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fcp.png

 

Inspirado no "post" seguinte:

CarmindoSousa.png

(retirado da Página do Facebook do amigo Carmindo Sousa)  

 

 

e achando que "merecia" uma reacção, gerei na minha Página do Facebook, o "post" seguinte:

 

 

No Grupo EDP,

a "Paz Social" ou o "Silêncio dos Explorados"

é uma FALSA QUESTÃO. Porque ...

 

49793697_2030247547021241_511189971097354240_n.png

(Fernando Pêgas - 09-01-2019 11:20)

 

 

 

Vejamos agora as "reacções", verificadas na Pagina do Facebook do grupo fechado denominado Comunidade EDP ...

 

 

Quem imaginava esta situação/estado laboral?
As lutas que travamos foram inglórias???

(Manuel Luis Sousa - 09-01-2019 12:00)

 

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CarlosMartins.png

(Carlos Martins - 09-01-2019 13:37)

 

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Há alguns anos 😡

(Maria Cecilia Cardinal - 09-01-2019 13:04)

 

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Verdade Manuel Luis Sousa.

E, enquanto o "Caciquista-Mor"

NÃO ABDICAR E SE DEMITIR

do seu Poder de Influência (Negativa, diga-se) à Mesa das Negociações do Grupo EDP, NÃO É POSSIVEL QUALQUER TIPO DE "CONSENSO" ENTRE PARCEIROS SINDICAIS, conforme as duas tentativas - FRUSTRADAS - já realizadas, no último Quadriénio (2014-2018).

(Fernando Pêgas - 09-01-2019 13:33)

 

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Sousita mea culpa mea culpa mea culpa mea culpa mea culpa!...

prioridade número número 1dos nossos dirigentes de top olhar pela vida deles.

Prioridade n° 2 a 1 prioridade n°3 a n°2. ;-)

(Carlos Martins - 09-01-2019 13:41)

 

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Amigo Carlos Martins, registo o teu "mea culpa".

Mas isso por si só não chega.

São necessarias contribuições fortes para "ARRUMAR A CASA" DE VEZ NO SINDEL. Antes que o Contrato Colectivo da EDP seja transformado em Contratos Individuais, regulamentados pela Legislação Geral do Trabalho.

(Fernando Pêgas - 09-01-2019 15:13)

 

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Pelo que se vai ouvindo e vendo,

os eleitos para o cargo de dirigente sindical, por princípio, devem possuir caráter firme, lutador e campo de visão alargado e profundo, capaz de prever e promover a luta pelos direitos exigíveis da classe trabalhadora e não só!

(Joaquim Guimarães - 09-01-2019 16:09)

 

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Pois Joaquim Guimarães,

mas os dirigentes sindicais de hoje (salvo "honrosas" excepções) já não exercem o cargo como uma "Missão Nobre". Daí, a dificuldade que há de encontrar LÍDERES SINDICAIS que consigam congregar vontades em torno de "nobre causas".

(Fernando Pêgas - 09-01-2019 18:26)

 

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O Sindel, desde a sua fundação,

apenas serviu para dividir trabalhadores e servir o CA e o capital.

Como é que se pode fazer unidade com o Sindel quando este diz, nos seus comunicados e oralmente pelos dirigentes, cobras e lagartos do CA e depois, na prática, mente aos seus associados e é o primeiro, a dar o dito por não dito, a assinar o que o PCAE diz.

Também não podemos descurar que este sindicato da UGT, é constituído por dirigentes e membros do PS e do PSD.

Assim está tudo dito.

(Arnaldo Fialho - 10-01-2019 03:18)

 

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Meu caro Arnaldo Fialho,

quanto à "DIVISÃO DE TRABALHADORES"

é muito injusto atacar-se só o Sindel/UGT.

 

 

Senão vejamos:

Quais os sindicatos filiados na UGT ou filiados na CGTP

e/ou mesmo Sindicatos Independentes

(não filiados em nenhuma Central Sindical)

 

que se predispuseram a NÃO OUTORGAR o ACT/EDP 2014, no qual foi estabelecida a

MAIOR DIVISÃO DE TRABALHADORES na EDP,

 

ao serem constituídos o

Universo dos Beneficiários oriundos do ACT/EDP 2000

e o

Universo dos Beneficiários oriundos de ex-Contratos Individuais

e/ou do Plano EDP Flex?

