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Se a Companhia de Seguros colocou em causa as Listagens de Associados do Sindel,

 

TAMBÉM É LEGITIMO COLOCAR EM CAUSA

A "REPRESENTATIVIDADE" DO SINDEL.

 

 Será o Sindel "efectivamente" o Sindicato Mais Representativo, como o próprio se "auto-intitula" ?

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Esta questão do "estatuto" de Sindicato Mais Representativo, ganhou enorme relevância com a entrada em vigor do ACT/EDP 2014. Senão vejamos, um exemplo,

 

Na actual Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde  foram "nomeados" dois elementos (na qualidade de Representantes dos Trabalhadores), designados pelos dois Sindicatos Mais Representativos (um em representação da Fiequimetal e um outro em representação do Sindel). Pelo que,

 

A existir uma eventual "fraude" com as Listagens de Associados do Sindel, a mesma "fraude" poderá eventualmente "interferir" com o processo de nomeação dos Representantes de Trabalhadores na Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde, no ambito do ACT/EDP 2014. Porventura,

 

E decorridos que estão quatro anos de vigência do ACT/EDP 2014, acho que seria interessante, uma reavaliação dos Sindicatos Mais Representativos no ambito do Grupo EDP. E, mais concretamente,

 

Quanto à composição dos dois elementos representantes de trabalhadores, na Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde.

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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(Fernando Pêgas - 30-10-2018 10:52)

 

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SIndel?!... muito coisa que ficou por dizer...

Por todos esses factos, agora é que se está a colher o mau sindelicalismo posto em prática. 
Cumprimentos

(Maria Manuela Machado -  30-10-2018 14:40)

 

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Os sindicatos servem muitas vezes como promoção de alguns dirigentes, os associados são em muitos casos meros acessórios. Lamento dize-lo.

(Antonio Calçada -  30-10-2018 17:31)

 

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Não lamentes amigo António Calçada.

Como sói dizer-se: "O pior cego é aquele que não quer ver". E tu não és "cego".

Pelo menos não te tenho como tal.

(Fernando Pêgas -  30-10-2018 18:04)

 

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Maria Manuela Machado, permita-me que lhe diga, com enorme conhecimento de causa, de que o Sindel foi uma GRANDE INSTITUIÇÃO, desde a sua criação até aos primeiros anos deste milénio.

Depois sim, foi-se "degradando" designadamente a partir da Liderança Bicéfala (composta por Angelo Pereira e Rui Miranda) eleita pelos congressistas no ano de 2013.

E, no Congresso de 2017, o Sindel foi entregue de "mão beijada" ao PIOR dos Sindicalistas Profissionais que proliferam no Sindel.

Por fim, é importante que surjam relatos de associados, para colocar a nu, o quão os associados foram "enganados".

(Fernando Pêgas -  30-10-2018 18:16)

 

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Fernando Pegas, fui muitos anos sindilicazada no Sindel, até que tudo descambou, aquilo que parecia ser deixou de o ser. Para mim uma coisa não tem que parecer, tem que ser. 

E muito mais, quando se trata de uma área tão importante, que tem como objetivo a defesa e o seu bem estar da vida profissional dos trabalhadores, que estavam habituados a serem tratados com dignidade, na empresa EDP.
Foram momentos maus, que não quero recordar!...


Se calhar a culpa, no momento não era o Sindel, mas sim, de quem nos representava.
O denominador era comum, lixar, lixar, peço desculpa.
Mas o que lá vai lá vai!...


Só espero, seja o Sindel ou qualquer outra estrutura sindical, saibam dialogar e negociar os direitos e deveres dos seus trabalhadores e também dos seus pensionistas que tanto deram à empresa EDP.


Não sou sindilicazada, como já tive oportunidade de dizer, não por minha decisão mas que me foi imposto e pronto. 
O momento foi de tal maneira frágil, que nem temos a capacidade de agir.
Com outra serenidade provavelmente seria diferente. 
Quem desaparece esquece, diz o velho ditado!...


Desabafos. 
É um prazer falar consigo, caro colega.
Boa noite.

(Maria Manuela Machado -  30-10-2018 14:40)

 

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Para mim o falecido Pato Ribeiro SINDEL era um osso duro de roer, no seio da sua filiação partidária os Administradores/Directores da EDP e outros mais levavam forte e feio dizia-lhes na cara aquilo que ele sentia que estava mal.

Fernando Pegas o mal não reside só no SINDEL, mais à esquerda o desencanto também reside com conhecimento de causa.

Mais não digo

(Emidio Fevereiro -  30-10-2018 19:14)

 

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Meu caro Emídio Fevereiro, quanto ao falecido Pato Ribeiro estamos conversados, e assino por baixo o que acaba de dizer.

Quanto ao Sindel, dir-lhe-ei que, pós-Pato Ribeiro, a organização estrutural MUDOU MUITO. Porque Pato Ribeira era um líder, enquanto os seus sucessores foram "adaptados, às três pancadas" ao lugar de líder.

 

É um facto que o "mal não reside só no Sindel".

Mas, também é um facto, que o SINDEL é o grande causador de todo o actual estado que se vive no Movimento Sindical no ambito do Grupo EDP. E, eu explico porquê ...

 

No tempo do Pato Ribeiro a "Pluralidade" de opinião, o "Contraditório" com a critica construtiva e o "Saber Ouvir" as bases (em Plenários) faziam parte do "cardápio" (natural) do lider.

Depois da morte do lider histórico do Sindel, e devido à "incapacidade" dos lideres "forçados" a serem lideres, a "Pluralidade", o "Contraditório" e o "Saber Ouvir" foram desaparecendo aos poucos

até ao momento de a Liderança Bicéfala (composta por Angelo Pereira e Rui Miranda) do Sindel TEREM DECIDIDO "PER SI" E TAMBÉM "IMPOSTO" ÀS BASES (Delegados Sindicais e Associados) todas as alterações ocorridas no ambito do super-processo negocial que daria origem ao ACT/EDP 2014.

E, que resultaram na enorme Perda de Direitos e Regalias do conhecimento geral.

 

Complementarmente a tudo isto, dir-lhe-ei que, o Sindel "armou-se" em Lider da Negociação atrás referida e conseguiu com a sua "estratégia suícida" aniquilar o seu principal adversario sindical (ou seja, a Frente Energia composta pelos sindicatos afectos à CGTP).

 

Meu caro Emídio Fevereiro espero ter compreendido a razão de o Sindel ser um pouco mais culpado do que os outros.

(Fernando Pêgas -  30-10-2018 22:36)

 

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Meu caro Emídio Fevereiro, com toda a certeza deverá se recordar dos processos eleitorais para a eleição de Delegados Sindicais do Sindel, que se realizavam após a realização dos Congressos, e que davam uma imagem de "grandeza" e de "transparência" da instituição Sindel nos mais variados locais de trabalho do Grupo EDP.

Esta realidade aconteceu no tempo das lideranças de João Pato Ribeiro.

 

Depois, os processos de "eleição" de delegados sindicais deram lugar aos processos de "nomeação" dos delegados sindicais (da confiança dos líderes).

Atrevo-me a dizer que, do actual conjunto de dirigentes sindicais do Sindel, NÃO HÁ NENHUM QUE TIVESSE SIDO "ELEITO" pelos associados.

Este tema da eleição/nomeação dos delegados sindicais, ajudará o amigo Emídio Fevereiro a entender e a perceber as DIFERENÇAS entre João Pato Ribeiro e os outros lideres.

(Fernando Pêgas -  30-10-2018 22:48)

 

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 Fernando Pegas Quando falei no Pato Ribeiro disse tudo e delimitei a fronteira entre o antes e o depois, aqui estamos de acordo.

Embora eu tenha sido ao SINDEL nunca deixarei de criticar as minha opções sejam elas de que natureza forem.

(Emidio Fevereiro -  30-10-2018 23:48)

 

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Meu amigo Emídio Fevereiro, no Sindel, sempre disse e apresentei propostas, em conformidade com os meus valores e principios, e sobretudo com consciência politico-sindical.

(Fernando Pêgas -  31-10-2018 00:02)

 

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Se calhar se houver menos sindicatos e os bons sindicalistas se juntarem mas como muitos querem protagonismo não vamos a lado nenhum

(Virgilio Manuel Alves Pereira -  01-11-2018 08:41)

 

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Meu caro Virgilio Maunel Alves Pereira,

MUITA DA "CRISE" DO MOVIMENTO SINDICAL NO GRUPO EDP está "focada" na acção e na influência do actual Secretário Geral do Sindel (António Rui Miranda).

Rui Miranda está "ligado" à "MATANÇA" DO CONTRATO COLECTIVO DO GRUPO EDP (ACT/EDP 2000), bem como à "MATANÇA" DO ESTATUTO UNIFICADO DE PESSOAL (EUP/EDP), conjuntamente com o Ângelo Pereira (ex-Líder do Sindel) e o Daniel Sampaio (ex-Lider da Fiequimetal).

Os dois ultimos ao tomarem a verdadeira consciência da enorme Perda de Direitos e Regalias que provocaram a todos os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP tiveram a "humildade" suficiente para se irem embora do Movimento Sindical do Grupo EDP. O que "ainda" não aconteceu com o "arrogante" Rui Miranda.

E, enquanto Rui Miranda, se mantiver em "cena" será muito dificil o Movimento Sindical no Grupo EDP se "REGENERAR". Toda a gente já se apercebeu disto, menos o Sindel (ou melhor "alguns" dirigentes mais proximos do actual Secretario Geral do Sindel).

(Fernando Pêgas -  01-11-2018 14:20)

 

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publicado às 22:54


Transparência, Precisa-se !!!

por efepe, em 29.10.18

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Os parceiros sindicais ao "não dialogarem" entre si, em torno de uma Estratégia Comum, e em conjunto "não mobilizarem" a CONFIANÇA dos trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP,

  

ESTÃO A "FACILITAR" TUDO ...

O QUE O GRUPO EDP PRETENDA IMPLEMENTAR,

 

em matérias de Recursos Humanos.


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Penso que ... 



URGE "REFERENDAR" O QUE PRETENDEMOS NA ÁREA DA SAÚDE ...

UM OU DOIS ESQUEMAS DE SAÚDE ?

 

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 (copiado da pagina do facebook do grupo fechado EDP)

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Hoje os sindicatos em vez de se preocuparem com os direitos dos trabalhadores no activo reformados e pensionistas, precisam de se impor uns aos outros, o tempo vai passando e o numero de sindicatos aumenta.

Penso que na PSP o numero é superior

(Manuel Baía Patrão - 27-10-2018 19:33)

 

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Mas não é da competência da Comissão de Trabalhadores, a negociação do EUP?

Que raio e que têm a ver os sindicatos com assuntos que sempre foram negociados entre a entidade patronal e trabalhadores?

Tá visto que os sindicatos não tem sensibilidade ( e agora muito menos), para este tipo de negociação, já que permite-lhes fazer cedências para alcançar os seus objetivos.

Isto não é negociar umas centésimas numa qualquer tabela salarial, é bem mais importante do que isso.

(José Dias Simões - 28-10-2018 08:17)

 

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Camarada o EUP foi o documento assinado pelo Ministro das Finanças Sousa Franco e Primeira Ministra Maria Lurdes Pintassilgo em 31/12/1979 e nessa altura a negociação foi feita com a comissão de trabalhadores da EDP, hoje tudo mudou e os sindicalistas actuais, com raras excepções, não conhecem a história desta empresa.

(Manuel Baía Patrão - 28-10-2018 08:50)

 

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Pois eu sei.

E também sei que já não existe Comissão de Trabalhadores na EDP e deram de barato aos sindicatos esta negociação.

É certo que os sindicatos não conhecem a história da empresa, nem estão sensibilizados para a conhecer, porque a matriz sindical não é essa.

(José Dias Simões - 28-10-2018 09:09)

 

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Tem toda a razão José Dias Simões,

quanto à falta de sensibilidade por parte dos sindicatos

para as questões sociais.

 

E a prova disso mesmo, é que os sindicatos em quatro anos (2014 - 2018) ainda não conseguiram fechar um protocolo relativo a matéra de natureza social.

 

Pois, nos mesmos quatro anos, e para além do fecho dos protocolos referentes à Revisão da Tabela Salarial e Cláusulas de Expressão Pecuniária dos anos 2015, 2016, 2017 e 2018, os sindicatos "apenas" fecharam mais dois protocolos (o do aumento das 38 para as 40 horas, em dois locais de trabalho da empresa Tergen, e a posterior redução de 40 para 38 horas, nos mesmos dois locais de trabalho da Tergen.

 

Em resumo, este foi todo o TRABALHO DE CONTRATAÇÃO COLECTIVA (entenda-se começado e terminado) realizado pelos parceiros patronais e pelos parceiros sindicais, nos primeiros quatro anos de vigência do novo ACT/EDP 2014.

MUITO POUCO, diga-se.

(Fernando Pêgas - 29-10-2018 12:05)

 

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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Os sindicatos ao não "partilharem" informação 
com os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP
ESTÃO A PREPARAREM-SE DE NOVO a "esconder" dos interessados
matéria da máxima importância para todos, como é a matéria do Anexo VIII (Saúde).
 
Como o fizeram aquando da Revogação do Estatuto Unificado de Pessoal
e a sua consequente integração no Contrato Colectivo do Grupo EDP.
 
Por exemplo, nas reuniões bilaterais,
foi abordado o tema do "Fundo de Saúde".
E, nenhum sindicato fala (em comunicado) do tema.

 (Fernando Pêgas - 02-11-2018 17:03)

 

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 (copiado da pagina do facebook de EDP iando)

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 (EDP iando - 02-11-2018 17:37)

 

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Mas afinal que fundo é esse que tanto se fala por aqui!?

 (Luis Nogueira - 02-11-2018 17:43)

 

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Também não sei. Mas que gostava de saber, lá isso gostava.

 (EDP iando - 02-11-2018 18:33)

 

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Se foi falado nas bilaterais não foi com todas.

(Joaquim Gervasio - 02-11-2018 19:46)

 

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EDP iando não percebo, sabe que se falou mas não faz ideia o que é?

Mas afinal quem lhe disse que foi falado não explicou?

Ou será que é o "diz que disse" e só para criar ruído!?

  (Luis Nogueira - 02-11-2018 19:52)

 

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Agradecido pelo esclarecimento Joaquim Gervasio.

(EDP iando - 02-11-2018 20:57)

 

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Luis Nogueira, afinal não criei "ruído" nenhum.

O seu amigo de sindicato Joaquim Gervásio esclareceu que o assunto foi falado nas bilaterais, mas não em todas. Assim sendo, confirma-se que a "transparência" anda a ser muito mal tratada.

E que, os "joguinhos do esconde-esconde" vão de novo prejudicar os trabalhadores.

(EDP iando - 02-11-2018 21:28)

 

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EDP iando agradeço que, qundo me citar, não seja incorrecto. o que eu disse foi "se foi falado.  o "SE" é muito importante pois a unica pessoa, se é que é pessoa, que mencionou esse suposto fundo e que teria sido falado em reuniões bilaterais foi o "EDP iando" nã sei qual o proposito de tentar colocar essas palavras na minha boca.
o que eu afirmei foi que na reunião em que participei nada disso foi falado e portanto não sei se existe algo de verdade. estou em crer que não.

(Joaquim Gervasio - 02-11-2018 22:27)

 

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O que Joaquim Gervasio afirmou foi: "Se foi falado nas bilaterais não foi com todas" NÃO INVENTE, SFF.

Acabou de revelar o "domínio" que tem dos processos. Ou seja, NENHUM.

Portanto o "incorrecto" não sou eu.

(EDP iando - 06-11-2018 15:50)

 

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O dominio que tenho é só sobre o que afirmo.

(Joaquim Gervasio - 06-11-2018 16:11)

 

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Com a comissão negociadora de que eu faço parte ninguem falou em nenhum plano de saude que não seja o anexo viii ou anexo ix.

(Joaquim Gervasio - 06-11-2018 16:15)

 

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Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:01


Silenciar é Mentir (1)

por efepe, em 25.10.18

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(EDP iando - 25-10-2018 15:15)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Fernando Pêgas)

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(Fernando Pêgas - 25-10-2018 15:27)

 

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 Sera, ando muito calados andam

(Maria Antonieta Neves - 25-10-2018 15:48)

 

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A divisão sindical levou à divisão dos trabalhadores e desinteresse pela causa laboral favorecendo o patronato.

"Desta não tenho duvidas". 

O silêncio dos sindicatos a que se devem ????

Terão a passar para a clandestinidade ????

