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Jornal Online 'efepe' / sindical

Jornal Online 'efepe' / sindical

É INEGÁVEL E INQUESTIONÁVEL QUE …

por efepe, em 26.02.17

Com a entrada em vigor da versão de 2014, do Acordo Colectivo de Trabalho do Grupo EDP (ACT/EDP) ...

 

ACT.EDP2014.png

 o Universo EDP,  FOI DIVIDIDO em três universos:

 

1 - O Universo dos Beneficiários do ACT/EDP 2000.

São os trabalhadores que seriam maioritariamente admitidos ou recrutados através de "concursos externos", e em conformidade com o ACT/EDP.

 

2 - O Universo dos Beneficiários do EDP/Flex.

São os trabalhadores que seriam maioritariamente admitidos ou recrutados através de "contratos individuais", maioritariamente celebrados com a EDP Estudos e Consultadoria. E,

 

3 - O Universo dos Precários EDP

São os trabalhadores que prestam serviço sob a orientação hierárquica da EDP, mas estão vinculados "precariamente" a empresas de prestação de serviços ou a empresas de trabalho temporário. Por efeito de atos de gestão da EDP, e à margem do ACT/EDP (por os "parceiros sociais" sindicais terem «largado mão» - não se sabe muito bem a que preço -  do "recrutamento de pessoal" do exterior).

 

 

Importa ainda esclarecer que ...

 

Quer os "Direitos" ... Quer as "Regalias" ...

 

consagradas no ACT/EDP 2014, NÃO SÃO UNIFORMES, para os Universos dos Beneficiários referidos.

 

Nomeadamente,

 

Por "se proteger" o CONFORTO da geração mais antiga (ou seja, a que está de saída até 2020 / 2021), e por "se abandonar" a INEXPERIÊNCIA da geração mais jovem (ou seja, a que continuará para além de 2020 / 2021).

 

 

Muito por "culpa" sindical, dos

"HOMENS DE SANTO TIRSO" !!!

 

 Quem são os "Homens de Santo Tirso" ??

- São os Líderes Sindicais Ângelo Pereira e Daniel Sampaio.

 

Que subscreveriam a versão de 2014, do ACT/EDP, no dia 25 de Julho de 2014, assinando-a em representação do conjunto de sindicatos afectos à UGT (no caso de Ângelo Pereira) e do conjunto de sindicatos afectos à CGTP (no caso de Daniel Sampaio).

 

 

Esta "responsabilização" era devida ...

 

em virtude de um "conjunto de sindicalistas" nomeadamente da geração mais antiga (aonde me incluo), se terem demarcado do "rumo dado" ao processo negocial de Revisão do ACT/EDP.

 

E que mais tarde ...

motivariam as "cisões" conhecidas, em sindicatos afectos à UGT, em sindicatos afectos à CGTP, e em sindicatos independentes.

 

Por fim ...

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"citando" ... um jovem

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(...)  É como digo,

para mim os sindicatos defendem os que lhes pagam

e neste momento os que pagam são os do ACT 2000

e é esses que interessa agradar,

tudo o resto é treta,

talvez no futuro com mais do ACT 2014

tentem fazer alguma coisa mas depois já vai ser tarde. (...)

 

Pagamento do Subsídio de Férias 2017

por efepe, em 24.02.17

intranet edp

- 21 fev 2017


 
O Orçamento de Estado para 2017 manteve o regime excecional de pagamento em duodécimos de parte dos subsídios de Natal e de férias nas empresas em que não esteja previsto o respetivo pagamento antecipado.
.​

 

Sub.Ferias.png

 

Em 2017, à semelhança do que aconteceu nos anos anteriores, a EDP optou pelo pagamento integral do subsídio de férias em fevereiro, mantendo o pagamento do subsídio de Natal em novembro.Pagamento do Subsídio de Férias 2017

 

TABELA SALARIAL 2017 - A sessão da "irritação"

por efepe, em 22.02.17

 

Hoje, dia 22 de Fevereiro de 2017,

realizou-se a "terceira sessão", com direito a "intervalo", do processo negocial da Tabela Salarial e Clausulas de Expressão Pecuniária para vigorar no ano de 2017.

