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Em continuação do debate de ideias, sobre a temática: 

Urge a criação de um Sindicato

para Reformados e Pensionistas do Grupo EDP

 

começado no link ...

https://jornalonlineefepe-sindical.blogs.sapo.pt/urge-a-criacao-de-um-sindicato-para-99261

 

continuado no link ...

 https://jornalonlineefepe-sindical.blogs.sapo.pt/urge-a-criacao-de-um-sindicato-para-99509

 

Vejamos agora, a continuação dos diálogos havidos

na pagina do facebook do grupo fechado Comunidade EDP

 

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Cara Graça:

Qualquer "carga defensora e reivindicativa...",

como refere, não passará tanto pela nomenclatura, mas sobretudo e específicamente pela capacidade organizadora de uma real representatividade, com credibilidade.

Sei bem do que falo, o que quero e o que não pretendo!

Poderia aqui alongar-me mas o assunto dá pano p'ra mangas...

Posso afiançar-lhe que se se viesse a constituir mais um Sindicato, este de reformados e pensionistas, a administração da EDP, EMPRESA PRIVADA COM COTAÇÃO NA BOLSA, esfregaria as mãos de contente...

Para "Sindicato" não contem comigo!

 

Se quiserem reunir, estarei disponível para apresentar os meus argumentos e aprofundar questões...

 

Quer-se-me parecer e há muito tempo que o afirmo,

haver colegas que continuam a olhar

para a Empresa como pública.

 

Acordem para a realidade e tenham os pés bem assentes na terra!!!

Cordiais cumprimentos

(Nuno Calado Fonseca - 14-08-2018 14:59)

 

 

Consigo comprendê-lo.

Qq que seja a nomenclatura, interessa mesmo é a capacidade agregadora e credível para que seja eficaz.

Obrigada, colega Nuno Calado Fonseca.

(Graça Freitas - 14-08-2018 15:08)

 

 

Graca Freitas Expressar, escutar opiniões diferentes e respeitá-las é sempre positivo.

Nada tem que agradecer!

(Nuno Calado Fonseca - 14-08-2018 15:24)

 

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Meu caro e bom amigo Nuno Calado Fonseca, sei perfeitamente do que falas.

E terei de "concordar" contigo.

 

E não foi por acaso, que devido ao teu comentário anterior, achei por bem pedir ajuda juridica a uma pessoa amiga.

Porque de facto, caso seja possivel, não utilizarei a expressão Sindicato, mas sim a expressão "Força Social".

Estou a aguardar noticias.

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 15:05)

 

 

Fernando Pegas  Especialmente para ti, caro Pegas:

Penso que estás a "adulterar" o espírito

e a essência do verdadeiro "sindicalismo";

 

não o que tem ocorrido e ocorre na "nossa empresa"

(reflexo comportamental da maioria dos trabalhadores).

Cordiais cumprimentos .

(Nuno Calado Fonseca - 14-08-2018 15:11)

 

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Amiga Graca Freitas, importa esclarecer que a estrutura a criar, é para actuar fundamentalmente na área da SAÚDE PARA TODOS. Quero com isto dizer, que esta área - a da Saúde para Todos - é a razão de ser de toda esta "rebeldia", "movimentação", "revolução" ou o que queiram chamar.

 

E sendo assim, e porque algumas pessoas continuam a ser apologistas de reformular a AREP, será bom lançar aqui e a agora, a eventual "complexidade" de na área da Saúde para Todos, termos dois Universos-alvos distintos: Os Reformados e Pensionistas e os Trabalhadores, em que este ultimo universo-alvo concerteza não se coadunam com os Estatutos da AREP.

 

Meus amigos e minha amigas, a estrutura a criar, é para pugnar pela SAÚDE PARA TODOS e por via disso, pela SOLIDARIEDADE INTERGERACIONAL.

 

E, como será de compreensão fácil, estas "complexidades" não cabem nos Estatutos da AREP. Disse.

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 15:24)

 

"Com papas e bolos se enganam os tolos"

(Abilio Monteiro - 14-08-2018 15:25)

 

Se é para mim, devo dizer que, não te entendi e não te percebi Abílio Monteiro.

