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Dialogo Social Alterou

por efepe, em 19.11.18

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No Grupo EDP, já não restam dúvidas para ninguém,  que o Diálogo Social entre parceiros patronais e parceiros sindicais, se resume a "meras" conversas bilaterais e/ ou plenárias à Mesa das Negociações, no âmbito do ACT/EDP 2014.

 

Porque no universo da população trabalhadora activa, o número de "não sindicalizados" não pára de aumentar.  E por consequência, a população "não sindicalizada" se tornou na Maior Força, em termos de representatividade.

 

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SILENCIAR OU ESCONDER esta realidade, é um enorme erro estratégico.

 

Pelo que, chegou o tempo de as principais forças sindicais  - ou sejam, a Fiequimetal e o Sindel -, assumirem de vez a sua "mediocridade" e também a respectiva "subalternidade" em relação ao universo dos não sindicalizados.

 

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 (copiado da pagina do facebook do grupo Comunidade EDP)

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(Fernando Pêgas - 18-11-2018 22:55)

 

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Vai continuar até ao fim !

(Manuel Luis Medeiros - 18-11-2018 22:56)

 

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Já fecharam todas as grandes empresas.

Agora abana: OGMA, Autoeropa, a seguir é a EDP e a EPAL. (Mague, Cuf, Lisnave, Setenave, Precix, Cirurgia N , fundições: Coina, Camarate, Ironfer). É tudo para fechar.

A luz e a água vem pela Internet. É só ter o código.

(Fernando Marques - 18-11-2018 23:30)

 

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Com chineses... Eles vêm para cá.

Talvez seja melhor irem para lá os trabalhadores da EDP e REN.😀😀

(Zélia Chamusca - 19-11-2018 08:01)

 

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Esta foi uma promessa do representante do PCAE aquando da apresentação do ACT 2014 aos trabalhadores da EDP Distribuicão. Disse ele na altura: Agora perderam estes direitos e no futuro ainda vão perder mais.
Portanto a CN da empresa apenas está a pôr em prática aquilo que já tinha sido dito em 2014.


Mas os culpados disto são apenas as CNS dos sindicatos? Ou da Frente Sindical da CGTP? eu não sou dessa opinião.

Os verdadeiros culpados disto são os próprios trabalhadores que há muito deixaram de acreditar e participar em reuniões e plenários de trabalhadores para dar força aos seus sindicatos.

A empresa sabe de há muito que os sindicatos já não têm a força e a participação dos trabalhadores.

Sabe até que os trabalhadores sindicalizados e que ainda são representados pelas CNS são cada vez menos e até que os trabalhadores não sindicalizados já são a maioria na empresa.

Ora sabendo que o actual ACT que está em negociação é para aplicar principalmente a quem vinha do ACT 2014, está à vontade para impor o seu próprio texto.

E não tenho qualquer dúvida de que, no momento, de dizer sim e assinar, o Sindel será o primeiro, como sempre tem feito desde a sua fundação.


Ora, a EDP também já sabe que, neste momento, o Sindel já tem mais associados do que o Siesi.

Portanto vai dizendo que sim, que quer negociar com os sindicatos para manter aquela atitude de que respeita a Lei e que quer a paz social na empresa. Isto para nível externo, porque a nível interno a posição da EDP é a mais fraudulenta possível já que apenas está concentrada nos lucros e dividendos para os seus accionistas e para aumentar os prémios do Sr. António Mexia e dos seus pares no Conselho de Administração e dos restantes órgãos de gestão.


Para quem trabalha e ajuda a criar esses mesmo muitos milhões de euros, vão as migalhas para inglês ver de que afinal a EDP é uma empresa que se preocupa com os seus colaboradores, como agora faz questão de dizer, porque há muito que os patrões ou seus representantes, abandonaram a expressão trabalhadores.


Da EDP que eu conheci em 1980 já nada resta. E este foi um dos motivos porque me fartei desta nova forma de gerir que decidi sair este ano em Julho. Outro foi eu já estar farto do departamento onde trabalhava pois não havia sossego e, ou tudo estava calado o dia inteiro ou era gritaria o dia inteiro.


E, eu confesso que abdiquei de sair em 2020 com 40 anos e saí com 38 anos de trabalho na EDP, embora tenha mais 12 anos de trabalho fora da EDP.


E agora confesso que foi o melhor que fiz. O sossego que tenho e a paz de espírito não são compráveis por nenhum dinheiro a mais.

Nem o meu sistema nervoso aguentava mais 2 anos de internamento naquele manicóbio.
Não há dinheiro que pague a nossa saúde, inteligência e paz de espírito.

