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É “mais importante proteger o trabalhador” do que o trabalho, diz diretor do emprego da OCDE

Diretor do Emprego, Trabalho e Assuntos Sociais da OCDE explicou que são os postos de trabalho que requerem menores qualificações que estão mais expostos à automação de tarefas e por acréscimo ao risco de desaparecimento.

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              Foto de Cristina Bernardo

 

Se no passado os empregos eram, tendencialmente, para a vida, atualmente a realidade é bem diferente. Hoje, os trabalhadores não apenas mudam várias vezes de emprego, como a possibilidade de mudança de carreira já não é um tabu. Esta foi a ideia defendida pelo director do Emprego, Trabalho e Assuntos Sociais da OCDE, Stefano Scarpetta, em entrevista ao Jornal Económico, à margem da Web Summit que decorre até esta quinta-feira, dia 8, em Lisboa.

 

Stefano Scarpetta explicou que o futuro exige uma actualização permanente das competências. “Antes, aprendíamos na escola, entrávamos no mercado de trabalho e aplicávamos o que tínhamos aprendido na escola. Atualmente, isto já não funciona. As funções de um trabalhador estão constantemente a ser atualizadas. É pedido ao trabalhador que abrace novas tarefas recorrentemente, que desenvolva novas competências”, disse.

 

“Estamos a mudar para o que chamamos de aprendizagem ao longo da vida”, defendeu. No entanto, salientou que a realidade não é assim tão linear: “isto acaba por não ocorrer na maioria dos países quando falamos de postos de trabalho que requer menor qualificação”.

 

O responsável da OCDE explicou que trabalhadores altamente qualificados têm maior e mais fácil acesso a formação pelo empregador do que trabalhadores associados a profissões com menor qualificação.

 

“O rácio é de um para três. Se é alguém altamente qualificado, há 60% de probabilidade, às vezes 80%, de estar envolvido em algum tipo de formação. Para alguém com qualificações mais baixas, a probabilidade é de 15%, no máximo, 20%. Precisamos fechar este gap e permitir que todos tenhamos oportunidade de formação e desenvolvimento de novas competências de forma contínua, incluindo os trabalhadores menos qualificados”, disse.

 

Até porque, explicou, são precisamente os postos de trabalho que requerem menores qualificações que estão mais expostos à automação de tarefas e por acréscimo ao risco de desaparecimento.

 

“A nossa análise sugere que o risco de automação de actividades está altamente concentrada em postos de trabalho com qualificações mais baixas. Estes são o tipo de postos de trabalho que correm o maior risco de serem automatizados. A solução não pode ser apenas uma, mas seguramente passa por investir no capital humano dos trabalhadores, no desenvolvimento de competências e em programas de reaprendizagem. Isto implica uma mudança significativa do paradigma”, explica.

 

Salienta ainda que as estimativas permitem antecipar que, em média, na maioria dos países, a percentagem de empregos que correm o risco de automação nos próximos 15 anos se fixa nos 15%.

 

“Em alguns países vai além dos 20%, noutros menos. Parte desses postos de trabalho continuarão, o que irá mudar é a natureza das funções. Muitas das tarefas desenvolvidas hoje por esses trabalhadores são tarefas que serão desenvolvidas por máquinas”, acrescenta.

 

Questionado se esta transformação não se irá reflectir numa maior polarização na distribuição da riqueza, Stefano Scarpeta assinala que “a polarização nosso mercado laboral já existe”, associada precisamente à desigualdade. Para colmatar este cenário, a resposta deverá passar mais uma vez pela formação e requalificação dos trabalhadores, diz.

 

“Muito mais importante proteger o trabalhador enquanto ser humano”

A alteração no paradigma do trabalho também se deverá reflectir na legislação laboral, sublinha o director Emprego, Trabalho e Assuntos Sociais da OCDE.

 

“Num mundo onde as pessoas têm vários trabalhos em simultâneo, mudam muito mais de um trabalho para o outro, tem que se dar ao trabalhador a oportunidade de se proteger a si próprio. O foco no trabalhador e não no contrato”, explica.

 

Para Stefano Scarpetta é “muito mais importante proteger o trabalhador enquanto ser humano”, até porque “os trabalhos podem ir e vir”, pelo que “isto significa desenvolver programas de formação, mas também que a protecção social dê uma protecção mínima a todos, quase independentemente do tipo de contrato existente”, acrescenta.

 

“Se devemos dar um rendimento a toda a gente independentemente de trabalharem ou não? Em teoria sim, em prática é muito mais difícil, porque como é que se financia isso?”, disse. Neste sentido, defendeu que “antes disso devemos ter a certeza que todas as empresas pagam o montante justo de impostos”, exemplificando com a o Base Erosion and Profit Shifting (BEPS), cujo objectivo é desenvolver políticas e estratégias para combater a fuga de capitais para offshores, diminuindo a evasão fiscal a nível global.

 

Esta iniciativa do G20 procura que as empresas “realmente paguem impostos onde o valor é gerado e não onde pensam que é melhor tributado. Isto pode gerar milhões e milhões, que podem ser utilizados no que alguns países chamam de “transição justa”. Isto pode ser utilizado precisamente para apoiar estes trabalhadores nestas formações”, acrescenta.

 

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publicado às 23:09


EDP, para onde vais ? (1)

por efepe, em 07.11.18

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DEPOIS DE NA WEB SUMMIT ...

Antonio Mexia ter anunciado que tem "Muito Dinheiro" para apoiar bons projectos de empreendedorismo

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 (copiado da pagina do facebook do grupo Comunidade EDP)

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António Mexia está a "EMPOBRECER" e a "EMPURRAR"

a Geração em Final de Carreira Profissional (1980 - 2020) ...

"descaradamente" e "sem escrúpulos"...