(Luys Filipe - 25-10-2018 16:13)

 

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Se houvesse só um sindicato aonde caberia tantos malandros

(Artur José Marques - 25-10-2018 16:20)

 

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Luys Filipe a "divisão dos trabalhadores"

está consagrada no ACT/EDP 2014,

ao ser aceite e assinado pelos parceiros patronais e pelos parceiros sindicais A IMPLEMENTAÇÃO DE DOIS ESQUEMAS DE SAÚDE.

 

Enquanto esta realidade não for "resgatada", é impossivel haver qualquer clima de Paz Social ou qualquer Estratégia Comum entre os parceiros sindicais. Razão pela qual, na minha perspectiva, anda a SILENCIAR OS SINDICATOS. E, em contraponto, anda a incentivar os parceiros patronais a "MALTRATAR" TODOS, quer sejam trabalhadores, quer sejam Reformados e/ou Pensionistas EDP.

(Fernando Pêgas - 25-10-2018 16:25)

 

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Completamente de acordo,

o silêncio é muito preocupante, até entendo que os sindicatos se sintam desamparados. A força do patronato está a crescer e a força laboral a decrescer as manobras são suaves e visam "MALTRATAR TODOS" menos eles como é óbvio.

(Luys Filipe - 25-10-2018 16:44)

 

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Luys Filipe, quanto à questão da passagem à "clandestinidade", direi que o facto de haverem "SINDICALISTAS PROFISSIONAIS" a tempo inteiro nas Direcções Sindicais e, em contraponto, longe da realidade do dia-a-dia do que se passa nos locais de trabalho, é a MELHOR "CLANDESTINIDADE" conhecida no ambito do Grupo EDP.

(Fernando Pêgas - 25-10-2018 16:46)

 

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Direi que o desinteresse dos trabalhadores terá muita culpa no cartório, vi o refeitório da Boavista cheio de trabalhadores de braço no ar e de alguns anos para cá era sempre os mesmos 14.

Louvo a persistência dos delegados tantos os profissionais a tempo inteiros como os outros a morte do interesse por parte dos trabalhadores é que é desconcertante.

(Luys Filipe - 25-10-2018 16:56)

 

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Luys Filipe não posso concordar quando diz "... até entendo que os sindicatos se sintam desamparados". 

Permita-me que lhe recorde que, os ditos sindicatos mais representativos (entenda-se a Frente Energia que congrega os sindicatos filiados na CGTP e a Frente Sindical que congrega os sindicatos da UGT) decidiram per si, com posterior imposição aos trabalhadores, todas as propostas relativas à Revisão do ACT/EDP 2000 + Revogação do EUP/EDP + Integração dos Contratos Individuais no Contrato Colectivo, que daria origem ao ACT/EDP 2014.

Concluio, questionando: QUEM "DESAMPAROU" QUEM ???

(Fernando Pêgas - 25-10-2018 17:21)

 

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Luys Filipe o "desinteresse" e/ou o "afastamento" dos trabalhadores, resulta da FALTA DE MOBILIZAÇÃO da iniciativa das Direcções Sindicais, mas também devido à ENORME FALTA DE COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO entre todas as partes envolvidas e interessadas.

(Fernando Pêgas - 25-10-2018 17:25)

 

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Volto a dizer mas existem sindicatos? Ainda não dei por isso!

O SINDEL ainda está vivo? Deve andar preocupado com outras vidas, desde que alargou a base a outros setores esqueceu- se completamente dos trabalhadores da EDP.

Mas temos que relembrar ao SINDEL que quem o sustenta são os trabalhadores da EDP

(Antonio Calçada - 25-10-2018 17:35)

 

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Fernando Pegas Está a ir de encontro aquilo que penso, sinto e presenciei como diz e muito bem a " Revisão do ACT/EDP 2000 ", e outras fez vir ao de cimo o azeite.

Pena para os ficam depois de nós os nossos filhos e netos.

(Luys Filipe - 25-10-2018 17:36)

 

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O desapoio e informação sindical é total, penso não ser só forma de ser de um em especial.

Levamos muitos anos a construir e consolidar o "ACT 2000" e não só

mas num piscar de olhos tudo tomba.

(Luys Filipe - 25-10-2018 17:45)

 

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Verdade Luys Filipe, os ditos sindicatos mais representativos da CGTP e da UGT "ABANDONARAM" os Reformados e Pensionistas EDP, "NÃO OS OUVINDO" no que diz respeito à Revogação do EUP/EDP e a sua consequente integração no ACT/EDP 2014.

Mas também "ABANDONARAM" os ex-Contratos Individuais, também "NÃO OS OUVINDO" aquando da integração dos Contratos Individuais no Contrato Colectivo.

Com tantos ERROS ESTRATÉGICOS juntos e tão graves, somente poderia estar a acontecer o que está a acontecer e que nos está a conduzir a todos à "MATANÇA" DA CONTRATAÇÃO COLECTIVA no âmbito do Grupo EDP.

(Fernando Pêgas - 25-10-2018 17:50)

  

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Meu caro António Calçada o "DESINVESTIMENTO" do Sindel no Sector de Energia, não é só de agora. Já vem de há muitos anos a esta parte.

Hoje em dia, o Sindel não passa de uma Central Sindical, designadamente, como sendo o somatório de três sindicatos: o Sindel Ambiente + o Sindel Energia + o Sindel Industria.

Com as "autonomias" que conheces melhor do que eu.

(Fernando Pêgas - 25-10-2018 17:58)

 

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Luys Filipe, em meu entender, o pior de tudo é a IMPOSSIBILIDADE DE UMA "ESTRATÉGIA COMUM" entre todos os Sindicatos, a partir do momento em que os "Sindicatos Outorgantes" (do ACT/EDP 2014) abriram uma "guerra desnecessária" com os "Sindicatos que aderiram ao ACT/EDP 2014 por adesão", aquando do processo negocial da Revisão de Tabela Salarial para vigorar no ano de 2016, e que levou à suspensão do referido processo durante duas a três sessões.

E tudo isto, seria ultrapassável, caso todos os Sindicatos acedessem sentar a uma Mesa ...

Mas a "arrogância" dos mais representativos está sendo transformada numa "cegueira" cada vez mais profunda.

(Fernando Pêgas - 25-10-2018 18:16)

 

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Fernando Pegas Este desentendimento ou briga sindicalista já vem de longe e têm-nos prejudicado e muito em todos os aspectos.

Era tema conversa regular com dois Carlos Rodrigues um do SIES outro do Sindel e cedo percebi que este desentendimento nos seria prejudicial e iria ser aproveitado.

Os sindicatos deveriam procurar o entendimento e serem isso " Sindicato " e não uma mão cheia de teimosos e arrogantes de asa ferida.

A teimosia de uns e a falta de "visão" de outros deu no que deu.

(Luys Filipe - 25-10-2018 20:58)

 

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Luys Filipe, quem começou a "briga cobarde" é que tem o dever de fazer as diligencias necessárias para sanar o mesmo "braço de ferro".

E não é com tiques de "autoritarismo" exibidos pelos sindicatos mais representativos que se resolve o problema.

Digo eu.

(Fernando Pêgas - 25-10-2018 21:14)

 

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A propósito; Como é que se encontra o processo de constituição de uma possível Associação de Reformados e Pensionistas da EDP?!

(Nuno Calado Fonseca - 25-10-2018 19:10)

 

Aguardar marcação de escritura notarial.

(Fernando Pêgas - 25-10-2018 21:01)

 

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Já existe uma associação de reformados e pensionistas na EDP que se chama AREP.

Mas se é para tratar e defender os interesses destes a melhor forma penso eu e em falta de melhor opinião é a de um sindicato só para trabalhadores da EDP. Só quem está no ativo pode defender estes interesses.

O maior erro do SINDEL foi ter alagado a sua base de sustentação diga- se sem consultar os associados.

(Antonio Calçada - 25-10-2018 20:08)

 

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Agora que necessitamos do SINDEL este está a tratar de outros assuntos que não os que nos interessam.

(Antonio Calçada - 25-10-2018 20:11)

 

Não concordo que um projecto sindical falido possa ser necessario.

Depois da primeira mentira, toda a verdade vira duvida, como diz o dito popular.

(Fernando Pêgas - 25-10-2018 21:47)

 

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Obrigado, caro Pegas!

E o "graveto" para a mesma? Donde vem? Não és tu e/ou mais alguém que vão ficar desembolsados.

Gostaria de, sobre o assunto, falar pessoalmente contigo.

(Nuno Calado Fonseca - 25-10-2018 ~22:08)

 

Para já, sou eu que estou a avançar com as finanças necessarias.

Ok, podemos conversar. Sabes onde me encontrar.

(Fernando Pêgas - 25-10-2018 22:19)

 

Fernando Pegas Talvez na segunda passe pela Boavista

e então voltaremos a falar. se estiveres de acordo. Obrigado

(Nuno Calado Fonseca - 25-10-2018 ~22:38)

 

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Fernando Pegas qual o papel em relação à arep??

(Chico Felix - 25-10-2018 22:33)

 

Chico Felix Só pode ser "cordialidade" e "parceria".

(Fernando Pêgas - 25-10-2018 23:18)

 

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Caro António Calçada, a AREP não serve para defender ninguém...nem se mete nestes assu

(Jose Manuel Lucas Santos - 25-10-2018 22:39)

(peço desculpa), nem se mete nestes nem em outros assuntos.

Estou a falar com conhecimento de causa. Por isso esqueça a AREP.

(Jose Manuel Lucas Santos - 25-10-2018 22:41)

 

 

Jose Manuel Lucas Santos estou plenamente de acordo contigo.

A missão da AREP não é essa.

(Antonio Calçada - 25-10-2018 22:42)

Jose Manuel Lucas Santos mais uma vez estou de acordo.

(Antonio Calçada - 25-10-2018 22:44)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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 (Fernando Pêgas - 25-10-2018 15:28)

 

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 Todos?

(Cristina Afonso - 25-10-2018 16:14)

 

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SIM TODOS.

Há quanto tempo não se lê um comunicado dos sindicatos ?

O ultimo comunicado de alguns sindicatos, foi o relativo à ultima Reunião Plenária. Depois deste evento, será que nada de "anormal" se passou no Grupo EDP, que não requeresse a intervenção sindical ?

 

Por exemplo, está em curso a denominada "OPA chinesa à EDP". Há quanto tempo não é feito um ponto de situação sobre este evento ?!

E, sobre a mudança de denominação da EDP Distribuição ?

E, sobre as Concessões em Baixa Tensão ?

E .... Sobre os "Maus Tratos Sociais" que o Grupo EDP está a brindar todos os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP ??

 

Perante esta "triste realidade" ...

OS SINDICATOS ANDAM MESMO A "MENTIR" !!!

 (Fernando Pêgas - 25-10-2018 16:38)

 

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A propósito Cristina Afonso, 

está em curso a ronda das Reuniões Bilaterais entre a Comissão Negociadora EDP e as varias Comissoes Negociadoras Sindicais, sobre o Protocolo relativo às Melhorias do Anexo VIII (Saúde).

A questão que se coloca é se tem conhecimento de as "posições iniciais" dos vários Sindicatos terem sido debatidas e/ou discutidas previamente com os principais interessados, que são necessariamente, os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP. Designadamente ...

Depois da "implementação" de Dois Esquemas de Saúde (no ambito do ACT/EDP 2014) "imposta" unilateralmente pela EDP, com o consentimento dos parceiros sindicais (que "outorgaram" aquele Instrumento Regulador de Trabalho).

(Fernando Pêgas - 26-10-2018 11:22)

 

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Pois não sei para onde caminhamos.

(Cristina Afonso - 29-10-2018 16:33)

 

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Ó Cristina Afonso, depois da "morte" do Contrato Colectivo EDP (no ano de 2014), estamos todos a caminhar em "marcha fúnebre" para o "enterro" da Contratação Colectiva no ambito do Grupo EDP.

(Fernando Pêgas - 29-10-2018 17:37)

 

 Verdade !

(Manuel Luis Medeiros - 29-10-2018 20:51)

 

 

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 (copiado do blog Jornal Online 'efepe' / sindical)

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 (copiado da pagina do facebook da Fernando Pêgas)

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VidaSindical1.png

 Curiosa "reacção" de um Anónimo, no blog Jornal Online 'efepe'/sindical, relativamente à temática "Silenciar é Mentir"

(Fernando Pêgas - 26-10-2018 12:34)

 

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As centrais sindicais são orientadas politicamente, também é a minha opinião.

Mas existe sindicalistas no "terreno" honestos e lutadores pelos direitos dos trabalhadores...

não é tudo farinha do mesmo saco.

(Custodio Oliveira - 26-10-2018 12:47)

 

Assino por baixo, amigo Custódio Oliveira.

(Fernando Pêgas - 26-10-2018 12:49)

 

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Não, não é a minha opinião,

é a minha convicção.

Sempre tiveram ligações partidárias e agora mais do que nunca.

Alias, será muito dificil haver uma que não se alie a uma filiação partidaria, uma que seja neutra, que seja coerente e que defenda direitos bem como deveres, com honestidade para com os trabalhadores.

Penso que ai sim, o principio social, democratico e laboral, era defendido.

O mesmo não sucede com UGT's e filiados, nem tão pouco com CGTP's e filiados, estas servem só para promoção individual dos seus representantes. Lamentavélmente.

(PC Azevedo - 26-10-2018 13:11)

 

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Meu caro PC Azevedo, não discordo de todo com a sua convicção.

No entanto, permita-me não ir pelo caminho das "meias palavras", no que diz respeito ao "paralelismo" e/ou às "ligações" entre a politica e o sindicalismo.

 

Se é do conhecimento geral que,

na política, há "tráfico de influências" e/ou "actos de corrupção", teremos que admitir que no movimento sindical e na actividade associada (entenda-se a Contratação Colectiva) também há "tráfico de influências" e/ou "actos de corrupção"E, em consequência, também haverá "JOGO ESCONDIDO" e "JOGO SUJO".

 

E para que se perceba o que é o "Jogo Escondido" e o "Jogo Sujo", darei dois exemplos.

O melhor exemplo de "Jogo Escondido" entre parceiros patronais e parceiros sindicais, é tudo o que se passou no super processo negocial que originou o actual ACT/EDP 2014, e que nos conduziu a todos nós trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP à enorme Perda de Direitos e Regalias com que estamos a "debater-nos" e ainda não satisfeitos, pretendem continuar com o mesmo "Jogo Escondido" para nos penalizarem ainda mais.

Quanto ao exemplo de "Jogo Sujo", e porque já o senti na pele (como sói dizer-se) direi que há um líder sindical (ainda no activo), que "traficou a sua influência" junto de uma determinada "hierarquia" (que por acaso foi "empurrada" para a situação de reforma), no sentido de nos processos de avaliação de desempenho (em três anos consecutivos) NEGATIVAR determinado associado do seu Sindicato.

E, como este, não se calou e recorreu à via judicial, o mesmo lider sindical "disponibilizou-se" a ser Testemunha do lado da referida hierarquia e da empresa, no sentido de testemunhar contra um trabalhador e associado do seu próprio Sindicato.

 

Concluindo, É ISTO QUE VAMOS TENDO NO UNIVERSO DO GRUPO EDP.

(Fernando Pêgas - 26-10-2018 15:08)

 

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Olha a descoberta! Claro que sempre tiveram ligações partidárias, senão ao tempo nem seria possível avançar com as reformas que se fizeram - e bem.

E daí não vinha nenhum mal ao mundo, se na política, e nos respectivos sindicatos, fosse cumprida a regra fundamental da DEMOCRACIA - A alternância democrática!

Mas o poder, a influência, apos um certo tempo, são um bichinho terrível que contamina qualquer criatura.


O manter certas pessoas amplifica os vícios e maleitas ( para não lhe chamar outra coisa ) de que elas padecem, e mesmo que entre uma pessoa nova em estado puro, em menos de um fogacho fica contaminada., e igual aos que por ali parasitam.

Para terminar concordo que agora esses cargos servem só para promoção individual dos seus titulares - e seus protegidos.

(Antonio Moreno - 26-10-2018 15:49)

 

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Meu caro Antonio Moreno, os meus sinceros parabéns pela construção de um "RETRATO FIEL" sobre a actualidade do Movimento Sindical no ambito do Grupo EDP. Em que todos nós, trabalhadores, reformados e pensionistas SOMOS "CULPADOS" E "VÍTIMAS".

 (Fernando Pêgas - 26-10-2018 16:07)

 

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XulosSindicalismo.png

 

  (Fernando Pêgas - 26-10-2018 16:58)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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 Curiosa "reacção" de um Anónimo, no blog Jornal Online 'efepe'/sindical, relativamente à temática "Silenciar é Mentir"

(Fernando Pêgas - 26-10-2018 12:36)

 

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Sabe-se lá o que me custa concordar com esta afirmação.