(Arnaldo Fialho - 19-11-2018 18:16)

 

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Não vou repetir as suas ultimas frases (estou de acordo), mas já falei antes no geral.

Sobre os sindicatos era do Siesi, vi quem lá estava a coordenar, e quem falava nas assembleias e o porquê.

Saí fui convidado para o Sindel, encontrei outros iguais. Pura e simplesmente abandonei.

Também me vi embora. Se tivessemos um diálogo directo num banco nós dois era para respeitando opiniões, (não há iguais) para horas.

Havia muito que dizer de todos o oportunismos que nos rodearam.

(Fernando Marques - 19-11-2018 20:00)

 

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Portanto Fernando Marques, a CGTP (Fiequimetal) e a UGT (Sindel) SÃO IGUAIS, na mediocridade e nos oportunismos. NÃO CONFIÁVEIS em circunstância alguma.

(Fernando Pêgas - 19-11-2018 23:07)

 

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Fernando Marques Se morar na zona da Grande Lisboa, terei todo o prazer em tomar um café consigo e conversarmos. Abraço.

(Arnaldo Fialho - 20-11-2018 01:45)

 

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Moro na saída da Praça José Queiroz para a Torre VG, frente ao Branca Lucas de Moscavide. Um abraço.

(Fernando Marques - 20-11-2018 07:43)

 

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 (copiado da pagina do facebook do grupo Comunidade EDP)

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(Fernando Pêgas - 19-11-2018 23:14)

 

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Este género de tretas já começa a enojar! Parece que o pessoal congelou!

(Joaquim Guimarães - 20-11-2018 00:52)

 

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Sim Joaquim Guimarães, também concordo que atingimos o estado do "ENOJAMENTO" . Porque ninguém quer assumir as suas responsabilidades.

E como tal, estamos todos a caminhar numa "estrada" SEM RETORNO, que nos levará a todos ao COLAPSO TOTAL do Movimento Sindical no Grupo EDP.

(Fernando Pêgas - 20-11-2018 11:40)

 

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 (copiado do blog Jornal Online 'efepe' / sindical)

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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(Fernando Pêgas - 20-11-2018 17:00)

 

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Nada como era no meu tempo !

(Manuel Luis Medeiros - 20-11-2018 17:14)

 

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 E que a mama (teta) sempre foi grande e não a querem perder...😈

(Jose M Monteiro - 20-11-2018 17:30)

 

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Andam a mamar

(Isabel Moura Araujo - 20-11-2018 18:24)

 

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já me tinham dito. 

(Manuel Cardoso - 20-11-2018 18:26)

 

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Se calhar já chegaram onde queriam não há mais nada a fazer

(Antonio Fialho - 20-11-2018 18:29)

 

Atingiram a BR

(Manuel Cardoso - 20-11-2018 18:30)

 

A mim lixaram-me com as invenções.

(Manuel Cardoso - 20-11-2018 18:30)

 

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Basta ver o líder da U.G.T.

Para se perceber o que valem neste momento os defensores dos trabalhadores?

Zero.

(José Rodrigues - 20-11-2018 18:47)

 

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Por andam, será que algum dia existiram ?

(Joao Barros - 20-11-2018 20:21)

 

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É simples. Invernaram e parece eternamente.

Oxalá esteja enganado...

(Valdemar Amorim - 20-11-2018 20:23)

 

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Sindicatos! Mal e porcamente há. Comissão de Trabalhadores devem ter levado com as "tríades" chinesas que se borraram todos, é que desapareceram do mapa.

(José Dias Simões - 20-11-2018 22:10)

 

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Parece me que vou deixar de ser socio

(Jose Charrinho - 20-11-2018 22:32)

 

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Isso foi a maior merda, k apareceu dentro da empresa.

O k quizeram foi governar-se a eles e os outro k se fod**

(Jose Manuel Leite Teixeira - 20-11-2018 22:46)

 

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Eu responderia se estivesse no activo e ainda fosse sindicalizado!!!

Mas como respeito a forma de pensamento das pessoas, escuse-me de responder pq isso iria ofender sensibilidades de alguns deles.

Mas enfim....😪

(Antonio Clara - 20-11-2018 23:15)

 

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Tem chefes que os tratamentos bem que até se esquecem dessas coisas de sindicalismo ou de comissão de trabalhadores...

(Castro Ferreira - 21-11-2018 00:07)

 

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Ainda existem?

