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EDP distribui amêndoas sem açucar

por efepe, em 24.03.18

20697269_L6zMz.png

 

Comunicado do SINOVAE - Sindicato Inovação Energética,

após mais uma reunião de "conversações" com o Grupo EDP,

no ambito do ACT/EDP 2014, sobre matérias pendentes

Sinovae - Cópia.png

Sinovae - Cópia - Cópia.png

Reacçoes.png

(copiado da pagina do facebook do grupo fechado Comunidade edp)

 

 Será que vão chegar aqui ao INTERIOR?

(Joaquim Guilherme Henriques Mota - 24-03-2018 23:18)

 

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Isto tudo só vai mudar

quando se começar de facto a esclarecer as pessoas.

 

 

Quero ver quem tem coragem de fazer um apanhado

de todas as discrepâncias que existem

entre os antigos ACT de 2000 e o novo ACT 2014.

 

 

Já alguém tentou contabilizar

o que perdem ao fim de uma vida de trabalho

os do ACT de 2014.

 

 

São anuidades, são assiduidades, serviços médicos após reforma, etc

de facto muito triste, trabalhar com pessoas lado a lado, fazer o mesmo,

e no fim uns são “ricos” e outros são pobres.

(Rui Cardoso - 25-03-2018 18:27)

 

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publicado às 22:33


Copiando "desabafos" ... sobre EDP

por efepe, em 24.03.18

20697269_L6zMz.png

 

Os "ventos" sobre a EDP,

andam mesmo "ciclonicos".

 

No Facebook, da pagina do grupo fechado Amigos de ... "EDP" Distribuição, copiei os comentários seguintes:

 

InocencioMendes.png

Reacçoes.png

 

Caro Inocêncio em que mundo vive?

Infelizmente são os lucros o mais importante

para esta geração de gestores,

o valor humano não é importante,

o objetivo é tirar para que o bem estar de todos

reverta a favor de uma minoria.

 

 

O tempo em que só havia dois sindicatos em que

defendiam os interesses dos colaboradores já lá vai,

hoje a edp tem 5 ou 6 e só separam em vez de unir,

hoje ser dirigente sindical é um estatuto de privilégio,

antigamente um dirigente sindical eleito

trabalhava 8 horas junto com os trabalhadores.

 

 

Hoje é uma fogueira de vaidades,

e isto é o que a administração quer.

Abraço

(José Augusto Ribeiro - 22-03-2018 14:25)

 

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Compreendo,

mas custa-me a aceitar,

razão deste meu desabafo.

(Inocêncio José Mendes - 22-03-2018 18:02)

 

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Inocêncio Jose Mendes 

Mas é claro que tem toda

a razão de ser o seu desabafo.

Cumprimentos

(José Augusto Ribeiro - 22-03-2018 14:25)

 

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O nosso país está de olhos em bico,

assim como a Europa!

A culpa por cá tem sido a ambição desmedida,

se pensarmos bem: a maioria é escrava!

Uma escravidão moderna, disfarçada!

 

 

Os nossos jovens, se não forem capazes de mudar,

irá muito mal o mundo.

 

 

Olhando para trás,

verificamos que todos temos um pouco de culpa,

porque poucos nos interessamos e nos deixamos iludir....

(Maria Benvinda Castelo - 22-03-2018 20:27)

 

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Partilho dessa análise que nos revolta a todos,

que nos deve mobilizar para o impedir,

e desencadear as necessárias e adequadas medidas.

Abç.

(Manuel Luis Sousa - 23-03-2018 10:07)

 

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Meu caro Inocêncio Jose Mendes,

ao chamar de "brincar", ao que está a acontecer na EDP,

é pretender ser "simpatico" para quem está a FALTAR AO RESPEITO,

não só para com os Reformados e Pensionistas EDP,

mas também para todos aqueles que estão ainda no activo,

em Final de Carreira de trabalhador.

 

Quanto aos jovens,

estes ainda não perceberam que estão a ser "formatados"

para uma Escravatura Moderna,

que os vai "sugar" até ao ultimo miolo de tutano,

durante quatro / cinco anos,

e depois vão lhes dar um "valente" chuto ...

pela porta fora da EDP.

 

Por fim, direi que hoje na EDP,

se "rouba" internamente, aos trabalhadores, reformados e pensionistas,

e se "rouba" externamente, a consumidores e fornecedores,

para se "doar" aos accioistas.

(Fernando Pegas - 24-03-2018 02:31)

 

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Meu caro Jose Augusto Ribeiro,

partilho genericamente da sua opinião.

 

No entanto, deixe-me lhe referir,

com conhecimento de causa, duas situações:

 

 

1) Como primeira situação, na actualidade,

há dois blocos de parceiros sindicais.

Há o bloco dos sindicatos "outorgantes" do ACT/EDP 2014,

que defendem a "divisão" entre os beneficiarios do ACT/EDP

(os ex-Contrato Colectivo 2010 e os ex-Contrato Individual).

 

E há o bloco dos sindicatos "por Acordo de Adesão" ao ACT/EDP 2014,

que defendem a "união" entre todos os beneficiários do ACT/EDP.

 

2) Como segunda situação, direi que os "sindicalistas" não são todos iguais,

como em qualquer sector de actividade ou profissão.

Há os "sindicalistas profissionais" (a tempo inteiro)

que estão "escondidos" no silêncio dos gabinetes das Direcções Sindicais

e que são "avaliados" pela média do departamento a que estão "dependurados":

e há os "sindicalistas apaixonados pela causa"

que vão desempenhado em paralelo com a sua actividade profissional,

nos seus locais de trabalhos,

e que são "avaliados" pelo seu mérito

(reconhecido quase sempre na fronteira entre a positiva e a negativa).

 

Tudo isto, para dizer que,

é injusto generalizar a actividade dos sindicatos e dos sindicalistas.

Disse.

(Fernando Pegas - 24-03-2018 02:56)

 

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Caro Fernando Pegas,

sei que há maus e bons como em todas as áreas.

De 76 a 85 defendi as causas dos colegas

tanto no sindicato como na Comissão de trabalhadores,

embora hoje as realidades políticas na edp

sejam completamente diferentes,

com muito mais complexidade de negociação.

 

O meu reparo negativo actualmente

é a falta de união das centrais

quando é para defender uma causa que é de todos!

É difícil! É sim senhor.

 

Mas se houver mais unidade

e menos divergência política talvez se consiga mais.

De qualquer das formas acho que o seu raciocínio tem a sua lógica.

Cumprimentos

(José Augusto Ribeiro - 24-03-2018 13:58)

 

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 A "complexidade" de negociação dos dias de hoje,

resulta do facto de haver "muitos ACT´s"

dentro do mesmo ACT/EDP 2014.

 

E que correspondem a "fracturas" diversas.

 

Uma delas, é entre os ex-Contrato Colectivo

e os ex-Contratos Individuais,

que só com o tempo se "desanuviarão".

 

Mas, há outras "fracturas"

que são determinadas pela "arrogância",

pela "falta de respeito"

e fundamentalmente pela "hipocrisia"

de uma COMPETIÇÃO entre parceiros sindicais,

que não beneficia em nada a defesa dos interesses colectivos

de quem esses parceiros sindicais deveriam defender

acima de todos os interesses individuais.

 

É óbvio que,

perante estes cenários de complexidade elevada,

quem beneficia são os parceiros patronais,

que apenas precisam de estar "quietos" e "nada" fazerem.

 

TRISTE, MUITO TRISTE,

ao ponto que chegou o Movimento Sindical no Grupo EDP.