 

A primeira parte seria caracterizada pela "notória" irritação de alguns parceiros sociais sindicais, face à referência de DENUNCIA DO ACT/EDP 2014 por parte do parceiro social empresarial.

 

 O intervalo "serviria" para acalmar os ânimos.

 

A segunda parte seria caracterizada pelos "novos posicionamentos" dos parceiros sociais sindicais (com intervalos entre os 2,4% e os 3,1%), face ao "novo posicionamento" do parceiro social empresarial (0,7%).

 

Quanto às "expectativas" criadas em torno da discussão do "cenário de fecho" da negociação, não se concretizariam. Uma vez que, seria agendada uma "quarta sessão" a realizar no proximo dia 08 de Março de 2017.

 

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 comunicados dos parceiros sociais ...

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TS.22022017.png

TS.22022017 - Cópia.png

 

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Sindel.22022017.png

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 O "CINISMO" SINDICAL ... NO SEU MELHOR 

 

Como já é do conhecimento geral (no Universo da EDP), o Sindel "abandonou" a Mesa de Negociações, na ultima reunião do processo negocial do Subsidio de Estudo para Descendentes de Trabalhadores e Pensionistas.

 

O SINDEL "BLOQUEOU" ...

com a sua atitude e comportamento,  o Acordo celebrado entre Comissão Negociadora da EDP e as restantes Comissões Negociadoras Sindicais.

 

O SINDEL "ORIGINOU" ...

Que outros "parceiros sociais sindicais", nomeadamente a Fiequimetal e o Sinovae, avançassem com diligências junto do Ministério do Trabalho, face ao "recuo" da EDP, perante os compromissos assumidos em ACORDO. 

 

E hoje, 

O SINDEL "CÍNICAMENTE" ...

Questionaria o Acto de Gestão da EDP, quanto ao processamento do Subsidio de Estudo para Descendentes, referente à época escolar de 2015/2016. 

 

Importa esclarecer que ...

 

O SINDEL de Ângelo Pereira e de Rui Miranda, 

cuja "medição" de representatividade está por fazer

(de entre os "actuais" 46% de Sindicalizados no Grupo EDP) 

 

tem  vindo a "maltratar" o ACT/EDP !!!

 

 

Sendo "co-responsáveis" ...

das "enormes" PERDAS de Direitos e Regalias

(sentidas por muitos e muitos trabalhadores do Universo EDP).

 

 

Concluindo, 

 

"à boleia" de uma representatividade "granjeada"

pelo SINDEL de Pato Ribeiro e pelo SINDEL de Victor Duarte

 

o SINDEL de Ângelo Pereira e de Rui Miranda, 

"NÃO PODE", "NEM DEVE"... 

"AUTO INTITULAR-SE"

o "parceiro social" mais representativo do Universo EDP.

 

 

Finalmente,

quanto à Avaliação de Desempenho de 2016, 

 

o SINDEL no seu comunicado, "vem confundir ainda mais", os trabalhadores já por si "pouco esclarecidos", sobre os "novos efeitos" da Avaliação de Desempenho (introduzidos no ACT/EDP 2014), devido à ausência de informação clarificadora sobre a matéria.

 

Por exemplo, sou de opinião,

Que TODOS OS TRABALHADORES, deveriam receber anualmente (a exemplo da Declaração de Rendimentos), uma Declaração contendo a sua "valoração anual" e "valoração acumulada" por efeito do Processo de Avaliação de Desempenho.

 

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Sinergia.png

 

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Fiequimetal.4(1).png

Fiequimetal.4(2).png

 

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ASOSI 2.png

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O "recado" da ASOSI ...

"desenganem-se oS demagogoS"

 

tem como destinatário: o SINOVAE. Por este "parceiro social" sindical, ser o "único" ... que tem vindo a defender o RESGATE DO ACT/EDP 2014.

 

Vejamos este exemplo:

 

Ao analisar o último Recibo de Vencimento (o do mês de Fevereiro/2017), deparo-me com "flutuações" de valores de Atos Médicos. 

