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fcp1.png

 

Aquando do processo negocial de Revisão do ACT/EDP 2000, os "lobby's sindicais" da Frente Energia da CGTP e da Frente Sindical da UGT "cometeram" o GRAVE ERRO de "largarem mão" da regulação / regulamentação da Admissão de Trabalhadores no Grupo EDP.

 

Razão pela qual, a partir de 2014, a regulação / regulamentação de Admissão de Trabalhadores no Grupo EDP passou para o âmbito restrito dos Actos de Gestão do Conselho de Administração Executivo.

 

Foi já na perspectiva dos Actos de Gestão do CAE, que uma "boa quantidade" de novos Electricistas foram admitidos nas várias empresas do Grupo EDP.

 

Tendo acontecido que, em conformidade com o novo "livre arbítrio" do CAE / EDP, houve um conjunto de Electricistas que foram admitidos pela Base de Remuneração Dois (BR 2), quando anteriormente houveram admitidos pela Base de Remuneração Três (BR 3).

 

Na prática, isto significa que, o INICIO DE CARREIRA dos novos Electricistas foi "atrasado" em três, quatro ou cinco anos, conforme a "pontuação" anual da Avaliação de Desempenho obtida por cada Electricista.

 

Ora acontece que,

 

Alguns Electricistas, por efeito da "pontuação" obtida na Avaliação de Desempenho dos anos de 2014, 2015, 2016 e 2017 atingiram a pontuação de seis (6) pontos, o que lhes confere o "direito" de progredirem (salarialmente) para a Base de Remuneração seguinte.

 

Entretanto,

 

Por proposta das Chefias Hierárquicas, muitos dos Electricistas admitidos pela Base de Remuneração 2 (BR 2) vão progredir salarialmente para a Base de Remuneração 3 (BR 3).

 

São estas situações

 

de "mérito" e de "favorecimento"

 

que estão a gerar ondas de "mau estar" entre a classe de Electricistas em início de carreira, nas várias empresas do Grupo EDP.

 

 

Por fim,

 

Para se perceber o "alcance" , em euros, veja-se o extracto da Tabela Salarial, das Bases de Remuneração um (1) a quatro (4), em vigor no presente ano de 2018.

 

 

edp.BR1-BR4.png

Reacçoes.png

 

 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

 

Onda Maus Estares.png

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 16:08)

 

Veja lá melhor qual era o acesso à carreira de acordo com o nível 5 no ACT 2000.

Se calhar por pessoas desconhecedoras do ACT 2000 é que alguns trabalhadores

se viram obrigados a recorrer a tribunal para um correcto enquadramento

quando da admissão para os quadros com o ACT2000 em vigor!

(Luis Nogueira - 13-06-2018 17:47)

 

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Luis Nogueira, não vale a pena atirares "areia" para os olhos.

A ADMISSÃO DE TRABALHADORES NO GRUPO EDP

passou do ambito da Contratação Colectiva,

para o ambito do Acto Gestão do CAE.

Este é que é o ERRO !!

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 17:51)

 

-------------------------------------------------

 

 Atirar areia para os olhos!?

Veja lá onde é que errou!

Ou tudo o que escreveu está correcto?

 

 

E tanto quanto sei,

qualquer trabalhador é admitido para os quadros

no âmbito da contratação colectiva.

 

 

A não ser que seja com um contrato a prazo,

como sempre aconteceu.

 

 

Eu fui um deles e foi com o ACT2000 em vigor.

Quanto ao resto...Não é conversa para aqui.

 

 

Mas reconheça lá o seu erro

e corrija se achar que o deve fazer.

(Luis Nogueira - 13-06-2018 17:56)

 

-------------------------------------------------

 

Quem está errado não sou eu.

Eu estou a falar de Actos de Admissão.

Não estou a falar de Inicio de Carreiras

do Nivel X ou do Nivel Y.

Ponto final.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 17:57)

 

-------------------------------------------------

 

Disse que no âmbito do act 2000

os electricistas eram admitidos na BR3.

Que não é verdade.

 

Parece querer dizer que as admissões não são feitas

no âmbito da contratação colectiva, e são.

