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SE NADA FÔR FEITO ...

por efepe, em 10.04.18

Fcp.png

 

SE OS PARCEIROS SINDICAIS ...

com caracter de urgência, não concertarem uma estratégia comum,

na Defesa da "Gratuitidade" dos Campos e Colónias de Férias EDP

  

Se nada for feito.png

 

PERDER-SE-Á DEFINITIVAMENTE ...

uma das Regalias Sociais mais "emblemáticas",

conquistadas pelos trabalhadores edp mais antigos.

 (Fernando Pêgas - 10-04-2018 00:28)

 

Reacçoes.png

 

  (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

 

Pois...

 (Tó Antonio Jorge - 10-04-2018 00:28)

 

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Pelo que ouvi isso já se perdeu pois a EDP sempre cobrou

aos filhos dos trabalhadores do flex e aos netos de todos.

Para alem disso no ano passado começou a cobrar a todos. 


Não me parece que os sindicatos tenham culpa

por os gestores tipo Mexia terem roubado

mais esse direito aos trabalhadores.


Era interessante que se conseguisse

recuperar todo e para todos.

 

 

Mas sera que alguem está disposto a fazer uma greve

pelo direito a colonias de ferias gratuito?


Tenho as minhas duvidas.

 (José Da Luz - 10-04-2018 01:12)

 

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(copiado da pagina do facebook do grupo fechado Amigos EDP Distribuição)

 

Eles não teem filhos com idade para ingressar nas Colonias de Férias

 (Inocêncio José Mendes - 10-04-2018 00:59)

 

Caro Inocêncio Jose Mendes,

o que me faz confusão é assistir a uma "Resistência"

por parte de parceiros sindicais,

ao desenvolvimento do pacote negocial composto

pelo Subsidio de Estudo e Campos de Férias EDP,

quando na discussão de matérias como as Carreiras Profissionais

e/ou o Esquema de Saúde é que deveria ter acontecido "Resistência".

Os "interesses" de uns (trabalhadores)

e as "expectativas" de outros (representantes de trabalhadores)

NÃO SE COMPLEMENTAM MESMO.

  (Fernando Pêgas - 13-04-2018 23:46)

 

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(copiado da pagina do facebook do grupo fechado Comunidade edp)

 

Boa noite

Estive a ler uma dica de Fernando Pegas,

das quais dou, em baixo dois recortes.


Concluo que estamos atrasados 4 anos,

deveríamos ter acordado em 2014

e organizarmo-nos para podermos

defender-nos da retirada de benefícios.


Não sei se já será tarde

mas estou de acordo com os colegas da PT 


“Quem não se envolver agora,

que legitimidade terá depois para se queixar?”


Fica à vossa reflexão, mas vejo pouca gente preocupada.

Pre-Reformados Organizados da PT

- 7 de Novembro de 2014 • 

Estamos de acordo.

A não participação de todos, ou pelo menos da maioria,

prejudica e compromete a causa que é igualmente de todos.

Mas também é verdade que certos sindicatos e sindicalistas

a única coisa que fazem é precisamente

afastar as pessoas dessa participação.

E o exemplo mais flagrante

é esta apatia sindical face à situação actual da PT

ao não mobilizar os trabalhadores para a contestação pública.

 

Pre-Reformados Organizados da PT

- 7 de Novembro de 2014

Quem não se envolver agora,

que legitimidade terá depois para se queixar?

É que não se trata apenas de um dever de cidadania.

Trata-se de defender o nosso futuro e das nossas famílias.

Desde o início que esta Iniciativa se propôs eleger

uma Comissão de Representantes de Trabalhadores

na situação de Suspensão de Contrato de Trabalho e Pré-Reforma,

para defender os seus interesses e direitos,

face às especificidades da sua situação contratual.


(Joao Gonçalves - 10-04-2018 00:41)

 

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...atrasados quatro anos, sim.

 

 

No entanto, também concordo

que" mais vale tarde que nunca".

Para que mais tarde não nos arrependamos,

TODOS.

