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FernandoPegas1.png

 

Recuperando o "diálogo" mantido com Camilo Pinto,

sobre a "Paz Social" existente no Grupo EDP.

 

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Provavelmente ..."Paz Podre"...

Como os tempos se degradam de forma Horrorosa.

(Camilo Pinto - 12-12-2017 20:38)

 

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Meu caro amigo Camilo Pinto, a actual Paz Social no Grupo EDP

torna-se BENÉFICA para alguns lideres sindicais que ao abrigo

do Crédito de Horas previsto no ACT/EDP 2014

vão "usufruindo" do seu tempo acumulável com os tempos

de outros agentes sindicais, para se manterem "afastados"

do seu local de trabalho durante "anos a fio",

e também para outros "representantes" de trabalhadores

QUE SE VÃO CALANDO ...

quando deveriam ser a voz (bem como estarem na primeira fila)

na defesa dos interesses dos seus representados.

 

Quer se queira, quer não,

este tipo de comportamentos denunciam uma forma

de "corrupção" que ninguém é capaz de provar.

 

Daí, concordar e até subscrever-te,

quando falas em PAZ PODRE (mas sem áspas).

(Fernando Pêgas - 13-12-2017 16:16)

 

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O século XXI, veio mostrar tudo

o que de mais baixo se produz ao nível sindical.

Parece que os tempos agora são de um covarde laxismo,

direi mesmo criminoso DULCE far niente.

 

Os Sindicalistas da actualidade,

venderam os direitos e regalias tanto dos trabalhadores

como dos reformados às entidades patronais

para que possam cortá-las a seu belo prazer...

 

MENTALIDADES baixinhas e sujas.

(Camilo Pinto - 13-12-2017 20:45)

 

 

Sem Título1.png

 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

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 (Fernando Pêgas - 14-07-2018 18:15)

 

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Já não tenho idade para a luta

mas infelizmente cada dia que se passa

mais me confunde o que se está a passar.

reformado -100.714

comecei na ex.chenop em 1961

dei o litro como se costuma dizer

nada do que é atualmente

abraço e beijinho para todos os colegas

 (Antonio Sousa - 14-07-2018 18:25)

 

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Aos colegas no activo o que pode pedir, é que não desistam,

que lutem por uma EDP com ideais porque voltar a ser o que foi......

Infelizmente nunca mais .

Aos sindicatos que se deixem de oportunismos

e que representem os trabalhadores.

Abraço

 (José Pinheiro - 14-07-2018 19:03)

 

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Meu caro Jose Pinheiro,

aflige-me ver o "ABANDONO" promovido pelas

Estruturas Representativas (Comissões de Trabalhadores e Sindicatos)

em relação ao universo dos trabalhadores oriundos de ex-contratos individuais,

mas também em relação ao universo dos reformados e pensionistas do Grupo EDP.

 

Depois de 2014, as Comissões de Trabalhadores "apenas" servem

para assinarem de cruz Pareceres - que não são do conhecimento

dos seus representados em geral - em conformidade com os

interesses das empresas do Grupo EDP.

 

Enquanto que, os sindicatos "outorgantes" do novo ACT/EDP 2014,

continuam a "trilhar" os caminhos que mais interessam à EDP,

e por consequência, vão "abandonando" os interesses dos trabalhadores,

reformados e pensionistas do Grupo EDP em geral.

 

Isto é tanto assim,

que há um Lider Sindical (que de líder não tem nada)

que, após a assinatura do ACT/EDP 2014 (que se traduz na enorme

Perda de Direitos e Regalias do conhecimento geral)

se tornou "defensor"

de que os "NÃO SINDICALIZADOS" deveriam pagar

um determinado valor, para poderem beneficiar das

várias matérias consagradas no Contrato Colectivo (ACT/EDP),

como forma de pagamento de todo um trabalho sindical

efectuado pelos sindicatos (que se revelou num mau trabalho sindical,

diga-se).

 (Fernando Pêgas - 14-07-2018 20:01)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Comunidade EDP)

NaoSindicalizados.png

 Que pretendem estes "Lideres Sindicais"

(ao estarem contra os "não-sindicalizados") ?

 (Fernando Pêgas - 14-07-2018 21:31)

 

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Sem Título1.png

 (Arlindo Sousa - 14-07-2018 22:38)

 

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Sem Título2.png

  (Arlindo Sousa - 14-07-2018 22:59)

 

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Eu concordo com a ideia de todos os trabalhadores descontarem mensalmente

para os sindicatos uma quota pré-definida mínima de valor percentual

já que as vantagens decorrentes de eventuais acordos

entre EDP e Sindicatos são distribuidas por todos os trabalhadores.

