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Apelo às comissões negociadoras

por efepe, em 30.06.18

Apelo.JorgeFontes.png

- Por Jorge Fontes da Silva

 

 

Apelo às comissões negociadoras

 (copiado da pagina do facebook da EDP - grupo fechado)

 

Uma boa tarde a todos os colegas em especial os Reformados e Pensionistas que fazem parte dos grupos EDP no Facebook.

 

Como certamente já é do vosso conhecimento (por informação de alguns sindicatos), no próximo dia 3 de Julho se iniciam as negociações do anexo VIII.

 

Depois de todo um processo de iniciação para a possibilidade de sermos representados (representação dos Reformados e Pensionistas pela APRe) na defesa (e possível melhoria) desses interesses e como não parece haver mobilização nesse sentido, faço daqui um apelo às comissões negociadoras (???!!!), que não se deixem manipular com propostas de embalar (comissões de acompanhamento para tudo e mais alguma coisa e que nada fazem!!! ... ...).

 

Espero e desejo que seja feito um trabalho em que se possam honrar pela defesa do que mais aflige os Reformados e Pensionistas.

 

Sem Título1.png

 Ó meu amigo....onde tem andado?

Desculpe a ousadia, mas parece-me um post tão inocente....


Os reformados já foram...

Já não pagam quotas, já não votam para as "coisas" das estruturas que se governam à pála dos totós dos trabalhadores...

Também já acreditei.

Por mim até acreditei que mudava alguma coisa, à medida que alguns "sindicalistas profissionais " se foram reformando.

Mas não muda nada nem vai mudar porque esses continuaram com as mordomias todas, por isso não vão lutar pelos seus- e nossos-direitos.

Ao longo de mais 40 anos tivemos tempo mais que suficiente para decifrar esse paleio de defesa dos totós.

(Antonio Moreno - 29-06-2018 16:03)

 

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Esta resposta é só para este post...

não tem a ver com a putativa APRe nem quaisquer APRes.

Trata-se de rebater essa crença " nos mesmos de sempre"

que a sua comunicação refere.

(Antonio Moreno - 29-06-2018 16:07)

 

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Assertiva essa análise que publicaste,

mas é bom lembrar aos ainda no ativo,

que rápidamente vão atingir o estado de reformados.

Faz todo sentido a união de todos,

na ambição de conseguir as justas melhorias.

(Manuel Luis Sousa - 29-06-2018 18:44)

 

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Caro Jorge fontes, tenho muita pena em desiludi-lo

eventualmente porque me parece,

que afinal não se poderão chamar negociações.

Tanto quanto creio as alterações que pretendemos

poderão não passar duns pensos rápidos

ou dumas ligaduras para o pulso aberto.

  

Os DDT quererão manter tudo como está hegemonicamente.

Mas, ficarmos parados será pior certamente.

Há propostas inclusivas e válidas para discutir.

Só tenho fé se a malta se mobilizar.

É atípico mas ...

(Egidio Fernandes - 29-06-2018 19:02)

 

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Sr. Antonio Moreno.

Não esteja tão certo disso que afirma.


O meu sindicato reconhece direito de voto a todos os associados

mesmo depois de reformados

e continuamos a lutar para direitos para todos os trabalhadores.


O anexo da saude é para trabalhadores no activo

ou reformados indiferentemente .


quanto ás supostas mordomias dos sindicalistas está enganado.


pelo menos no movimento sindical de que faço parte

as mordomias são mais o não ter horario para chegar a casa

nem muitas vezes os fins de semana completos e ter, da parte da EDP,

uma avaliação constante de 3

que é para não poder dizer que a EDP trata mal o pessoal do sindicato.

e quando não for necessario no sindicato,

se ainda não tiver idade de reforma volto ao meu posto de trabalho na EDP.

(Joaquim Gervasio - 30-06-2018 00:21)

 

 

Brilhante.....

Mais valia ter ficado calado.

"uma avaliação constante de 3" é um castigo?

Não há quem trabalhe todos os dias

e tenha menos avaliação que a sua?

E na sua função não seria pera doce - esse 3.

Sei o que custa andar em cima de postes debaixo de neve.


Relativamente ao " seu sindicato"

devo dizer-lhe que talvez o senhor,

ainda não soubesse o que era a EDP

e já eu pagava quotas e colaborava com o "seu sindicato"

sem avaliações de favor, nem prémios, nem viagens, nem almoços.

Fico-me por aqui,

em memória dos tempos em que as pessoas da época

que lideravam " o seu sindicato" construíram,

ou ajudaram a construír

uma classe operária bem instruída e bem defendida.

(Antonio Moreno - 30-06-2018 21:23)

 

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Começo por dar os parabéns a todos os intervenientes,

pela coragem e disponibilidade em virem - para as redes sociais -

debater e discutir temáticas que interessam a todos nós

(sejamos trabalhadores, reformados e/ou pensionistas do Grupo EDP).

 

Porque desde sempre, é a conversar que as pessoas de bem

se entenderam, se entendem e se hão-de entender sempre.

 

Quanto à temática - a Saúde - de extrema importância,

de momento,

apenas pretendo lançar para debate a seguinte ideia:

No Grupo EDP,

SALVAR O SERVIÇO NACIONAL DA SAÚDE,

passa necessariamente, pela denuncia, pelo resgate

e/ou pela revogação do Anexo IX do ACT/EDP 2014,

que é referente ao Seguro de Saúde 

criado por Acto de Gestão da EDP

e denominado Plano Social EDP Flex.

  

Importa recordar que,

o mesmo foi criado pela empresa,

antes da integração dos Contratos Individuais

no Contrato Colectivo, que ocorreu em 2014.

 

Após esta data,

e tendo em consideração que todos os parceiros patronais

e sindicais "outorgantes" do novo ACT/EDP 2014,

ACEITARAM A "INTEGRAÇÃO" DOS

CONTRATOS INDIVIDUAIS NO CONTRATO COLECTIVO,

não faz mais sentido

que haja a negociação de matérias "em separado".

 

Ou seja,

haver umas matérias para os beneficiários oriundos do ACT/EDP 2000

e outras matérias para os beneficiários oriundos dos Contratos Individuais.

  

Em minha opinião, este é o

GRANDE "CALCANHAR DE AQUILES"

da Contratação Colectiva do Grupo EDP,

que tem de ser "clarificado" urgentemente,

e imediatamente antes do inicio da negociação

de qualquer matéria do ACT/EDP 2014.

  

Sem esta "clarificação",

as posições sindicais NUNCA irão ser harmonizadas,

pela simples razão de haver parceiros sindicais

que defendem uma só negociação para todos,

e outros parceiros sindicais

que defendem negociação em separado (divisão).

 

Pensem nisto, e digam da vossa justiça.

(Fernando Pêgas - 30-06-2018 01:07)

 

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 Ainda hei-de ver alguns que contribuíram

para estas vergonhas espumarem de raiva.

Nunca se ralaram. Nunca opinaram.

Viram os seus colegas que foram sendo empurrados borda fora,

sem um lamento, sem uma palavra de protesto.

Até coisas mesquinhas como a intranet.

Uma ferramenta quase essencial na relação

de todas as actividades sociais, saúde incluída.

Bem, ainda relativamente a isso

note-se que a maioria dos meninos

que estão ligados a organizações - sindicais e outras,

continuam a ter a famigerada intranet,

e entrada nos gabinetes sem precisarem de se anunciar.

Resumindo......

Os enteados de ontem,

são os enteados de hoje,

e serão os enteados de amanhã.

(Antonio Moreno - 30-06-2018 20:55)

 

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publicado às 00:01


Planos de Saúde no Grupo EDP (2)

por efepe, em 27.06.18

fcp1.png

 

 Em continuação ao "post" inicial sobre os Planos de Saúde no Grupo EDP e sobre as propostas sindicais já apresentadas ...

 

 

(Do Comunicado do Sindel de 20 de Junho de 2018)

 

 C) SAÚDE

 

O SINDEL entregou na reunião um documento com a sua posição sobre as questões que pretende discutir quanto à aplicação do Anexo VIII – Saúde.

 

O SINDEL entende que de um modo geral as grandes questões não têm tanto a ver com o clausulado, mas antes com a sua aplicação por parte do prestador de serviços.

 

Tendo em consideração que os trabalhadores aumentaram a sua participação no Plano, reivindicamos que a Comissão de Acompanhamento tenha um papel mais ativo e vinculativo.

 

Exigimos uma atualização das Tabelas de Atos médicos, em vigor desde 2007.

 

A discussão desta matéria vai começar no próximo dia 3 de julho e o SINDEL exige a máxima seriedade nesta discussão, não aceitando que a “cena “dos capítulos anteriores se repita! 

 

 

Ora, 

 

No dia 24 de Junho de 2018, para análise e conhecimento destas "Posições do Sindel" sobre a temática da Saúde (Anexo VIII do ACT/EDP 2014), tomei a iniciativa de as divulgar - com comentários meus - pela minha pagina do facebook "restrita" a trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo da EDP e da REN e pela pagina do facebook do grupo fechado "Comunidade EDP" ...

 

 Sindel.Saude1.png

 

Numa matéria tão importante para todos os trabalhadores, reformados

e pensionistas do Grupo EDP, como é a Saúde, LAMENTA-SE QUE ...

 

"apenas" o Sinovae, o SIEAP e o Sindel,

tivessem "cumprido" com os PRAZOS ACORDADOS

com as Comissão Negociadoras do Grupo EDP.

(Fernando Pêgas - 24-06-2018 16:12)

 

Sindel.Saude2.png

 

Este "entendimento" do Sindel, vai no mesmo sentido,

que as suas "propostas" apresentadas em matérias anteriores.

Ou seja,

o Sindel continua "apostado" em DEIXAR PARA TRÁS,

os beneficiários oriundos de Contrato Individual.

 

Esquecendo-se, o Sindel,

que foi um dos parceiros sindicais "outorgantes" do novo ACT/EDP 2014,

que "aceitaram" a INTEGRAÇÃO dos Contratos Individuais

no Contrato Colectivo de Trabalho (ACT/EDP).

 

Portanto, a partir de 2014,

quer se queira, quer não se queira,

todas as matérias "negociáveis" no ambito do ACT/EDP 2014,

à Mesa das Negociações,

terão que ter em consideração

todos os beneficiários oriundos dos referidos Contratos Individuais.

 

E, o Sindel, na qualidade de Sindicato-Líder da Frente Sindical da UGT,

de uma forma "reincidente", tal como a Frente Energia da CGTP,

tem vindo a DEIXAR PARA TRÁS o conjunto de trabalhadores

oriundos dos Contratos Individuais.

 (Fernando Pêgas - 24-06-2018 16:12)

 

Sindel.Saude3.png

 

Esta "reinvidicação" do Sindel, entra em "contradição" com

o "entendimento" do Sindel, que as grandes questões

não tem tanto a ver com o clausulado, mas antes com a sua aplicação

por parte do prestador de serviços.

 

Penso que, esta é uma boa oportunidade,

para se "MEXER" A SÉRIO,

e de uma forma "profunda" no Anexo VIII (Saúde),

e não apenas colocar uns "pensos rápidos"

sobre as inúmeras "feridas" que foram detectadas,

nestes ultimos quatro anos (2014-2018).

(Fernando Pêgas - 24-06-2018 16:13)

 

Sindel.Saude4.png

 

Sem dúvida, a "ACTUALIZAÇÃO" da Tabela de Atos Médicos,

QUE NÃO É "MEXIDA" desde o ano de 2007,

É UM "IMPERATIVO" 
para melhorar a qualidade da prestação de serviços de Atos Médicos.

 

E quiçá, recuperarmos alguns dos "Bons Especialistas"

que já tivemos no passado, mas por força da não "actualização"

da respectiva Avença, viram se "forçados" a abandonar

o Protocolo estabelecido com a Savida.

(Fernando Pêgas - 24-06-2018 16:13)

 

Sindel.Saude5.png

 

Esta "posição" do Sindel,

reflecte bem o ambiente de "TERRORISMO SINDICAL"

a que se chegou à Mesa das Negociações no âmbito do ACT/EDP 2014.

 

Pois, o Sindel ainda não percebeu ou não quer perceber

que NÃO ESTÁ SOZINHO a negociar

com a Comissão Negociadora do Grupo EDP,

 

e que não é com "posições DDT's"

(ou sejam, as posições de Dono Disto Tudo)

que vai melhorar o ambiente e as condições

para se estabelecerem Acordos

entre todos os parceiros patronais e sindicais.

 

Aliás, a exemplo do que aconteceu recentemente,

no ambito do primeiro pacote negocial que englobou

as matérias do Subsidio de Estudo para Descendentes

e a Colónia de Férias, onde a Comissão Negociadora

da EDP deu o "dito pelo não dito".

Porventura, a MELHOR SOLUÇÃO !!!

 

Sinceramente, o "tom ameaçador" do Sindel,

não "AUGURA" nada de bom

para um processo negocial da maior importância

para todos os trabalhadores, reformados e pensionistas

do Grupo EDP, e os seus agregados familiares,

"utentes" do Esquema de Saúde da Sãvida.

(Fernando Pêgas - 24-06-2018 16:13)

 

Reacçoes.png

 

 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

 

Mas s. Fernando eu já saí da EDP á dois anos

após os 40 anos de casa e sempre o sindel foi assim

só que os trabalhadores tem muita culpa de eles serem assim 

um abraço.

(Antonio Silva - 25-06-2018 17:53)

 

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Terei de concordar "parcialmente" com o Antonio Silva.

Nomeadamente, a partir do ano de 2013 para cá.

E, designadamente, desde as negociações

em torno da Revogação do EUP

e da Revisão do ACT/EDP 2000,

que dariam origem ao ACT/EDP 2014 em vigor.

