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fcp.png

Nestes ultimos dias, na pagina do facebook do grupo fechado denominado "Comunidade EDP", que administro, registou-se um verdadeiro "debate de idéias" sobre a situação actual do Movimento Sindical no Grupo EDP, em virtude do sucedido na Reunião Plenária do dia 08-08-2018, em torno da matéria da Saúde (regulada pelo Anexo VIII do ACT/EDP 2014).

 

O grande "mote" para o debate de ideias, partiu de um "APELO" que faço, nos termos seguintes:

 

Apelo..png

 

José Rodrigues, pelas 19:13, do dia 10 de Agosto de 2018, respondia "sinteticamente" assim: "Nao sao apelos, devem ser feitas manifs e ate greves se necessario".

 

 Tendo respondido ao José Rodrigues, pelas 19:40, do dia 11 de Agosto de 2018, o seguinte:

Apelo.Resposta.png

 

Seguidamente,

e muito naturalmente, resultou um diálogo com António Moreno, muito interessante, entre duas pessoas "preocupadas" com a situação. A saber ...

 

MANIFESTAÇÕES e CONCENTRAÇÕES - NÃO SILENCIOSAS -

são necessárias e urgentes, para a conquista do Respeito

que nos é devido por um Grupo EDP que está mal-tratando

ALGUNS "muitos".


SEMPRE FOI ASSIM, e agora pior claro.

ALGUNS sempre foram bem tratados.

ALGUNS sempre se esconderam atrás dos que faziam greves e perdiam salário para lutar pelas tabelas salariais de todos.

ALGUNS sempre foram na conversa dos PAPAS que para seu governo lhes moldavam o cérebro e as dioptrias.

Estes de resto são os que se sentem agora mais enganados.

Porque deixaram de ter o magro biscoito, qual cãozito rafeiro que perdeu a utilidade.

 

Era agora o tempo de vestirem a sua fatiota de homens e, juntos dizermos alto e bom som, na cara de quem nos trata como " lixo eléctrico e tóxico " que fomos nós todos que criámos e fizemos crescer esta máquina de fazer dinheiro que eles sugam a seu bel prazer com ordenados e dividendos pornográficos.

 (Antonio Moreno - 12-08-2018 15:14)

 

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Pois ... Antonio Moreno, estou de acordo, com muito do que dizes.

Mas, na verdade, a Geração do 25 de Abril que se "politizou" à pressa, com coisas boas e com coisas más pelo caminho, e que muito "deram de si" para a multinacional que o Grupo EDP é hoje, e que hoje são verdadeiras "Bibliotecas Itinerantes" de um "SABER E DE UM CONHECIMENTO" que não vem nos livros, nem se aprende em qualquer enciclopédia, ESTÁ "QUASE REFORMADA" e/ou "JÁ REFORMADA", dispersa pelo país e pelo estrangeiro, não organizada, e consequentemente, SEM VOZ no sítio certo (Mesa das Negociações no ambito do ACT/EDP 2014), e muito "mal representada" na Comissão de Acompanhamento do Esquema de Saúde e na Comissão de Acompanhamento do Fundo de Pensões.

 

E, como tudo isto não bastasse, os trabalhadores em final de carreira, que já tem a sua saída previsivelmente programada até aos anos de 2020 ou 2021, "ACOMODARAM-SE" à espera do último dia de trabalho, por efeito de uma "DESILUSÃO" gerada pelas Comissões Negociadoras Sindicais que "outorgaram" o ACT/EDP 2014, que os atiraram para um "buraco sem fundo", e de difícil "gestão".

 

E, repetindo de novo, como tudo isto não bastasse, hoje em dia, há uma ENORME "REVOLTA" da Geração dos Contratos Individuais, que se sentem "abandonados" e "desamparados" desde o inicio da sua integração no Contrato Colectivo, ocorrida em 2014, e com Direitos e Regalias "desiguais" e em menor escala, e que motiva uma "VIVÊNCIA FRACTURANTE" e de "DESCONFIANÇA", em relação a tudo o que é Sindicato ou Comissão de Trabalhadores.

  

Para concluir, TODOS SÃO "CULPADOS".

 

E, o "CAPITAL" (entenda-se a Administração do Grupo EDP) sabendo disto, anda "desavergonhadamente" a ABUSAR das "fragilidades" e das "desorganizações" do TRABALHO (entenda-se todos nós Reformados, Pensionistas e Trabalhadores do Grupo EDP).