 

Estas "flutuações" de valores de Atos Médicos, cabe na competência da Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde, previsto no Art. 30º, do Capitulo XV (Disposições Finais), do Anexo VIII (Saúde), do ACT/EDP 2014.

 

Mesmo sendo de caracter consultivo, a referida Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde ... simplesmente,

 NÃO REUNE !!

 

Senhores "sindicalistas" da ASOSI ...

 

AONDE ESTÁ A "DEMAGOGIA" ?!

 

Nos "sindicalistas" do SINOVAE ou nos "sindicalistas" dos parceiros sociais sindicais que assinaram a versão do ACT/EDP 2014 ?!

 

RECRUTAMENTO "EXTERNO" ... agora é feito por Ato de Gestão !!

por efepe, em 22.02.17

Na comunicação social, nestes ultimos dias, tem se verificado que a EDP tem vindo a anunciar o "recrutamento externo" de pessoal, para as mais variadas áreas de actividade. 

 

Como por exemplo, para a área da Prevenção e Segurança ...

Recrutamento Externo.png

 

Antes da entrada em vigor da versão do ACT/EDP 2014, o "recrutamento externo" de pessoal estava legislado e/ou regulamentado no ACORDO COLECTIVO DE TRABALHO (dos Grupos EDP E REN).

 

Actualmente,

o referido "recrutamento externo" de pessoal é feito por Ato de Gestão do Grupo EDP, e por conseguinte, à margem da Contratação Colectiva.

 

Daqui, apetece-me questionar o seguinte:

 

Os parceiros sociais sindicais, outorgantes da versão do ACT/EDP 2014 ...

 

"largaram mão" do recrutamento externo

a "troco" de quê ?

 

 

MUITA DA "TERCEIRIZAÇÃO" / "SUBCONTRATAÇÃO" EXISTENTE NO GRUPO EDP ...

"DEVE-SE" A ESTA ALTERAÇÃO INTRODUZIDA NA VERSÃO DO ACT/EDP 2014 !!

 

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Caro Fernando,

 

"INTRATÁVEIS" PERDAS ... DE DIREITOS E REGALIAS

por efepe, em 20.02.17

 

Depois de um parceiro social (outorgante da versão em vigor do ACT/EDP) ter "assumido" no decurso do processo negocial do Subsídio de Estudo para Descendentes que não teria lido a proposta final (do ACT/EDP 2014), para contestar a negociação em torno da introdução do "tecto" (de Seis IAS - Indexante de Apoio Social) constante na Cláusula 108 do ACT/EDP 2014, 

 

eis que "surge" agora, 

 

um conjunto de trabalhadores sujeitos a Horario de Trabalho por Turnos a manifestarem a sua "perplexidade" ... perante a comunicação seguinte:

Indisponibilidade.png

 

Esta questão, está "legislada" ou "regulamentada" do modo seguinte:

 

1 - No ACT/EDP 2000 refere-se a dia de descanso semanal ou feriado.

 

2 - No ACT/EDP 2014 refere-se a dia de descanso semanal obrigatório ou feriado.

 

 

Será que ...

 

Os trabalhadores "perderam" o direito ao DESCANSO SEMANAL COMPLEMENTAR (ao sábado) ???

 

Por ausência de leitura da proposta final do ACT/EDP 2014, em conformidade com o que foi dito e/ou esclarecido a alguns daqueles trabalhadores sujeitos ao Horario de Trabalho por Turnos !!

 

Cada vez mais, é notório e urgente, RESGATAR O ACT/EDP 2014 !!

 

 

Estudo - Sindicalismo "ou se renova ou está condenado"

por efepe, em 17.02.17

Vários grupos foram criados não com a pretensão de substituir sindicatos,

mas para alertar para a realidade da precariedade

Foto: Arquivo JN

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Sindicalismo "ou se renova ou está condenado" http://www.jn.pt/economia/interior/sindicalismo-ou-se-renova-ou-esta-condenado-5668627.html#ixzz4YzCWqzHI

JN 15 Fevereiro 2017 às 10:35

 

Um doutoramento da Universidade de Coimbra concluiu que o sindicalismo em Portugal tem de se renovar e de se adaptar à nova realidade laboral para não definhar, alertando para a dificuldade de penetração sindical nos segmentos mais precários.