Saudações amigas, meu caro Jose Augusto Ribeiro.

(Fernando Pegas - 24-03-2018 19:03)

 

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Fernando Pegas 

Cumprimentos cordiais.

(José Augusto Ribeiro - 25-03-2018 15:09)

 

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publicado às 01:31


A TROCO DE "NADA" ... NA EDP

por efepe, em 23.03.18

20697269_L6zMz.png

 

Para se compreender e entender o Movimento Sindical dos dias de hoje, no ambito do Grupo EDP, teremos que recuar no tempo até ao periodo temporal de Contratação ou Negociação Colectiva, conjunta, de dois processos distintos:

 

a Revisão do ACT/EDP

(versão de 2000);

e,

a Revogação do EUP/EDP

(versão de 1980);

 

Para os menos "familiarizados" com as questões laborais, talvez seja importante esclarecer o seguinte:

 

- O ACT/EDP (ou seja, o Acordo Colectivo de Trabalho do Grupo EDP) era o Instrumento de Regulamentação do Trabalho, que "regulava" os DIREITOS dos trabalhadores do Grupo EDP, através de um acordo estabelecido entre parceiros patronais e parceiros sindicais;

 

Enquanto que, 

 

- O EUP/EDP (ou sela, o Estatuto Unificado de Pessoal da EDP) era um documento sem valor jurídico, mas com o valor do "compromisso", estabelecido entre a então EDP - Electricidade de Portugal, Empresa Pública, e a sua Estrutura Representativa de Trabalhadores / Comissão de Trabalhadores, para "regular" as REGALIAS SOCIAIS dos Reformados, Pensionistas e Trabalhadores da EDP.

 

Porém,

 

Sob a ameaça da "caducidade" do EUP/EDP e da "denúncia" do ACT/EDP, ambas da iniciativa da EDP, entendeu-se que o melhor caminho seria juntar os Direitos e as Regalias no mesmo Instrumento de Regulamentação do Trabalho.

 

E foi assim, que os varios parceiros (patronais e sindicais) começaram a trabalhar na "integração" das Regalias Sociais constantes no EUP/EDP, no Acordo Colectivo de Trabalho do Grupo EDP. E, na consequente "revogação" do Estatuto Unificado de Pessoal da EDP.

 

Também ficou "consensualizado", entre os parceiros patronais e sindicais, da "integração" dos Contratos Individuais das várias empresas do Grupo EDP no "novo" Contrato Colectico a sair do processo negocial criado para o efeito.

 

Toda esta "reforma estrutural" ... 

 

Gerou algum debate e discussão, tendo inclusivamente, o parceiro patronal sentindo a necessidade de promover Reuniões com trabalhadores, nomeadamente nos locais de trabalho com mais população de trabalhadores. Nunca tinha acontecido anteriormente, na história da EDP, após a Nacionalização em 1976.

 

No entanto, 

 

Aquela mesma "reforma estrutural" também gerou "RUPTURAS" na maioria dos parceiros sindicais, nomeadamente, devido à ausência de "estratégias comuns" e/ou "estratégias de resistência" na DEFESA DE DIREITOS ADQUIRIDOS E DE REGALIAS SOCIAIS EMBLEMÁTICAS.

 

Recordo que, durante todo o processo negocial daquela "Reforma Estrutural" não se registou nenhum "CONFLITO LABORAL". Ou seja,

 

Os "novos" representantes dos reformados, pensionistas e trabalhadores do Grupo EDP, não tiveram motivos suficientes para "perturbarem" a PAZ SOCIAL reinante na EDP, mesmo tendo em conta, as "profundas" alterações verificadas - por exemplo - no Esquema de Saúde (e ou Mútua) e/ou nas Carreiras Profissionais, entre outras matérias.

 

Portanto, 

 

No final de todo o processo negocial, que terminou com a "assinatura" da versão final, que não seria lida por alguns parceiros sindicais (conforme "confissões" posteriores), o Grupo EDP conseguiu os seus objectivos:

 

- De "Reformar" toda a estrutura do ACT/EDP, com evidentes Perdas de Direitos Adquiridos e de Regalias Sociais Emblemáticas para todos os reformados, pensionistas e trabalhadores, oriundos do ex-Contrato Colectivo; e,

 

- De "Integrar" os ex-Contratos Individuais, no "novo" Contrato Colectivo, com Direitos e Regalias "diferenciadas" do universo de beneficiários do ex-ACT/EDP 2000;

 

sem qualquer "agitação laboral" e, fundamentalmente, 

 

A TROCO DE "NADA" !!

 

 

Perante esta "dura" e "muito triste" realidade,

 

não me resta outra "alternativa", que não seja de "CONFESSAR" a minha ENORME VERGONHA de fazer parte de uma "geração" de trabalhadores da EDP ...

 

QUE "TUDO"

HERDOU DA GERAÇÃO ANTERIOR;

 

QUE "POUCO OU NADA"

CONQUISTOU;

 

 

QUE "NADA"

TRANSMITE À GERAÇÃO SEGUINTE.

 

Sem Título1.png

 (copiado da pagina do facebook do grupo publico EDP)

 

Nota-se demasiadamente que já falta pouco

para os parceiros patronais decidirem a seu belo prazer

o que conceder aos seus empregados

e será nessa ocasião que iremos valorizar a União Sindical.

(Joaquim Guimarães - 24.03-2018 16:21)

 

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Meu bom amigo Joaquim Guimarães,

esse "tempo" (que dizes que falta pouco) já existe

desde pelo menos desde 2011 ou 2012.

Porque deixou de haver "negociação" entre parceiros,

para passar a haver "conversações" em torno do Acto de Gestão

que os parceiros patronais querem implementar.

Já assim aconteceu com a Revisão do ACT/EDP 2000,

com a Revogação do EUP/EDP,

e anualmente, com a Revisão da Tabela Salarial

e Clausulas de Expressão Pecuniária.

Mas, os "culpados" de tudo isto SOMOS TODOS NÓS.

Que deixamos de "eleger" os nossos representantes,

e temos vindo a permitir as "nomeações" oligarquicas

dos nossos representantes, e "ratificadas" com toda a pompa

e circunstância em verdadeiras "feiras de vaidades"

(denominadas por "Congressos" ou outras coisas afins).

Disse.

(Fernando Pegas - 24.03-2018 19:20)

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publicado às 22:52

Fcp.png

 

Hoje, apetece-me falar sobre a "nova realidade negocial" da Tabela de Ajudas de Custo, no Grupo EDP, na sua geografia de Portugal.

 

Sim, relativamente à Tabela de Ajudas de Custo, há uma 

 

"nova realidade negocial"

 

em virtude de até à entrada em vigor da versão do ACT/EDP 2014, a Tabela de Ajudas de Custo ser uma "matéria" inscrita no Estatuto Unificado de Pessoal da EDP (EUP/EDP).

 

Entretanto,

 

Por "força legislativa", estabelecida no ponto 2., da Cláusula 120ª (Revogação da regulamentação anterior) do Título XXI (Disposições Finais), da nova versão do Acordo Colectivo de Trabalho do Grupo EDP (abreviadamente conhecido por ACT/EDP 2014) 

 

Disposiç.png

 

 o Estatuto Unificado de Pessoal da EDP (EUP/EDP)

foi "REVOGADO".

 

Para "estranheza" e "surpresa", de muitos beneficiários que, pelo facto de já estarem na situação de Reforma Antecipada e/ou de Reforma por Velhice, não acompanharam minimamente a evolução das "negociações" que conduziram ao NOVO ACT/EDP 2014.