(Arsénio Cristóvão - 21-11-2018 00:37)

 

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Olá a todos!
Já aqui respondi sobre o que conheci pessoalmente até Dezembro 2017 sobre a CT EDP Distribuicão. Fiz parte dela até essa altura e, como saí para a pré-reforma, apresentei a minha resignação ao meu mandato.


Mas é preciso rigor, respeito e, sobretudo VERDADE INTEIRA, para que as meias verdades não sejam a regra. Os trabalhadores da EDP Distribuicão conhecem a sua CT e, se não conhecem mais e melhor é porque se recusaram a participar nos plenários que a CT convocou em todos os locais de trabalho nas principais cidades do país, onde nos deslocávamos bimestralmente para reunir com as subcomissões desses locais de manhã e de tarde com os trabalhadores já que havia autorização superior para a realização dos plenários.


Agora os trabalhadores têm de saber qual a correlação de forças existente da CT distribuição.

A lista A que ganhou e saiu dum acordo entre 2 anteriores candidaturas e que defende a unidade dos trabalhadores e foi apoiada pela esquerda obteve 6 Mandatos. Enquanto a Lista B que foi apoiada abertamente pelo SINDEL, obteve 5 Mandatos.


À primeira vista, pode dizer-se que a Lista A tem a maioria dos Mandatos.

Mas a CT EDP Distribuicão existe para unir os trabalhadores e não para os dividir ainda mais. E, por isso é necessário fazer consensos e compromissos com todos.

Mas existem também CT'S noutras empresas do grupo.

E, quando queríamos fazer um simples comunicado para todo o Grupo EDP, tinha de se reunir a Coordenadora das CT'S de todo o Grupo EDP.

As decisões eram sempre complicadas devido, precisamente, à correlação de forças que havia em cada CT e, para tudo era necessário manter o consenso.

Os trabalhadores podem questionar porque é que a CT se "mistura" com sindicatos e partidos políticos.

Devo dizer que, em todas as nossas decisões que tomemos, estamos a fazer política. E foram os trabalhadores que votaram para que as várias CT'S tivessem a representação que têm actualmente. E ao votar na sua Lista, já sabiam de antemão por quem eram apoiadas.


O que posso dizer é que as soluções mais fáceis, digamos assim, sempre foram tomadas por consenso. Outras houve em que tal não foi possível à primeira tentativa. A CT reúne uma vez por mês.


Posso afirmar que a CT da EDP Distribuicão sempre actuou de modo a defender os trabalhadores e na grande maioria dos casos que chegaram ao nosso conhecimento foram sempre favoráveis aos trabalhadores.

Mesmo nas reuniões que sempre tivemos com o PCA EDP Distribuicão, sempre expusemos todos os assuntos de que Tínhamos Conhecimento. E, dentro da Lei que regula as funções e direitos da CT, nunca nos escusámos a dizer o que pensávamos. Umas vezes as nossas pretensões eram acolhidas, outras não. Mas sempre houve uma grande cordialidade entre todos os Membros da CT e o Sr. Eng. João Torres, PCA.


A CT sempre teve a sua porta aberta para receber todos os trabalhadores pessoalmente e que quisessem apresentar a sua reclamação ou sugestão, quer através do seu endereço de email. Portanto não é verdade que a CT não exista. Pelo menos esta existe.


Perguntar se sempre actuou sem erros? Claro que não.

Os eleitos dos representantes dos trabalhadores são colegas de trabalho de todos e exercem a sua actividade profissional como qualquer outro seu igual. A única diferença é que, algumas vezes tínhamos de sair de Lisboa para reunir com as Estruturas dos trabalhadores e com os próprios.

E ficam já a saber também que a diária que a EDP paga não cobria todas as nossas despesas, nomeadamente nas refeições. Vá um qualquer trabalhador ao Porto, Vizeu, Coimbra ou Faro e veja se come uma refeição decente com o valor que a empresa paga.


Se me perguntarem se alguém beneficiou de alguma coisa por ser Membro da CT, pessoalmente não tenho conhecimento direto. Mas acredito que em alguns locais de trabalho tal possa ter acontecido. Comigo não aconteceu.


É por todas estas razões que não concordo com a generalização que é feita à CT EDP. Não podemos criticar sem termos o conhecimento profundo do que estamos a falar e, muito menos dizer que são todas iguais. Eu só falo pelo que conheço.
Cumprimentos a todos os colegas.
Arnaldo Fialho

(Arnaldo Fialho - 21-11-2018 05:26)

 

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Caro Amigo Fernando Pegas. Caso não seja do seu conhecimento ou por amnésia da sua parte ou por desconhecimento. o que é certo é quer os sindicatos estão sempre na linha da frente e atentos às manobras políticas do patronato. quanto às comissões de trabalhadores essas continuam em funcionamento em prol do trabalhador e esse trabalho têm se visto no que toca a alterações dos locais de trabalho e algumas situações pontuais.