 

O sindicalismo português "ou se renova ou está condenado" a servir "uns poucos, porque a maioria não serão trabalhadores assalariados", sublinha Dora Fonseca, autora de uma tese de doutoramento em Sociologia que analisa os movimentos sociais e o sindicalismo durante a crise portuguesa.

 

Com uma realidade laboral em que "o trabalho precário é cada vez mais a norma do que a exceção", os sindicatos têm de se adaptar "porque senão rapidamente ficam sem filiados", disse à agência Lusa a investigadora, considerando que, apesar de haver alguns avanços, é necessária uma renovação "por completo".

 

JN.Estudo.png

 

"A grande falha do movimento sindical é a de não encontrar formas inovadoras", explica Dora Fonseca, que para a sua tese analisou a relação entre a central sindical CGTP e os movimentos sociais que ganharam visibilidade durante a crise portuguesa, nomeadamente os Precários Inflexíveis, Ferve (Fartos D'Estes Recibos Verdes), Mayday, Geração À Rasca e Que se Lixe a Troika.

 

De acordo com a investigadora, organizações como os Precários Inflexíveis ou Ferve surgiram "porque havia uma invisibilidade das questões de precariedade laboral", com estes grupos a serem criados não com a pretensão de substituir sindicatos, mas "com o intuito de chamarem a atenção para esta realidade e também de impulsionarem os sindicatos a assumirem as lutas dos trabalhadores precários".

 

Desde então, houve mudanças no sindicalismo português, nomeadamente num maior enfoque nos problemas da precariedade, constata, referindo que nos planos de ação da CGTP já é "dada maior ênfase" a este problema.

 

JN.Estudo1.png

 

No entanto, "o movimento sindical [português] tem cerca de 100 anos de história e tem uma estrutura muito implantada".

 

"A imagem do sindicalismo continua muito ligada ao operário - àquela conceção do sindicalismo do século XIX e início do século XX, do operário das linhas de montagem, da produção homogeneizada de base industrial operária", sublinha, constatando que há um "peso muito grande das gerações mais antigas" no sindicato, "que têm outra conceção de luta e de organização".

 

A própria linguagem utilizada, com "um vocabulário muito arcaico", leva a que haja "uma grande dificuldade das novas gerações em identificarem-se" com o sindicalismo.

 

"Têm de se adaptar às novas tendências sem perderem a sua identidade", defendeu, não percebendo o porquê da pouca presença dos sindicatos "nas plataformas digitais".

 

Segundo Dora Fonseca, "o declínio da sindicalização é uma realidade ainda mais expressiva no caso dos trabalhadores precários e denuncia a existência de dificuldades de integração desses trabalhadores nas estruturas sindicais".

 

Essas dificuldades estão relacionadas não só com a imagem do sindicalismo, mas também com a presença partidária nos sindicatos, que "tem vindo a colocar entraves importantes à participação e à penetração do discurso sindicalista junto da sociedade, em particular dos jovens e dos segmentos mais precarizados".

 

Os sindicatos, estruturas "organizadas em pirâmide, centralizadas, burocráticas e rígidas", deverão também reformular os seus objetivos e reestruturar os canais de comunicação e de tomada de decisão, "no sentido de um modelo de sindicalismo mais dinâmico, descentralizado, horizontal e flexível".

 

Para a autora do doutoramento, é importante que a ação sindical evolua "de uma orientação reivindicativa e muitas vezes defensiva para uma orientação que procure abrir novos caminhos emancipatórios".

 

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Impossível "calar" ... a voz de um jovem "Precário EDP"

por efepe, em 17.02.17

PrecariosEDP.png

 

Sr. Fernando Pêgas,

se eu me autobiografasse, podia dizer que sempre fui “um miúdo” pacato e sereno que gosta de passar desperecido, e toda a minha vida fui assim.