 

E isto acontece, porque os trabalhadores em questão,

estão conformados a utilizarem a "arma" do SILÊNCIO,

em vez de se socorrerem da "MEDIOCRIDADE" das

Lideranças Sindicais dos ditos Sindicatos Mais Representativos

(Fiequimetal e Sindel) que nos conduziram ao "actual" patamar de pobreza.

 

Em suma, são MAUS TRATOS em cima de MAUS TRATOS !

(Fernando Pegas - 07-11-2018 - 17:44)

 

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Esperemos para ver!

(Joaquim Guimarães - 07-11-2018 - 18:32)

 

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Há uns anos, foram "empurrados" os de 50 anos ou +... Lembram-se?

Foi na viragem do século!

(Maria Manuela Lima - 07-11-2018 - 18:46)

 

Eu ainda vim com 49!!!

Não deixaram chegar ao meio século.

(Antonio Inês - 07-11-2018 - 18:56)

 

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Noutros tempos não era assim batiamo-nos por um cêntimo agora está tudo acomodado👎

(Joaquim Sineiro - 07-11-2018 - 19:01)

 

Joaquim Sineiro foram e são os sindicatos que estão a empurrar esta empresa para a desgraça.

Entraram em descrédito.

(Heitor Costa - 07-11-2018 - 19:27)

 

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Parece que estes camaradas de trabalho ou estão esquecidos ou têm a memória curta...
Já não se lembram do que o então CEO da EDP, um célebre TALONE, disse no primeiro "encontrão"?
"Que a EDP teria de ser apenas uma empresa de Quadros" e deu um prazo para isso. 2020.

Agora é que este colega Fernando Pegas acordou?

A EDP que conhecemos nos anos 80 e anteriores já não tem nada a ver com a EDP de hoje.

A mudança, resultante da aplicação de novas ferramentas e novas tecnologias não se adapta à maioria destes trabalhadores dos anos 80. Eu testemunhei isso.

Embora eu não concorde com a privatização da Empresa, também é verdade que a empresa, não forçou ninguém a sair ou a fazer acordos de pré-reforma. Que eu conheça.

Sei que, em alguns locais de trabalho e a certos trabalhadores foram propostos acordos em que uns trabalhadores, talvez porque viam muitos milhares de euros como contrapartida, aceitaram. Mas ninguém os obrigou.

Eu, por exemplo, fui eu próprio que pedi para passar à situação de pré reforma. Claro que foi aceite.

Embora me quisessem lá até 2020, data limite para trabalhar na empresa.

 

Mas eu, que conheci uma empresa amiga dos trabalhadores e com um forte cariz social, fiquei triste e desencantado com o rumo que a EDP está a tomar.


Quanto ao ACT/2014 actualmente em vigor, a empresa, até agora ainda não o denunciou, embora já o pudesse ter feito em 2017.
Eu creio que, com a saída por acordo mútuo, vão ficar muito poucos trabalhadores que ainda estejam abrangidos pelo actual ACT. Daí que pense que a empresa não o denuncie antes de 2020.

Lembram-se do que disse o TALONE? Até 2020.

Ora todos sabemos que o actual ACT é filho do AE de 1980. Somando 40 anos, o que é que dá? 2020.


Com a alteração da legislação do trabalho patrocinada pelo PS e pela UGT, deixou de ser necessário serem as duas partes, sindicatos e empresa, estarem de acordo para a revisão do mesmo.

Assim basta uma parte, leia-se empresa para fazer a denúncia.

E o que é que acontece se as partes não chegarem a acordo?

Ainda segundo o Código de Trabalho, o mesmo ACT, mantém-se em vigor por um período de 18 meses, findos os quais os contratos colectivos de trabalho caducam imediatamente e, a partir daí, os trabalhadores passam a ser regulados pela Lei Geral de Trabalho. E aí, adeus ACT e adeus EUP.


Só quero lembrar a todos que lerem este meu post que os sindicatos não são as mesas e as cadeiras que estão na sede física dos mesmos.

Os sindicatos só têm a força que os trabalhadores lhes derem. E eu não vi, nem vejo qualquer interesse dos trabalhadores pelos seus sindicatos.

Ou melhor, os que verdadeiramente se interessam são uma muito pequena minoria e, à medida que os trabalhadores mais velhos vão saindo, pior.

Porque não vejo por parte dos trabalhadores jovens que, entretanto, entraram para a empresa, qualquer interesse em se sindicalizarem. Até porque, cada um deles, tem um contrato de trabalho a termo ou um contrato individual de trabalho.

Quebrou-se assim desta maneira a unidade dos trabalhadores, pois já são têm o contrato colectivo de trabalho ou seja o nosso ACT.


Os sindicatos nem sempre têm andado bem? Sim, é certo.

Cometeram erros? Certamente que sim.

Mas creio que não é atacando os sindicatos, como faz toda a direita reaccionária, que se pode seguir em frente e adequar a justa luta dos trabalhadores às circunstâncias concretas do que se passa, nessa data, da sociedade em que vivemos.


Não tenho qualquer dúvida de que uma grande maioria dos trabalhadores do Grupo EDP, se abastardou e aburguesou.

Para estes, basta terem uma boa casa e um bom carro e tudo o resto é por acréscimo.

Sem se preocuparem com o colega que também trabalha no Grupo se ele também tem os mesmos direitos e regalias que eles. Sei do que falo.


Por isso, só com os trabalhadores unidos na mesma luta e mobilizados para a mesma é que se pode avançar e fazer frente ao Patronato seja ele nacional ou multinacional.


