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NOTA-SE QUE ...

por efepe, em 28.07.18

FernandoPegas1.png

 

NOTA-SE QUE ...

 

No Movimento Sindical do Grupo EDP, cada vez mais os Sindicatos são estruturas representativas "apenas" orientadas e vocacionadas para defenderem os TRABALHADORES NO ACTIVO. E não são todos !!!

 

São "apenas" os Trabalhadores oriundos do ex-Contrato Colectivo ACT/EDP 2000. Que, se encontram já em fase terminal da sua carreira profissional. Designadamente, os com saída prevista até aos anos 2020/2021.

 

Enquanto que, os Trabalhadores oriundos de ex-Contrato Individual, e "integrados" no Contrato Colectivo "apenas" em 2014, tem sido "ABANDONADOS" pelos parceiros sindicais "outorgantes" do ACT/EDP 2014.

 

Os Sindicatos que mínimamente tem "acompanhado" este Universo de Trabalhadores, são os "novos" parceiros sindicais, que subscreveram o ACT/EDP 2014, "POR ADESÃO".

 

Por fim,

 

E, quem "defende" os interesses dos

Reformados e Pensionistas do Grupo EDP ?

 

 

Ora bem,

 

Antes do ano de 2014, as matérias referentes à Saúde e à Protecção das Pensões, como "fundamentais" interesses dos Reformados e Pensionistas da EDP e da REN, estavam "reguladas ou regulamentadas" num documento denominado Estatuto Unificado do Pessoal da Electricidade de Portugal-EP (EUP/EDP). E, cujas alterações eram "negociáveis" entre a Administração da EDP e a Comissão de Trabalhadores EDP, em conformidade com um acordo estabelecido entre as partes no ano de 1980.

 

A partir do ano de 2014, e por efeito da Revogação do EUP/EDP, e a consequente "integração" das suas matérias no Contrato Colectivo (na sua versão de 2014 - ACT/EDP 2014), a "negociação colectiva" das mesmas matérias de "fundamental" interesse para os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP passou para as competências (decorrentes da Legislação Laboral) dos PARCEIROS SINDICAIS e da Administração do Grupo EDP.

 

Porém,

esta "nova realidade"

na Contratação Colectiva do Grupo EDP,

 

em minha opinião, não foi devidamente "preparada",

 

- Quer pelos Parceiros Sindicais (que não "reajustaram" os seus comportamentos às sensibilidades de natureza social, que anteriormente estavam na esfera das Comissões de Trabalhadores);

 

- Quer pelos próprios Reformados e Pensionistas do Grupo EDP (que não se "filiaram" nos Sindicatos, bem pelo contrário seguiram a tendência sugerida pela EDP na "dessindicalização" logo à passagem para a situação de pré-reforma, antecipação à reforma ou à reforma);

 

Gerando-se assim um "VAZIO" de Representatividade dos Reformados e Pensionistas do Grupo EDP à Mesa das Negociações no âmbito do ACT/EDP 2014.

 

Concluindo,

 

Na actualidade, a Representatividade dos Reformados e Pensionistas do Grupo EDP situa-se entre os 75% e 80 %, enquanto a Representatividade dos Trabalhadores do Grupo EDP situa-se entre os 20 % e 25 %.

 

No entanto, importa ainda salientar que a Representatividade dos Trabalhadores do Grupo EDP, ainda se divide em duas Representatividades que "não co-habitam" lá muito bem. E, que são:

- A Representatividade do Universo dos Beneficiários oriundos do ex-Contrato Colectivo (ACT/EDP 2000); e,

- A Representatividade do Universo dos Beneficiários oriundos de ex-Contrato Individual. 

 

E, cuja Representatividade do Universo dos Beneficiários oriundos de ex-Contrato Individual, tem uma "expressão muito fraca" à Mesa das Negociações no ambito do ACT/EDP 2014.

 

Com todas estas chamadas de atenção à "realidade actual", pretendo "apenas" ALERTAR que,

 

QUALQUER "FORMA DE LUTA"

  (de iniciativa individual ou de iniciativa isolada)

 

está logo à partida, destinada ao "fracasso". Aliás, como aconteceu recentemente, na Greve das Lojas da EDP, cuja "forma de luta" partiu de uma iniciativa isolada.

