dos descansos compensatórios devidos por trabalho suplementar que não têm sido carregados no sistema, o que impede os trabalhadores de os gozarem. A EDP respondeu-nos que devido a um problema informático só tinha sido possível carregar as compensações até ao final do mês de Novembro de 2014. Esse problema está resolvido e até ao final do corrente mês, todas as compensações estarão no sistema.

Colocámos igualmente a questão dos trabalhadores da EDP nas Lojas do Cidadão, nomeadamente o caso da loja de Aveiro, em que os trabalhadores não sabiam para que serviços seriam transferidos. A EDP respondeu-nos que, de facto, o Plano de Comunicação habitual para estas situações não teria funcionado a 100%, sobretudo devido ao período de férias. Os trabalhadores desta loja serão uns transferidos para o BackOffice e outros serão abrangidos pelo plano de pré-reformas do final do ano. Há ainda casos em que os trabalhadores serão transferidos para outros serviços.

Lisboa, 11 de fevereiro de 2015
O Secretariado do SINDEL

 

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Afirmando-se próxima dos seus valores finais, a EDP reformulou a sua proposta para 0,8%, tendo o SINDEL respondido com uma reformulação para 1,25%.

O SINDEL reiterou que estes valores ainda eram insuficientes para um acordo.

A fim de discutir as condições para que o SINDEL possa estabelecer um acordo no atual contexto negocial, convocámos um Plenário de Dirigentes do Secretariado Nacional e de Delegados Sindicais da EDP, para a próxima 3ª feira, dia 24/2, pelas 10:30h na delegação do SINDEL em Coimbra.

É importante que todos os associados do SINDEL e os trabalhadores da EDP em geral façam chegar a sua opinião aos Delegados Sindicais, para que estes possam trazer uma posição clara e maioritária ao Plenário.

Lisboa, 18 de fevereiro de 2015
O Secretariado do SINDEL

 

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publicado às 13:21

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publicado às 12:29

Em Portugal, o edifício legislativo do Movimento Sindical anda com "a casa desarrumada", sobretudo por efeito da «Reorganização Estrutural» das várias Associações Sindicais, verificadas ao longo dos anos após o 25 de Abril de 1974.

 

- Há Associações Sindicais de âmbito regional/distrital, e por sector(es) de actividade,

predominantemente filiadas na Central Sindical da CGTP.

 

- Há Associações Sindicais de âmbito nacional, e por sector(es) de actividade,

predominantemente filiadas na Central Sindical da UGT.

 

- E há ainda Associações Sindicais de âmbito regional/distrital e/ou de âmbito nacional, e por sector(es) de actividade,

não-filiadas em nenhuma das Centrais Sindicais existentes legalmente em Portugal.

São os "ditos" Sindicatos Independentes.

 

Daquela «Reorganização Estrutural», e nomeadamente na última década, tem surgido "subtilmente" no Movimento Sindical, as Sociedades Anónimas de Negociação Colectiva, abreviadamente SANC.

Trata-se de uma denominação não jurídica, mas utilizada em linguagem sindical.

 

Talvez seja oportuno estabelecer um certo "paralelismo" com a área e/ou actividade desportiva, para uma melhor "caracterização" e/ou "percepção" das SANC's. E, que sirva também para uma melhor compreensão e/ou identificação jurídica.

 

O "paralelismo" consubstancia-se no seguinte: A SANC está para a Associação Sindical (vulgo Sindicato) como a SAD (Sociedade Anónima de Desporto) está para a Associação Desportiva (vulgo Clube).

 

Exemplifiquemos ...

Tomemos como um "exemplo bom" de SANC, a estrutura ou plataforma sindical - denominada "FRENTE SINDICAL" - constituída e composta por Associações Sindicais filiadas na Central Sindical da UGT e por "Sindicatos Independentes" que interviu concertadamente no processo negocial do novo Acordo Colectivo de Trabalho do Grupo EDP (abreviadamente conhecido por ACT/EDP 2014).