(Fernando Pêgas - 25-06-2018 18:33)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

LIXO.png

 

Ainda a propósito do pacote negocial que contemplou as materias

do Subsidio de Estudo para Descendentes e a Colonia de Ferias,

e ao trabalho sindical do Sindel ao longo do mesmo pacote negocial,

importa recordar a produção de documentos, da iniciativa do Sindel.

  

1) Em Agosto de 2017, o Sindel tomou a iniciativa de chamar

umas quantas Estruturas Representativas de Trabalhadores,

tendo sido elaborado um MANIFESTO com o título seguinte:

UNIDAS,

as Estruturas Representativas dos Trabalhadores dizem BASTA!

Tendo (a título pessoal) qualificado esta iniciativa do Sindel

como uma "Cabala Sindical".

 

2) Posteriormente, e de novo sozinho, o Sindel toma a iniciativa

de lançar um ABAIXO ASSINADO relativamente à Gratuitidade

das Colónias e Campos de Férias.

 

3) E, por fim, no dia 18 de Maio de 2018, o Sindel tomou a iniciativa

de escrever uma CARTA ABERTA AO DOUTOR ANTÓNIO MEXIA

denunciando o comportamento da Comissão Negociadora da EDP

e "denegrindo" a posição de um parceiro sindical

(a quem chegou a chamar de Sindicato Rapazola).

 

Em jeito de conclusão, e tendo em consideração os resultados finais

da negociação do pacote negocial atrás referenciado,

poder-se-á concluir que TODOS OS DOCUMENTOS

(entenda-se o Manifesto, o Abaixo Assinado e a Carta Aberta)

da iniciativa do Sindel ... FORAM PARA O LIXO !!

(Fernando Pêgas - 26-06-2018 12:45)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

 

Relativamente à "cena" dos capítulos anteriores

(dever-se-á entender o processo negocial composto pelas matérias do

Subsidio de Estudo para Descendentes e as Colónias e Campos de Férias),

importa questionar daqui ...

 

AONDE ESTÁ A "MÁXIMA SERIEDADE" DO SINDEL (???),

quando na primeira tentativa de um Acordo no Subsídio

de Estudo para Descendentes (no ano de 2016),

tomou a iniciativa "extrema" de

ABANDONAR A MESA DAS NEGOCIAÇÕES,

deixando todos os outros parceiros patronais

e parceiros sindicais "dependurados" ?

 

AONDE ESTÁ A "MÁXIMA SERIEDADE" DO SINDEL (???),

quando na segunda tentativa de um Acordo no Subsídio

de Estudo para Descendentes (no corrente ano de 2018),

tomou a iniciativa "extrema" de escrever uma

CARTA ABERTA AO DOUTOR ANTÓNIO MEXIA

"denunciando" os comportamentos da Comissão Negociadora da EDP

e de uma das Comissões Negociadoras Sindicais

(a quem "alcunhou" por Sindicato-Rapazola) ?

(Fernando Pêgas - 26-06-2018 15:32)

 

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publicado às 16:09


Planos de Saúde no Grupo EDP

por efepe, em 25.06.18

fcp1.png

 

De acordo com o Clausulado Geral, do Acordo Colectivo de Trabalho do Grupo EDP, é a CLÁUSULA 103ª (Utilização dos planos de saúde) que está a determinar a divisão dos trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP, bem como os seus agregados familiares, em dois Universos de Beneficiários distintos.  

 

Ou sejam:

- O Universo de Beneficiários da Mútua ou do Esquema Complementar de Saúde, por aplicação da Cláusula 106ª (Âmbito subjetivo de aplicação) e regulado pelo Anexo VIII (Saúde);

e,

- O Universo de Beneficiários do Seguro de Saúde, por aplicação da Cláusula 102ª (Plano Social) e regulado pelo Anexo IX (Plano Social EDP Flex);

 

ACT.Clausula103.png

 

Ora,

 

Por vontade expressa, quer dos parceiros patronais, quer dos parceiros sindicais, o Anexo VIII (Saúde) vai ser levado à Mesa de Negociações, no âmbito do ACT/EDP 2014, para receber propostas de melhoria, algumas delas já apresentadas pelos parceiros sindicais do SIEAP, do Sinovae e do Sindel. 

 

Estando já agendada uma primeira reunião, para o próximo dia 03 de Julho de 2018.

 

 

Das propostas já apresentadas ...

 

(Do Comunicado do Sinovae de 19 de Junho de 2018)

 

PROPOSTAS PARA A SAÚDE

 

O SINOVAE apresentou à Empresa um conjunto de propostas inovadoras para a saúde, que pretende abranger todos os trabalhadores sejam do ACT/2000 ou os do Flex, queremos reverter tudo para um só ACT na EDP.

 

1. GESTÃO DA SÃVIDA

Melhorar substancialmente os serviços de gestão da Sãvida em todos os níveis, desde a Direcção ao Administrativo, corrigindo as sistemáticas falhas duplas interpretações, duplos critérios, demora nas respostas dos serviços e análise de processos, tornando claros os critérios de gestão dos serviços e apoios prestados, através de um regulamento síntese de procedimentos.

 

2. TABELA DE ACTOS MÉDICOS ACTUALIZAÇÃO

Actualização dos valores comparticipados e pagos aos médicos externos e especialistas de modo a retomar uma oferta condigna e disponível, também em locais onde deixaram de prestar serviços à Sãvida devido aos valores pagos pelas consultas.

 

3. OBRIGATORIEDADE DE ESPECIALISTAS

Propomos a obrigatoriedade da contratação de médicos especialistas em centros urbanos com mais de 200 utentes, independentemente dos valores a serem pagos a esses médicos e desde que existam nesses centros.

 

4. TRANSPORTE+CONSULTA

Quando se verificar que num determinado local existe um médico não convencionado, que cobra acima dos valores pagos pela Sãvida, mas que o somatório do valor tabelado da consulta mais o custo do transporte seja superior ao valor a pagar ao médico especialista existente nesse centro deve ser dada a opção para a utilização dos serviços desse médico com o pagamento integral ao mesmo por parte da Sãvida.

 

5. TRANSPARÊNCIA NA UTILIZAÇÃO E NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

Devem ser cada vez mais implementados processos de transparência na utilização e sobretudo na prestação de serviços médicos externos em que alguns clínicos abusam da utilização das credenciais para suprimirem os valores baixos que recebem por consulta.

 

6. MEDICINAS ALTERNATIVAS

Na tabela de actos médicos devem ser incluídas as medicinas alternativas ou não convencionais legalmente reconhecidas, como Naturopatia, Osteopatia, Homeopatia, Quiropraxia, Fitoterapia, Acupunctura, e Medicina tradicional chinesa.

 

Todas estas medicinas são cada vez mais utilizadas pelo SNS nomeadamente em hospitais e centros médicos, sendo que a EDP já apoia um pequeno projecto piloto de Quiropraxia em Lisboa com resultados extremamente positivo para os utentes e com reflexos muito positivos na Empresa.

 

7. ANESTESIAS/COLONOSCOPIAS

Ao abrigo da convenção para a endoscopia gastrenterológica, que garante a colonoscopia associada à analgesia do doente ou seja o recurso à sedação, o SNS implementou este apoio complementar, também a EDP deve reembolsar na íntegra este apoio complementara esta prestação deste exame médico.

 

8. PEDIATRIA

Após a sessação dos serviços de Pediatria aos 12 anos, a EDP deve garantir um total apoio aos utentes após a idade em que os serviços de pediatria se transformam em serviços de clinica geral, passando estes utentes a usufruírem destes serviços em todos os regimes como por exemplo os serviços de urgência.

 

9. FLEX

Para aplicação da continuidade dos serviços e actos médicos aos trabalhadores do Flex, na situação de reforma, deve ser extensivo o Fundo de Saúde já existente na EDP para os trabalhadores do ACT/2000 Saúde, de modo a que este Fundo venha a garantir os apoios e complementos de igual modo a todos os trabalhadores sejam eles do ACT/2000 ou do Flex.

  

A Direcção                                                                                                             19.6.18

 

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Há uma proposta apresentada pelo parceiro sindical Sinovae, que aponta para uma determinada "uniformização" , entre os dois Universos de Beneficiários (o da Mútua/Esquema Complementar de Saúde e o do Seguro de Saúde).

 

Foto de Fernando Pegas.

  

Ora,

 

Face a algumas "nuvens" que andam a pairar sobre o Grupo EDP, e em que algumas delas não são muito "claras",  designadamente as "nuvens" resultantes das enormes dúvidas e/ou incertezas em torno da OPA chinesa à EDP ...

 

Porventura, não seria de todo "despropositado", equacionar a possibilidade de "junção" daqueles dois Universos de Beneficiários.

 

Razão pela qual, um dos caminhos possíveis, será

  

a "denúncia" do ANEXO IX

(Plano Social EDP Flex) 

 

no caso de haver um forte e consistente movimento social, entre todos os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP, no mesmo sentido.

 

Reacçoes.png

 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

AnexoIX.png

 

No Acordo Colectivo de Trabalho do Grupo EDP (ACT/EDP 2014),

o Anexo IX que regula o Plano Social EDP Flex,

simplesmente "ESTÁ A MAIS" !!

 

Pela simples razão, de ESTAR A "IMPEDIR"

que haja apenas UM UNIVERSO de Beneficiários,

no âmbito do ACT/EDP 2014, ao Direito à Saúde.

 

No âmbito do ACT/EDP 2014, e na discussão de várias matérias,

tem se verificado a existência de um conjunto de parceiros sindicais ...

 

que tem vindo a defender e, porventura, continuarão a defender,

que a abrangência das matérias já discutidas ou ainda a discutir,

 

também devem contemplar o conjunto de trabalhadores oriundos de

 Contratos Individuais e que estão constituindo um Universo de Beneficiários

(conhecidos ou designados por Plano Flex EDP)

"À PARTE"

do outro Universo de Beneficiários "oriundos" do Contrato Colectivo

(ACT/EDP 2000).

 

ESTA "DIVISÃO" DE UNIVERSO DE BENEFICIÁRIOS,

está "dificultando"

a contratação ou a negociação colectiva no Grupo EDP.

 

Em virtude de as "posições sindicais"

estarem "condenadas" a serem "DIFERENTES",

desde o inicio de qualquer processo negocial

passado (desde 2014) ou futuro.

 

Por tudo isto,

e estando em cima da Mesa das Negociações,

a matéria relativa à Saúde ...

 

Porventura, este seria o momento ideal,

no sentido da "REVOGAÇÃO" DO ANEXO IX,

e, por consequência,

a integração dos Beneficiários do Plano Flex EDP

no ANEXO VIII.

(Fernando Pêgas - 27-06-2018 11:21)

 

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Isso dito só assim...

Não me parece lá muito correcto.

Deveria haver apenas um ACT com benefícios iguais para todos,

não apenas iguais no âmbito da saúde.

(Rui Proença - 27-06-2018 11:31)

 

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Meu caro Rui Proença,

o objectivo único é esse mesmo.

Ora bem, o caminho faz-se caminhando.

E, para se poder caminhar "correctamente"

ter-se-á que "denunciar" ou mesmo "revogar" a ORIGEM

que causa e motiva toda a "divisão"

espelhada e/ou retratada em todo o Clausulado Geral

do actual ACT/EDP 2014.

  

E, a CAUSA "ORIGINÁRIA" DE TODA A DIVISÃO,

como deverás compreender,

são as questões relacionadas com a Saúde

(ou sejam, as diferenças entre a Mútua e o Seguro de Saúde).

(Fernando Pêgas - 27-06-2018 12:06)

 

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Caro Fernando Pegas e onde está a defesa ao direito

ao subsídio de assiduidade? Ao subsídio de antiguidade?

A benefícios iguais na electricidade?

Entre tantos outros que espelham

a diferença entre um ACT igual para todos?

  

O mal como dizes e bem e na CAUSA ORIGINÁRIA

que foi a indiferença que TODOS os sindicatos, sem excepção,

tiveram com os trabalhadores "flex".

 

Os sindicatos nunca defenderam um ACT

igual para todos os trabalhadores.

  

O que temos é um ACT para "filhos e outros para enteados"...

Se em matéria de saúde os trabalhadores do antigo ACT

se sentem como "enteados", os trabalhadores do "flex"

sentem-no em todas as restantes matérias.

E sabes porque isso acontece?!

Porque infelizmente os sindicatos

apenas continuam a defender apenas um interesse - o seu.

(Rui Proença - 27-06-2018 12:15)

 

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Na altura alertei para isso, que os trabalhadores "flex"

não tinham qualquer representatividade na discussão do ACT/EDP 2014.

O resultado está à vista.

E o que preocupa agora os sindicatos?!

A saúde, as colónias de férias e outros que tais...

Não os restantes temas, aqueles onde saíram realmente prejudicados

os trabalhadores do antigo "flex"...

Os sindicatos continuam a preocupar-se em exclusivo

com os "antigos" colaboradores, eu sei porquê.

Tu sabes porquê.

Mas o porquê não interessa...

(Rui Proença - 27-06-2018 12:25)

 

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Desculpa o desabafo mas estou farto dessa ladainha.

Não basta criar novos sindicatos, dizer que somos diferentes.

Não basta parecer há que o ser.

E se existem dois ACT dentro de um,

então que deixem os trabalhadores escolherem qual querem subscrever.

(Rui Proença - 27-06-2018 12:33)

 

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Meu caro Rui Proença,

as "diferenças" que apontas e bem,

tecnicamente falando,

não poderão ser "ESBATIDAS"

com o Anexo IX fazendo parte integrante do ACT/EDP 2014.

 

Pois, caso se consiga a Denuncia ou a Revogação do Anexo IX,

TODAS AS OUTRAS MATÉRIAS terão que ser "forçosamente"

reajustadas a esta nova realidade.