(Joaquim Guimarães - 14-07-2018 23:26)

 

 

Meu caro amigo Joaquim Guimarães

eu concordo com a "pureza" dessa filosofia, socialmente falando.

Por pressupor que os representantes dos trabalhadores estão

de "corpo e alma" na defesa dos altissimos interesses dos seus representados.

 

O problema coloca-se, no sentido contrario.

Ou seja, como aconteceu na ultima

Revisão do Contrato Colectivo do Grupo EDP,

em que foi notorio todo um MAU TRABALHO SINDICAL,

face ao "alheamento total" dos interesses reais dos trabalhadores

e que redundou na Perda de Direitos e Regalias do conhecimento geral,

por puro "desvirtuamento" da filosofia inicialmente referida.

 

Em suma,

os trabalhadores terão que pagar sim o "trabalho sindical"

quando realmente são defendidos.

Mas, quando os trabalhadores são "abandonados",

não terá que haver pagamento de trabalho sindical nenhum.

Fiz-me entender?!

 (Fernando Pêgas - 15-07-2018 01:06)

 

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SAUDOSO EUP - Estatuto Unificado,

de que tanto me orgulho por na negociação ter participado.

Um trabalho que mereceu elogios e foi considerado

um dos melhores documentos do género a nível Europeu.

Parece, ou melhor está a ser retalhado

e "vendido" por um prato de lentilhas.

Não há almoços grátis, repito!

(Manuel Ferreira - 14-07-2018 23:30)

 

 

Meu caro amigo Manuel Ferreira,

tenhamos a coragem de dizer a palavra mais correcta

(em meu entender, é claro),

em torno de todos os acontecimentos ocorridos inerentes à

 REVOGAÇÃO DO EUP - Estatuto Unificado do Pessoal da EDP

= FRAUDE !!

 (Fernando Pêgas - 15-07-2018 01:31)

 

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Da forma como vou lendo como estão os sindicatos,

prefiro dar uma quotizacao à APRe...

e qualquer dia deixo de pagar à "nossa" AREP"

que não faz nada nesse campo.

É a minha opinião e convicção pelo que vejo.

(Maria ManuelaLima - 15-07-2018 09:09)

 

 

Tem toda a razão minha senhora,

também sou reformado da EDP

e contribuo para a AREP desde o primeiro dia,

mas francamente que também desde o primeiro dia

que pergunto a mim mesmo

qual o papel desta Associação de Reformados,

já que nunca vi nenhum iniciativa desta Associação

na defesa dos mesmos,

alem de uns almoços e de uns passeios.

O melhor será mesmo mudarem o nome da Associação.

(Jose Agostinho - 15-07-2018 09:39)

 

 

A AREP tem desenvolvido um papel muito importante

junto da população mais idosa do Grupo EDP,

mas não está vocacionada,

nem juridicamente preparada,

desde a sua criação para "negociar" matérias do ACT/EDP.

 

Quanto à APRe,

é uma estrutura que está vocacionada para a defesa

e negociação dos interesses dos reformados e pensionistas,

nos vários sectores de actividade, colocando-a ao mesmo nivel

das Centrais Sindicais CGTP e UGT (estruturas para a defesa

e negociação dos interesses dos trabalhadores).

 

Confesso que,

não tenho qualquer "animosidade" para com a APRe.

Bem pelo contrário,

tenho acompanhado minimamente o seu trabalho,

o qual considero "louvável".

 

Mas, continuo a pensar, que não é de uma APRe

que os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP

estão necessitando e/ou precisando,

por ser uma estrutura mais vocacionada para negociar

ao nivel da Concertação Social, como estão as Centrais Sindicais

 as Estruturas Patronais e/ou o Governo.

 

A "lacuna" está ao nivel da empresa (do Grupo EDP).

E, a este nivel,

sou mais defensor de uma estrutura organizada

dos Reformados e Pensionistas do Grupo EDP

para os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP.

Ou seja,

ao mesmo nivel dos "sindicatos"

(como estruturas organizadas para a defesa e

negociação dos interesses dos trabalhadores).

Disse.

 (Fernando Pêgas - 15-07-2018 21:56)

 

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Sou e sempre fui sindicalizado,

mas estou a pensar deixar de ser,

e quando isso acontecer, pago para ver

eu não ter os mesmos direitos dos outros.

 

Gostava de ver a progressão salarial e de carreira

dos ditos sindicalistas para comparar com a minha.

Treta tudo treta.