 

Em conformidade com a noticia inserida no Jornal do Sindel - ESPECIAL Acordo Colectivo EDP de Novembro 2014, e cujo "extracto" se apresenta a seguir ...

 

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publicado às 12:25

No mês de Novembro de 2014, foi lançado o Jornal do Sindel - Especial Acordo Colectivo EDP, com uma tiragem de 5.000 exemplares, e com Distribuição Gratuita.

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HÁ UM SEM NÚMERO DE ASSOCIADOS ...

Que ainda não receberam o referido Jornal do Sindel em suporte de papel. 

 


SERÁ QUE ...



AS PAREDES DA DELEGAÇÃO DE ÉVORA,

ESTÃO PRECISANDO NOVAMENTE DE SEREM "FORRADAS" ? ...

 

Tal como aconteceu no mandato anterior, com o aproveitamento dos exemplares "não distribuídos" da Revista Comemorativa dos 30 anos.

 

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 Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

 Através do meu correio electrónico de 12-03-2015 17:53, endereçado a lisboa@sindel.pt, ao cuidado do Secretário Geral, e considerando a constatação de um grande número de associados, não terem recebido em suporte de papel, o Jornal do Sindel – Especial Acordo Colectivo EDP (de distribuição gratuita e com uma tiragem de 5.000 exemplares), questionei o Secretário Geral no sentido de saber a quem beneficiaria – o Sindel ou a Reviver Editora – a não distribuição daquele Jornal do Sindel.

 

E, face à OMISSÃO na Ficha Técnica, da entidade produtora e da entidade que imprimiu aquela publicação, também questionaria o Secretário Geral no sentido de saber se a referida omissão seria uma “omissão subtil” ou uma “omissão propositada” no sentido de esconder a empresa Reviver Editora.

  

Senhor Presidente da Mesa do Conselho Geral,

Como até à presente data, ainda não obtive qualquer resposta, e sabendo que, no próximo dia 28 de Março de 2015 está programada uma reunião ordinária do Conselho Geral, solicito as diligências consideradas necessárias no sentido de uma resposta às questões apresentadas.

 

Grato pela atenção dispensada, subscrevo-me com os melhores cumprimentos e

Saudações Sindelistas,

Fernando Pêgas

(na qualidade de associado)

 

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publicado às 12:12

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 (copiado da edp.on)

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 ESTAREMOS PERANTE

UMA "DECISÃO UNILATERAL" DO GRUPO EDP ??

O nº 1 da da cláusula 3º (vigência, denuncia e revisão) diz: "O presente ACT entra em vigor no primeiro dia do segundo mês seguinte à sua publicação no Boletim do Trabalho e Emprego (BTE), do Acordo Colectivo entre a EDP-Energias de Portugal, SA e outras e o SINDEL-Sindicato Nacional da Industria e da Energis e outros - Revisão global, puvlicado no BTE nº 37 de 08 de Outubro de 2014, a folhas 158 e seguintes.



E QUAL O "PAPEL" DO SINDEL ?


SERÁ UMA ASSOCIAÇÃO SINDICAL (na defesa dos interesses dos trabalhadores seus associados)

OU UM PARCEIRO SOCIAL ESTRATÉGICO (na defesa dos interesses das entidades patronais) ?

 

 

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 Olhando pela primeira vez, para o ACT / EDP 2014 publicado esta semana no Boletim de Trabalho e Emprego (nº 37 de 08-10-2014), e concentrando-me mais demoradamente no seu Anexo I (Enquadramento e Carreiras Profissionais), CONFIRMEI OS MEUS "RECEIOS" relativamente ao facto de a minha "geração profissional" não-precária (ou seja, os admitidos nos anos finais da década de setenta e/ou nos primeiros anos da década de oitenta do século passado) não ter sabido passar o "testemunho" (entenda-se o Acordo Colectivo de Trabalho) a uma "geração profissional" precária (ou seja, os admitidos através de contratos individuais e agora "integrados" no Acordo Colectivo de Trabalho).