(Fernando Pêgas - 27-06-2018 13:12)

 

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Boa tarde a todos.

Ao ler todos estes e outros p'osts,

sinceramente (com tristeza) dá vontade de rir...


Por ventura acham que nesta altura do campeonato

há força reivindicativa (isto para os que estão no ativo)

para o que quer que seja ?


Pois a mim não me parece

(em tempos passados havia condições e pouco ou nada se conseguia

(graças à divisão proporcionada pelos sindicatos novos e ditos de empresa).

Pois ve-se que a empresa dá o quer e lhe apetece.

Atos de gestão para todo o sempre.

Depois aparecem os ditos a vangloriarem-se

com o que conseguiram.

Tudo tem o seu preço... ...

(Jorge Fontes - 27-06-2018 13:23)

 

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 Meu caro Jorge Fontes Silva, com toda a certeza,

que não é com esse tipo de discurso "castastrofico",

e sempre com os "factos do passado" em punho,

e pronto para "incendiar" qualquer tentativa de "recuperação"

dos ERROS DE UM PASSADO BEM RECENTE

- em que TODOS SÃO CULPADOS

(comigo e contigo, incluídos) -

que vamos a algum lugar.

 

Quanto à minha pessoa,

e como dizes que tens lido estes e outros "post's",

com toda a certeza que, também deverias ter lido, que

ESTOU BASTANTE "INCOMODADO" E "TRISTE"

COM A MINHA GERAÇÃO,

que tudo "herdou" e "beneficiou" da Geração Anterior,

e que agora - na hora de saída - NÃO TEM "NADA"

PARA DEIXAR DE HERANÇA ÀS GERAÇÕES VINDOURAS.

 

É com este "espírito de alma" e, necessariamente,

tendo em consideração a matéria do ACT/EDP 2014

que está em cima da Mesa das Negociações,

que é a Saúde,

que lanço a temática do presente "post".

 

Concluindo,

acho que devo fazer "alguma" coisa.

E, como tal, estou a lançar a "polémica" ...

precisamente para todos conversarmos

sobre a mesma temática.

 

Porque, infelizmente,

se não fôr por aqui (pelas redes sociais),

nos locais de trabalho não se conversa,

não se discute, não se aprova nada,

por inoperância total dos Sindicatos,

e dos interesses "obscuros"

dos seus principais Dirigentes.

Disse.

(Fernando Pêgas - 27-06-2018 14:50)

 

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publicado às 16:54


REUNIÃO DE NOTAS SOLTAS

por efepe, em 21.06.18

fcp1.png

 

 

Na sequência da Reunião Plenária,

no âmbito do ACT/EDP 2014,

realizada no dia 20 de Junho de 2018,

o Sinovae emitiu o comunicado seguinte:

 

  

REUNIÃO DE NOTAS SOLTAS

 

A EDP veio para a reunião com os Sindicatos transmitir notas soltas, sobre dois temas:

 

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

 

Mais um ano com avaliações à medida do dinheiro disponível e pouco mais podemos tirar do conjunto de números que a Empresa nos apresentou.

 

Critérios muito discutíveis, tal como toda a avaliação de desempenho, para promover quem teve a sorte de ser contemplado.

 

Muita parra e pouca uva, e por isso as nossas espectativas eram mínimas em relação a uma avaliação de desempenho feita numa Empresa, sem cultura para a fazer e com gente provavelmente pouco formada para tal.

 

Em suma, voltemos ao processo de progressões na carreira em moldes idênticos ao do ACT de 2000, porque esta pseudo - meritocracia falhou rotundamente.

 

 

AMBIENTE DE TRABALHO

 

A Empresa apresentou mais um conjunto de notas soltas sobre os graus de satisfação dos seus trabalhadores, destacando-se a interação entre o social e o profissional, com a componente do voluntariado a tomar a dianteira como contributo para um ambiente de trabalho mais equilibrado.

 

Mas, destacamos um acentuado e cada vez maior, descontentamento entre os colaboradores mais recentes, que normalmente se traduzem na saída para outras empresas ou aprofundam um mal estar, que se repercute na sua motivação, logo na suas performances profissionais.

 

É insuficiente o argumento, de que as nossas médias de avaliação de satisfação estão acima da empresas com um nível idêntico ao nosso, por isso há que tomar medidas incentivadoras para atingirmos outros objectivos mais ambiciosos.

 

SAÚDE

 

O SINOVAE já apresentou e divulgou as suas propostas para a Saúde, esperamos que todos os outros o façam para iniciarmos as reuniões com a EDP.

 

 

As nossas propostas contemplam todos os trabalhadores, sejam do ACT/2000 ou do Flex

 

PROMOÇÕES POR AVALIAÇÃO A IMPLEMENTAR ESTE MÊS

 

A EDP informou que este mês vai já implementar as promoções resultantes da avaliação de desempenho aos contemplados pela mesma.

 

 

PRÓXIMA REUNIÃO 3 de Julho de 2018.

A Direcção                                                                                                                                   20.6.18


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Na sequência da mesma Reunião Plenária,

o Sindel emitiu o comunicado seguinte:

 Sindel.1.png

Sindel.2.png

 

Reacçoes.png

  (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Sindel.2a.png

SUBSIDIO DE ESTUDO PARA DESCENDENTES:

- Apesar de a Reunião de ontem (20-06-2018), não ter sido Plenária (na opinião do Sindel) e apesar de estar "escondida" (no final do comunicado),

 

A RESPOSTA DA EDP À "CARTA ABERTA"

- Que o Sindel endereçou ao Doutor António Mexia (em 18 de Maio de 2018) consta no comunicado do Sindel de 20 de Junho de 2018.

(Fernando Pêgas - 21-06-2018 11:57)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Sindel.2b.png

 

DIZ O SINDEL ...

"Os trabalhadores das ex-O&M e EME2, que vão ter a carreira acelerada para a BR 3, manterão os pontos da avaliação deste ano."

 

MAS, NÃO SE FIQUE A PENSAR ...

Que a "aceleração de carreira" para a BR 3, dos trabalhadores oriundos da O&M e EME2, decorre de qualquer intervenção sindical do Sindel.

Importa esclarecer que, a referida "aceleração de carreira" decorre de propostas das hierarquias directas dos referidos trabalhadores, no âmbito do Processo de Avaliação de Desempenho.

 

No entanto,

 

Importa também referir que, OS "MAUS ESTARES" DOS ELECTRICISTAS EM INICIO DE CARREIRA não ficam resolvidos na sua totalidade.

 

PORQUE HÁ ...

Electricistas admitidos "directamente" numa das empresas do Grupo EDP, através de Contrato Individual, que não foram contemplados na "Aceleração de Carreira" atrás referenciada.

(Fernando Pêgas - 21-06-2018 11:42)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

TabelaAjudasCusto.png

 

No recibo de remunerações do mês de Maio de 2018, os trabalhadores do Grupo EDP, foram "surpreendidos" com a Mensagem Institucional - Atualização da tabela de ajudas de custo: Os valores de ajudas de custo pagos em deslocação em serviço, em territorio nacional e estrangeiro, foram atualizados com efeitos a Janeiro de 2018.

 

Perante esta "unilateralidade" do Grupo EDP, na ultima Reunião Plenária realizada no dia 20 de Junho de 2018, era expectável uma reacção sindical"encabeçada" pela Frente de Energia da CGTP e/ou pela Frente Sindical da UGT. Porém, 

NEM UMA PALAVRA POR PARTE DOS SINDICATOS !!!

 (Fernando Pêgas - 22-06-2018 11:55)

 

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Cada vez me surprendo mais.

Por este caminho, a EDP passa a impor todo o ACT

por acto de gestão e pronto, todos ficam contentes..........

 (Manuel Ferreira - 22-06-2018 12:04)

 

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Porque será? A pergunta imposta.


Resposta: Enquanto andam todos de costas uns para os outros e

a ver quem mata primeiro, a empresa faz o que bem quer e lhe apetece. 
... ... !
Até quando ?

 (Jorge Fontes Silva - 22-06-2018 12:07)

 

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Até quando os Lideres Sindicais da Frente Energia da CGTP

e da Frente Sindical da UGT "perceberem" que a

UNIDADE PASSA POR TODOS OS SINDICATOS

(sejam eles "novos" ou "velhos").

  

E que qualquer que seja a Estratégia Sindical

terá que ser Comum.

  

Caso contrário, o caminho será mesmo o da "destruição"

de tudo o que as gerações passadas conquistaram e deixaram.

 (Fernando Pêgas - 22-06-2018 13:27)

 

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Meus caros amigos Manuel Ferreira e Jorge Fontes Silva,

a situação actual do Movimento Sindical na EDP

É MESMO GRAVE !!

 

E, a partir de 3 de Julho de 2018,

vai ter inicio a discussão do Anexo VIII

relativo ao "nosso" Esquema de Saúde.

  

Por exemplo, a Frente de Energia da CGTP

"ainda" não apresentou qualquer proposta.

  

Por aqui se pode ver a FALTA DE TUDO ...

para levar a bom termo uma temática

que interessa a todos trabalhadores, reformados

e pensionistas do Grupo EDP e seus agragados familiares.

 

Sinceramente, sinto-me muito, muito mesmo, "intranquilo", "preocupado"

e de certa maneira, com alguma "tristeza", com o caminho que a EDP está a levar.

(Fernando Pêgas - 22-06-2018 13:32)

 

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"Tem de se tornar numa causa"
😅😅😅😅


À espera de quê e de quem?

... moinhos de vento. 

D. Quixote o salvador!

... acreditar no pai Natal. 


Para os reformados e pensionistas existe e temos na mão

(se assim os ditos o entenderem - adesão à APRe)

a possibilidade e a curto prazo de termos quem defenda os nossos interesses.


Por tudo aquilo que temos visto

(quer nesta página, quer noutras ; sindicatos incluidos)

não se vislumbra nada no horizonte. 
... ...!

* aconselho a verem o sitio da APRe.
Alguém em tempos me disse que era uma organização de cúpula.


Pois informo que numa possibilidade de a mesma se sentar

à mesa das negociações, os representantes são as pessoas

que fazem parte dos reformados e pensionistas.

 (Jorge Fontes Silva - 22-06-2018 10:58)

 

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Meu caro Jorge Fontes Silva,

como tu bem sabes, desde a primeira hora,

que não sou defensor da adesão à APRe.

  Pela simples razão,

de que entre os reformados e pensionistas do Grupo EDP

há GENTE CAPAZ para a construção de uma FORÇA SOCIAL

que represente todos os Reformados e Pensionistas

do Grupo EDP e do Grupo REN,

e com uma enorme vantagem:

conhecem o Grupo EDP e o Grupo REN

há muitos, muitos anos.

Décadas mesmo.

Por esse "caminho", NÃO VOU !!

(Fernando Pêgas - 23-06-2018 14:31)

 

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Pois pois caro amigo. 

Pegando em tudo que tens postado / comentado / alertado(!!!...),

bem os reformados e pensionistas podem esperar sentados

( a ver os dias passando a meses e a anos)

e o D. Sebastião não aparece.


Mais poderia comentar,

mas considero que não merece a pena,

muito menos ferir susceptibilidades a quem quer que seja. 

Continuo a esperar sentado... !

 (Jorge Fontes Silva - 22-06-2018 15:38)

 

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Meu caro Jorge Fontes Silva, quanto à tua provocação:

"À espera de quê e de quem? ... moinhos de vento.

D. Quixote o salvador! ... acreditar no pai Natal.

Direi que ...

 

Na minha perspectiva, há uma questão mais importante:

"COMBATER O TERRORISMO SINDICAL"

actualmente implantado no Movimento Sindical do Grupo EDP !!!

  

Explicando:

Desde as negociações da Revogação do EUP e da Revisão do ACT/EDP 2000

que dariam origem ao ACT/EDP 2014, actualmente em vigor,

a Frente de Energia da CGTP e a Frente Sindical da UGT,

em conjunto ou em separado,

transformaram o Movimento Sindical da EDP,

como não houvessem mais parceiros sindicais para além deles.

 

E, sem qualquer AUDIÇÃO PRÉVIA

dos principais beneficiários oriundos do ACT/EDP 2000,

mas também dos beneficiários oriundos de Contratos Individuais,

 

DECIDIRAM POR SI SÓ "vender" ao Grupo EDP,

por exemplo, o "PODER DE ADMITIR" (do exterior),

o "PODER DE MOVIMENTAR (internamente)

e/ou o "PODER DE PROGRESSÃO" (na Carreira Profissional).

 

O modo como todas estas "perdas" ocorreram,

conjuntamente com outras "perdas" de Direitos e Regalias,

é que constituem o tal "TERRORISMO SINDICAL" que refiro atrás.

 

Penso que, construir mais uma "Estrutura Representativa"

(no caso concreto de Reformados e Pensionistas),

sem primeiro haver um combate sério ao referido

TERRORISMO SINDICAL

é "dividir" ainda mais o já dividido

Movimento Sindical do Grupo EDP.

  

Penso que, primeiramente,

é necessário "retirar" da Mesa das Negociações

do Grupo EDP TODA A "PODRIDÃO" que por lá anda.

 

Depois sim, é necessário injectar "Sangue Limpo"

e aonde tudo se resolve, através de um Diálogo Social

que se pretende sem "imparidades" (ou melhor,

sem estruturas representativas de primeiro grau

e/ou de segundo grau).

(Fernando Pêgas - 23-06-2018 15:36)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

CombaterTerrorismoSindical.png

(Fernando Pêgas - 23-06-2018 19:48)

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Sem dúvida. Concordo com o que afirmas.

Nem sempre a pressa é boa companheira.