(Moedas Ribeiro - 26-10-2018 14:23)

 

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Concordo. Muitos interesses e jogadas pelo meio...........

(Francisco Capão - 26-10-2018 20:18)

 

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Dá que pensar

(Anibal Pinto - 26-10-2018 21:12)

 

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Anibal Pinto, dá que pensar, e MUITO.

Há a necessidade imperiosa e urgente de REPENSAR O MOVIMENTO SINDICAL no âmbito do Grupo EDP.

De modo a acabar com a moda actual "de fazer parvos" os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP.

 (Fernando Pêgas - 29-10-2018 15:18)

 

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Poderá ser um caminho a seguir

(Anibal Pinto - 26-10-2018 21:12)

 

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Sim Anibal Pinto

o "Repensar" pressupõe as organizações

representativas de trabalhadores "dialogarem" entre si.

Mas, a disponibilidade das mais representativas para dialogarem com as outras menos representativas é quase nula.

Tendo por base as ultimas tentativas realizadas no inicio do presente ano.

(Fernando Pêgas - 29-10-2018 17:30)

 

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 Será que a coisa está para se dar?
 
(Cristina Afonso - 31-10-2018 11:27)
 
 
 
Um passarinho me disse que FINALMENTE essa Comissão de trabalhadores chamou os Sindicatos para uma reunião conjunta.
Há muito tempo que alguns sindicatos pequenos pediram e foi sempre recusado porque o sindel e fiequimetal, donos da sabedoria toda não autorizaram.
O que está a mudar?
(Cristina Afonso - 31-10-2018 11:36)
 
 
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Cristina Afonso o que mudou, decorre da alteração verificada recentemente na composição da Comissão Negociadora do Sinovae. 
Pois parece que,
 
a Comissão de Trabalhadores do Grupo EDP que foi "esvaziada" das competências negociadoras das matérias de natureza social e que, por "magia", passou a ser "telecomandada" pelo Sindel,
 
reune agora todas as condições necessárias para ser a Entidade Promotora de uma Reunião Conjunta entre todos ou "apenas" com alguns Sindicatos.
 
Aguardemos as cenas dos proximos capitulos.
(Fernando Pêgas - 31-10-2018 11:58)
 
 

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publicado às 22:10

(Esta notícia foi publicada originalmente no jornal Publico -  em 24-10-2018)

 

Acordos de pré-reforma levam EDP ao banco dos réus

Há cinco trabalhadores da EDP que acusam a empresa de não estar a cumprir os acordos de pré-reforma que assinaram em 2014 e de lhes estar a dever dinheiro. Julgamento decorre esta quarta-feira, no Porto.

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publicado às 12:07

fcp.png

 

No final do mês de Julho do corrente ano de 2018, um trabalhador aderente ao Cartão de Refeição da Rede Sodexo, partilhou comigo alguns "desabafos", que achei por bem não guardá-los somente para mim, e suscitei o debate de ideias que pode ser "revisitado" o link seguinte:

https://jornalonlineefepe-sindical.blogs.sapo.pt/cartao-de-refeicao-sodexo-deixou-de-96689

 

 

Datado de domingo passado (21-10-2017 04:07), recebi o correio electronico seguinte:

Sodexo.png

suportado numa noticia da Deco, cujo link é o seguinte: 

https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/noticias/aumento-de-taxas-na-rede-sodexo-limita-uso-do-cartao-de-refeicao#

 

Ora bem,

Em virtude do meu actual "afastamento" da Mesa de Negociações (no âmbito do ACT/EDP 2014), em virtude de uma decisão pessoal tomada muito recentemente, e para que o assunto "não morresse" em mim, achei por bem re-encaminhar aquele correio electronico quer para o representante da Comissão Negociadora da EDP, quer para os representantes das Comissões Negociadoras Sindicais. 

 

Em simultâneo,

Também achei por bem,  divulgar a "mensagem" pelas redes sociais (designadamente, por várias paginas do facebook), na esperança de suscitar mais uma vez o debate de idéias em torno do Cartão de Refeição da Rede Sodexo.

 

 Reacçoes.png

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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Apelo.Comunidade.png

(Fernando Pêgas - 22-10-2018 12:52)

 

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O panelão de amigos diverte-se e enche!

(Antonio Freitas Gouveia - 22-10-2018 13:53)

 

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Sempre a bombar para o mesmo lado

(Anibal Pinto - 23-10-2018 22:05)

 

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A EDP enquanto entidade mentora do uso deste tipo de cartão, deverá procurar solução viável, de forma a que os trabalhadores, utilizadores deste tipo de cartão, possam usufruir do mesmo de forma livre.

(Joaquim Guimarães - 23-10-2018 23:27)

 

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Amigo Joaquim Guimarães, nas tuas palavras, o que importa realçar mesmo, é o facto de ter sido a EDP a "mentora" (unilateral) no incremento da utilização deste tipo de cartões de refeição, sem qualquer auscultação prévia aos trabalhadores ou aos representantes dos trabalhadores, numa empresa ou grupo de empresas, onde há a "cultura democrática" da Contratação Colectiva, há muito tempo.

Tentar "escamotear" a via da Contratação Colectiva, por opção pela via do "Acto de Gestão", É COMO QUE "MALTRATAR" OS TRABALHADORES DO GRUPO EDP.

(Fernando Pêgas - 24-10-2018 00:09)

 

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Só espero que a EDP em conjunto com a Sodexo cheguem a um acordo, de forma a que os estabelecimentos comerciais aceitem pagamentos com os respetivos cartões.

(Joaquim Guimarães - 24-10-2018 01:57)

 

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Meu caro Joaquim Guimarães, mas quer a EDP, quer a Sodexo, estão a negociar "algo" que não lhes pertence (ou seja, o "património" dos trabalhadores do Grupo EDP, relativo ao Subsidio de Refeição), sem qualquer "audição prévia" dos interessados.

 (Fernando Pêgas - 24-10-2018 11:48)

 

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acabem com essa treta dos cartões

 (Cristina Afonso - 24-10-2018 14:31)

 

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A atribuição do cartão de refeição não é imposta pela Empresa.

Há vantagens fiscais para o trabalhador e para a empresa nesta figura.

Qualquer trabalhador pode desisitir ou concordar com a atribuição do cartão de refeição.

Se a Sodexo alterou as regras que, em determinado momento celebrou com a empresa para que gerisse o cartão de refeição, os colaboradores abrangidos devem reportar essa situação a quem de direito, de forma a que a Empresa possa apurar junto da respectiva Entidade o que se está a passar e agir em conformidade.

(Antonio Carlos Dias - 24-10-2018 18:46)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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Apelo.Fernando.png

(Fernando Pêgas - 22-10-2018 12:54)

 

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o meu já foi há tempos

 

(Carlos Marques Pinto - 22-10-2018 14:47)

 

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Caro sr Fernando Pegas relativamente ao cartão refeição.

O que devia estar a questionar é porque motivo esse cartão foi negociado por alguém da EDP e foi inicialmente entregue ao BES (antes do estouro) ?

porque motivo é entregue em regime de exclusividade a uma empresa que não paga qualquer prémio aos trabalhadores (os descontos da lei aplicam-se a qualquer empresa/cartao) ?

Porque motivo o dinheiro dos trabalhadores (esse dinheiro não pertence à EDP) foi negociado por alguem da EDP que nada esclarece sobre os contornos da negociação ?

sindicatos que permitem isso, sem esclarecer as vantagens para os trabalhadores andam a dormir (ou talvez não...).

eu nao tenho cartão !

 

Contas redondas

19,36 M€/ano (8000 trab x 10€ X 22 dias x 11meses)

(Joaquim Prieto Veloso - 22-10-2018 21:09)

 

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Verdade Joaquim Prieto Veloso, às "estórias" que se ouvem por aí, não me admiraria nada, que o "negócio" do Cartão Refeição fosse efectuado por alguém da EDP, em nome dos trabalhadores EDP e à margem da Contratação Colectiva EDP, mas com a "cumplicidade" de um ou outro sindicato dito dos mais representativos.

Este pode ser um dos "retratos" de negócios feitos "contra" os trabalhadores em geral.

(Fernando Pêgas - 23-10-2018 11:34)

 

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Já cancelei o cartão

(Carlos Alberto Silva - 23-10-2018 11:49)

 

Talvez seja a melhor opção.

(Fernando Pêgas - 23-10-2018 13:27)

 

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Cancelem o cartão já. Estão à espera de quê?

Almoços à borla?

(Cristina Afonso - 23-10-2018 14:49)

 

vai com calma que dá redução no IRS.

(Carlos Marques Pinto - 23-10-2018 15:02)

 

 Carlos Marques Pinto Pois, com calma é que eles vão comendo tudo.

Almoços à borla?

 (Cristina Afonso - 24-10-2018 09:50)

 

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 (copiado da pagina do facebook de EDP iando)

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Apelo.edpiando - Cópia.png

(Edp iando - 22-10-2018 12:58)

 

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Vamos já mudar esta porra, o SINOVAE vai atacar já.

(António Matos - 23-10-2018 14:59)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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CartaoRefeiçao.png

O "GRAVE" DA QUESTÃO ...

 

É haver "alguém" em representação do Grupo EDP, a estabelecer "contratos" com empresas gestoras de Cartões de Refeição, tendo como base de negociação, não o dinheiro do Grupo EDP, mas sim o dinheiro dos trabalhadores do Grupo EDP, sem qualquer "autorização" para o efeito.

 (Fernando Pêgas - 24-10-2018 00:39)

 

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Suspendam o cartão!

 (Cristina Afonso - 24-10-2018 09:10)

 

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publicado às 22:42

 fcp.png

  

Na passada sexta feira, dia 19 de Outubro de 2018, chegou a minha vez de participar na sessão nº 21162, do Curso CLEAR TALKS, promovido pela Universidade EDP, em parceria com a Direcção Corporativa dos Recursos Humanos, e para o qual me inscrevi, na sequência do "convite" seguinte

Clear.png

 

Ora bem,

 

Na minha perspectiva, aquele Curso "CLEAR Talks" foi mais uma Sessão de Esclarecimento promovida pelo parceiro patronal sobre matérias do ACT/EDP 2014, designadamente sobre a Mobilidade Interna e/ou a Avaliação de Desempenho, entre outras. Pois, se fossem os parceiros sindicais a tomarem a iniciativa seria designado como Plenário de Trabalhadores.

 

Qualquer iniciativa de "ouvir" o feed-back dos trabalhadores, É SEMPRE DE APLAUDIR e são sempre iniciativas bem vindas. 

 

Razão pela qual, aproveito a oportunidade, para APLAUDIR estas Sessões de Esclarecimentos promovidas pela Universidade EDP, nos super locais de trabalho de Lisboa e do Porto, e mum ou noutro local de trabalho mais populoso. Mas, com um "senão" ...

 

Por pensar, que este tipo de iniciativas - de "ouvir pessoas" - deve ter a maior abrangência possivel de locais de trabalho. Porque a EDP não está implementada "apenas" em Lisboa, Porto, Coimbra ou Sines.

 

Ainda, quanto à "audição" dos Trabalhadores (na qualidade de beneficiários dos direitos e regalias consagrados no Contrato Colectivo de Trabalho do Grupo EDP), o que eu acho estranho, é uma certa "INVERSÃO DE PAPÉIS" dos parceiros patronais e dos parceiros sindicais.

 

Porventura,

 

Importa recordar que, no Grupo EDP, e até a um passado "não muito longíquo", o papel da "audição de trabalhadores" estava reservado às Estruturas Representativas de Trabalhadores / Comissões de Trabalhadores e/ou às Organizações Sindicais através de uma "dinâmica" Acção Sindical, que se foi perdendo lentamente. Devido à INACÇÃO e à INÉRCIA  (das entidades defensoras dos interesses dos trabalhadores), nomeadamente nos ultimos anos da presente década, em que a "audição dos trabalhadores" tem vindo a ser SEGREGADA. 

 

Ora, 

 

A "GRANDE SEGREGAÇÃO" da audição prévia dos trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP aconteceu aquando do super processo negocial, que englobou a Revisão do ACT/EDP 2000, a Revogação do EUP/EDP e a Integração dos Contratos Individuais no Contrato Colectivo da EDP, em que as Direcções das Organizações Sindicais mais representativas (ou sejam, as congregadas na Frente Energia/CGTP e na Frente Sindical/UGT) tomaram "decisões" sem qualquer audição prévia dos Beneficiários daqueles Instrumentos de Regulamentação do Trabalho, e posteriormente, foram a alguns locais de trabalho "imporem" as suas decisões.

 

Em meu entender, foi o fenómeno da "Grande Segregação" que provocou a

"MATANÇA" DO MOVIMENTO SINDICAL

 no âmbito do Grupo EDP !!!

 

São tão evidentes  as "fracturas" do Movimento Sindical no Grupo EDP, que é a própria empresa (o Grupo EDP) a tomar iniciativas de "audição" dos trabalhadores, através de Cursos promovidos pela Universidade EDP em verdadeiras sessões de esclarecimento conduzidas pelos Recursos Humanos.

 

Este tipo de iniciativas, para além de servir para melhorar os fundamentos dos Actos de Gestão do Grupo EDP, em nítida substituição de uma Contratação Colectiva EDP que "emperrou" (ou melhor "colapsou"), também serve para "mostrar" ao Universo de Beneficiários oriundos dos Contratos Individuais (ou seja, o Universo que marcou maior presença nas várias sessões do Curso "CLEAR Talks"), e que desde a sua "integração" no Contrato Colectivo EDP em 2014, tem sido "abandonados" pelas várias Organizações Sindicais, da não necessidade de "sindicalização".

 

Porventura,

 

Por desde a entrada em vigor do actual ACT/EDP 2014, a "FRENTE ENERGIA" (que congrega os sindicatos filiados na CGTP), a "FRENTE SINDICAL" (que congrega os sindicatos filiados na UGT) e os "SINDICATOS INDEPENDENTES", 

 

 "NADA" FIZERAM E/OU "NADA" FAZEM

 

pela defesa dos anseios, aspirações e interesses dos trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP.

 

Reacçoes.png

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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(Fernando Pêgas - 20-10-2018 21:10) 

 

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 Agradeço muito esta, como tantas outras, publicações. Agora sinto que nós, reformados/pensionistas, somos parte da EDP e começamos a ser esclarecidos do que por lá se passa. Pena que as notícias sejam, quase sempre, más.

(Graça Freitas - 21-10-2018 14:53) 

 

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As noticias são quase sempre más, porque o "divórcio" entre as várias Organizações Sindicais e os trabalhadores, reformados e pensionistas CHEGOU A UM PATAMAR nunca imaginado anteriormente. Acredite Graca Freitas, É MUITO PREOCUPANTE o actual estado do Movimento Sindical no Grupo EDP.

(Fernando Pêgas - 21-10-2018 18:44) 

 

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Acredito na TRISTE verdade.

(Graça Freitas - 22-10-2018 00:02) 

 

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Há sindicalistas a tempo inteiro que mais não fazem do que "contar o tempo" que falta para passarem à reforma.

TRISTE REALIDADE mesmo.

(Fernando Pêgas - 22-10-2018 10:46) 

 

mesmo

(José Rodrigues - 22-10-2018 15:11) 

 

já é assim a alguns anos

(José Rodrigues - 22-10-2018 15:12) 

 

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Será que alguém, me pode arranjar um e-mail dos recursos humanos do pessoal que dá apoio aos pré-reformados. Ou em alternativa o telefone.

Muito obrigado

(José Alves Silva - 22-10-2018 22:04) 

 

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Meu caro José Alves Silva, com a reestruturação da área dos Recursos Humanos (cuja tarefas deixaram de ser efectuadas por trabalhadores do Quadro EDP e passaram a serem efectuadas por trabalhadores dos Prestadores de Serviços Externos) não é do conhecimento geral quais as pessoas do Prestador de Serviços que estão adstritas ao APOIO AOS PRÉ-REFORMADOS, REFORMADOS OU PENSIONISTAS EDP:

(Fernando Pêgas - 23-10-2018 11:14) 

 

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Somos tratados como lixo, talvez um dia se lixem...

(Carlos Neves - 23-10-2018 14:26) 

 

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Verdade Carlos Neves.

O índice de "MAUS TRATOS SOCIAIS" no Grupo EDP

atingiu um patamar nunca antes imaginado.

