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Sindicatos vão analisar a oferta

da China Three Gorges

Os vários sindicatos da EDP prometem que vão estar atentos às condições da OPA da CTG

e os seus impactos nos postos de trabalho.

 

André Cabrita-Mendes
17 de maio de 2018 às 22:41
 
 

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A EDP conta com cerca de seis mil trabalhadores em Portugal, sendo cerca de metade sindicalizados, segundo contas dos sindicatos da empresa.  Perante a possibilidade da China Three Gorges (CTG) poder passar a controlar a EDP com a OPA, os sindicatos pedem respeito pelos direitos dos trabalhadores.


Questionado pelo Negócios, o Sindicato Nacional da Indústria e da Energia (Sindel) garante que vai pronunciar-se sobre os impactos no emprego, assim que conhecer todos os pormenores. "Queremos saber bem o que está em cima da mesa. Mas pretendemos pronunciar-nos [sobre a OPA]", disse Rui Miranda, do Sindel.
 

A CTG já contactou o órgão que agrega todas as comissões de trabalhadores das diversas empresas do grupo EDP. "Tivemos uma reunião com o administrador financeiro da CTG, Yang Ya, já depois do anúncio, que nos informou da OPA. A EDP também já nos informou", revelou Luís Moreira, coordenador da comissão coordenadora das comissões de trabalhadores da EDP. "Está agora prevista uma reunião com a EDP,  depois vamos pronunciar-nos. A CTG já está na EDP, desde que entraram não se notou nenhuma alteração", destacou.

Esperemos que os futuros donos da EDP
continuem a negociar com os sindicatos.
JOAQUIM GERVÁSIO
FIEQUIMETAL
  
Já a  federação intersindical Fiequimetal, afecta à CGTP, defende que os direitos laborais devem continuar a ser respeitados. "Não nos faz grande diferença ser um capitalista ou  outro, o capital é internacional. Esperemos que os futuros donos da EDP, sejam eles quem forem, continuem a negociar com os sindicatos, o que será bom para a empresa e trabalhadores", sublinhou Joaquim Gervásio, da Fiequimetal. O sindicalista defende a nacionalização da EDP. "Não percebemos como é que um Estado que tem tantos milhões de para socorrer a banca, não tem 10 mil milhões de euros para recuperar o controlo da EDP, que lhe daria mil milhões de lucros todos os anos", afirmou.

Também o Sindicato das Indústrias, Energias e Águas de Portugal (SIEAP) pede respeito pelos direitos laborais. "O erro foi privatizarem o sector da energia. A partir daí, não temos nada a opor a qualquer investidor, chinês ou de outro país. Desde que mantenha o poder de decisão da empresa em Portugal, assim como respeite os  direitos dos trabalhadores e as leis nacionais", afirmou João Damas, do SIEAP. O responsável considera que um novo dono  não vai alterar o rumo laboral da empresa. "A EDP tem tido um rumo com António Mexia de recorrer cada vez mais a outras empresas fora. Essa política deve continuar, com o número de trabalhadores da EDP a continuar a reduzir-se".
 
Não temos nada a opor a qualquer investidor.
Desde que respeite os direitos dos trabalhadores.
JOÃO DAMAS
SIEAP
 
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  TOME NOTA
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Os quatro deveres da EDP durante a OPA

Se a China Three Gorges tem várias obrigações como oferente, também a EDP tem quatro deveres a cumprir na qualidade de sociedade visada desde o anúncio da OPA até à sua conclusão.

EDP tem de informar sobre transacções
O primeiro dever do conselho de administração da EDP é manter a CMVM informada sobre as transacções de acções da EDP feitas pelos seus membros. A empresa tem de "informar diariamente a CMVM acerca das transacções realizadas pelos seus titulares sobre valores mobiliários emitidos pela sociedade visada", decreta o Código dos Valores Mobiliários.

CMVM informada
O regulador de bolsa também estabelece que o conselho de administração da EDP tem de "prestar todas as informações que lhe venham a ser solicitadas pela CMVM no âmbito das suas funções de supervisão".