 

Esquecendo-se, que na época que atravessamos, que basta uma ou duas equipas de dois elementos ("dos bons e com "coragem") do TRABALHO, para provocarem "GRANDES ESTRAGOS" ao CAPITAL !!

 Mas, obviamente, que não é por este caminho (dos "Grandes Estragos ao Capital) que se deve seguir.

 

Porque, não podemos esquecer QUE TODOS NÓS "SOMOS" OS CULPADOS, por não sabermos "excluir" os Representantes Incompetentes do TRABALHO, dos lugares de "decisão" ou de "influência de decisão". Disse.

 (Fernando Pêgas - 12-08-2018 23:01)

 

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Pois, está tudo muito certo, mas o caminho não é o da sabotagem, nem esse de lutas entre sindicatos.

Os sindicatos que lutem por condições de trabalho e salariais dos seus associados (alguns nunca isso fizeram porque se vai confiar neles num assunto destes ?).

 

Sei bem que apenas eles se sentam á manjedoura das negociações, mas pode mudar-se isso.


Como bem dizes, vais sair muita gente nos próximos 2, 3 anos, que irão juntar-se aos milhares que estão já a sentir na pele a indiferença e o abandono..

 

Poderia criar-se um movimento, uma comissão, um grupo representativo, seja o que for, e decerto que não seria confortável para a tutela fazer estes ataques.  

Dependeria da capacidade de denúncia pública.

Meteria mais medo à imagem EDP que eles tentam vender, do que todos os sindicatos juntos.

 (Antonio Moreno - 12-08-2018 23:40)

 

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Meu caro Antonio Moreno, no Grupo EDP e até 2014, os Sindicatos "sempre" estiveram vocacionados para negociar
aquilo que se denomina por Direitos (Salários, Horarios de Trabalho, etc...).
 
 
Enquanto aquilo que se denomina por Regalias Sociais (Subsídios, Saude e Complementos de Pensões, entre outros)
estava mais vocacionada para a Comissão de Trabalhadores.
 
Com a revogação do EUP/EDP (o documento que regulava as ditas Regalias Sociais) e a sua consequente integração no ACT/EDP (o documento que regulava essencialmente os Direitos),
 
com tudo isto a acontecer nas "costas dos trabalhadores", 
mas com o ACORDO TOTAL das "cúpulas" das Direcções Sindicais 
e da Comissão de Trabalhadores,
 
na verdade, a partir de 2014, verifica-se que, OS SINDICATOS NÃO SE PREPARARAM "CONVENIENTEMENTE"
para a discussão e negociação das matérias de natureza social.
 
Em que as recentes negociações, e os seus consequentes "impasses", sobre o Subsidio de Estudo para Descendentes
e sobre o Fim da Gratuitidade dos Campos e Colónias de Férias, SERÃO CONCERTEZA O MELHOR EXEMPLO
do que acabo de afirmar.
 
Quanto aos Reformados e Pensionistas do Grupo EDP, até ao ano de 2014, não havia a necessidade de continuarem "sindicalizados" uma vez que, as maiores questões do seu interesse (ou sejam, o Esquema de Saúde e a questão dos Complementos de Pensões) estavam sob a "responsabilidade" da Comissão de Trabalhadores EDP.
 
Mas, na verdade, a partir de 2014, o CENÁRIO DE RESPONSABILIZAÇÃO foi alterado, da Comissão de Trabalhadores para os Sindicatos.
 
Razão pela qual, a partir de 2014, passou a haver a necessidade de "Sindicalização" dos Reformados e Pensionistas do Grupo EDP.
 
Por tudo isto, em minha opinião, é que urge a criação de um Sindicato (e não de uma Associação) específico "DOS" Reformados e Pensionistas do Grupo EDP "PARA" os Reformados e Pensionistas do Grupo EDP, mas sem "abandonar" ninguém e/ou sem "deixar ninguém" para trás, de modo a ocupar um espaço estrutural que se encontra simplesmente vazio.
 
É nesta perspectiva, que achei oportuno criar este "grupo fechado" denominado Comunidade EDP, com o objectivo de se dar os "primeiros passos" tendentes à criação do referido Sindicato dos Reformados e Pensionistas do Grupo EDP, mas também dos Reformados e Pensionistas do Grupo REN.
 
Para terminar, porque a conversa já vai longa, direi ao Antonio Moreno que estou a trabalhar nos "alicerces" quer da Constituição de um Sindicato, quer na "Estratégia" de implementação do mesmo.