 

Porventura, pela enorme "Falta de Informação e/ou Comunicação" verificada, por parte das Estruturas Representativas de Trabalhadores e dos Sindicatos envolvidos na Negociação Colectiva. 

 

Ora,

 

Importa recordar, que antes de 2014, a Tabela de Ajudas de Custo resultava de um Acto de Gestão, após a "audição" da ERT/Comissão de Trabalhadores.

 

E, com a entrada em vigor do ACT/EDP 2014, e também por "força legislativa" deste, a Tabela de Ajudas de Custo passaria a ser "estabelecida e revista anualmente", em conformidade com o ponto 2, da Clausula 45ª (Despesas de alojamento e alimentação)

 

ACT-Clausula 45.png

 

mas agora, com a intervenção directa dos parceiros patronais e dos parceiros sindicais "outorgantes" do novo ACT/EDP 2014.

 

 

E, por incrível que pareça,

quer uns (parceiros patronais), quer outros (parceiros sindicais), ainda não "assimilaram" esta NOVA REALIDADE da Contratação Colectiva do Grupo EDP.

 

Esta minha conclusão, surge "simplesmente" da  ausência de propostas, quer dos parceiros patronais, quer dos parceiros sindicais, para vigorarem nos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018.

 

Razão pela qual,

 

e por mais incrível que pareça, a Tabela de Ajudas de Custo actualmente em vigor, é a aprovada pela Administração EDP, para vigorar no ano de 2009.

 

TAC2009.png

  

E "seguintes" ... acrescento eu !!

 

 

Por conseguinte (e utilizando palavras que não existem, mas que passam a existir),

 

de "INCRIVILIDADE" em "INCRIVILIDADE",

chegamos á "INCRIVILANDIA" realidade 

 

de na geografia de Portugal, do Grupo EDP, estar a acontecer (nos dias de hoje) os "cenários" seguintes:

 

Quando o trabalhador deslocado "opta" pela

Tabela de Ajudas de Custo,

é reembolsável a valores de 2009;

e,

Quando o trabalhador deslocado "opta" pelo

Reembolso das despesas efectuadas

é reembolsável a valores de 2018;

 

em conformidade com o estipulado na Cláusula 45ª do ACT/EDP em vigor.

 

 

Foi por tudo isto,

 

que no âmbito do processo negocial de Revisão da Tabela Salarial e Cláusulas de Expressão Pecuniária, para vigorar no ano de 2018, houve um parceiro sindical (o Sinovae) que tomou a iniciativa de apresentar a proposta seguinte:

PropostaSinovae.png

 concretizada com a apresentação da seguinte 

 

PropostaSinovae1.png

(extracto do comunicado do Sinovae de 31-01-2018)

 

 

Enquanto que,

 

Um outro parceiro sindical (o Sindel) informava os Trabalhadores do Grupo EDP do seguinte:

 

(extracto da Proposta do Sindel)

Sindel.Proposta.png

 e, por fim, o extracto do comunicado do Sindel de 14 de Fevereiro de 2018.

 

Sindel.PontoPrevio.png

 

MAIS NENHUM PARCEIRO SINDICAL SE "PRONUNCIOU" SOBRE 

A "NOVA REALIDADE NEGOCIAL" DA TABELA DE AJUDAS DE CUSTO

 

NEM O PARCEIRO PATRONAL (O GRUPO EDP) 

APRESENTOU "QUALQUER" CONTRAPROPOSTA !!

 

Reacçoes.png

(copiado da pagina do facebook do grupo fechado Comunidade edp)

 

Não é Ficção, nem Realidade Virtual ...

(Administrador - 22-03-2018 17:13)

 

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Ajudas de custo?

Aquelas como a minha 11,14€?

Quando o subsídio de alimentação é 11,24.

(Marcio Kouto - 23-03-2018 21:58)

 

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De facto esta situação como muitas outras é muito engraçada,

enquanto uns ao abrigo das ajudas de custos

podem comer bem e beber melhor

outros têm de comer bifanas se quiserem, é só rir.

 

 

A cada dia que passa aumentam as discrepâncias entre trabalhadores,

e os que alguma coisa deviam fazer dormem que nem uns anjinhos.

 

 

Vamos andando e observando,

pois todas as atitudes ficam com quem as pratica

e no fim vamos todos deitados.

(Rui Cardoso - 25-03-2018 18:15)

 

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(extracto do comunicado do Sinovae de 23-03-2018)

TabelaAjudasCusto.png

 

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 (copiado do Jornal Online 'efepe' / sindical)

 

 E para o estrangeiro?

Não se fala da aberração que está a ser praticada pela empresa?

(Anonimo - 25-03-2018 19:03)

 

 

 

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publicado às 12:27

Fcp.png

 

O Conselho de Administração da EDP Soluções Comerciais "geringonçou" uma Reestruturação de Unidades de Negócios, contemplando a transferência de recursos humanos para outras empresas do Grupo EDP, nomeadamente para a EDP Comercial, EDP Distribuição, EDP Serviço Universal e EDP Gas Universal.

 

E, a Mobilidade Interna de recursos humanos, foi determinada pela "uniformização" de transferências de trabalhadores, a ser "regulada"  através da figura de Cedência Ocasional, prevista no Regulamento de Mobilidade Interna e Entre Empresas (Anexo II do ACT/EDP 2014). E, com a utilização e preenchimento do Modelo 4 - Acordo de Cedência Ocasional (Art. 11º).

 

Esta "determinação" do Conselho de Administração da EDP Soluções Comerciais, e porventura devido à não existência de uma Comissão de Trabalhadores no âmbito desta empresa, foi dada a conhecer "apenas" a dois parceiros sindicais. A saber: à Fiequimetal (porventura, na qualidade de líder da Frente Energia, afecta à CGTP) e ao Sindel (porventura, na qualidade de lider da Frente Sindical, afecta à UGT).

 

Ora bem,

 

O que salta logo à vista desarmada, a qualquer "conhecedor da complexidade" inscrita no Acordo Colectivo de Trabalho (ACT/EDP 2014), por diferenciar direitos e regalias entre os dois universos de beneficiários, que são:

 

- os trabalhadores oriundos do ex-Contrato Colectivo (abreviadamente conhecido por ACT/EDP 2000); e

- os trabalhadores oriundos de ex-Contrato Individual (maioritariamente admitidos no Grupo EDP, através da empresa de Estudos e Consultadoria, e "integrados" no Contrato Colectivo "apenas" em 2014, aquando da entrada em vigor da versão do novo ACT/EDP 2014),

 

é a "não salvaguarda" do

 

VÍNCULO CONTRATUAL

 

dos trabalhadores oriundos do ex-Contrato Colectivo (abreviadamente conhecido por ACT/EDP 2000).

 

Uma vez que,

 

Nos modelos 4 e 5, previstos para "regular e/ou regulamentar" a Cedência Ocasional, apenas se inscreve a identificação da "Empresa Cedente" e a identificação da "Empresa Cessionária", para além da identificação do "Trabalhador".

 

Genericamente, estes modelos (4 e 5) previstos para a figura da "Cedência Ocasional", são utilizáveis "apenas" pelo universo dos trabalhadores oriundos do ex-Contrato Individual, precisamente por estes não terem que "salvaguardar" o Vínculo Contratual (ao ex-Contrato Colectivo - ACT/EDP 2000).