 

Que não sejam feitas nas mesmas condições

que o eram no ACT2000, é verdade.

 

 

Mas continuam a ser feitas no âmbito de contratação colectiva.

Algo que não era feito na última fase do ACT2000.

 

Em que trabalhadores eram admitidos de qualquer maneira

com contratos individuais de trabalho.

 

 

Para empresas como a O&M (para técnicos)

e a Estudos e Consultoria(para quadros).

 

E isso foi algo que deixou de acontecer após o ACT2014!

(Luis Nogueira - 13-06-2018 18:06)

 

-------------------------------------------------

 

Luis Nogueira, eu não disse nada disso que está para aí a dizer.

Está utilizando a mesma estrategia de sempre,

falar, falar e não dizer nada.

 

 

Não queira que eu diga,

o que o Luis Nogueira queira que eu diga.

Lançar a confusão é facil.

 

Parece que,

quer aplicar um Instrumento de Regulamentação de Trabalho

a um conjunto de trabalhadores que não era aplicável,

no momento da sua admissão,

por os seus vinculos contratuais

terem sido feitos ao abrigo de contratos individuais.

 

 

Não tente passar "atestados de incompetência".

Para rematar a conversa,

volto a dizer o "incompetente" não sou eu.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 20:49)

 

-------------------------------------------------

 

Pode dizer o que quiser Fernando Pegas.

Mas nem vossa excelência é dona da verdade,

nem tão pouco costuma ser dona da razão.

 

 

E neste caso está mais uma vez a misturar alhos com bugalhos

e a lançar a confusão para quem é menos informado, 

em vez de informar correctamente.

E desta forma serve os propósitos sabe-se lá de quem...

 

Mais, não sabe a forma como fui admitido

e não irá certamente sabê-lo por mim.


Mas posso dizer-lhe que fui admitido à EDP Distribuição

e fui admitido mediante as regras do ACT 2000,

pois a EDP Distribuição era uma empresa subscritora do ACT.

 

Trabalhadores houve que antes e depois disso

foram admitidos para empresas que não eram subscritoras do ACT 2000

e eram admitidos consoante os seus lindos olhos

e a capacidade que tinham para negociar os seus vencimentos.

 

Portanto existia uma selvajaria quando da contratação,

não sendo esses trabalhadores admitidos segundo o instrumento

de regulamentação colectiva de trabalho que vigorava na empresa,

precisamente pela artimanha arranjada pela empresa

de criar empresas fora do ACT para admitir esses trabalhadores. 


Foi isso que deixou de existir com a entrada em vigor do ACT 2014.

Todos os trabalhadores passaram a ser admitidos

pelas regras em vigor no ACT 2014.

Já agora informo-o que os electricistas

(e qualquer outro trabalhador contratado como nível 5)

entravam até 2014 na BR4,

que era a primeira BR da carreira de nível 5,

ao contrário do que disse lá em cima

que eram contratados e integrados na BR3.

 

E isto acontecia com trabalhadores contratados

para empresas subscritoras do ACT2000.

 

 

Os outros não eram integrados em BR nenhuma.

Era-lhes atribuído um vencimento base

que em nada tinha a ver com a tabela constante

do ACT em vigor no momento da entrada!

 (Luis Nogueira - 13-06-2018 21:57)

 

-------------------------------------------------

 

Quem está a falar dos trabalhadores

admitidos ao abrigo do ACT/EDP 2000

é o Luis Nogueira, não sou eu.

 

 

Todo o meu escrito é em torno dos Electricistas que foram admitidos

através de contratos individuais, e que devido à "selvajaria"

(utilizando o seu termo usado) que reinava então,

uns electricistas foram admitidos pela BR 3

e outros foram admitidos pela BR 2.

 

Não sei porquê que está a lançar a confusão.

Misturando o Luis Nogueira alhos com bugalhos.

Esta conversa acaba aqui.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 22:31)

 

-------------------------------------------------

 

Como sua alteza disse... esta conversa fica por aqui.

Falar com portas não é fácil!

Talvez um dia se faça luz nessa cabecinha!