 

Que eu tenha conhecimento,

TODOS OS SINDICATOS DA CGTP, DA UGT E INDEPENDENTES

(com assento à Mesa das Negociações da EDP) "OUTORGARAM" O CONTRATO COLECTIVO De TRABALHO EM VIGOR NO GRUPO EDP.

 

Em suma, não é "apenas" o Sindel e a UGT que estabelecem "DIVISÕES DE TRABALHADORES" em conluio com as Administrações.

 

Portanto, actualmente, a questão levantada pelo amigo Arnaldo Fialho é uma FALSA QUESTÃO.

 

A gravidade da situação no Grupo EDP, é que quer a Administração, quer os Sindicatos,

ALTERARAM "ESTRUTURALMENTE"

AS CONDIÇÕES DE TRABALHO

nas "costas" dos Trabalhadores, Reformados e Pensionistas do Grupo EDP,

 

HIPOTECANDO ASSIM

qualquer tipo de "reacção" dos Enganados & Traídos (ou sejam, TODOS NÓS).

Disse.

(Fernando Pêgas - 10-01-2019 10:56)

 

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 Fernando Pegas,

Apesar de tudo não terem sido rosas nessas negociações e, até dou de barato, que a FESTIEP nem sempre tivesse agido da melhor maneira, não posso concordar consigo quanto às referências que faz à actuação dos sindicatos que outorgaram o ACT 2000 e depois o de 2014.

 

É que apenas a FESTIEP esteve contra essas prepotências que agora afirma serem totalmente inaceitáveis para os trabalhadores da EDP.

 

O resto das outras comissões de negociação, todas elas, não quiseram fazer qualquer espécie de acção consertada para mostrar aos trabalhadores o que é que a CNS da EDP estava a querer tirar os direitos que, com uma dura luta dos trabalhadores dos anos 80 do século passado conquistaram para o seu AE.


E, como sem ovos não se fazem omeletas, o resultado é o que é. Com estas CNS's o processo não anda.

 

Quando falo no Sindel é apenas porque ja é, actualmente, o maior sindicato da EDP e portanto a sua responsabilidade é maior. Mas pode ter o maior número de associados.

O que é certo é que não consegue mobilizar nenhum deles para uma luta ou uma greve contra a Empresa.

 


Está no seu ADN, desde que nasceu, fazer sempre o frete de ser muleta da EDP.

Aliás, não nos esqueçamos porque é que surgiu a UGT.

Surgiu de um grito do então ministro do trabalho do PS Maldonado Gonelha que afirmou num famoso comício do PS, apoiado por toda a direita, em que disse expressamente que iria criar uma nova Central Sindical para quebrar a espinha à Intersindical.

 

Repare que ele não disse que iria criar uma nova Central Sindical para defender melhor os trabalhadores mas sim para quebrar a espinha à Intersindical. E assim tem a UGT, até hoje, sempre actuado em tudo pactuando com os patrões ou os seus CA e o capital. Essa é a grande diferença de uma Central Sindical onde abundam dirigentes do PS e do PSD. E não é com estes protagonistas que se vai a algum lado.

 

E a esta, juntam-se os outros grupelhos de mini-sindicatos que são efectivamente de direita embora não o afirmem pessoalmente. Mas basta ver e ler os seus comentários nos comunicados em que na sua oratória chegam a ser pior do que o MRPP na altura do chamado Verão Quente de 1975 e vê-los agora à mesa das negociações a dizerem e defenderem o contrário do que apregoaram nos seus comunicados. Aqui está uma linha vermelha em que nunca estaremos de acordo.

Disse.

(Arnaldo Fialho - 10-01-2019 21:17)

 

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Enganou-se Arnaldo Fialho,

É QUE EU ESTOU GLOBALMENTE DE ACORDO COM O AMIGO.