(Graça Freitas - 10-04-2018 11:38)

 

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Registo com agrado a intervenção de Graça Freitas

O assunto é mesmo de preocupação máxima.


Na verdade a negociação da ACT 2014,

o desaparecimento da CT,

foram factos que me passaram completamente ao lado,

assim como deve ter acontecido à maioria dos reformados,

porque entraram noutras lides.

(Os meus amigos reformados normalmente têm uma agenda muito preenchida).


No entanto será necessário mobilizar as boas vontades,

dos acomodados, não sei como,

porque à exceção de um ou dois ninguém comenta,

o que quer dizer que não viram ou não lhes interessa.


Quando acharem a diferença

nos cuidados de saúde que lhe são prestados,

ou no pagamento da Colónia de Férias do neto,

aí irão perguntar o que é que os eternos negociadores

andaram a fazer que deixaram ir tudo por água abaixo.


Este grupo deve ter uma centena de seguidores,

como aparecem um ou dois comentários

sou obrigado a concluir que a matéria não é relevante.

(Joao Gonçalves - 10-04-2018 14:59)

 

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Em concordância absoluta com o colega João Gonçalves.

Igualmente registo com agrado a sua intervenção.

Descobri, por acaso, este fórum Comunidade Edp,

há apenas um mês e confesso

que fiquei feliz por haver colegas preocupados

 

com o actual estado dos reformados.

 

Também eu, reformada muito antes de 2014,

nada sabia sobre a negociação da ACT

e do desaparecimento do EUP e da CT.

 

 

Como foi possível

manter os reformados "afastados" de tudo isso

e como foi possível que os trabalhadores no activo

se tivessem acomodado, como me parece?!

(Graça Freitas - 10-04-2018 21:24)

 

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N tenho ainda netos,

mas se este assunto tiver k ter alguma atitude de força

a ser tomada, podem contar comigo.

Hoje será/é a colônia de férias,

amanhã n sabemos o k será!

(Filomena Costa Ferreira - 10-04-2018 19:46)

 

 

Tenho netos,

felizmente mas não irão para as colónias de férias.

Mas é tempo de deixarmos de olhar para o nosso umbigo

e pensar, como bem diz, hoje é a regalia das colónias de férias,

amanhã serão outras que poderão ser postas em causa.

(Graça Freitas - 10-04-2018 21:10)

 

---------------------------------------------------------

 

Bom e já vão meia dúzia!!!!!, 

Num universo de 1461 membros deste fórum,

mais ou menos meia dúzia de membros manifestam preocupação

com o que se está a passar, isto vem provar que não é grave.


Não sei quantos serão os pensionistas e reformados ou pré na edp,

imagino que andarão à volta dos 5 mil, talvez um pouco mais,

não sei como é que a mensagem poderá chegar a cada um

e como ela será recebida,

se for com a mesma apatia deste fórum,

estaremos condenados a ver a edp reinar a seu belo prazer

e com o aplauso desta maioria.


Não resisto a roubar uma imagem

e aqui coloca-la, sem palavras

Mobilização.png

(João Gonçalves - 10-04-2018 21:25)

 

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João, não tenho por hábito comentar temas da EDP nos fóruns.

Os direitos e regalias dos trabalhadores não se perderam no ACT 2014.

Perderam-se há muito tempo quando os sindicatos perderam

toda a força que possuíam na discussão e intervenção dos temas. 

Quando começaram a dividir-se querendo obter protagonismo

e esquecendo colaboradores, reformados e pensionistas nas suas lutas.....

 

 

só para tua informação julgo que hoje existirem mais colaboradores

no activo não sindicalizados que sindicalizados.

Pre reformados não se fala.

Não refiro mais números porque entendo que não devo fazê-lo,

mais são muito mais do que referes.

Resumindo, os direitos e regalias que temos

são o reflexo dos dirigentes sindicais que “gerem e negoceiam”

os temas ao longo dos anos....

(Antonio Carlos Dias - 10-04-2018 21:37)

 

 

Meu bom amigo António Carlos Dias,

se me o permitires,

subcrevo as tuas palavras e assino por baixo.