O problema existente é eminentemante Sindical,

melhor dizendo, a falta der uma só frente unida,

pelo menos nos objetivos,

é que a luta poderá dar os seus frutos.

 

 

É como dizes, torna-se necessário injetar sangue novo,

dado que algumas dessas estruturas estão cheias de vícios (maus).

 

 

E há razões para fazer esta afirmação,

como é a da "podridão" que anda pela mesa de negociações.

Alguns Sindicatos acomodaram-se à situação (a troco sei lá de quê?)

e, pasme-se, ao ponto de consentir que a empresa lide com o ACT/EDP

com este fosse um guia para as suas decisões por atos de gestão.

É incrível o que se está a passar.

 

A pressa nem sempre é boa conselheira,

mas neste caso a urgência de medidas

que ponham termo a esta situação não pode esperar,

porque se o fizer arriscamos ser confrontados com atos consumados.

Deixo aqui um alerta:

Li com muita atenção os vários acordãos dando razão aos trabalhadores da EDP,

sempre que havia algum recurso por infração às regras estabelecidas.

(Manuel Ferreira - 23-06-2018 22:40)

 

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Meu caro Manuel Ferreira, penso que,

a abordagem que vai ser feita ao Anexo VIII (Esquema de Saúde)

à Mesa das Negociações no ambito do ACT/EDP ,

a partir do dia 3 de Julho,

é uma excelente oportunidade

para REVITALIZAR o Diálogo Social entre todos.

Para isso, basta a boa vontade de todos,

em torno da "causa" da SAÚDE,

que deve ser de todos, e não de ninguém em particular.

(Fernando Pêgas - 23-06-2018 23:35)

 

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publicado às 15:55

 

fcp1.png

 

Aquando do processo negocial de Revisão do ACT/EDP 2000, os "lobby's sindicais" da Frente Energia da CGTP e da Frente Sindical da UGT "cometeram" o GRAVE ERRO de "largarem mão" da regulação / regulamentação da Admissão de Trabalhadores no Grupo EDP.

 

Razão pela qual, a partir de 2014, a regulação / regulamentação de Admissão de Trabalhadores no Grupo EDP passou para o âmbito restrito dos Actos de Gestão do Conselho de Administração Executivo.

 

Foi já na perspectiva dos Actos de Gestão do CAE, que uma "boa quantidade" de novos Electricistas foram admitidos nas várias empresas do Grupo EDP.

 

Tendo acontecido que, em conformidade com o novo "livre arbítrio" do CAE / EDP, houve um conjunto de Electricistas que foram admitidos pela Base de Remuneração Dois (BR 2), quando anteriormente houveram admitidos pela Base de Remuneração Três (BR 3).

 

Na prática, isto significa que, o INICIO DE CARREIRA dos novos Electricistas foi "atrasado" em três, quatro ou cinco anos, conforme a "pontuação" anual da Avaliação de Desempenho obtida por cada Electricista.

 

Ora acontece que,

 

Alguns Electricistas, por efeito da "pontuação" obtida na Avaliação de Desempenho dos anos de 2014, 2015, 2016 e 2017 atingiram a pontuação de seis (6) pontos, o que lhes confere o "direito" de progredirem (salarialmente) para a Base de Remuneração seguinte.

 

Entretanto,

 

Por proposta das Chefias Hierárquicas, muitos dos Electricistas admitidos pela Base de Remuneração 2 (BR 2) vão progredir salarialmente para a Base de Remuneração 3 (BR 3).

 

São estas situações

 

de "mérito" e de "favorecimento"

 

que estão a gerar ondas de "mau estar" entre a classe de Electricistas em início de carreira, nas várias empresas do Grupo EDP.

 

 

Por fim,

 

Para se perceber o "alcance" , em euros, veja-se o extracto da Tabela Salarial, das Bases de Remuneração um (1) a quatro (4), em vigor no presente ano de 2018.

 

 

edp.BR1-BR4.png

Reacçoes.png

 

 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

 

Onda Maus Estares.png

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 16:08)

 

Veja lá melhor qual era o acesso à carreira de acordo com o nível 5 no ACT 2000.

Se calhar por pessoas desconhecedoras do ACT 2000 é que alguns trabalhadores

se viram obrigados a recorrer a tribunal para um correcto enquadramento

quando da admissão para os quadros com o ACT2000 em vigor!

(Luis Nogueira - 13-06-2018 17:47)

 

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Luis Nogueira, não vale a pena atirares "areia" para os olhos.

A ADMISSÃO DE TRABALHADORES NO GRUPO EDP

passou do ambito da Contratação Colectiva,

para o ambito do Acto Gestão do CAE.

Este é que é o ERRO !!

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 17:51)

 

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 Atirar areia para os olhos!?

Veja lá onde é que errou!

Ou tudo o que escreveu está correcto?

 

 

E tanto quanto sei,

qualquer trabalhador é admitido para os quadros

no âmbito da contratação colectiva.

 

 

A não ser que seja com um contrato a prazo,

como sempre aconteceu.

 

 

Eu fui um deles e foi com o ACT2000 em vigor.

Quanto ao resto...Não é conversa para aqui.

 

 

Mas reconheça lá o seu erro

e corrija se achar que o deve fazer.

(Luis Nogueira - 13-06-2018 17:56)

 

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Quem está errado não sou eu.

Eu estou a falar de Actos de Admissão.

Não estou a falar de Inicio de Carreiras

do Nivel X ou do Nivel Y.

Ponto final.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 17:57)

 

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Disse que no âmbito do act 2000

os electricistas eram admitidos na BR3.

Que não é verdade.

 

Parece querer dizer que as admissões não são feitas

no âmbito da contratação colectiva, e são.

 

Que não sejam feitas nas mesmas condições

que o eram no ACT2000, é verdade.

 

 

Mas continuam a ser feitas no âmbito de contratação colectiva.

Algo que não era feito na última fase do ACT2000.

 

Em que trabalhadores eram admitidos de qualquer maneira

com contratos individuais de trabalho.

 

 

Para empresas como a O&M (para técnicos)

e a Estudos e Consultoria(para quadros).

 

E isso foi algo que deixou de acontecer após o ACT2014!

(Luis Nogueira - 13-06-2018 18:06)

 

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Luis Nogueira, eu não disse nada disso que está para aí a dizer.

Está utilizando a mesma estrategia de sempre,

falar, falar e não dizer nada.

 

 

Não queira que eu diga,

o que o Luis Nogueira queira que eu diga.

Lançar a confusão é facil.

 

Parece que,

quer aplicar um Instrumento de Regulamentação de Trabalho

a um conjunto de trabalhadores que não era aplicável,

no momento da sua admissão,

por os seus vinculos contratuais

terem sido feitos ao abrigo de contratos individuais.

 

 

Não tente passar "atestados de incompetência".

Para rematar a conversa,

volto a dizer o "incompetente" não sou eu.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 20:49)

 

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Pode dizer o que quiser Fernando Pegas.

Mas nem vossa excelência é dona da verdade,

nem tão pouco costuma ser dona da razão.

 

 

E neste caso está mais uma vez a misturar alhos com bugalhos

e a lançar a confusão para quem é menos informado, 

em vez de informar correctamente.

E desta forma serve os propósitos sabe-se lá de quem...

 

Mais, não sabe a forma como fui admitido

e não irá certamente sabê-lo por mim.


Mas posso dizer-lhe que fui admitido à EDP Distribuição

e fui admitido mediante as regras do ACT 2000,

pois a EDP Distribuição era uma empresa subscritora do ACT.

 

Trabalhadores houve que antes e depois disso

foram admitidos para empresas que não eram subscritoras do ACT 2000

e eram admitidos consoante os seus lindos olhos

e a capacidade que tinham para negociar os seus vencimentos.

 

Portanto existia uma selvajaria quando da contratação,

não sendo esses trabalhadores admitidos segundo o instrumento

de regulamentação colectiva de trabalho que vigorava na empresa,

precisamente pela artimanha arranjada pela empresa

de criar empresas fora do ACT para admitir esses trabalhadores. 


Foi isso que deixou de existir com a entrada em vigor do ACT 2014.

Todos os trabalhadores passaram a ser admitidos

pelas regras em vigor no ACT 2014.

Já agora informo-o que os electricistas

(e qualquer outro trabalhador contratado como nível 5)

entravam até 2014 na BR4,

que era a primeira BR da carreira de nível 5,

ao contrário do que disse lá em cima

que eram contratados e integrados na BR3.

 

E isto acontecia com trabalhadores contratados

para empresas subscritoras do ACT2000.

 

 

Os outros não eram integrados em BR nenhuma.

Era-lhes atribuído um vencimento base

que em nada tinha a ver com a tabela constante

do ACT em vigor no momento da entrada!

 (Luis Nogueira - 13-06-2018 21:57)

 

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Quem está a falar dos trabalhadores

admitidos ao abrigo do ACT/EDP 2000

é o Luis Nogueira, não sou eu.

 

 

Todo o meu escrito é em torno dos Electricistas que foram admitidos

através de contratos individuais, e que devido à "selvajaria"

(utilizando o seu termo usado) que reinava então,

uns electricistas foram admitidos pela BR 3

e outros foram admitidos pela BR 2.

 

Não sei porquê que está a lançar a confusão.

Misturando o Luis Nogueira alhos com bugalhos.

Esta conversa acaba aqui.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 22:31)

 

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Como sua alteza disse... esta conversa fica por aqui.

Falar com portas não é fácil!

Talvez um dia se faça luz nessa cabecinha!

(Luis Nogueira - 13-06-2018 22:34)

 

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É uma vergonha, estar-se a discutir na praça pública matéria tão delicada

e que deve ser a salvaguarda dos trabalhadores da EDP.

 

Tenham vergonha e calem-se,

deixem de escrever barbaridades, de uma vez para sempre.

É por isso é que os trabalhadores da EDP

chegaram aos pontos em que estão

em matéria que diz respeito aos ACTs e EUP,

foram sempre defendidos, mal,

por pessoas que têm interesses ambíguos.

(Manuel Marçal - 14-06-2018 00:14)

 

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Com toda a certeza que o Manuel Marcal 

não tem acompanhado a evolução dos tempos.

 

 

Se o caminho traçado pelos "donos do Planeta"

foram os caminhos da "digitalização" e da "robotorização",

quem somos nós para "contrariar".

 

Se o Manuel Manuel Marcal não sabe,

será bom que fique sabendo que, hoje em dia,

o Grupo EDP já está na rede, com uma plataforma própria,

conhecida pelo "Facebook da EDP".

 

Portanto, essa sua "mentalidade"

de discussão na praça publica,

é um "tabu".

 

Por fim, quanto à sua "democracia",

quem é o Senhor Manuel Marcal para vir aqui

- à minha pagina do Facebook -

e MANDAR-ME CALAR ?!

(Fernando Pêgas - 14-06-2018 10:37)

 

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Estes Electricistas em inicio de carreira,

fazam parte do universo de trabalhadores

que foram admitidos no Grupo EDP,

através de Contrato Individual,

e posteriormente (em 2014) "integrados"

no Contrato Colectivo do Grupo EDP.


E, tendo em consideração,

As últimas propostas dos referidos "lobby's sindicais"

da Frente Energia da CGTP e da Frente Sindical da UGT,

no âmbito das várias matérias do ACT/EDP 2014 em discussão,

são um universo de trabalhadores que estão "deixados para trás".


Os trabalhadores "oriundos" de Contratos Individuais

ao serem "integrados" no Contrato Colectivo do Grupo EDP,

em 2014,

adquiriram o DIREITO de serem "tratados" com a mesma "dignidade"

de que são tratados os trabalhadores "oriundos" do ACT/EDP 2000.

(Fernando Pêgas - 14-06-2018 10:53)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Onda Maus Estares1.png

Mais tarde ou mais cedo ...

ter-se-ia que conhecer, os efeitos

da não regulação e/ou da não regulamentação

das Admissões de trabalhadores,

através da Contratação Colectiva.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 17:46)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

SIESI.1.png

SIESI.2.png

O SIESI emitiu hoje o comunicado sob o titulo:


"Empresa confessa “erro e culpa”…baixinho!

Admissões “por baixo” não são solução para nada

e não o alterar é uma total irresponsabilidade!"

 

Ora, curiosamente ou talvez não,

o comunicado do SIESI de hoje surge como que

uma resposta ao meu "post" do meu blog pessoal,

sob o titulo: « Grupo EDP - Onda de "maus estares"

entre Electricistas em inicio de carreira ».

 

Tanto é assim, que no segundo parágrafo

do referido comunicado do SIESI é dito o seguinte:

"Muito esquecidos desta situação e posições à altura,

vamos ouvindo muitas coisas

que se revelam como meras tentativas

de iludir os trabalhadores, apostar na sua desmobilização

e defesa dos direitos, aliás ao que a empresa bate palmas".

 (Fernando Pêgas - 20-06-2018 18:34)

 

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Penso que continuo sempre atento ao que se passa na EDP.

Em questões que têm a ver com as condições de trabalho que,

nesta Empresa, tiveram parte importante no EUP.

O que vem sendo permitido pela maioria dos Sindicatos,

é uma vergonha.

Sou de tempo em que os problemas eram negociados com diplomacia,

mas sempre firme na defesa dos trabalhadores.

Nesse tempo não havia "almoços" pagos, como são hoje,

a troco de favores pessoais ou de um prato de lentilhas.

Começa a haver organizações sindicais que têm posto a nu

os "roubos" que estão a fazer aos tralhadores no activo,

aos Reformados e aos Pensionistas.

Como parte integrante que fui em toda essa matéria,

sinto-me hoje triste e revoltado.

A EDP tem nalguns sindicatos os parceiros "ideais"

para continuar a fazer o que mais entende.