 

De uma forma sintética, a "matriz ideológica do colaborador" - ou seja, uma velha aspiração de um certo neo-liberalismo laboral - IMPOSTA À MESA DAS NEGOCIAÇÕES do novo ACT/EDP pelas entidades patronais, "vingou" no Acordo Final, em detrimento da "matriz ideológica do trabalhador", COM A PASSIVIDADE E PERMEABILIDADE das associações sindicais independentes e as afectas às Centrais Sindicais da CGTP e da UGT.

 

Pois, nem um "esboço" de resistência foi efectuado.

 

Em suma, TODA A GENTE (entenda-se os Negociadores das entidades patronais e sindicais) estiveram contra os "trabalhadores" (com direito a "perspectivar" uma carreira profissional, através de legislação laboral regulamentada) ...

e a favor dos "colaboradores" (sem direito a "perspectivar" uma carreira profissional "per si" - de modo individual ou isolado).

 

Na prática, a ESCRAVIDÃO MODERNA (ou seja, a desregulação das relações laborais) acaba de chegar ao Grupo EDP, na geografia de Portugal.

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 Aguardemos pela "conta corrente"

(quanto aos 'custos' e quanto aos 'proveitos' e seus efeitos)

de uma Liderança Sindical no Processo de Negociação do ACT / EDP ...

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publicado às 11:50

Valeu a pena!

Parlamento Europeu rejeitou a proposta da Comissão sobre a Directiva do Tempo de Trabalho.

Vitória dos trabalhadores europeus e a satisfação de termos contribuído para este resultado!

De facto vale sempre a pena lutar por princípios e convicções e dar prioridade aos direitos sociais.

 

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publicado às 16:13


Os filhos dos direitos adquiridos

por efepe, em 12.05.15

Ambicionar que nas próximas décadas o país vai criar riqueza que consiga garantir aos que hoje estão “fora” os mesmos direitos dos que estão “dentro” é uma ilusão. Isso não vai acontecer

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 O prenúncio mais evidente da crise que aí viria foi a anémica evolução da economia que experimentámos na primeira década deste século. A pronto ou a crédito, o dinheiro que atirámos para cima da economia durante anos a fio não teve, do outro lado da equação, uma correspondência compatível. Alimentámos a besta com fartura, mas ela não se mexeu. Engordou primeiro e definhou a seguir.

 

Pôr a economia a crescer é, por isso, um objectivo central. Mas não basta querer para acontecer. Primeiro é preciso ter a noção que nem todos os crescimentos económicos são iguais. Se não forem sustentados e resultado de um aumento da produtividade e competitividade, estaremos mais uma vez a iludir-nos no presente e a criar problemas para o futuro.

 

E depois é preciso ter a noção que o crescimento económico que realisticamente ambicionamos para o resto da década não vai chegar, nem de perto nem de longe, para resolver os problemas que acumulámos.

 

Esperar que é com mais uma décimas de PIB que baixamos o desemprego para níveis decentes, resolvemos o problema da segurança social, o sub-financiamento de algumas áreas do Estado e ainda sobra dinheiro para aumentar as prestações sociais para os mais carenciados é ter a ilusão que se tivermos três ovos em vez de dois já fazemos uma omelete que alimenta decentemente um regimento.

 

Os recursos são escassos e vão continuar a sê-lo. Mais do que esperar que o acréscimo de comida que vai chegar à mesa satisfaça toda a gente, importa saber quem e como a ela se pode sentar.

 

O país dual que construímos nas últimas décadas não se resume ao mercado de trabalho, onde uma parte mantém contratos sem termo e outra vai sobrevivendo como pode entre contratos a prazo e recibos verdes. Alguma coisa está mal numa economia quando é mais fácil e mais rápido despedir colectivamente de forma cega 50 trabalhadores num processo de reestruturação do que dispensar cinco funcionários que se manifestem incompetentes para as funções.

 

Pode não ser simpático de ouvir, mas a segurança laboral extrema dos que entraram há 15 ou 20 anos no mercado de trabalho não pode significar a extrema precariedade dos que querem entrar e são, muitas vezes, mais qualificados do que os que estão.