 

 

Em suma,

 

"UNIFORMIZAR"

(transferências colectivas de trabalhadores)

 

ao abrigo da "Cedência Ocasional" prevista no ACT/EDP 2014, sem acautelar o "vínculo contratual" do universo de trabalhadores oriundos do ex-Contrato Colectivo (ACT/EDP 2000), que sómente pode ser acautelado com a inscrição da identificação de uma 

 

"Empresa Nuclear Cedente" 

 

como está previsto "apenas" nos Modelos 1, 2 e 3 da figura "Cessão da Posição Contratual Laboral" (no Anexo II do ACT/EDP 2014),

 

é contribuir para

 

A "PERDA" DE DIREITOS E REGALIAS

 

uma vez que, os "caminhos" e/ou as "interligações" regulamentares e/ou jurídicas são "diferenciadas", em consonância com a origem dos trabalhadores (do ex-Contrato Colectivo e/ou do ex-Contrato Individual).

 

 

Concluindo,

 

Parece que, os parceiros sindicais "convidados" pelo Conselho de Administração da EDP Soluções Comerciais, para participarem com o seu Apoio à Reestruturação de Unidades de Negócio em questão,

 

NÃO SABEM

(ou tentam ignorar "saber")

 

da enorme complexidade que assinaram, como partes outorgantes que são do ACT/EDP 2014, no que diz respeito em concreto ao ANEXO II - REGULAMENTO DE MOBILIDADE INTERNA E ENTRE EMPRESAS.

 

E, sabendo-se que, 

 

O "índice" de sindicalização é bastante inferior a METADE do total de trabalhadores abrangidos pelo ACT/EDP 2014, É "MUITO ESTRANHO" que o Conselho de Administração da EDP Soluções Comerciais se preocupasse a pedir apoio (???) "apenas" às Frentes Energia e Sindical afectas às duas Centrais Sindicais portuguesas.

 

Reacçoes.png

 

(copiado da Pagina do Facebook de Fernando Pêgas)

A PERDA VC.png

 

No Grupo EDP, através da Reestruturação de Unidades de Negócio em curso na EDP Soluções Comerciais, que também está a implicar Transferências Colectivas de recursos humanos entre empresas (do Grupo EDP), está a ser "potenciada" a PERDA DO VÍNCULO CONTRATUAL, a uma das "Empresas Nucleares Cedentes" (ou seja, à EDP Distribuição e/ou à EDP Produção).

 

Nomeadamente, aos trabalhadores oriundos do ex-Contrato Colectivo (abreviadamente conhecido por ACT/EDP 2000), e que até ao dia 28 de Fevereiro de 2018, desenvolveram a sua actividade profissional na EDP Soluções Comerciais.

 

Mas, que a partir de 01 de Março de 2018, foram "cedidos ocasionalmente" (por 6 ou 12 meses) a uma das seguintes empresas: EDP Comercial, EDP Distribuição, EDP Serviço Universal e/ou EDP Gas Universal.

 

Através de um "acordo consentido" pelas duas Frentes (Energia e Sindical) afectas às duas Centrais Sindicais portuguesas.

 

Por estranho que pareça,

aqueles trabalhadores oriundos do ex-Contrato Colectivo foram desempenhar as suas actividades profissionais para uma das empresas do Grupo EDP (atrás referenciadas) mas ...

 

Deixaram o "Vínculo Contratual" (à Empresa Nuclear Cedente) na EDP Soluções Comerciais.

 

Em suma,

Estamos a assistir no Grupo EDP a uma verdadeira "gerigonça contratual", apoiada pelos parceiros sindicais "nomeados" (pelo Grupo EDP) como os mais representativos, e com sérios "riscos" de PERDA DO "VINCULO CONTRATUAL" para os trabalhadores, não em geral, mas somente para os oriundos do ex-Contrato Colectivo (ACT/EDP 2000).

(Fernando Pêgas - 21-03-2018 12:56)

 

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O que a EDP esta a fazer não faz sentido,

mas os trabalhadores mais recentes

e os sindicatos têm muita culpa,

porque não estão mobilizados para a luta.

 

Tenho a noção que o enquadramento social não é o melhor....

mas sem luta "eles" fazem o que querem.

(Custodio Oliveira - 21-03-2018 13:33)

 

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EDP, EDP...

quem a viu e quem a vê!!!...

SAUDADES!

(Maria Margarida Pacheco - 21-03-2018 13:52)

 

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Verdade . ! É isso mesmo ,!

(Leonilde Sousa - 21-03-2018 14:31)

 

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Sem dúvida que é verdade.

(Maria Antonieta Neves - 21-03-2018 21:19)

 

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Meu bom amigo Custódio Oliveira,

permite-me que "assine por baixo" ao que acabas de dizer,

em sinal de concordância a MIL POR CENTO.

 

E que, acrescente,

uma "visão" mais próxima do "teatro das operações"

(entenda-se de uma Mesa de Negociações do Grupo EDP,

que nos ultimos anos tem sido mais de "conversações"

em torno do Acto de Gestão a praticar pelo Grupo EDP,

do que propriamente de "negociações"

entre representantes dos parceiros patronaias

e dos representantes dos parceiros sindicais).

 

Ora, de uma forma muito sintética,

direi que a "traficância de influência e de interesses"

associada a eventuais "troca de favores",

de natureza laboral,

chegou a um extremo tal que,

puramente,

se "brinca" ou se "joga"

com o Vínculo Contratual das pessoas e,

por consequência,

com os Direitos e Regalias dessas mesmas pessoas.

 

Concluindo,

É DEMASIADO "NOJENTO"

O QUE SE ESTÁ A PASSAR

nas ditas Relações Laborais no Grupo EDP.

 

A justificar há muito,

um enorme CONFLITO LABORAL

(entenda-se, todas as formas de luta possiveis e imaginarias).

(Fernando Pêgas - 21-03-2018 15:13)

 

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Amigo Fernando Pegas,

sei que não é facil esta luta,

mas no contexto atual as redes sociais,

bem utilizadas,

poderão ser uma forma de juntar os trabalhadores

da EDP reformados e pré-reformados

e partir para o sindicalismo à moda antiga

(concentração em Lisboa e Porto)

desmascarar sindicatos com dupla face

e fazer valer os nossos direitos,

abraço.

(Custodio Oliveira - 21-03-2018 19:18)

 

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Verdade amigo Custódio Oliveira.

O objectivo principal de ter "avancado"

para a construçao de uma comunidade edp,

por aqui pelas redes sociais,

que sirva na sua essencia

para ser uma platadorma de comunicação e informação

entre todos os reformados, pensionistas e trabalhadores do Grupo EDP,

tem a haver com factualidades actuais que se prendem muito

com o ENORME DÉFICE DE COMUNICAÇÃO E DE INFORMAÇÃO

entre "representantes" e "representados",

devido à ausência de debates de ideias,

porventura por interesses e objectivos

muito, mas muito "obscuros".

Para já a "aderência" atingiu um numero simpatico,

que me "motiva" a continuar,

por sentir que estou no caminho correcto.

Abraço.

(Fernando Pêgas - 21-03-2018 21:15)

 

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É bem verdade o que acontece

mas isto deve-se à ineficácia das estruturas internas

dos TRABALHADORES (mais interessados em tudo

menos na função que devem, pelo menos

manter o respeito que gerações antigas construíram)

 

Atenção REFORMADOS e PENSIONISTAS 

estão preparando a N/morte lentamente dos direitos adquiridos

e consignados na contratação à data

da N/PASSAGEM à situação de REFORMADOS.

 

 

Que a idade não arrefeça as nossas forças,

vamos lutar contra aqueles que estão numa empresa

que é o que é

pelos milhares de TRABALHADORES CONSTRUIRAM...