E entendo muito bem,

o teu não habito de comentar temas da EDP nos foruns.

Fraterno abraço amigo.

(Fernando Pêgas - 10-04-2018 21:43)

 

 

Fernando Pegas, forte abraço.

(Antonio Carlos Dias - 10-04-2018 21:44)

 

 

Olá António, obrigado pelo post,

vejo que há gente interessada no assunto,

pelo menos na leitura.

Sim é verdade

que os sindicatos se acomodaram pelas mordomias,

fazendo com que aparecessem outros mais intervencionistas,

mas prejudicando pela divisão que causaram no movimento sindicalista.

As teorias são mais que muitas

e podem ser contadas de diversas formas,

no entanto julgo que apesar do momento

(ou conjetura, como se diz)

não ser o melhor

vale sempre a pena lutar por ideais.

Um abraço

(João Gonçalves - 10-04-2018 21:47)

 

 

João Gonçalves concordo plenamente contigo.

Certamente teremos oportunidade de “abordar” este tema

numa das nossas deslocações.

Forte abraço

(Antonio Carlos Dias - 10-04-2018 21:49)

 

 

António Carlos Dias concordo plenamente,

mas há que travar.

(Graça Freitas - 10-04-2018 21:59)

 

---------------------------------------------------------

 

Como bem diz no seu último parágrafo do post anterior,

o assunto só será relevante quando já tivermos perdido

todos os direitos adquiridos.

A EDP não nasceu hoje,

a EDP foi constrúída por TODOS nós.

(Graça Freitas - 10-04-2018 21:29)

 

---------------------------------------------------------

 

Grande e oportuno CARTAZ.

(Graça Freitas - 10-04-2018 21:32)

 

 

Sem duvida, o cartaz por si só ... MOBILIZA.

(Fernando Pêgas - 11-04-2018 14:46)

 

---------------------------------------------------------

 

Meu caro João Gonçalves,

para o ajudar a ter uma noção das realidades no Mundo EDP

dir-lhe-ei que na ordem dos cinco mil e pouco são os trabalhadores no activo,

na geografia de Portugal.

Porque em todas as geografias,

o número de trabalhadores no activo,

ultrapassam a fasquia dos onze mil.

 

Quando falamos de reformados e pensionistas edp,

a ordem de grandeza salta para os trinta e cinco mil.

(Fernando Pêgas - 10-04-2018 21:38)

 

 

Está visto que duramos muito tempo

mesmo com os maus tratos.

 (João Gonçalves - 10-04-2018 21:40)

 

 

Já agora refira o numero de reformados

pré e pensionistas em Portugal, obrigado

 (João Gonçalves - 10-04-2018 21:41)

 

 

Só mais um "àparte", meu caro João Gonçalves,

na actualidade, e referindo-me apenas aos trabalhadores ainda no activo,

dir-lhe-ei que o número de trabalhadores na geografia de Portugal

JÁ É INFERIOR ao número de todas as geografias fora de Portugal.

(Fernando Pêgas - 10-04-2018 21:47)

 

---------------------------------------------------------

 

Não me importaria de o andar a colar por aí...

acrescento que não estou nem NUNCA estive filiada em partido algum.

Fui sempre sindicalista,

dirigente do STAL que ajudei a fundar em Braga,

durante dois anos.

Mas as reuniões eram aos sábados em Santarém, 

uma vez por mês e as viagens

(durante a noite de sexta, não havia auto-estrada)

eram suportadas por nós, assim como as refeições.

Tudo a expensas nossas.

Mais tarde, já na EDP fui delegada sindical.

Esta explicação tem aqui cabimento

para que não seja confundida nenhuma frase

que eu diga com algum interesse

que não seja o único interesse de salvaguardar

DIREITOS CONSAGRADOS.

(Graça Freitas - 10-04-2018 21:42)

 

 

Graca Freitas,

entendo e percebo o alcance das suas palavras.