 (Rui Cardoso - 15-07-2018 09:36)

 

 

Independentemente de concordar ou não concordar,

com o que o Rui Cardoso acaba de afirmar ou de dizer,

apenas direi que estou "solidariamente" preocupado

com a situação de todo o universo de trabalhadores oriundos

de ex-contratos individuais, por terem sido simplesmente "abandonados"

pelos parceiros sindicais que "outorgaram" a INTEGRAÇÃO DOS

CONTRATOS INDIVIDUAIS NO CONTRATO COLECTIVO

DO GRUPO EDP, no ano de 2014. Disse.

 (Fernando Pêgas - 15-07-2018 22:19)

 

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 Sim meu caro Pegas,

essa será a palavra mais adequada

para qualificar a atitude do CA da EDP,

em conluio com os Sindicatos.

 

Estes com o argumento de que no ACT

essa matéria estaria mais protegida,

está a dar os resultados que temos visto.

 

Garanto-te, caro amigo

que se porventura o Manel Ferreira estivesse ainda

na Comissão Central de Trabalhadores,

a Empresa poderia levar por diante as suas ideias

mas antes teria de passar por cima do meu cadáver,

como costuma dizer-se.

 

Nessa altura foi-me pedida a minha opinião.

O Sindel enviou-me a proposta da Empresa e a do Sindicato.

Com a minha experiência,

respondi com 13 páginas de papel A4.

 

Avisei e relembrei todos os princípios

que sustentavam todas as figuras,

que justificavam a razão da sua existência.

 

Algo do que escrevi foi aproveitado,

mas esses princípios foram deitados ao lixo por ignorância

ou falta de inteligência dos negociadores.

Uma pouca vergonha.

 

Claro que agora os Sindicatos

não têm a força daqueles princípios,

pedra fundamental para a continuidade plena

das figuras do EUP.

 

 

Agora.

Com uns almoços (que não são de graça)

vamos assistindo ao desmoronar daquelas figuras,

mesmo aquelas em que também temos

a nossa comparticipação.

 

Tenho visto aqui escrito companheiros nossos

a sugerirem a intervenção da AREP.

 

Será um perigo que se isso isso vier a acontecer.

Deixemos a AREP fazer o seu brilhante papel na sua área.

 

Finalmente os Sindicatos (ou um Sindicato) pede contributos

para a negociação que se aproxima.

Da mnha parte não receberão uma unica palavra.

Não quero ser cúmplice de um processo perdido.

Apenas deixo um recado: LEIAM o EUP.

Lá encontrarão a resposta às matérias

que constituem as nossas preocupações.

 

 

Abraço aos meus amigos/as que sofrem

no corpo e na alma tudo o que vem acontecendo.

Deixo mais um aviso.

Atenção ao Sistema de Assistência na Saúde

que a EDP criou para o público,

nomeadamente para os seus clientes.

Estou de pé atrás

porque a criação dessa Empresa de Saúde

poderá vir a ser o prenúncio de outra coisa.

Daqui a algum tempo alguém perguntará

o porquê de dois sistemas ?.

Acho que entendem as minhas preocupações.

 

 

Estarei sempre disponível para fazer parte de qualquer luta

que tenha de ser feita pela defesa dos interesses dos trabalhadores.

Creio chegada a altura de expulsar os "vendilhões do templo".

(Manuel Ferreira - 15-07-2018 10:35)

 

 

Verdade Manuel Ferreira.

Em meu entender,

a discussão de uma "matéria-chave" como é a matéria da Saúde,

que é uma matéria de interesse-transversal,

para todos os beneficiários do ACT/EDP,

composto por trabalhadores, reformados e pensionistas,

bem como dos seus agregados familiares,

deve ser considerada como uma BOA OPORTUNIDADE

para se "limpar" a Mesa de Negociações

de toda uma "virose fraudulenta" que conduziu

todos nós a uma Perda de Direitos e Regalias.

A "negociação" da Saúde

terá que ser visto como o início de um novo ciclo.

O ciclo das reposições e/ou das reversões de

Direitos e Regalias que puderem ser repostos e/ou revertidos.

Este é o novo caminho que tem de ser seguido, no Grupo EDP.

Disse.

 (Fernando Pêgas - 15-07-2018 22:13)

 

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Não nos podemos esquecer do essencial

sobre o funcionamento dos Sindicatos.

O problema nasceu com a criação da UGT e o Sr Mário Soares,

ter decretado através do seu governo

proibir que as quotizações para os sindicatos

fossem cativas nas folhas dos vencimentos dos trabalhadores

e enviadas as importâncias descontadas diretamente para os sindicatos.