(Manuel Ferreira - 20-06-2018 22:06)

 

-------------------------------------------------

 

Verdade Manuel Ferreira.

Hoje em dia, existe dois "lobbys" sindicais

(a Frente Energia da CGTP e a Frente Sindical da UGT)

que cumplicemente vão interagindo com a empresa,

a troco sabe lá do quê,

em nítido prejuizo dos trabalhadores,

reformados e pensionistas do Grupo EDP.

As propostas dos sindicatos "não alinhados"

na referida cumplicidade,

são simplesmente ignoradas.

 (Fernando Pêgas - 20-06-2018 23:17)

 

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É o que eu digo, caro amigo Pegas:

Não há almoços de graça.

E opotunistas é o que mais há por aí!

(Manuel Ferreira - 20-06-2018 23:30)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Bate-Palmas.png

 

QUANTO À ACUSAÇÃO ...

"vamos ouvindo muitas coisas

que se revelam como meras tentativas

de iludir os trabalhadores,

apostar na sua desmobilização

e defesa dos direitos,

aliás ao que a empresa bate palmas".

 

IMPORTA "RECORDAR" ...

Que toda a "contratação ou negociaçao colectiva"

contida no ACT/EDP 2000,

que regulava ou regulamentava a "Admissão Externa",

a "Movimentação Interna" e/ou a "Carreira Profissional"

dos trabalhadores do Grupo EDP,

simplesmente FOI "PERDIDA"

(sem grandes mobilizações de resistência)

e entregue de "mão beijada"

aos Actos de Gestão do Grupo EDP.

 

Deste modo,

a partir da entrada em vigor do novo ACT/EDP 2014,

o Grupo EDP passou a poder "ADMITIR",

a poder "MOVIMENTAR" e

a poder "PROGREDIR"

os seus trabalhadores da "maneira" e/ou do "modo"

que mais lhe "apetecer" e/ou "aprouver".

 

Portanto,

QUANTO AO "BATER DE PALMAS" de empresa ...

ele ocorre desde o MOMENTO DA ASSINATURA

do novo ACT/EDP 2014,

não por minha culpa (como o SIESI quer fazer crer).

mas porventura por culpa da Frente Energia (CGTP)

e da Frente Sindical (UGT), que com a sua "INACÇÃO",

não foram capazes ou não quiseram "mobilizar"

os trabalhadores para a luta na defesa daquelas PERDAS

e de outras mais perdas de Direitos e Regalias Sociais.

 (Fernando Pêgas - 20-06-2018 22:00)

  

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Sindel.2b.png

DIZ O SINDEL ...

"Os trabalhadores das ex-O&M e EME2,

que vão ter a carreira acelerada para a BR 3,

manterão os pontos da avaliação deste ano."

 

MAS, NÃO SE FIQUE A PENSAR ...

Que a "aceleração de carreira" para a BR 3,

dos trabalhadores oriundos da O&M e EME2,

decorre de qualquer intervenção sindical do Sindel.

 

Importa esclarecer que,

a referida "aceleração de carreira" decorre de propostas

das hierarquias directas dos referidos trabalhadores,

no âmbito do Processo de Avaliação de Desempenho.

 

No entanto,

Importa também referir que,

OS "MAUS ESTARES" DOS ELECTRICISTAS EM INICIO DE CARREIRA

não ficam resolvidos na sua totalidade.

 

PORQUE HÁ ...

Electricistas admitidos "directamente" numa das empresas do Grupo EDP,

através de Contrato Individual, que não foram contemplados na

"Aceleração de Carreira" atrás referenciada.

 (Fernando Pêgas - 21-06-2018 11:42)

 

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publicado às 17:17

fcp1.png

 

 

Ontem, dia 11 de Junho de 2018, concluíram-se os primeiros trinta dias, sobre os anúncios preliminares de Oferta Publica de Aquisição (OPA) da China Three Gorges (CTG) sobre o Grupo EDP (EDP) e a EDP Renováveis (EDPR).

 

Tendo em consideração as “movimentações” dos vários interesses envolvidos nas referidas “OPA’s”, poder-se-á constatar que, os Accionistas do Grupo EDP estão “atentos” e “organizados”, tendo como porta voz dos seus legítimos interesses, o Dr. António Mexia (ou seja, o actual Presidente do Conselho de Administração Executivo do Grupo EDP).

 

E que, ainda ontem “desafiou” os chineses a assumir compromisso sobre dividendos na EDP, conforme é referido pelo jornal “Expresso”.

 

Expresso1.png

 

 

E os “interesses” dos trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP como estão “organizados” ?

- Sabe-se muito pouco ou nada.

 

Pois, constata-se um “ENORME SILÊNCIO” por parte das Estruturas Representativas de Trabalhadores.

 

Como foi referido por Luis Moreira à comunicação social (Jornal de Negócios), sabe-se “apenas” que a Coordenadora das Comissão de Trabalhadores do Grupo EDP se iria “pronunciar” após a reunião com a EDP.

 

JornalNegocios.png

 

Na verdade, a reunião da Comissão de Trabalhadores com a EDP já se realizou no passado dia 06 de Junho de 2018. Imediatamente “antes” da Reunião Plenária (havida entre os parceiros patronais e os parceiros sindicais) na mesma data sobre a temática da “OPA chinesa à EDP”.

 

Mas, até à presente data, ainda não foi emitida qualquer comunicação ou informação sobre a “posição” da Comissão de Trabalhadores EDP.

 

 

Por outro lado,

 

Importa realçar que, a Comissão de Trabalhadores EDP “apenas” representa o total do universo dos trabalhadores (ou sejam, todas aquelas e todos aqueles que estão na chamada “vida laboral activa”), na geografia de Portugal. E que à data de 01 de Janeiro de 2018, cujo Número de Trabalhadores era de 5.887 (sendo 2.403 Quadros Superiores e 3.484 Não Quadros).

 

Vem esta “constatação” a propósito de uma outra “contatação” …

 

É que o universo de reformados e pensionistas do Grupo EDP, com uma ordem de grandeza, superior cinco ou seis vezes mais que o universo de trabalhadores,

 

 

NÃO ESTÁ “ORGANIZADO”.

 

Por conseguinte,

 

e à excepção de uma pequena minoria que continua “sindicalizada”, UMA GRANDE MAIORIA DE REFORMADOS E PENSIONISTAS DO GRUPO EDP está simplesmente “à margem” da presente “OPA chinesa à EDP”. 

 

E sem acesso directo, às comunicações e ou informações que vão sendo produzidas na plataforma informática, designada por INTRANET EDP.

 

Em suma, o conhecimento sobre a designada "OPA chinesa à EDP", não está a chegar a todos os interessados.

 

 

Reacçoes.png

  (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Mexia1.png

(Fernando Pêgas - 12-06-2018 11:47)

 

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Tristeza só interessa os lucros e os trabalhadores.

A desumanização da empresa está cada vez mais latente

na maneira como está a ser gerida.

(Isabel Cruz - 12-06-2018 11:53)

 

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faço minhas as suas palavras.

O Dr Mexia só se preocupa com o dinheiro

e há tantas outras coisas,

com tanto ou mais relevo que o money.

(Jose Alves Silva - 12-06-2018 12:08)

 

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Nunca pensei que chegasse a este nível

uma empresa destas!!!

(Luisa Moniz - 12-06-2018 12:09)

 

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Se me dissessem a uns anos atrás

que isto ia acontecer eu não acreditava.

Só posso dizer tristeza.

(Isabel Cruz - 12-06-2018 12:23)

 

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Realmente é só pena ninguém estar preocupado

com os direitos dos trabalhadores,reformados e pensionistas.

Principalmente ele que diz á boca cheia

que a EDP é uma empresa no âmbito social.

Não estará antes preocupado com os dividendos

que recebe todos os anos?

(José Domingos Martins Marques - 12-06-2018 12:43)

 

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 para muitos estão mais do que bom

(Isabel Moura Araujo - 12-06-2018 12:43)

 

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 isto para muita gente na edp é mina de ouro,

(Isabel Moura Araujo - 12-06-2018 12:48)

 

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É a destruição de uma grande empresa,

que foi construída com muitas lágrimas,suor, sofrimento e pobreza,

esta gente que vive á custa de todos aqueles que trabalharam

em condições desumanas, não tem humanidade nenhuma,

e mais não digo, pois para dizer tudo,

teria que estar aqui algumas horas a falar de gente

que não merece o meu respeito

(José Asdrubal Rosa - 12-06-2018 13:01)

 

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É verdade.

O meu pai trabalhou na UEP

umas das empresas da agora EDP

era guarda fios e morreu electrocutado a trabalhar

passavam semanas em tendas sem vir a casa

trabalho árduo e sem condições

mas o meu pai adorava o que fazia.

Devíamos por os agora gestores a trabalhar nessas condições

para saber dar o valor as pessoas e não aos números.

(Isabel Cruz - 12-06-2018 14:46)

 

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Isabel Cruz 

Estes gestores, trabalham para destruírem

o que os outros construíram com muito sacrifício,

são pessoas de gabinetes que de humanos não tem nada

(José Asdrubal Rosa - 12-06-2018 16:22)

 

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 É verdade têm tudo de bandeja

(Isabel Cruz - 12-06-2018 16:24)

 

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  (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

Mexia1.png

(Fernando Pêgas - 12-06-2018 11:48)

 

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Pois!.

O que importa são os dividendos dos acionistas.

É que quanto menores forem, menos recebe de prémio!.

Os trabalhadores, os pensionistas e os reformados?.

Quem são esses tipos?.

Ele quer lá saber deles!.

(Manuel Ferreira - 12-06-2018 12:29)

 

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JoseAbrantes.png

(José Abrantes - 12-06-2018 14:20)

 

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Lamento ...muito mas esta ...idiosincrasia

aponta para uma coisa similar a ex pt...

(José A Cristovao - 12-06-2018 17:52)

 

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E os sindicatos que fazem? Braços cruzados?

Ou será que interessa nada fazer?!

Verdadeiramente lamentável......................

(Francisco Capão - 12-06-2018 18:09)

 

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Pois...

(Vladimiro Vilão Ramos - 12-06-2018 19:38)

 

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Sim Francisco Capão ,

é verdadeiramente lamentável

que os sindicatos estejam "divididos" em lobbys.

É o "lobby" dos sindicatos filiados na CGTP.

É o "lobby" dos sindicatos fiiiados na UGT

e alguns "satélides" independentes.

E ainda, os sindicatos independentes "sem lobby".

Este cenário de "divisão" politico-sindical é muito profunda.

E é acompanhada aqui e além com cenas de "hostilidades"

que geram maus estares e algumas "tensões" odiosas.

(Fernando Pêgas - 12-06-2018 20:26)

 

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Fernando Pegas 

Dividindo, reinando e talvez tirando proveitos pessoais...,

cada povo tem o que merece.

(Francisco Capão - 12-06-2018 20:36)

 

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 Estou totalmente de acordo, Francisco Capão.

É bom que se diga que, os proveitos pessoais são reais.

Eu dou um pequeno exemplo:

Os sindicalistas "profissionais"

(ou sejam os que estão a tempo inteiro

nas varias Direcções Sindicais)

são avaliados pela "média" da pontuação

alcançada pelo Departamento a que pertencem na empresa.

Enquanto os sindicalistas "não profissionais"

e/ou os sindicalistas "por paixão"

que desempenham a carreira profissional

no seu local de trabalho,

e de quando em vez se ausentam do trabalho,

para desempenharem actividade sindical,

são avaliados em concorrência directa

com os restantes profissionais do Departamento,

e "regra geral" devido às quotas,

são negativados.

Levando que os mesmos,

não aufiram o Premio de Desempenho

(aquela verba negociada conjuntamente com a Tabela Salarial)

e não aufiram também a distribuiçao de lucros.

Trago esta realidade aqui,

porque a maioria dos trabalhadores,

reformados e pensionistas do Grupo EDP,

desconhece por completo esta "penalização"

que está associada aos sindicalistas "por paixão".

Já basta a injustiça da comparação genérica.

(Fernando Pêgas - 12-06-2018 20:59)

 

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Bem verdade.....

(Francisco Capão - 12-06-2018 21:50)

 

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Grande verdade que também senti

no meu tempo de atividade.

(Manuel Luis Sousa - 12-06-2018 23:04)

 

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Fernando Pegas 

Pois!. E mais.

Para mim não há quem me convença

que há por uns almoços.

E como se sabe, não há almoços de graça....

(Manuel Ferreira - 13-06-2018 00:30)

 

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Meu amigo Manuel Ferreira 

haja o que houver, continuo a pensar que,

a PAZ SOCIAL no Grupo EDP

está a ser muito mal "vendida".

E que, o actual modelo de sindicalismo

(ou seja, as decisões serem tomadas pelas "cúpulas"

no silêncio dos gabinetes das Direcções Sindicais

e posteriormente "impostas às bases")

terá que ser "repensado" com a urgência

que a actual realidade carece e merece.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 11:01)

 

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Fernando Pegas 

Claro que há que fazer alguma coisa.

O que é certo é que vejo movimentações nesse sentido

a não ser o que aqui vamos comentando e denunciando.

Há uma apatia quase geral que me deixa muito preocupado!

(Manuel Ferreira - 13-06-2018 11:07)

 

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Meu caro Manuel Ferreira,

eu também estou muito preocupado.

Porque entre o pessoal que está na vida activa,

sente-se um "MEDO" instalado,

designadamente entre a malta mais jovem

e um "DEIXA ANDAR"

entre a malta que está em fim de carreira e quase de saída.

Enquanto que entre o pessoal que já está na "vida bella" (da reforma)

sente-se uma enorme dose de "DESCONFIANÇA".