Trabalhadores a par da operação
A CMVM estabelece que o conselho de administração da EDP deve manter os seus trabalhadores informadores sobre a oferta pública de aquisição. A empresa tem de "informar os representantes dos seus trabalhadores ou, na sua falta, os trabalhadores sobre o conteúdo dos documentos da oferta e do relatório por si elaborado, assim que estes sejam tornados públicos", segundo o Código dos Valores Mobiliários. Após o anúncio da OPA, o presidente da EDP, António Mexia, enviou um email aos trabalhadores a dar conta da oferta da CTG e onde pedia para continuarem "focados".

EDP deve agir de boa fé
A CMVM estabelece também que o conselho de administração da EDP deve "agir de boa fé, designadamente quanto à correcção da informação e quanto à lealdade do comportamento".

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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A propósito da OPA “chinesa” sobre a EDP ...

Acho "curioso" (para não dizer "piada"),

que a Comissão de Trabalhadores da EDP, o Sindel, a Fiequimetal

e o SIEAP, já se tivessem "disponibilizado" para falar (mas sem dizerem "nada"),

para o exterior (entenda-se para a comunicação social) e

 

AINDA NÃO SE TIVESSEM "DISPONIBILIZADO" ...

para o interior (entenda-se para se dirigirem aos trabalhadores,

reformados e pensionistas da EDP, através de comunicado, informação,

ou outra forma de "comunicação").

(Fernando Pêgas - 23-05-2018 22:31)

 

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 Mas essas organizações existem!

É que em momento algum tenho dado por elas!

Devo andar destraido!

(Antonio Calçada - 27-05-2018 10:30)

 

 

Concordo

(Isabel Gomes Silva - 27-05-2018 16:13)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

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E MAIS "CURIOSIDADE" ACHO ... 
que passada que está uma semana, sobre a mensagem

do CEO Antonio Mexia aos colaboradores

(que na minha opinião politico-sindical, não é mais

do que um "alerta" ... "ORGANIZEM-SE" !!) ...

 

AINDA NENHUMA "ENTIDADE" REPRESENTATIVA DE TRABALHADORES

tivesse "tomado a iniciativa" de contactar outras entidades representativas de trabalhadores,

no sentido de se sentarem a uma mesa de trabalho e conversarem sobre a temática da

"OPA chinesa sobre a EDP".

(Fernando Pêgas - 23-05-2018 22:37)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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 O "meu desabafo de hoje" em forma de ALERTA ...

(Fernando Pêgas - 24-05-2018 16:32)

 

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Há trabalhadores que concordam

com a entrada de mais quota dos chineses,

eu não concordo

(Maria Antonieta Neves - 25-05-2018 10:40)

 

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A unica coisa correcta a fazer

seria o estado fazer ele proprio

uma opa para reaver o controlo da EDP.

(Joaquim Gervasio - 25-05-2018 11:34)

 

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tudo o resto é mais ou menos negativo para o País.

(Joaquim Gervasio - 25-05-2018 11:35)

 

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Que fazer?

Como reagir se quem tem capacidade de o fazer não o faz???

(Jose Domingos Martins Marques - 25-05-2018 11:47)

 

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 Na minha modesta opinião e/ou salvo melhor opinião,

há sempre a possibilidade de recurso à PETIÇÃO

(que poderá ser online)

para levar o assunto à Assembleia da República.

(Fernando Pêgas - 25-05-2018 11:59)

 

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não são as estruturas da que representam os trabalhadores

essas fazem o que podem,

mas infelizmente são os trabalhadores que não lutam,

são muitos anos de luta

sei muito bem o que passei

para que os camaradas fossem solidários

e lutassem pelos seus direitos

(Calçadasntos Santos - 25-05-2018 12:30)

 

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Amigo Calçada Força!

E aos amigos que formaram a E D P nós estamos a ser comidos

os sindicatos estão a levar os trabalhadores mas não fazem nada!

Só querem as nossas cotas, Em e o País que temos.Um abraço.