 

Isto resolve-se precarizando toda a gente? Claro que não. Mas algum equilíbrio há-de ser possível, mais justo do que o desequilíbrio actual.

Isto é apenas fruto da crise? É um logro pensar que os precários são filhos da troika ou da austeridade. As estatísticas desmentem essa visão a preto e branco. Há 20 anos, em 1994, havia 344 mil trabalhadores com contrato a termo. Em 2008, antes da crise financeira, tinham mais do que duplicado para 708 mil.

 

Nas duas últimas décadas, com mais crise ou menos crise, o peso do trabalho precário foi sempre aumentando.

 

A dualidade é também cada vez mais acentuada no acesso e direito às pensões. As fórmulas de cálculo generosas do passado – e nalguns casos escandalosas em instituições públicas ou privadas, garantindo reformas obscenamente elevadas a quem nunca descontou em montante e em tempo para a elas ter direito – coexistem hoje com direitos cada vez menores e, sobretudo, incertos.

 

Não sabemos qual vai ser o regime de reformas dos que entraram esta década no mercado de trabalho, mas uma coisa é certa: ele vai ser muito mais severo do que os regimes que vigoraram nas últimas décadas. Pior. Os que hoje estão a trabalhar descontam para pagar as reformas actuais com a certeza que daqui a 20 ou 30 anos não vão beneficiar sequer de uma sombra dos mesmos direitos.

 

A solidariedade intergeracional é um bom princípio social e um factor de coesão. Mas já não é de solidariedade que estamos a falar. Em causa está uma transferência de recursos entre gerações que fica na fronteira da legitimidade moral, podendo tornar-se ela própria um factor de atrito social.

 

O mundo das empresas também não escapou à sociedade dual que construímos. Grupos que foram feitos no conforto de mercados cativos, protegidos da concorrência e alimentados por rendas certas pagas por consumidores ou contribuintes coexistem com grandes, médias e micro empresas que diariamente têm que fazer pela vida, pelo negócio e pela rentabilidade. Sem acesso a decisores políticos, sem influência no processo legislativo e sem lugar à mesa da despesa e do investimento público, o essencial do tecido empresarial tem que facturar para pagar impostos que são, muitas vezes, as receitas certas dos instalados. E como é difícil rever os contratos das parcerias público-privadas, com modelos financeiros construídos por consultores e blindados juridicamente por gabinetes de advogados, ambos parte integrante do mesmo ecossistema. O mesmo se passa com rendas da energia e concessionárias várias de serviços públicos, para falar apenas dos casos mais notórios.

 

Em todos estes casos estamos a falar dos famosos direitos adquiridos, por todos invocados com maior ou menor legitimidade quando os sentem ameaçados.

 

Foram, de facto, todos eles atribuídos ao longo de décadas pelos decisores políticos. Umas vezes por legítima e nobre convicção sobre o modelo de desenvolvimento económico e social que defendiam para o país. Outras vezes por cálculos eleitorais de ocasião, que despertam quase sempre a generosidade que há num político. Outras ainda por trocas de favores e promiscuidades entre o mundo empresarial e a política.

 

Certo, certo é que muitos destes direitos foram adquiridos a crédito. A crédito de rendimentos e recursos futuros que, afinal, não aconteceram. Porque a economia não cresceu, porque a receita fiscal não chegou, porque os credores fecharam a torneira.

 

Ambicionar que nas próximas décadas o país vai criar riqueza que consiga garantir aos que hoje estão “fora” os mesmos direitos dos que estão “dentro” é uma ilusão. Isso não vai acontecer. Porque nada, neste momento, permite adivinhar a dinâmica económica necessária para que aconteça mas também porque as regras que alimentam esta dualidade são um lastro difícil de mover.

 

Mas o equilíbrio entre os de “dentro” e os de “fora” é absolutamente essencial, sobretudo se assentar mais no mérito do que no crédito. Há que dar espaço à mesa aos filhos dos direitos adquiridos e para isso todos terão que se ficar um pouco mais apertados.