 

Como qualquer jovem profissionalmente ambicioso, sonhava um dia chegar a uma grande empresa e com 24 anos consegui… cheguei à Edp… mas o sonho virou pesadelo, e vi em mim um sentimento de revolta, dor e impotência que até aqui não conhecia.

 

Agora caminho para os 29 anos, estou onde sonhei, adoro o que faço e adoro os colegas, mas provavelmente vou desistir do sonho Edp… porque perdi a esperança nesta Edp e sinceramente não vale a pena lutar por isto.

 

Como penso que também deve reconhecer, esta já não é a “sua” Edp.

A empresa que se autodenomina justa e solidária não existe, é fachada.

 

Despeço-me, agradecendo a oportunidade que deu para me expressar e acima de tudo por me ouvir.

 

Saudações

HÁ SEMPRE UMA PRIMEIRA VEZ ...

por efepe, em 16.02.17

Na minha actividade sindical, ao longo de 34 anos, "nunca" me tinha acontecido ter que me dirigir para uma "plateia" composta por três universos distintos.

 

Ou seja,

- para o universo dos "confortáveis" vinculados (para toda a vida) ao ACT/EDP 2000;

- para o universo dos "à deriva" beneficiarios do EDP/Flex; e,

- para o universo dos "escravizados" Precários EDP.

 

 Aconteceu hoje, em Castelo de Bode.

 

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Aquela é a REALIDADE LABORAL actual, numa empresa com responsabilidades de natureza social, como é o caso do agora Grupo EDP.

 

E, com a "permissa" de TODOS !!!

 

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"CENSOS" PRECÁRIOS EDP

por efepe, em 15.02.17

O SINOVAE - Sindicato da Inovação Energética tomou a iniciativa de ...

"Contar" os Precários do Universo EDP.

 

Com o propósito de saber ...

Onde estão, Quantos são e Quem são.

Precários EDP.png

 

Por considerar uma "vergonha" para a EDP ...

- Estar a pagar DOIS MIL EUROS mensais ao Prestador de Serviços; 

 

Enquanto o Prestador de Serviço ...

- Paga o Salário Mínimo Nacional à pessoa subcontratada, com vinculo laboral precário;

 

 

É URGENTE ...

"REVERTER" A

ESCRAVIDÃO MODERNA !!

 

dos Call Centeres, das Lojas da EDP, dos Postos Médicos Sãvida,

e de todas as áreas de apoio (onde foram implementadas a TERCEIRIZAÇÃO).

 

 

COLABORE COM O SINOVAE 

 

PrecariosEDP1.png

PrecariosEDP2.png

PrecariosEDP3.png

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De: Rui Cardoso
Enviada: terça-feira, 21 de fevereiro de 2017 17:44
Para: Fernando Pegas

 

Caro Fernando,

 

É com grande estranheza que vejo agora todos preocupados com os precários, este problema não é desde á muito tempo, um problema exclusivo nos prestadores de serviço, antes pelo contrário, é dentro dos quadros que estão já á longos anos os precários da EDP.

Infelizmente para mim esta situação não é novidade, pois desde o primeiro dia que fui um precário, senão vejamos:

 

Progressão de carreiras - zero.

Complemento de assiduidade – zero.

Anuidades – zero.

Subsidio de estudo para descendentes – zero.

Desconto no consumo de eletricidade estranhamente desigual.

Salario estagnado durante mais de 9 anos.

 

Entre muitas outras questões , como bem sabe, existem muitos trabalhadores oriundos da extinta O&M que tiveram um enquadramento vergonhoso e o que fazem os sindicatos, nada , o problema eterniza-se sem que haja uma solução à vista, enquanto isso continuamos sempre na mesma.

Tenho colegas meus com 18 anos de casa na base 4 , outros com 10 anos de casa na base 2 , no mínimo vergonhoso, tem alguma ideia do valor liquido mensal que levam para casa?

Não percebo como perante problemas destes, andamos preocupados com subsidio de estudos para descendentes que beneficiam só alguns, com descontos na eletricidade ou contas mal feitas em relação ao mesmo que beneficiam só alguns, será que os sindicatos representam só uns , defendem só uns?