 

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 15:27)

 

 

Fernando Pegas Não é nada pessoal,

mas sim alertar para que não se deve escamotear toda a problemática dos reformados, os activos têm os sindicatos os outros têm que ter associações que os defendam. Não devemos pôr tudo no mesmo saco, porque as situações não são todas iguais.

(Abilio Monteiro - 14-08-2018 15:30)

 

 

Verdade Abílio Monteiro.

E, esta situação no Grupo EDP, por efeito da integração do EUP/EDP (que regulava as Regalias Sociais) no Contrato Colectivo (que regulava os Direitos), jurídicamente, tornou-se MUITO, MUITO COMPLEXO.

 

 Porque antes de 2014,

os Reformados e Pensionistas não necessitavam de estar sindicalizados, porque para os ajudar, tinham a Comissão de Trabalhadores.

E agora, não é bem assim.

 

E se complementarmos tudo isto, com um facto ocorrido no ultimo Congresso do Sindel, em que foi "aberta" uma espécie de CAÇA AOS NÃO SINDICALIZADOS, a situação dos Reformados e Pensionistas do Grupo EDP, já por si "complexa" face às alterações ocorridas nos Instrumentos de Regulamentação do Trabalho, agrava-se com a "ameaça" do actual Secretário Geral do Sindel, para com as pessoas "NÃO SINDICALIZADAS".

Percebes agora, as minhas preocupações ?

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 15:42)

 

 

Continuo a achar que os reformados NÃO PRECISAM dos sindicatos.

Não alinho entre guerras de sindicalistas, nada tenho a ver com isso.

(Abilio Monteiro - 14-08-2018 15:44)

 

 

Meu caro Abilio Monteiro, terei de concordar que os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP, não precisam de estar "sindicalizados", mas necessitam de se "ORGANIZAR" !!!

 

De modo a lutarem e a reinvidicarem os seus interesses,

não só à Mesa das Negociações no ambito do ACT/EDP, mas também, nas duas Comissões de Acompanhamento previstas no ACT/EDP 2014, que são a Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde e a Comissão de Acompanhamento do Fundo Pensões.

 

Caso não se organizarem,

os representantes dos Reformados e Pensionistas do Grupo EDP, serão sempre da confiança da empresa, e não da confiança das bases dos Reformados e Pensionistas.

 

E agora, ainda continuas a pensar

que isto é "Guerra de Sindicalistas" ?!

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 15:52)

 

 

Concordo inteiramente consigo, 

Fernando Pegas

(Fernando Rito - 14-08-2018 15:55)

 

 

Continuo,

quando se põe em contraponto com outros sindicatos.

 

Acho que há uma associação de reformados a nível nacional que pode defender os nossos interesses e que um colega de Coimbra nos pediu para nos inscrever que é a APRe,  www.apre-associacaocivica.pt/ApreHome/

(Abilio Monteiro - 14-08-2018 15:59)

 

 

Essa é uma associação Geral,

não teria membros suficientes da EDP para nos representar junto da EDP (acho eu mas posso estar enganado).

(Fernando Rito - 14-08-2018 16:05)

 

 

Eu tenho conhecimento dessa movimentação, mas não concordo com ela.

 

Primeiramente por andarem com uma "pressa" danada de arranjarem alguém à força e de qualquer maneira, para irem se sentar à Mesa de Negociações, onde nada se resolve, devido às "manipulações" sindicais da Frente Sindical UGT (liderada pelo Sindel), com a ajuda da Frente Energia CGTP (liderada pela Fiequimetal), em "cumplicidade" com o parceiro patronal (Comissão Negociadora do Grupo EDP.) Nesta situação, a

"PRESSA É INIMIGA DA PERFEIÇÃO".

 

Depois há outro factor, para mim o mais importante, que passo a explicar.

A APRe tem realizado um trabalho meritório, sem dúvida, mas é na área do ASSISTENCIALISMO (tal como acontece com a AREP) mas a um nível superior - ao nivel do Estado -.

 

Coloco a APRe ao mesmo nível

das Centrais Sindicais, das Associações Patronais, e afins.

 

Não é deste tipo de "representatividade"

que os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP estão precisando, para a defesa dos seus reais interesses, junto das Administrações do Grupo EDP e do Grupo REN.