 

Paulo Ferreira

Jornalista, pauloferreira1967@gmail.com

(In Observador de 8/5/2015, 15:04)

 

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Comentários publicados no Observador (anexados à noticia):

 

Concordo com tudo, só me interrogo porque não menciona nem uma vez a palavra Funcionários Públicos, quando todos sabemos que o grosso da desigualdade está aí?

É no aparelho do Estado que está grande parte do problema, com certeza bem maior e mais profundo que tudo o resto somado, por muitas voltas que se dê para não atacar os portugueses de primeira.

(Bruno Dias - 08-05-2015)

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Concordo em paralelo. A corrupta classe política conseguiu destruir a economia portuguesa e tirar-nos o futuro, especialmente aos mais novos.
Afinal, o Indice de Desenvolvimento Humano de 1975, colocava-nos em 24.º, agora coloca-nos em 41.º …, um sucesso.

(Miguel Martel - 09-05-2015)

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Isso é o que se chama argumento de má-fé ou pouco conhecedor nesta matéria.

Com o desmembramento da URSS, vários países passaram a ser contabilizados de forma independente e viriam a ficar à nossa frente porque os mesmos nos superam, em média, em riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade, etc. .

São estes os países da ex-URSS passaram a constar da lista, e que nos superam no IDH:

República Checa
Estónia
Lituânia
Polónia
Eslováquia

Os outros são: o Liechtenstein e Andorra (que antigamente não eram contabilizados), e os países do petróleo, Arábia Saudita, Brunei, Qatar e EAU. O único país que nos passou à frente, excluindo situações excecionais, foi Malta.

Diga não à desinformação.

(José Pedro Faria - 09-05-2015)

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Pense antes no problema de 1% da população deter 25% da riqueza do país e de 5% deter cerca de 45%.

Pense no problema dos paraísos fiscais e no “fechar de olhos” a essa realidade, por parte das instituições internacionais, que, só por si, a ser resolvida, solucionaria a maior parte dos problemas económicos dos países.

Compare esses dados com o peso dos “funcionários públicos” (mais corretamente, “trabalhadores que exercem funções pública”) na economia e reflita.

Diabolizar o particular em detrimento do que é realmente importante, é uma arma da “brigada do 1%”. E, pelos vistos, resulta.

(José Pedro Faria - 09-05-2015)

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Fala desses e fala dos outros, os que vivem à conta do Estado sem contribuir para ele (ao menos os funcionários públicos trabalham para o Estado). Está lá, para quem o quiser entender. Contudo, não posso deixar de perguntar o que é que acha que os cidadãos exigem quando exigem que o Governo (seja ele qual for, porque a discussão política não me parece que tenha de vir ao caso) crie emprego?

(Fernanda Bettencourt - 09-05-2015)

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Uma economia baseada no trabalho sem direitos é uma economia morta. A china cresce à custa da parte da economia onde cresce o trabalho com direitos.

É uma ilusão de mau gostos ter a expectativa de obter trabalho escravo indefinidamente.

A globalização está em curso imparavel e a grande velocidade: os capitais movem-se para onde são melhor tratados e o trabalho move-se para onde é melhor tratado, as mercadorias movem-se para onde são melhor vendidas, as matérias primas acorrem às economias que mais produzem.

As áreas geográficas onde isto não for compreendido entram em desertificação. Tornam-se inabitáveis para trabalhadores, investidores, consumidores de todas as idades.

Portugal viveu o período de transição da integração na CEE e perdeu a batalha da reestruturação das empresas não competitivas, perdeu a batalha da instalação da concorrência, perdeu a batalha da modernização, perdeu os tradicionais mercados. A economia acantonou-se à volta do Estado atuando em monopólio, oligopólio ou concorrência protegida.

É assim porque os empresários assim quiseram e porque o Estado os acolheu e os trabalhadores negociaram os acordos assinados pelas partes.