É tudo isto junto,

que está "impedindo" a consolidação de qualquer iniciativa.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 11:32)

 

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publicado às 17:20

fcp1.png

 

(copiado da intranet edp)

 
09 jun 2018

Conheça a resposta oficial da EDP à Oferta da CTG

 
EDP reconhece algum mérito à proposta de compra da CTG mas reafirma que preço oferecido por ação é baixo, pelo que recomenda para já aos acionistas que não vendam as suas ações
 
Em relatório entregue à CMVM na madrugada deste sábado, o Conselho de Administração Executivo considera que “o preço oferecido não reflecte adequadamente o valor da EDP e que o prémio implícito na Oferta é baixo considerando a prática seguida no mercado europeu das utilities nas situações onde existiu aquisição de controlo”. 
 
Em particular, afirma que:
  • ​a Oferta subavalia a EDP, tendo em conta os prémios pagos em ofertas públicas precedentes em dinheiro para aquisição de controlo. 
  • Tem implícito um múltiplo inferior à média paga em transacções precedentes relevantes; 
  • Está relativamente alinhada com os múltiplos de mercado de empresas comparáveis, metodologia que não incorpora prémio de controlo; 
  • Tem implícito um prémio inferior ao prémio oferecido pela CTG em 2011 para a aquisição de uma participação minoritária na EDP.

Consulte o Relatório entregue na CMVM, aqui

 

 

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Mensagem do Presidente

do Conselho de Administração Executivo

publicada na intranet.edp

 

 

Bom dia a todos,

No seguimento dos anúncios preliminares das ofertas públicas de aquisição (OPAs) sobre as ações representativas do capital social da EDP, e sobre as ações representativas do capital social EDPR, no passado dia 1 de Junho, a China Three Gorges (CTG) remeteu, respectivamente, à EDP e à EDPR, os projetos de prospetos e de anúncios de lançamento das referidas OPAs.

Com base nessa informação o Conselho de Administração Executivo da EDP e o Conselho de Administração da EDPR elaboraram os seus relatórios contendo os pareceres sobre a oportunidade e condições das OPAs, os quais foram hoje enviados à CTG e à CMVM e divulgados ao público em geral através da página da CMVM.

Com base no projeto de prospeto e no projeto de anúncio de lançamento da OPA à EDP, o Conselho de Administração Executivo da EDP recomendou:

  • O Conselho de Administração Executivo considera que o preço oferecido não reflecte adequadamente o valor da EDP e que o prémio implícito na Oferta é baixo considerando a prática seguida no mercado Europeu das utilities nas situações onde existiu aquisição de controlo. Assim, o Conselho de Administração Executivo não pode recomendar que os accionistas vendam as suas acções ao preço actualmente oferecido.
  • O Conselho de Administração Executivo constata que há mérito nas intenções estratégicas do Oferente. Dadas as incertezas em relação à implementação das intenções do Oferente e do potencial impacto na EDP, o Conselho de Administração Executivo procurará obter mais informação junto do Oferente para estar em condições de formar uma opinião mais fundamentada sobre a qualidade do projecto.
  • Sem prejuízo dos méritos do plano que venha a ser estruturado pelo Oferente com base nas intenções apresentadas, o Conselho de Administração Executivo é da opinião de que os accionistas que tencionem vender as suas acções devem ser adequadamente compensados por permitirem a tomada do controlo da EDP e a implementação do referido plano.

Com base no projeto de prospeto e no projeto de anúncio de lançamento da OPA à EDPR, o Conselho de Administração da EDPR recomendou:

  • Face ao exposto, o Conselho de Administração da EDP Renováveis recomenda não aceitar o preço da Oferta. Ao mesmo tempo, as potenciais implicações e desfechos regulatórios, em particular aqueles que poderão afetar a atividade nos Estados Unidos, não são claros e poderão ter impacto na estratégia e perspetivas de crescimento da EDP Renováveis. Acresce que o Conselho de Administração considera que o calendário proposto subjacente à oferta poderá não corresponder aos melhores interesses dos acionistas da EDP Renováveis e deveria ser clarificado.

 

Estas recomendações estão fundamentadas por uma análise detalhada pelo que aconselho a todos que consultem ambos os relatórios preparados pelas equipas de gestão, através do site da EDP em www.edp.com/pt-pt/investidores/informacao-investidor/apresentacoes ou da CMVM em www.cmvm.pt.

Ambas as OPAs encontram-se sujeitas à verificação de um conjunto significativo de condições, pelo que este será um processo de vários meses. Realço uma vez mais a importância de nos mantermos focados no nosso trabalho e na execução daquilo que são os objectivos com os quais nos comprometemos.

Continuaremos, naturalmente, a manter as equipas informadas dos desenvolvimentos deste processo e estamos naturalmente disponíveis para prestar todos os esclarecimentos.

 

Obrigado.

António Mexia

 

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Comunicação dirigida aos representantes dos trabalhadores da EDP

relativa à entrega do relatório do Conselho de Administração Executivo

sobre a oportunidade e condições da oferta sobre a EDP

 

Exmos. Senhores,

 

Vimos por este meio comunicar-vos que a China Three Gorges (Europe), S.A., uma sociedade indirecta e integralmente detida pela China Three Gorges Corporation, enviou, no passado dia 1 de Junho de 2018, à EDP – Energias de Portugal, S.A. (EDP), o projecto de prospecto e de anúncio de lançamento relativos à oferta pública de aquisição geral e voluntária sobre as acções emitidas pela EDP – Energias de Portugal, S.A. que se encontram admitidas à negociação no mercado regulamentado do NYSE Euronext Lisbon by Euronext Lisbon.

 

Tendo realizado a sua análise dos projectos de documentos da oferta, o Conselho de Administração Executivo recomendou no seu relatório o seguinte:

 

  • O Conselho de Administração Executivo considera que o preço oferecido não reflecte adequadamente o valor da EDP e que o prémio implícito na Oferta é baixo considerando a prática seguida no mercado Europeu das utilities nas situações onde existiu aquisição de controlo. Assim, o Conselho de Administração Executivo não pode recomendar que os accionistas vendam as suas acções ao preço actualmente oferecido.
  • O Conselho de Administração Executivo constata que há mérito nas intenções estratégicas do Oferente. Dadas as incertezas em relação à implementação das intenções do Oferente e do potencial impacto na EDP, o Conselho de Administração Executivo procurará obter mais informação junto do Oferente para estar em condições de formar uma opinião mais fundamentada sobre a qualidade do projecto.
  • Sem prejuízo dos méritos do plano que venha a ser estruturado pelo Oferente com base nas intenções apresentadas, o Conselho de Administração Executivo é da opinião de que os accionistas que tencionem vender as suas acções devem ser adequadamente compensados por permitirem a tomada do controlo da EDP e a implementação do referido plano.

 

Manter-vos-emos informados sobre os desenvolvimentos que ocorram no âmbito da oferta e para mais informações, queiram por favor consultar o texto completo do relatório do Conselho de Administração Executivo da EDP que se encontra disponível em www.cmvm.pt e em www.edp.com.

 

Esta comunicação é efectuada em cumprimento do disposto na alínea c) do número 1 do artigo 181º do Código dos Valores Mobiliários que impõe ao órgão de administração da EDP o dever de informar os representantes dos seus trabalhadores sobre o conteúdo dos documentos da oferta e do relatório elaborado por este órgão.

 

Com os meus melhores cumprimentos,

 

António Mexia

Presidente do Conselho de Administração Executivo

 

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China Three Gorges diz que vai continuar a discutir detalhes da OPA com a EDP

A China Three Gorges (CTG) afirmou hoje que vai continuar a debater os detalhes da OPA sobre a EDP com a empresa, depois de a gestão da eléctrica ter considerado que a oferta tem "mérito", mas o modelo de implementação "não é claro".

Expresso1.png

 

DIÁRIO

Mexia desafia chineses a assumir compromisso sobre dividendos na EDP

 Miguel Prado MIGUEL PRADO

11.06.2018 às 18h00

 

Administração da EDP considera que se a China Three Gorges quer fazer um acordo-quadro com a elétrica no âmbito da oferta de aquisição deverá explicitar como irá remunerar os investidores que não queiram vender as suas ações da EDP

 

O conselho de administração da EDP quer que a China Three Gorges (CTG) diga claramente o que podem esperar os acionistas da elétrica em matéria de dividendos, caso a oferta pública de aquisição (OPA) seja bem sucedida e a a CTG passe a controlar a empresa.

 

Na proposta apresentada à EDP a CTG é cautelosa no que respeita à futura remuneração de quem decida não vender as suas ações, permanecendo no capital da EDP. A CTG diz ser sua intenção “adotar uma gestão financeira prudente”, notando que “procurará manter uma política de dividendos estável e não inferior ao que foi divulgado pela sociedade visada”.

 

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Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:28

FernandoPegas1.png

 

Estando agendada para o proximo dia 20 de Junho de 2018, uma Reunião Plenária entre os parceiros patronais do Grupo EDP e os parceiros sindicais, no âmbito do ACT/EDP 2014, em que um dos temas é o Esquema de Saúde regulado pelo Anexo VIII, achei por bem lançar um debate e/ou uma discussão entre os actuais 1573 membros do grupo fechado denominado "Comunidade EDP" (no Facebook), dando assim "voz" a quem não tem voz, que são genericamente os reformados e pensionistas do Grupo EDP, sobre a temática

 

"Grupo EDP - Falar da "nossa" saúde ... "

 

Somente a titulo de curiosidade, entre o universo de reformados e pensionistas, existe cerca de uma "vintena" de beneficiários do Esquema de Saúde do Grupo EDP, que igualaram ou já ultrapassaram a idade dos cem anos (ou sejam, os "nossos" centenários).

 

FalarSaude.png

 

Pretende-se iniciar uma discussão ou um debate

sobre o "nosso" Esquema de Saúde,

regulado no Anexo VIII do ACT/EDP 2014.

(Fernando Pêgas - 09-06-2018 14:22)

 

FalarSaude2.png

 

Actualmente,

a representatividade dos trabalhadores, reformados e pensionistas

está entregue a um representante da Frente Energia (da CGTP)

e a um representante da Frente Sindical (UGT),

por "NOMEAÇÃO" dos parceiros patronais (do Grupo EDP).

 

Seria "éticamente" recomendável que,

os representantes dos trabalhadores, reformados e pensionistas

na referida Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde

passasse a ser efectuado através de um processo de "ELEIÇÃO".

 

E que a própria Comissão de Acompanhento do Esquema de Saúde

passasse a ser um órgão de cariz "DELIBERATIVO",

e não "apenas" de cariz "CONSULTIVO".

 (Fernando Pêgas - 09-06-2018 15:35)

 

FalarSaude3.png

 

Há beneficiários que,

para além da contribuição mensal para a Mútua,

estão a suportar do seu proprio bolso

as "contribuições" que cabem à Sãvida suportar.

 

Nomeadamente,

devido ao facto de a Gestão EDP Valor / Sãvida

não proceder administrativamente ao "encontro de contas",

resultante das situações em que haja "Adiantamentos"

e, designadamente,

em atos médicos que envolvam a ADSE (por exemplo) e a Sãvida.

 

Devido ao não procedimento administrativo de "encontro de contas",

a Gestão EDP Valor / Sãvida tem por hábito:

- "adiantar" no inicio do processo do ato médico

(por exemplo, uma intervenção cirurgica) e

- posteriormente "retirar" arbitrariamente através do Salário.

(Fernando Pêgas - 09-06-2018 19:50)

 

FalarSaude4.png

 

A “NÃO ACTUALIZAÇÃO” dos valores (avenças)

está directamente associada à “PERDA DE QUALIDADE”

dos médicos externos e especialistas associados

ao Esquema de Saúde do Grupo EDP !!

(Fernando Pêgas - 09-06-2018 20:25)

 

FalarSaude5.png

 

Actualmente,

os Beneficiários oriundos dos Contratos Individuais

estão abrangidos por um Seguro de Saúde

(no ambito do Plano Flex EDP)

que "apenas" é assegurado

enquanto os referidos Beneficiários

estiverem na denominada "Vida Activa".

 

Isto significa que,

quando os mesmos Beneficiários

passarem à situação de pré-reforma ou reforma,

não são mais abrangidos pelo Seguro de Saúde referido.

 

Neste particular,

a SOLIDARIEDADE INTER-GERACIONAL vai ser "determinante"

para a integração dos Beneficiários oriundos de ex-Contratos Individuais.

(Fernando Pêgas - 09-06-2018 20:48)

 

FalarSaude6.png

 

Havendo razões mais que "suficientes",

a DENÚNCIA DO ANEXO VIII (do ACT/EDP 2014)

necessita de uma "FORÇA SOCIAL"

que integre TODOS OS BENEFICIÁRIOS

(trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP).

 

BORA, MÃOS À OBRA !!!

(Fernando Pêgas - 09-06-2018 21:22)

 

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 Para análise e conhecimento desta Proposta do Sinovae sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

Sinovae.1.png

 (Fernando Pêgas - 23-06-2018 03:04)

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 Para análise e conhecimento desta Proposta do Sinovae sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

Sinovae.2.png

 (Fernando Pêgas - 23-06-2018 03:07)

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 Para análise e conhecimento desta Proposta do Sinovae sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

Sinovae.3.png

 (Fernando Pêgas - 23-06-2018 03:07)

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Para análise e conhecimento desta Proposta do Sinovae sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

Sinovae.4.png

 (Fernando Pêgas - 23-06-2018 03:08)

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Para análise e conhecimento desta Proposta do Sinovae sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

Sinovae.5.png

 (Fernando Pêgas - 23-06-2018 03:08)

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Para análise e conhecimento desta Proposta do Sinovae sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

Sinovae.6.png

(Fernando Pêgas - 23-06-2018 03:08) 

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Para análise e conhecimento desta Proposta do Sinovae sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

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 (Fernando Pêgas - 23-06-2018 03:09)

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Para análise e conhecimento desta Proposta do Sinovae sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

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 (Fernando Pêgas - 23-06-2018 03:09)

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 Para análise e conhecimento desta Proposta do Sinovae sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

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 (Fernando Pêgas - 23-06-2018 03:09)

 

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Para análise e conhecimento desta Posição do Sindel sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

Sindel.Saude1.png

Numa matéria tão importante para todos os trabalhadores, reformados

e pensionistas do Grupo EDP, como é a Saúde, LAMENTA-SE QUE ...