Será preciso dizer aqui qual a intenção dessa lei?

(Jose Agostinho - 15-07-2018 09:44)

 

 

Meu caro Jose Agostinho,

esse problema teve a sua época, lá atrás no passado.

Pois, quem "viveu" esse cenário,

maioritariamente já não faz parte do actual

quadro de recursos humanos "no activo".

Porque a maioria já está na reforma.

 (Fernando Pêgas - 15-07-2018 22:25)

 

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Cada um tem as suas ideias.

Mas para mim,

o sindicatos deixaram de ter valor,

na primeira greve k ouve na E.D P.

 

Vi muito bem o k se passou com sindicalistas,

e disse para mim.

Isso foi um exemplo para mim,

abandonei logo o sindicato,

e disse pode haver as greves k ouver,

eu não faço mais nenhuma.

E não fiz mais

mas respeito as pessoas k são

 (Jose Manuel Leite Teixeira - 15-07-2018 23:14)

 

 

 

Meu caro José Manuel Leite Teixeira

mas os reformados e pensionistas

NÃO FAZEM A "GREVE" TRADICIONAL,

Poderão é aderir ou não a outras formas de luta,

que não seja a greve.

 (Fernando Pêgas - 15-07-2018 23:19)

 

Zé Manuel, na primeira greve na EDP,,

eu era dirigente sindical, primeiro dia electricistas do Norte,

depois, na verticalização ,STIEN,,

e posso garantir-te que em Caniçada onde eu estava ,

foi muito alta a percentagem,, mais de 85%o o que foi muito bom,,

e as seguintes também,

depois começaram a fraquejar daí para a frente,

abraço

(Abilio Guedes - 16-07-2018 18:24)

 

Não te estou acusar a ti,

sim nessa altura tínhamos um sindicalista na oficina,

era o Albino de Sousa.

E aquilo k ele fez, eu fiquei parvo.

Tu sabes muito bem quem ele era,

por trás uma coisa,

quando apareciam os chefes,

nem sabia aonde se devia meter.

Um abraço

(Jose Manuel Leite Teixeira - 16-07-2018 19:38)

 

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É verdade meu caro Fernando,

mas que deixou feridas isso deixou

e bastante difíceis de sarar.

(Jose Agostinho - 16-07-2018 06:44)

 

 

Sim é verdade Jose Agostinho.

Mas,

as feridas "causadas" pela enorme Perda de Direitos e Regalias

(com a assinatura do ACT/EDP 2014)

são "feridas" muito mais profundas

e que teremos todos juntos

(os jovens e os menos jovens)

dar a volta à situação e seguirmos em frente.

 

Os parceiros sindicais "outorgantes" do ACT/EDP 2014,

que passaram um "Cheque em Branco" ao Grupo EDP,

para esta poder INTEGRAR OS EX-CONTRATOS INDIVIDUAIS

NO CONTRATO COLECTIVO, praticamente "à borla",

revelaram-se muito e muito incompetentes.

 

Por outro lado,

os parceiros sindicais "outorgantes" do ACT/EDP 2014,

que a "troco" de não sei bem o quê

(tenho as minhas desconfianças,

mas não tenho qualquer certeza),

permitiram de "má-fé" a REVOGAÇÃO DO EUP

e a sua consequente integração no Contrato Colectivo,

revelaram-se igualmente muito e muito incompetentes.

 

São INCOMPETÊNCIAS A MAIS

para alguns Negociadores Sindicais

continuarem "impávidos e serenos" ,

como nada de muito mau tivesse acontecido,

continuarem com assento a uma Mesa de Negociações

"aonde" nada se discute (por incompetencia de alguns

dos mesmos que "outorgaram" o ACT/EDP 2014)

e tudo se "bloqueia" de uma forma ou de outra,

com pessimas consequencias para os reais interesses de

todos os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP.

 

E é este "status quo" que tem de ser urgentemente alterado,

para de uma vez por todas encerrarmos uma das paginas

mais negras da Contratação Colectiva no Grupo EDP,

e consequentemente,

se dar inicio a um NOVO CICLO

de retomas de Direitos e Regalias para TODOS,

e não apenas para ALGUNS. Disse.

 (Fernando Pêgas - 16-07-2018 15:21)

 

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Maria Manuela Lima ,

eu ainda não aderi a AREP..

precisamente por isso,

não vejo lavoura que justifique a cota mensal,

vamos andando e vendo,

mas não vejo garra nas pessoas.

