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"SURREALIDADES" ... SINDICAIS

por efepe, em 06.07.15

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O associado (nº 5.176) do Sindel, com mais de trinta anos de filiação naquela Associação Sindical (desde 24 de Janeiro de 1983), e tendo feito parte de vários órgãos sociais do Sindel (no periodo 1983-2013), seria vítima de "perseguição politico-sindical" (digamos assim), numa das empresas do Grupo EDP.

 

Nomeadamente, por uma das suas ex-hierarquias directas, durante o tempo em que exerceu o "poder hierarquico" sobre o associado do Sindel. Ou melhor, durante o periodo temporal de uma comissão serviço (digamos assim), compreendida no "triénio" ocorrido entre os anos de 2011 e de 2014. 

A "suposta" perseguição política, consubstancia-se na "VALORAÇÃO NEGATIVA CONTINUADA", no âmbito dos Processos de Avaliação do Desempenho referentes aos anos de 2011 a 2014.


Sentindo-se "humilhado profissionalmente", e consequentemente "roubado financeiramente", em consequência da Perda dos Prémios de Desempenho Anuais e da Perda de Distribuição de Lucros referentemente aos anos de 2011 a 2014, aquele associado do Sindel

- depois de ter "esgotado" todos os patamares hierarquicos no interior da empresa, com a necessaria reclamação;

- depois de ter obtido um "parecer jurídico" favorável junto da Jurista da Delegação Norte do Sindel;

decidiu recorrer à via judicial 

contra a sua ex-hierarquia e contra a empresa. 

 

Em resposta à Petição Inicial do Autor (ou seja, o associado do Sindel), apresentada na Comarca do Porto, os Réus (ou sejam, a ex-hierarquia e a entidade patronal do Autor) apresentariam a sua CONTESTAÇÃO.


Na "contestação", os Réus apresentariam uma "prova testemunhal" muito cuidada e extensa. Num total de dez (10) testemunhas.

 

Em modo "normal", os réus apresentariam como testemunhas:

1. Directores, Subdirectores e Gestores de Área (da "escala hierarquica" - presente e passada - adstritamente ao associado do Sindel);

2. Três "colaboradores" a trabalharem conjuntamente com o associado do Sindel que, curiosamente ou talvez não, são também agentes sindicais ligados ao Sinergia (uma das associações sindicais "concorrentes" do Sindel); e,

3. Um superior hierarquico ligado à área dos Recursos Humanos.

 

Em modo "surreal", os Réus conseguiriam SURPREENDER o Autor (do processo), com a identificação da DÉCIMA TESTEMUNHA. Pois bem,

 

A identificação da "décima testemunha" dos Réus, era nem mais, nem menos o

SECRETARIO GERAL ADJUNTO DO SINDEL

que "supostamente" deveria estar do lado do Autor (na qualidade de associado do Sindel).

 

Este tipo de "surrealidades sindicais" servem de (maus) exemplos (reais), que vão proliferando no "DOENTE" MUNDO DO TRABALHO em Portugal.

 

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publicado às 20:36



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