 

E o meu dedo "acusador" vai em primeiro lugar para a "TROIKA" composta pelos Homens de Santo Tirso (que são o Angelo Pereira, na qualidade de ex-lider da Frente Sindical UGT e o Daniel Sampaio, na qualidade de ex-lider da Frente Energia CGTP) e ainda pelo actual Secretario Geral do Sindel, que ao liderarem a "assinatura" do novo ACT/EDP 2014 (sem "audição prévia" dos interessados e sem qualquer esboço de formas de luta de resistência) facilitaram a ENORME E MAIOR PERDA DE DIREITOS E REGALIAS SOCIAIS registada no ambito do Grupo EDP.

 

Estas "feridas" e "fracturas" vão levar muitos anos a cicatrizar.

Mas nos "entretantos" o Grupo EDP "apenas focada" na produção de valor para distribuir aos accionistas, vai desumanizando as relações para com os REFORMADOS E PENSIONISTAS EDP que com o seu "sangue, suor e lagrimas" contribuiram fortemente para a Multinacional que o Grupo EDP é hoje.

(Fernando Pêgas - 23-10-2018 16:16) 

 

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Caro colega Fernando Pegas,

não tenho o prazer de o conhecer

mas vejo atentamente as suas notícias.

 

Infelizmente estamos entregues a oportunistas que começam por olhar para o seu umbigo em detrimento do colectivo.

Nada de novo já vi isto em mais empresas, que tristeza. 

Um abraço

(Carlos Neves - 24-10-2018 13:12) 

 

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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 Clear.SIEAP.png

As sessões de esclarecimento dos Recursos Humanos do Grupo EDP

que de "esclarecimento" tem muito pouco.

(Fernando Pêgas - 26-10-2018 11:58) 

 

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publicado às 20:16

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Em continuação do debate de ideias, sobre a temática: 

GRUPO EDP  - Mais uma "Perda" de Regalias Sociais

 

começado no link ...

GRUPO EDP  - Mais uma "Perda" de Regalias Sociais (I)

 https://jornalonlineefepe-sindical.blogs.sapo.pt/104199.html

 

e continuado no link ...

GRUPO EDP  - Mais uma "Perda" de Regalias Sociais (II)

 https://jornalonlineefepe-sindical.blogs.sapo.pt/grupo-edp-mais-uma-perda-de-regalias-104934

 

Vejamos agora, a continuação dos diálogos havidos

nas redes sociais (nomeadamente no facebook).

 

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

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Apregoa-se uma Empresa Eticamente e Socialmente responsável ou não.

(PC Azevedo - 17-10-2018 14:56)

 

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Meu caro PC Azevedo a responsabilidade ética e social acontece "apenas" no papel.

(Fernando Pêgas - 17-10-2018 15:20)

 

Pois

(PC Azevedo - 17-10-2018 15:44)

 

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Esta resposta, faz-me lembrar um episódio que passei há uns 2/3 anos.

Entrei num local em que colegas de muitos anos depois, pareciam cordeiros numa coisa que mais parece um caal center.

como falo alto e conhecia toda a gente, pois fui quem os integrou das câmaras, na EDP, lá estava na conversa com muitos (mas poucos) quando vi um desconhecido a rondar e que depois me diz que estava a falar alto.

Virei-me, olhei para ele e respondi-lhe que "na casa onde nasci", ninguém me mandava falar baixo.

Ele virou costas e todos e, eram todos, a sorrir, viraram-se para mim e me disseram que era o chefe.

Hoje vou lá, porto-me como sempre me portei com os colegas e nunca mais ninguém me chamou à atenção de que falava alto.

Agora interrogo: será porque só há uma porta de saída?

Que ninguém se meta com o😈, porque pode sair queimado.

Outra destas, passada há muitos anos, estava a ser formada a EDP, fica para depois.

(Jose M Monteiro - 17-10-2018 15:54)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

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VelhoJuvenal.png

(Fernando Pêgas - 18-10-2018 23:26)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

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UGT.png

 

A MINHA REFLEXÃO DE HOJE ...

 

A UGC / UGT agendou para hoje a realização da Conferência "Pessoas com Deficiência. Igualdade de direitos. As mesmas oportunidades"

 

No entanto, a Frente Sindical UGT (liderada pelo Sindel Energia) no âmbito do ACT/EDP 2014, NADA FAZ para combater o Fim do Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes.

 

Concluindo, CURIOSA "HIPOCRISIA" !!!

 (Fernando Pêgas - 19-10-2018 23:59)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

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EmpresaFamiliarmenteResponsavel.png  

No passado dia 12 de Outubro de 2018, na plataforma intranet.edp foi divulgada uma noticia com o titulo 

"SOMOS UMA EMPRESA FAMILIARMENTE RESPONSAVEL".

 
Ora,
 
na perspectiva externa (ou melhor na perspectiva de consumidor de energia electrica fornecida pela EDP) se calhar até estou de acordo com o título "Somos uma Empresa Familiarmente Responsável".
 
Mas,
 
na perspectiva interna (ou melhor na perspectiva de trabalhador EDP), e depois de tomar conhecimento do Fim do Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes, e de outros "maus-tratos" (na perspectiva dos Direitos e das Regalias Sociais), garantidamente estou em desacordo com o título "Somos uma Empresa Familiarmente Responsável",
 
chegando mesmo a questionar se não será uma "FAKE NEW" que ande por aí ... !!!
 (Fernando Pêgas - 20-10-2018 17:19)

 

 

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 (copiado do blog Jornal Online 'efepe' / sindical)

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MarioOliveira.png

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

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Mario Oliveira1.png

 (Fernando Pêgas - 22-10-2018 11:41)

 

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Pois é companheiro, a coisa (o mercado) mói mói e vai enfraquecendo o movimento síndical, a velha máxima que cada um tem o que merece aplica-se aqui, só que há sempre quem seja contemplado sem ter culpa.
Acredito ter sido um erro, mas ao fim de cinquenta e tal anos de sindicalizado, com alguns de delegado fui desamparado quando precisei, a mística desapareceu, restam poucos.

(Moedas Ribeiro - 22-10-2018 13:07)

 

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A nossa desmobilização resultou nisto.

Como será o futuro??

(Manuel Luis Sousa - 27-10-2018 22:24)

 

 

Desculpa Luís não se desmobilizou, acomodou-se, deu como adquirido tudo o que conseguiu e pior ainda deixou que os sindicatos chegassem ao que são hoje, um conjunto de pessoas acomodadas.

(Antonio Calçada - 28-10-2018 11:52)

 

 

Não António Calçada, não há acomodação nenhuma.

Há é a constatação de um conjunto de trabalhadoras e de trabalhadores "impotentes" com tudo de mau que o ACT/EDP 2014 "trouxe" para as suas vidas profissionais e pessoais, e SEM MAIS CONFIANÇA (nos Negociadores Sindicais), e consequentemente, desapoiados, descrentes, desorganizados, e a aguardarem em fila de espera pelo dia que possam sair do Grupo EDP sem mais penalizações.

Tudo isto, porque as pessoas já começaram a entender e a perceber que FUNCIONALMENTE já não existe nenhum Acordo Colectivo de Trabalho no Grupo EDP (por "morte" em 2014).

TRISTE REALIDADE !!

 (Fernando Pêgas - 29-10-2018 00:00)

 

 

Fernando Pegas para mim é muito redutor pensar-se assim há causas mais profundas que importa explorar

(Antonio Calçada - 29-10-2018 18:47)

 

 

As causas mais profundas são os trabalhadores, reformados e pensionistas não terem sido "ouvidos" e, por via disso mesmo, não terem a possibilidade de apresentarem e proporem os seus anseios e interesses.

Em suma o modelo do "triângulo invertido" não foi posto em pratica, tendo as direcções sindicais "imposto" os seus interesses e anseios.

O ERRO ESTÁ AQUI !!!

 (Fernando Pêgas - 29-10-2018 21:02)

 

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António Calçada o que o Moedas Ribeiro diz é verdade só, digo só quem passa por elas quem sofreu na pele sabe a dura realidade do SINDICATO. 2009

na pré reforma desde 2001, sindicalizado, fui durante 10 meses enganado pelo meu sindicato, para o recebimento de um seguro de vida, a resposta era sempre a mesma A seguradora,

até que um dia resolvi telefonar para a seguradora e aí fiquei a saber tudo, as listagens do sindicato não estavam correctas, mais não digo.

Um mês durou o recebimento de um outro seguro de vida feito através do Clube de Pessoal.

Isto é o quê?. Que nome se pode dar?

 Em finais de 2009 escrevi uma cara ao secretário geral do meu sindicato, descrevi tudo o que se passou, anulei a minha filiação, e nem uma linha de resposta.

Recentemente um colega nosso sindicalista durante muitos anos também desabafava o seu desencanto com o sindicalismo.

Seria da UGT, da CGTP nessa não entro era de TODOS.

 (Emidio Fevereiro - 29-10-2018 02:13)

 

 

Emídio Fevereiro Nao tenho dúvidas nenhumas que têm razão, tenho sido uma voz crítica para com os sindicatos.

Tenho observado com muita preocupação o posicionamento dos sindicatos relativamente à defesa dos direitos dos trabalhadores o que na minha opinião não tem feito nada.

(Antonio Calçada - 29-10-2018 13:13)

 

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Os sindicatos querem e lá o dinheiro das cotas!

E resolver o problema dos associados não querem saber é o deixar andar.

 (To Carapuço - 29-10-2018 19:41)

 

Passa tudo por consciência sindical, um sindicato não é uma agência de negócios, os dirigentes são eleitos, a falta de participação dos sócios responsabiliza pouco os eleitos, essa é a situação dos últimos vinte anos, pode ser que apareça nova forma de representatividade.

(Moedas Ribeiro  - 29-10-2018 21:59)

 

Não deixando estar de acordo com o Moedas Ribeiro, direi que é urgente regressar ao modelo do "triangulo invertido" para que as bases possam estar "comprometidas" e "participativas" nas estratégias definidas pelas Direcçções Sindicais.

Está visto que não resulta as Direcções Sindicais "imporem" o que quer que seja às bases, porque estas viram as costas e desmobilizam.

A CONSCIÊNCIA SINDICAL referida pelo Moedas Ribeiro passa pelo que acabo de referir.

 (Fernando Pêgas - 29-10-2018 22:28)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:35

fcp.png

Em continuação do debate de ideias, sobre a temática: 

GRUPO EDP  - Mais uma "Perda" de Regalias Sociais (I)

começado no link ...

 https://jornalonlineefepe-sindical.blogs.sapo.pt/104199.html

 

Vejamos agora, a continuação dos diálogos havidos

nas redes sociais (nomeadamente no facebook).

 

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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Constata-se.png

NO GRUPO EDP,

OS "DESCENDENTES DEFICIENTES"

FORAM ABANDONADOS !!! ...

INCRÍVEL E LAMENTAVEL !!

(Fernando Pêgas - 16-10-2018 18:14)

 

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Mas como é possivel acontecer?

 (Teresa Serra - 16-10-2018 18:36)

 

O "desleixo" das Comissões Negociadoras Sindicais já ultrapassou há muito o limite do razoável.

Simplesmente, não temos "ninguém" que queira e saiba defender os trabalhadores, reformados e pensionistas.

O "DESNORTE" NO MOVIMENTO SINDICAL DO GRUPO EDP É COMPLETO E GRANDE.

(Fernando Pêgas - 16-10-2018 18:37)

 

 Fernando Pegas Sim mas não existem outros serviços , que ajudem a repor isto?

Lembro que a Empresa até introduziu melhorias nos Campos de Ferias para receber jovens com deficiência.

Quantas situações haverá ?

 (Teresa Serra - 16-10-2018 18:46)

 

Há sempre a hipotese de repor.

Bastam as partes estarem de boa fé e tomarem iniciativas tendentes ao DIÁLOGO SOCIAL.

Porque como diz o velho ditado, "é a conversar que a gente se entende".

Se não houver diálogo, não há conversa.

E não havendo conversa, não pode haver entendimento.

(Fernando Pêgas - 16-10-2018 20:52)

 

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Mas é esta Empresa que se diz amiga das familias?

E que tanto falam em conciliação ?

 (Teresa Serra - 16-10-2018 18:38)

 

Teresa Serra ha ja alguns anos, que a consolidacao era so conversa , os chefes nao interpertam a palavra da mesma maneira

(Maria Antonieta Neves - 16-10-2018 20:37)

 

 
desculpem, queria dizer conciliacao, retifico
(Maria Antonieta Neves - 16-10-2018 20:38)
 
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Cada vez perdemos mais, nos funcionarios publicos so se fala em aumentos, nos nem a ferros
(Maria Antonieta Neves - 16-10-2018 18:47)
 
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Que grande desumanidade, estas são as familias que mais precisam de apoio, têm um problema para a vida.
 (Teresa Serra - 16-10-2018 18:53)
 
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Verdade Teresa Serra.
O complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes não é um "complemento qualquer".
E cabe, aos parceiros patronais e sindicais, dialogarem e NÃO SE SILENCIAREM e/ou FUGIREM AO DIÁLOGO.
(Fernando Pêgas - 16-10-2018 20:56)
 
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Não se pode aceitar. Um custo que não deve ser minimamente significativo para a Empresa.
(Graça Freitas - 16-10-2018 21:10)
 
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A edp.tem dinheiro.para subsidiar corridas para concertos a volta à Portugal e outras tantas coisas para retirar direitos aos trabalhadores e seus familiares é só cortar encher os bolsos aos presidentes acionistas chineses para isso já existe dinheiro os sindicatos nada fazem sabem porquê porque os sindicatos andam a fazer que negoceiam com.empresa e é tudo uma aldrabice
(Isabel Moura Araujo - 17-10-2018 00:31)
 
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Aproveito para mandar um.beijinho a Dra Teresa Serra
uma senhora de grande valor humana ela o Eng Rocha e Silva duas pessoas de coração grande
(Isabel Moura Araujo - 17-10-2018 00:36)
 
 
Muito obrigada Isabel .
Cumpriamos a nossa obrigação, tenho saudades do Sr eng Rocha e Silva, com quem sempre me entendi bem.
Era sempre sinpatico comigo , sempre que precisei em termos proficionais , contei com ele bjs
(Teresa Serra - 17-10-2018 15:41)
 
Teresa Serra com 40 anos de empresa que tenho conheci muitas pessoas e posso dizer que o Eng Rocha e Silva é uma pessoa inteligente um homem sem vaidade homem humilde e com um grande com um grande coração traído por muitos que ele lhe deu a mão.um homem como o Eng Rocha e Silva fez muita falta na empresa.sei que ele teve cargos superiores fora da edp.pela parte que me toca desejo que ele viva com muita saúde muitos anos.
 
Sobre a Dra Teresa Serra conheço e sei também que era uma pessoa com o coração grande são pessoas como vocês que faziam toda a diferença numa empresa que por vezes tem de lutar e olhar para os mais desfavorecidos dentro da própria empresa desejo que tenham muita saúde e longos anos. E muito obrigado pelas pessoas que são beijinhos
(Isabel Moura Araujo - 17-10-2018 16:23)
 
Isabel Moura Araujo .beijinhos obrigada, muita saude para si
(Teresa Serra - 17-10-2018 16:41)
 
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Assim, vai desaparecendo a EDP.
(Mario Andrade Caravana - 17-10-2018 17:50)
 
Verdade amigo Mario Andrade Caravana.
A actual EDP não é nada da EDP dos anos setenta ou oitenta, e mesmo noventa.
(Fernando Pêgas - 17-10-2018 21:53)
 
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E alguns que la estão e podiam fazer alguma coisa calam se como lhes convem
(Teresa Serra - 17-10-2018 18:33)
 
 
 Teresa Serra os que estão na EDP estão "divididos" em dois universos: O universo dos beneficiarios oriundos do ex-Contrato Colectivo 2000 (ainda com espirito colectivista, mas cada vez menos) e os beneficiarios oriundos de ex-contratos individuais (com espirito individualista e em crescendo).
 
Esta "divisão" surgiu com o ultimo processo negocial dos varios Instrumentos de Regulamentação do Trabalho que deram origem ao ACT/EDP 2014 em vigor.
(Fernando Pêgas - 17-10-2018 22:00)
 
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Tenho uma situação destas e contactei o Sindel....estou á espera que me digam alguma coisa, desde o principio do mês.
(Zeferino Valério - 17-10-2018 21:50)
 
Caro Zeferino Valerio pode esperar "sentado".
Não é o unico que espera por resposta de um parceiro sindical que simplesmente mantem o silencio sobre o assunto.
 
