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Desabafos de uma amiga ...

por efepe, em 07.11.17

 

Sobre a Sãvida (1) ...

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Sobre a Sãvida (2) ...

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 Sobre a AREP ...

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  Sobre Dirigentes Sindicais ...

 

Em resposta ao comentário:

"Rui Miranda, Secretario Geral do Sindel

PERDEU A NOÇÃO DA REALIDADE

do que é trabalhar hoje no Grupo EDP"

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Reacção à noticia

da comunicação social:

"EDP aceita reunir -se com os trabalhadores

dos call centers em greve".

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publicado às 23:18


BASTA !!!

por efepe, em 06.11.17

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RUI MIRANDA ...

 

 

o actual Secretário Geral do Sindel,

"gerou" em si próprio, a "ilusão" ...

de que está acima de tudo e de todos,

no Movimento Sindical do Grupo EDP.

 

 

E por via daquela "ilusão", não vai respeitando nada nem ninguém.

E, por consequência, vai provocando "querelas sindicais" atrás de "querelas sindicais".

Umas já do dominio público, outras mantém-se no "segredo" dos deuses sindicais.

 

É devido a toda esta "arrogância" e "prepotência" de Rui Miranda (do Sindel), que à Mesa das Negociações no âmbito do ACT/EDP, se vai "desfilando" um MAU ESTAR SINDICAL, que "hipocritamente" vai parecendo que TUDO ESTÁ BEM, entre os vários parceiros sindicais.

 

Quando na realidade, a DESUNIÃO entre os vários representantes de trabalhadores, vai prevalecendo, em total desfavor dos legitimos interesses dos pensionistas, reformados e trabalhadores do Grupo EDP.

 

E, é por conta da "hipocrisia" reinante,

Que na discussão das várias matérias, à Mesa das Negociações, se tornou "lei" ...

que o Sindel de Rui Miranda É SEMPRE O PRIMEIRO parceiro sindical a falar.

 

Porventura, em "concertação" com alguém.

 

Concluindo, 

e em primeiríssimo lugar,

há a necessidade urgente de dizer "BASTA", a toda a "pouca vergonha" permitida a Rui Miranda (do Sindel), em nome de uma "longevidade", que não tem tradução em "competência" sindical.

 

 

MAIS DE TRINTA ANOS,

NÃO DÁ O DIREITO A RUI MIRANDA,

DE FAZER O QUE ESTÁ A FAZER ...

AO MOVIMENTO SINDICAL DO GRUPO EDP.

 

 

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REACÇÕES NAS REDES SOCIAIS

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 (Na Pagina do Facebook de Fernando Pêgas)

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 (Na Pagina do Facebook dos Amigos EDP Setúbal)

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 (Na Pagina do Facebook dos Amigos EDP Setúbal)

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 (Na Pagina do Facebook dos Amigos EDP Distribuição)

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publicado às 11:59

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Permitam-me que teça aqui,

em nome de um sindicalismo que seria desejável,

na EDP,

alguns considerandos que entendo serem importantes

para todos os trabalhadores (do ativo e reformados),

já que mais cedo ou mais tarde todos serão reformados.

 

 

Sempre na EDP, enquanto empresa pública e depois privada, houve, lamentavelmente, divisionismo, quer entre sindicatos quer entre "comissões de trabalhadores" o que consequentemente tem levado a um efetivo e enorme prejuízo para os trabalhadores.

 

O que a colega Isaura Saraiva refere sobre os descontos, efetuados pela entidade patronal, só é verdade durante o perído de "ativo".

 

Logo que passam à situação de reforma, a empresa deixa de o fazer com prejuízo para os Sindicatos e trabalhadores.

 

Deviam os Sindicatos sensibilizar os trabalhadores para continuarem a descontar, entregando as quotas individualmente.

 

Nunca o promoveram nem tão pouco se mostraram interessados em fazê-lo.

 

Pensamos que foi e é uma lacuna grave pois seria benéfico para todos.