Este modelo é inviável. Mantê-lo é caminhar para o deserto. Isso não carece de demonstração, é comumente aceite!

O que está em discussão é o caminho a seguir para uma economia competitiva no contexto internacional global.

O desenho desse caminho tem de resultar da interação das forças, pela sua mobilização inclusiva. A estigmatização de uns por outros destruirá a condição essencial à solução.

Não se trata de procurar consensos da chamada paz dos cemitérios, trata-se de promover o conflito do debate com sentido.

(José Mendes - 08-05-2015)

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Os Ferreira, pai, mãe e três filhos, eram uma família relativamente próspera, bem integrada. Os filhos tinham apesar de terem acesso à maior parte daqueles bens (ténis de qualidade, telemóveis que não os envergonhavam perante os amigos, mesada de acordo com as idades) que proporcionam um dia-a-dia confortável, reivindicavam sempre um pouco mais, aliás como parecia próprio da idade e de tempos que se diziam de “vacas gordas”. Este bem-estar era assegurado pelos rendimentos dos pais, provenientes de empregos, relativamente bem pagos e que se pensavam garantidos para a vida. Mas um dia o mundo dos Ferreira, como o de muitos outros, mudou abruptamente, em resultado daquilo a que se chamou a pior crise desde a “Grande Depressão” dos anos vinte, do século passado. O pai Ferreira perdeu o seu emprego e esgotado o período em que recebeu o subsídio de desemprego, ainda não conseguiu voltar a encontrar trabalho. A mãe foi-se aguentando e é a única fonte de rendimento. Os filhos Ferreira é que não estão pelos ajustes, evocando aquilo a que estavam habituados e falando mesmo em direitos adquiridos frustrados, já avisaram que não prescindem daquilo a que estão habituados. A culpa não foi deles, argumentam.

(Antonio Branco - 08-05-2015)

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Numa leitura atenta tenderia a concordar com o exercício de diagnóstico não fora existirem premissas, e sempre as mesmas, que por definição tendem a ser “in”discutidas.
Diz-se que atirar dinheiro para cima da economia não resolve (eu o digo como não Keynesiano na acepção que replicar as condições de um New Deal é exercício de ignorância, ignorância próxima da que pretende caracterizar esta crise como aparentada da Grande Depressão) mas existe um acepção errada nesse juízo aparentemente correcto: não nos limitámos a atirar dinheiro para cima da economia, fizemo-lo de um modo acrítico se não mesmo capcioso. Concretizando, o investimento público canalizou maioritáriamente rios de dinheiro para sectores como a Construção e Obras Públicas, Saúde e Banca, e se nos dois primeiros a evidência surge sob a denominação PPP (mas não só), no caso da Banca a coisa foi mais elaborada pois criaram-se e ainda existem linhas de fomento que servem para mutualizar dívida já existente junto da banca onde essa banca é a colocadora única. Essa banca de empresas que propõe, submete a SGM’s e contrata novo crédito que permite resgatar directa e indirectamente linhas revolving já existentes e muitas delas cristalizadas para além de camuflar MTL´s de investimento para gerar cash que permita prolongar a agonia que cumpre planos de pagamento e retarda as imparidades, são as linhas PME-qualquer-coisa nunca sindicadas em que a banca de empresas se atira com apetite de leão pois vê para o mesmo perfil de risco do devedor uma assumpção de risco credor mitigado a 50 ou 75%. Mas isto não faz cachas como o relatório de hoje FMI não faz e é ignorado quase tanto como alguns sms’s e alguns alugueres de apartamentos.
Como já vou longo atalho quanto ao SNS e ao sistema de pensões, um e outro sempre custaram muito mais que podemos pagar apenas mudou a longevidade da mentira: dantes atirávamos os respectivos défices para um horizonte a 30 anos e agora a lógica contabilística (a verdade) impôs-se e orçamentação real/anual põe a nú o que vestes curtas não tapam.
Talvez um dia se queira ir além do lugar comum e estudar se de facto andámos a gastar mal na última década ou se existe uma estreita correlação entre os déficits reconhecidos e o estreitar das normas de contabilidade pública desde meados de 70.