Aliás, o Sindel é um dos parceiros sindicais "mais culpado" de o Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes estar no seu fim.
(Fernando Pêgas - 17-10-2018 22:10)
 
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Em tempos longínquos , tambem se quiz fazer essa coisa horrivel, mas o Sr Eng. CAIADO FORTE não deixou, veja la o tempo que tal conceito tem.
 
É mesmo para dividir são outros tempos, novas ideias e novas teorias de gestão.
E quem tem estas ideias e teorias é considerado competente, mas esquecem a importancia do clima criado entre trabalhadores
(Teresa Serra - 17-10-2018 23:36)
 
 
 
A "DIVISÃO" REGULAMENTADA (no ACT/EDP) conduziu à INÉRCIA INSTALADA no seio dos trabalhadores no activo.
 
E, o "desnorte" sindical está a facilitar os MAUS TRATOS com que a empresa está a brindar todos os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP. E ninguém se revolta.
(Fernando Pêgas - 18-10-2018 00:13)
 
 
 
Teresa Serra É verdade Dra.
Estes são outros tempos que nos fazem ser como alguns nos intitulam de "saudosistas "..
Outros gestores e outras formas de gerir.
Lembro-me bem do "jeito" do sr eng. Caiado Forte.
(Maria Manuela Lima - 18-10-2018 21:36)
 
 
 
O Engº Caiado Forte foi o Director de Recursos Humanos que me recebeu na EDP (nas instalações da Av. Defensores de Chaves, em Lisboa), no meu primeiro dia útil de trabalho (em Setembro de 1980), na então Electricidade de Portugal - Empresa Pública.
 
Há uma "mensagem" do Engº Caiado Forte, nesse primeiro dia de trabalho, que gravei para o todo o sempre.
(Fernando Pêgas - 18-10-2018 21:50)
 
 
 
Fernando Pegas O Sr eng Caiado Forte era o Diretor Geral da DOEX, o Hoem com mior poder na Empresa.
NA altura tinha a PH , PT e a actual REN e os serviços de apoio eu esteva nos Recursos Humanos, era uma pessoa maravilhosa com quem se aprendia muito ja faieceu infelizmente
(Teresa Serra - 18-10-2018 21:56)
 
 
 
Teresa Serra sim, sim, era o Director Geral, perdão pelo lapso.
(Fernando Pêgas - 18-10-2018 21:59)
 
 
 
Teresa Serra Contactava com ele como Director Geral quando eu secretariava o sr. Eng. Catela Rolla.
Um grande Homem. Tanto ele como o sr eng. Catela Rolla e outros que recordo com saudade já faleceram.
(Maria Manuela Lima - 18-10-2018 22:00)
 
 
 
Maria Manuela Lima, o Engº Catela Rola era o Director da Produção Hidraulica, quando vindo transferido de Lisboa, me apresentei no primeiro dia util do ano de 1982, nas instalações do Largo Dr. Tito Fontes 15 na cidade do Porto.
(Fernando Pêgas - 18-10-2018 22:04)
 
 
Fernando Pegas Então passou por mim 😂
(Maria Manuela Lima - 18-10-2018 22:06)
 
 
 
(Fernando Pêgas - 18-10-2018 22:07)
 
 
 
Ainda gostava de um dia ter a possibilidade de ver a minha ficha de trabalhadora com todo o meu percurso desde 1968 a iniciar na ETP e a terminar em 2003.
Há siglas de que não me recordo nem as datas e as categorias que eu tinha .... 😁.
"Saudosismos " e curiosidade.
(Maria Manuela Lima - 18-10-2018 22:13)
 
 
 
Minha boa amiga Maria Manuela Lima, tenho sérias dúvidas, que consiga satisfazer esses seus "saudosismos".
Pois, em termos de suporte de papel, se a sua ficha de trabalhadora ainda existir, deverá andar pelas "entranhas" do Arquivo de Crestuma no antigo Laboratório de Betões.
(Fernando Pêgas - 18-10-2018 22:23)
 
 
 
Fernando Pegas Pois recordo que a determinada altura levaram tudo para Crestuma..e depois creio que muito desse arquivo foi destruído, antes da era da digitalização..
(Maria Manuela Lima - 18-10-2018 22:24)
 
 
 
Verdade Maria Manuela Lima. Daí o ter "sérias dúvidas", como refiro atrás.
(Fernando Pêgas - 18-10-2018 22:25)
 
 
Fernando Pegas Mas também não vou tentar 😀.
Há coisas que morreram na minha vida profissional e períodos de tempo que foram apagados.
Há no entanto outros (a maioria) que recordo com muita alegria, orgulho e por que não, saudade..
Saudade é um sentimento bem português.
(Maria Manuela Lima - 18-10-2018 22:29)
 
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E inacreditável a passividade da comissão de trabalhadores e sindicatos sobre este assunto.
Nunca pensei ver a EDP tão desumanizada parece que só interessa apoiar as coisas que dão impacto na televisão como cultura, corridas etc.,
Que tristeza ver a empresa onde trabalhei 40 anos apoiar mais os outros e esquecendo quem ajuda a empresa a seguir em frente os trabalhadores.
(Isabel Cruz - 18-10-2018 22:05)
 
 
Isabel Cruz a Comissão de Trabalhadores EDP já não faz parte das "contas deste rosário" desde o ano de 2014, devido à integração das matérias do "revogado" EUP/EDP no actual Contrato Colectivo EDP (ACT/EDP 2014).
 
AGORA, as "contas" terão de ser pedidas às Comissões Negociadoras Sindicais que "outorgaram" o ACT/EDP 2014.
(Fernando Pêgas - 18-10-2018 22:12)
 
 
Infelizmente parece que as pessoas que estão nos sindicatos só têm interesse pessoais e esquecem o resto
(Isabel Cruz - 18-10-2018 22:15)
 
 
Em absoluta concordância com Isabel Cruz.
(Graça Freitas - 18-10-2018 22:16)
 
 
Desculpem mas dentro da Empresa ha pessoas com conhecimentos tecnicos, capazes de fazer estudo sobre a materia e fazer propostas assim o queiram ou então os tempos são outros e não as deixam ter iniciativas
(Teresa Serra - 19-10-2018 13:05)
 
 
Os comentários foram dirigidos aos dirigentes sindicais, na sua maioria.
(Graça Freitas - 19-10-2018 20:01)
 
 
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Comentário de Manuel Cardoso,
que seria eliminado posteriormente.
 
 
Cuidado Manuel Cardoso, quando lança a suspeição de "suborno" sobre os sindicalistas em geral. Porque os sindicalistas não são todos iguais.
 
Se é certo que maioritariamente os "sindicalistas EDP" andam no Sindicalismo somente para se "servirem" dos sindicatos, outros sindicalistas EDP há que andam no Sindicalismo por gosto, por missão e/ou por vocação. Sendo certo que estes são em reduzido número.
 
Mas, não deixa ser INJURIOSO e OFENSIVO esse tipo de suspeições que o Manuel Cardoso lança, sem provar nada. Razão pela qual. e na qualidade de Sindicalista EDP (por missao e vocação) me sinto INJURIADO E OFENDIDO.
(Fernando Pêgas - 19-10-2018 10:40)
 
 
Concordo consigo.
Peço desculpa por generalizar.
(Manuel Cardoso - 19-10-2018 11:30)
 
 
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Fernando Pegas sim realmente estou de acordo
uns andam com amor à camisola prejudicando por vezes a vida familiar
e outros andam lá para ter umas tardes livres
e outros julgam por andarem no sindicato que sobem de carreira mais rápido.
(Antonio Silva - 19-10-2018 14:25)
 
 
Verdade Antonio Silva. E DEPOIS ...
vem as consequências "por causa de uns (dos maus sindicalistas) pagarem os outros (os bons sindicalistas).
 
 
Com as inerentes "injustiças" associadas, por força de uma "generalização" cega do lado do patronato, que habitualmente BENEFICIA os "sindicalistas profissionais" (entenda-se os sindicalistas a tempo inteiro) e "PERSEGUE" os "sindicalistas por paixão" (entenda-se aqueles sindicalistas que estão no seu local de trabalho e que "por paixão" vão intervir sindicalmente quando é necessário, ausentando-se "pontualmente" do serviço).
 
O melhor exemplo que há, para a "cegueira patronal" (na EDP), é aquando da Avaliação de Desempenho.
 
Enquanto os sindicalistas a tempo inteiro são avaliados pela Média do Departamento aonde estão inseridos na organização da EDP, os sindicalistas que se ausentam "pontualmente" do serviço (como é o meu caso) são "NEGATIVADOS" (porque é necessário haver "maus" trabalhadores em cada um dos Departamentos, para garantir determinadas médias de pontuações).
 
Estas são realidades "desconhecidas" da grande maioria dos trabalhadores EDP.
(Fernando Pêgas - 19-10-2018 16:56)
 
 
Fernando Pegas é isso mesmo
eu pertenci á higiene e segurança em loures não é como ser delegado sindical
mas sei o que se ouve por um e por um e por outros é preciso mesmo gostar porque muitos colegas por vezes não merecem o sacrificio que se faz
dou lhe os meus parabéns.
(Antonio Silva - 19-10-2018 20:13)
 
 
Agradecido Antonio Silva
(Fernando Pêgas - 19-10-2018 22:48)
 
 
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Tive a Honra de conviver profissionalmente com Homens que, quer nas Comissões de Trabalhadores, quer nas Comissões Sindicais, das estruturas das nossas antigas empresas, deram todo o seu empenho e dedicação, em prol dos direitos dos trabalhadores e talvez com prejuízos familiares e se calhar profissionais.
 
Outros, poucos, se aproveitaram dessa condição para outros objectivos...
Tornaram-se profissionais das Centrais Sindicais e do Partido em que militavam ou ainda militam.
Ainda hoje, os vemos nas televisões e na mesa das negociações mas, a defender outras causas que não são propriamente as dos colegas da EDP.
Quem sabe, um dia chegarão a um lugar de topo no partido ou na sua central sindical.
E qual foi o ponto de partida?
A EDP, sem dúvida.
 
Um bem haja aos que dignificaram as CT e os sindicatos da EDP.
(Maria Manuela Lima - 19-10-2018 18:37)
 
 
É isso mesmo.
(Antonio Silva - 19-10-2018 19:10)
 
 
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Sim foram eles que fizeram o EUP, um belissimo documento consignando os beneficios e que muito me ajudou no meu trabalho, e que deveria continuar a ser trabalhado e atualizado .
Tal não aconteceu .
(Teresa Serra - 19-10-2018 18:51)
 
 
Teresa Serra É verdade Dra..Infelizmente para "desgraça " de todos nós .
(Maria Manuela Lima - 19-10-2018 18:59)
 

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

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 Constata-se.png

NO GRUPO EDP,

OS "DESCENDENTES DEFICIENTES"

FORAM ABANDONADOS !!! ...

INCRÍVEL E LAMENTAVEL !!

(Fernando Pêgas - 16-10-2018 18:15)

 

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Simplesmente lamentavel

(João Ribeiro - 16-10-2018 18:17)

 

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O "desleixo" das Comissões Negociadoras Sindicais já ultrapassou há muito o limite do razoável.

Simplesmente, não temos "ninguém" que queira e saiba defender os trabalhadores, reformados e pensionistas.

O "DESNORTE" NO MOVIMENTO SINDICAL DO GRUPO EDP É COMPLETO E GRANDE.

(Fernando Pêgas - 16-10-2018 18:36)

 

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É lamentável o que se está a passar na E.D.P

mas já era de esperar logo que foi vendida a China

tinha que haver lucros em alta

(Ferraz Manuel - 16-10-2018 20:37)

 

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Profundamente lamentável.

(Graça Freitas - 16-10-2018 20:46)

 

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Aos poucos e poucos, de mansinho, eles vão comendo tudo e não nos vão deixar nada,

têm duvidas ou pagam para ver, 2020 no virar da década muita coisa vai "birar"

(Emidio Fevereiro - 16-10-2018 21:41)

 

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Só peço a Deus que nenhum dos intervenientes neste processo nao tenha/venha a ter filho/neto com este problema. É de lamentar que a edp tenha chegado a este e outros pontos. No que diz respeito aos sindicatos esqueçam.......

(Joaquim Pereira Silva - 16-10-2018 22:08)

 

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Meus caros, não é lamentável, é sim O VALOR PARA O ACIONISTA.

Só falta perceber qual ou quais.

(PC Azevedo - 17-10-2018 08:48)

 

Já num outro post tinha reportado tal, que me sucedeu a mim (Filha) e que reclamei.

(PC Azevedo - 17-10-2018 08:48)

 

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O povo não é sereno, é mesmo manso…...

(Carlos Neves - 17-10-2018 14:30)

 

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Caro Carlos Neves, não se tratar de ser sereno, ou manso, como diz (escreve), mas sim, evitar uma situação que nem todos estão disposto a lutar sozinhos, ou sós, visto que ao nível sindical, não funciona nem representam.

(PC Azevedo - 17-10-2018 14:53)

 

Os casos vão se dando de forma isolada.

Já agora sabe para que serve o telefone RH?

Eu digo-lhe, para responder as nossas questões, sem que sejam comprometidos, porque você escreve, mas a resposta vem por telefone ou telemóvel, curioso, não acha.

(PC Azevedo - 17-10-2018 14:55)

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:14

fcp.png

 

Hoje fui "surpreendido" com o conhecimento, de que o Grupo EDP está a TERMINAR "UNILATERALMENTE" com a "Regalia Social" do Subsidio Mensal Vitalício para DESCENDENTES DEFICIENTES.

 

Senão vejamos, um caso concreto:

Deficiencia.png

 Este é um bom (mau) exemplo, de como o Grupo EDP se tornou "altamente" INSENSÍVEL (socialmente falando) para com os seus colaboradores, reformados e pensionistas, e nomeadamente para os DESCENDENTES DEFICIENTES (neste caso concreto),

 

quando para o exterior da empresa, o Grupo EDP vem se "vangloriando" nos meios de comunicação social, de ser uma EMPRESA "ALTAMENTE SENSÍVEL" (outra vez, socialmente falando) para com determinadas populações da geografia de Portugal.

 

Em suma, nem a 

"DEFICIÊNCIA"

 

faz parar o Grupo EDP, na sua irredutível vontade de MALTRATAR TODOS AQUELES que contribuiram para a construção da EDP MULTINACIONAL que é hoje.

 

 

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Portaria160a.png

 

 

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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(Fernando Pêgas - 08-10-2018 13:49)

 

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Boa tarde, trata-se de mais um Complemento definido no ex-EUP e que tem transitado para os ACT.

Como referido, todos os Complementos atribuidos pela Empresa, estão dependentes dos valores atribuídos pela Segurança Social, para depois ser calculado o valor a pagar ao colaborador, pré reformado, reformado ou pensionista.

Desta forma, questiono porque razão os sindicatos nunca quiseram mexer na fórmula de cálculo deste e doutros complementos em que mantém o valor da BR 06 para apuramento dos mesmos?

Mais uma prova que não é a empresa que "corta" regalias, mas sim a falta de visão e interesse dos Sindicatos....

Cumprimentos

(Antonio Carlos Dias . 08-10-2018 18:17)

 

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Verdade Antonio Carlos Dias.

A falta de visão da Comissão de Trabalhadores da EDP (até 2014) e dos Sindicatos (a partir de 2014), designadamente para as matérias de natureza social, que estavam reguladas no Estatuto Unificado de Pessoal (antes de 2014) e que por efeito da "revogação" daquele EUP/EDP seriam "integradas" no ACT/EDP 2014,

AO "NÃO REVEREM" OS VALORES DO SUBSÍDIO EM QUESTÃO, permitiram que os aumentos da Segurança Social "ABSORVESSEM" o Complemento atribuído pela empresa, ANULANDO-SE ESTE ANO o referido Subsidio Mensal Vitalicio para os Descendentes Deficientes.

Simplesmente, LAMENTÁVEL. Mas, também MUITO "REVOLTANTE" tratando-se de quem se trata (ou seja, de Descendentes Deficientes).

(Fernando Pêgas - 08-10-2018 18:32)

 

Inadmissível.

(Graça Freitas - 09-10-2018 20:54)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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Mas, ainda não há uma "comunicação oficial" sobre a matéria.

(Fernando Pêgas - 09-10-2018 13:42)

 

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Pois, era algo esperado, que tal sucede-se.

Porque?

Esse complemento do Subsidio de Descendentes, era algo que já vinha da extinta CRGE e que alguém, aquando da integração de todos os ex-CRGE's, na Segurança Social, garantiram que esse e outros direitos se manteriam, não só por parte da Empresa, como dos Sindicatos.

Eis o resultado.