 

E se, acrescentarmos, as más "experiências" que tem havido entre os Sindicatos do sector de Energia e as Centrais Sindicais (enquanto organizações de trabalhadores), ao longo de todos estes anos, sou de parecer e apologista da criação de uma estrutura propria

"DOS"

Reformados e Pensionistas dos Grupos EDP e REN

"PARA"

os Reformados e Pensionistas dos Grupos EDP e REN,

porque felizmente temos muitas pessoas com muita "qualidade" para nos REPRESENTAR onde quer que seja, sem haver a necessidade de recorrer a pessoas que não conhecem nem estão identificadas com as "características próprias" do Sector de Energia. Disse.

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 16:22)

 

Assistencialismo!!!!! comparar com a a AREP, 

oh Fernando, D. Sebastião nunca voltará.

(Abilio Monteiro - 14-08-2018 16:24)

 

Pois ... Abílio Monteiro

São opiniões, com as quais eu respeito. Não aspiro que todos pensem igual a mim.

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 16:26)

 

 

Mas, Abílio Monteiro, e só porque "respondestes" com ironia.

 

E, confessando que não deveria "baixar o nível" e porque neste espaço da Comunidade EDP, somente é admitida pessoas que trabalham ou ja trabalharam na EDP ou na REN, vou atrever-me a dar conhecimento do seguinte:

A AREP é uma estrutura "subsidiada" pelo Grupo EDP e pelo Grupo REN.

 

E, ao que me parece, face às "movimentações" que andam por aí, no sentido da filiação da AREP na APRe, há cada vez mais interessados em também "auferirem" dos referidos Subsídios da EDP e da REN. Disse.

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 16:41)

 

 

Tanto quanto eu sei, não é a AREP filiar-se na APRe, mas sim os reformados filiarem-se na APRe.

Nunca me filiei na AREP portanto para mim a APRe é benvinda em defesa de todos os reformados, da EDP/REN, quantos mais melhor.

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 17:02)

 

 

Então, meu caro Abílio Monteiro, é PIOR A "EMENDA", DO QUE O "SONETO" (como sói dizer-se).

 

Então, nesse caso, há a procura de "posições" na APRe, à custa da filiação de reformados e pensionistas do Grupo EDP e REN. Quantos mais, melhor.

 

Meu caro, deixa que te diga, isto não é defender os reais interesses dos Reformados e Pensionistas do Grupo EDP e REN, é defender os interesses próprios de algumas pessoas. Tal e qual como já acontece por aí. Disse.

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 18:24)

 

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Não sei o que é ou não verdade.

É a ideia que fica de alguns excertos de posts - uma apologia aos sindicatos e um rancor excessivo ao Sindel. Também nunca gostei do Sindel e não é por isso que perco tempo a mencioná-los (esta foi a excepção).

 

O Pegas é um lutador,

pareces verdadeiramente interessado nesta causa que é de todos, vai em frente, pede os pareceres que forem precisos, mas sempre com esta premissa

- As guerras e tricas do trabalho e da militância politico-sindical

como as conhecemos ao longo destes anos todos,

têm de ser banidas de inicio, senão metade do pessoal não adere.

 

E era preciso começar fortes para compensar pequenos acidentes de percurso, e contrariedades que decerto surgirão.

E claro, com uma certa urgência.

(Antonio Moreno  - 14-08-2018 16:39)

 

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Meu caro Antonio Moreno, porque referes um "rancor excessivo ao Sindel", e por não ser verdade de todo, acho que devo dar esta  explicação geral, para de uma vez por todas, quem me lê, perceber o meu estado de espírito, não em relação à instituição Sindel, mas sim em relação ao actual Líder do Sindel.

 

Começo por dizer que eu "SERVI" (e não me "servi") DO SINDEL. Desde o longiquo ano de 1982 até ao dia 15-11-2015 (dia do meu aniversário) e o dia eleito (por mim) para Pedir a minha Demissão ao Presidende do Sindel da altura (e parece-me que, ainda da actualidade).

 

Como "homem de causas" que sou, deixei que o "vírus do Sindicalismo" entrasse, e nunca mais saísse.

Tudo o que aprendi de Sindicalismo, devo à instituição "SINDEL".

No Sindel, desempenhei varios cargos nos seus Corpos Sociais.

 

Entretanto,

no decurso do mandato (2009-2013), onde no Sindel desempenhava o cargo de Conselheiro Geral, e por efeito de todas as "trapalhadas" que ocorreram com o processo negocial do ACT/EDP 2014, decidi "romper" (retirando a minha "confiança politica") ao Secretario Geral do Sindel da altura (o meu "amigo" Victor Duarte).