Não percebo como é possível legalmente colegas da mesma empresa trabalharem em condições tão desiguais, serem avaliados e enquadrados em função da potência instalada na central em que trabalham, e não em função do seu conhecimento e entrega no dia-a-dia.

Temos uma empresa com colaboradores de primeira e com trabalhadores de segunda, triste, não acha?  

 

Sinto-me triste, mas não vou desistir de mim, pois desta EDP já desisti à muito tempo.

 

Cumprimentos.

 

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De: Fernando Pegas 
Enviada: terça-feira, 21 de fevereiro de 2017 18:42
Para: Rui Cardoso

 

Boa tarde Rui Cardoso,

 

Começo por agradecer a  “amabilidade” ao dispor de alguma disponibilidade para comentar a temática dos Precários.

 

Importa esclarecer que, as minhas “preocupações” com os precários não é somente de agora, mas desde sempre. Porém, o que acontece é que a temática foi trazida para a “ordem do dia” (digamos assim) por a mesma temática estar a ser tratada no Sector Público (entenda-se no Estado).

 

Penso que, não fazer nada no Sector Privado, mesmo “à boleia” do Sector Público, seria um enorme desperdício. Razão pela qual, achamos por bem trazer a temática dos precários para o Universo EDP. Não com o propósito de o eliminar (porque seria utópico) mas de tentar “TRAVAR” A TERCEIRIZAÇÃO NA EDP.

 

E, porque se constata que os “Precários EDP” começam a estar unidos e minimamente organizados, e predispostos para a luta, mas …

 

Estão se “esbarrando” com a falta de organização das entidades que deveriam estar organizadas (entenda-se os Sindicatos),  por “questiúnculas” concorrenciais entre elas.

 

Devido a esta realidade sindical no Universo EDP, é que sou defensor da realização de uma espécie de “Cimeira” entre todas as Estruturas Representativas de Trabalhadores, de modo a “consensualizar” um caminho e trajecto comum, na abordagem da temática “Precários”.

 

Quanto às restantes questões que aborda, somente com a DENÚNCIA do ACT/EDP em vigor, e o seu consequente RESGASTE … é que poderemos tratar “seriamente” dos assuntos abordados.

 

Tenho a consciência de que não é fácil.

 

Cumprimentos.

 

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ISTO É VERDADE !!!

MAS ...

Fernando Ambrosio.png

A "PRECARIEDADE" NA EDP ...

NÃO É SÓ NOS "CALL CENTERS" !!!

 

 

PORQUE HÁ "PRECÁRIOS EDP" ...

 

NAS LOJAS EDP,

NOS POSTOS MÉDICOS SAVIDA

E EM TODAS AS ÁREAS "TERCEIRIZADAS"

(aos vários prestadores de serviços).

'Call Center' da EDP de Seia ... em greve

por efepe, em 12.02.17

 

Os trabalhadores do 'call center' da EDP de Seia, distrito da Guarda,

vão cumprir um período de greve de 24 horas segunda-feira,

reclamando aumentos salariais à empresa de trabalho temporário

que os contratou, disse fonte sindical.

CallCenterSeia.png

 

Em declarações à agência Lusa, António Coelho, do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Norte (SITE C-N) disse que os trabalhadores, contratados pela empresa Manpower, prestadora de serviços à elétrica nacional, auferem salários baixos e exigem mais 40 euros em 2017.

 

Inaugurado em Seia em 2008, o 'call center' da EDP emprega, segundo o sindicalista, cerca de 550 pessoas. António Coelho diz que em causa não estão questões de precariedade laboral, já que "do ponto de vista dos vínculos, não há precariedade", os trabalhadores possuem contrato a termo certo ou, terminado este, são integrados nos quadros, explicou.

 

"Não há precariedade laboral mas à precariedade salarial", frisou o dirigente sindical.

O sindicato argumenta que os salários "são baixos" e decorrem "da estratégia da subcontratação implementada pela EDP há vários anos".