(To Carapuço - 25-05-2018 14:03)

 

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O país e empresas de referência,

são vendidos com tamanha ligeireza que impressiona!

Um dia quando acordarmos, já será tarde de mais.

A independência estará comprometida.

(Joaquim Vaz - 25-05-2018 14:12)

 

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NEM EU

(Angelo Farinha - 25-05-2018 19:26)

 

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São uns merdas

(Inocêncio Jose Mendes - 26-05-2018 11:36)

 

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(copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

 

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Nem a OPA "chinesa" à EDP consegue "UNIR" as

Estruturas Representativas de Trabalhadores do Grupo EDP.

Porque será ?

Na verdade, o debate sobre a OPA "chinesa" à EDP está por fazer !!

(Fernando Pêgas - 25-05-2018 00:08)

 

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(copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

 

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Senhores membros das Comissões de Trabalhadores da EDP,

seria bom terem a noção do "ditado popular" ... QUEM CALA, CONSENTE !!

 

E, a "imagem" que estão a revelar, com a vossa "mudez" e "passividade",

É QUE ESTÃO DE ACORDO COM A "OPA CHINESA À EDP" !!

 

Quando há muitos milhares de trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP,

que NÃO CONCORDAM com a referida OPA "chinesa" à EDP.

 

MEXAM-SE !!! ... FAÇAM "QUALQUER COISA" POR TODOS NÓS !!!

(Fernando Pêgas - 25-05-2018 00:32)

 

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Tomei conhecimento, obrigada.

Mas tb n concordo.

Podemos tomar posição contra? Como?

(Filomena Costa Ferreira - 25-05-2018 11:26)

 

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Na minha modesta opinião e/ou salvo melhor opinião,

há sempre a possibilidade de recurso à PETIÇÃO

(que poderá ser online)

para levar o assunto à Assembleia da República.

(Fernando Pêgas - 25-05-2018 11:33)

 

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 quantas petições já tiveram resultado positivo na AR?

(Joaquim Gervasio - 26-05-2018 14:50)

 

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Meu caro Joaquim Gervásio, a questão fundamental,

está na necessidade urgente de "contestar", de fazer "oposição",

ou outra coisa qualquer ... à OPA Chinesa à EDP,

para que de uma forma implicita, não dar azo aos Chineses de pensarem,

que os trabalhadores, reformados e pensionistas do Grupo EDP

até estão de acordo com a OPA,

face à ausencia de contestação.

(Fernando Pêgas - 26-05-2018 17:34)

 

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Sr. Fernando Pegas, será que o sr.

é contra a OPA só por ela ser chinesa?

É que, nesta economia capitalista em que vivemos

os acionistas é que decidem se compram ou vendem,

não são as CTs nem os sindicatos.

A unica coisa que deveria ser feita era a recuperação

do controlo da EDP por parte de estado Portugês.

(Joaquim Gervasio - 26-05-2018 20:35)

 

 

É verdade que a decisão passa pelos accionistas.

Mas os Sindicatos e as CT's

podem e devem influenciar a decisão dos accionistas,

quando está em causa o interesse nacional,

como é a situação presente,

independentemente do Estado que tome a iniciativa.

Ouvir e calar é a pior situação que se pode ter.

(Fernando Pêgas - 26-05-2018 23:29)

 

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 Amigo e colega Fernando Pegas,

você é um lutador por estas causas e que eu aprecio bastante.

Acredito que estas suas manifestações,

sejam ouvidas por alguém que possa fazer alguma coisa.

Não devemos desistir. Um abraço.

(Manuel Silva - 27-05-2018 12:31)

 

 

Verdade Manuel Silva, quem me conhece,

sabe que sou um "Homem de Causas".

E que também não sou pessoa

de "desistir" daquilo que acredito.

Abraço.

(Fernando Pêgas - 27-05-2018 14:41)

  

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

 

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 (Fernando Pêgas - 25-05-2018 12:25)

 

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 Mas ainda há comissões de trabalhadores?

Se as há não se vêem.