(Jose Queiroz - 21-03-2018 17:40)

 

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Há muito que somos só um número

a ver discriminacoes, e a familia que era

a Empresa a desmoronar se completamente

com colegas

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(Continuacao)

com colegas a ajudar

com o mau ambiente que provocam,

pensando que ganham muito com isso,

e a julgarem se donos da empresa

(Maria Antonieta Neves - 21-03-2018 21:19)

 

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É isso mesmo José Queiroz.

Continuas com as "caracteristicas" do Queiroz

que conheci há muitos anos atrás.

Abraço.

(Fernando Pêgas - 21-03-2018 21:19)

 

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Só os reformados poderão fazer valer os seus direitos,

porque o respeito, esse já foi há muito.

(Abilio Monteiro - 21-03-2018 18:02)

 

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Amigo Abílio Monteiro,

confesso que a actual "DESPROTECÇÃO SOLIDÁRIA"

que existe em torno dos Reformados e Pensionistas da EDP,

que me assusta e me preocupa profundamente.

 

Pois, até 2014, as questões com maior interesse

para o universo de reformados e pensionistas

(designadamente o Esquema de Saúde da Savida

e outras regalias sociais consagradas no EUP)

estavam sob a competência da

Comissão de Trabalhadores da EDP.

 

A partir de 2014, com a Revogação do EUP,

promovida e realizada

(nas "costas" de todos os Mutualistas),

entre a "deslealdade" do parceiro patronal

(Grupo EDP),

a "sumissão" da Comissão de Trabalhadores

e a "inércia" dos parceiros sindicais,

e com a consequente "integração" no ACT/EDP 2014,

 

 

os REFORMADOS E PENSIONISTAS EDP

passaram a ficar totalmente "abandonados à sua sorte",

 

 

em virtude do "esvaziamento de competências"

da Comissão de Trabalhadores EDP e

da "falta de vocação" dos parceiros sindicais para defenderem

as Regalias Sociais (consagradas no EUP/EDP).

 

 

Recordo que, no ambito do Grupo EDP,

os parceiros sindicais sempre tiveram orientados e vocacionados

para defenderem os Direitos (consagrados no ACT/EDP).

 

O melhor exemplo, que poderei apontar,

para o que acabo de dizer,

é a questão da Tabela de Ajudas de Custo.

Esta matéria, até ao ano de 2014,

era da competência da EDP,

após auscultação da Comissão de Trabalhadores.

 

A partir de 2014, com a "integração" desta matéria no ACT/EDP,

a "esfera da competencia" foi alterada para o ambito

dos parceiros patronais e dos parceiros sindicais.

 

No entanto, desde 2014,

que as partes outorgantes do ACT/EDP

ainda não ajustaram a nova realidade,

simplesmente,

pela falta de hábito na discussão desta matéria.

 

 

Mas, infelizmente,

há mais exemplos idênticos a este.

 

ESTA É UMA "DURA" E "MUITO TRISTE" REALIDADE

DO MOVIMENTO SINDICAL DO GRUPO EDP.

Disse.

 (Fernando Pegas - 21-03-2018 22:48)

 

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Com tudo o que se está a passar,

e como reformada,

fico cada vez mais apreensiva!

(Judite Gomes Afonso Oliveira - 21-03-2018 23:43)

 

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Sem dúvida, Judite Gomes Afonso Oliveira,

a "APREENSÃO" está a tomar conta de muitos de nós.

 (Fernando Pegas - 22-03-2018 11:12)

 

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A apreensão deve ser generalizada.

Que se está a passar com os sindicatos?

Já não há representantes dos trabalhadores e reformados?

 

E a notícia que apareceu hoje nas redes sociais

sobre o valor a restituir aos consumidores?

 

Parece anedótico.

Não sei o que pensar de tudo isto que aqui foi transmitido.

Gostava de estar mais esclarecida.

Sou reformada mas ainda não estou morta...

(Francelina Fragoso - 22-03-2018 22:01)

 

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(copiado da Pagina do Facebook do

grupo fechado Comunidade edp)

PerdaVinculoContratual.png

(Administrador - 21-03-2018 13:00)

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Que saudades da EDP

em que os trabalhadores não eram meros

números e tínhamos valor.

(Jose Domingos Martins Marques - 21-03-2018 13:02)

 

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Saudades de outros tempos...

(Luisa Moniz - 21-03-2018 13:07)

 

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publicado às 10:54

Fcp.png

 

 

A Frente Energia (afecta à CGTP) e liderada pela Fiequimetal e a Frente Sindical (afecta à UGT) e liderada pelo Sindel, ao aceitarem o ACTO DE GESTÃO relativamente à Reestruturação de Unidades de Negócio na EDP Soluções Comerciais, sem qualquer discussão, quer com os trabalhadores envolvidos, quer com os parceiros sindicais "não convidados" pela Administração da EDP SC,

 

NÃO ESTÃO A "DEFENDER":

- os interesses dos trabalhadores,

designadamente quanto à salvaguarda do "vínculo contratual"

dos trabalhadores oriundos do ex-Contrato Colectivo (ACT/EDP 2000);

 

e,

 

COMO NÃO ESTÃO A "DEFENDER":

- um clima de "paz social"

no Movimento Sindical no Grupo EDP.

 

Concluindo,

 

DE ACTO DE GESTÃO EM ACTO DE GESTÃO (DO GRUPO EDP)

OS PARCEIROS SINDICAIS "LIMITAM-SE" A OBSERVAR "DIVIDIDOS"

À PERDA DE DIREITOS E REGALIAS, POR PARTE DE TODOS. E ...

 

EVITANDO O "DIÁLOGO" ENTRE TODOS OS PARCEIROS SINDICAIS.

 

 

De seguida,

 

Já está "agendada" a Perda de Regalias, nas matérias seguintes:

 

a) No Subsídio de Estudo para Descendentes e nos Campos e Colónias de Férias; e,

b) No Beneficio da Concessão de Energia Eléctrica e no Esquema de Saúde;

 

Para além da "não resposta" por parte do Grupo EDP, a proposta de revisão da Tabela de Ajudas de Custo, que não é mexida desde o ano de 2009.

 

Reacçoes.png

(copiado da pagina do facebook Fernando Pegas)

 

E pena, pois alguns também trabalhadores da empresa

(Maria Antonieta Neves - 18-03-2018 21:57)

 

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 (copiado da pagina do facebook Amigos EDP Setubal)

 

É triste mas é a dura realidade.

(Antonio Rosa - 20-03-2018 06:33)

 

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(copiado da pagina do facebook de Heitor Costa)

 

Uns vendidos

(Manuel Costa - 20-03-2018 13:29)

 

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Foram sempre.

(Heitor Costa - 20-03-2018 13:42)

 

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publicado às 12:33

Hugo Vilares.png

16 de Março de 2018, 7:57

OPINIÃO

A encruzilhada sindical do nosso tempo

 

Terminar o monopólio sindical pode ser mais um trilho necessário a percorrer. Sendo fundamental proteger a sã existência dos sindicatos, estes devem assumir o seu papel na negociação coletiva, ao mesmo tempo que apoiam as comissões de trabalhadores nas negociações microeconómicas.

 

Com a revolução industrial os trabalhadores organizaram-se em sindicatos, cujo poder mobilizador assentava na necessidade de reequilibrar a relação laboral. Ao ler Adam Smith [1], e as suas referências a mestres e trabalhadores, percebe-se a diferença do hoje face ao século XVIII, e infere-se o papel cimeiro dos sindicatos na criação do nosso modelo social. Digno de enredos cinematográficos, o passado do movimento sindical foi glorioso, mas será que os sindicatos de hoje são dignos de se chamarem pelo seu nome?