(Fernando Pêgas - 13-08-2018 00:23)

 

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Reacçoes.png

 (copiado da pagina do facebook do grupo fechado da EDP)

Henrique.png

(Fernando Pêgas - 13-08-2018 03:39)

 

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Estou farto de Sindicatos, criem uma associação ou adiram às que existem e já demonstram que estão ao serviço

de pensionistas, reformados e aposentados. Henrique Carrapato

(Henrique Miguel Carrapato - 13-08-2018 08:17)

 

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Meu caro Henrique Miguel Carrapato, não se "enerve". Pois, com a idade que "aparenta ter" na sua foto de perfil, ainda lhe pode dar uma "coisinha má". E eu não quero ser "responsável" por essa coisinha má.

  

Meu caro Henrique Miguel Carrapato, esta sua reacção "intempestiva", somente vem "confirmar" a idéia e a desconfiança com que fiquei, aquando de algumas conversas que mantive com Jorge Fontes Silva, seu "parceiro" de um projecto de interesses, que ainda não soube muito bem identificar, mas pela experiência adquirida ao longo da minha carreira de sindicalista desde 1982, em convivência e em vivência com pessoas militantes da vossa área politico-sindical, não me merece nenhum índice de "confiança".

  

E, a partir de agora, começo a entender e a perceber a "PRESSA" de Jorge Fontes Silva. E citando um politico que admiro, apetece-me questionar: QUAL É A PRESSA ?

 

Meu caro Henrique Miguel Carrapato, tal como na Politica, não pode haver Política sem Partidos, também na Contratação Colectiva, não poder haver "negociação colectiva" sem Sindicatos.

Disse.

(Fernando Pêgas - 13-08-2018 12:17)

 

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Boa tarde
Ah! ah! ah! Enervar-me eu?
Quem parece estar enervado é o Senhor.


Antes de mais informo-o que quando nasceu já eu tinha comido muito feijão “carrapato” (é assim que designam o feijão frade no meu concelho).


Sou livre de postar na minha página do Facebook a foto que entender, ou será que um homem tão democrata quer cercear a minha liberdade?


Também parece que já não posso ter uma opinião pessoal no que respeita a Sindicatos e Associações! É esse o seu conceito de liberdade?


Informo que não tenho pressa de nada, não ando à procura de poleiro e no que diz respeito à APRe é uma Associação constituída por aposentados, pensionista e reformados de várias tendências politicas cujo e único interesse coletivo é a defesa dos direitos dos seus associados.


Certamente ouviu falar no corte efetuado pelo anterior Governo do pagamento de subsídios de Férias e Natal. Se calhar não, porque não viveu essa situação.


A APRe lutou muito para que esse pagamento fosse reposto e houve outras Associações que também contribuíram.


Diz que tem uma carreira Sindicalista desde 1982. Lamento dizer-lhe que andou a dormir, pois com o ACT/EDP 2014 todos fomos prejudicados pela alteração das regalias sociais, que tinham sido negociadas pela Comissão de Trabalhadores. Sendo sindicalista deixou que a EDP mexesse e continuasse a mexer nos direitos adquiridos! Que credibilidade tem agora para criar um sindicato de reformados?


Pela idade que tem nem reformado deve ser! É para continuar a passear-se à custa dos associados?


Qual a razão por que chama para a discussão o Jorge Fontes Silva e a tendência politico-sindical, a qual desconheço por completo? Será por ele também ser associado da APRe, Associação criada por uma grande democrata e socialista, Maria do Rosário Gama?


O que depreendo disto tudo, é que deve ter sido e quer continuar a ser um individuo que sempre quis dar nas vistas e quer continuar assim.


A PARTIR DAQUI NÃO DAREI MAIS IMPORTÂNCIA AOS SEUS ESCRIROS.
DISSE

Henrique Miguel Carrapato

(Henrique Miguel Carrapato - 15-08-2018 20:34)

 

JorgeFontesSilva1.png

(Jorge Fontes Silva - 16-08-2018 20:31)

 

 

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(copiado da pagina do facebook de EDP iando)

EDPiando.png

(Fernando Pêgas - 13-08-2018 03:39)

 

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Estranho!

Os reformados que na sua grande maioria quando passam à situação de reforma\pré-reforma, a primeira coisa que fazem é desvincularem-se do seu sindicato, porque acham que já não vão precisar dele, e com isso lhe retiram força, agora vêem a criação de um novo sindicato em exclusivo para reformados e pensionista como a solução milagrosa!