Faz lembrar um tal de um Hospital da Cruz Vermelha, algures ali para Alcântara, Um Hospital que era da CRGE e que foi por inerência anexado a Empresa e depois, sim e depois é o que se tem visto e o que se vai ver ainda mais, lamentavelmente.

 (PC Azevedo - 09-10-2018 15:39)

 

 

Assim falo, por também sou pai de uma criança com TRI XXI, para quem não sabe e em gíria antiga, mongoloide.

 (PC Azevedo - 09-10-2018 15:40)

 

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Quem leva o assunto lá?

(Cristina Afonso - 09-10-2018 16:12)

 

Eu sei, que a Comissão Negociadora do Grupo EDP e as Comissões Negociadoras Sindicais, já têem conhecimento da situação.

(Fernando Pêgas - 09-10-2018 17:47)

 

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Ninguém leva nada lá, e tal é visível pelos resultados.

Basta verificar os emails dos sindicatos com as suas missivas, pouco esclarecedoras das posições que os seus negociadores tiveram. Negociam vantagens próprias e não comuns a todos os trabalhadores. Como remate aludem a um " Sindicaliza-te"

 (PC Azevedo - 09-10-2018 16:54)

 

Verdade PC Azevedo. Subscrevo por baixo.

(Fernando Pêgas - 09-10-2018 17:56)

 

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E achas que isso é de agora???

(Fernando Castro - 09-10-2018 17:40)

 

Nunca foi de agora, mas sim de a muito tempo, desde o inicio da privatização

(PC Azevedo - 09-10-2018 17:49)

 

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Cada vez percebo menos!

Fazia parte do ACT/EDP, certo?!

E é assim que se retiram direitos consagrados?!

Onde vamos parar?!?!

(Graça Freitas - 09-10-2018 20:41)

 

Graca Freitas, será importante saber o que está estipulado no Act sobre esta matéria.

Culpar a empresa é fácil, mas é importante que venha ao conhecimento de todos a inércia dos sindicatos e das comissões de trabalhadores ao longo dos anos sobre esta matéria e outras que abordam o pagamento de complementos.

Não sou defensor da empresa, mas alguém que viveu e sentiu estes temas por dentro.

(Antonio Carlos Dias - 09-10-2018 23:31)

 

 

O bom senso a imperar como sempre Antonio Carlos Dias

(Fernando Pegas - 10-10-2018 00:48)

 

 

E coloco em relevo a referência que fazes à INERCIA de quem nos devia representar e defender, e que não nos defende, nem representa.

Razão pela qual, e cada vez mais me convenço da importancia deste espaço, e outros similares, onde a informação pelo menos vai circulando.

(Fernando Pegas - 10-10-2018 00:54)

 

 

António Carlos Dias O acto é da Empresa e a inércia é dos Sindicatos e Comissão de Trabalhadores. Pergunto de novo, onde vamos parar?!

(Graça Freitas - 10-10-2018 21:02)

 

 

Graca Freitas, neste momento só os Sindicatos que representam os trabalhadores podem responder. Mas, pelo andar da carruagem, vejo um presente e futuro muito nublado....

(Antonio Carlos Dias - 10-10-2018 21:08)

 

 

António Carlos Dias , na verdade é preocupante. Acredito na plataforma criada pelo colega Fernando Pegas.

(Graça Freitas - 10-10-2018 21:10)

 

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A E. D.P já bem a muito tempo a tentar retirar muitos direitos que tínhamos e nós trabalhadores fomos adormecendo até que eles bom vencendo para nosso espanto enfim e isto que eles querem.

(Ferraz Manuel - 09-10-2018 21:34)

 

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Mais uma que vai para a gaveta.

(Jose Pinheiro - 09-10-2018 22:54)

 

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Em 2020 veremos o que vai ficar de subsídios já aqui escrevi que algures ouvi dizer que pessoal do quadro acaba ver para crer e onde isto acontecerá por exemplo na SÃVIDA outros locais quais

(Emidio Fevereiro - 10-10-2018 01:06)

 

Meu caro Emídio Fevereiro, penso que não é preciso esperar pelo ano de 2020, para constatar que as relações humanas e solidárias nos Universos de Beneficiários do ACT/EDP, JÁ MUDARAM.

E tendem a "piorar" a cada dia que passa, porque os principios e/ou os valores que norteiam a SOLIDARIEDADE, e que deveriam fazer parte integrante do "perfil" dos nossos Representantes de Trabalhadores, já vão permitindo o "branqueamento" de Direitos e Regalias.

(Fernando Pegas - 10-10-2018 01:27)

 

Tudo o que é ACT2000, é para colocar fora da empresa, claro estás, excepto Quadros.

Faça-se as contas da seguinte forma, com o vosso ordenado líquido ou ilíquido, quantos FLEX a empresa coloca?

Afinal, o objetivo claro, é o Valor para o Accionista, sendo que tudo vale para tal.

(PC Azevedo - 10-10-2018 09:07)

 

Caro PC Azevedo, tudo p que acabas de dizer é verdade. E essa tua "verdade" insere-se na estratégia empresarial do Grupo EDP.

Mas, quanto a Direitos e Regalias "compete" aos trabalhadores, reformados e pensionistas (de preferência "organizados") defende-los por todos os meios ao seu alcance, incluindo a resistência.

Porque as lutas entre o Capital e o Trabalho sempre existiram, existem e existirão.

(Fernando Pegas - 11-10-2018 01:19)

 

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Ai que coisa!

A malta não se mexe porquê? está tudo à espera que outros façam?

se cada um de nós não der um empurraozinho não aparecerá nenhum líder de jeito.

(Cristina Afonso - 10-10-2018 12:23)

 

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Os sindicatos há muito que perderam o valor que tinha, de ética, responsabilidade e de representatividade dos seus associados.

Cada vez mais se subdividem, mas mais, cada vez mais para interesse próprio de quem vai as negociações, sem argumentos, sem ideias claras e sem qualquer sentido de responsabilidade.

Há uma comissão de trabalhadores que nem aí se verifica a união para representar ou invocar direitos e ou regalias outrora aceites pela Empresa.

Já fui sindicalizado, não sou, nem voltarei a ser, porque?

A experiência familiar ensinou-me e explicou-me que na verdade os sindicatos atuais, só servem para ir ao nosso rendimento buscar x % de cotização, oferecendo uns calendários e umas canetas e pouco mais, sim pouco mais, porque de resto não servem para mais nada.

verifique-se os plenários que são promovidos, falam, falam, falam e nada e se alguém propõe uma negociação consertada, a resposta é não pode ser.

(PC Azevedo - 10-10-2018 13:29)

 

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Não posso estar de acordo consigo em tudo mas numa coisa posso concordar: se alguem propõe concertação de posições a resposta é não por uma razão. medo de perder influência.

Acho que os sindicatos continuarão a faze falta sempre mas como classe e não dominados por interesses pessoais.

Os direitos e mais valias só podem ser reforçados e/ou mantidos com sindicatos fortes.

não podemos é estar sempre a exigir o céu e a terra e depois não estarmos disponíveis para pagar uma quota, disse

(Cristina Afonso - 10-10-2018 14:04)

 

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Não Cristina Afonso,

o que as duas Frentes de Sindicatos filiados na CGTP e UGT fizeram em "concertação" CONTRA A PARTE MAIS FRAGIL E INDEFESA (ou seja o conjunto de trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP e seus agregados familiares), NÃO TEM PERDÃO.

Porque registou-se uma enorme Perda de Direitos e Regalias a TROCO DE NADA.

 

E, a "divisão profunda" gerada entre os Beneficiários do ex-Contrato Colectivo 2000 e os Beneficiários de ex-Contratos Individuais, é outro dos "pecados" (que só pode ser classificado como "mortal").

 

Tudo isto para dizer que, SÓ NOVOS "SINDICALISTAS" E NOVOS "SINDICATOS" poderão dar inicio a um "NOVO CICLO" no Movimento Sindical do Grupo EDP.

 

Em suma, quanto mais tempo durar o FIM DOS PROJECTOS SINDICAIS "CULPADOS" PELO DESASTRE NEGOCIAL, mais tempo demorará a "RETOMA" DO MOVIMENTO SINDICAL NO GRUPO EDP.

 

E, apenas os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP poderão resolver esta "questão".

(Fernando Pegas - 10-10-2018 23:18)

 

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Penso que compreendi o que a colega Cristina Afonso escreveu. A sua preocupação na existência de Estruturas Sindicais que defendam os trabalhadores e não os seus interesses particulares. Por mim, venha já o "NOVO CICLO".

(Graça Freitas - 10-10-2018 23:36)

 

 

Sim Graca Freitas, a FRUTA PÔDRE tem de cair de "madura". Se não cair por ela, tem de levar um "empurrãozito".

(Fernando Pegas - 10-10-2018 23:43)

 

Por mim, "empurro".

(Graça Freitas - 10-10-2018 23:45)

 

Ora aí está. comecemos de novo, porque não?

Há gente de espírito novo mesmo com muita experiência, mesmo negativa, que está disposta a avançar com firmeza. falta saber se o pessoal quer acreditar.

(Cristina Afonso - 11-10-2018 11:51)

 

Ó Cristina Afonso, a questão está mesmo no ACREDITAR.

Porque ninguém mais consegue acreditar nos "sindicatos mais representativos" (consubstanciados na Frente Energia da CGTP liderada pela Fiequimetal e na Frente Sindical UGT liderada pelo Sindel) que NOS ATIRARAM A TODOS para um "buraco sem fundo".

Daí eu dizer, que são necessários "NOVOS SINDICATOS" e "NOVOS SINDICALISTAS" com estratégias que "unam" o Universo de Beneficiários do ex-Contrato Colectivo 2000 e o Universo dos Beneficiários de ex-Contratos Individuais.

Reconheço que a tarefa é "hérculea", mas é o caminho que tem de ser seguido, custe o que custar.

(Fernando Pegas - 11-10-2018 13:11)

 

Se há novos representantes, então estamos à espera de quê? vamos em frente.

Se o pessoal se começar a mudar, os tais "grandes" também mudarão as suas atitudes.

(Cristina Afonso - 11-10-2018 14:29)

 

Calma Cristina Afonso. A UTREPE já existe, mas está a legalizar-se.

(Fernando Pegas - 11-10-2018 15:52)

 

 e é preciso criar algo de novo? o que existe nada se aproveita?

nem tudo me parece mau, acho eu.

(Cristina Afonso - 12-10-2018 10:37)

 

 

Sim, o que existe no ambito do Grupo EDP, nem tudo é mau, genericamente falando.

Mas, o enorme "pecado" é não haver uma estrutura forte e reinvidicativa, genericamente, dos trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP "apenas preocupada" com o seu sector de energia, de modo a ser uma voz de todos os anseios, interesses e/ou necessidades nos locais próprios. Que actualmente são: à Mesa das Negociações no ambito do ACT/EDP 2014, na Comissão de Acompanhamento do Fundo de Pensões, na Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde, e outras comissões (como as de Segurança, por exemplo).

 

Mas, a maior necessidade da criação de uma estrutura nova, prende-se de DAR VOZ, a quem não tem voz (neste momento) naqueles locais proprios referidos anteriormente. Que são os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP.

 

Se é certo, que até 2014, os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP não tinham a necessidade de estarem sindicalizados, porque eram representados pela Comissão de Trabalhadores do Grupo EDP, na defesa dos seus interesses, nos locais proprios,

mas com a "integração" do Estatuto Unificado do Pessoal EDP

no Contrato Colectivo de Trabalho do Grupo EDP, no ano de 2014,

os Reformados e Pensionistas passaram a ter a necessidade de se associarem numa estrutura que possa SER A SUA VOZ COLECTIVA, nos locais proprios atrás referidos.

E é face a esta "lacuna" que surge a criação da UTREPE - União dos Trabalhadores, Reformados e Pensionistas do Sector de Energia.

 (Fernando Pegas - 12-10-2018 11:53)

 

 

Mas, não são apenas os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP QUE NÃO TÊEM VOZ à Mesa das Negociações no àmbito do ACT/EDP 2014.

Porque o Universo dos ex-Contratos Individuais também estão muito MAL REPRESENTADOS à Mesa das Negociações, a partir do momento que o Sindicato-Líder de umas das Frentes com assento à Mesa das Negociações, DEFENDE EM COMUNICADO que as matérias de caracter social específicas daquele Universo de Trabalhadores, devem continuar a serem tratadas através de Acto de Gestão (e no ambito individual), e não através da contratação colectiva (e no ambito colectivo).

Em suma, continua a haver trabalhadores "abandonados" e "sem voz" no Grupo EDP.

Surpreenda-se mais uma vez, Cristina Afonso.

 (Fernando Pegas - 12-10-2018 21:45)

 

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Há "perda" de complementos e ... de complementos.

Quero com isto dizer que, em minha opinião, o "complemento" dos Descendentes Deficientes, NÃO É UM "COMPLEMENTO" QUALQUER.

Caso a "inacção" sindical se mantenha sobre esta matéria, uma das alternativas, poderá passar por "Abaixos Assinados" da iniciativa de trabalhadores, reformados e Pensionistas do Grupo EDP.

Concluindo, este assunto dos Descendentes Deficientes TEM DE TER "PERNAS" PARA ANDAR.

(Fernando Pegas - 10-10-2018 23:41)

 

Acho muito bem. Colaboro.

(Graça Freitas - 10-10-2018 23:43)

 

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Só não passa em claro e ao lado, se algum dos intervenientes nas negociações tiver alguma situação própria, caso contrário passa ao lado.

 

Como já disse anteriormente, sou pai de uma menina com TRI XXI (Sindrome de Down(Mongoloide)) e a cerca de dois anos, questionem o RH sobre o facto do complemento a descendentes com deficiência, a resposta foi, "isso é com a Segurança Social", por aqui ficou tudo dito, nem os serviços sociais servem para nada a não ser para flores e campos de férias, e mesmo este ultimo é uma farsa.

 

 

Teria muito a dizer e a escrever.

Não é queixas mas sim factos, o que dizem os representantes dos sindicatos, "é pá, sabes, é uma matéria muito difícil de discutir, pois não temos dados", a um deles respondi-lhe, que apesar da area de negócio da EDP ainda não envolver casinos, em qualquer loja de chineses, conseguem comprar os dados, para poderem jogar as representações fractarias que fazem, no meio laboral dentro da empresa.

 

Sindicatos, Greves, representação de trabalhadores, sim antes de 2000, porque já no ACT2000, aí também se perderam direitos e regalias, tudo o que foi conseguido até ai, até esse ACT, se vem esfumando.

 

Coloco a questão, da seguinte forma, conhecem alguém dos representantes sindicais com nível 5?

e a meio da evolução de carreira?

Não conheço nenhum, sorry

(PC Azevedo - 11-10-2018 13:38)

 

Meu caro PC Azevedo, permita-me a mesma "recomendação" que se está a passar a todos os Beneficiários com Dependentes Deficientes, FAÇAM A VOSSA "PARTE".

 

E a "vossa parte" é exporem o vosso "desconforto" com a situação, directamente ao Doutor Antonio Mexia.

(Fernando Pêgas - 11-10-2018 17:13)

 

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A tematica do Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes foi dada conhecimento a todos os parceiros patronais e sindicais, na passada segunda feira.

Hoje, realiza-se uma reunião bilateral entre a CN da EDP e uma das CN Sinidcais, aonde vai ser abordada esta temática.

(Fernando Pêgas - 12-10-2018 10:43)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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O QUE DIZ O ACT/EDP 2014 ...

 

Entre os Beneficios Complementados está o

SUBSÍDIO PARA DESCENDENTES DEFICIENTES

(cfr. nº 2, do Artigo 2º - Beneficios complementados,

do Capitulo I - Disposições Gerais,

do Anexo VII - Complementos dos Beneficios da Segurança Social)

 

AnexoVII.png

(Fernando Pêgas - 11-10-2018 16:26)

 

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Meu caro, acho que seria importante agora adicionar as fórmulas que dão origem ao valores do complementos a pagar pela Empresa.

Todos ficamos a saber e exercitamos os neurónios 😇😇😇😇😇

(Antonio Carlos Dias - 11-10-2018 16:31)

 

Embora estas temas devam ser de âmbito restrito a este grupo e não externos...

(Antonio Carlos Dias - 11-10-2018 16:32)

 

Obviamente.

Razão pela qual aqui neste grupo, somente são admitidos trabalhadores, reformados e pensionistas EDP. E noutra perspectiva, este grupo é um GRUPO FECHADO.

(Fernando Pêgas - 11-10-2018 16:38)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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E, O QUE DIZ O ACT/EDP 2014 ...