(Luis Nogueira - 13-06-2018 22:34)

 

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-------------------------------------------------

 

É uma vergonha, estar-se a discutir na praça pública matéria tão delicada

e que deve ser a salvaguarda dos trabalhadores da EDP.

 

Tenham vergonha e calem-se,

deixem de escrever barbaridades, de uma vez para sempre.

É por isso é que os trabalhadores da EDP

chegaram aos pontos em que estão

em matéria que diz respeito aos ACTs e EUP,

foram sempre defendidos, mal,

por pessoas que têm interesses ambíguos.

(Manuel Marçal - 14-06-2018 00:14)

 

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Com toda a certeza que o Manuel Marcal 

não tem acompanhado a evolução dos tempos.

 

 

Se o caminho traçado pelos "donos do Planeta"

foram os caminhos da "digitalização" e da "robotorização",

quem somos nós para "contrariar".

 

Se o Manuel Manuel Marcal não sabe,

será bom que fique sabendo que, hoje em dia,

o Grupo EDP já está na rede, com uma plataforma própria,

conhecida pelo "Facebook da EDP".

 

Portanto, essa sua "mentalidade"

de discussão na praça publica,

é um "tabu".

 

Por fim, quanto à sua "democracia",

quem é o Senhor Manuel Marcal para vir aqui

- à minha pagina do Facebook -

e MANDAR-ME CALAR ?!

(Fernando Pêgas - 14-06-2018 10:37)

 

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Estes Electricistas em inicio de carreira,

fazam parte do universo de trabalhadores

que foram admitidos no Grupo EDP,

através de Contrato Individual,

e posteriormente (em 2014) "integrados"

no Contrato Colectivo do Grupo EDP.


E, tendo em consideração,

As últimas propostas dos referidos "lobby's sindicais"

da Frente Energia da CGTP e da Frente Sindical da UGT,

no âmbito das várias matérias do ACT/EDP 2014 em discussão,

são um universo de trabalhadores que estão "deixados para trás".


Os trabalhadores "oriundos" de Contratos Individuais

ao serem "integrados" no Contrato Colectivo do Grupo EDP,

em 2014,

adquiriram o DIREITO de serem "tratados" com a mesma "dignidade"

de que são tratados os trabalhadores "oriundos" do ACT/EDP 2000.

(Fernando Pêgas - 14-06-2018 10:53)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Onda Maus Estares1.png

Mais tarde ou mais cedo ...

ter-se-ia que conhecer, os efeitos

da não regulação e/ou da não regulamentação

das Admissões de trabalhadores,

através da Contratação Colectiva.

(Fernando Pêgas - 13-06-2018 17:46)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

SIESI.1.png

SIESI.2.png

O SIESI emitiu hoje o comunicado sob o titulo:


"Empresa confessa “erro e culpa”…baixinho!

Admissões “por baixo” não são solução para nada

e não o alterar é uma total irresponsabilidade!"

 

Ora, curiosamente ou talvez não,

o comunicado do SIESI de hoje surge como que

uma resposta ao meu "post" do meu blog pessoal,

sob o titulo: « Grupo EDP - Onda de "maus estares"

entre Electricistas em inicio de carreira ».

 

Tanto é assim, que no segundo parágrafo

do referido comunicado do SIESI é dito o seguinte:

"Muito esquecidos desta situação e posições à altura,

vamos ouvindo muitas coisas

que se revelam como meras tentativas

de iludir os trabalhadores, apostar na sua desmobilização

e defesa dos direitos, aliás ao que a empresa bate palmas".

 (Fernando Pêgas - 20-06-2018 18:34)

 

-------------------------------------------------

 

Penso que continuo sempre atento ao que se passa na EDP.

Em questões que têm a ver com as condições de trabalho que,

nesta Empresa, tiveram parte importante no EUP.

O que vem sendo permitido pela maioria dos Sindicatos,

é uma vergonha.

Sou de tempo em que os problemas eram negociados com diplomacia,

mas sempre firme na defesa dos trabalhadores.

Nesse tempo não havia "almoços" pagos, como são hoje,

a troco de favores pessoais ou de um prato de lentilhas.