 

Ainda, e só, para terminar é bom que quando se fala em "sindicato", "se ponham o nome aos bois", pois todos nós sabemos dos seus comportamentos mais variados, perante a entidade patronal, próprios dirigentes e trabalhadores.

 

ACORDEMOS, POR FAVOR!!! 😯 

 

Nuno Calado - Trabalhador reformado.

 

 

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REACÇÕES NAS REDES SOCIAIS

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 (Na Pagina do Facebook de Miranda Rosa)

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 (Na Pagina do Facebook da Malta da EDP)

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 (Na Pagina do Facebook da Malta da EDP)

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publicado às 21:12

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Não podia ficar mais "calado" ...

 

Depois de ter lido as "linhas" de Luis Santos, na sequência da carta enviada por Jorge Fontes às várias estruturas representativas de trabalhadores, com o seu "sentimento de alma".

 

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LuisSantos1.png

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Antes do mais ...

 

Importa relembrar que "antes" da assinatura do ACT/EDP 2014, actualmente em vigor, desde o dia 1 de Dezembro de 2014, havia DOIS DOCUMENTOS a regulamentar os Direitos e as Regalias de todo o universo de pensionistas, reformados e trabalhadores do Grupo EDP.

Eram eles:

- O ACORDO COLECTIVO DE TRABALHO (abreviadamente conhecido por ACT/EDP) que "grosso modo" regulamentava os Direitos; e,

- O ESTATUTO UNIFICADO DE PESSOAL (abreviadamente conhecido por EUP/EDP) que "grosso modo" regulamentava as Regalias Sociais.

 

Enquanto que, as revisões ao ACT/EDP eram da competência do parceiro patronal e dos parceiros sindicais, as revisões do EUP/EDP eram da competência do parceiro patronal e da ERT/Comissão de Trabalhadores.

 

 

A "revogação" do EUP/EDP ...

 

Através de um acordo "tripartido", entre o parceiro patronal, os parceiros sindicais e a ERT/Comissão de Trabalhadores, foi estabelecida

a "fusão" dos dois documentos

(ACT/EDP e EUP/EDP) 

 

por "Revogação" das Regalias Sociais (estabelecidas no EUP/EDP), e, consequente, "integração" no "novo" Acordo Colectivo de Trabalho (ACT/EDP 2014). Mas,

 

Toda esta "tramitação" legislativa e regulamentar, foi efectuada "à revelia" do conhecimento dos pensionistas, reformados e trabalhadores do Grupo EDP. 

 

Uma vez que,

 

quer a ERT/Comissão de Trabalhadores, quer os vários parceiros sindicais e o parceiro patronal "outorgantes" do ACT/EDP 2014, não emitiram qualquer "Nota Explicativa" sobre as profundas alterações estruturais ocorridas através do Acordo Tripartido anteriormente referido.

 

Simplesmente "SE CALARAM" ...

L A M E N T Á V E L ! ! !

 

 

Como não bastasse toda a "mentira" por omissão ...

 

O "novo" Acordo Colectivo de Trabalho, na sua versão de 2014 (ACT/EDP 2014), no que diz respeito às "Regalias Sociais" estabelece dois novos "universos":

- O universo dos Beneficiários do ACT/EDP 2000, que abrange todos os Pensionistas, Reformados e Trabalhadores que beneficiavam das Regalias Sociais consagradas no EUP/EDP; e,

- O universo dos Beneficiários do Plano Flex EDP, que abrange todos os colaboradores admitidos através de Contrato Individual de Trabalho, e que a partir de 01 de Dezembro de 2014, foram integrados no Contrato Colectivo de Trabalho (ACT/EDP 2014).

 

E AGORA ?

O que fazer com tanta "mentira" por omissão

e, fundamentalmente, com tanta "má-fé".

 

Por fim, 

 

Importa fazer um "retrato" actual, da Mesa de Negociações, no ambito da Contratação Colectiva no Grupo EDP.

 

Há um primeiro bloco, composto pelos elementos representativos do Grupo EDP (o parceiro patronal).

Que vai gerindo as mais variadas e complexas "posições" dos elementos representativos dos trabalhadores, que estão "divididos" em blocos ...