 (Manuel Silva - 25-05-2018 13:32)

 

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É verdade parece que não há comissão de trabalhadores...

se não teriam feito alguma força para a EDP ficar em Portugal...

pois a empresa dá lucro...o que estão a fazer...?

(Maria de Fatima Dias - 25-05-2018 14:39)

 

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Concordo

(Dilar Fidalgo - 25-05-2018 15:54)

 

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OS SINDICATOS ANDAM A DORMIR,

A COMISSÃO DE TRABALHADORES ESTÁ A DORMIR

(Isabel Moura Araujo - 25-05-2018 16:04)

 

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Mas... ainda há comissão de trabalhadores?

(Isabel Moura Araujo - 25-05-2018 22:39)

 

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quando a EDP foi privatizada

ninguem quiz saber da opinião da CT.

O que pensão que agora esta pode fazer

a não ser dizer que a EDP devia ser renacionalizada?

(Joaquim Gervasio - 26-05-2018 14:48)

 

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Para alem disso as CTs, tal como os sindicatos,

só tem a força que os trabalhadores estejam na disposição de lhe dar.

(Joaquim Gervasio - 26-05-2018 14:50)

 

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 Meu caro Joaquim Gervásio,

antes de tudo o mais, importa dizer ou referir

que nem a Comissão de Trabalhadores, nem os Sindicatos,

TÊEM "MANDATO" PARA TRATAREM POR SI SÓ,

esta questão da OPA "chinesa" à EDP.

 

Portanto, HÁ QUE OUVIR, E SABER OUVIR, TODOS. 

Refiro-me aos trabalhadores, aos reformados e aos pensionistas do Grupo EDP,

não só na geografia de Portugal, mas em todas as geografias

onde o Grupo EDP esteja implementada.

É bom não esquecer, que os efeitos da presente OPA,

vai ter repercussões em todas as geografias onde haja Grupo EDP.

No caso concreto, da geografia de Portugal,

e tendo em consideração o ambiente "hostil"

que reina no Movimento Sindical do Grupo EDP,

há a necessidade urgente de TODOS OS PARCEIROS SINDICAIS,

BEM COMO AS ESTRUTURAS REPRESENTATIVAS DE TRABALHADORES,

descerem até aos terrenos da "humildade" e do "interesse nacional"

e FAZEREM O "ESFORÇO" DE DAREM AS MÃOS,

para o bem de cerca de cinquenta mil beneficiários do ACT/EDP 2014

e, nomeadamente, para o bem de MILHÕES DE CONSUMIDORES

nas várias formas de energia produzida e distribuida pelo Grupo EDP.

Mas, alguém tem que dar o "primeiro passo" rumo à UNIDADE NA ACÇÃO.

E, na minha perspectiva, esse "alguém"

(quer se queira, quer não se queira, quer se goste, quer não se goste)

é a Comissão de Trabalhadores da EDP.

Razão pela qual, e daqui,

APELO À COMISSÃO DE TRABALHADORES EDP

que, com caracter de urgência,

CONVOQUE TODOS OS PARCEIROS SINDICAIS

com assento à Mesa das Negociações, no ambito do ACT/EDP 2014,

para uma Reunião de Trabalho a realizar em Lisboa (na Visconde Valmor),

em data oportuna, mas sempre antes de 8 de Junho

(data prevista para varios "pronunciamentos" sobre a referida OPA chinesa à EDP).

(Fernando Pêgas - 26-05-2018 18:44)

 

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Resumundo, pergunto:

Quem proteje os trabalhadores, reformados e pensionistas da EDP e da REN?

Pelos vistos não há ningfuém.

(Manuel Silva - 26-05-2018 19:42)

 

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Meu caro Manuel Silva, infelizmente,

terei de estar totalmente de acordo com a sua questão.

De 2014, para cá,

mais precisamente após a Revogação do EUP/EDP

e a "separação" do ACT/EDP 2000 em dois

(ou sejam, o ACT/EDP 2014 e o ACT/REN 2014),

a "PROTECÇÃO SOCIAL" dos trabalhadores, reformados e pensionistas

da EDP e da REN ficou num "estado" muito fragilizado,

devido à dispersão de interesses,

consubstanciada na criação de vários universos de beneficiários.