NA SECÇÃO III - COMPLEMENTO DO SUBSIDIO

POR DESCENDENTES DEFICIENTES

AnexoVII.1.png

 (Fernando Pêgas - 11-10-2018 16:33)

 

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Ora, se não se registar qualquer iniciativa de nenhum dos parceiros, quer seja patronal, quer seja sindical, a "chave" do provável FIM DO COMPLEMENTO ao Subsidio para Descendentes Deficientes, está no valor de Rm (cujo valor em 2014 era de 504,00 e actualmente, em 2018 é de 625,00).

 

Historiando um pouco a evolução deste Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes, em que a Remuneração de Referência foi estabelecida no ano de 1980 (ou seja, o ano do inicio da vigência do Estatuto Unificado de Pessoal EDP) tendo a mesma Remuneração de Referência sido INDEXADA à Base de Remuneração 6 (BR 6).

 

Mais tarde, ou seja no ano de 2014, e decorrente da REVOGAÇÃO do Estatuto Unificado de Pessoal EDP (EUP/EDP),  o Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes foi INTEGRADO NO ACT/EDP 2014, através do Anexo VII – Complementos dos Beneficios da Segurança Social.

 

Nesta integração, quer os parceiros patronais, quer os parceiros sindicais "outorgantes" do novo Instrumento de Regulamentação de Trabalho, LIMITARAM-SE a transpor  - não a Indexação à Base de Remuneração 6 -  mas sim o VALOR CORRESPONDENTE À BASE DE REMUNERAÇÃO SEIS verificado no ano de 2014.

 

Simplesmente LAMENTÁVEL, em minha opinião. Pela simples razão de nenhum dos parceiros ter o cuidado, de tratar esta matéria do Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes, com a dignidade e o devido respeito que o Descendente Deficiente merece.

 

E agora, o que há a fazer, para “resgatar” o Complemento ao Subsidio para Descendentes Deficientes ?

Se houver vontade das partes, e essencialmente boa fé, o DIÁLOGO SOCIAL poderá eventualmente resolver a questão.

 (Fernando Pêgas - 12-10-2018 18:03)

 

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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PrestaçaoSocial.png

E o que dizem as "Actualizações" da Segurança Social

(clickar em cima do link seguinte)

http://www.seg-social.pt/prestacao-social-para-a-inclusao

(Fernando Pêgas - 11-10-2018 17:38)

 

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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Complementos.png

 PARECE QUE ... 


No âmbito do ACT/EDP 2014, as Comissões Negociadoras Sindicais, AINDA NÃO ESTÃO "TÉCNICAMENTE" PREPARADAS para a abordagem das várias matérias que constavam no "revogado" Estatuto Unificado Pessoal (EUP/EDP) 

e que, no ano de 2014, as mesmas matérias foram integradas no Contrato Colectivo EDP. 

Talvez, o melhor exemplo que existe, é o facto de a maioria das Comissões Negociadoras Sindicais ainda não terem apresentado, depois do ano 2014, qualquer proposta de Revisão da Tabela de Ajudas de Custo, que no ACT/EDP 2014, prevê reajustamentos anuais. 

Reajustamentos anuais que acontece, por exemplo, com a Tabela Salarial e outras Clausulas de Expressão Pecuniária.

(Fernando Pêgas - 16-10-2018 13:25)

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:18

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No âmbito do ACT/EDP 2014, e na Reunião Plenária realizada no dia 03 de Outubro de 2018, em Lisboa, a Comissão Negociadora do Grupo EDP entregou às várias Comissões Ngociadoras Sindicais, a seguinte proposta:

 

 Guia do Utente do Plano de Saúde ACT/EDP

 

Índice


I – Objetivos do Plano

II – Introdução

III – Identificação do Prestador

IV – Caracterização dos Utentes

        a) Utentes tipo T (uso total)
        b) Utentes tipo C (abrangidos por Subsistema de Saúde)
        c) Utentes tipo D (assistência exclusivamente médica)

V – Características do Plano

VI – Procedimentos e Acessibilidades


1. Inscrição do utente nos Postos Médicos

2. Marcação de consultas de Clínica Geral
3. Consulta de Clínica Geral por Médico privado
4. Consultas de Especialidade (exceto Estomatologia - ver título próprio)
    a) Consultas de Especialidade prescritas pelo Médico Assistente da SÃVIDA
    b) Consulta de Especialidade prescrita por Médico do SNS ou privado
    c) Recurso a Médico Especialista privado fora da rede própria
5. Urgências de Clínica Geral
6. Estomatologia
    a) Consulta de Estomatologia na rede própria
    b) Consulta de Estomatologia fora da rede
    c) Ortodontia (aparelhos de correção removíveis ou fixos)
    d) Próteses estomatológicas
7. Meios Auxiliares de Diagnóstico
8. Enfermagem
9. Internamentos e intervenções cirúrgicas
      a) Na rede própria ou via SNS
      b) Fora da rede própria ou do SNS
10. Reembolso de despesas com a saúde
11. Constituição do Processo de Pedido de Reembolso Médico
12. Exclusões e limites de comparticipação – Principio Geral (artigo 18º, do Anexo VIII do ACT/EDP)
13. Deveres dos Beneficiários (artigo 25º, do Anexo VIII do ACT/EDP)
14. Violação dos princípios ou disposições do Plano de Saúde (artigo 27º do Anexo VIII do ACT/EDP)

 

 

I – Objetivos do Plano


O objetivo do Plano de Saúde estabelecido no Acordo Coletivo de Trabalho do Grupo EDP (ACT/EDP) inserese no âmbito da responsabilidade social da empresa, visando a “promoção da saúde e proteção na doença, através do recurso à prestação de cuidados preventivos, curativos e de reabilitação” em complementaridade ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).

 

II – Introdução


O presente Guia pretende proporcionar as informações necessárias aos beneficiários do Plano de Saúde ACT/EDP.


A sua dinâmica relaciona-se com a evolução da Ciência Médica e é decorrente das alterações inerentes à prestação dos cuidados de saúde do SNS.


O Esquema de Saúde ACT/EDP, a seguir apenas designado por Plano de Saúde, corresponde ao estabelecido pela cláusula 103ª/106ª e respetivo Anexo VIII do ACT.


A complementaridade do Plano de Saúde, relativamente ao SNS, corresponde a:


- Benefício de comparticipação até ao valor das tabelas em vigor, para além do atribuído pelo SNS (por exemplo: medicamentos, próteses e ortóteses, etc.)


- Benefício de comparticipação diferencial, caso exista, relativo a utentes abrangidos por outros Subsistemas;

 

- Substituição parcial do SNS em determinadas situações definidas pelo Plano, nos termos definidos no Anexo VIII do ACT e particularizados neste guia.

 

III – Identificação do Prestador

 

SÃVIDA- Medicina Apoiada, S.A. Empresa criada no âmbito do Grupo EDP para a prestação dos cuidados de saúde definidos no Anexo VIII do ACT/EDP.


Os serviços de saúde prestados gozam de todas as prerrogativas definidas na Lei de Bases da Saúde (Lei 48/90, de 24 de Agosto). Para o efeito a SÃVIDA dispõe de uma rede própria, constituída por:
     a) Postos Médicos Privativos;
     b) Médicos especialistas, avençados ou convencionados, em vários pontos do País e convenções com Clínicas.

 

IV – Caracterização dos Utentes

Podem identificar-se no âmbito do Plano três tipos de utentes:


a) Utentes tipo T (uso total)


Beneficiam, de forma direta, de acesso total ao Plano de Saúde, de acordo com as normas em vigor.

Os Utentes que optarem por Médico de Família em Posto do SNS ou do seu Subsistema serão considerados Utentes Administrativos. Não dispõem de Médico Assistente na SÃVIDA, mas beneficiam, de forma direta, de acesso total às restantes condições do Plano de Saúde, de acordo com as normas em vigor.

 

 b) Utentes tipo C (abrangidos por Subsistema de Saúde)


Apesar do Subsistema de Saúde a que pertencem dever ser o sistema de base destes Utentes, podem utilizar a rede própria da SÃVIDA, contudo, sujeita aos pagamentos respetivos.


Compete-lhes, nestes casos, apresentar o pedido de reembolso ao Subsistema correspondente, podendo  seguidamente beneficiar de comparticipação diferencial pela SÃVIDA, caso exista (ver título Reembolso de despesas com a saúde).


c) Utentes tipo D (assistência exclusivamente médica)


Beneficiam de assistência médica prestada nos consultórios dos Postos Médicos da SÃVIDA, sem qualquer comparticipação da empresa, aplicando-se estritamente os procedimentos equivalentes aos dos Centros
de Saúde do SNS (receituário, requisição de meios auxiliares de diagnóstico, internamentos, etc.).


Podem recorrer à SÃVIDA para consultas de especialidade, pagando os custos respetivos.

 

V – Características do Plano


Esquema de assistência médica e medicamentosa complementar aos cuidados prestados ou assegurados pelo SNS ou subsistemas de saúde.

 

VI – Procedimentos e Acessibilidades


As Empresas signatárias do Plano de Saúde efetuam a inscrição dos Utentes, quer do utente titular, quer dos elementos do seu agregado familiar, com esse direito, a pedido do utente titular, como ainda procedem à sua revalidação periódica, com indicação comprovada da situação respetiva.


Na inscrição ou revalidação como Utente do Plano de Saúde, a SÃVIDA emite periodicamente o respetivo Cartão de Utente, em conformidade com o tipo de Assistência Médica atribuível.


15. Inscrição do utente nos Postos Médicos


Todos os Utentes têm que estar inscritos num Médico Assistente na SÃVIDA, podendo optar pela manutenção do Médico de Família em Posto do SNS ou no seu Subsistema (Utentes Administrativos).


Os Utentes tipo C, cobertos por Subsistemas de Saúde, deverão dispor de Médico Assistente no seu sistema de base, admitindo-se a atribuição de Médico Assistente na SÃVIDA, sendo que as consultas ficam sujeitas à Tabela de pagamentos aplicáveis.


Os Utentes que optem ou sejam autorizados a utilizar Médico Assistente da SÃVIDA, devem inscrever-se no Posto Médico da SÃVIDA mais próximo da área da sua residência ou do local de trabalho e aí escolherem o Médico Assistente, abrindo a respetiva ficha clínica.


Nos casos em que não for possível dar satisfação à escolha, será o Utente informado desse facto e das eventuais alternativas.


A identificação do Utente é feita por meio de:


-  Cartão de Utente da SÃVIDA ou Credencial emitida pelos serviços da SÃVIDA; 

-  Cartão de Utente do SNS;

-  Bilhete de identidade, Cartão de Cidadão ou documento equivalente;

 

16. Marcação de consultas de Clínica Geral


A assistência médica inicia-se em regra com a consulta ao Médico Assistente atribuído.

A marcação da consulta deve ser feita através do Contact Centre, podendo, com carácter excecional ser feita presencialmente pelo utente e sujeita à triagem da Enfermagem. Caso não esteja o médico assistente e a situação o justifique, poderá ser consultado pelo médico que estiver presente.

 

Para a realização da consulta é necessário a apresentação de identificação, nomeadamente o Cartão de Utente da SÃVIDA ou documento que o substitua.

 

17. Consulta de Clínica Geral por Médico privado


Em casos de exceção, é admitido o recurso a consulta de Clínica Geral domiciliária, ficando, contudo, sujeito às condições, limites e comparticipação definida na Tabela de Atos Médicos.

Nos locais em que haja convenção de Clínica Geral em consultório privado, é permitido o recurso a essa consulta de Clínica Geral, mediante o cumprimento das regras estabelecidas nesse protocolo de trabalho e o pagamento dos valores acordados, sujeito a pedido de reembolso.

 

18. Consultas de Especialidade (exceto Estomatologia - ver título próprio)


Ao Médico Assistente compete referenciar quais as especialidades e os especialistas mais adequados à resolução do problema de saúde do Utente, bem como a metodologia a seguir no acompanhamento dos tratamentos que venham a ser prescritos. Assim, as consultas a Médicos Especialistas só podem ser efetuadas por sua indicação, sendo  igualmente da sua competência a emissão da respetiva Guia de Consulta.


Contudo, o Utente é livre de escolher outro Médico Especialista dentro da lista da rede própria, ao dispor no atendimento do Posto Médico ou na Intranet. Com a anuência do Médico Assistente poderá, excecionalmente, optar por recorrer a Médico não convencionado, suportando o diferencial de custos.

 

a) Consultas de Especialidade prescritas pelo Médico Assistente da SÃVIDA


A marcação da consulta na rede própria é feita:


          - Diretamente pelo Utente, tratando-se de Médico convencionado (em que o serviço

            de atendimento prestará a informação necessária);


          - Através do Contact Centre no caso de se tratar de Médico avençado,

            após a obtenção da guia emitida pelo médico assistente;


O serviço de atendimento procederá, então, à conclusão do preenchimento da Guia de Consulta.

 

Aquando da consulta, o Utente deve identificar-se perante o serviço de atendimento do Médico Especialista  convencionado, por exibição da Guia de Consulta e do Cartão de Utente da SÃVIDA e pagar, contra recibo, o valor convencionado expresso na Guia de Consulta.

 

b) Consulta de Especialidade prescrita por Médico do SNS ou privado


No caso de a consulta ter sido indicada por Médico do Centro de Saúde do SNS ou por Médico privado, o Utente pode optar por consultar um Médico Especialista da rede própria, seguindo as regras indicadas anteriormente.


Nesta situação, o Utente terá de exibir o pedido de consulta de especialista com a informação clínica justificativa e solicitar a sua transcrição para a Guia de Consulta da SÃVIDA.

 

c) Recurso a Médico Especialista privado fora da rede própria


O Utente poderá consultar um Médico Especialista fora da rede própria da SÃVIDA, com a anuência prévia do seu Médico Assistente, ficando, contudo, sujeito às condições, limites e comparticipações definidas na Tabela de Atos Médicos.

 

19. Urgências de Clínica Geral


A SÃVIDA funciona em horário normal de trabalho e não dispõe de serviços de urgência imediata, pelo que estas situações têm que ser encaminhadas para o Serviço de Atendimento Permanente da área onde a situação ocorrer ou para os serviços de urgência hospitalar do SNS.


O acesso a consultas não programadas de Clínica Geral, desde que clinicamente justificado, após avaliação prévia, poderá ser realizado, dentro da rapidez possível, no horário normal de funcionamento do Posto Médico onde o Utente se encontra inscrito.

 

20. Estomatologia


Para as consultas da Estomatologia não é necessário consultar o Médico Assistente, podendo o Utente recorrer a esta especialidade diretamente.

 

Contudo, existem tratamentos que necessitam de autorização prévia da Direção Médica, conforme se exemplifica a seguir.

 

A mudança de estomatologista, ao ser autorizada, implica que o utente fica responsável pelo pagamento dos tratamentos e pela realização de novas ortopantomografias, eventualmente necessárias e efetuadas pelo novo especialista, fora dos prazos estabelecidos pela Convenção SÃVIDA de Estomatologia.

 

São da responsabilidade do utente os atos médicos praticados não previstos na Tabela de Atos Médicos ou não autorizados pela SÃVIDA, bem como os valores que excederem os constantes da Tabela de Atos Médicos.


a) Consulta de Estomatologia na rede própria


A marcação de Consulta de Estomatologia em Médico avençado é feita telefonicamente, via informática ou  presencialmente (em Lisboa e Porto); se ainda não tiver médico estomatologista, pode escolher e fazer a consulta no dia que lhe for marcado.

 

Para Médico convencionado, terá que obter credencial no Posto Médico da SÃVIDA onde se encontra inscrito (se ainda não tem médico ou clínica de estomatologia, consulte a lista dos que têm convenção com a SÃVIDA e opte por um deles) sendo da sua responsabilidade a marcação da consulta.

 

A credencial é acompanhada de uma Ficha de Tratamentos para registo pormenorizado de todos os atos médicos praticados e que o Estomatologista e o Utente devem assinar.

 

Existem tratamentos que carecem de autorização prévia da Direção Médica.

 

b) Consulta de Estomatologia fora da rede


Neste caso, o Utente paga direta e integralmente o serviço prestado, contra recibo onde constem todos os elementos de identificação, incluindo número de Beneficiário da Segurança Social ou do seu Subsistema de Saúde (ADSE, SAMS, etc.), acompanhado da informação detalhada dos atos médicos praticados e peças dentárias eventualmente envolvidas nesses tratamentos.

Existem tratamentos que carecem de autorização prévia da Direção Médica.