 

E em consequência deste acto, resolvi criar um movimento interno denominado "Renovar é Preciso" com a intenção clara de me candidatar a Secretário Geral no Congresso seguinte.

 

Entretanto, as "trapalhadas" no Sindel evoluíram de tal maneira, e misturadas com alguma "gravidade", o Secretario Geral Victor Duarte viria a falecer (não tendo sido "permitida" a minha presença no funeral de um amigo), por não resistir à "muita pressão" que sobre ele estava a ser exercida, quer do exterior, quer do interior da instituição Sindel.

 

Veio a preparação para o Congresso, os "substitutos" de Victor Duarte (Ângelo Pereira e Rui Miranda), conhecedores como ninguém da minha pessoa e do meu percurso sindical, TUDO FIZERAM para impedirem as Listas sob o lema "Renovar é Preciso" de serem aceites como candidatas ao Congresso.

 

Aceitei a "derrota" daqueles que detinham o "aparelho" do Sindel.

 

E, na segunda-feira a seguir ao Congresso, de onde saíu pela primeira vez na História do Sindel uma Liderança Bicéfala (com um Secretário Geral e com um Secretário Geral Adjunto "eleitos" em Congresso), transmiti ao Secretario Geral Angelo Pereira, via telemovel, que a partir daquele momento me tornava um "DESALINHADO" e que iria fazer "OPOSIÇÃO" à minha maneira.

 

Criei um Blog Pessoal (Jornal Online 'efepe' / sindical) para fazer a "oposição" à minha maneira, tendo também alastrado ao Facebook.

 

Em consequência, da referida "oposição" à minha maneira, no interior do Sindel, foi me instaurado um Processo Disciplinar com intenção de Expulsão. Por efeito de "má condução jurídica" do referido Processo Disciplinar, o mesmo não chegaria ao Conselho Geral (ou seja, ao órgão estatutariamente com o poder de deliberar sobra a minha expulsão), razão pela qual o Processo Disciplinar "colapsou". Tendo saído "pelo meu pé", para abraçar um novo projecto sindical, e tendo escolhido o dia do meu aniversário, conforme já referi anteriormente.

 

Ainda por efeito da "oposição" à minha maneira, a Liderança Bicéfala do Sindel, constituída por Angelo Pereira e Rui Miranda, instauraram-me DOIS PROCESSOS CRIME, no DIAP em Lisboa. Prevendo-se, a "Lavagem de Roupa Suja" que iria acontecer no DIAP em Lisboa, a referida Liderança Bicéfala "cobardemente" não compareceram em Tribunal. Tendo ganho os dois processos crime, por Falta de Comparência (como sói dizer-se na giria desportiva). 

 

Por fim, e já por efeito da "Luta Sindical" entre o Sindel de Rui Miranda, e a minha pessoa (já integrado nos corpos sociais do Sinovae), em Abril último, sou surpreendido com uma "penalização disciplinar" na EDP, consubstanciada num ATO DE "CENSURA", sem qualquer Nota de Culpa, e a pedido do Sindel-Sindicato Nacional da Industria e da Energia.

 

Meu caro Antonio Moreno, permita-me que o questione, se eventualmente todo este "historial" acontecesse com a sua pessoa,

qual seria o seu "espírito" ?

 

Por fim, e como a conversa já vai demasiado longa, deixe-me que lhe diga o seguinte: O "RANCOR" que nota nas minha palavras, jamais será contra a "instituição" Sindel, porque as pessoas passam e a instituição fica.

 

Mas o referido "rancor" será com toda a certeza,

CONTRA QUEM ME TEM "TRATADO MUITO MAL",

 

e que "infelizmente" continua a

"MAU SERVIR" O SINDEL,

 

a UGT, o MOVIMENTO SINDICAL PORTUGUÊS, e por consequência,

 

 

a prejudicar e a penalizar

todos os trabalhadores, reformados e pensionistas

 

que "dependem" da MÁ ACÇÃO SINDICAL praticada por António Rui Miranda. Disse.

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 18:16)

 

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Sou um "gajo" precoce.