Abraço amigo a todos.
Arnaldo Fialho

(Arnaldo Fialho - 07-11-2018 - 19:35)

 

 

Meu caro Arnaldo Fialho, não é o facto de dizeres umas quantas "verdades" que vou estar totalmente de acordo com o que dizes. Designadamente, quanto ao "tabu" da caducidade e, com este pseudo-problema que condicionou os movimentos dos principais sindicatos (da Fiequimetal e do Sindel), aquando do super processo negocial que daria origem ao ACT/EDP 2014. E, porventura, para justificar a ausência de qualquer iniciativa de Mobilização para as Lutas de Resistência tão necessárias, no sentido da Defesa de Direitos e Regalias.

 

Meu caro Arnaldo Fialho, é que o "tabu" da Caducidade NÃO PODE JUSTIFICAR TUDO DE MAU QUE ACONTECEU. Porque isso, revelou-se numa GRANDE FALTA DE RESPEITO para com trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP.

Ao ponto de o patronato aproveitar-se disso mesmo, e "BANALIZAR" A FALTA DE RESPEITO que ainda hoje é sentida (passados que estão quatro anos), e que, naturalmente, se foram transformando em Maus Tratos.

Infelizmente, A CULPA É DE TODOS (comigo e contigo incluídos).

 

Por fim, meu caro Arnaldo Fialho, NÃO, NÃO ACORDEI SÓ AGORA !! Simplesmente, não gosto de exibir certas "sabedorias" doutrinárias. Gosto sim é de pensar pela minha cabeça. Disse.

(Fernando Pêgas - 07-11-2018 - 23:21)

 

 

Fernando Pegas E,eu também só penso pela minha cabeça. A não ser que me provem que estou errado. É que eu, sabendo muito bem do que falo, estou aberto a ouvir, discutir e, se encontrar razões melhores, também a mudar de opinião. Também disse.
Abraço companheiro.

(Arnaldo Fialho - 08-11-2018 - 17:39)

 

 

Arnaldo Fialho, uma das razões de invocar o termo "sabedorias" doutrinárias, teve essencialmente a haver com a afirmação seguinte: "Porque não vejo por parte dos trabalhadores jovens que, entretanto, entraram para a empresa, qualquer interesse em se sindicalizarem" !!

  

Ora bem, o Arnaldo Fialho sabia que os JOVENS a que se refere tinham Contratos Individuais de Trabalho, e por via disso mesmo "negociavam" individualmente os seus salários, bem como as suas condições. E, maioritáriamente, estavam "acantonados" (entenda-se com o vinculo contratual) numa das empresas (na EDP Estudos e Consultadoria), embora funcionalmente exercessem a sua actividade profissional noutras empresas do Grupo EDP.

Genericamente, a situação deste Universo de Trabalhadores era demasiadamente "complexa", no contexto do Grupo EDP.

  

Entretanto, e no âmbito do super processo negocial para a construção de um Novo ACT/EDP, surgiu o interesse "patronal" da INTEGRAÇÃO DOS CONTRATOS INDIVIDUAIS no novo Contrato Colectivo de Trabalho do Grupo EDP que estava a ser negociado entre os varios parceiros patronais e sindicais que viriam a "outorgar" o ACT/EDP 2014.

Chegado aqui, permite-me questionar: Arnaldo Fialho sabe qual foi o "comportamento" dos parceiros sindicais (não me refiro a nenhum Sindicato em concreto, mas sim a TODOS os Sindicatos) perante a integração do Universo dos Jovens com Contratos Individuais ??

Pois, foi o ABANDONO PURO E SIMPLES !!! "Abandono Sindical" este, em tudo idêntico, ao "Abandono Sindical" dos trabalhadores, refomados e pensionistas aquando da Revisão do ACT/EDP 2000 e da Revogação do Estatuto Unificado de Pessoal da EDP.

 

Meu caro Arnaldo Fialho, perante toda esta realidade envolvente aos Jovens a que se refere, acha que estes mesmos Jovens querem alguma coisa com os Sindicatos (que os abandonou, em momentos que mais precisaram de ajuda dos mesmos) ? OBVIAMENTE QUE NÃO !!

 

Em suma, e para concluir, foram os Sindicatos que abandonaram os Jovens, e não os Jovens que não procuraram os Sindicatos.

Disse.

(Fernando Pêgas - 08-11-2018 - 22:30)

 

 

 

 

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Pela minha parte, não tenho a memoria curta e por isso não esqueço, embora tenha sido obrigada a ultrapassar... Pela minha parte, não tinha problemas de adaptação a novas tecnologias e tenho formação adequada, mas fui empurrada.

Gostava e queria ter terminado a minha carreira no limite de idade

Mas este colega que diz ter memória (e eu acredito) mas não sabe tudo, porque há /houve politica de bastidores que a maior parte desconhece. Disse.

(Maria Manuela Lima - 07-11-2018 - 21:32)

 

 

Maria Manuela Lima se leu com atenção todo o meu post, verá que eu ressalvei isso mesmo que pode ter acontecido em alguns locais de trabalho. Mas a imensa maioria não foi assim.

 

 

Eu podia ter ficado até 2020, faria 40 anos de trabalho na empresa. Mas saí com 38 porque já estava farto daquilo. É que eu também já tenho em 2018, 50 anos de descontos para a Previdência.
Os meus cumprimentos.

(Arnaldo Fialho - 08-11-2018 - 17:46)

 

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Amigo pegas tantos afilhados que subiram na carreira alguns de dois em dois anos. outros chefes departamento outros subdiretores outros diretores. E outros subiam de BR de dois em dois anos

Conheço bem essas pessoas que foram assim a subir comem tudo e não deixam nada.

Lamber botas assim se eleva os afilhados.

Viva a edp quê é boa para alguns.