 

O SITE C-N alega que o caderno reivindicativo de 2016 começou a ser negociado com a Manpower, depois de esta, em maio do ano passado, ter substituído a Reditus como prestadora do serviço à EDP e que os aumentos salariais exigidos decorrem dos trabalhadores não terem visto os seus salários serem atualizados "exceto os que foram impostos pelo novo valor do salário mínimo nacional".

 

António Coelho explicou que em 2014 "foi feito um acordo com a Reditus" que passava, entre outros pontos, por um aumento salarial "de quase 30 euros" e uma evolução de carreiras com cinco escalões, em que os trabalhadores entravam na função "com 15 euros acima do salário mínimo nacional".

 

Com a substituição da Reditus pela Manpower, esta empresa, de acordo com o sindicalista, "fez uma proposta a três anos" a aplicar a partir de 2017 - que o sindicato "rejeitou liminarmente", com aumentos entre os três a oito euros, consoante os anos de trabalho.

 

"A Manpower pretende que, durante os primeiros quatro anos de trabalho, todos recebam o salário mínimo nacional (557 euros). Quem estiver no quinto ou sexto ano de serviço apenas auferirá 560 euros, enquanto nos dois anos seguintes passará a receber 565 euros", alega o SITE C-N.

 

A estrutura sindical, afeta à CGTP, considera "inaceitável" que um trabalhador ganhe "sem qualquer aumento", ao longo de quatro anos, o salário mínimo nacional e que este "seja usado pelas empresas para que o seu valor passe a funcionar como a referência salarial geral".

 

"Pelo contrário, a atualização da remuneração mínima garantida deve inserir-se num aumento geral dos salários", defende.

 

No entanto, e apesar do pré-aviso de greve, a estrutura sindical diz-se disponível "com total abertura e todas as reformulações necessárias", para negociar os termos de um novo acordo.

 

António Coelho disse ainda acreditar que a paralisação no 'call center' da EDP em Seia "possa ser a mais forte de sempre".

 

Para as 10:30 de segunda-feira está agendada uma concentração de trabalhadores e dirigentes sindicais no exterior das instalações, na Quinta da Quintela, que contará com a presença, entre outros, de Rogério Silva, da comissão executiva da CGTP e coordenador da Fiequimetal (Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas).

 

A agência Lusa contactou a EDP para obter um comentário sobre eventuais perturbações do serviço aos clientes devido à greve do 'call center' de Seia, mas, até ao momento, não obteve resposta.

 

Lusa

12 Fev, 2017, 16:47

 

20170211SeiaEDP-arquivo.jpg

 

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http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/trabalhadores-de-call-center-da-edp-de-seia-em-greve-de-24-horas-segunda-feira?utm_medium=Social

 

http://www.rtp.pt/noticias/economia/trabalhadores-de-call-center-da-edp-de-seia-em-greve-de-24-horas-segunda-feira_n982554

 

https://www.noticiasaominuto.com/economia/740319/trabalhadores-de-call-center-da-edp-em-greve-de-24-horas-segunda-feira

 

http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=655722

 

http://www.esquerda.net/artigo/greve-no-call-center-da-edp-em-seia/46968

 

http://observador.pt/2017/02/12/trabalhadores-de-call-center-da-edp-de-seia-em-greve-de-24-horas-segunda-feira/

 

https://www.facebook.com/csmanpowergroup/

 

http://www.fiequimetal.pt/index.php/noticias/652-call-center-da-edp-em-seia-com-greve-no-dia-13

 

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16729561_1292494817456545_6174267145320342390_n.jp

 

 https://www.noticiasaominuto.com/economia/739716/cgtp-defende-resolucao-da-precariedade-laboral-tambem-no-setor-privado

CallCenterSeia2.png

CallCenterSeia3.png

CallCenterSeia4.png

 

Sem Título - Cópia - Cópia.png

Sem Título - Cópia.png

Sem Título - Cópia.png

 https://www.facebook.com/margarete.amaral.142/videos/10210739443873860/

https://www.facebook.com/margarete.amaral.142/videos/10210739353031589/

https://youtu.be/OE4cuazzODM

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