 

Por fim,

 

Muitas e muitos dos Reformados, Pensionistas e Trabalhadores do Grupo EDP que lerem esta minha "análise", perceberão facilmente, da razão ou das razões e/ou os motivos pelos quais o Grupo EDP anda a "Mal-Tratar" todos os Reformados, Pensionistas e Trabalhadores (bem como os seus agregados familiares), desde o ano de 2014, designadamente, desde a entrada em vigor do actual Acordo Colectivo de Trabalho (ACT/EDP 2014).

 

Rupturas.png

 

Com esta minha análise,

 

e no que diga respeito à definição de "eventuais" Formas de Luta, somente pretendo ALERTAR as Direcções Sindicais, que não basta tomar "decisões" que apenas vinculem os Trabalhadores do Grupo EDP.

 

Pois,

 

É necessário contar com a actual MAIOR FORÇA SOCIAL no Grupo EDP, que maioritariamente não está "sindicalizada", e por via disso mesmo não está "organizada".

 

Refiro-me, obviamente aos Reformados e Pensionistas do Grupo EDP.

 

Sem Título1.png

 (copiado da pagina do facebook do grupo publico COLEGAS DA EDP)

Nota-se Que.png

(Fernando Pêgas - 28-07-2018 19:38)

 

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Caro Pegas, não é de hoje

que o Movimento Sindical do Grupo EDP, e as CTs,

são estruturas representativas "apenas" orientadas e vocacionadas

para defenderem os TRABALHADORES NO ACTIVO.

E mesmo assim nunca foram todos, tem razão,

até porque sabe bem do que fala!


Aliás Reformados sempre foi assunto tabu.

Eram poucos até há uns 10 anos atrás, e desinteressados.

Agora tem vindo a falar-se mais,

porque o numero tem aumentado exponencialmente,

e também porque alguns desses ex-pseudodefensoresdostrabalhadores,

estão na antecâmara da pré-reforma.

 

E claro -se já é duro perder a rotina do trabalho,

perder a rotina da xulice ainda deve doer mais.


Os reformados por sua vez não mudaram nada!

São comodistas, pensam que os outros é que têm que lutar por eles,

e a maioria ainda acredita no PaiNatal. 


Se assim não fosse, já se tinham organizado,

e no mínimo davam uma barraca nacional na Valor

(questões burocráticas e erros da Empresa)

e nas secções da Savida, da PT e outras (nos casos de saúde).

 

Até nem perdem salário nos dias em que se fizessem essas acções de contestação.

Nem que fosse pelas taxas, e pelos cortes sucessivos nas comparticipações.

Como diria um antigo chefito de Sines - São uns c.... de sabão.

 (Antonio Moreno - 28-07-2018 22:23)

 

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Meu caro Antonio Moreno, é precisamente ...

e permita-me que o cite:

"Os reformados por sua vez não mudaram nada!

São comodistas, pensam que os outros é que têm que lutar por eles,

e a maioria ainda acredita no PaiNatal.",

 

que achei oportuno começar

a "despertar as consciências"

já adormecidas de muitos deles.

 

Porque a questão da "representatividade" foi profundamente alterada,

por efeito do novo ACT/EDP 2014.

 

E, não será a AREP, nem a APRe,

as estruturas indicadas para defender os verdadeiros interesses

dos Reformados e Pensionistas do Grupo EDP.

(Fernando Pêgas - 28-07-2018 23:46)

 

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(copiado da pagina do facebook do grupo fechado Comunidade EDP)

AlbertoTito.png

(Fernando Pêgas - 29-07-2018 01:28)

 

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...e deixem de pagar aos Sindicatos!

Porque não são mais necessários.

(Joaquim Guimaráes - 29-07-2018 18:37)

 

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A questão não é essa, meu caro amigo Joaquim Guimarães.

A questão é que os Sindicatos foram "enfraquecidos"

(e nada fizeram para o contrariar),

a partir do momento que o Grupo EDP iniciou

com a sua estratégia (de "má-fé", diga-se) de

  

fomentar a "dessindicalização" dos trabalhadores

que iam passando à situação de pré-reforma,

antecipação à reforma ou à reforma.