 

"apenas" o Sinovae, o SIEAP e o Sindel,

tivessem "cumprido" com os PRAZOS ACORDADOS

com as Comissão Negociadoras do Grupo EDP.

(Fernando Pêgas - 24-06-2018 16:12)

 

---------------------------------------------------------

 

Para análise e conhecimento desta Posição do Sindel sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

Sindel.Saude2.png

 

Este "entendimento" do Sindel, vai no mesmo sentido,

que as suas "propostas" apresentadas em matérias anteriores.

Ou seja,

o Sindel continua "apostado" em DEIXAR PARA TRÁS,

os beneficiários oriundos de Contrato Individual.

 

Esquecendo-se, o Sindel,

que foi um dos parceiros sindicais "outorgantes" do novo ACT/EDP 2014,

que "aceitaram" a INTEGRAÇÃO dos Contratos Individuais

no Contrato Colectivo de Trabalho (ACT/EDP).

 

Portanto, a partir de 2014,

quer se queira, quer não se queira,

todas as matérias "negociáveis" no ambito do ACT/EDP 2014,

à Mesa das Negociações,

terão que ter em consideração

todos os beneficiários oriundos dos referidos Contratos Individuais.

 

E, o Sindel, na qualidade de Sindicato-Líder da Frente Sindical da UGT,

de uma forma "reincidente", tal como a Frente Energia da CGTP,

tem vindo a DEIXAR PARA TRÁS o conjunto de trabalhadores

oriundos dos Contratos Individuais.

 (Fernando Pêgas - 24-06-2018 16:12)

 

---------------------------------------------------------

 

Para análise e conhecimento desta Posição do Sindel sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

Sindel.Saude3.png

Esta "reinvidicação" do Sindel, entra em "contradição" com

o "entendimento" do Sindel, que as grandes questões

não tem tanto a ver com o clausulado, mas antes com a sua aplicação

por parte do prestador de serviços.

 

Penso que, esta é uma boa oportunidade,

para se "MEXER" A SÉRIO,

e de uma forma "profunda" no Anexo VIII (Saúde),

e não apenas colocar uns "pensos rápidos"

sobre as inúmeras "feridas" que foram detectadas,

nestes ultimos quatro anos (2014-2018).

(Fernando Pêgas - 24-06-2018 16:13)

 

---------------------------------------------------------

 

Para análise e conhecimento desta Posição do Sindel sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

Sindel.Saude4.png

 

Sem dúvida, a "ACTUALIZAÇÃO" da Tabela de Atos Médicos,

QUE NÃO É "MEXIDA" desde o ano de 2007,

É UM "IMPERATIVO" 
para melhorar a qualidade da prestação de serviços de Atos Médicos.

 

E quiçá, recuperarmos alguns dos "Bons Especialistas"

que já tivemos no passado, mas por força da não "actualização"

da respectiva Avença, viram se "forçados" a abandonar

o Protocolo estabelecido com a Savida.

(Fernando Pêgas - 24-06-2018 16:13)

 

---------------------------------------------------------

 

Para análise e conhecimento desta Posição do Sindel sobre o Anexo VIII (Saúde) ...

Sindel.Saude5.png

(copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

 

Esta "posição" do Sindel,

reflecte bem o ambiente de "TERRORISMO SINDICAL"

a que se chegou à Mesa das Negociações no âmbito do ACT/EDP 2014.

 

Pois, o Sindel ainda não percebeu ou não quer perceber

que NÃO ESTÁ SOZINHO a negociar

com a Comissão Negociadora do Grupo EDP,

 

e que não é com "posições DDT's"

(ou sejam, as posições de Dono Disto Tudo)

que vai melhorar o ambiente e as condições

para se estabelecerem Acordos

entre todos os parceiros patronais e sindicais.

 

Aliás, a exemplo do que aconteceu recentemente,

no ambito do primeiro pacote negocial que englobou

as matérias do Subsidio de Estudo para Descendentes

e a Colónia de Férias, onde a Comissão Negociadora

da EDP deu o "dito pelo não dito".

Porventura, a MELHOR SOLUÇÃO !!!

 

Sinceramente, o "tom ameaçador" do Sindel,

não "AUGURA" nada de bom

para um processo negocial da maior importância

para todos os trabalhadores, reformados e pensionistas

do Grupo EDP, e os seus agregados familiares,

"utentes" do Esquema de Saúde da Sãvida.

(Fernando Pêgas - 24-06-2018 16:13)

 

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Mas s. Fernando eu já saí da EDP á dois anos

após os 40 anos de casa e sempre o sindel foi assim

só que os trabalhadores tem muita culpa de eles serem assim 

um abraço.

(Antonio Silva - 25-06-2018 17:53)

 

 ---------------------------------------------------------

 

Terei de concordar "parcialmente" com o Antonio Silva.

Nomeadamente, a partir do ano de 2013 para cá.

E, designadamente, desde as negociações

em torno da Revogação do EUP

e da Revisão do ACT/EDP 2000,

que dariam origem ao ACT/EDP 2014 em vigor.

(Fernando Pêgas - 25-06-2018 18:33)

 

 ---------------------------------------------------------

 

Ainda a propósito do pacote negocial que contemplou as materias

do Subsidio de Estudo para Descendentes e a Colonia de Ferias,

e ao trabalho sindical do Sindel ao longo do mesmo pacote negocial,

importa recordar a produção de documentos, da iniciativa do Sindel.

 

 

1) Em Agosto de 2017, o Sindel tomou a iniciativa de chamar

umas quantas Estruturas Representativas de Trabalhadores,

tendo sido elaborado um MANIFESTO com o título seguinte:

UNIDAS,

as Estruturas Representativas dos Trabalhadores dizem BASTA!

Tendo (a título pessoal) qualificado esta iniciativa do Sindel

como uma "Cabala Sindical".

 

2) Posteriormente, e de novo sozinho, o Sindel toma a iniciativa

de lançar um ABAIXO ASSINADO relativamente à Gratuitidade

das Colónias e Campos de Férias.

 

3) E, por fim, no dia 18 de Maio de 2018, o Sindel tomou a iniciativa

de escrever uma CARTA ABERTA AO DOUTOR ANTÓNIO MEXIA

denunciando o comportamento da Comissão Negociadora da EDP

e "denegrindo" a posição de um parceiro sindical

(a quem chegou a chamar de Sindicato Rapazola).

 

Em jeito de conclusão, e tendo em consideração os resultados finais

da negociação do pacote negocial atrás referenciado,

poder-se-á concluir que TODOS OS DOCUMENTOS

(entenda-se o Manifesto, o Abaixo Assinado e a Carta Aberta)

da iniciativa do Sindel ... FORAM PARA O LIXO !!

(Fernando Pêgas - 26-06-2018 12:45)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

 

Relativamente à "cena" dos capítulos anteriores

(dever-se-á entender o processo negocial composto pelas matérias do

Subsidio de Estudo para Descendentes e as Colónias e Campos de Férias),

importa questionar daqui ...

 

AONDE ESTÁ A "MÁXIMA SERIEDADE" DO SINDEL (???),

quando na primeira tentativa de um Acordo no Subsídio

de Estudo para Descendentes (no ano de 2016),

tomou a iniciativa "extrema" de

ABANDONAR A MESA DAS NEGOCIAÇÕES,

deixando todos os outros parceiros patronais

e parceiros sindicais "dependurados" ?

 

AONDE ESTÁ A "MÁXIMA SERIEDADE" DO SINDEL (???),

quando na segunda tentativa de um Acordo no Subsídio

de Estudo para Descendentes (no corrente ano de 2018),

tomou a iniciativa "extrema" de escrever uma

CARTA ABERTA AO DOUTOR ANTÓNIO MEXIA

"denunciando" os comportamentos da Comissão Negociadora da EDP

e de uma das Comissões Negociadoras Sindicais

(a quem "alcunhou" por Sindicato-Rapazola) ?

(Fernando Pêgas - 26-06-2018 15:32)

 

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publicado às 21:24


OPA DA EDP AO ACT

por efepe, em 07.06.18

Fcp.png

 

Na reunião plenaria do dia 06 de Junho de 2016,

o SINOVAE manifestou à EDP apenas uma grande preocupação,

a OPA da EDP ao ACT, que está a acontecer.

 

Foi uma bomba que caiu na sala, sendo o SINOVAE o primeiro a falar, e quando a reunião ia acabar depois da informações, que o Miguel Setas transmitiu sobre a OPA, e que a comunicação social melhor tem dado conta, todos se preparavam para sair quando o SINOVAE manifestou a sua preocupação por esta OPA interna, depois quase todos falaram para não estarem calados, mas o que ficou consensuado foi a OPA ao ACT e ponto.

 

OPA DA EDP AO ACT

 

A EDP convocou para hoje uma Reunião, onde fez o ponto da situação da OPA.

Mas, o SINOVAE entende que a maior preocupação é a actual OPA, que a Empresa fez sobre o ACT.

 

Esta OPA tem implicações na outra OPA, que os accionistas chineses pretendem fazer.

Em boa verdade, e numa primeira fase, vejamos a situação actual da contratação colectiva na EDP:

 

- SUBSÍDIO DE ESTUDO PARA DESCENDENTES

 

A EDP deu o seu acordo a uma proposta final de consenso com os Sindicatos, em 9.5.18, na reunião seguinte em 16.5.18 retirou esse acordo.

Isto é mais do que uma OPA preventiva, é um descrédito total na concertação social, logo na paz social, logo na garantia de estabilidade de uma Empresa e numa altura em que decorre o processo de alteração de accionistas.

 

- CAMPOS DE FÉRIAS

 

Unilateralmente a EDP impõem a sua posição de levar ao pagamento dos campos de férias, depois disse que queria chegar a um acordo com valores adequados, e no final, mais uma OPA sobre o ACT, aplica o pagamento e ponto.

 

- TABELA DE AJUDAS DE CUSTO

 

A EDP depois de uma permanente insistência por parte do SINOVAE, em querer negociar a tabela de ajudas de custo, conforme consta no ACT, e após 9 anos sem qualquer alteração da mesma, eis senão quando aplica mais uma OPA à sua maneira, fez publicar uma tabela de ajudas de custo com alterações, que ficam aquém do razoável após 9 anos sem alterações.

 

 

- BENEFÍCIO DE ENERGIA ELÉCTRICA

 

Em conluio com as Finanças, e num jogo do empurra, a EDP permite e aplica a dupla tributação do benefício da energia eléctrica, aqui verifica-se uma OPA mista entre governo e EDP.

 

Só há uma solução, que o SINOVAE já propôs há muitos meses, é o desconto comercial sobre o montante do benefício a que os trabalhadores tiverem direito e acaba-se com duplas tributações.

 

- SAÚDE

 

A EDP solicitou que apresentássemos propostas para melhorar o sistema de saúde/Sãvida, os trabalhadores do Flex, que na reforma não terão qualquer apoio dos seus Seguros de saúde, a Empresa pretende que continuem à parte, nós entendemos que devem ser já chamados a este processo.

 

Mas também nos apercebemos, que a EDP apenas quer fazer uns pensos muito rápidos na Saúde, nós vamos apresentar um conjunto muito vasto de propostas ao Anexo VIII do ACT, para evitar mais uma OPA, que a EDP também prepara.

 

São mais do que justificáveis todas estas nossas preocupações, com uma autêntica OPA da EDP ao ACT, pois ela pode favorecer condições, que devem ser blindadas numa outra OPA, ou seja, devem ser blindados direitos e garantias dos trabalhadores da EDP, e esta actuação da Empresa, em nada favorece essa importante parte do Capital da EDP, que é o seu Capital HUMANO.

 

A EDP ainda está a tempo de alterar a situação, e com os Sindicatos estabelecer um verdadeiro diálogo social e uma Concertação Social, que garanta aos seus trabalhadores e ao povo Português uma salvaguarda dos interesses nacionais.

 

OPA DE ACCIONISTAS CHINESES À EDP

 

A EDP através do seu Administrador, Eng. Miguel Setas, informou-nos dos dados já conhecidos, e que são do domínio público, nada mais havendo a acrescentar ao já conhecido.

 

Próxima Reunião dia 20.6.18, para abordar o tema da Saúde na EDP e certamente outras matérias do ACT.

 

6.6.18                                                                                                                          A Direcção.

 

--------------------------------------

 

Sobre a mesma reunião plenária do dia 06.06.2018,

vejamos agora a "reacção" de outros parceiros sindicais:

 

Sindel.OPA.png

 

SIEAP.OPA.png

Sinergia.OPA.png

 

Fiequimetal.Opa.png

 

 

Reacçoes.png

 

  (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

Opa.edp.png

 Como não aconteceu o "milagre da CMVM",

aguarda-se que aconteça o "milagre ERSE".

(Fernando Pêgas - 05-06-2018 11:34)

 

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FINALMEMTE UM POUCO DE RESPEITO

(Calçadasntos Santos - 05-06-2018 14:29)

 

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esperamos que os sindicatos defendam os direitos

dos trabalhadores, reformados e pré-reformados

(Fernando Rito - 05-06-2018 15:52)

 

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 Espero que não façam á nossa empresa o que fizeram á PT

(Anibal Pinto - 05-06-2018 21:39)

 

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Não é legal, terá que participar também a

Estrutura Representativa dos Trabalhadores.