Veja-se o que se está a passar no edifício da Boavista que foi vendido pelo dono, uma vez que não era nosso, e as pessoas foram colocadas na José Malhoa no edifício do Melimum, pois o edifício onde estava a S/E da Boavista vai ser demolido para dar lugar um novo igual ao edifício novo da 24 de Julho.

Portanto antes de fazer esta perguntas pouco impertinentes, faça-me um favor INFORME-SE..

(Dinis Manuel Machado Morgado - 21-11-2018 08:38)

 

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Os sindicatos e comissões de trabalhadores, foram, são e serão tudo aquilo que os trabalhadores queiram que as duas estruturas representantes dos trabalhadores sejam o resto é conversa.

(Fernando Pereira - 21-11-2018 11:09)

 

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Meu caro Dinis Manuel Machado Morgado, eu (na qualidade de trabalhador) tenho é o direito de SER INFORMADO.

Quanto à última Informação ou Comunicação da Comissão de Trabalhadores, confesso que já não me recordo a data do mesmo.

Quanto à última informação ou comunicação dos Sindicatos, reportam-se ao inicio do mês de Outubro.

Será que, do inicio do mês Outubro de 2018 até à presente data, nada aconteceu no Grupo EDP, que não suscitasse a produção de informação ou comunicação das várias Estruturas Representativas dos Trabalhadores aos trabalhadores em geral ?

Por exemplo, a informação que o Dinis Manuel Machado Morgado (pessoalmente já conhecia) é do conhecimento geral ?

Por fim, essa do chavão "INFORME-SE", penso que já está desactualizado em relação aos tempos que vivemos.

(Fernando Pegas - 21-11-2018 11:33)

 

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Eu, reformei-me!!!

(Armindo Pião - 21-11-2018 11:33)

 

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O mesmo pergunto dos da REN?

(Aurélio Ribeiro - 21-11-2018 14:51)

 

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Meu caro amigo Arnaldo Fialho, deixe-me que lhe diga que RESPEITO MUITO tudo o que acaba de dizer, simplesmente pelo facto de se ter disponibilizado para a "arte nobre" de defender os interesses dos outros.

No entanto, não posso estar de acordo com o que diz, pela simples razão de as "regras do jogo" terem sido alteradas no ano de 2014.

Recordo que, antes do ano de 2014, para além das competências consagradas no Codigo de Trabalho para as Comissões de Trabalhadores em geral, no Grupo EDP, a Comissão de Trabalhadores EDP também tinha a competência de "negociar" as matérias constantes no Estatuto Unificado de Pessoal da EDP (EUP/EDP).

A partir de 2014, por efeito da "integração" do EUP/EDP no Contrato Colectivo de Trabalho (ACT/EDP2014) as competências da ERT/CT foram ALTERADAS substancialmente.

Chegado aqui, porventura, importa questionar se a Comissão de Trabalhadores EDP "reajustou" a sua estrutura organizativa às novas competências, que passaram a serem as que estão consagradas no Código de Trabalho, de onde se destaca a "Fiscalização" dos actos de gestão das empresas do Grupo EDP.

Penso que, a "adaptação" orgânica da ERT/CT não foi feita e ainda está por fazer.

Quanto ao funcionamento da CT/EDP Distribuição, respeito os principios de funcionamento, por estarem correctos. Mas penso que já não se justifica manter os mesmos "principios de funcionamento" (que existiam antes de 2014).

Para concluir, globalmente, todos os trabalhadores SABEM da existência da Comissão de Trabalhadores EDP, mas TAMBÉM SABEM que quando é necessário, a Comissão de Trabalhadores EDP não aparece.

E, o melhor exemplo que temos aí, é sobre a matéria da OPA Chinesa à EDP.

Quantos comunicados ou informações é que actual Comissão de Trabalhadores EDP emitiu sobre aquela matéria (OPA chinesa à EDP) ?

(Fernando Pegas - 21-11-2018 15:38)

 

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publicado às 22:05


1 comentário

De Manuel Luis Sousa a 20.11.2018 às 09:36

Quem te viu e vê hoje? A evolução nos vários sectores de atividade, não manteve o espirito de luta que deixamos desde os anos 80. Penso estar-mos num caminho sem retorno, que vai penalizar a todos. Muito lamentável. Abç.

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