 Sempre vi sombras negras nessa organização sinistra desde 1979 (salve-se Pato Ribeiro). O Rui Miranda só passou a ser mau quando afrontou o Pegas? Ou antes não era um torcionário e um tachista? Pergunto apenas. 

E como o meu amigo gosta de arrematar....Disse

(Antonio Moreno  - 14-08-2018 21:51)

 

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Meu caro Antonio Moreno, aprendi muito com Pato Ribeiro. Admirei-o como lider sindical. No entanto, quando tinha que o criticar, criticava-o. E ele respeitava o "contraditório". 

 

Era um democrata na sua acepção da palavra.

Recordo uma ocasião, num Plenário em Coimbra, estavamos a discutir uma proposta minha de adesão a uma Greve, mais que justa na altura, que tinha sido convocada pela CGTP, e a UGT tinha ficado nas "covas". Fomos a votação, e a minha proposta venceu. Provavelmente, a unica derrota de luta sindical, que Pato Ribeiro teve, no Sindel.

 

E como politico que Pato Ribeiro era, ele colocou ali mesmo o seu lugar de Secretario Geral à disposição. Tendo no minuto seguinte, por aclamação, sido recolocado no seu devido lugar. Porque não era a pessoa de Pato Ribeiro que estava em causa, mas sim a adesão a uma greve mais do que justa convocada pela CGTP, e não convocada pela UGT.

 

Ao contrario do que muita gente possa pensar, no Sindel, sob o comando de Pato Ribeiro, fazia-se politica sindical "pura e dura". E, essencialmente, havia muito respeito pelo "contraditorio".

 

Depois da morte de Pato Ribeiro, a Democracia e o Contraditorio, deram lugar a algumas "nuvens negras" (citando um termo seu). E, foi com o "acumular" de nuvens negras, que no mandato 2009-2013, senti a necessidade de "romper" politicamente.

 

É bom que se diga que Rui Miranda nunca me "afrontou", porque Rui Miranda nunca foi meu Secretario Geral.

No Sindel, somente tive dois Secretarios Gerais, João Pato Ribeiro e Victor Duarte.

 

Parece mentira, mas é a pura da verdade, ainda desconheço as causas e ou as razões do "mal tratar" de Rui Miranda para com a minha pessoa. Porque "cobardemente" Rui Miranda nunca foi capaz de me "enfrentar", tendo agido sempre "maldosamente" e "à má-fila" para comigo. 

 

Daí, todo este "rancor" que nutro pelo cidadão Antonio Rui Correia de Miranda. Esclarecido ?

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 22:28)

 

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 Mas disse mesmo.

Nem volto a comentar coisas rascas.

 

Se o meu amigo se desligar desse karma que o persegue, e partir para o arranque de uma causa que se justifica e é mesmo necessária para o bem de todos os que estamos a ser comidos por lorpas, contem comigo.

Para treta de chat e choradeira de "famiglias" não estou disponível.

(Antonio Moreno  - 14-08-2018 21:55)

 

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Meu caro Antonio Moreno, ao contrario do que possa pensar, não tenho "karma" nenhum. Bem pelo contario, alguém é que tem algum "karma" contra a minha pessoa.

 

Quanto às "causas" que refere, eu já tomei a "causa" como certa, e agora quem quiser que me acompanhe. Disse.

(Fernando Pêgas - 14-08-2018 22:34)

 

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Muito bem...

o tempo dirá se as "causas" são mais fortes que a vontade de retaliar, no foro de guerras privadas.

(Antonio Moreno  - 14-08-2018 23:55)

 

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Caro Antonio Moreno, com esta idade, já tenho a perfeita noção e maturidade de saber separar as prioridades.

A minha prioridade é lutar pelo interesse colectivo, isolando o interesse pessoal. Espero ter me feito entender.

(Fernando Pêgas - 15-08-2018 00:01)

 

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Caro Fernando Pegas, fui influenciada pelo título que deu ao seu post "Urge a criação de um Sindicato para Reformados e Pensionistas do Grupo EDP". Percebo agora que o assunto principal que está a despoletar esta urgente necessidade, porque importante, A Saúde, também respeita aos trabalhadores no activo.

 

Assim sendo, a mudança de esatutos da AREP, já não faz sentido. 

 

Concluo, então, que existem Sindicatos e Comissões de Trabalhadores que não respondem cabalmente às necessidades e direitos adquiridos pelos trabalhadores, quer no activo quer reformados/pensionistas.