 

- Há o "bloco" dos representantes dos parceiros sindicais afectos à Central Sindical UGT. Que com alguns sindicatos independentes, e de natureza regional ou sectorial, se organizaram numa Frente Sindical, coordenada pelo Sindel de Rui Miranda;

 

- Há o "bloco" dos representantes dos parceiros sindicais afectos à Central Sindical CGTP. Que estão organizados numa Frente Energia, coordenada pela Fiequimetal, cujo porta voz é o Joaquim Gervasio.

 

- E, há o "bloco" dos representantes dos parceiros sindicais "independentes", não afectos a nenhuma das duas Centrais Sindicais (CGTP e UGT).

 

No "bloco" dos representantes dos parceiros sindicais "independentes", ainda há uma subdivisão:

- Os parceiros sindicais "outorgantes" (do ACT/EDP 2014); e

- Os parceiros sindicais "Acordo por Adesão" (ao ACT/EDP 2014).

 

Importa esclarecer que,

A "subdivisão" dos representantes dos parceiros sindicais "independentes", decorre de uma enorme "querela sindical", promovida pelo Sindel de Rui Miranda, e apoiada por todos os outros parceiros sindicais.

E, que ocorreu aquando do processo negocial de Revisão da Tabela Salarial e Cláusulas de Expressão Pecuniária, para vigorar no ano de 2016.

Este processo negocial, foi "suspenso" durante três sessões plenárias, por efeito daquela "querela sindical".

Anteriormente, durante os quarenta anos de existencia da EDP, NUNCA se tinha "registado" fenómeno igual.

 

Concluindo,

 

Se nada for feito, para alterar este actual "ESTADO DE COISAS", no Movimento Sindical do Grupo EDP,

 

É CERTO ... E SABIDO

 

que as perdas de Direitos e Regalias Sociais vão continuar a acontecer, por iniciativa do parceiro patronal, e com a "passividade" dos parceiros sindicais, que se debatem - impotentemente - com um certo "caciquismo" reinante no Grupo EDP.

 

 

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REACÇÕES NAS REDES SOCIAIS

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 (Na Pagina do Facebook Colegas da EDP)

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 (Na Pagina do Facebook forum act-edp)

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publicado às 14:58

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Caros colegas das comissões de negociadoras do AE/EUP (?) EDP

 

É com profunda revolta (revolta essa na destruição dos direitos conseguidos ao longo de alguns anos – não foi com pistolas apontadas à cabeça-) que me leva a escrever estas linhas no sentido de chamar a atenção para o que andam a fazer (muitas vezes nas costas daqueles que deveriam defender).

 

Como faço parte daqueles que (fora do ativo) provavelmente seremos (por força de circunstancias -!?-) superiores aos do ativo com os direitos que há data todos tínhamos conseguido.

 

Como todos sabem, já algum tempo temos vindo a sofrer alterações/penalizações no que concerne aos Serviços Médicos, medicamentos, reembolsos e outros.

 

Dado que (certamente) uma maioria dos que estão na situação como eu (não esquecer que outros vão entrar) não estão sindicalizados e por tal motivo a informação ou pedido de opinião não é conhecida.

 

Por conseguinte considero que deverão ter em conta este grupo (não o têm tido em consideração) e chamar à mesa das negociações pessoas deste grupo (AREP).

 

(*AREP o estatuto não o prevê, mas há que o modificar.)

 

Não vou tecer mais comentários relativamente ao assunto, pois muito mais teria a dizer, mas o mais importante é que não sejamos esquecidos e que se encontre pessoas capazes (pondo de parte guerrilhas de protagonismo) de defender os atuais ativos bem como os que se encontram na reforma.

 

Lamentável situação de tantos negociadores onde cada um puxa para o seu lado. Pois é assim que se divide para reinar.

 

É mais do que tempo unir esforços no sentido de melhor proveito para o grupo em causa (REFORMADOS)

 

Jorge Fontes
Nº 00 201 200

 

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publicado às 01:08

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