Estranho!

(Luis Nogueira - 13-08-2018 11:33)

 

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Vou traduzir isso tudo: Tacho/mama

(Bruno Oliveira - 13-08-2018 11:49)

 

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Meu caro Luis Nogueira, há uma explicação para as suas "estranhezas", que passo a explicar.

 

Até ao ano 2014, como as principais "questões" de maior interesse para os Reformados e Pensionistas EDP, que eram (e continuam a ser): o Esquema de Saúde e a Complementariedade das Pensões (entre outras matérias), ESTAVAM "REGULADAS" num documento denominado Estatuto Unificado Pessoal EDP (EUP/EDP) que, por acordo entre as partes no ano de 1980, era um documento "negociável" entre a Administração da Empresa e a Comissão de Trabalhadores EDP.

 

Razão pela qual, a maioria dos Reformados e Pensionistas, como bem diz, optaram pela "dessindicalização" no momento da sua passagem de trabalhador para reforma antecipada, pré-reforma, antecipação à reforma ou para a reforma. 

Pois, sabiam que em caso de "conflito" ou de "ajuda" teriam de recorrer à Comissão de Trabalhadores EDP.

 

A partir do ano de 2014, e por efeito da revogação do EUP/EDP e a sua consequente integração das suas matérias no Contrato Colectivo de Trabalho, a "CAPACIDADE DE NEGOCIAÇÃO COLECTIVA" foi alterada, da Comissão de Trabalhadores EDP para os parceiros sindicais subscritores do ACT/EDP 2014.

 

Ora bem, como a GRANDE MAIORIA DOS REFORMADOS E PENSIONISTAS EDP não estão "sindicalizados", será obvio que, também não estejam "organizados" e em condições de terem a sua "voz" no sitio certo (entenda-se à Mesa das Negociações), onde se toma "decisões" ou se "influencia decisões" estruturais, no âmbito do ACT/EDP 2014. Por conseguinte, em minha opinião, HÁ UM "VAZIO".

 

Vazio este, que deverá ser ocupado, na minha perspectiva (é claro), por Sindicatos tendencialmente específicos na Defesa dos interesses dos Reformados e Pensionistas do Grupo EDP, mas sem deixar ninguém para trás, como por exemplo os Reformados e Pensionistas do Grupo REN (que como deve saber, também em 2014, foram "desagregados" do antigo Contrato Colectivo do ano 2000).

 

Mas, outras razões existem, para que se crie o referido Sindicato de Reformados e Pensionistas do Grupo EDP e do Grupo REN, com a urgência possivel.

(Fernando Pêgas - 13-08-2018 13:06)

 

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Meu caro Bruno Oliveira, depois da explicação dada a Luis Nogueira, acho que não vou perder o meu tempo a responder aos seus "tachos" e às suas "mamas".

(Fernando Pêgas - 13-08-2018 13:08)

 

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Caro Fernando Pegas, engraçado que a maioria dos reformados se dessindicaliza antes mesmo de ser reformado. Desvincula-se do seu sindicato quando entra na pré-reforma, e a justificação maioritária é o custo da quota.

  

E quando na pré-reforma é um trabalhador no activo e não apenas beneficiário do esquema de saúde e complementaridade de pensões, conforme diz. Mais, quando reformados, podem manter-se sindicalizados e o pagamento de quota é voluntário.

  

Mas percebo (e bem) o seu voluntarismo para a criação de uma estrutura (mais uma) deste tipo.

(Luis Nogueira - 13-08-2018 13:20)

 

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Exmo Sr.
Já que obtive resposta por parte de sua Exª fico bastante sensibilizado pelas "minhas mamas" terem criado em si algum desconforto. 

Começo por responder dizendo lhe que sou livre de ter esta ideologia sobre os sindicatos, poucos são aqueles que ajudam verdadeiramente. 

Relembro-lhe, só a PSP tem 16 sindicatos. Só pessoas de grande coração que vejo por este mundo fora...


Noto nas suas respostas recheadas de ironia que todos que forem contra os seus ideais são um alvo abater. Daí, qualquer pessoa pode retirar as ilações que quiser e o que o futuro lhes reserva...

Como todos sabemos hoje em dia é difícil arranjar alguém que perca tempo com um desconhecido e que lute por ele sem ter uma contra partida. Um sindicato obtém a sua contra partida onde? Penso que já sabe...