(Graça Freitas  - 14-08-2018 21:49)

 

 

Verdade Graca Freitas.

A grande "causa" é mesmo

UMA SAÚDE IGUAL PARA TODOS.

 

Ou seja, deixar haver Mutua para uns e Flex para outros. 

E a junção terá que ser do Flex na Mutua, e NUNCA AO CONTRÁRIOÉ esta verdadeira "causa" que se coloca.

 

Portanto, e sabendo-se que, a AREP estatutariamente é tendencialmente para Reformados e Pensionistas da EDP e da REN, há a necessidade de gerar uma estrutura que também abarque os trabalhadores.

(Fernando Pêgas   - 14-08-2018 22:53)

 

 

Obrigada, caro colega.

Este é o problema primeiro a "atacar".

 

Precisamos da agregação de que fala para sermos uma FORÇA preparada para atacar outros possíveis problemas. Quem dera não houvesse essa necessidade!

(Graça Freitas  - 14-08-2018 23:03)

 

 

Sim uma FORÇA SOCIAL,

imbuída de uma SOLIDARIEDADE INTERGERACIONAL, de modo a conseguirmos todos juntos, a tal causa de UMA SAÚDE PARA TODOS,

 

que acabe com a "actual" Divisão

entre os Beneficiários do ex-Contrato Colectivo

e os Beneficiários de ex-Contratos Individuais,

 

e por via disso "consolidar" e reforçar" a Sãvida, como a empresa de Prestação de Serviços Médicos.

 

Pois, não faz mais sentido que os Beneficiários oriundos de Contratos Individuais, NÃO POSSAM se "socorrer" dos Postos Médicos EDP.

 

Para mim, isto é uma "ABERRAÇÃO" de um Capitalismo Selvagem que anda à solta pelo Grupo EDP.

 

Por fim, quero manifestar, a minha satisfação pelo grande debate de idéias que se travou neste espaço.

E que, noutro espaço qualquer, seja em locais de trabalho, seja em Hoteis "fretados" para o efeito, ERA IMPOSSIVEL a realização de um debate deste género.

BEM HAJAM A TODOS !!!

(Fernando Pêgas   - 14-08-2018 23:16)

 

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Já existe uma agregação dos reformados que é a AREP. Dêem-lhe vida neste dominio, fica a sugestão.

(Teodoto Almeida   - 14-08-2018 23:37)

 

 

Meu bom amigo Teodoro Almeidaa AREP também é uma estrutura necessária sem duvida. Mas, não está estatutariamente preparada para Lutar e Reinvidicar contra quem a Subsidia financeiramente.

 

A AREP é uma espécie de "Comissão de Trabalhadores",

para Reformados e Pensionistas.

 

Não é desse tipo de estruturas que está fazendo falta aos Reformados e Pensionistas para Lutar e Reinvidicar "causas" não aceites pelo Grupo EDP.

 

Pois, o que está verdadeiramente em causa, é a tentativa de transformação da Mútua EDP em Seguros de Saúde.

 

Não será com estruturas como a AREP, que se possa tentar "travar" e "resistir" à tentação do Grupo EDP de terminar com a Mutua de vez.

 

É urgente que,

nos consciencializemos disto.

 

Senão o pouco que resta vai se perdendo entre as "divisões" fomentadas pela Empresa, e tacitamente "aceites" pelos Sindicatos.

 

 

Temos que FAZER ALGO.

E, ontem, já era demasiadamente tarde.

Abraço fraterno e amigo.

(Fernando Pêgas   - 14-08-2018 23:51)

 

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Já contribuo hà 40 anos para alimentar mamões agora também querem chular os reformados?

(Carmindo Alves   - 15-08-2018 23:23)

 

 

Caro Carmindo:

QUEM QUERERÁ "CHULAR" OS REFORMADOS

MAIS DO QUE ELES TÊM SIDO?!

É CAPAZ DE DIZER?!

(Nuno Calado Fonseca  - 16-08-2018 12:01)

 

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MUITO IMPORTANTE:

Ainda ninguém falou aqui sobre o "conceito" de Reformado, na situação geral, (mais grave se for da EDP), e é salutar que se faça.