 

O que me leva a não estar TOTALMENTE DE ACORDO são as "ressalvas" que faz em relação à FESTIEP.

Porque apesar de ter um comportamento diferente da do Sindel, no fim "ASSINOU" E "OUTORGOU" o MAIOR DESASTRE NEGOCIAL alguma vez havido na EDP. Sob o trauma de um "papão" chamado CADUCIDADE.

 

Foi de uma fragilidade medonha. E por via disso mesmo, sofreu a "CISÃO" que sofreu.

 

Quanto ao futuro, perspectiva-se MUITO, MUITO SOMBRIO, por culpa e responsabilidade de todos.

(Fernando Pêgas - 10-01-2019 22:17)

 

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Fernando Pegas,

Penso que sabe que, quem propôs a caducidade dos ACT's foram os patrões no Concelho de Concertação Social.

E o governo do PS não se opôs, como não houve oposição por parte da UGT.

A única confederação que não assinou tal acordo foi a CGTP.

Aliás, a CGTP nunca assinou qualquer acordo na concertação social uma vez que o que de lá sai é sempre contra os direitos dos trabalhadores e a favor do patronato e do capital.

 


Mas lembro que este preceito, uma vez aprovado tem força de Lei e foi por isso que todos os sindicatos tiveram de aplicar na sua regulamentação de trabalho este preceito. É bom termos noção de como as coisas se passaram. E, a CGTP e os seus sindicatos nela associados são os únicos, até hoje, que se bateram contra esta norma da caducidade dos contratos de trabalho, assim como o princípio do tratamento mais favorável.

 

Temos depois um sindicato mais recente, o SIEAP, que também defende os mesmos princípios. 


E só mais 3 partidos (o PCP, o BE e o PEV, é que se têm batido na AR e fora dela para que estas normas acabem.

Mas, também como sabe, isto só o governo é que tem meios para o fazer. Mas o PS tem medo das Associações Patronais e sempre tem feito orelhas moucas às pretensões dos partidos à sua esquerda e que suportam o governo do PS sózinho.


Portanto dizer, sem o devido enquadramento, que TODOS, incluindo aqui a FESTIEP, serem responsáveis pelo que aconteceu e foi votado na Consertação Social não só não é correcto, como não é verdade.


Quanto às assinatura do ACT 2010 e 2014 foi a que foi possível para evitar que a Empresa denunciasse unilateralmente o ACT 2014, ficando os trabalhadores, passados 18 meses dessa denúncia, passarem a ser regidos pela Lei Geral do Trabalho.


O ACT 2014 é mau?

Claro que é muito mau.

 

Mas seria muito pior, colocar os trabalhadores debaixo da Lei Geral do Trabalho perdendo todos os direitos que ainda se conservam. Deixando cair a negociação, caíam também todos os direitos ainda consignados no ACT 2014 e isto incluía também deixar cair os direitos da saúde e das reformas.

É preciso termos sempre em conta o momento, a correlação de forças e com estes condicionamentos, saber pensar o que é que é melhor para os trabalhadores.


Quanto aos trabalhadores do Flex, os dos Contac Center e os com contratos de trabalho a termo, também só vejo, desde o início, o Siesi/FESTIEP e o SIEAP a reclamarem junto da empresa para integrarem estes trabalhadores no ACT em vigor.


Para se levar uma qualquer luta contra a empresa, esta tem de ser enquadrada numa estrutura.

De nada vale haver boas ideias individuais se depois não houver uma Estrutura organizada que lhe possa dar continuidade. Temos um grande exemplo. O que é que o movimento dos Coletes Amarelos, cuja luta inicial era mais do que justa, e quando o governo francês quis negociar, não havia com quem. E até agora não ganharam nada.


E sobre este assunto por aqui me fico e não mais direi o que quer que seja.