Hoje o movimento sindical está esclerótico devido ao crescente desinteresse dos trabalhadores, em especial dos mais jovens. Em Portugal, os sindicatos atraem em média um a dois trabalhadores em cada dez, estando estes maioritariamente na última metade da sua carreira, e a trabalhar em grandes empresas detentoras de monopólios naturais [2]. Se nos anos 80, o nobel da literatura Bob Dylan [3] já criticava a fossilização dos sindicatos, hoje o fenómeno é mais claro, e urge questionar para que servem os sindicatos de hoje, e que legitimidade têm. Imputar ao processo de globalização a sua fatalidade, à parte da valia do argumento, tem por paralelo tentar parar o vento com as mãos.

 

Justificar a existência de sindicatos pela história, apenas lhes garante interesse museológico, que porventura os trabalhadores visitarão nos dias de descanso, que aqueles para estes conquistaram. Neste contexto, criticar os trabalhadores por fazerem free-riding, ou seja, beneficiar dos direitos negociados pelos sindicatos sem se sindicalizarem, demonstra a incapacidade do movimento sindical de enfrentar a adversidade que a igualdade laboral, que também advogam, lhes impõe. Num mercado em acelerada transformação, é natural que poucos sejam sensíveis a tais argumentos.

 

Hoje, parte do movimento sindical [4] propõe terminar com a extensão administrativa dos acordos negociados a todos os trabalhadores de determinado sector, se estes não pagarem pelo serviço sindical. À parte do debate sobre o impacto de tais extensões, a mudança propõe aplacar o problema de free-riding, e se porém sem fazer mais sindicalizados, pelo menos criando utilizadores pagadores. Embora possivelmente justo à prima facie, tal argumento não difere do tantas vezes usado para taxar serviços públicos, como por exemplo as SCUT. Sendo o movimento sindical o detentor do monopólio constitucional da negociação coletiva, tal não significará que aos trabalhadores restam duas hipóteses: ou pagar pelo serviço sindical, ou negociar individualmente os seus contratos? Será este o melhor caminho?

 

Depois de várias questões, surge a mais fundamental: o que fazer? Casos como as câmaras de despedimento da Altice, relembram-nos da necessidade dos sindicatos, e dá-los por escleróticos, espectros do que foram e, portanto, defuntos não parece ser o melhor rumo nesta Bastoigne sindical. A sua existência é hoje, como foi no século XIX, necessária especialmente num mercado laboral em acelerada mutação tecnológica, com uma crescente intervenção de inteligência artificial e robotização.

 

Assim, esta necessária revitalização, num contexto de igualdade, liberdade e democracia pode residir em conseguir criar valor para trabalhadores e desempregados, aumentando assim a representatividade sindical, reforçando a sua legitimidade, e tornando os sindicatos mais sensíveis a uma realidade mais ampla que as frações que hoje representam. Parte deste trajecto já é conhecido, mas não suficientemente explorado, passando pelos sindicatos se tornarem úteis service providers. Exemplos incluem subsistemas de saúde, como o SAMS, que justifica em parte adesões sindicais superiores a 60% no sector financeiro.

 

Além do apoio na saúde, a criação de seguros de desemprego, e complementos de reforma, seguindo o caso nórdico do sistema de Ghent, que atribui há decadas a gestão dos apoios em caso de desemprego aos sindicatos, pode ser um válido passo a ser explorado. Outro pode residir no papel dos sindicatos alemães no desenho da formação vocacional dos jovens, cujo sistema dual, ou seja, escolar com uma forte vertente prática através de estagios em ambiente empresarial, tem sido apontado como uma causa estrutural da baixa taxa de desemprego jovem alemã.

 

Neste processo de regeneração, terminar o monopólio sindical pode ser mais um trilho necessário a percorrer. Sendo fundamental proteger a sã existência dos sindicatos, estes devem assumir o seu papel na negociação coletiva, ao mesmo tempo que apoiam as comissões de trabalhadores nas negociações microeconómicas que ajustam ao caso concreto a lei laboral. Sem esta interligação, fundada na provisão de serviços de qualidade, dificilmente os sindicatos terão representatividade das realidades que subsistem no mercado, e remetem-se para um estado cada vez mais vegetativo que por feudos legais previsivelmente polarizará ainda mais o mercado de trabalho. Estarão os sindicatos preparados para, sem atalhos, calcorrear este desafio? Se não agora, quando?


 

Referencias:
[1] Adam Smith, 1776, A Riqueza das Nacoes, Capitulo 8
[2] Pedro Portugal e Hugo Vilares (2013), “Sobre os sindicatos, a sindicalização e o prémio sindical”, Boletim Economico, Banco de Portugal
[3] Bob Dylan (1986), “Union Sundown”, Album Infidels, Columbia Records. Website: https://bobdylan.com/songs/union-sundown/
[4] Carlos Silva (Abril 2016), entrevista ao Jornal de Negocios. Website: http://www.jornaldenegocios.pt/economia/emprego/detalhe/ugt_so_quem_paga_aos_sindicatos_deve_ter_premio

 

(Artigo de opinião copiado do Público)

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publicado às 17:45

Fcp.png

 

Para ontem (dia 14 de Março de 2018), e no âmbito do processo negocial de

Revisão da Tabela Salarial e Cláusulas de Expressão Pecuniária, para vigorar entre

01 de Janeiro de 2018 e 31 de Dezembro de 2018, o parceiro patronal (CN EDP)

"convocou" os vários parceiros sindicais (CNS's), para mais uma Reunião Plenária,

à Mesa das Negociações, nas instalações da Sede EDP em Lisboa.

 

Mas, complementarmente, o parceiro patronal (CN EDP) "convidou"

os parceiros sindicais (CNS's), para Reuniões Bilaterais de conversações

(em separado).

 

Razão pela qual, pode eventualmente, ocorrer que numa Reunião Bilateral

tenha sido abordados determinados assuntos, enquanto numa outra

Reunião Bilateral tenha sido abordados assuntos diferentes

  

Vejamos agora, as diversas comunicações e/ou informações dos parceiros sindicais:

 

- Da Comissão Negociadora Sindical da ASOSI (14-03-2018) :

ASOSI.png

 

 - Da Comissão Negociadora Sindical da FIEQUIMETAL (14-03-2018) :

 

Fiequimetal3.png

Fiequimetal4.png

 

 

 - Da Comissão Negociadora Sindical do SINDEL (14-03-2018) :

 

Sindel1.png

Sindel2.png

 

 - Da Comissão Negociadora Sindical do SINOVAE (14-03-2018) :

 

Sinovae.png

 

 

 - Da Comissão Negociadora Sindical da FIEQUIMETAL (15-03-2018) :

 Fiequimetal1.pngFiequimetal2.png

 

- Da Comissão Negociadora Sindical do SINERGIA (15-03-2018) :

 

Sinergia.png

Sinergia1.png

SIEAP.ts1.png

 

SIEAP.ts2.png

  

 

Na minha perspectiva, 

 

O PROCESSO NEGOCIAL TEVE DUAS PARTES DISTINTAS;

 

UMA PRIMEIRA PARTE ...

ATÉ AO ANÚNCIO DO CENÁRIO DE FECHO EM 1,1 %;

 

E UMA SEGUNDA PARTE ...

A PARTIR DO "CHÃO SALARIAL" DE 1,1%.

 

TENDO TERMINADO COM UM ACTO DE GESTÃO DE 1,4%,

ACEITE POR ALGUNS PARCEIROS SINDICAIS.

