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 (copiado da edp.on)

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 ESTAREMOS PERANTE

UMA "DECISÃO UNILATERAL" DO GRUPO EDP ??

O nº 1 da da cláusula 3º (vigência, denuncia e revisão) diz: "O presente ACT entra em vigor no primeiro dia do segundo mês seguinte à sua publicação no Boletim do Trabalho e Emprego (BTE), do Acordo Colectivo entre a EDP-Energias de Portugal, SA e outras e o SINDEL-Sindicato Nacional da Industria e da Energis e outros - Revisão global, puvlicado no BTE nº 37 de 08 de Outubro de 2014, a folhas 158 e seguintes.



E QUAL O "PAPEL" DO SINDEL ?


SERÁ UMA ASSOCIAÇÃO SINDICAL (na defesa dos interesses dos trabalhadores seus associados)

OU UM PARCEIRO SOCIAL ESTRATÉGICO (na defesa dos interesses das entidades patronais) ?

 

 

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 Olhando pela primeira vez, para o ACT / EDP 2014 publicado esta semana no Boletim de Trabalho e Emprego (nº 37 de 08-10-2014), e concentrando-me mais demoradamente no seu Anexo I (Enquadramento e Carreiras Profissionais), CONFIRMEI OS MEUS "RECEIOS" relativamente ao facto de a minha "geração profissional" não-precária (ou seja, os admitidos nos anos finais da década de setenta e/ou nos primeiros anos da década de oitenta do século passado) não ter sabido passar o "testemunho" (entenda-se o Acordo Colectivo de Trabalho) a uma "geração profissional" precária (ou seja, os admitidos através de contratos individuais e agora "integrados" no Acordo Colectivo de Trabalho).

 

De uma forma sintética, a "matriz ideológica do colaborador" - ou seja, uma velha aspiração de um certo neo-liberalismo laboral - IMPOSTA À MESA DAS NEGOCIAÇÕES do novo ACT/EDP pelas entidades patronais, "vingou" no Acordo Final, em detrimento da "matriz ideológica do trabalhador", COM A PASSIVIDADE E PERMEABILIDADE das associações sindicais independentes e as afectas às Centrais Sindicais da CGTP e da UGT.

 

Pois, nem um "esboço" de resistência foi efectuado.

 

Em suma, TODA A GENTE (entenda-se os Negociadores das entidades patronais e sindicais) estiveram contra os "trabalhadores" (com direito a "perspectivar" uma carreira profissional, através de legislação laboral regulamentada) ...

e a favor dos "colaboradores" (sem direito a "perspectivar" uma carreira profissional "per si" - de modo individual ou isolado).

 

Na prática, a ESCRAVIDÃO MODERNA (ou seja, a desregulação das relações laborais) acaba de chegar ao Grupo EDP, na geografia de Portugal.

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 Aguardemos pela "conta corrente"

(quanto aos 'custos' e quanto aos 'proveitos' e seus efeitos)

de uma Liderança Sindical no Processo de Negociação do ACT / EDP ...

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publicado às 11:50


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