(Arnaldo Fialho - 11-01-2019 03:46)

 

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Arnaldo Fialho, a questão da "Caducidade",

na minha perspectiva foi um "PAPÃO" criado na mente dos Negociadores de TODAS AS COMISSÕES NEGOCIADORAS SINDICAIS (quer da CGTP, quer da UGT, quer dos Independentes), com o unico propósito de JUSTIFICAR O "INJUSTIFICÁVEL", no que diz respeito à TOMADA DE DECISÕES pelas Direcções Sindicais, sem qualquer "audição prévia" dos interessados (ou seja, a quem se destinava as alterações e revisões dos Instrumentos de Regulamentação de Trabalho). E, obviamente, este "PAPÃO" foi aproveitado pela Comissão Sindical da EDP.

 

E foram todas estes "comportamentos" e "posturas" que alteraram por completo as "regras do jogo" até então praticadas no Movimento Sindical do Grupo EDP.

 

Portanto, continuo a reafirmar que TODOS (mas todos mesmo) TIVERAM "CULPAS" NO CARTÓRIO, que se consubstanciou num ENORME DESASTRE NEGOCIAL, conhecido de toda a gente.

 

Quanto aos "principais" culpados ...

 

Na minha perspectiva sindical, foram e são para todo o sempre:

- A FRENTE ENERGIA DA CGTP (liderada pela FESTIEP, agora chamada FIEQUIMETAL), pelas enormes "fragilidades" de resistência demonstradas e "vincadas" por uma filosofia sindical que sempre combati e continuarei a combater sempre (ou seja, a filosofia da UNICIDADE SINDICAL), e

- a FRENTE SINDICAL DA UGT (liderada pelo SINDEL), pelas frequentes "colagens" aos interesses do Grupo EDP, em detrimento da Real Defesa dos Interesses dos Trabalhadores, Reformados e Pensionistas do Grupo EDP.

 

Chegado aqui,

e perspectivando o presente e o futuro do Movimento Sindical do Grupo EDP,

É IMPOSSIVEL QUALQUER TIPO DE "CONSENSOS"

COM A PERMANÊNCIA À MESA DAS NEGOCIAÇÕES

de Negociadores Sindicais "culpados" de todo o descalabro referido e apontado.

 

Isto para dizer que URGE "EXPULSAR" da Mesa das Negociações no ambito do ACT/EDP 2014, a maioria dos actuais Negociadores que compõem as várias Comissões Negociadoras Sindicais, que mais não fazem do que deixarem passar o tempo necessário, para colocarem um "ponto final" nas suas Carreiras Profissionais e passarem à situação de Pré-Reforma ou Reforma.

 

E neste particular, terei de aqui e agora, de conceder o MEU APLAUSO aos Homens de Santos Tirso (ou sejam: o Angelo Pereira - do Sindel - e o Daniel Sampaio - da Fiequimetal) que tiveram o BOM SENSO DE IREM EMBORA, depois de tomarem consciencia da "REAL MERDA" que fizeram.

 

Pena é, que o "CACIQUE-MOR" (refiro-me a Rui Miranda) não os tivesse acompanhado, e preferisse continuar a sua senda de "SEDE DE PODER" violentando tudo e todos, como todos nós estamos a assistir, com uma "serenidade" que me põe os cabelos em pé, todos os dias.

 

Por fim, a minha visão sobre o FUTURO "SOMBRIO" do Movimento Sindical do Grupo EDP...

 

Se todos juntos (refiro-me a trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP) NÃO FORMOS "CAPAZES" de terminar com as Mini-Centrais Sindicais (no sentido da intervenção sindical em vários sectores de actividade) e gerar verdadeiros Sindicatos "especificos" do Sector de Energia (pois, só este Sector de Actividade já dá muita água pela barba), e nomeadamente RECUPERAR o Modelo de Sindicalismo conhecido pelo "Triângulo Invertido", acho que,

 

o Movimento Sindical do Grupo EDP "tende" a morrer.

Disse.

(Fernando Pêgas - 11-01-2019 11:22)

 

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Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:28


1 comentário

De Emídio Fevereiro a 11.01.2019 às 15:29

Arnaldo Fialho, dizes que a UGT é apoiada pelo PS e PSD, já agora me informa quem apoia A CGTP_IN? Tu andaste lá uns tempos deves ter informação interessante para todos nós, Um abraço de cordialidade, já nos conhecemos já lá vão uns bons anos.

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