 

Reacçoes.png

(Noticia copiada do Dinheiro Vivo / Lusa)

15.03.2018 / 19:38

 

ENERGIA

Trabalhadores da EDP vão ser aumentados

Mexia1.png

 António Mexia, presidente executivo da EDP. Fotografia: REUTERS/Pedro Nunes

 

A EDP estabeleceu um acordo com os sindicatos que prevê um aumento de 1,4% dos salários dos trabalhadores em Portugal.

 

“O acordo alcançado ontem [quarta-feira] entre a EDP e as principais organizações sindicais vai permitir um aumento salarial de 1,4% para os colaboradores em Portugal abrangidos pelo ACT [Acordo Coletivo de Trabalho], no ano de 2018, garantindo mais uma vez o clima de paz social da empresa”, afirmou a empresa numa nota de imprensa.

 

De acordo com a mesma fonte, o aumento acordado para 2018 supera o do ano passado e garante uma atualização das remunerações ao nível da inflação.

 

A agência Lusa tentou contactar a empresa e a estrutura sindical maioritária, a Fiequimetal, para obter mais pormenores sobre o acordo estabelecido, mas ainda não obteve resposta.

 

Comentario no Dinheiro Vivo

"O acordo alcançado ontem [quarta-feira]" foi mais um Acto de Gestão de 1,4% aceite por alguns parceiros sindicais.

(Fernando Pêgas)

 

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(Noticia copiada de Negócios)

 

Actualização salarial na EDP vai ser de 1,4%

A EDP chegou a acordo com os sindicatos para proceder a aumentos salariais de 1,4% este ano.

 

Mexia2.png

 

15 de março de 2018 às 19:17
 
 

A EDP chegou a acordo com os seus sindicatos para aumentos salariais em 2018 de 1,4%, anunciou a empresa.

 "O acordo alcançado ontem [quarta-feira, 14 de Março] entre a EDP e as principais organizações sindicais vai permitir um aumento salarial de 1,4% para os colaboradores em Portugal abrangidos pelo ACT, no ano de 2018", diz a nota de imprensa.
 

Nos dois últimos anos, o aumento foi de 1,3%. Daí que a empresa tenha referido, em comunicado, que "o aumento supera o acordo celebrado no ano passado e garante uma actualização das remunerações ao nível da inflação".

 

A inflação em 2017 foi de 1,4%. A esperada para este ano é também de 1,4%, de acordo com o Orçamento do estado para 2018.
 
 
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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP) 
 
 

FranciscoAlves.png

 CURIOSA "REACÇÃO" ...
ao Acordo verificado no processo negocial de
Revisão da Tabela Salarial, para o ano de 2018.

(copiado da pagina do facebook do SIEAP)

(Fernando Pêgas - 14-03-2018 22:52)

 

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Aumento igual à inflação "verificada",

era o mínimo aceitável.

(Manuel Luis Sousa - 15-03-2018 10:49)

 

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TabelaSalarial.png

É tão "poucochinho" ...

que começa a fazer sentido, o âmbito do acto de gestão

ou da negociação passar de anual para bianual.

(Fernando Pêgas - 15-03-2018 17:32)
 
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(copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)
 

DinheiroVivo.png

"O acordo alcançado ontem [quarta-feira]"
foi mais um Acto de Gestão de 1,4%
aceite por alguns parceiros sindicais.
(Fernando Pêgas - 15-03-2018 21:20)
 
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1.4 para os trabalhadores
13 ou 14 % para administração
enfim e o que temos tal como no passado
(José Rodrigues - 16-03-2018 12:29)
 
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(copiado da pagina do facebook de EDP iando)
 

Lusa.png

Para obter mais pormenores sobre o acordo estabelecido.

(EDP iando - 15-03-2018 23:25)

 

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AFINAL, PARECE QUE ...

o Sindel anda a "mentir" à Mesa das Negociações do Grupo EDP,

quando se "auto-define" como o parceiro mais representativo do Grupo EDP.

E também à população, como o fez na Greve Geral das Lojas EDP.

 (Fernando Pêgas - 16-03-2018 13:05)

 

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(copiado da pagina do facebook de Miranda Rosa)

Miranda Rosa1.png

(Miranda Rosa - 15-03-2018 22:19)

 

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A "filosofia" do Sindel, no processo de revisão da tabela salarial 2018,

a justificar a intransigência das suas posições, foi ...

Miranda Rosa.png

(Miranda Rosa - 16-03-2018 00:06)

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(copiado da pagina do facebook de EDP iando)
 

EDPiando.png

 

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(Uma troca de correspondência electronica)

AntonioInacioSilva.png

AntonioInacioSilva1.png

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publicado às 15:44


Em Defesa do Anexo VIII do ACT-EDP

por efepe, em 13.03.18

JorgeFontes.png

 - Por Jorge Fontes Silva

 

Boa noite caro colega.

Como combinado, junto em anexo o que publiquei nos grupos EDP

e já enviados por mail a quem me concedeu o mail particular

 

 

INFORMAÇÃO

 

 

Caros Colegas:

 

No passo dia 27 de Fevereiro no segundo período do dia, este grupo de ação, reunimo-nos na sede da APRe em Coimbra com a Presidente da mesma (Dra. Rosário Gama), na possibilidade de dar continuidade ao que temos exposto (por mim iniciado).

 

Nesta reunião foi dado a conhecer as preocupações que nos assolam (defender o anexo VIII e se possível melhora-lo – procurar recuperar alguma coisa já perdida).

 

… …se possível melhora-lo!? Como é do conhecimento de todos (colaboradores no ativo, reformados e pensionistas) a EDP tem responsabilidade social, em particular com os seus reformados e pensionistas.

 

Pois é nesta fase de vida que o futuro começa a ser um tanto ao quanto sombrio (as pessoas idosas neste País são marginalizadas – veja-se algumas declarações de pessoas com responsabilidades, em particular no campo da saúde!!! … !!!).

 

Para que se torne possível tal situação, é necessário forçar a AREP a filiar-se nesta associação (assim o numero de reformados nela filiados, e os não filiados podendo filiar-se na APRe) dará representatividade e assim pedir/exigir credenciação à EDP para acento e participação à mesa das negociações.

 

««(Fomos informados de que a APRe a curto prazo fará parte como membro de pleno direito da Concertação Social. Do seu seio já fazem parte associações de reformados de algumas classes).»» Decidiu-se elaborar um documento como petição com o fim de recolher assinaturas para o fim em causa.

 

 

Nota: 

Solicitamos o favor de devolver o doc. Petição assinado,

ainda que pessoal para o mail: reform.pensedp@gmail.com

 

 

Em anexo o fx da Petição.

Se entenderes divulgar, tanto melhor.

Um abraço.

 

Petição.png

 

Reacçoes.png

(copiado doJornal Online 'efepe' / sindical)

 

- Como reformado recentemente com o nº EDP 188158, associado da AREP com o nº 4812,

partilho do objetivo desse movimento na consagração de condições e direitos adquiridos,

que nesta fase da vida são vitais na manutenção de condições dignas.


- Estou disponível e mobilizado para a consecução desta justificada ambição.
Ao dispor sou: Manuel Luis Nogueira de Sousa

(De Anónimo a 13.03.2018 às 22:23)

 

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(copiado da pagina de facebook do grupo fechado edp)

 

Estou pronto para abraçar esta grande causa 914189544

(Luis Santos - 13-03-2018 11:21)

 

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 Estou ao vosso dispor 969800096,

sera com muito gosto que colaborarei no que precisarem.