Começa a haver organizações sindicais que têm posto a nu

os "roubos" que estão a fazer aos tralhadores no activo,

aos Reformados e aos Pensionistas.

Como parte integrante que fui em toda essa matéria,

sinto-me hoje triste e revoltado.

A EDP tem nalguns sindicatos os parceiros "ideais"

para continuar a fazer o que mais entende.

(Manuel Ferreira - 20-06-2018 22:06)

 

-------------------------------------------------

 

Verdade Manuel Ferreira.

Hoje em dia, existe dois "lobbys" sindicais

(a Frente Energia da CGTP e a Frente Sindical da UGT)

que cumplicemente vão interagindo com a empresa,

a troco sabe lá do quê,

em nítido prejuizo dos trabalhadores,

reformados e pensionistas do Grupo EDP.

As propostas dos sindicatos "não alinhados"

na referida cumplicidade,

são simplesmente ignoradas.

 (Fernando Pêgas - 20-06-2018 23:17)

 

 -------------------------------------------------

 

É o que eu digo, caro amigo Pegas:

Não há almoços de graça.

E opotunistas é o que mais há por aí!

(Manuel Ferreira - 20-06-2018 23:30)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Bate-Palmas.png

 

QUANTO À ACUSAÇÃO ...

"vamos ouvindo muitas coisas

que se revelam como meras tentativas

de iludir os trabalhadores,

apostar na sua desmobilização

e defesa dos direitos,

aliás ao que a empresa bate palmas".

 

IMPORTA "RECORDAR" ...

Que toda a "contratação ou negociaçao colectiva"

contida no ACT/EDP 2000,

que regulava ou regulamentava a "Admissão Externa",

a "Movimentação Interna" e/ou a "Carreira Profissional"

dos trabalhadores do Grupo EDP,

simplesmente FOI "PERDIDA"

(sem grandes mobilizações de resistência)

e entregue de "mão beijada"

aos Actos de Gestão do Grupo EDP.

 

Deste modo,

a partir da entrada em vigor do novo ACT/EDP 2014,

o Grupo EDP passou a poder "ADMITIR",

a poder "MOVIMENTAR" e

a poder "PROGREDIR"

os seus trabalhadores da "maneira" e/ou do "modo"

que mais lhe "apetecer" e/ou "aprouver".

 

Portanto,

QUANTO AO "BATER DE PALMAS" de empresa ...

ele ocorre desde o MOMENTO DA ASSINATURA

do novo ACT/EDP 2014,

não por minha culpa (como o SIESI quer fazer crer).

mas porventura por culpa da Frente Energia (CGTP)

e da Frente Sindical (UGT), que com a sua "INACÇÃO",

não foram capazes ou não quiseram "mobilizar"

os trabalhadores para a luta na defesa daquelas PERDAS

e de outras mais perdas de Direitos e Regalias Sociais.

 (Fernando Pêgas - 20-06-2018 22:00)

  

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

Sindel.2b.png

DIZ O SINDEL ...

"Os trabalhadores das ex-O&M e EME2,

que vão ter a carreira acelerada para a BR 3,

manterão os pontos da avaliação deste ano."

 

MAS, NÃO SE FIQUE A PENSAR ...

Que a "aceleração de carreira" para a BR 3,

dos trabalhadores oriundos da O&M e EME2,

decorre de qualquer intervenção sindical do Sindel.

 

Importa esclarecer que,

a referida "aceleração de carreira" decorre de propostas

das hierarquias directas dos referidos trabalhadores,

no âmbito do Processo de Avaliação de Desempenho.

 

No entanto,

Importa também referir que,

OS "MAUS ESTARES" DOS ELECTRICISTAS EM INICIO DE CARREIRA

não ficam resolvidos na sua totalidade.

 

PORQUE HÁ ...

Electricistas admitidos "directamente" numa das empresas do Grupo EDP,

através de Contrato Individual, que não foram contemplados na

"Aceleração de Carreira" atrás referenciada.

 (Fernando Pêgas - 21-06-2018 11:42)

 

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