(Jor Gab - 09-05-2015)

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O Sr. Paulo Ferreira é um perito nesta matéria, no mesmo artigo dá porrada em toda a gente, políticos de direita e de esquerda, grandes empresas, trabalhadores, pensionistas, desempregados, etc…. Tudo para nos dizer a todos que temos de nos resignar! Temos ainda de empobrecer mais! Temos ainda de cortar mais e …. vamos tornar esses cortes permanentes! Ou seja, não pensem em voltar ao tempo de “atirar dinheiro para a economia”. O equivalente a dizer, não vai haver consumo, não pode haver consumo, por isso não pode haver salário! Tanta bacoquice repetida até à exaustão cansa. Mas é incrível como se percebe qual é o resultado! A classe média desapareceu, está uma lástima! Portanto, não à quem vote! Vamos arrebanhar uns quantos parasitoides e ganhamos isto. Basta ver a abstenção nas últimas eleições do Reino Unido. Pouco mais de metade da população elegeu quem vai governar por mais alguns anos. Governar e ………. Quanto ao essencial deste artigo: Á uma série de coisas que estão mal, muito mal em toda a politica, economia e sociedade Portuguesa, rendas excessivas, proteccionismo, etc…, mas no fim vamos é cortar salários e pensões! É isso que nos vai tornar competitivos, os nossos empresários, gestores e outras coisas mais são especialistas em gerir …. nada. Fantástico!!!!

(Joaquim Ferreira - 09-05-2015)

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Felizmente, que começamos a ouvir algumas verdades sobre a situação em que nos encontramos. Este artigo de Paulo Ferreira, é isso mesmo. Embora custe ouvir dizer, Portugal está metido numa situação de guerra, de guerra económica e financeira. E ela tem que ser dita. E como vencer todos os desafios, que se nos apresentam, para a ganhar ? Certamente, não é com a demagogia e as mentiras habituais, que o povo cerra fileiras e se sacrifica por uma vitória, que ainda estará muito longe de ser alcançada. Temos que ter um governo que se misture com o povo, que o encoraje e o estimule no bom sentido da responsabilidade. Ele próprio, o governo, terá que dar o exemplo de competência e honestidade na sua acção. O país precisa de produzir o que consome. O país precisa de investir na agricultura moderna, com programas de produção agroalimentar, com um projecto inteligente de recolha e escoamento dos seus produtos. Aproveitar a massa cinzenta dos nossos jovens, que saindo das escolas superiores, não têm alternativa, que não seja a emigração. Recuperar a indústria que se perdeu nestes últimos vinte anos de ilusões O país precisa de produzir o que consome e exportar os excedentes, num equilíbrio de custos de produção, de forma a tornar os produtos mais apetecíveis, deixando uma mais valia, que encoraje o investimento. Portugal, não pode ficar apenas com o trabalho de empresas de serviços, muitas delas subsidiárias de outras, apenas sobrevivendo da subdivisão dos lucros, criando alguns parcos postos de trabalho, e alguns mais lugares de administração por conveniência. O dinheiro, girando, deixa ganhos em cada sítio por onde passa ! Já alguém pensou, se por hipótese for possível saber, quanto é que o Estado recebe de percentagem ( do IVA ) de uma nota de100 Euros, a circular de mão em mão, durante um ano no espaço português ? Razão, porque numa sociedade de consumo, nunca se deve travar a economia…!

(Rui Frias - 09-05-2015)

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Muito bom artigo.

Para uns terem emprego assegurado quer produzam muito, pouco ou zero (e andem em greves deia sim dia nao) anda o resto do país (os que ainda nao emigraram) a recibos verdes e na precariade a trabalhar 60 horas por semana. Sao os filhos e enteados.

Curiosamente este sistema dual e desigual é protegido pelo nosso querido Tribunal Constitucional , que imagine-se invocando o principio da “igualdade” perpetua esta injustica social.