(Teresa Serra - 13-03-2018 11:50)

 

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Estou ao vosso dispor 961562738

(Armindo Costa - 13-03-2018 12:45)

 

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Ao vosso dispor 917436875

(Jaime Santana - 14-03-2018 02:14)

 

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publicado às 17:16

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Em virtude do "modelo negocial" adoptado pela Comissão Negociadora do Grupo EDP (de reuniões de conversações bilaterais em vez de reuniões plenárias com todos os parceiros) não é possivel conhecer "no imediato" (ou seja, na Reunião Plenária) o "posicionamento" de cada Comissão Negociadora Sindical.

 

Razão pela qual, há a necessidade de aguardar pela emissão dos comunicados e/ou das informações das mesmas CNS's, para se aferir "posicionamentos".

 

Assim sendo, e referentemente à ultima sessão de conversações e de negociação de Revisão da Tabela Salarial e Clausulas de Expressão Pecuniária, para vigorar em 2018, realizada no passado dia 07 de Março de 2018, "respiguei" o seguinte:

 

 

- Do comunicado da Fiequimetal de 02-03-2018

(a data é um lapso; deveriam querer datar de 07-03-2018):

 

"Lamentamos profundamente

a intransigência da administração da EDP

e reafirmamos a nossa disponibilidade

e interesse em continuar as negociações

por forma a encontrar um valor

mais justo para os trabalhadores"

 

 

- Do comunicado do Sindel de 07-03-2018:

 

O Sindel - que, como é sabido, reuniu no passado dia 5 os Dirigentes e

Delegados Sindicais do Grupo EDP - repudia e estranha esta inaudita

e prepotente forma de pressão !

Temos um mandato muito bem defenido

para os valores aos quais podemos dar o nosso acordo !

Que fique bem claro que

se a EDP não alterar as suas posições

e apresentar os valores para os quais temos mandato,

não haverá qualquer acordo por parte do Sindel.

VAMOS EXIGIR RESPEITO, DIGNIDADE, RECONHECIMENTO !

 

 

- Do comunicado do Sinovae de 07-03-2018:

 

O SINOVAE propôs realisticamente, um aumento de

50% do aumento que a Administração da EDP vai ter,

quando é que todos entendem esta proposta e se deixam de fingir,

que negoceiam aquilo que a EDP nos quer impor ?

ESPERAMOS E ... DESEJAMOS QUE NINGUÉM

DÊ COBERTURA A ESTE ACTO DE GESTÃO.

 

 

- Do comunicado do SIEAP de 07-03-2018:

 

Sejamos mais claros !

- Em referendo, as e os associados do SIEAP

votaram refeitar assinatura de perda salarial.

- E reforçaram a defesa da posição

de aumento mínimo em dinheiro.

 

Que a Coordenadora de CT's do Grupo convoque com urgência

a reunião geral de representantes no Grupo EDP

(CTs, SubCTs e todos os Sindicatos)

que já assumiu fazer há vários meses !

 

 

- Da informação do Sinergia de 08-03-2018:

 

Uma tarde de ontem que foi improdutiva

uma vez que a Comissão Negociadora da EDP

não tem margem negociadora para decidir,

tornando as reuniões plenárias inúteis

fruto de um bloqueio que se arrasta há um mês

- cada reunião é transformada num autêntico 'road show'...

a exemplo do que anda a fazer o CAE/EDP

nada preocupado com o que se passa na '24 de Julho'

e com os trabalhadores.

 

 

Na actualidade,

 

Importa recordar, porventura, os mais esquecidos, ou os "sem memória", quanto ao "modelo negocial" adoptado pela Comissão Negociadora do Grupo EDP, de reunir "isoladamente" com cada Comissão Negociadora Sindical, que foi determinado pelo "incidente" e/ou "agravo" provocado pela iniciativa de

 

Rui Miranda, enquanto líder da Frente Sindical (UGT),

(e que seria subscrita por todos os outros parceiros sindicais),

 

aquando do processo negocial de Revisão da Tabela Salarial para o ano de 2016, em que todos os parceiros sindicais tomaram uma "posição radicalzada", no sentido da exclusão da Comissão Negociadora do Sinovae da Mesa das Negociações, em virtude do Acordo de Adesão ao ACT/EDP 2014 (assinado entre o Grupo EDP e o Sinovae), ainda não ter sido publicado no BTE-Boletim de Trabalho e Emprego.

 

Quer se queira, quer não se queira, aquele "incidente" e/ou "agravo" determinou uma alteração profunda no quadro das reuniões de Diálogo Social, e no âmbito da Contratação Colectiva do Grupo EDP.

 

Tanto é assim, 

 

Que não é por mero "acaso", que o parceiro sindical SIEAP, volta a insistir para a realização de uma reunião geral de representantes no Grupo EDP, com caracter de urgência. A ser convocada pela Coordenadora das Comissões de Trabalhadores do Grupo EDP.

 

E que,

 

O "REPÚDIO" DO SINDEL,

É DE TODO "ARROGANTE" E "INDIGNO" !!!

 

Reacçoes.png

 (copiado da pagina do facebook do grupo fechado Comunidade edp)

 

 

...fiquei na mesma, ou seja, nada esclarecida.

Onde está o poder negocial dos Sindicatos?!

(Graça Freitas - 12-03-2018 21:28)

 

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O poder negocial dos sindicatos está e sempre estará

no numero dos seus associados e na disponibilidade

que estes associados tiverem para lutar pelos seus interesses.

(Joaquim Gervásio - 12-03-2018 22:43)

 

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Mesmo em "unidade",

o poder negocial dos sindicatos é fragil.

Agora imaginemos,

quando os sindicatos "disputam entre si"

esse mesmo poder negocial fragil.

(Fernando Pêgas - 12-03-2018 22:44)

 

----------------------------------------------

 

Penso que esse será o " busilis" da questão.

O problema estará nas Direcções dos Sindicatos

e não nos seus associados.

(Graça Freitas - 11-03-2018 11:36)

 

----------------------------------------------

 

Concordo Graca Freitas.

Há Direcções Sindicais que se encerraram no "silêncio" dos gabinetes

(com alguns elementos há mais de 20 / 30 anos)

e que "perderam" a real e verdadeira noção do que se passa nos locais de trabalho.

E, por norma, quando chega a hora de uma actuação firme,

sobre determinada matéria,

regra geral não há tempo para "ouvirem" os associados,

e "actuam" em conformidade com as suas perspectivas

(entenda-se "interesses" dos dirigentes sindicais)

e não em conformidade da maioria dos interesses das "bases"

(entenda-se os trabalhadores de uma forma geral

e dos seus associados de uma forma particular).

Em suma,

há um Diálogo Social entre Direcções Sindicais (quando há ...)

sem "audição prévia" dos PRINCIPAIS INTERESSADOS.

Parece "surreal",

mas é a verdadeira actualidade,

no Movimento Sindical do Grupo EDP.

(Fernando Pêgas - 13-03-2018 13:34)

 

----------------------------------------------

 

Saiba a Graca Freitas ainda que,

nestes ultimos tempos (de Janeiro para cá),

e nomeadamente na cidade do Porto,

onde está sediado o segundo maior

"BIG" LOCAL DE TRABALHO EDP

(onde diariamente se "cruzam" mais de mil pessoas,

entre trabalhadores residentes e/ou deslocados,

prestadores de serviços residentes e/ou deslocados,

e outros visitantes como reformados e/ou pensionistas edp),

tenho sido "recorrentemente" questionado:

PARA QUANDO UMA GREVE NA EDP ?

E, não é em tom "jocoso" ou de "brincadeira"

que a questão é colocada.

(Fernando Pêgas - 13-03-2018 17:47)

 

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