(Isabel Moura Araújo - 07-11-2018 - 22:21)

 

 

Dona Manuela Lima a senhora foi empurrada porque alguém tinha de ir ocupar o seu posto. A custa de uns outros se safaram é assim a uns anos a esta parte salva-se quem tiver padrinhos

(Isabel Moura Araújo - 07-11-2018 - 22:25)

 

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Perdigão perdeu a pena...

(Rui Miguel Nunes Beirão - 07-11-2018 - 22:43)

 

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Infelizmente há várias EDPs.

Há a macro, amigos, afilhados. Há a dos chefes, e afilhados e há a escumalha que devia pagar p trabalhar e todo o dinheiro q ganham já é muito.

(Carlos Marques Pinto - 07-11-2018 - 23:21)

 

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O que me dá ainda algum gozo é que algumas chefias pensam que são donos da edp.e quando chega altura deles são empurrados quase a pontapé. Depois fora da edp no ninguém lhe passa cartão dentro d edp pensam que a edp é deles.

MUITA GENTE SEM CARÁTER DENTRO DA EDP

E EU CONHECI MUITA MERDA ACREDITEM.

VIM EMBORA PORQUE EU QUIS

E NÃO FICO COM SAUDADES DA EDP.

 

Saudades tenho d edp há 40 anos.

Desta edp a vinte anos a esta parte só se salva afilhados.o resto é a ver os barcos a passar.

Eu tenho orgulho de mim nunca lambi as botas a nenhuma chefia.

Fui e serei sempre direta a dizer o que eu achava.

Não devo favores a ninguém.

Eu agora estou deste lado nem me lembro da edp.

Feliz é assim. A minha vida fora da edp.

Façam como eu edp é para esquecer

(Isabel Moura Araújo - 07-11-2018 - 23:22)

 

 

 Isabel Moura Araujo faço minhas as suas palavras. 

Também sinto o mesmo, tenho saudades da EDP de à 40 anos, presentemente não não me revejo nesta empresa que mais parece um fantasma. Lamento...

(Maria Manuela Machado - 08-11-2018 - 01:31)

 

 

Viva, Isabel. Estamos no mesmo barco, gosto de pessoas como tu, falam quando tem de falar. Entro na pré-reforma a 5 de fevereiro. Tudo de bom, Bjhos

 (Joaquim Guimarães - 08-11-2018 - 18:28)

 

 

Olá Guimarães então entramos os dois dia 5 de fevereiro eu entro com 57 anos na pré reforma da edp.com está chuva e frio como é bom não ter horários para cumprir.

Adoro esta vida.ser dona do meu tempo.não ter de aturar emplastro nem consigo perceber como temos colegas que dizem que ir para casa na pré reforma que é mau. Eu adoro.

Chegar ao fim do mês ver o meu vencimento no.banco sem me chatear com nada. Obrigado EDP eu mereço pois trabalhei 40 para edp.venha o prêmio dos 40 para ir de férias a china


Colegas se poderem vir embora venham vida bela.um abraço

(Isabel Moura Araújo - 10-11-2018 - 02:54)

 

 

 Isabel Moura Araujo cara colega, eu no fundo percebi, a sua insatisfação, mas, deixe-me dizer, esta empresa, vai-me ficar sempre na memória. As chefias passam, cada um vale ou não o que vale, mas fazemos parte da melhor Empresa em Portugal.

Sou de 1980, tá quase e até ver, obrigado Edp.

Durante estes quase 40 anos, sempre com orgulho, desta camisola, é pena chegarmos ao fim desiludidos, com esta fase final. E... vamos ver, o que nos falta.

Abraços e beijinhos a toda a rapaziada dos que ainda cá estão e aos que estão a gozar o merecido descanso.

Bem hajam

(Jorge Gameiro - 10-11-2018 - 21:56)

 

 

Jorge Gameiro olá colega eu tenho orgulho na empresa em que trabalhei 40 anos e visto a camisola da EDP.mas a verdade é para ser dita EDP tem tirado muitos direitos conquistados ao longo dos anos.

Uma empresa que tem os lucros que tem e retira direitos não é para nós sentirmos satisfeitos sobre as chefias nem todas as chefias são emplastros conheci muitas chefias que merecem tudo de bom.mas na valor conheci e trabalhei com a chefias e dois colegas que não valem nada.

Pessoas sem caráter pessoas que chegaram aonde chegaram por serem levados ao colo.nao olhavam a meios para lixar o colega selva autêntica um já tive privilégio de o ver a levar um pontapé e não aguentar e ir embora chefia.

Ainda resta um três dois brevemente vai levar o pontapé fica outro que também vai chegar a vez dele.outro vai ter que trabalhar pois é um falso e escova deve pensar que vai subir mais alguma coisa.mas o tombo pode ser grande.

A EDP é uma grande empresa é pena que tenha tantos emplastros. Chefias.Na EDP valor.

Colega tudo de bom eu visto a camisola da edp o que não visto é a camisola da edp valor.

(Isabel Moura Araújo - 10-11-2018 - 23:53)

 

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 O todo poderoso

(Fernando Rosa - 08-11-2018 - 08:31)

 

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Meu caro amigo Fernando Rosa, há os "todos poderosos" do Grupo EDP e os "todos poderosos" dos Representantes dos Trabalhadores. E entre uns e outros ... venha o Diabo e escolha.

(Fernando Pêgas - 08-11-2018 - 12:24)

 

 

 Fernando Pegas 

Mas qual é a solução que o Fernando Pegas preconiza para resolver estes problemas?


O Fernando já deve estar reformado e, está assim afastado de qualquer solução internamente. Será que o seu combate agora se resume ao Facebook?


Tal como já disse acima, saí com 38 anos de antiguidade, quando podia esperar por 2020 e sair com 40. Mas saí, porque me fartei desta nova "EDP" e desta gestão que mais não faz do que dar a quem mais ganha e migalhas para a imensa maioria que lhes dá os milhões de lucro.