Mas ainda hoje o Costa veio prometer que vai aumentar as regalias dos priveligiados baixando o horario semanal para as 35 horas outra vez, ou seja, la vao os “enteados” ter que trabalhar mais / emigrar / andar em trabalhos precários para sustentar a grande festa socialista e do Estado Social!

(Joao MA - 09-05-2015)

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Este capitalismo “centrifuga” e de que maneira. Eurozona tem cerca de 13 milhões de desempregados,com o rendimento médio do Trabalho a cair.Vão-se arranjando aspirinas e panos quentes.A Itália tem um desemprego juvenil de 43 (quarenta e três )porcento,resultado da reestruturação da economia.Pelo “mercado”naturalmente.Ninguém quer ouvir a verdade,a começar pelo Tribunal que “vela” pela Constituição

(Bento Guerra - 09-05-2015)

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Seria de perguntar ao idiota que direitos hão que não são adquiridos? Direitos naturais? Quem os distribui? Quem é a autoridade que vai falar em nome da natureza? O sr. Prior? O imbecil que governa Portugal? O articulista, talvez? Como é que esta cambada de idiotas alguma vez chegou ao governo do meu belo país, é coisa para lamentar. É a pior herança de Sócrates, esta ralé governista.

(J Ra - 09-05-2015)

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publicado às 10:55


O GRANDE NEGOCIO "IMOBILIÁRIO" ...

por efepe, em 10.05.15

 

DO SINDEL-SINDICATO NACIONAL DA INDUSTRIA E DA ENERGIA

OU DOS "DONOS" ÂNGELO PEREIRA / RUI MIRANDA  ?

 

 O grande negócio "imobiliário" da Sede Nacional, seria oficializado no XI Congresso, com a aprovação pela maioria dos Congressistas, da Moção apresentada pelo associado nº 5201 - Rui Miranda, cujo conteúdo se transcreve a seguir ...

999171_590942270948336_1676504544_n.jpg

 

Atendendo que, por efeito da Revisão de Estatutos aprovada no X Congresso, realizado no ano de 2009 na Costa da Caparica, o Conselho Geral deixou de ser o órgão deliberativo entre Congressos, e passou a ser um "mero" órgão estatutário ao serviço do PODER EXECUTIVO (entenda-se o Secretariado Nacional), não se consegue entender com a "transparência" que a situação requer - pois trata-se de uma "alienação" de propriedade - o conteúdo da proposta:

"Autorizar o Conselho Geral do SINDEL, sob proposta do Secretariado Nacional,

a deliberar sobre a alienação de parte de que somos proprietários do edificio da

Sede em Lisboa e aquisição de outras instalações para funcionamento da Sede." (sic)

 

Porque não foi o XI Congresso

a deliberar a alienação de propriedade ?

 

Mais estranho, se torna tudo isto ...

Quando até à presente data, ainda não recebi qualque resposta ao correio electronico abaixo,

Qua 18.03.2015 16.45.png

 Caro Secretário Geral Ângelo Pereira,

 

 Na reunião do Secretariado Nacional, do passado sábado dia 14 de Março de 2015, um dos temas abordados foram as “contas faseadas” da Sede Nacional.

 

Como num passado recente, em conversa com alguns Dirigentes (quer Secretários, quer Conselheiros) amigos, em momentos diferentes, nenhum deles me soube explicar com clareza as Contas da Sede Nacional, venho por este meio, na qualidade de associado do Sindel, e consequentemente, com o “direito à informação”, solicitar os esclarecimentos que julgar convenientes, por escrito, no sentido de ser inteirado das contas / valores envolvidos na VENDA da “histórica” sede da Rua da Madalena em Lisboa e da COMPRA das instalações onde se encontra instalada a nova Sede Nacional.

 

Grato pela atenção dispensada, e sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos e

Saudações sindelistas,

Fernando Pêgas

 

NÃO PODE ... "VALER TUDO" !!! 

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publicado às 03:03



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