 

c) Ortodontia (aparelhos de correção removíveis ou fixos)


Os Utentes têm que:


- Submeter previamente à aprovação da SÃVIDA o orçamento respetivo, modelos de estudo, relatório prévio legível onde conste identificação completa do Utente, número, idade, diagnóstico, plano de tratamento, indicação das técnicas a utilizar com ou sem extração de peças dentárias.

Deve ainda constar o tempo previsto de tratamento, indicação da previsão (ou não) da resolução da totalidade do problema.

- Em caso de aprovação, total ou parcial, devem submeter declaração expressa do beneficiário do
seu acordo com o plano terapêutico e orçamento e responsabilização pelo seu uso.


Esta comparticipação não se aplica a correções de natureza estética, encontrando-se limitada à existência de um grau significativo de disfuncionalidade orgânica.

 

Contudo, e de acordo com o grau de alteração funcional versus alteração estética, este tipo de tratamentos poderá ser suportado em parte pelo Plano. Em regra, este critério de partilha não se aplica a Utentes com idade superior a 25 anos.

 

Sempre que estes tratamentos forem suportados, quer na totalidade, quer em parte, a SÃVIDA aceita, no máximo, que os mesmos constem da colocação de 1 a 2 arcos fixos, 24 consultas de controlo e 1 a 2 aparelhos de contenção, a serem comparticipados pelos valores da Tabela de Atos Médicos em vigor.

 

Os utentes tipo D não ficam sujeitos a este procedimento (pagamento integral) e os utentes C, apenas ficam sujeitos caso considerem haver um diferencial a seu favor relativamente à comparticipação a obter previamente no seu Subsistema.

 

A SÃVIDA apenas comparticipa um aparelho por Utente, ficando à responsabilidade do Utente a necessidade da sua substituição por perda, dano ou interrupção de tratamento por mudança de estomatologista.

 

d) Próteses estomatológicas


Às próteses estomatológicas é atribuída uma duração mínima não havendo lugar a nova comparticipação em prótese idêntica sem que tal prazo tenha expirado, ficando à responsabilidade do Utente qualquer necessidade da sua substituição, dentro do período, por perda, dano ou por uma nova com características técnico-funcionais diferentes da anterior. As durações definidas são:


- Prótese removível em acrílico: 3 anos

- Prótese removível em cromo-cobalto: 5 anos

- Próteses fixas (duração mínima - 5 anos):


        -   As próteses fixas só serão comparticipadas desde que não seja possível aplicação

            de prótese removível, o que terá de ser demonstrado em relatório médico inequívoco

            a submeter previamente à apreciação da Direção Médica da SÃVIDA, acompanhado

            de Orçamento e Modelos de Estudo;


        -  No valor orçamentado deve estar incluída a preparação de cada dente, a prova

            de inserção do mesmo, preparação de prótese provisória em resina, moldeiras,

            impressões, modelos e registos da relação intermaxilar; bem como os preços

            do laboratório.


O utente deve liquidar o valor das próteses estomatológicas e posteriormente solicitar o reembolso, de acordo com o valor da Tabela de Atos Médicos em vigor.

 

21. Meios Auxiliares de Diagnóstico

 

Os meios auxiliares de diagnóstico são requisitados pelo Médico Assistente, em impressos adequados do SNS.

 

Estes exames (análises, radiografias, ecografias endoscopias, TAC, etc.), são realizados por entidades  convencionadas pelo SNS, podendo o Utente escolher livremente, de entre as convencionadas com o SNS, a entidade onde pretende realizar os exames.

 

Em situações excecionais, nomeadamente no caso de ser necessário realizar meios auxiliares de Diagnóstico não comparticipados pelo SNS em regime ambulatório, a Direção Médica poderá autorizar o acesso a prestadores privados, ficando a comparticipação respetiva sujeita aos valores da Tabela de Atos Médicos.

 


22. Enfermagem


A SÃVIDA dispõe, em alguns Postos, de meios próprios de enfermagem, mas, nos casos em que não exista Posto Médico ou quando o Posto Médico da SÃVIDA não possuir serviços de enfermagem, este tipo de assistência deve ser obtida nos Centros de Saúde do SNS ou noutras entidades oficiais que prestem este serviço.

 

A enfermagem ao domicílio só poderá ser considerada para efeito de comparticipação se tiver sido prescrita pelo Médico Assistente. O reembolso dessas despesas fica sujeito às condições, limites e comparticipações definidas na Tabela de Atos Médicos.

 

Se, em caso de urgência, o Utente recorrer a serviços de enfermagem privados, o reembolso das respetivas despesas fica sujeito às condições, limites e comparticipações definidas na Tabela de Atos Médicos, dependendo da análise e autorização da Direção Médica.

 

23. Internamentos e intervenções cirúrgicas


      a) Na rede própria ou via SNS

Os processos de internamento, intervenções cirúrgicas e outras formas de assistência hospitalar, são desencadeados nos Postos Médicos da SÃVIDA ou nos Centros de Saúde do SNS, sendo efetuados via SNS ou seus convencionados.

 

O nível de meios técnicos e a qualidade da prestação do SNS, em situações graves e de tratamentos especiais e complexos, estabelece o critério de encaminhamento prioritário para esse Serviço das situações de doença ímpar e grave correspondentes, como ainda daquelas em que a sua resposta esteja dentro do considerado razoável.

 

Quando não seja possível o recurso ao SNS, em termos de intervenções cirúrgicas correntes, estas serão efetuadas via SÃVIDA, competindo ao Médico Assistente desencadear o processo, emitindo as Credenciais adequadas.

 

Os internamentos médicos só são permitidos em determinadas situações e caso não seja possível o recurso ao SNS, mediante a autorização prévia da Direção Médica e sujeitos a um limite máximo de comparticipação anual de trinta dias.

 

Cabe ao Utente na data de alta de instituição privada proceder à regularização de extras da sua responsabilidade (alimentos, bebidas, telecomunicações e outras não previstas no padrão normal de internamento), despesas de acompanhante e diferencial do valor da diária (excesso do valor da diária acima do valor previsto na Tabela de Atos Médicos).

 

A comparticipação nas despesas de acompanhante que, por razões de idade ou do estado clínico, justifiquem a necessidade de um acompanhante, ficam sujeitas a pedido de reembolso posterior.

 

A SÃVIDA não se responsabiliza pelos custos incorridos pelo Utente, nem pelo seu reembolso, em situações de utilização de meios de internamento, intervenções cirúrgicas e outras formas de assistência hospitalar, sem a sua autorização prévia.

 

      b) Fora da rede própria ou do SNS

Para que o Utente possa obter reembolso deverá, no recurso a entidades fora da rede própria ou do SNS, obter acordo prévio da SÃVIDA para o internamento, intervenções cirúrgicas e outras formas de assistência hospitalar pretendida.

 

Nesse caso, os custos serão integral e diretamente suportados pelo Utente, podendo posteriormente apresentar um pedido de reembolso cuja comparticipação terá por limite valores fixados na Tabela de Atos Médicos.

 

24. Reembolso de despesas com a saúde


Os pedidos de reembolso de despesas com saúde, genericamente caracterizadas nos capítulos anteriores, são efetuados em impresso próprio disponível nos Postos Médicos da SÃVIDA e na intranet (acessível às áreas de RH das Empresas signatárias do Plano de Saúde), devendo ser respeitada a constituição do processo como abaixo referido.

 

Alternativamente, o impresso poderá ser preenchido informaticamente, via intranet/internet, e enviado conforme indicado abaixo.

 

25. Constituição do Processo de Pedido de Reembolso Médico


Cada pedido de reembolso médico deve respeitar as seguintes indicações:


        1. Preenchimento de um impresso de “Pedido de Reembolso de Despesas Médicas”

            por cada Fatura/Recibo a reembolsar, indicando o nº do beneficiário, nome e o

            valor despendido com o Ato Médico.

 

        2. Caso tenha um subsistema de saúde (beneficiários do tipo “C”), deverá obter

            previamente a comparticipação do seu subsistema de saúde, inscrevendo o

            valor comparticipado no impresso e juntando o original que comprove

            discriminadamente o valor comparticipado.


        3. Quando se trate de uma consulta, deve juntar o Recibo do valor pago pela consulta,

            bem como a Guia de Consulta emitida pelo Médico Assistente da SÃVIDA, tendo

            em atenção que:

 

                  a. A realização da consulta tem de ocorrer no período de validade da guia

                      (até 90 dias após a sua emissão);

                  b. Pedidos de reembolso cuja guia tenha data posterior à data da consulta

                      não são aceites.

 

        4. Os dados do prestador do Ato Médico que emitiu o Recibo (ou Fatura/Recibo,

            consoante o emitente) terão de ser concordantes com os registados na Guia

            de Consulta (nome do prestador e morada), exceto se a Guia se destinar a

            médico não convencionado.


        5. Qualquer reembolso só é efetuado sobre documentos originais (Recibo

            ou Fatura/Recibo), exceto nos casos de beneficiários do tipo "C", dado

            que os originais terão de ser enviados ao subsistema de saúde

            (por exemplo, ADSE).


        6. O pedido de Reembolso Médico só é válido e aceite se efetuado até 180 dias

            a partir da data da realização do Ato Médico que lhe deu origem.


        7. Não há lugar a reembolso de despesas com os Atos Médicos efetuados através

            do SNS (ex: o pagamento de taxas moderadoras).


        8. O pedido de reembolso de Fraldas deve ser acompanhado de declaração ou receita

            médica válida.


            A validade da declaração ou receita médica será sempre igual ou inferior a um ano

            após a data de prescrição.


        9. O pedido de reembolso de Óculos e de Lentes deve ser acompanhado da receita

            emitida por médico oftalmologista. Não são aceites prescrições por optometrista.


      10. Qualquer pedido de Reembolso Médico deve ser acompanhado do respetivo

            Recibo de Atos Médicos (ou Fatura/Recibo), com o NIF do beneficiário.


      11. Qualquer pedido de Reembolso Médico deve ser acompanhado da prescrição

            com justificação médica, exceto quando se trate de reembolsos de Consultas

            de Especialidades.

            Na Especialidade de Estomatologia e para alguns procedimentos estomatológicos,

            o pedido de reembolso médico terá de ser acompanhado de informação clínica.

            Nos Atos de Enfermagem, terá de ser sempre acompanhado pela prescrição ou

            por relatório médico que suporte a necessidade de tratamentos de enfermagem.


      12. O pagamento das deslocações só é possível quando solicitado, em simultâneo,

            com a comparticipação do respetivo Ato Médico, não sendo reembolsáveis

            deslocações para Atos Médicos efetuados pelos serviços do SNS.

 

O pedido de reembolso médico, acompanhado dos respetivos documentos comprovativos deverá ser remetido para o seguinte endereço:
                               Apartado 012100
                               EC PICOAS – Lisboa
                               1061-001 Lisboa

 

Em alternativa, poderá entregar o pedido de reembolso médico nas Portarias, onde exista recolha de correio interno, ou num Posto Médico da SÃVIDA. Neste caso, todo o processo deve ser colocado num envelope (que pode conter mais do que um pedido de reembolso) com a documentação perfeitamente associada a cada um dos pedidos, sem agrafos, nem clips. O envelope deve ser fechado (por conter informação clínica e como tal, sigilosa) e identificar, de forma clara, o número e nome do utente que solicita o reembolso médico, colocando em destinatário “REEMBOLSOS MÉDICOS".

 

O processamento dos reembolsos médicos só será efetuado se tiver sido recebida toda a documentação de suporte necessária, nos termos acima indicados.

 

O respetivo pagamento será efetuado através de transferência bancária para a conta do beneficiário titular, numa periodicidade mensal, que ocorrerá no penúltimo dia útil de cada mês.

 

Encontra-se disponível um email (edpsavida.reembolsos@edp.pt) e uma linha telefónica (210 308 342), onde o beneficiário titular pode solicitar informações e esclarecimentos sobre o processamento dos reembolsos médicos.

 

26. Exclusões e limites de comparticipação – Principio Geral (artigo 18, do Anexo VIII do ACT/EDP)

 

1. Em regra, o esquema complementar proporcionado pelas Empresas não comparticipa nas despesas
resultantes de actos clínicos, medicamentosos ou de apoio não comparticipados pelo SNS.


2. Excluem-se expressamente da comparticipação do esquema complementar:


    a) Os acidentes de trabalho;
    b) As doenças ou ferimentos que resultem de actos ilícitos, actos dolosos ou gravemente
        culposos, por intervenção voluntária do utente em duelos ou rixas ou actos de alteração da
        ordem pública;
    c) A interrupção de gravidez fora das circunstâncias que a tornam não punível;
    d) As correcções estéticas, excepto se visarem a reconstituição funcional;
    e) Tratamento cirúrgico da roncopatia;
    f) Assistência e tratamento hospitalar por razões de carácter social;
    g) Doenças e ferimentos contraídos na prática de desportos fora das actividades desportivas
proporcionadas directa ou indirectamente pelas Empresas;
    h) Acidentes e doenças profissionais, no exercício de actividades remuneradas ao serviço de
outra entidade;
    i) Despesas com actos médicos ou outros que não sejam clinicamente necessários;
    j) Acidentes e doenças cobertas por seguros obrigatórios.


3. Não há comparticipação no custo de produtos alimentares e dietéticos, dentífricos, cosméticos, tónicos capilares e produtos afins, assim como não são comparticipadas as despesas relativas a material de pensos e antissépticos locais, excepto quando prescritos e a sua aplicação seja acompanhada por médicos dos postos médicos específicos para os Beneficiários abrangidos pelo presente esquema complementar, médicos contratados ou pelo SNS.

 

27. Deveres dos Beneficiários (artigo 25, do Anexo VIII do ACT/EDP)


1. É dever do Beneficiário titular liquidar, por meio de desconto, no caso de trabalhador, no respectivo vencimento, no caso de trabalhador em situação de antecipação à pré-reforma ou pré-reforma na prestação que a esse titulo receber, ou no caso de pensionista ou pensionista de sobrevivência na respectiva pensão, e caso não seja possível, através de transferência bancária, cheque, ou outro meio idóneo:

     a) As taxas moderadoras fixadas pelo SNS, próprias e do agregado familiar;

     b) A comparticipação mensal do Beneficiário titular – Mútua;
     c) Os montantes que excedam a comparticipação das Empresas, estabelecidos neste Anexo 
         ou na tabela de Actos Médicos.


2. É dever do Beneficiário proceder ao pagamento directo e no acto de todas as despesas de índole pessoal ou sem comparticipação, em que tenha incorrido.


3. Nas consultas de especialidades, elementos auxiliares de diagnóstico, terapêuticas especiais e nas restantes situações em que haja comparticipação do SNS, o beneficiário obriga-se a requerer a referida comparticipação, como requisito prévio à comparticipação do presente esquema complementar.


4. Poderá ser feita a compensação entre os débitos e os créditos dos Beneficiários resultantes da
utilização do presente esquema complementar.


5. O Beneficiário titular deve comunicar, no prazo de 15 dias, as alterações que sejam susceptíveis de
determinar a alteração da qualidade de Beneficiário não titular ou alterar as condições de utilização
do presente esquema.

 

28. Violação dos princípios ou disposições do Plano de Saúde (artigo 27 do Anexo VIII do ACT/EDP)

 

1. Os Beneficiários que, por actos ou omissões, a título de dolo ou negligência grave, violem os princípios ou disposições do Plano, são obrigados ao reembolso das importâncias indevidamente dispendidas, sem prejuízo, quanto aos Beneficiários titulares que sejam trabalhadores, de competente procedimento disciplinar,


2. Os Beneficiários titulares e os pensionistas de sobrevivência são responsáveis pelo reembolso das importâncias indevidamente dispendidas com os respectivos Beneficiários não titulares.


3. Aos Beneficiários poderão ainda ser aplicadas, após prévia audição, as seguintes penalidades:


    a) Suspensão parcial ou total das comparticipações, por período até 24 meses;
    b) Perda definitiva das comparticipações ao Beneficiário não titular.


4. Qualquer penalidade aplicada ao Beneficiário titular acarreta as mesmas consequências para os restantes Beneficiários que façam parte do seu agregado familiar, excepto os menores com idade inferior a 16 anos.


5. No caso previsto na alínea a) do número 3, o Beneficiário titular mantém, durante o período de suspensão das comparticipações, a obrigação do pagamento das contribuições mensais consignadas no artigo 22º do Anexo VIIi do ACT/EDP.

 

 Reacçoes.png

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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POSIÇÃO FIEQUIMETAL.png

Conhecida que é a "posição" da Fiequimetal, SERÁ QUE ...

o "estudo" da Fiequimetal contemplará a audição dos Utentes ?

(Fernando Pêgas - 06-10-2018 19:01)

 

 

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