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Jornal Online 'efepe' / sindical

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O meu "Pensamento de Hoje" ...

por efepe, em 17.04.18

Fcp.png

 

A “revogação” do Estatuto Unificado de Pessoal da EDP (EUP/EDP) e a sua consequente "integração" no Acordo Colectivo de Trabalho do Grupo EDP (ACT/EDP);

 

bem como a “separação” da versão 2000 do ACT/EDP, em dois novos Instrumentos de Regulamentação de Trabalho para o Grupo EDP (ACT/EDP) e para o Grupo REN (ACT/REN);

  

e ainda a “integração” de Contratos Individuais de Trabalho no Acordo Colectivo de Trabalho do Grupo EDP (ACT/EDP),

 

ALTERARAM O “QUADRO DE REPRESENTATIVIDADE”

das Estruturas Representativas de Trabalhadores,

 

de uma forma muito “PROFUNDA” !!!

 

Tão profunda, que ainda hoje, passados que estão mais três anos (Dez 2014 - Dez 2017), as próprias ERT’s andam um pouco “atordoadas” com o enorme IMPACTO provocado pela "conjugação" das alterações ocorridas.

 

 Ora,

as "evidências" são enormes, 

 

porventura, por ainda não terem conseguido

  

“superarem-se” de uma INÉRCIA

que “persiste”,

  

e que não se vislumbra para “quando” e “onde” possa terminar.

 

 

Todo este meu “pensamento de hoje”, surge a propósito do que está acontecendo com as “conversações” que tem vindo a ocorrer - separadamente - entre os parceiros patronais (CN/EDP) e os parceiros sindicais (CN/Sindicais), no âmbito de um pacote negocial composto com as matérias dos Campos e Colónias de Férias e do Subsidio de Estudo para Descendentes.

 

Mas que, os vários universos de beneficiários do ACT/EDP 2014, representados ou não nas referidas Reuniões Bilaterais,

 

"TUDO" DESCONHECEM !!!

 

 

Por fim, 

 

acho que devo confessar todo o meu "desconforto" e todo o meu "mau-estar", estados causados por uma "urticária aguda democrática", que decorre da possibilidade de 

 

uma "MINORIA"

 (composta pelo universo de trabalhadores, reformados e pensionistas da edp

 e da ren "sindicalizados", que estimo previsionalmente em cerca de cinco mil)

 

poder DETERMINAR e/ou INFLUENCIAR

os Direitos e Regalias Sociais de

 

uma "MAIORIA"

 (composta pelo universo de trabalhadores, reformados e pensionistas da edp

e ren "não sindicalizados" que estimo previsionalmente em cerca de cinquenta mil).

 

Reacçoes.png

 (por correio electronico)

 

Fernando CONCORDO com o teu desabafo.

Estes fenómenos inserem-se numa crise de incorreta

e insuficiente representação dos trabalhadores.

Não vislumbro que tão próximo as coisas mudem para melhor.

(Fausto Assis - 17-04-2018 16:46)

 

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Olá amigo Pegas,

 Gostei deste pensamento de hoje....

Mas o que é preciso fazer para esta bagunçada andar para a frente ?.

(Mario Moura - 17-04-2018 18:20)

 

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  (copiado do blog Jornal Online 'efe pe' / sindical)

 

Boa noite, este comentário já foi colocado,

mas acredito que faz todo o sentido que o manifeste neste local.


Não há duvida que fechar os olhos, custa menos viver,

sonhar acordado é muito difícil e traz-nos,

normalmente recordações amargas.


Tudo isto ainda a propósito da reflexão de há dias

sobre o que se poderá fazer para alterar este estado de coisas,

poucos se deram ao trabalho, ou dizendo de outro modo,

poucos, pouquíssimos,

acreditam que alguma coisa possa ser feita

para mudar o rumo dos acontecimentos,

ou pelo menos para não deixar piorar as coisas.


Um silêncio profundo se fez sobre esta discussão

e eu tenho tentado adivinhar o que irá na mente de cada um

daqueles que deram a sua opinião e que agora se remeteram ao silêncio,

pensando talvez “deixa ver no que isto vai dar”


Já não vivemos os tempos,

em que a palavra de ordem era “É preciso mobilizar a malta”,

mas não há dúvida de que necessitamos de reinventar, ideias,

procedimentos, ações, que nos levem ao mesmo caminho,

a mobilização dos acomodados.


Normalmente sigo com algum cuidado os vários comentários

sobre estes temas e é curioso verificar

que se levantam algumas vozes de descontentamento,

mas assim como rapidamente apareceram,

rapidamente desaparecem no meio do desalento.


Peço desculpa aos visados,

mas propositadamente não vou citar nomes,

mas sim citar as suas frases porque me parecem sintomática de uma maioria,

provavelmente da minha idade e que a luta já não tem cabimento na sua vida:

Não vislumbro que tão próximo as coisas mudem para melhor.
Mas o que é preciso fazer para esta bagunçada andar para a frente?


Sou dos cinquenta mil inconformados,

com o rumo que o pacote social levou dentro da edp,

não vislumbro, para mim,

qualquer regalia que eventualmente possa advir,

de uma tomada de posição coesa e robusta,

mas ficaria feliz por ter beliscado a ganância de alguns que no século XXI,

não conseguem olhar para aqueles que os enriquecem,

como seus semelhantes.


Concluo, pontapeando as consciências entorpecidas e que acreditam,

que as coisas estão mal, mas não há nada a fazer.


NÃO SEI O QUE SE HÁ-DE FAZER,

MAS SEI QUE ALGUMA COISA DEVE SER FEITA.


Grato àqueles que possam dar o seu contributo. 
(João Gonçalves - 18-04-2018 01:38)

 

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