Deixemos entao os nossos pensionistas em paz neste momento da sua vida que tanto precisam de colmatar uma vida inteira de trabalho.

Assim, tente ajudar sem contrapartidas, tente ajudar de coração! 

Claro que isto tudo não deixa de ser uma opinião e toda ela baseada no alegadamente! 

Deixo lhe uma foto de algo que deve reconhecer...

(Bruno Oliveira - 13-08-2018 14:49)

 

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Henrique1.png

 (Bruno Oliveira - 13-08-2018 14:21)

 

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Meu caro Luis Nogueira, fico grato por abordares a questão do "CUSTO DA QUOTA, e confirmo o que acabas de dizer.

Mas, a minha opinião é bastante diferente, e que passo a explicar.

 

 

Em primeiro lugar, acho que é um ABUSO E UMA ENORME FALTA DE RESPEITO, as "simulações" produzidas pela DRH (Grupo EDP), em reuniões com os candidatos à passagem para a vida passiva, AO TEREM EM CONTA O "CUSTO DA QUOTA SINDICAL" (sabendo-se que este quantitativo ou valor resulta de uma relação entre o trabalhador e uma entidade diferente do Grupo EDP), por norma, nos calculos produzidos para "apuramento" do valor da Pensão que o trabalhador vai auferir após a sua passagem para a vida "passiva". Ponto.

 

Noutra perspectiva, acho que o factor "Custo da Quota Sindical" está inserido numa estratégia empresarial que denomino de "CARTA FECHADA", com o propósito de fomentar a "dessindicalização" no Grupo EDP.

 

Esclareço que, a denominação "CARTA FECHADA" resulta em contra-ponto a uma outra denominação "CARTA ABERTA", utilizada muito nos finais dos anos setenta, inicio dos anos oitenta, no então Movimento Sindical, com o propósito de angariar "sindicalizados" para um certo Sindicato gerado na então EDP-Electricidade de Potugal, Empresa Publica.

Explicação dada e terminada.

(Fernando Pêgas - 13-08-2018 15:08)

 

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Meu caro Luis Nogueira, por fim, quanto à tua referência ao meu "voluntarismo", dir-te-ei que não se trata de "voluntarismo", mas sim de um "GRANDE INCÓMODO".

Que passo a explicar.

A minha Geração (essencialmente a Geração que denomino do 25 de Abril) herdou dos trabalhadores "mais antigos", um conjunto de Direitos e Regalias que "usufruiram" durante as suas carreiras profissionais no Grupo EDP.

E, o meu "GRANDE INCÓMODO" resulta do facto de, chegada a hora do final de carreira profissional, ter uma enorme mão cheia de "NADA" para deixar aos trabalhadores "vindouros".

E é na tentativa de "minimizar" esta MINHA MÁGOA DE "CONSCIÊNCIA PROFISSIONAL" que tomei a iniciativa de fazer o que agora iniciei a construir, e ao que chamas de "voluntarismo". Disse.

(Fernando Pêgas - 13-08-2018 15:27)

 

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Meu caro Bruno Oliveira, apenas uma "palavra" RECONHEÇO a imagem colocada.

(Fernando Pêgas - 13-08-2018 15:28)

 

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(copiado do Blog Jornal Online 'efepe' / sindical)

Anonimo2.png

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Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 02:21


1 comentário

De Anónimo a 13.08.2018 às 14:52

Sindicatos, não obrigado. Se o sindicalismo fosse independente dos partidos políticos, tudo bem, agora correias de transmissão dos partidos, não obrigado. 10 meses para se receber um seguro por morte de um associado, após sucessivas desinformações por parte de uma central sindical, que não batiam certo com a seguradora, levou a que eu na pré reforma e sindicalizado mostrasse o cartão vermelho. No inicio da minha pré reforma não foi a empresa que me causou problemas foram os nossos colegas que estando a trabalhar e nos considerando os "chatos" e se esquecendo que um dia virão para este lado tiveram comportamentos, mais não digo. uma aparte A nível de Clube de Pessoal estando na pré reforma num anuncio de viagem os sócios no activo foi-lhes concedido prioridade nas marcações e os sócios na reforma ficaram para os "restos" numa total violação de estatutos. É ASSIM QUE SOMOS TRATADOS POR QUEM SE ESQUECE QUE O TRABALHO QUE TÊM SE DEVE AQUELES QUE POR LÁ PASSARAM.

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