E, por via disso mesmo, dir-lhe-ei que

"paralelamente" à minha carreira profissional na EDP

(desde o ano de 1980),

tenho desenvolvido uma carreira politico-sindical

(desde o ano de 1983), ininterruptamente,

tendo começado por delegado sindical

(eleito, e não nomeado)

e posteriormente dirigente sindical

(desempenhando vários cargos, quer no Sindel,

quer na UGT, até ao ano de 2013).

 

Saí do dirigismo sindical do Sindel "em litigio"

com a liderança bicéfala da altura, composta pelo

Secretário Geral e pelo Secretário Geral Adjunto eleitos

no X Congresso do Sindel, realizado em Março de 2013,

tornando-me num associado de base,

até Novembro de 2015.

 

Altura temporal que decidi "sair pelo meu pé",

para abraçar um novo projecto sindical,

consubstanciado, no actual Sinovae.

 

As condições para fazer o "sindicalismo" que realmente gosto

(o de ajudar de quem realmente precisa de ajuda laboral)

são objectivamente "opostas".

Pois enquanto no Sindel, era "reembolsado" das despesas,

no Sinovae (ocasionalmente) pago do meu bolso,

para fazer Acção Sindical.

Não por termos poucos sócios

(pois já somos a maior força sindical,

dos sindicatos "independentes" ou seja,

dos não filiados em Centrais Sindicais),

mas por o valor da quotização ser de dois euros mensais,

com a possibilidade de serem devolvidos no final do ano contabilistico

(se for esta opção escolhida pelo associado),

tornando deste modo a QUOTA ZERO.

 

 

Desenvolvi esta temática,

para que se perceba e entenda as "diferenças" que existem

na actualidade do Movimento Sindical no Grupo EDP,

e para que não se caia na tentação

de se julgar todo o Sindicalismo pela mesma "bitola".

Disse.

(Fernando Pêgas - 10-04-2018 22:41)

 

---------------------------------------------------------

 

 ...com tanto marasmo e passividade (inaceitável),

da grande maioria dos reformados,

como acabo de constatar pelas palavras

dos colegas Fernando Pegas e João Gonçalves,

sou quase obrigada a concluir que, se calhar,

pensam que a reforma é maior

que o que mereciam bem como as regalias sociais.

(Graça Freitas - 10-04-2018 21:49)

 

 

Não exagere.

 

 (João Gonçalves - 10-04-2018 21:55)

 

 

Não queria mesmo exagerar...

(Graça Freitas - 10-04-2018 22:01)

 

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Obrigado Graça Freitas,

pelos esclarecimentos,

pelo menos para quem não conhece os colegas,

assim sabemos quem fala por si ou por motivações sindicais,

não é que eles sejam nocivos,

mas já demonstraram a sua inoperância

ou desinteresse pela nossa causa,

este é o meu ponto de vista.

Já agora também sou um simples reformado da edp,

que durante muitos anos foi filiado no siesi,

para quem se lembra.

E estou disposto a dar o meu contributo naquilo

que me parecer bem em consciência.

 (João Gonçalves - 10-04-2018 21:53)

 

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Não se compreende

a "sua inoperância ou desinteresse pela nossa causa".

Esta não é também uma causa "deles"?!

(Graça Freitas - 10-04-2018 22:16)

 

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olhando para o actual Movimento Sindical EDP, o que se encontra
são "apenas" dois sindicatos regionais ou sectoriais
e mais um sindicato nacional dirigidos
por trabalhadores e/ou reformados e pensionistas da EDP,
para os trabalhadores, reformados e pensionistas da EDP.
 
Todos os outros sindicatos (alguns deles "verdadeiras"
centrais sindicais inter sectores de actividade)
são dirigidos maioritariamente por "profissionais"
(entenda-se por sindicalistas a tempo inteiro)
para trabalhadores e/ou reformados e pensionistas
de vários sectores de actividade.
 
Espero que, com este meu "olhar",
a ajude a compreender e/ou a entender a INOPERANCIA
que alude e/ou refere.

 

(Fernando Pêgas - 11-04-2018 11:16)

 

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