Mas, os sindicatos internos da empresa, neste momento, não têm a força dos trabalhadores para fazer muito mais.
O problema não está nos sindicatos. O problema está nos trabalhadores que não se querem sindicalizar e participar, activamente, nas suas estruturas, dentro da empresa e fora dela. 


E tal acontece porque os trabalhadores se aburguesaram e não querem saber de quem está ao lado. E, com esta política do individualismo e da competição para saber quem é o melhor em quê, isto não se muda por decreto.

Os pais e a actual educação são os principais responsáveis por isto. Porque, desde há muito tempo que os valores morais, de sociedade e de solidariedade se alteraram. E tudo tem de começar no berço e na pré-primária.

(Arnaldo Fialho - 08-11-2018 - 18:06)

 

 

Meu caro Arnaldo Fialho está enganado. E, não é nada de criticável, uma vez que não nos conhecemos.

Porque ainda estou no activo, no meu local de trabalho (na cidade do Porto), à espera do dia 01-09-2020 (dia em que perfaço 40 anos de EDP, e por via disso mesmo, conquisto o direito de ir para a Reforma em qualquer idade, sem penalização.

 

Quanto ao Movimento Sindical no Grupo EDP, tenho uma ideia diferente da sua.

Ou melhor, o Sindicalismo está morto "matado", por via da má negociação da Revisão do ACT/EDP 2000 + Revogação do EUP/EDP + Integração dos Contratos Individuais no Contrato Colectivo e que desencadeou a enorme Perda de Direitos e Regalias que é do conhecimento geral.

 

Finalmente, quanto ao meu combate que se resume ao Facebook, dir-lhe-ei que sim. Por duas razões fundamentais.

A primeira será devido ao facto de o nível de "traições" no Movimento Sindical do Grupo EDP ter atingido um patamar demasiadamente elevado e fora do meu gosto pessoal. Pois, lido muito mal com "traidores".

A segunda razão, estará ligada ao próprio Facebook. Uma vez que, actualmente, é lá que tudo acontece.

Inclusivamente, e como deve ser do seu conhecimento, o próprio Grupo EDP até já criou uma nova plataforma informatica denominada o Facebook da EDP, onde se comunica e se troca informação a qualquer hora do dia.

Ora, se atendermos que o Sindicalismo na sua essência se baseia na partilha de informação e na comunicação, acho que estar no Facebook, é o SITIO CERTO para dar largas à minha "paixão" pelo Sindicalismo.

Uma vez que, os Plenários de Trabalhadores nos mais variados locais de trabalho, deixaram de existir.

Disse.

(Fernando Pêgas - 08-11-2018 - 23:00)

 

 

Fernando Pegas mas esse combate, faz-se de dentro para fora e não o contrário.

Ou em alternativa, constituir mais um sindicato em que se possam rever...

Ora com a pulverização de sindicatos que já existem na EDP, todos eles movidos por ideologias político-partidárias, acha que seria bom e até possível, que se constituísse mais um sindicato sem que esse mesmo desejo viesse de baixo para cima ou seja, fossem os próprios trabalhadores a exigir a criação desse novo sindicato?


Pelos seus post's até parece que eu apoio incondicionalmente, o actual sindicalismo que se pratica hoje em dia na empresa. Muito longe disso.

Eu até já escrevi que todos os sindicatos minoritários na empresa, fizeram ao longo de muitos anos, muita asneira.

Convenceram-se que os associados não davam conta disso e descuidaram a ligação directa aos trabalhadores, apenas se contentando com uns simples comunicados por ano em altura da negociação da tabela salarial, ou fazendo plenários por altura da mesma e ou quando havia uma manifestação da CGTP.

Ora esse tempo de arregimentar as pessoas deste modo, já lá vai há mais de um quarto de século.

Os dirigentes acomodaram-se, os delegados sindicais desinteressaram-se e os trabalhadores aburguesaram-se. Que é tabú e ninguém quer admitir.

 

Mas daí até eu condenar o movimento sindical e os sindicatos vai um enorme abismo.

E é por isso que eu continuo a defender os sindicatos e o movimento sindical. Porque os trabalhadores precisam de sindicatos e precisam deles fortes.


Sem mencionar nada em específico, apenas lhe digo que estive por dentro e, que nem sempre tenha estado de acordo com tudo e em alguns momentos até em completo desacordo, não é isso que me faz atacar as Organizações Representativas dos Trabalhadores. Estas são compostas por pessoas e, como tal, falíveis.

Devemos criticar pessoas que não cumprem com o seu estatuto e até denunciá-las. Mas nunca atacar as Organizações que defendem os interesses dos Trabalhadores.

(Arnaldo Fialho - 10-11-2018 - 16:53)

 

 

Meu caro Arnaldo Fialho, genericamente, estou de acordo consigo. Mas ...

Depois de mais de trinta anos a "acreditar" no movimento sindical que se fez no Grupo EDP, designadamente no modelo do "triângulo invertido" (onde eram os trabalhadores a determinar a acção dos representantes dos trabalhadores, e não o contrário), e depois da minha "impotência" na luta contra o caminho traçado que nos levou a todos à Perda de Direitos e Regalias do conhecimento de todos no Grupo EDP, e "cansado" do FAZ DE CONTA que se seguiu, achei por bem "distanciar-me" de um Movimento Sindical que se aproxima a passos largos para o seu COLAPSO, por culpa de TODOS (e comigo incluído).

 

Chegado aqui, e com a "inquietação" de ter de fazer qualquer coisa no sentido de alterar o actual estado de coisas, achei por bem vir para as Redes Sociais e FAZER SINDICALISMO por conta própria (digamos assim).