 

O reformado é considerado no nosso País, "abaixo de cão", no pior sentido, e faz parte, segundo declarações, ainda não muito remotas, (alguns têm memória curta) da "peste grisalha" que só dá prejuízo ao País,

 

Depois ainda, muitos trabalhadores no ativo permitem-se apregoar aos quatro ventos que são eles que estão a pagar aos reformados.

 

Pior ainda e isso tem de mais cedo ou mais tarde vir a ser reformulado, "reformado" é considerado como profissão, em vez de situação.

 

ACORDEM PARA A REALIDADE,

CAROS COLEGAS!!! 

(Nuno Calado Fonseca  - 16-08-2018 15:15)

 

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Vou ser mais direta:

Se os reformados e até pensionistas não se juntarem,

Se não forem solidários entre si e com as instituições,

Se continuarem a dizer mal dos sindicatos (por muita queixa que tenham),

Se entenderem que os outros é que têm a culpa de tudo e não também eles próprios, 

vão dar-se mesmo mal. 

 

Isto, pelo que vejo não está facil para os ativos.

Presumo que daqui a algum tempo vão ter que apresentar queixas e não vão saber a quem.

 

Arep's e apres e outras

não terão nunca poder reivindicativo

para o que V. ex.ªs querem.

 

Esta é a minha opinião mas respeito como é natural a vossa.

(Nuno Calado Fonseca  - 16-08-2018 16:00)

 

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Apoiado, Cristina Afonso.

(Fernando Rito - 16-08-2018 17:21)

 

 

Sem união não há força

(Fernando Rito - 16-08-2018 17:22)

 

 

Urge a criação de um Sindicato ou alguma Associação

para Reformados e Pensionistas do Grupo EDP poderem lutar.

(Fernando Rito - 16-08-2018 17:26)

 

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À ATENÇÃO DOS

REFORMADOS E PENSIONISTAS DO GRUPO EDP

Folclore de Rua.png

 BORÁ LÁ ...

A começar a falar no assunto, a "passar a palavra"

e a MOBILIZARMOS !!!

(Fernando Pêgas - 16-08-2018 18:08)

 

Continuamos em desacordo, caro Pegas:

Quaisquer manifestações de rua ou não, não podem nem devem ser classificadas de "folclore", se, com fundamento e justas...Folclore será abordarem-se as questões de forma jocosa e com alguma leviandade...😯

(Nuno Calado Fonseca - 16-08-2018 20:40)

 

Tens razão Nuno Calado Fonseca.
(Fernando Pêgas - 16-08-2018 21:10)
 

 

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Sem Título1.png

(copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Urge.III.png

(Fernando Pegas - 16-08-2018 16:22)

 

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 Ficamos com a 'arma' sem 'munições' !!!

(Rogerio Pereira Branco - 16-08-2018 22:42)

 

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FP.Folclore.png

(Fernando Pegas - 16-08-2018 17:59)

 

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Bora lá. Aguardo directrizes....
(João Salgado - 16-08-2018 22:05)

 

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(copiado do Blog Jornal Online 'efepe' sindical)

 

Manuel Baia Patrão.png

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(copiado da pagina do facebook do grupo secreto EDP)

Estomatologia3.png

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 A sãvida terminou contratos unilateralmente com clínicas de excelência.

(Manuel Baia Patrão - 16-08-2018 19:22)

 

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Meu caro Manuel Baía Patrão, é a DESCAPITALIZAÇÃO DA SAVIDA.

(Fernando Pegas - 16-08-2018 21:42)

 

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publicado às 04:04


2 comentários

De Anónimo a 16.08.2018 às 17:51

Caros amigos
Não sei de que forma poderá ser tratada a situação dos serviços médicos para os reformados.
Acompanhei este processo desde a negociação do E U P que foi assinado em 31/12/1979.
Durante muito tempo tivemos as condições razoáveis na área da saúde, hoje não temos nada.
Nesta altura o pessoal que está ao serviço na sua maioria já tem seguro, por isso a nossa força é frágil.
Concluindo, apesar da situação não ser fácil alguma coisa deverá ser feita, e os sindicatos deveriam ter mais atenção nesta vertente porque ainda existem muitos sócios no activo.

De Anónimo a 16.08.2018 às 17:54

Acabei de fazer um comentário que apareceu como anónimo, não eu tenho nome:
Manuel Baía Patrão

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