(Fernando Manuel Rodrigues - 06-06-2018 22:12)

 

------------------------------------------------------

 

Há na natureza as plantas parasitas

que sobem enroscadas no tronco das árvores

e se alimentam do esforço delas,

também no seio dos trabalhadores,

há aqueles que nada fazem para defender os seus direitos,

mas gostam de auferir os resultados dos que por eles lutam,

são igualmente parasitas no seio dos trabalhadores.

(Americo Castro - 07-06-2018 12:16)

 

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(copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

OPA EDP ACT.png

Está na hora do "resgate" do Anexo VIII

(o da Saúde) do ACT/EDP 2014.

(Fernando Pêgas - 07-06-2018 13:21)

 

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Vá actualizando a informação p.f.

(Fernando Caldas Vieira - 07-06-2018 13:25)

 

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Colega tirar as mão do bolso e não a dormecer

estou com Tigo sempre c poder informar comprimentos

(Nelson Andrade - 07-06-2018 14:05)

 

------------------------------------------------------

 

Está a chegar a hora da discussão do Anexo VIII

(o anexo relativo à saude).

Pois, no proximo dia 20, está prevista a Reunião Plenária,

para o arranque das negociações.

A EDP e as Frentes da CGTP e da UGT "apenas" querem apresentar

propostas de melhoria de um Sistema de Saúde e de uma Gestão da Sãvida

que por "erros de estratégia" está a maltratar cerca de cinquenta mil beneficiários

(entre trabalhadores, reformados, pensionistas e respectivos agregados familiares).

do referido Anexo VII do ACT/EDP.

A actual "representatividade" sindical, com assento na Mesa das Negociações,

não está unida, nem dialoga entre si.

E, que tem vindo a "facilitar" os propósitos dos parceiros patronais.

Com todo este cenario, importa haver a "CORAGEM" da criação

de um movimento cívico em torno de uma "causa" (ou seja, a nossa saúde)

que é transversal a trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP.

E que não se "contente" apenas com propostas de melhoria.

Há que gerar "disponibilidades" para atacar a problemática da "Saúde"

de frente e sem medos ou fobias.

Em suma, está na hora, de o ANEXO VIII DO ACT/EDP

ser simplesmente "RESGATADO" !!

(Fernando Pêgas - 07-06-2018 15:22)

 

------------------------------------------------------

 

Acho oportuno esclarecer que,

a sugestão de criação de um Movimento Cívico,

designadamente com a sua "Força Social"

assente nos Reformados e Pensionistas EDP,

tem a haver com a preocupação resultante do facto

de a Comissão Negociadora EDP (CN/EDP),

muito recentemente

(no ambito da negociação do Subsidio de Estudo para Descendentes),

ter emitido "atestados de menoridade ou de pequenez",

aos parceiros sindicais não outorgantes do ACT/EDP 2014.

Inicialmente, não tinha acreditado,

mas ontem tive a "confirmação"

da enorme falta de respeito pelas "minorias".

(Fernando Pêgas - 07-06-2018 16:05)

 

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------------------------------------------------------

 

(copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

ParaQueSeConste.png

CONTINUA A "MARGINALIZAÇÃO" ... 
dos parceiros sindicais "não outorgantes" (do ACT/EDP 2014)

Depois dos parceiros sindicais, agora foi a vez dos parceiros patronais.

 

Parece que, as únicas propostas válidas,

são as da Frente Energia (CGTP) e da Frente Sindical (UGT).

 

As outras propostas,

as de iniciativa dos Sindicatos Independentes

e/ou dos parceiros sindicais "não outorgantes" (do ACT/EDP 2014)

não são para serem tidas em conta.

Como aconteceu, no ambito da Tabela de Ajudas de Custo.

 

QUE "PAZ SOCIAL" É ESTA ? 
QUE "DIÁLOGO SOCIAL" É ESTE ?

(Fernando Pêgas - 07-06-2018 18:36)

 

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publicado às 12:12


OPA: O que está em causa?

por efepe, em 07.06.18

Fcp.png

 

 No dia 05 de Junho de 2018, o tema da "OPA"

foi abordado através da intranet.edp.

  

OPA: O que está em causa?

A China Three Gorges, maior acionista da EDP, lançou uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a totalidade do capital da elétrica portuguesa. O que está em causa? Nós explicamos.
 
 
 
O que é uma OPA?
 
Uma OPA (Oferta pública de aquisição) é uma oferta de compra lançada sobre uma empresa com o objetivo de comprar uma sociedade cotada em bolsa. Para que seja realizada uma OPA, a mesma tem de preencher determinadas condições impostas por lei e ser autorizada pelas entidades reguladoras. A OPA designa-se de oferta pública, uma vez que é dirigida a todos os acionistas da empresa e anunciada publicamente.
 
 
O que oferece a China Three Gorges?
 

A China Three Gorges oferece uma contrapartida de 3,26 euros por ação, representando um prémio de 4,8%, sobre o preço de fecho anterior à OPA.  A CTG refere ainda o prémio de 10,8% em relação ao preço médio ponderado das ações nos seis meses anteriores à oferta.  

 

É também lançada uma OPA sobre a EDP Renováveis, e, neste caso, a contrapartida oferecida é de 7,33 euros por ação. A OPA à EDP Renováveis fica assim condicionada ao sucesso da OPA à EDP, isto é, condicionada à obtenção de 50% + 1 ação no capital da EDP. 

 

No total, para comprar a totalidade da EDP, a China Three Gorges terá de desembolsar cerca de nove mil milhões de euros.

 
 
A OPA pode falhar? De que depende?
 ​
A internacionalização da EDP, sobretudo da EDP Renováveis, obriga a China Three Gorges a passar por variados processos, para que consiga alcançar com êxito o seu objetivo. 
 
Uma lista extensa de autorizações que é necessário para avançar com a oferta sobre a EDP, o que inclui ultrapassar eventuais restrições regulatórias relacionadas com o quadro comunitário para o setor de energia e, em particular, para as redes elétricas;
 
O preço oferecido pela CTG ser aceite pelos acionistas, sendo que a  EDP considerou, por agora, o preço como baixo.
 
 
 
E se a OPA for bem-sucedida?
 
Se a OPA for bem-sucedida, a CTG promete contribuir para o “desenvolvimento sustentável de longo prazo” da EDP, a qual ficaria a liderar as operações de expansão da CTG na Europa, nas Américas e na Lusofonia. Predispõe-se ainda a entregar alguns ativos seus à EDP, de maneira a reduzir a alavancagem da energética portuguesa e cortar custos.
 
A CTG promete ainda manter a EDP cotada no mercado nacional, como “um ativo estratégico importante, com identidade portuguesa, cotada no Mercado Regulamentado Euronext Lisbon e sedeada em Portugal, preservando um elevado nível de autonomia e os mais altos padrões de corporate governance. Por fim, a CTG afirma que procurará manter uma “política de dividendos estável, não abaixo do que foi divulgado no último plano de negócios” da EDP
 
Na EDP Renováveis poderá não haver grandes mudanças. Se, no caso da EDP, o objetivo é usá-la como plataforma para a expansão internacional do grupo chinês, quanto à Renováveis “não são esperadas quaisquer alterações substanciais relativamente ao negócio e às atividades da sociedade visada”
 
 
A CTG pretende alterar os estatutos da EDP?
 
De acordo com o número três do artigo 14º dos Estatutos da EDP: “Não serão considerados os votos emitidos por um acionista, em nome próprio ou como representante de outro, que excedam 25% da totalidade dos votos correspondentes ao capital social”, o que significa que os votos dos acionistas estão limitados a 25% da totalidade, independentemente do capital que detenham - uma regra que a China Three Gorges quer mudar.
 
No anúncio preliminar da oferta, a CTG faz depender o lançamento da OPA da “alteração dos estatutos da sociedade visada [a EDP], ainda que condicionada ao sucesso da oferta, de forma a remover qualquer limite à contagem de votos emitidos por um só acionista, quer em nome próprio, quer atuando em nome de outro acionista”, ou seja, quer passar a votar com a totalidade do capital que passar a deter com a OPA.
 
 
O que vem a seguir?
 
Para já, o que foi entregue à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) é um anúncio preliminar de lançamento de OPA. A China Three Gorges tem agora até ao final de maio para fazer o pedido de registo desta OPA junto da CMVM, através de um projeto de prospeto. Depois desse momento, a CMVM terá oito dias para conceder ou recusar o pedido, podendo o prazo ser prorrogado caso haja pedidos de informação complementares, o que é habitual acontecer nestes casos.
 
Já a EDP tem um prazo de oito dias após receber o projeto de prospeto para divulgar um documento sobre “a oportunidade e as condições da oferta”. A lei determina que o prazo da oferta pode variar entre duas a dez semanas, devendo este período acontecer mais à frente, tendo em conta a obtenção de todas as autorizações necessárias, de acordo com o que a CTG declara no anúncio preliminar.
 

Sem Título.png

 

Conheça os comunicados feitos pela EDP até ao momento
 
No comunicado enviado no dia 15 de maio à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDP considerou baixo o preço oferecido pela China Three Gorges para adquirir a empresa. 
 
“O Conselho de Administração Executivo considera que o preço oferecido não reflete adequadamente o valor da EDP e que o prémio implícito na oferta é baixo considerando a prática seguida no mercado Europeu das ‘utilities’ nas situações onde existiu aquisição de controlo pelo oferente”, é referido na nota.
 
 
A declaração surge na sequência da Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada na passada sexta feira pela China Three Gorges, na qual propôs uma contrapartida de 3,26 euros por cada ação, o que representa um prémio de 4,82% face ao valor de mercado.
 

Anuncio.png

 

Nota aos Colaboradores

 

Na sequência das notícias dos últimos dias, que falam sobre a eventual aquisição da EDP e EDP Renováveis pela China Three Gorges, António Mexia deixou a seguinte nota a todos os colaboradores.

 

"Caros colaboradores,

 
Como muitos já saberão a China Three Gorges, sociedade que detém 23,3% da EDP – Energias de Portugal, S.A. (EDP), informou a EDP e a CMVM de que irá proceder ao lançamento de uma oferta pública de aquisição (OPA) geral e voluntária sobre as acções representativas do capital social da EDP e de uma OPA geral e obrigatória sobre as acções representativas do capital social da EDP Renováveis, S.A. (EDPR), que se encontram admitidas à negociação no mercado regulamentado do NYSE Euronext Lisbon by Euronext Lisbon.
 
O Conselho de Administração Executivo da EDP e o Conselho de Administração da EDPR irão pronunciar-se sobre a oportunidade e condições destas Ofertas nos respectivos relatórios que deverão ser elaborados no contexto destas OPAs.
 
Neste momento, reitero a importância de nos mantermos focados no nosso trabalho e na execução daquilo que são os objectivos com os quais nos comprometemos, guiados pela excelência que sempre nos caracterizou.
 
Para mais informação poderão consultar os anúncios preliminares publicados que juntamos em anexo. 
 
Iremos naturalmente manter toda a equipa da EDP e da EDPR informada dos desenvolvimentos deste processo
 
Obrigado.
 
António Mexia"

 

 

Reacçoes.png

 

  (copiado da pagina do facebook de Fernando Pegas)

 

 À consideração da CMVM ...

Silencio.png

 (Fernando Pêgas - 02-06-2018 23:49)

 

----------------------------------------------

 

Fernando Pegas o que podemos fazer?

(Rosa Maria Santos - 03-06-2018 08:30)

 

----------------------------------------------

 

Nunca tivemos ajuda!

(Amélia Jordão Viegas - 03-06-2018 09:01)

 

----------------------------------------------

 

E qual a opinião do trabalhador Fernando Pegas?

(Luis Nogueira - 03-06-2018 11:11)

 

----------------------------------------------

 

e do sindicalista?

(João Frazão - 03-06-2018 11:46)

 

----------------------------------------------

 

não basta ser provocador

apresente formas de atuação e de luta

(João Frazão - 03-06-2018 11:47)

 

----------------------------------------------

 

EU AINDA SOU DO TEMPO DOS BELGAS

 (Ventura Carlos - 04-06-2018 18:32)

 

----------------------------------------------

----------------------------------------------

 

À especial atenção de Luis Nogueira e de João Frazão

Sobre a OPA EDP, e a pedido dos mais "distraídos",

reponho as minhas opiniões produzidas nos dias 26 e 27 de Maio de 2018,

no diálogo abaixo, que pode ser encontrado nesta minha pagina.

OPA.FernandoPegas.png

(Fernando Pêgas - 03-06-2018 19:02)

 

----------------------------------------------

 

Não acrescenta nada de novo é só uma opinião,

falar por falar e acusar os outros de estarem quietos

é pura demagogia na minha opinião.

Não vejo os sindicalistas, sindicatos, comissão de trabalhadores fazerem o seu papel

que é o de incentivar, alertar e estimular à tomada de posição e luta para defender

os interesses que são os de todos que trabalham e trabalharam na empresa.

(João Frazão - 03-06-2018 19:12)

 

----------------------------------------------

 

Meu caro João Frazão, no dia 26 de Maio de 2018,

em diálogo com Joaquim Gervasio, emiti a opinião seguinte ...

OPA.FernandoPegas1.png

(Fernando Pêgas - 03-06-2018 19:19)

 

----------------------------------------------

 

Então não acuse os trabalhadores e reformados de nada fazerem,

isoladamente nada podem.

 (João Frazão - 03-06-2018 19:21)

 

----------------------------------------------

 

Poderem podem, só que não é tão eficaz

como as posições colectivas, obviamente

(Fernando Pêgas - 03-06-2018 19:23)

 

----------------------------------------------

 

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