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Se a Companhia de Seguros colocou em causa as Listagens de Associados do Sindel,

 

TAMBÉM É LEGITIMO COLOCAR EM CAUSA

A "REPRESENTATIVIDADE" DO SINDEL.

 

 Será o Sindel "efectivamente" o Sindicato Mais Representativo, como o próprio se "auto-intitula" ?

Desabafo.png

 

 

Esta questão do "estatuto" de Sindicato Mais Representativo, ganhou enorme relevância com a entrada em vigor do ACT/EDP 2014. Senão vejamos, um exemplo,

 

Na actual Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde  foram "nomeados" dois elementos (na qualidade de Representantes dos Trabalhadores), designados pelos dois Sindicatos Mais Representativos (um em representação da Fiequimetal e um outro em representação do Sindel). Pelo que,

 

A existir uma eventual "fraude" com as Listagens de Associados do Sindel, a mesma "fraude" poderá eventualmente "interferir" com o processo de nomeação dos Representantes de Trabalhadores na Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde, no ambito do ACT/EDP 2014. Porventura,

 

E decorridos que estão quatro anos de vigência do ACT/EDP 2014, acho que seria interessante, uma reavaliação dos Sindicatos Mais Representativos no ambito do Grupo EDP. E, mais concretamente,

 

Quanto à composição dos dois elementos representantes de trabalhadores, na Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde.

 

Reacçoes.png

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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Representatividade.png

(Fernando Pêgas - 30-10-2018 10:52)

 

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SIndel?!... muito coisa que ficou por dizer...

Por todos esses factos, agora é que se está a colher o mau sindelicalismo posto em prática. 
Cumprimentos

(Maria Manuela Machado -  30-10-2018 14:40)

 

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Os sindicatos servem muitas vezes como promoção de alguns dirigentes, os associados são em muitos casos meros acessórios. Lamento dize-lo.

(Antonio Calçada -  30-10-2018 17:31)

 

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Não lamentes amigo António Calçada.

Como sói dizer-se: "O pior cego é aquele que não quer ver". E tu não és "cego".

Pelo menos não te tenho como tal.

(Fernando Pêgas -  30-10-2018 18:04)

 

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Maria Manuela Machado, permita-me que lhe diga, com enorme conhecimento de causa, de que o Sindel foi uma GRANDE INSTITUIÇÃO, desde a sua criação até aos primeiros anos deste milénio.

Depois sim, foi-se "degradando" designadamente a partir da Liderança Bicéfala (composta por Angelo Pereira e Rui Miranda) eleita pelos congressistas no ano de 2013.

E, no Congresso de 2017, o Sindel foi entregue de "mão beijada" ao PIOR dos Sindicalistas Profissionais que proliferam no Sindel.

Por fim, é importante que surjam relatos de associados, para colocar a nu, o quão os associados foram "enganados".

(Fernando Pêgas -  30-10-2018 18:16)

 

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Fernando Pegas, fui muitos anos sindilicazada no Sindel, até que tudo descambou, aquilo que parecia ser deixou de o ser. Para mim uma coisa não tem que parecer, tem que ser. 

E muito mais, quando se trata de uma área tão importante, que tem como objetivo a defesa e o seu bem estar da vida profissional dos trabalhadores, que estavam habituados a serem tratados com dignidade, na empresa EDP.
Foram momentos maus, que não quero recordar!...


Se calhar a culpa, no momento não era o Sindel, mas sim, de quem nos representava.
O denominador era comum, lixar, lixar, peço desculpa.
Mas o que lá vai lá vai!...


Só espero, seja o Sindel ou qualquer outra estrutura sindical, saibam dialogar e negociar os direitos e deveres dos seus trabalhadores e também dos seus pensionistas que tanto deram à empresa EDP.


Não sou sindilicazada, como já tive oportunidade de dizer, não por minha decisão mas que me foi imposto e pronto. 
O momento foi de tal maneira frágil, que nem temos a capacidade de agir.
Com outra serenidade provavelmente seria diferente. 
Quem desaparece esquece, diz o velho ditado!...


Desabafos. 
É um prazer falar consigo, caro colega.
Boa noite.

(Maria Manuela Machado -  30-10-2018 14:40)

 

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Para mim o falecido Pato Ribeiro SINDEL era um osso duro de roer, no seio da sua filiação partidária os Administradores/Directores da EDP e outros mais levavam forte e feio dizia-lhes na cara aquilo que ele sentia que estava mal.

Fernando Pegas o mal não reside só no SINDEL, mais à esquerda o desencanto também reside com conhecimento de causa.

Mais não digo

(Emidio Fevereiro -  30-10-2018 19:14)

 

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Meu caro Emídio Fevereiro, quanto ao falecido Pato Ribeiro estamos conversados, e assino por baixo o que acaba de dizer.

Quanto ao Sindel, dir-lhe-ei que, pós-Pato Ribeiro, a organização estrutural MUDOU MUITO. Porque Pato Ribeira era um líder, enquanto os seus sucessores foram "adaptados, às três pancadas" ao lugar de líder.

 

É um facto que o "mal não reside só no Sindel".

Mas, também é um facto, que o SINDEL é o grande causador de todo o actual estado que se vive no Movimento Sindical no ambito do Grupo EDP. E, eu explico porquê ...

 

No tempo do Pato Ribeiro a "Pluralidade" de opinião, o "Contraditório" com a critica construtiva e o "Saber Ouvir" as bases (em Plenários) faziam parte do "cardápio" (natural) do lider.