 (Abilio Guedes - 16-07-2018 18:18)

 

 

Se há como foi dito um serviço "louvável " com

os reformados mais carenciados que a AREP presta,

pela informação que leio no Boletim,

é simpático que o faça uma vez

que além das nossas quotas que podem ser simples,

mas, estou em crer que a EDP também subsidia a AREP.

 "Uma mão lava a outra" como se costuma dizer.

De resto,

não vejo nada de muito relevante que associação faça.

  Em Lisboa dispõem de muitos serviços para bem estar dos sócios.

No Porto, que eu saiba, não há semelhança.

A parte social desses reformados com muitas dificuldades

e com reformas miseráveis,

poderia ser assegurado pela própria EDP..

e suas estruturas de Serviços Sociais dos RH...

 

Não sei se a AREP não poderia ser "libertada" dessa função,

já que também não está estatutariamente vocacionada

para entrar em negociações em concertação social.

 

Daí o interesse na nossa inscrição no APRe.

E porquê?

Porque infelizmente pelo que vou lendo por esta e outras vias,

os sindicatos da nossa área não se entendem e assiste-se diariamente

a uma luta de guerras não resolvidas e que, me perdoem,

por este andar não serão resolvidas nos próximos tempos

e provavelmente já não estarei cá para me filiar neles

pois assim estão a afastar os interessados

e que ainda acreditavam nessa via.

É com desgosto que o digo.

Quem me conhece há mais de 50 anos de empresa,

sabe bem o que quero dizer. Disse.

(Maria Manuela Lima - 16-07-2018 19:40)

 

 

 Minha boa amiga Maria Manuela Lima,
 
entendo e percebo as suas preocupações.
E, a leitura que está fazendo, é a correcta.
 
Ora bem, no meu entender,
enquanto a Mesa de Negociações do Grupo EDP
(local onde tudo se resolve, no que diz respeito a Direitos e Regalias)
NÃO FÔR LIMPA DOS "FALSOS"
REPRESENTANTES DE TRABALHADORES,
que não querem "concertar" estratégias comuns,
com receio que a estratégia a seguir não seja a
que lhes mais convém para os seus interesses pessoais,
e que estão prontos a "bloquear"
qualquer iniciativa de outros parceiros sindicais,
NÃO VALE MESMO A PENA DE CRIAR MAIS ESTA
OU AQUELA ESTRUTURA REPRESENTATIVA !!!
 
 
A situação presente só se resolve com "RUPTURAS" !!
Mas, para se fazerem as "rupturas" necessarias
é necessário em primeiro lugar uma Liderança Credivel e Forte,
capaz de "mobilizar" as tropas,
e seguir um caminho definido (em concordância com as bases),
e não um caminho imposto (às bases).
 (Fernando Pêgas - 16-07-2018 21:42)

 

Quanto à AREP, esqueçamos de vez envolver a AREP,

em questões para a qual não está vocacionada.

A AREP está sendo "subsidiada" pela EDP e pela REN,

não para "negociarem" contra os interesses

do Grupo EDP e do Grupo REN,

mas sim para prestarem o SERVIÇO SOCIAL

(reconheço com muito pouca "visibilidade" em regiões do Interior)

para o qual foram "vocacionalmente" preparados e pagos.

(Fernando Pêgas - 16-07-2018 21:49)

 

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Eu poderia argumentar algumas questões

que se passaram enquanto estive ao serviço da EDP,

e pelos Sindicatos havia muito a comentar,

mas para já ficamos por aqui,

até porque essas pessoas deixaram de ser sindicalistas,

e já não são trabalhadores da Edp

(Agostinho Natário - 16-07-2018 19:28)

 

 

Meu caro Agostinho Natário,

porventura será devido às "suspeições" que deixa no ar,

quanto a pessoas que deixaram de ser sindicalistas

e trabalhadores da EDP,

que actualmente se regista PROJECTOS SINDICAIS

"TOTALMENTE FALIDOS" TECNICAMENTE.

(Fernando Pêgas - 16-07-2018 22:00)

 

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Eu digo pouca coisa (desculpem o palavrão):

Que merda de Sindicatos ou dirigentes são estes).

Gajos destes devem estar na cadeia, GFDP !!

(Manuel Ferrreira - 16-07-2018 22:23)

 

Meu caro Manuel Ferreira,

são "TRAIDORES" DESTA ESTIRPE

que vão "proliferando" pelos parceiros sindicais

que "outorgaram" um Acordo Colectivo de Trabalho (o ACT/EDP 2014),

sem saberem muito bem o que estavam a assinar.

SIM, SÃO "CRIMINOSOS" !!

(Fernando Pêgas - 16-07-2018 23:36)

 

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