Resumidamente, simplesmente aconteceu o "DIVIDIR PARA REINAR"

com o parecer favoravel de todos os parceiros patronais e sindicais

que "outorgaram" os respectivos Acordos Colectivos de Trabalho.

(Fernando Pêgas - 26-05-2018 19:59)

 

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 (copiado da pagina do facebook de Fernando Pêgas)

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 (Fernando Pêgas - 25-05-2018 12:25)

 

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oh amigo fernando nao percebo nada de opas.

mas uma coisa e certa pelos poucos conhecimentos que tenho

em relaçao a opas e assim o meu pensamento:

uma opa os chineses ficam donos e senhores da edp ok?

pronto quero dizer que a merda os javardos do governo psd cds

que deram aos chineses a MAIORIA NA EDP COM A VENDa

ao desbarato hoje chineses ja senhores daquiulo tudo.

por este andamento daqui a uns anos temos a edp

com so trabalhadores PORTUGUESES substituidos por chinese

haver vamos

 (Angelo Farinha - 25-05-2018 13:56)

 

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FICAM SENHORES NÃO

AINDA EXISTE MAIS OUTROS 50%

QUE PERTENCEM A OUTROS ACIONISTAS

 (Angelo Farinha - 25-05-2018 16:00)

 

 

OH ISABEL NAO CONCORDE CONSIGO

O FUTURO DIRA DEPOIS

NAO DIGAM QUE E TARDE DEMAIS

 (Angelo Farinha - 25-05-2018 16:54)

 

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Verdade amigo Angelo Farinha.

A pretensão dos chineses é ficar com o PODER DELIBERATIVO

sem estarem "dependentes"de quem quer que seja.

Assim, podem alterar a seu "belo prazer" as leis e regulamentos

do SECTOR ELECTRICO PORTUGUÊS,

respeitando ou não as recomendações do Governo português.

Sim, há "culpados" nesta história toda.

E as "culpas" são transversais a todos os partidos,

por terem sido mais "europeistas" que a propria Europa.

Recordo que, aquando a EDP detinha o "monopólio" sobre as áreas

da Produção, transporte e distribuição de energia electrica,

a recomendação da Europa foi no sentido da

"SEPARAÇÃO CONTABILÍSTICA"

entre as áreas da produção, transporte e distribuição.

Mas os governantes da altura,

sem grande contestação e oposição dos restantes partidos,

tomaram a iniciativa no sentido da "SEPARAÇÃO ESTRUTURAL"

de todas as áreas (produção, transporte e distribuição).

E, na minha perspectiva,

O "GRAVOSO" DO ERRO aconteceu aqui.

A partir de então, foi tentar "reparar" o erro,

com o "cometimento" de outros erros.

E chegamos à actual situação !!

E, o mais gravoso de tudo isto, é que os Chineses

não estão interessados no sector electrico português,

estão é interessados em "utilizar o Grupo EDP"

(nomeadamente e quase em "exclusivo" da área das Renováveis)

para entrarem em SOLO "AMERICANO".

E nós, "pacíficamente" e/ou em "passividade" cúmplice,

estamos a TOLERAR TODA A "AMBIÇÃO CHINESA",

cuja "grandeza" de custos não é possivel determinar com exactidão,

pelo menos por ora.

É esta espécie de "triângulo das Bermudas" que me incomoda e perturba,

quer como trabalhador, quer como cidadão consumidor de energia electrica.

 (Fernando Pêgas - 25-05-2018 16:01)

 

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Parece-me que há por aí muita confusão e falta de conhecimento.

Houve sempre vozes contra a privatização da EDP,

nomeadamente o PCP e os Sindicatos da CGTP.

Não podemos embarcar em racismos

em relação a quem quer que seja

que se proponha comprar a EDP. 

Então se forem os Americanos ou os Espanhois

já não nos preocupamos?