Depois da morte do lider histórico do Sindel, e devido à "incapacidade" dos lideres "forçados" a serem lideres, a "Pluralidade", o "Contraditório" e o "Saber Ouvir" foram desaparecendo aos poucos

até ao momento de a Liderança Bicéfala (composta por Angelo Pereira e Rui Miranda) do Sindel TEREM DECIDIDO "PER SI" E TAMBÉM "IMPOSTO" ÀS BASES (Delegados Sindicais e Associados) todas as alterações ocorridas no ambito do super-processo negocial que daria origem ao ACT/EDP 2014.

E, que resultaram na enorme Perda de Direitos e Regalias do conhecimento geral.

 

Complementarmente a tudo isto, dir-lhe-ei que, o Sindel "armou-se" em Lider da Negociação atrás referida e conseguiu com a sua "estratégia suícida" aniquilar o seu principal adversario sindical (ou seja, a Frente Energia composta pelos sindicatos afectos à CGTP).

 

Meu caro Emídio Fevereiro espero ter compreendido a razão de o Sindel ser um pouco mais culpado do que os outros.

(Fernando Pêgas -  30-10-2018 22:36)

 

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Meu caro Emídio Fevereiro, com toda a certeza deverá se recordar dos processos eleitorais para a eleição de Delegados Sindicais do Sindel, que se realizavam após a realização dos Congressos, e que davam uma imagem de "grandeza" e de "transparência" da instituição Sindel nos mais variados locais de trabalho do Grupo EDP.

Esta realidade aconteceu no tempo das lideranças de João Pato Ribeiro.

 

Depois, os processos de "eleição" de delegados sindicais deram lugar aos processos de "nomeação" dos delegados sindicais (da confiança dos líderes).

Atrevo-me a dizer que, do actual conjunto de dirigentes sindicais do Sindel, NÃO HÁ NENHUM QUE TIVESSE SIDO "ELEITO" pelos associados.

Este tema da eleição/nomeação dos delegados sindicais, ajudará o amigo Emídio Fevereiro a entender e a perceber as DIFERENÇAS entre João Pato Ribeiro e os outros lideres.

(Fernando Pêgas -  30-10-2018 22:48)

 

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 Fernando Pegas Quando falei no Pato Ribeiro disse tudo e delimitei a fronteira entre o antes e o depois, aqui estamos de acordo.

Embora eu tenha sido ao SINDEL nunca deixarei de criticar as minha opções sejam elas de que natureza forem.

(Emidio Fevereiro -  30-10-2018 23:48)

 

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Meu amigo Emídio Fevereiro, no Sindel, sempre disse e apresentei propostas, em conformidade com os meus valores e principios, e sobretudo com consciência politico-sindical.

(Fernando Pêgas -  31-10-2018 00:02)

 

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Se calhar se houver menos sindicatos e os bons sindicalistas se juntarem mas como muitos querem protagonismo não vamos a lado nenhum

(Virgilio Manuel Alves Pereira -  01-11-2018 08:41)

 

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Meu caro Virgilio Maunel Alves Pereira,

MUITA DA "CRISE" DO MOVIMENTO SINDICAL NO GRUPO EDP está "focada" na acção e na influência do actual Secretário Geral do Sindel (António Rui Miranda).

Rui Miranda está "ligado" à "MATANÇA" DO CONTRATO COLECTIVO DO GRUPO EDP (ACT/EDP 2000), bem como à "MATANÇA" DO ESTATUTO UNIFICADO DE PESSOAL (EUP/EDP), conjuntamente com o Ângelo Pereira (ex-Líder do Sindel) e o Daniel Sampaio (ex-Lider da Fiequimetal).

Os dois ultimos ao tomarem a verdadeira consciência da enorme Perda de Direitos e Regalias que provocaram a todos os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP tiveram a "humildade" suficiente para se irem embora do Movimento Sindical do Grupo EDP. O que "ainda" não aconteceu com o "arrogante" Rui Miranda.

E, enquanto Rui Miranda, se mantiver em "cena" será muito dificil o Movimento Sindical no Grupo EDP se "REGENERAR". Toda a gente já se apercebeu disto, menos o Sindel (ou melhor "alguns" dirigentes mais proximos do actual Secretario Geral do Sindel).

(Fernando Pêgas -  01-11-2018 14:20)

 

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publicado às 22:54


2 comentários

De Anónimo a 03.11.2018 às 15:06

Sou sindicalizado desde 1970 no atual Fiequimetal, fui delegado sindical até 1980, conheci pessoalmente esses sindicalistas do Sindel, e não me surpreendem esses comportamentos. O divisionismo apenas nos enfraquece e dá alento há entidade patronal, como se vem comprovando. É difícil mas a união e força nos argumentos, são as nossas armas.
Abç. E lute-mos convictamente.

De efepe a 05.11.2018 às 17:15

O último dos grandes "divisionismos" ocorridos no Grupo EDP, desde 1980 (ou mesmo desde sempre), foi o que aconteceu no inicio do ano de 2016, quando os sindicatos "outorgantes" do ACT/EDP 2014 tomaram uma posição conjunta em oposição aos novos sindicatos aderentes ao ACT/EDP 2014 "por adesão".
E aqui, mais uma vez, Rui Miranda enquanto porta voz da Comissão Negociadora Sindical do Sindel e líder da Frente Sindical da UGT, à Mesa das Negociações no ambito do ACT/EDP 2014, teve um papel preponderante no semeio de um "DIVISIONISMO" que ainda hoje se faz sentir.

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