  

E agora, acontece que os sindicatos estão "enfraquecidos"

(embora haja um Sindicato que "cegamente" ainda vá "desesperadamente"

auto-intitulando-se como o Sindicato Mais Representativo dos Trabalhadores

do Grupo EDP, cujo universo de trabalhadores corresponte a uma quinta parte

da População Global da geografia de Portugal do Grupo EDP)

e os Reformados e Pensionistas estão dispersos e desorganizados.

(Fernando Pêgas - 29-07-2018 21:07)

 

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(copiado da pagina do facebook do grupo fechado Comunidade EDP)

Joao.Costa.png

(Fernando Pêgas - 29-07-2018 01:37)

 

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Peço desculpa, eu tenho o Flex

e devolveram 500 euros referentes a implantes....

(Valter Ribeiro Batista - 29-07-2018 11:39)

 

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 Salvo convenção expressa em contrário nas Condições Particulares,

no Certificado Individual ou ao abrigo de Condição Especial,

estão igualmente excluídas as prestações decorrentes de:

a) estomatologia e medicina dentária, exceto cirurgia em consequência de acidente

abrangido por este contrato e ocorrido durante a sua vigência;

b) implantes e todos os procedimentos relacionados, nomeadamente férulas de diagnóstico e 
cirurgias, regeneração óssea guiada, pilares transepiteliais, montagem em articulador, coroas
provisórias e definitivas sobre implantes entre outros, salvo convenção em contrário disposta nas 
Condições Particulares;

(João Costa - 29-07-2018 23:14)

 

Na altura vi o. Prospecto da Médis entregue pela Edp onde referia excluído implantes....

Mas posso estar enganado.. Todavia amanhã vou voltar a confirmar...

Como pode ver nas condições gerais diz que é excluído os implantes salvo.

Esteja nas condições especiais contratualizadas pela empresa..

(João Costa - 29-07-2018 23:16)

 

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(copiado da pagina do facebook do grupo fechado Comunidade EDP)

 Sindel.NaoChega.png

(Fernando Pêgas - 29-07-2018 03:34)

 

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 (copiado da pagina do facebook do grupo fechado Comunidade EDP)

38033376_242810876540606_553505410531721216_n.jpg

 

Tendo como "foco" o Movimento Sindical do Grupo EDP,

sabiam que ...

 

No inicio do ano de 2016, os parceiros sindicais "outorgantes" do ACT/EDP 2014,

julgando-se "donos disto tudo" do novo Instrumento de Regulamentação do Trabalho,

e numa TOMADA DE POSIÇÃO CONJUNTA

(curiosamente, a última "tomada de posição" conjunta - envolvendo todos os

parceiros sindicais - conhecida no âmbito do Movimento Sindical do Grupo EDP),

tentaram "ESCORRAÇAR ou REJEITAR"

um novo parceiro sindical subscritor do ACT/EDP 2014, por adesão ?!

 

E que, passado cerca de um ano, a HISTÓRIA "quase" que se repetia ?!

 

Vem estes "lembretes" a propósito ...

das alterações e ou das influências verificadas no "complexo"

Diálogo Social entre parceiros sindicais, no Grupo EDP.

Pois,

Aquele "Incidente de 2016" (ou seja, o da "rejeição")

tem vindo a revelar-se como "FRACTURANTE"

 

Razão pela qual,

não tem havido qualquer "Diálogo Social"

entre os vários parceiros sindicais.

 

E, o mais "grave" de tudo isto,

é que os parceiros patronais continuam

a "esfregar as mãos" de contentamento, por razões óbvias.

 

E, enquanto esta situação "fracturante" se mantiver ...

os interesses dos Reformados, Pensionistas e Trabalhadores do Grupo EDP

tendem cada vez mais a serem prejudicados.

 

É URGENTE ...

Pacificar as relações entre parceiros sindicais,

para se dinamizar o Diálogo Social.

 

QUEM DEVE TOMAR A INICIATIVA ??

Em minha opinião, e por uma questão de Ética,

quem tomou a iniciativa de "escorraçar ou rejeitar" os novos parceiros sindicais,

é quem "deve" tomar a iniciativa da "reconciliação" e da "Paz Social".

(Fernando Pêgas - 31-07-2018 12:34)

 

 

Plenamente de acordo

(Anibal Pinto -  31-07-2018 18:37)

 

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publicado às 18:27



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