Os Chineses comprometeram-se a manter a sede em portugal

e a fazer crescer a EDP ao contrario dos Espanhois

que poderão ser tentados a fazer da EDP una sucursal da ENDESA.

A unica solução correcta seria a recuperação

do controlo da EDP pelo estado.

As Estruturas representativas dos trabalhadores

não podem fazer mais que pronunciar-se

pois não são elas que podem comprar as accões na bolsa.

Esqueçam a propaganda anti- chinesa que os americanos impingem

e afirmem que a EDP deve ser do Estado Português.

 (José da Luz - 26-05-2018 11:37)

 

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 Pergunto: No universo EDP onde estão os interesses dos Chineses,

não se esqueçam que entre outros países estão os EUA

que têm que dar o seu acordo à compra.

Compram a EDP com que objectivos?

Se os Chineses comprarem e atingirem os objectivos

que lhes interessa fora do território nacional,

o que deve preocupar, assim penso,

é a venda daquilo que não lhes interessa,

aí sim a coisa vai piar fino.

Quem tiver outra visão do assunto, contribua.

 (Emídio Fevereiro - 26-05-2018 16:23)

 

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Essa é a questão,

eles não têm interesse nenhum em empresas Portuguesas,

mas sim naquelas que estão implementadas

nos mercados como o Europeu e Americano.

Tal como o colega diz e muito bem só não vê quem não quer.

Eles só querem que a EDP sirva de trampolim para esses mercados.

 (José Domingos Martins Marques - 26-05-2018 16:53)

 

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Esta OPA chinesa à EDP, não poderá ser analisada

"apenas" na perspectiva económica e/ou financeira.

Terá que ser forçosamente analisada na perspectiva politica

e do "interesse nacional", nomeadamente, no que diz respeito à perda do

PODER DELIBERATIVO (sobre o Sector Energetico Nacional)

para o Estado Chinês.

Estamos a viver um momento "crucial"

para a tomada de decisões de elevadissimo interesse nacional,

razão pela qual não poderemos ser os "inocentes" e/ou os "inconscientes"

como que num passado recente.

Quer se goste, quer não se goste, o que tem de ser equacionado,

é a PERDA DE TODO O CONTROLO sobre o Sector Energético Nacional

e a consequente situação de "dependência" em que ficaremos,

em relação ao Estado Chinês.

Mais do que defender a EDP, a REN ou a GALP,

entre outras empresas do Sector Energético Nacional,

importa acima de tudo DEFENDER UM "INTERESSE NACIONAL"

que, implicará lutar no sentido de evitar a todo o custo que,

o Estado Chinês fique detentor de CINQUENTA E UM POR CENTO,

OU MAIS, das empresas "opadas"

(ou sejam, o Grupo EDP e a EDP Renováveis).

Nem que para tal, tenha de haver uma intervenção do Estado Português,

no sentido de recuperar o controlo do Sector Energetico Português.

Este é o "caminho a seguir", na minha modesta opinião.

 (Fernando Pêgas - 26-05-2018 18:03)

 

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O poder deliberativo já deixou de ser português há muito tempo

e esse é que foi o verdadeiro problema.

Agora se vai ser chines, americano, espanhol ou alemão tanto faz.

 (José da Luz - 27-05-2018 02:10)

 

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É verdade que Portugal, ao privatizar a 100 % empresas "emblematicas"

do sector energetico português, correria sérios riscos de dia menos dia,

perder o controlo do poder deliberativo sobre o mesmo Sector Energetico.

Face à "dispersão" do capital, ainda não existia

uma "superioridade" evidente de qualquer um dos accionistas.

Também é verdade que, uma larga maioria de portugueses,

considera que foi um "erro estratégico" largar mão de empresas fundamentais

para a economia nacional.

Por fim, também é verdade, que é um ENORME ERRO,

de se "hipotecar" esta enorme oportunidade,

gerada pela OPA chinesa à EDP,

de se tentar corrigir o erro do passado,

no sentido da recuperação do controlo nacional

sobre o sector electrico português.