Designadamente, com o propósito de despertar "consciências", que ajudassem a fazer um género de REVOLUÇÃO no Movimento Sindical do Grupo EDP.

 

Porque, como diz e bem, os Sindicatos são necessários. E nunca devemos de nos esquecer que, o Movimento Sindical em Portugal, sempre constituíu um "PILAR SEGURO" da Democracia, conquistada no 25 de Abril de 1974.

E, por falar nesta data histórica, acho que somos todos nós que temos aquela data como PRINCIPAL REFERÊNCIA, assumirmos como que a Geração da Mudança, no que diz respeito às mudanças que tem de ser feitas com caracter de urgência, no Movimento Sindical do Grupo EDP, de modo a não perdermos ainda mais o que nos resta.

 

Neste sentido, chegamos ao ponto, de CHAMARMOS AS PESSOAS E AS INSTITUIÇÕES que contribuiram para o actual "estado de coisas" à Razão.

 

Porque o Diálogo Social se tornou impossível, como nos mostra as várias tentaivas realizadas para nos sentarmos a uma mesa, e conversarmos o que tem de ser conversado.

 

Por fim, e quanto à minha pessoa, esclareço que assumi (por aqui pelas redes sociais) um "compromisso" de unidade de trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP, que vai ser consubstanciado num projecto denominado UTREPE - União dos Trabalhadores, Reformados e Pensionistas do Sector de Energia.

(Fernando Pêgas - 10-11-2018 - 18:15)

 

Fernando Pegas espero pois a aparição desse projecto para o ler e analisar.
Abraço amigo.

(Arnaldo Fialho - 10-11-2018 - 19:02)

 

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Não há pena de morte para essa gente!

Tantos morrem nas passadeiras e esses nem no passeio!

Boa sorte ao menos com os elevadores, pois também se desprendem com as avarias.

Estão todos à espera de estátuas.

Nos sindicatos nunca me fiei, pois conhecia a maioria da corja que por lá andava, pois eram uns falhados que nunca trabalhavam e, na edp depois da EDP, muito menos.

Eu, já adivinhava no que isto ia dar logo a seguir à integração dos serviços municipalizados das câmaras e já foi há dezenas de anos, por isso logo me reformei, pois a muitos lhe deram bons tachos, apesar de pouco ou nada saberem do que era a EDP, e ficaram com a categorias de chefias "arranjadas" e hoje, a boa gente que ainda lá está, é o que sobra da EDP antes da edp e desses até conheço ainda muita gente boa.

Descontentes, mas é o que é e, o que há, mortinhos pela reforma antecipada e velhice.😈

(Jose M. Monteiro - 12-11-2018 - 11:33)

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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ParaOndeVais.png

António Mexia está a "EMPOBRECER" e a "EMPURRAR"

a Geração em Final de Carreira Profissional (1980 - 2020) ...

"descaradamente" e "sem escrúpulos"...

 

E isto acontece, porque os trabalhadores em questão,

estão conformados a utilizarem a "arma" do SILÊNCIO,

em vez de se socorrerem da "MEDIOCRIDADE" das

Lideranças Sindicais dos ditos Sindicatos Mais Representativos

(Fiequimetal e Sindel) que nos conduziram ao "actual" patamar de pobreza.

 

Em suma, são MAUS TRATOS em cima de MAUS TRATOS !

(Fernando Pegas - 07-11-2018 - 17:44)

 

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 Para a china

(Isabel Moura Araújo - 07-11-2018 - 23:40)

 

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Onde me situo e partiho dessa revolta.

Fui interventivo e hoje o que vemos?

(Manuel Luisa Sousa - 08-11-2018 - 08:52)

 

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O que vemos hoje em dia, meu caro Manuel Luis Sousa é a "BANALIZAÇÃO" DA FALTA DE RESPEITO, quer do lado patronal (Grupo EDP), quer do lado sindical (estruturas que deveriam defender a classe trabalhadora), para com os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP, e estes, por consequência, limitam-se a utilizar a última arma que lhes resta - o SILÊNCIO.

TRISTE REALIDADE !!!

(Fernando Pêgas - 08-11-2018 - 11:23)

 

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O efeito pode não ser o desejável, mas a opinião e apoio convicto na luta pela justiça, e respeito pelos justos direitos de quem trabalha honestamente.

(Manuel Luisa Sousa - 08-11-2018 - 13:04)

 

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Atrevo-me a dizer que, hoje em dia, o RESPEITO PELOS "DIREITOS HUMANOS" (no Grupo EDP) deixa muito a desejar.

(Fernando Pêgas - 08-11-2018 - 11:23)

 

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E "choca-me" um pouco, estar a assistir a tantos "maus tratos", sobre a Geração "1980-2020", na sua parte final da carreira profissional.

Porque aquela "Geração 1980-2020" não foi, nem é uma Geração Qualquer.

É a Geração "Mais Politizada" do Grupo EDP, fruto da Revolução do 25 de Abril de 1974.

É a Geração "Admitida do Exterior" através de Concursos Externos e, maioritariamente, "Sem Cunhas".

 

Durante os anos de 1979 e de 1980, para a Electricidade de Portugal - Empresa Publica, entrou uma "geração" de rapazes e de raparigas, que eram da MELHOR E SUPERIOR QUALIDADE (quer a nível de Quadros Superiores, quer a nivel de Não Quadros), fruto dos vários Concursos Externos realizados nos anos de 1978 e 1979, em que aqueles rapazes e raparigas "mostraram todo o seu potencial e valor" e foram admitidos "sem cunhas" e por "mérito próprio".

E, que vestiram a "camisola edp" desde a primeira hora.

 

E AGORA, O QUE É QUE AS EDP'S LHES ESTÃO A FAZER ?