(Fernando Pêgas - 27-05-2018 15:41)

 

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Desta vez concordo em absoluto consigo.

A EDP deve ser renacionalizada com urgencia.

 (José da Luz - 27-05-2018 22:16)

 

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 (copiado da pagina do facebook da Comunidade EDP)

 

Anonimo.png

 (copiado do Jornal Economico)

 (Fernando Pêgas - 25-05-2018 23:23)

 

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 SIM

 (João Rodrigues - 25-05-2018 23:27)

 

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Por ser anónimo a escrever naquele jornal. cheira-me a esturro.

Se querem um defensor não anónimo (que trabalhou 46 anos no Sector Elétrico)

aqui restou para dizer que a Eletricidade nunca deveria ter saído das mãos do Estado.

Reprivatização, JÁ!

(Manuel Ferreira - 25-05-2018 23:40)

 

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... não me façam rir! 

Então quem foi que queriam a privatização? 


É preciso fazer um desenho. 
... muitos dos colaboradores a defendiam.
O passado já foi.
... ... !

(Jorge Fontes Silva - 26-05-2018 00:04)

 

 

Não é uma questão de querer ou não querer.

É uma questão de politica económica e social.

Ou se aceita que deve ser o Estado a distribuir a riqueza

ou se dá o ouro ao bandido. Questão de Princípios!.

(Manuel Ferreira - 26-05-2018 11:44)

 

 

Caro amigo Manuel Ferreira,,

neste e noutros casos deste país,

o ouro foi entregue ao bandido, sem dúvida!!

(Abilio Guedes - 26-05-2018 15:15)

 

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Os meus netos todos os anos esperam pelo pai natal..

(Maria Manuela Lima - 26-05-2018 08:35)

 

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SER PUBLICA OU PRIVADA OS MARAJÁS VIVEM BEM

- O perfil e os hábitos dos marajá,

embora revelem alguma variação de marajá para marajá,

estão perfeitamente tipificados:

- O Marajá considera as instituições ou as empresas públicas

ou privadas como sua propriedade.

- O único a quem tem que prestar contas é a ele próprio.

O Marajá estabelece o seu próprio vencimento,

de acordo com a sua suposta dignidade do cargo

e presumidos méritos pessoais.

Se legalmente não o poder fazer, e não poder mudar a lei,

o marajá dedica-se a acumular cargos e mordomias

(viaturas oficiais, almoços, viagens, despesas de representação,

cartões de crédito, residências oficiais, subsídios de deslocação,

integração, reintegração, horas extraordinárias, etc, etc)

até perfazer tudo aquilo a que tem direito.
.
- O Marajá necessita de uma corte para o servir,

e é por isso se faz rodear de assessores, consultores,

funcionários para isto e aquilo.

(Fernando Rosa - 26-05-2018 08:43)

 

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Reverter o que não devia ter sido feito.

(Manuel Luis Sousa - 26-05-2018 09:00)

 

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Assisti como trabalhador numa das Empresas

á nacionalização do sector elétrico,

colaborei na construção da Empresa única EDP,

depositei grandes esperanças no futuro

nomeadamente para o bem estar das populações,

o que viemos a assistir com agrado nos anos seguintes.

A certa altura começou o caminhar para a destruição da empresa única

com o principal objetivo de que com a criação de mais empresas

haveria mais "tachos"

e daí até à privatização foi um passo.

Agora é o que se vê da EDP.

Por tudo isto e muito mais,

subscrevo as palavras do Manel Ferreira.

Renacionalização já. Um abraço Manel.

(Jose Agostinho - 26-05-2018 14:00)

 

 

Sr. Jose Agostinho, penso que tanto o Sr.

como o Manuel Ferreira 

queriam dizer renacionalização.

isso eu tambem afirmo.

é a unica solução correcta para defender o País

e os Trabalhadores.

(Joaquim Gervasio - 26-05-2018 14:41)

 

 

Sr. joaquim Gervásio.

Sim claro, obrigado pelo reparo.

(Jose Agostinho - 27-05-2018 17:59)

 

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publicado às 15:36



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