Genericamente, o Grupo EDP, na sua geografia de Portugal, está a "empobrecer" (pela via da "perda" de Direitos e Regalias) e a "humilhar" (pela via do "negativar" nos processos anuais de avaliação de desempenho) uma das mais Meritórias Gerações EDP.

(Fernando Pêgas - 08-11-2018 - 15:41)

 

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Idem comigo.

A  nossa resposta deve ser contundente.

(Manuel Luisa Sousa - 08-11-2018 - 14:04)

 

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Fernando Pegas Eu ainda entrei em 1968 para a Termoelétrica- Porto e sou da geração, a quem, porque nunca tive ajudas, forçaram a ida com os serviços para a DPT em Lisboa ou teria que vir embora. Isto é verdade.

Às restantes meninas, foi arranjada colocação em Sá da Bandeira- Porto. Porquê?

Porque todas tinham na empresa familiares ou amigos.

Na época, fui para Lisboa con 20 anos (menor idade)...e nunca tinha dormido fora de casa. Valeram colegas e casais colegas e a minha ligação a Acção Católica. Chega?

(Maria Manuela Lima - 08-11-2018 - 14:12)

 

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Maria Manuela Lima depois de ter efectuado todas as provas do concurso externo na cidade do Porto (Largo Dr. Tito Fontes), e também por não ter "cunhas" (ou "ajudas" como diz), tive que ir ser admitido em Lisboa (Av. Defensores de Chaves) para NÃO PERDER A MINHA ORDENAÇÃO (65º lugar) no Concurso Externo efectuado a nível nacional, com milhares de candidatos.

Portanto, a mim aconteceu o mesmo.

 

E depois em Janeiro de 1982, quando vim para o Porto, fui muito mal recebido, em virtude de vir ocupar um lugar "destinado a um afilhado de alguém" que estava na "calha".

A minha "sina" na EDP ficou assim traçada.

(Fernando Pêgas - 08-11-2018 - 14:58)

 

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publicado às 21:38


Silenciar é Mentir (2)

por efepe, em 06.11.18

fcp.png

 

Em continuação do debate de ideias, sobre a temática: 

Silenciar é Mentir 

começado no link ...

 https://jornalonlineefepe-sindical.blogs.sapo.pt/silenciar-e-mentir-106390

 

Vejamos agora, a continuação dos diálogos havidos

nas redes sociais (nomeadamente no facebook).

 

 

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 (copiado da pagina do facebook de EDP iando)

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CristinaAfonso1.png

 

 (EDP piando - 31-10-2018 12:31)

 

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Com essa ajuda só pode mudar para pior.

 (Ema Bandeira - 31-10-2018 15:27)

 

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Pois Ema Bandeira, curiosamente ou talvez não, a actual "porta voz" da Comissão de Trabalhadores EDP (que "coordena" as várias Comissões de Trabalhadores do Grupo EDP eleitas e não eleitas) É A MESMA PESSOA (ou seja, a Rosa Fernandes) da actual "porta voz" da Comissão Negociadora do Sindel, e por inerência, é a Líder da Frente Sindical UGT (que congrega os sindicatos afectos à UGT e alguns sindicatos Independentes). Pelo que,
 
o "portfólio" de Rosa Fernandes é "muito rico" em CARGOS desempenhados no ambito do Sindel, da UGT e das Comissões de Trabalhadores no Grupo EDP, eventualmente, entre outros cargos.
(Fernando Pêgas - 31-10-2018 16:27)
 
 
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Um bom exemplo, de como NÃO SE DEVE FAZER "SINDICALISMO", de uma forma séria, obviamente.
 (EDP piando - 31-10-2018 16:58)
 
 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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CristinaAfonso1.png

 (Fernando Pêgas - 31-10-2018 16:00)

 

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acredito que pode mudar algo ou, pelo menos defenirem-se as coisas e pôr a nu algumas "vacas" sagradas.

(Cristina Afonso - 02-11-2018 13:32)

 

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Cristina Afonso, é minha convicção que é um enorme "ERRO" envolver-se a Comissão de Trabalhadores EDP, num processo em que não tem legitimidade para intervir. Ou seja, na Contratação Colectiva.

 

E, envolver a Comissão de Trabalhadores EDP apenas para fazer o papel de "mediador", é como que passar um atestado de incompetência a TODOS OS SINDICATOS, ao não serem capazes de resolver os seus "próprios problemas" de Falta de Diálogo entre todos.

 

É TEMPO de os "cobardes" deixarem de ser "cobardes".

 (Fernando Pêgas - 02-11-2018 15:16)

 

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Desculpe mas não acho.

A CT deve funcionar como congregadora de vontades,

a CT não tem associados e é eleita por todos os trabalhadores,

a CT tem a obrigação de perceber quando os caminhos das diferentes estruturas não são os mais corretos,

a CT tem a obrigação de responder aqueles que lhes pedem intervenção,

a CT não tem que estar dominada por nenhum sindicato ou partido.

 

A CT tem que perceber quando o dialogo não existe, puxar os "cordelinhos" e intervir.

Desculpem se não estão d acordo comigo mas esta é a minha opinião.

(Cristina Afonso - 05-11-2018 13:49)

 

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Cristina Afonso eu dou lhe toda a razão.

Mas, permita-lhe que lhe diga, que esse tipo de "pressupostos" (que são correctos) não tem qualquer correspondência na PRÁTICA, porque há um "domínio claro" do Sindel.

 

E o Sindel, não está mínimamente interessado, no bom relacionamento entre TODAS as organizações representativas de trabalhadores.

 (Fernando Pêgas - 05-11-2018 14:36)

 

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Fernando Pegas pagaremos para ver? Mais uma vez?

(Cristina Afonso - 05-11-2018 16:58)

 

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 Cristina Afonso o "divisionismo" semeado por Rui Miranda, no inicio do ano de 2016, entre Sindicatos "outorgantes" e Sindicatos "aderentes por adesão" AINDA ESTÁ BEM "VIVO" E É UMA "FERIDA" que não foi cicatrizada, por falta de humildade de Rui Miranda.

 

Razões pelas quais, NÃO ACREDITO em "magias" com Rui Miranda.

 (Fernando Pêgas - 05-11-2018 17:45)

 

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Fernando Pegas mas esse nao se dedicou a outros "negócios"?

(Cristina Afonso - 06-11-2018 10:04)

 

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Com a entrega do "poder" do Sindel a Rui Miranda (por "fuga" de Ângelo Pereira), no ultimo Congresso em 2017, Rui Miranda achou por bem ficar com o Sindel Industria (apoiado em Alberto Vale) e entregar o Sindel Energia a Rosa Fernandes.

 

Porque o "foco" de fazer merd* mudou de direcção (ou seja, Rui Miranda virou-se agora para a Auto Europa).

 (Fernando Pêgas - 06-11-2018 10:47)

 

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O grande problema é estas pessoas para além de não terem qualidade o que as move é a ambição.

 

A solução está penso eu na criação de um novo sindicato, insisto nesta tecla, em que os mais novos sejam chamados a contribuírem e a integrarem com lugares da mais alta responsabilidade. 


Que este sindicato seja apenas e só para a EDP. Crie-se de imediato e já uma comissão instaladora para o efeito.

 (Antonio Calçada - 06-11-2018 13:21)

 

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António Calçada disposto a encabeçar essa proposta?

 

(Cristina Afonso - 06-11-2018 13:30)

 

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Meu caro António Calçada, com a "matança" do Contrato Colectivo do Grupo EDP, à quatro anos atrás, passou a existir a necessidade da RECRIAÇÃO DE UM NOVO CONTRATO COLECTIVO DO GRUPO EDP. Onde se consagre, por exemplo, UM ESQUEMA DE SAÚDE PARA TODOS.

 

E aquela "recriação" não passa necessariamente pelos Sindicatos que "outorgaram" conjuntamente com o Grupo EDP, a "DIVISÃO" reinante actualmente no Grupo EDP, com base na existência de dois Esquemas de Saúde.

 

Quer se queira, quer não, um novo ciclo no Grupo EDP, terá que ser impulsionado necessariamente por NOVOS SINDICATOS.

Preferencialmente, que se preocupem "apenas" com os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP.

Foi baseado nestes "pressupostos" que surgiu a iniciativa de avançar para a criação da UTREPE (já em fase de "legalização").

  (Fernando Pêgas - 06-11-2018 14:48)

 

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Cristina Afonso estou disposto a ajudar de uma forma empenhada. Importante envolver os mais novos nas responsabilidades pois são eles o futuro.

 (Antonio Calçada - 06-11-2018 18:16)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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SabedoriaSindical.png

O SILÊNCIO "PROLONGADO" DOS SINDICATOS

(desde a ultima Reunião Plenária do dia 03-10-2018),

REVELA ... UMA ENORME "CRISE" NO

MOVIMENTO SINDICAL NO ÂMBITO DO GRUPO EDP.

 (Fernando Pêgas - 05-11-2018 01:16)

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:51

fcp.png

 

Em continuação do debate de ideias, sobre a temática: 

 Reavaliação dos Sindicatos Mais Representativos no Grupo EDP

começado no link ...

Reavaliação dos Sindicatos Mais Representativos no Grupo EDP (I)

https://jornalonlineefepe-sindical.blogs.sapo.pt/desabafos-106877

  

Vejamos agora, a continuação dos diálogos havidos

nas redes sociais (nomeadamente no facebook).

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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EmpobrecimentoReal.png

(Fernando Pêgas - 31-10-2018 18:19)

 

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É por tudo isso que nunca dei dinheiro a sindicatos. Só lá estão para se servirem e não para servir os trabalhadores.

(Ana Maria Ventura - 31-10-2018 18:24)

 

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Mas exige ser defendida,acho piada.

(João Jesus - 31-10-2018 18:32)

 

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Não preciso de sindicatos para nada.

(Ana Maria Ventura - 31-10-2018 18:35)

 

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Se precisar de defesa, contrato um advogado.

(Ana Maria Ventura - 31-10-2018 18:35)

 

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Pois deve ser, devia nunca ter aceite os aumentos negociados pelos sindicatos. Isso é que era de valor. Agora balelas da boca para fora, esta o mundo cheio.

(João Jesus - 31-10-2018 18:37)

 

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balelas sim.

e já agora essa senhora ana se tem linhas de carreira, atualizações salariai e outros direitos deve-se a ela própria?

Assuma-se cara senhora.

O que não quer é pagar uma quota e vive "pendurada" na representatividade que lhe é dada pelos colegas.

Criticar este ou aquele sindicato e // ou dirigente é uma coisa.

Dizer que não precisa de sindicatos é o jogo do patrão.

Cuide-se!

(Cristina Afonso -  02-11-2018 13:31)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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Crise.png

(Fernando Pêgas -  01-11-2018 20:42)

 

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ruaaaaaaaaa.

(Cristina Afonso -  02-11-2018 13:27)

 

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Cristina Afonso, se efectivamente Antonio Rui Miranda fosse uma "pessoa de bem", não era necessário o Movimento Sindical do Grupo EDP (com "pergaminhos" no Movimento Sindical português) estar a passar pela "crise" actual.

 

Acho que, os "associados" do Sindel Energia (do Grupo EDP) têem uma palavra importante a dizer face a todo este "quadro".

(Fernando Pêgas -  02-11-2018 14:46)

 

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 (copiado do blog Jornal Online 'efepe' / sindical)

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Anonimo.png

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publicado às 15:29

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